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the.alien

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Tudo que the.alien postou

  1. Navfree e mapdroid. Pode-se baixar mapas para usar offline. E os epub do LP. Super facil de ler.
  2. Eu tenho android e uso os gratuitos mapdroid e navfree, pois pode descer os mapas e os utilizar offline. Cuidado com os mapas guardados do google maps, pois ouvi dizer que se apagam automaticamente depois de um tempo.
  3. Oi Mauricio, sumi, mesmo! Tive que ser operada em janeiro (por isso, tive que desistir da vaigem que faria ao Sri Lanka). Estarei de alta do repouso em mais duas semanas, mas já pude voltar ao trabalho (de leve, autorisada pela médica). Você pergunta sobre países que não visitei (Uruguai, Colombia... tantos!). Não é que eu não queira, não, mas ainda não tive tempo. Eventualmente, vou para todo canto. Isso dito, tem países que tenho muita vontade de visitar, mas que não visitei por causa da situação por lá (Paquistão, Afeganistão, Iraque, por exemplo). O mapinha é dos países que visitei, sim. No total: 80 países. Faz mais de 41% dos países reconhecidos pela ONU. Eu não me preocupei de começar pela América Latina, não. Visito quando me dá na cabeça. Quanto mais exótico, mais diferente, melhor. Adoro visitar lugares aonde falam línguas que não falo, por exemplo. Devagar e sempre!!! Boas viagens!
  4. Bom guia, Luiz. Acrescentaria que achar restaurante em país do oriente médio não é fácil (exceção para as grandes cidades) e que na época do Ramadan tem restaurante que não abre, mesmo, inclusive depois do por do sol, pois tem as orações e os banquetes em família (tipo com os cristãos, que preferem passar o Natal com a família). Eu não aconselho viagens em países do oriente médio na época do Ramadan.
  5. Desculpa, não sei como te chamar...não sei se é menino ou menina...hahah Sou uma alienígena do sexo feminino. Pode me chamar de A (como em "alien"). Eu não dou meu nome na internet, por medo. Já fui vítima de "stalker" e de difamação (pessoa escrevendo mentiras sobre você na internet). Então...de qualquer forma, obrigada pelas dicas... Disponha. Na verdade...estou pretendendo sair daqui (salvador) no dia 22 de junho precisamente. Quero muito ver as plantações de lavanda...e com um pouco de sorte ver alguns girassóis na Toscana!! Salvador é terra de gente muito simpática. Adoro a cidade, seus cantos escondidos, suas curvas, suas praias lindas, aquele azul particular, a baía de todos os santos... e, fora da cidade, depois da estrada do côco e na linha verde: Massarandupió com duas dunas de areia branca, bem fininha. Passei noites ali, dormindo na areia, sem nada, só a natureza. Para ver lavanda, a melhor época é o fim de junho (última semana) e as primeiras semanas de julho. Então, escolheu bem. Só não sei se vou conseguir passagem barata nesta época do ano...alta temporada né? - mas é o tempo que tenho! Aqui, a alta estação começa no 1/julho. Bom, como falei no post, pretendo economizar o máximo possível, desse modo, os passeios, museus e etc...terão que ser no dia grátis, paisagens e convivência. quanto a comida, na França, pretendo passar num mercadinho, comprinhas básicas pra ir comendo no caminho (dizem que tem mesinhas na estrada pra pic nique....que todo mundo faz isso - dá pra apreciar um linda vista comendo uma bisnaga de pão fresco com queijo e presunto parma...só não vou arriscar no vinho se estiver dirigindo né...aí vai a boa e velha coca) De fato, lugar para pic-nic não falta e é muito popular. Sei também, que nessa estrada que me leverá até aux province, por exemplo, tem tipo fazendas...casas de família que hospeda vc apenas pra dormir, tomar um banho talvez...e no outro dia...estrada bem cedo! Como confio muito no meu "charme"...devo ficar e ajudar no jantar e conhecer mais seus hábitos e suas histórias - assim quero que aconteça...se não...estrada pra que te quero, certo??! O melhor lugar para ver lavanda é em torno de Sault (departamento Vaucluse). A região é a maior produtora de lavanda da França. Os lugares para ficar, vai achar com plaquinhas "chambre d'hôtes", ou "gîte". Se quiser fazer contato, invista na língua francesa, para ter mais opções. Bom, é isso...se puder me dá alguma dica...quanto gastos...se tivesse mais tempo...compraria uma bicicleta e faria esse percursso de bike...mas o tempo é o meu arqui inimigo...) Aqui um link para chambres d'hôtes na região (com preços): http://www.chambresdhotes.org/Chambres_D_Hotes/Vaucluse_Chambres_D_Hotes/ Uma outra opção para a dormida, se estiver viajando de carro, é o camping. Os dois lugares (Provence e Toscana) são muito populares com europeus e fica lotado de gente no verão (julho/agosto), férias escolares aqui na europa. Eu já tive que dormir no carro nesta época, na Toscana, porque até os campings estavam lotados. Foi OK. Deitei o banco e dormi no carro. Para tomar banho, tem banheiro/chuveiro nos postos de gasolina. Em geral, é pago (tudo na europa é pago). Para gastos/custos, depende do percurso. Se vai para a Toscana (Itália), vai com o mesmo carro? Fazendo picnic é bem mais em conta. Imaginaria 3 euros por refeição, ou até menos. Camping/gîte/chambre d'hôtes variam, claro. Contaria um mínimo de 10 euros (faz tempo que não fico em camping na França, então posso estar enganada: olhe na internet para ter certeza). Tem camping com piscina e tudo por 25 euros na alta estação (acabo de ver um na internet). Quando alugar o carro, cuidado com os extras (o preço inclue os seguros? A kilometragem? Etc). Conte 1,5 euros para a gasolina (aqui, na estrada, é mais caro. Na França é caro). Alugue um carro econômico (meu carro faz 25 km com o litro de gasolina "95"). Abraço.
