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Érica Munhoz

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15 Boa

Sobre Érica Munhoz

  • Data de Nascimento 24-10-1986

Outras informações

  • Lugares que já visitei
    Brasil - AM, PA, RR, MA, PI, PE, AL, SE, BA, MG, SP, RJ, ES, TO, GO, PR, RS, DF
    Argentina - Puerto Iguazú, Posadas, El Calafate, El Chaltén, Torres del Paine, Ushuaia
    Paraguai - Ciudad del Este, Encarnación, Trinidad, San Ignácio, Asunción e Arégua
    Venezuela - Los Roques, Canaima/Salto Angel, Santa Elena de Uairén/Monte Roraima
    Inglaterra - Londres, Wells, Bath, Bristol, Manchester, Salford, Lynton, Woolacombe, Croyde, Liverpool
    País de Gales - Cardiff
  • Meus Relatos de viagem
    http://www.mochileiros.com/belem-e-marajo-em-abril-2014-t98225.html

    http://www.mochileiros.com/los-roques-canaima-salto-angel-monte-roraima-e-boa-vista-23-dias-dez-14-jan-15-t108630.html

    http://www.mochileiros.com/21-dias-por-manaus-e-regiao-am-palmas-e-regiao-to-jalapao-to-e-litoral-pe-al-e-se-maio-de-2017-t144639.html

    https://www.mochileiros.com/topic/64871-barra-grande-pi-delta-do-parna%C3%ADba-pi-e-jericoacoara-ce-em-4-dias-julho-de-2017/

    https://www.mochileiros.com/topic/64753-patag%C3%B4nia-no-final-do-inverno-set2017/
  • Ocupação
    Bióloga
  1. Patagônia no final do inverno (set/2017)

    Obrigada @Petrônio S.! Só quem já foi sabe o quanto dá vontade de ir para a região todos os anos! Não tinha nenhuma fechada não, mas eles não estavam recomendando a trilha Loma del Pliegue Tumbado por causa da neve alguns dias antes de eu chegar. Acabei não fazendo por essa razão (além do cansaço), pois o volume de neve que eu peguei no meu primeiro dia em El Chaltén foi muito grande e ela ficou acumulada nos dias seguintes.
  2. Patagônia no final do inverno (set/2017)