  6. Olá, o difícil é achar comida. Lugar para ficar, acha. Eu adoro a parte atrás do Atlas (o deserto): as gorges, a estrada para Tata... prepare-se para muito frio se for no inverno.
  7. Olá, as visitas de Sintra, etc, pode fazer de trem. Pode fazer em um dia, sim. Para o Algarve, poderia alugar um carro. Em Madrid, eu ficaria um dia, mas isso é questão de gosto. Eu não gosto de Barcelona (de novo: questão de gosto) e nunca consegui ficar muito tempo por lá. Ficaria um dia. Veneza->Florença->Pisa, pode fazer de trem. Sobre o eurailpass, cuidado. Informe-se bem antes de comprar, pois a última pessoa que conheci que veio por aqui com o tal passe teve que pagar tantos extras que acabou saindo caríssimo. Voar está mais barato (se comprar passagens low cost com bastante antecedência - veja bem em que aeroporto vai descer, pois tem aeroporto tão isolado que o taxi para a cidade vai custar mais do que uma passagem em preço normal). O problema com o eurailpass é que trem noturno é outro preço, TGV é outro preço, etc, etc. Mas informe-se com gente que utilisa. Eu só viajo por aqui de carro, ou de avião. Já viajei com o eurailpass e adorei, mas isso foi há 20 anos atrás. Certamente gente com experiência recente vai te ajudar. boa viagem!!!
  8. Oi Cecília, que viagem bonita. Se puder escolher, não venha no inverno, pois o frio é pesado na França e no Reino Unido. Na sul da Itália é menos frio, mas também é frio. Se o inverno for tão terrível quanto o inverno passado, pode nevar muito, e isso significa um monte de engarrafamentos, passes nas montanhas fechados, etc. É um saco. Agora, sobre aluguel de carro, claro, pode alugar em todo lugar na europa. Saiba que se devolver o carro num lugar diferente do qual o alugou, paga extra. Tem companhias pequenas que alugam mais barato. Não sei te indicar nomes, pois não moro nos países que você vai visitar. Custos: se estiver viajando de carro, pode dormir em hotéis de beira de estrada (tipo a rede Formule 1, ou o Premier Prix, ou o Etap, etc). Estes hoteis são bem mais em conta que os de cidade. Os custos dependem muito do que você vai fazer, do que vai visitar, de onde vai comer. Num restaurante de estrada, uma refeição custa uns 10 euros (prato de comida quente). Pode ser mais e pode ser um pouco menos. Entradas de atrações na europa são caras, então para calcular os custos, tem que saber o que visitará. Gasolina é caro também. Aqui aonde moro custa 1,45 euros a 95 octane. Na França, pense nos pedágios das auto-estradas. Nas pequenas não tem pedágio, mas quando tem pedágio (as autoestradas), é caro. Boa viagem!!!
  9. Olá, muito obridaga pelas fotos, lindíssimas. Adorei ler e ver tudo. Super! Obrigada de novo! Estarei em JP em abril. Já comprei a passagem. YUPEEEEEEEEEEEEEEE!!!! Vou comer acarajé, doce de cajú, tapioca, tomar sorvete, comer arrumadinho... vou tomar banho de mar... agora é só esperar que não chova muito, pois abril é época de chuva...
  10. Oi Mauricio, eu queria ir para o Kiribati, porque é o "fim do mundo". Não digo isso de uma forma negativa, não, mas no sentido de ser tão longe, tão desconhecido, tão isolado, etc, etc. A tal da simpatia gratuita da qual falas, acho. Se vale à pena? Bom, para mim, valeu muito. Sou curiosa. Mas se a pessoa está começando a viajar, não diria que deveria começar por lá, não. Mas se estiver em Fiji, e se tiver interesse em conhecer, então vá, pois se não for, terá que voltar à Fiji para visitar o Kiribati. Vôos para estas ilhas do Pacífico são super complicados, difíceis. Fiji é o hub para o Pacífico. Melhor do que a Austrália e do que a Nova Zelândia. Fiz Fiji de base para as visitas, como podes ver pelos vôos que peguei. Agora, tem um país do Pacífico que visitei em outra viagem, que é FANTASTICO. Deixa eu repetir: FANTASTICO. É o Vanuatu. O Vanuatu é maravilhoso. Recomendo demais. Vou voltar lá, um dias destes. No Vanuatu tem um dos vulcões mais ativos do mundo, o monte Yasur. Quando estive lá, me hospedei na terrível biboca que fica mais perto do vulcão (é super selvagem, lugar aonde se passa fome mesmo com dinheiro, por falta de comida para comprar - tem que avisar com antecedência que quer comer, para que tragam a comida de longe). Subia e vulcão de dia e de noite. Fantástico. Já vi vulcões em erupção em outros lugares, mas este foi especial. O lugar é muito impressionante, bem selvagem, de outro tempo, tipo um mundo perdido. Então, se o dinheiro, ou o tempo, estiver curto e tiver que escolher um país do Pacífico, aconselho o Vanuatu. Claro que cada um tem seu gosto. Também adorei a Polinésia Francesa (que faz parte da França, por isso não conta como país). Muito, muito, muito legal. É outra coisa, com muita gente, etc, turístico, mas vale o detour, pois é lindíssima. Abraço.
  11. Gostaria de explicar que você pediu opiniões e dei a minha. Repito que ninguém precisa concordar. Gosto não se discute, não é? Eu, por exemplo, não gosto de futebol, não bebo álcool (nada à ver com religião, pois sou atéia)... e tem tanta gente que gosta. Cada um deve procurar sua própria felicidade e descobrir seus próprios gostos. Mesmo se miséria não existe só na Índia (somos brasileiros...), lá a miséria é mais triste ainda pela cultura das castas (sistema proibido por lei, mas que ainda é muito presente na sociedade), pela religião hindu, etc. Eu sou muito empática e conviver com essa miséria toda por muitos dias me adoece (depressão). Quanto ao melhor tempo para ir, eu gosto de calor, de muito calor. Gosto de ir no pico do verão, quando é fácil ter semanas de 44 graus (minha temperatura ideal). Geralmente vou em abril. Mas nem todo mundo gosta. Eu adoro calor. Não gosto de sol, mas adoro calor (na sombra, ou com boné). A Índia tem duas moonsoons e depende de onde você vai (país enorme). As moonsoons começam em junho. Mas veja informações específicas da região para onde vai. Eu já fui na moonsoon do leste e até que gostei da experiência, mas acharia uma pena passar 35 dias embaixo de chuva.
  12. Olá, se estiver falando de um guia "livro", tipo o Lonely Planet, sim. Se estiver falando de uma pessoa: não.
  13. Olá, minha sugestão seria não perder tempo no Laos e no Vietnam. Já que tem três meses e que três dias é suficiente para visitar os templos da região de Siam Reap, procuraria outros países para não passar três meses menos três dias na Tailândia. Sugiro a Indonésia e meu país fetiche, as Filipinas (para mergulhar). Outra opção seria um vôo barato para a India, ou um pulinho na Malásia (Sabah, em Bórneo, com vôo barato da AirAsia, para mergulhar e para outras coisas). Eu faria: India 3 semanas, Indonésia 1 mês, Tailândia 2 semanas (talvez 3), Malásia 2-3 semanas (Perhentian e a Bórneo). Da Malásia pode voar baratíssimo para Siam Reap com a AirAsia, minha companhia aérea favorita. Na India eu vôo Kingfisher e JetAirways. Boa viagem.
  14. Olá, ninguém fala português em Goa. Sendo brasileiro, provavelmente vai se decepcionar, pois é menos "India" do que o resto do país e as praias são legais pela temperatura da água (peguei mais de 30 graus de água), mas as paisagens, para nós, brasileiros, não são esta coisa toda. Achei legal as vacas tomando banho de sol. Recomendo um passeio por lugares do Rajastão (Jaipur, Udaipur, etc), e uma visita de alguns dias à Varanasi. Adorei Varanasi e a "loucura" que é o Gangis. Agra é jóia, para o Taj Mahal, mas um dia é mais do que suficiente (visite o forte, também). Do outro lado do país (leste), recomendo os templos de Malalaripuram (acho que o nome é assim...), que ficam ao sul de Madras (Chenai) (fora da cidade, pegando a estrada costeira, que é interessante). Junho é o começo de uma das duas monsoons do país. Informe-se para não andar com água até o joelho durante as férias todas. Boa viagem.
  15. Gostei muito de Sumatra, e, principalmente, de uma side trip que fiz saindo de Kalianda: viagem em barquinho minúsculo de 30 kilômetros para passar a noite no vulcão Krakatau, assistindo o Anak Krakatau (filho de Krakatau) em plena erupção. Muito, muito fantástico. Muito sensacional. Na ilha de Java, recomendo Jogjakarta. De lá pode visitar Merapi, mas também os templos muito fantásticos de Prambanam (hindu) e de Borobodur (budista). Gigantes e muito bacana. De Jogja, viaje para Bromo. Fique de noite para ver o nascer do sol e fazer a caminhada no mist até uma das crateras. Muito bacana! Muito lindo nascer do sol (talvez o mais bonito que já vi). Sulawesi é uma ilha muito especial, cuturalmente (étnico). Outra ilha fantástica é Irian Jaya (parte indonésia da Nova Guiné). Na Indonésia, também pode ver o dragão da ilha de Komodo. Se mergulhar, avise, pois a Indonésia tem lugares fantásticos (os especiais são longe de Bali: muck diving no norte e todo tipo de mergulho entre flores e Irian Jaya). Boa viagem.
  16. Olá, quando estiver na região de Siam Reap, não visite só o Angkor Wat. Alugue uma bicicleta (1 dólar por dia) e visite os outros templos, também. O Angkor Wat é o maior, mas tem outros até mais interessantes. Meu favorito fui um com muitas árvores por cima das ruínas, intrincadas nas ruínas. Também recomendo às pessoas que vão à Bali uma visitinha ao monte Bromo (vulcão), que fica na ilha de Java, fácil de acesso saindo de Bali com o ferry. É muito, muito bonito. Um dos nasceres do sol mais lindos que já vi. O mais lindo, provavelmente. Boa viagem.
  17. Olá, ou eu não li direito, ou você esqueceu de indicar a duração da viagem. Os custos dependem do tempo. Também indique o tipo de acomodação, pois custos dependem disso também. Vai comer em restaurantes, ou fazer uma farofa? Vai mergulhar na Tailândia? Fazer trekking no Nepal? Isso é importante no cálculo das despesas. Em geral, recomendo 1100 à 1500 euros para cada 15 dias, incluindo tudo (passagens de alta estação, etc), mas depende do tipo de viagem. Eu fico em hotéis baratos (bibocas) e como em restaurante barato uma vez por dia (o resto é "farofa"). Pode viajar por menos, claro, mas não é meu estilo. Também pode gastar mais, mas não é meu estilo. O visto para Burma pode ser complicado. Pense bem na época da viagem, para evitar o inverno Russo e da Mongólia. Ulan Bator é a capital mais fria do mundo.