    Hahahaha! É pq dessa vez eu fui escrevendo ainda durante a viagem!
  3. Pensa na situação: minha irmã com milhas vencendo, eu precisando queimar dois dias de folga do meu banco de horas extras no trabalho, minha melhor amiga de férias e um grande amigo morando em um lugar paradisíaco e perto de lugares que sempre sonhei em conhecer. Resultado? Juntei a fome com a vontade de comer e fui pro Piauí! Eu sempre tive muita vontade de conhecer o Piauí, que é um destino pouquíssimo explorado no Brasil e possui parques nacionais maravilhosos. Um grande amigo, o Henry, havia se mudado do caos de São Paulo para a pacata Barra Grande, praia pertencente ao município de Cajueiro da Praia, litoral do Piauí. Confesso que até ele se mudar para lá, eu nunca tinha ouvido falar desse pequeno paraíso e nem lido nada a respeito. Do litoral do Piauí, o único lugar que eu tinha vontade de ir era o Delta do Parnaíba, que é mais popular por ser parte da Rota das Emoções (Trecho entre Jericoacoara e os Lençóis Maranhenses). Barra Grande está localizada entre Parnaíba (1h de carro) e Jijoca de Jericoacora (3h de carro) e eu fiquei impressionada com a singularidade do lugar. A comunidade que vive lá é ainda bem pequena, o que torna um local muito tranquilo, ainda que esteja cheio de turistas. A água do mar é quente, bem calma e clara (tom esverdeado). Os restaurantes e pousadas tornam o ambiente agradabilíssimo e super aconchegante, especialmente a noite (de certa forma de lembrou a Vila de São Jorge na Chapada dos Veadeiros, em Goiás). O que as pessoas falam é que Barra Grande é a Jericoacoara de 20 anos atrás. E eu senti isso mesmo quando fui na Vila de Jeri, que é enorme comparada com Barra Grande. Resumo Roteiro: 28/07/17 (sexta): Voo BH-Teresina – Barra Grande 29/07/17 (sábado): Jericoacoara 30/07/17 (domingo): Delta do Parnaíba 31/07/17 (segunda): Barra Grande – Teresina 01/08/17 (terça): voo Teresina-BH Gastos: Voo Ida: BH – Teresina (Gol) – R$210,00 + 7,500 milhas Voo Volta: Teresina – BH (Latam) – R$501,39 4 diárias carro Aluguel Movida: R$332,00 + 1.200 pontos Km vantagens /2 = RS116,00 Gasolina: R$351,52/2= R$175,76 Alimentação: RS200,00 aproximado (incluindo almoços, jantares, bebidas e lanches passeios) Charrete Jeri: R$30,00/2 = R$15,00 Caminhonete para Jeri: R$80,00 (ida e volta) Passeio Delta: R$400,00/3= R$133,33 28/07/17 (sexta): O voo saiu de BH às 07:30h e chegou em Teresina às 12:00, com conexão em Brasília. O aeroporto em Teresina é pequeno e ao chegar já se tem ideia do calorão da cidade. O guichê da Movida está à direita logo depois do desembarque. Minha reserva já estava confirmada, pois fiz pela internet ainda em BH utilizando minha pontuação dos Km de Vantagens do Posto Ipiranga. Minha amiga, Ju, e eu saimos da agência da movida no aeroporto (com um Fiat Uno 0Km!) e já pegamos a BR343, que é a rodovia que liga Teresina à Parnaíba, e depois a BR402, que liga Parnaíba ao Ceará, até à estrada de acesso a Barra Grande. A previsão do tempo de viagem era de 5:30h, mas gastamos quase 7h (média de 80-90km/h) por causa do excesso de veículos (fizemos apenas uma parada de 20 min na estrada para comer). Você precisa ter muuuuuuita paciência na estrada, pois é perigosa. O asfalto é bom, mas é pista simples (mão e contra-mão), longos trechos sem acostamento, muitos caminhões, um calor de rachar, burrinhos atravessando a pista frequentemente e muitas mulas atrás dos volantes. A imprudência dos motoristas é absurda. Vimos alguns supostamente bêbados, ultrapassando em faixa contínua ou em curvas que não davam para ver a contra-mão (acredite! Em curvas!!) e vários em altíssimas velocidades (mais de 140km/h), pois a maior parte do caminho são longas retas. Chegamos em Barra Grande já era noite e esfomeadas. Nos abrigamos na casa do Henry e fomos comer no restaurante Manga Rosa. Que lugar e que comida! O melhor escondidinho de carne seca, purê de abóbora e Pina Colada do universo! Juro que eu não queria parar de comer, mas eu já estava passando mal de tanta gula. O ambiente é top também. Enfim, recomendo fortemente esse restaurante e queria que tivesse um dele em BH para ir lá todo fds! Hahaha! 