  18. Oi pessoal, tenho vontade de visitar o Paquistão (montanhas do Karakoram), mas lá está muito violento para uma mulher viajando sozinha. Enquanto espero por épocas melhores, decidi ir passar um final de semana prolongado em Karachi. Alguém já foi? Tem outra cidade (com aeroporto) que você achou mais interessante? Quero visitar mesquitas e andar pelas ruas, ver gente e bater papo. Não quero ir para Islamabad (muito "moderna"). Agradeço antecipadamente pelas dicas.
  19. Adoro a Índia e já fui várias vezes, mas não ficaria lá 35 dias consecutivos. É só minha opinião, já que perguntou. Ninguém é obrigado à concordar. A época do ano é importante, para evitar as chuvas. Uma viagem Tailândia-Indonésia seria mais interessante (para 35 dias consecutivos). De novo: isso é só minha opinião e ninguém precisa concordar. Eu não recomendo o Vietnã. Foi um dos países menos interessantes dos 80 que visitei.
  20. Oi Mauricio, tem uma coisa comum à Samoa, Tonga e Kiribati: a influência da religião. Eles são muito religiosos. As igrejas são bem impressionantes, pelo tamanho, considerando que são países pequenos, de pequena população, e muito pobres. Religião influencia tudo da vida deles. E acaba influenciando a vida do turista, também. Fui à igreja para ouvi-los cantar. Foi legal, mas não tanto quanto eu esperava. Também fui à igreja por falta do que fazer num domingo, em Tonga. O país que me pareceu mais "feliz" foi Samoa. As casas são abertas, sem paredes, ou com paredes parciais. Muito legal. Bastante espaço. Nas ruas, tem sempre uma plataforma com teto (chama-se "fale") para descansar, bater papo, etc. Nas frentes das casas e nas "paradas de ônibus", enormes cachos de banana pendurados, para quem quiser comer. Muito simpático. Eu não como banana, mas admirei a fartura. Eu adorei Samoa. Adorei. Vista do avião, é um presente para os olhos... chorei de alegria, de emoção. Agora, o Kiribati. Vou falar do atol capital: Tarawa, pois só visitei este. País paupérrimo. E a idéia de pobreza é invasiva, triste. Você perguntou de supermercados: tem sim, mas parece mais vendinha, galpão de cimento vendendo produtos caríssimos (pois tudo vem de longe, e de navio). Muito caro, mesmo, e pouquíssima escolha. Tem só enlatado, quase. O país mais caro que já visitei, e olha que já fui à Brunei, à Noruega, etc. Depois do Kiribati, fui para Fiji e comi muita torta (cheesecake) e tomei sorvete, e comi biscoito de recheio de chocolate, pois senti muita falta de comida doce no Kiribati. Deu desespero! As pessoas não usam banheiros (sanitários), fazendo as necessidades na lagoa. Isso é devido à cultura local. Mesmo os que tem banheiro (dado por obras pagas por outros países) não usam. A lagoa é belíssima, muito, muito bela. Mas é imunda, com taxa altíssima de colifórmios fecais. Para tomar banho, eu fazia uma hora de ônibus e três de caminhada! Valia à pena, mas é uma baita caminhada para achar uma praia limpa! A população é muito despreparada. No ministério do turismo, por exemplo, o pessoal é desinformado, muito desinformado. Não tem turismo no Kiribati e eu era a única turista lá. Os turistas que estiveram lá imediatamente antes de mim tinham ficado só três dias e já tinham saído do país hà três semanas (encontrei-os em Samoa, por coincidência!). Todo mundo com quem falei não entendeu o que eu estava fazendo lá, porque estava lá. Interessante. Achei o povo muito simpático (do Kiribati e de Samoa). O pessoal de Tonga, achei menos legal, mas conheci gente boa nos três países e tive encontros surpreendentes nos três países. Em Tonga pode-se nadar com baleias (não sei o nome em português, mas são baleias das maiores). É um dos únicos, talvez o único país do mundo aonde se pode nadar com estas baleias. Foi maravilhoso, inesquecível. Quase tão impressionante quanto ver de perto um vulcão em erupção. O câmbio nestes países é horrível. E é melhor simplesmente tirar dinheiro do banco com o cartão (ATM). Minhas passagens aéreas foram muito caras. Voei: europa->Hawaii (via Chicago e Denver)->Samoa->Fiji->Kiribati->Fiji->Tonga->Fiji->Hawaii->europa. Sem contar os vôos internos no Hawaii (entre ilhas), e em Tonga. Em Samoa, peguei barco entre as ilhas. Essa é uma viagem caríssima, pois os custos nos diferentes países é alto. Nos meus relatos de viagem, dou os preços das despesas. Passagens aéreas: mais ou menos 3100 euros. Posso fazer isso pois não gasto com quase nada mais na vida, já tenho casa própria e não tenho filhos. Abraço.
  21. Oi Mauricio, eu não uso o MSN. Eu pus uma parte do meu diário da viagem aqui (na parte relatos de viagem). Quando tiver mais tempo, porei o resto do diario. Se quiser perguntar alguma coisa, fique à vontade!
  22. Oi pessoal, já fui e já voltei. Foi jóia.
  23. A pedidos, algumas fotos: [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20111008104514.jpg 500 375 golfinhos]Snorkeling com golfinhos na Big Island.[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20111008104643.jpg 500 375 golfinhos2]Mais golfinhos.[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20111008104739.jpg 500 375 tartarugas]Tartarugas "basking", Big Island.[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20111008104938.jpg 500 375 Glow]Cratera vista de longe, de noite, Big Island.[/picturethis]
  24. Oi pessoal, em julho/agosto, minha pelegrinagem me levou ao Pacífico. Aqui vai um relatinho da parte do Havaí. Vou logo me desculpando pelo meu estilo: contrário à certos membros muito talentuosos para relatar detalhes, sou meio desorganizada neste sentido. Se quiserem detalhes, podem perguntar. O Havaí é muito bonito. É EUA, então, não é autêntico, mas não vale à pena reclamar. Quem vai para lá sabe o que vai encontrar. A parte do Havaí, fiz acompanhada. Depois, continuei sozinha. Depois vou colocar os relatos dos outros países nos respectivos forums. Gostaria de explicar meu estilo de viagem: já viajei muito e já vi baleia, golfinho, tubarão, leão, leopardo, elefante, templo de todo tipo, praia de todo tipo (incluíndo no Pacífico: Bora-Bora, etc), montanha de todo tipo... já esquiei, mergulhei, caminhei, voei de asa delta, etc. Já vi cachoeiras de todo tipo, árvores gigantes, etc. Agora, sou meio blasée (e, sejamos honestas, mais velha). Continuo viajando pelo menos 4 vezes por ano, mas vou mais devagar no sentido de que, se a tal cachoeira é lá longe, depois de uma viagem de 30 horas de ônibus, ou coisa do gênero, só vou se for "A" cachoeira. Também não me angustio de ver tudo numa viagem só: acabarei voltando para os lugares que visitei. Deixo sempre coisas para ver na próxima viagem. Quando acho um lugar que gosto muito (aconteceu em Samoa), fico quantos dias quiser e o tal ponto turístico que todo mundo TEM que ir... eu passo. Fica para a próxima vez. Também fujo de tempo ruim (moro num lugar de tempo horrível! Basta!). Se estiver ventando muito, ou chovendo muito, vou deixar aquela visita/caminhada/etc para outro dia. Se não, para a próxima viagem. _______________________________________________________________________________________ Viagem pelo Pacífico, julho e agosto de 2011 legenda: café da manhã: CF almoço: AL jantar: JT hotel: H preços: hotéis no Havaí, média de 75 dólares com taxas incluídas refeição em restaurante simples, tipo praça de alimentação de shopping: 20 dólares para dois. Saída de casa (na europa) no sábado, dia 2. De ônibus (2 euros) até a estação de trem. Deveria ter durado 20 minutos, mas durou uns trinta, pois tinha um ônibus atravessado no meio da rua (deve ter tentado fazer volta de 180 graus e encalhou na calçada). O motorista do nosso ônibus quase repetiu o erro, mas deu tempo de corrigir e de ir por outro caminho. Ainda chegamos em tempo para o trem (na horinha!). Viagem até o aeroporto: 20 minutos, 5.20 euros. Vôo para Chicago: 8h30. Lanche no McDonalds. Longa espera no aeroporto muito porcaria de Chicago e vôo de 2h30 para Denver num avião apertadíssimo. Que claustrofobia! Em Denver, transporte gratuito para o hotel Sleep Inn (15 min). Quarto muito legal, internet sem fio e café da manhã copioso (à vontade, mas nada fantástico) incluídos no preço de 86 dólares (todos meus preços são com taxas incluídas). Dia seguinte, pegamos dinheiro com o cartão visa no banco eletrônico. Susto: a máquina quase que não dava o dinheiro! Ainda bem que estávamos atentos e um dedo no buraco de saída de dinheiro salvou o dia! Comprinhas no 7eleven (uma quadra do hotel), porque a United não dá lanche/comida no vôo para o Havaí (em nenhum vôo dentro dos EUA, mesmo si longos). Sanduíches e biscoitos: uns 15 dólares. Transporte do hotel para o aeroporto (incluído no preço). Aeroporto muito mais legal do que em Chicago. Check In self-service e controle de bagagens eficientes. Lanchinho no aeroporto para aguentar a fome no vôo de .... (saída às 11:20 (hora de Denver) e chegada às 15:15 (hora do Havaí). Pegamos o carro alugado arranjado de casa, pela internet (Sunny/Alamo). Problemas para dirigir carro automático (falta de hábito). O segredo é só usar um pé para freio e acelerador (não tem embreagem, pois é carro automático). Um minutinho depois, tudo perfeito, como se só dirigisse destes carros (uma funcionária da Alamo me deu a dica do pé). Estrada ótima para Waimea: no meio de campo de lava velha descendo do vulcão (escondido por nuvens). Chuvinha fina. Estrada perto do mar, com vista para o mar, paralela ao mar (1.5 ou 2 kilômetros do mar, às vezes mais perto). Tudo muito limpo, razoavelmente deserto. Velocidade máxima de 55 milhas por hora (80 km/h). Nos lugarejozinhos é menos (30 mi/h, mesmo 25 se perto de saída de escola na presença de crianças). Achamos o hotel Kamuela Inn facilmente e pegamos a chave. Tinha reservado, mas não tinha pago nada. Pagamos: duas noites = 133 U$. É um hotel com café da manhã ("bed and breakfast"), mas não dá café da manhã, mesmo se o anuncia na internet... hum... tem treta! Quarto razoável (espaço, lugar para por as coisas, toalhas, sabonetinhos...). Pegamos duas camas de solteiro, pois a cama de casal