29/07/17 (sábado): A Ju e eu acordamos cedo (saimos às 06:30h) e fomos para Jijoca de Jericoacoara (3h de viagem – média de 100-120km/h). A estrada estava bem vazia, tinha acostamento e o asfalto no geral estava bom, com um curto trecho com buracos na pista. Havia também muitos animais atravessando a pista, que incluíu burros, cabritos, porcos e uma família inteira de galinha d´angola. Em Chaval, primeira cidade do caminho, compramos lanches para passar o dia. Ao chegar em Jijoca de Jericoacoara fomos ao posto de informação ao turista. Até chegarmos lá o assédio de guias oferecendo serviços foi ENORME e eles já começavam na estrada. Tentam parar seu carro de tudo que é jeito… entrando na sua frente, correndo ao lado do carro, indo de moto atrás de você e é claro, metendo a mão nos preços. É tão chato que nem dá vontade de fazer passeio nenhum e vc tem que respirar bem fundo para não ser mal educado. Até lá no posto de informação ao turista essa chatice ocorreu. Jijoca de Jericoacoara é a zona urbana da cidade e de lá vc precisa de um veículo 4x4 para atravessar as dunas do Parque Nacional de Jericoacoara, que é onde se encontra a Vila de Jericoacoara, que fica na beira na praia e vc encontra hospedagens, restaurantes e comércio em geral. Vários desses guias tentaram nos convencer a ir com o Uno mesmo para lá. NÃO FAÇA ISSO. Gente, lá são dunas. É areia pura! Você provavelmente vai atolar, como vimos VÁRIOS carros comuns atolados e você vai ter que se virar pra tirar. Resolvemos dar uma volta de carro por Jijoca e pedir informações de outras pessoas que não fossem esses guias. Logo no posto de gasolina ao lado do centro de informações havia uma oficina mecânica e paramos lá em frente para tentar conseguir sinal de internet (importante: nenhum lugar visitado nos 4 dias de viagem tinha sinal de telefone, quem dirá de internet. Conseguimos sinal 3g somente em Parnaíba). Um cara que estava na oficina consertando sua caminhonete foi até o nosso carro perguntando se precisávamos de ajuda. Ele era dono de uma das caminhonetes 4x4 (tipo um pau de arara) e fazia a travessia nas dunas até a Vila. Ele foi uma pessoa extremamente simpática, nos deu várias dicas de Jijoca e da Vila, nos levou até a casa da sogra dele para deixarmos o carro lá em frente à garagem da casa para ficar mais em segurança e nos cobrou R$40,00 cada, que era o valor praticado da maioria dos transfers (dava pra conseguir até 30 se pesquisasse, mas a simpatia e principalmente a honestidade dele valia até mais do que isso). Infelizmente eu perdi o cartão dele e não tenho mais o contato. Ele nos disse que o esquema de ir com o próprio carro de passeio para a Vila é o maior golpe. Além do risco de atolamento, o guia não falava (e não nos falou mesmo) que você teria que deixar o carro em um estacionamento privado lá. Então, além do pagamento do guia (média de R$30,00), chegando lá você tinha que pagar o estacionamento (se eu não me engano era R$50,00) e pagar o guia novamente para voltar para Jijoca. A Ju e eu fomos sozinhas na caminhonete e chegamos na vila por volta das 10h. Fomos para a praia e caminhamos até a Pedra Furada (se a maré estiver baixa vc pode ir pela orla. No nosso caso tivemos que subir o morrão e ir pela trilha, o que torna a caminhada bem mais longa). A caminhada foi cansativa, pois o sol e a areia já estavam bem quantes (o pé encheu de bolhas do atrito entre a areia e o chinelo e não dava para andar descalço por causa da areia escaldante). Quando estávamos chegando no final da trilha para descer para a Pedra Furada vimos algumas charretes de tração por burrinhos esperando turistas e reservamos uma charrete para a gente (R$30,00 – até 3 pessoas). A melhor coisa que fizemos. Quando voltamos, o sol das 13h estava fritando a pele e todo mundo queria voltar de charrete. Se não tivéssemos conversado com o rapaz antes, a Ju e eu teríamos que voltar tudo a pé (caminhada de pelo menos uns 40min e com o pé de bolhas). Ao final do trajeto, o rapaz da charrete chamou uma caminhonete que estava indo em direção a Jijoca. Infelizmente demos o azar de andar com um otário. O cara acelerava loucamente nas dunas (dando vários trancos com os impactos, o que nos machucou demais por andar no pau de arara), com um som nas alturas, jogou lixo pra fora nas dunas (não era incomum ver garrafas e latas nas dunas), fechou outras caminhonetes no caminho e ainda nos cantou quando descemos. NOJO DE SER HUMANO. O que eu senti em Jeri é que tem muita gente querendo se aproveitar dos turistas. A Vila é super legal, mas os preços eram muito caros. DIVERSOS guias nos deram informações erradas na tentativa de que fechássemos passeios com eles e contas super faturadas. Uma das situações chegou até ser engraçada para não não dizer trágica. Na pedra furada, fomos comprar água de coco. Um dos ambulantes nos ofereceu por 6 reais. Então um outro nos ofecereu por 5 reais. Perguntamos ao primeiro vendedor se ele não fazia por 5 também. O cara super nos destratou e fez pirraça dizendo em um tom nada amigável: “vai lá então”. Ok. Compramos com o concorrente, que foi uma simpatia. Porém o vendedor simpático tentou nos enganar com a conta. Além da água de coco, compramos uma garrafa de água também. A conta que deveria dar R$12,00, ele falou R$16,00. Questionamos e ele engasgou e nos admitiu o golpe rindo no maior jeito malandro de quem consegue se dar bem com isso muitas vezes com turistas que não fazem contas. Só nos faltou rir da situação Quando