é bem estreitinha, quase como uma de solteiro. O controle remoto da TV não funciona: biboca! (Depois teve jeito) Saímos logo para fazer umas comprinhas (cadeados para a bagagem, pois os que tínhamos, descobrimos na hora de sair de casa que não funcionavam mais!) e uma coisinha para o café da manhã de amanhã. Comemos num restaurante chinês (dos baratos, num shopping center pequeno pois o lugarejo é pequeno). Comida bonita, até gostosa, mas muito salgada para o nosso gosto. Para dois (sobrou muito nos pratos): 23 U$. De volta para o hotel para descançar da longuíssima viagem. Diferença de fuso de casa para o Havaí: 12h! Dia 4/julho/2011, dia da independência dos EUA, segunda-feira Waimea, Big Island, Havaí Começamos o dia comendo no quarto umas coisinhas compradas no supermercado local (compras de ontem). Depois fomos passear de carro. Pegamos a estrada Waimea-Hawi que sobe uma montanha. Em Waimea tem muitos ranchos e passeios à cavalo são populares. A estrada é belíssima. Belas vistas do monte Mauna Kea com o observatório astronômico no cume e das praias. De Hawi, fomos ver o vale do Upolo. Muito bonito, mas começou a chover e não fizemos caminhada que tínhamos em mente. Dirigimos até Kona, parando nas diversas praias. As praias têm muitas pedras, mar revolto. Muito bonito. Algumas piscinas naturais. No caminho para Kona, paramos num dos resorts. Vários hotéis de luxo e shopping centers bonitos, abertos e agradáveis. Tudo isso construído no meio da lava (de erupções antigas). Incrível! Muitos clubes de golfe, que é muito popular aqui. Na região de Kona tem mais gente (a região de Kohala, aonde Waimea fica, é bem tranquila, pouquíssimo tráfego e estávamos sós na maior parte do tempo, com estradas vazias e praias também. Kona: muitas casas espalhadas pela montanha (vulcão), e muito comércio. Hotéis: pouquíssimos hotéis "baratos" (entre 75 e 100 dólares, taxas incluídas). O fácil de achar é ressort caro. A região é bonita. Fizemos umas comprinhas (comemos na lanchonete do K-Mart, supermercado por uns 13 dólares para dois, e compramos um adaptador para as tomadas). Também já pesquisamos um hotel para os próximos dias. Dirigimos de volta para a região de Kohala por uma estrada nas montanhas (tudo é vulcão). Vistas excelentes. De Waimea fomos para o vale do Waipi'o. Maravilhoso! A imagem das montanhas do Havaí que vemos nos filmes (tipo o Vale dos Dinossauros). Montanhas íngrimes com paredes que parecem uma cortina (as dobras de uma cortina). No fundo do vale: uma praia de areia negra (pois é vulcânica). Muito lindo. Finalmente podemos fazer nosso exercíciozinho: descemos o vale à pé. Tem uma estrada asphaltada até embaixo (depois era lama, pois tinha chovido mais cedo), mas a estrada só pode ser feita por 4X4. É bem íngrime. Um luxo! Curiosidade: fiz tudo de sandálias havaianas (que comprei no Benin, em 2001, ou 2002!!)e deu bem. O pessoal usava mais bota de caminhada, ou tênis, mas a havaiana deu bem. A subida (super íngrime) durou menos de uma hora. Adoramos as vistas sublimes e o exercício. De volta à Waimea, compramos o café da manhã do dia seguinte e fomos comer. Custo do jantar (ele comeu mexicano e eu chinês, na praça da alimentação de um shopping): 20 dólares para dois. Curiosidade: o dia 4 de julho é o dia da independencia americano. Pensava que tudo seria fechado. Não: quase tudo estava aberto. De noite, na hora do jantar, alguns restaurantes estavam fechados, mas tinha vários abertos. Supermercados abertos de 7 da manhã às 7 da noite (ou mais tarde). O tempo do dia: vimos chuva de manhã, sol no resto do dia. De vez enquando um chuvisquinho, mas muito sol e calor. Waimea é um lugar em altitude e é frio, comparado com o resto. Sem pulover é bem frio (Waimea), mas no resto da ilha (parte que visitamos), é quente. Pegamos no sono logo, depois do dia bem movimentado. Total de kilômetros de estrada: uns 200? Dia 5/julho, terça-feira Manhã fria em Waimea (como ontem). Temos acordado cedíssimo, por causa do fuso horário tão differente. O tempo parece bom (da janela do quarto). Comemos nosso "café da manhã" no quarto e ficamos na cama, embaixo do cobertor. Como é dia de praia, não queremos começar muito cedo. Agora já são 8h e vamos sair. Começou à chover e ficamos desapontados. Deixamos o hotel com toda a bagagem e nos dirigimos para Kona. Bastou descer da montanha e começou o sol. As nuvens ficam concentradas nas montanhas. Muito interessante. Dia ótimo! No meio do caminho, paramos numa praia excelente, muito bonita, muito organizada, com chuveiro, bebedouro (muitas praias aqui têm estas facilidades gratuitas), bom estacionamento. Areia bonita, muito limpa, sem sujeira, sem cachorro. Ficamos um bom tempo curtindo a água (fria, mas legal depois do primeiro impacto) e a areia limpa e quentinha. Muito sol. Em Kona fomos para o hotel Manago. Quarto legal, wifi incluída no preço, mas sem TV. Saímos para passear, olhar as praias, ver o povo e comer. Achamos um restaurante legal na frente da praia. Comida boa. Aliás, em geral a comida é boa. Vimos o lugar de onde se nada, ou faz-se kayak até o monumento do capitão Cook. O aluguel do kayak duplo custa 40 dólares. Dia 6/julho Acordamos com a bela vista para o mar do nosso quarto. Depois do CF no quarto, saímos prontos para passear de kayak. Alugamos o kayak na baía do Cook, mesmo, pelos tais 40 dólares. Da praia, já vimos golfinhos. Fomos remando até eles. Foi uma delícia. Estavam lá o tempo todo, nadando em círculos, pulando fora d'água e girando no ar. Lindíssimo espetáculo. Caímos na água com máscara e tuba e nadamos com eles. Muito bom! Quando "cansamos" dos golfinhos, subimos no kayak de novo e remamos até o monumento do cap. Cook. Snorkel. Bom snorkel, mas não fantástico. Nesta parte da baía tem mais gente, pois operadores de turismo da região trazem os turistas aqui para o snorkel. Remamos de volta depois de umas horas disto tudo. Mais encontro com golfinhos, de longe, desta vez. O tempo todo em que estivemos lá, tinha golfinhos para quem quisesse ver. Parada no hotel para tomar um banho. Depois, almoço e passeio pelas praias da Alii Drive. Paramos numa delas para tomar banho. Eu não tomei, fiquei só aproveitando a vista. Vi uns meninos olhando alguma coisa na água, bem no raso, água só até o tornozelo, e prestei atenção: uma tartaruga. Fui ver, de roupa, sandália tipo havaiana no pé. Bem raso mesmo. Estava cheio de tartaruga do mar, comendo a vegetação natural aquática, presa às pedras (não sei os nomes). Cheguei à contar 9 tartarugas de uma vez só, casco entre meio e um metro (minha estimativa). Que bacana! Corri no carro para pegar a câmera e fazer umas fotos. Depois desta praia, fomos passear mais, olhar surfistas e o pessoal do bodyboarding. Jóia! Jantar e ir para o Sheraton, perto do fim da Alii drive. De um dos terraços deste hotel, pode-se ver uma parte do mar aonde puseram refletores (dentro d'água, só se vê a luz deles). Nesta região iluminada, ficam passando raias manta. Muito jóia! Vimos várias (ou era a mesma, indo e vindo, mas acho que tinha ao menos duas diferentes, pois uma parecia maior). Dá para ver a boca delas aberta para comer (plancton), detalhes das "asas"... às vezes ela ficam bem na superfície e vemos a ponta da "asa" fora d'água. Muito jóia! É nesta área que os passeios turísticos para mergulho com mantas e snorkeling com mantas vêm. Eu ía mergulhar, mas acabei fugindo do clima estranho, muito comercial, tipo tudo arranjado por telefone. Estou acostumada a entrar numa loja de mergulho, falar com "gente", bater um papinho, depois ir mergulhar com eles. Em Kona é diferente. Muitas das lojas de mergulho só têm um número de telefone, não têm uma lojinha propriamente dita. As que têm loja, só tem vendedor dentro. Bom, foi esta a minha experiência. Como eu já tinha visto golfinhos de manhã, tartarugas de tarde, e isso tudo sem vendedor por perto, na maior paz, resolvi não estragar minha noite com "comércio". De qualquer forma, já mergulhei com mantas antes, e num "clima" bem mais legal. Dá para fazer independente (snorkel) entrando do Sheraton na água. Tem bastante iluminação na água. Tem ondas, mas dá para nadar longe das pedras e paredes do Sheraton e ver as mantas de dentro d'água. Dia maravilhoso! Amanhã vamos ver o vulcão. Dia 7/julho Estrada de Kona (Cap. Cook) para Volcano. A estrada é bonita, no meio de árvores. Poucas construções. Depois, regiões de lava. Quando se vê a costa, uma costa com muitas ondas fortes, muito vento o tempo todo e vistas lindas. Visitamos uma praia de areia preta e vimos muitas tartarugas marinhas, inclusive descançando na areia (mas também dentro d'água, nadando no meio das ondas). Muito bacana. As praias todas têm banheiro limpo, chuveiro de água doce. Tudo muito limpo e organisado. Quando subimos para o vilarejo Volcano: chuva e vento mais forte, incomodando mesmo. Pegamos o hotel Holo Holo Inn em Volcano (80 dólares com taxa incluída, sem CF, mas cozinha disponível e Wifi). Os proprietarios são japoneses bem típicos. Fomos logo visitar o vulcão, pertinho de Volcano. A entrada do parque é de 10 dólares para carro com ocupantes e vale para nove dias. Nossa intenção era fazer caminhadas, mas desistimos, devido ao tempo ruim: muita chuva e, pior de tudo, um vento fortíssimo. A chuva era vertical, tanto o vento era forte. Visitamos todas as estradas do parque. Muito interessante: tubo de lava, crateras, estrada que foi interrompida por ter sido coberta por lava, falésias com mar brabíssimo, arco de lava dando no mar. Muito bonito. As regiões cobertas de lava são muito bonitas e interessantes. De noite, depois de jantar fora do parque, voltamos para o parque, no escuro, para ver a cratera principal. Fantástico! A lava dentro da cratera (que não se vê), ilumina a fumaça saindo da mesma. Vê-se gazes vermelhos, ou alaranjados (pois iluminados pela lava escondida no fundo da cratera (bem profunda)). Fantástico mesmo. Excelente! 8/7 Sexta-feira Viagem muito bonita de Volcano para Hilo, a maior cidade da Big Island, depois pela costa até Waimea. No caminho visitamos praias e o jardim botânico (belíssimo, com trilhas dando no mar), além de cachoeiras (várias, mas a maior foi a Akaka). Muito bom. Dormimos em Waimea, no mesmo hotel do primeiro dia: Kamuela Inn (67 dólares, taxa incluída, sem CF e sem Wifi, mas com TV). 