chegamos em Jijoca, pegamos o carro e fomos para a Lagoa e fomos para a Lagoa do Paraíso, que é uma das lagoas que tem aquelas redes dentro da água (existem outras lagoas, mas ficam dentro do parque e vc tem que contratar minibugs lá na Vila para te levar). O lugar é lindo. Dencansamos nas redes enquanto o nosso almoço era preparado. Assim que almoçamos fomos direto para a estrada para pegar o por do sol em Barra Grande. E foi um show a parte! A praias da região, especialmente Barra Grande, são próprias para a prática de kitesurfing e recebem esportistas e turistas do mundo inteiro para essa prática. A praia estava abarrotada de pipas no céu, que tornaram o por do sol bem mais bonito. A noite jantamos novamente no restaurante Manga Rosa. A boca enche de água só de lembrar! Claro que rolou um escondidinho de carne seca de novo, além de peixe e outros drinks. 30/07/17 (domingo): Domingo o Henry estava de folga do trabalho e foi comigo e com a Ju para o Delta do Parnaíba. Saímos às 07h, e chegamos no porto dos Tatus umas 9h. Depois das negociações com os barqueiros, fechamos uma lancha por R$400,00 só para os 3, com alguns pontos de visitas definidos. Antes de sairmos, compramos alguns lanches e bebidas no supermercado na beira do porto. Sabendo que a Ju e eu éramos biólogas, o barqueiro experiente e com o olho afiado para encontrar bichos nos levou em algumas áreas mais fechadas para a observação de alguns animais, além de andar no mangue, nos ensinar e pegar e diferenciar caranguejos, e nos deu uma verdadeira aula sobre a ecologia da região. O passeio durou o dia inteiro. Ao final do dia, vimos a revoada dos guarás até uma ilha que as aves utilizam para dormir. As árvores da ilha ficam bem vermelhas com a coloração dos guarás. Show! Voltamos para o porto do Tatus iluminados só com a luz da lua, o que foi outro show: ver o anoitecer completo e confiar na expertise do barqueiro de navegar a noite pelas dezenas de braços de rios desviando dos bancos de areia. Chegamos em Barra Grande já passava das 20:30h. Tomamos um banho e fomos para uma tapiocaria. Depois de barriga cheia, apagamos de tão cansados. 31/07/17 (segunda): Saimos por volta das 09h para conhecer outras praias e vilarejos próximos à Barra Grande e que também pertenciam ao município de Cajueiro da Praia. Praias muito bonitas também e mais desertas do que Barra Grande. Também visitamos um cajueiro que está disputando o título de maior cajueiro do mundo com o que ocorre no Rio Grande do Norte. Almoçamos na casa do Henry e depois do almoço pegamos estrada para Teresina. Chegamos a noite a salvo, mas depois de presenciar muita merda nas estradas. A Ju continuou as férias dela em Teresina turistando por lá nos dias seguintes. Depois que jantamos, eu fui para o aeroporto, entreguei o carro e dormi na área de embarque, pois meu voo saiu às 03:30h da manhã, com conexão em Brasília. Cheguei em BH às 08:30h no dia 01/08/17 (terça) e fui direto para o trabalho. Morta de cansaço, mas feliz! Conheci lugares paradisíacos do nosso Brasil e ao lado de pessoas maravilhosas! Tem coisa melhor do que isso?!
  4. Maragogi (Piscinas Naturais, Praia Ponta do Mangue e Praia de Antunes), Poxim, Praia do Gunga, Praia de Carneiros, Porto de Galinhas, Praia do Patacho, Tatuamunha (projeto Peixe-boi marinho), Recife velho, Olinda
  5. Foz do Rio São Francisco, Dunas de Marapé, Coruripe, Barra de São Miguel, Maceió
  6. Feira de Caruaru (PE), Cânions do Xingó (SE), estradas estaduais no agreste
  7. Palmas (Praça Girassol, centro geodésico brasileiro, Palácio Araguaia, Praia da Graciosa, Praia do Prata), Taquaruçu (Cachoeira do Evilson), Jalapão (camping Korubo, flutuação, Cachoeiras Sussuapara, da Formiga e da Velha, Fervedouro, canoagem)
  8. Manaus (e região), Ruínas de Paricatuba, Açutuba, Presidente Figueiredo, Boto no Rio Negro, Peixe-boi dulcícola na Eletrobrás, Zoológico do CIGS, Teatro Amazonas
  9. Patagônia no final do inverno (set/2017)

    Não precisa não @clear_vr. Você pode consultar a lista dos países que exigem o certificado de vacinação no site da Anvisa.
  10. Nossa! É verdade! Jurava que eu já tinha colocado... até amanhã eu posto!
  11. Patagônia no final do inverno (set/2017)

    Rotas e empresas de ônibus intermunicipais/interestaduais na Argentina
  12. Patagônia no final do inverno (set/2017)

    Guia de serviços em El Chaltén para o inverno de 2017
  13. Patagônia no final do inverno (set/2017)

    Ushuaia - Canal do Beagle, Parque Tierra del Fuego (com e sem neve), Lago Escondido/Fagnano, Montanha Glaciar Martial, Cerro Castor
  14. Patagônia no final do inverno (set/2017)

    El Chaltén - Hotel La Leona, Lago Viedma, Mirantes dos Condores e das Águias, Sendero al Fitz Roy/Laguna Los Tres, Sendero Laguna Torre
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