9/7 Sábado Estrada "Saddle Road", ou "sela de cavalo". É a estrada que sai de perto de Waimea e vai até Hilo. No meio do caminho (mais ou menos), tem a bifurcação para subir para os observatórios astronômicos de Mauna Kea, famosíssimos. Estrada bonita, mas não tanto quanto outras que fizemos. Como não tínhamos carro 4X4, só subimos até o centro para visitantes (Visitor Center), a 2800 m de altitude. Muito vento, mas o dia estava muito bonito, sol o tempo todo. Foi bom. Descida para Waimea e, de lá, para a praia Mauna Kea (bem longe da montanha, mas de mesmo nome). É a praia de um hotel caríssimo, mas eles sempre dão acesso ao público. De novo: praias limpíssimas, organisadas, banheiros impecáveis, chuveiro de água doce, bebedouro... jóia. Achamos uma trilha costeira muito bacana, ligando esta praia à Hapuna Beach, outra praia aonde já tínhamos ido. A trilha passa pela área cara do hotel Hapuna Beach Prince Ressort (ou nome parecido), de suites à 1300 dólares por noite. Um luxo, mas só uma estava ocupada. Crise americana e japonesa (tsunami, etc). A presença deste hotel não atrapalha a trilha, que é muito bonita, com mar lindo, falésias, etc. Tomamos banho em Hapuna beach, depois voltamos. Aproveitamos estas duas praias e trilha por várias horas. Estrada para Kona-Kailua, de volta para o hotel Manago (66 dólares por noite, sem CF, mas com Wifi, sem TV, taxa incluída). Já tínhamos ficado neste hotel e ele é muito legal, com terraço no quarto com vista para o mar. Para comprar uma cerveja no supermercado, ele teve que mostrar carteira de identidade. Independente da idade (proibido para menores de 21 anos), tem-se que mostrar carteira de identidade para comprar cerveja. 10/7 Domingo Saímos à pé do hotel e fizemos uma trilha até Cap. Cook. A trilha começa no meio de um matagal (plantação), depois desce para a baía com vistas espetaculares. Vale muito à pena. Adoramos. Em Cpt Cook, snorkeling (o mar estava calmo e super agradável, com boa visibilidade). Não vimos golfinhos. De noite fomos ao Sheraton para ver mantas. Vimos uma. Jóia! 11/7 segunda-feira Fomos ver se tinha golfinhos em Cap. Cook (de carro). Não vimos, então fomos para Hapuna beach. Excelente dia na praia. 12/7 terça-feira Cedo para o aeroporto, vôo para a ilha de Oahu, aonde fica Honolulu. Pegamos ônibus até o hotel. Excelente hotel: Ewa, que tínhamos reservado pela internet (melhor preço que chegando sem reserva). Nos deram um upgrade para quarto superior, com pequena cozinha (não usaremos, mas o quarto é grande). Tem vista para o mar da praia de Waikiki e fica à duas quadras de Waikiki. Passeio à pé, depois de ônibus (compramos um passe para 4 dias, viagens ilimitadas por toda a ilha, 25 dólares por pessoa). Fizemos a trilha de Diamond Head, velha cratera de vulcão, muito bonita. No fim da trilha uma vista sensacional. Adoramos Waikiki. Lembra praias brasileiras, como Boa Viagem. Piscinas no mar (pequenos muros construidos para proteger diversas "piscinas"), todas as facilidades (bebedouro, banheiro limpo, chuveiro, etc). Tudo muito organisado, muito limpo e muito bonito. Adoramos mesmo. Vimos várias pessoas tomando aula de surf. As ondas são tão perfeitas: um tempão antes de se desfazer ("quebrar"). Maravilhoso. Eu sofri muito durante o dia todo, sem poder sentar, a hérnia de disco super atacada, com crises de dor muito intensa, do tipo que paralisa por alguns minutos. No fim do dia cheguei à chorar de dor, pois tinha me sentado para comer (depois de ficar em pé das 10 às 19 h) e para me levantar foi uma tortura de dor. Com dor com tudo, andamos muito (já que não podia sentar...) e gostei muitíssimo do dia. Muito turística, Honolulu, com maioria de turistas japoneses. Muitas coisas escritas em japonês. Com o pôr do sol, vimos hula-hula de graça, na praia de Waikiki. Lindo. Fizemos amizade com dois casais e uma senhora (em diferentes momentos do dia). Batemos muito papo e eles se mostraram abertos e simpáticos, como a maioria dos americanos que conhecemos nesta e em outras viagens pelos EUA. Vou repetir: adorei Waikiki. A ilha de Oahu é muito populosa (cerca de 1 milhão de habitantes), muito mais densa do que a Big Island, onde estávamos até esta manhã. Claro que os espaços vazios belíssimos da Big Island são imbatíveis. Mas Oahu, apesar de bem mais turística e de tanta gente, tem um charme especial. 13/7 Passeamos de ônibus dando a volta na ilha toda. Foi muito bonito, principalmente na região perto do Ranch Kaula. As montanhas são belíssimas e uma visão famosa, pois foram usadas em vários filmes (Parque Jurássico, Godzilla, etc). Almoçamos camarão no alho e óleo. Uma delícia de camarão, servido numa espécie de Kombi. Muito gostoso. 14/7 Hoje o dia foi para curtir Waikiki. Achei a água fria e não fiquei muito na água, mas curti a praia, ver os surfistas, bodyboardistas, e as pessoas em geral. 15/7 Depois de uma noite estressada, ônibus às 4:46 da manhã para o aeroporto, sozinha. Despedidas. Ele volta para casa de noite e eu parti de manhã para Apia, capital do país Samoa. ________________________________________________
  25. Oi Rogério, pertinho da pensão do Nelson, em Moorea, fazendo snorkeling se vê uma escola de raias águia (eagle rays). Estão sempre por lá. Em Papeete eu também dormi no aeroporto na ida. Na volta, fiquei num hotel safado, biboca mesmo, que fica quase na frente do aeroporto. Em Bora-Bora tem ônibus. Custa 5 euros e dá a volta na ilha toda. Concordo com você que Bora-Bora é a ilha mais bonita do mundo. As cores da lagoa são incomparáveis. Visitei atóis também (Rangiroa e Fakarava, para mergulhar e para ver atol), mas Bora-Bora é hors concours.
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