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José Luiz Gonzalez

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Respostas postados por José Luiz Gonzalez


  1. Introdução

    Fala galera!
    Segue o relato da viagem que acabei de fazer para a Chapada Diamantina com um pit-stop em Salvador.
    O relato até poderia ser dividido em 3 partes: Salvador + trekking no Vale do Pati + Chapada Diamantina "clássica", mas vou juntar tudo aqui mesmo. :D
    Vale lembrar que na parte "clássica" da Chapada, eu me juntei a um grupo incrível que se formou aqui no fórum (totalizando em certos momentos mais de 40 pessoas!) e que enriqueceu ainda mais essa viagem! Para mais detalhes, segue o link do tópico do Lucas que juntou a galera!
    Caso tenham dúvidas, fiquem a vontade de perguntar aqui nesse tópico e evitem MP pois a sua dúvida pode ser a de outros também!

    Roteiro

    05/09/2014 - São Paulo - Salvador
    06/09/2014 - Salvador
    07/09/2014 - Salvador
    08/09/2014 - Salvador - Palmeiras
    09/09/2014 - Palmeiras - Vale do Pati
    10/09/2014 - Vale do Pati
    11/09/2014 - Vale do Pati
    12/09/2014 - Vale do Pati
    13/09/2014 - Vale do Pati - Lençóis
    14/09/2014 - Lençóis
    15/09/2014 - Lençóis
    16/09/2014 - Lençóis - Vale do Capão
    17/09/2014 - Vale do Capão
    18/09/2014 - Vale do Capão - Ibicoara
    19/09/2014 - Ibicoara - Andaraí
    20/09/2014 - Andaraí
    21/09/2014 - Andaraí - Salvador
    22/09/2014 - Salvador
    23/09/2014 - Salvador - São Paulo


  2. Que maravilha de relato José... consegui sanar muitas dúvidas e quase terminar meu roteiro. Obrigada pela riqueza de informações!

    Li o relato de um mochileiro que fez um passeio pouco conhecido (que ele amou) chamado Rota Boiadeira, ouviu falar?

     

    Será que você pode avaliar meu roteiro? hehe ::sos::

     

    dia 01- Projeto Jibóia

    dia 02 - Bóia-Cross e Balneário Municipal

    dia 03 - Rio da Prata

    dia 04 - Rio do Peixe

    dia 05 - Abismo Anhumas

    dia 06 - Fazenda San Francisco

    dia 07 - (Não definido)

     

    Obrigada e ótimas viagens.

     

    Oi Gabi! Obrigadão pelos elogios! Fico feliz que o relato tenha te ajudado! :)

     

    Sobre a Rota Boiadeira, eu também só conheci lendo o relato do Marcos. Infelizmente não posso te dar uma avaliação sobre esse passeio já que não o fiz.

     

    Quanto ao seu roteiro, eu só acho que está faltando os passeios de Grutas... não sei também se os dias 1 e 7 são completos, mas se são, poderia aproveitar melhor o primeiro dia já que o Projeto Jibóia é à noite e você pode fazer em qualquer dia.

     

    Eu manteria os passeios dos dias 3 ao 6. Aí depende de saber se os dias 1 e 7 são completos. Se sim, eu faria a Boca da Onça em um dia, a Gruta do Lago Azul + Aquário Natural em outro dia. Se tiver com tempo de folga, pode fazer o Bóia Cross + Balneário, se não, vc pode fazer o Balneário pra descansar/relaxar depois do Anhumas ou então no dia da chegada junto com o Projeto Jibóia.

     

    Beijos!


  3. Olá, seu relato é perfeito, parabéns!

    Você acha que consigo fazer Ushuaia, El Calafate, Torres del paine e Bariloche em 15 dias.

    Não quero fazer muita trilha pesada não, só os principais passeios. Minha ideia é ficar 4 dias em ushuaia, 2 em El calafate, 1 em Torres del paine e 4 em bariloche. Outra dúvida é se começo por Bariloche e venho descendo ou se começo por Ushuaia e subo. As passagens vou tirar por milhas da Gol que está 10.000 milhas o trecho tanto bariloche quanto Ushuia, mas não sei se é melhor começar por um ou por outro. Vou em outubro.

    Obrigada

     

    Olá Dayana!

     

    Eu acho que é possível sim fazer esse roteiro em 15 dias. Só acho que 1 dia para Torres del Paine muito pouco mas é um bate-volta que muita gente faz desde El Calafate. Sinceramente, nessa situação eu trocaria Torres del Paine por El Chaltén que fica mais próximo e são belezas semelhantes.

     

    Apesar de nunca ter ido a Bariloche, eu também acho que Bariloche e a região dos lagos merece mais tempo para ser aproveitada. Na minha opinião, eu focaria esses 15 dias apenas na Patagônia Austral e deixaria Bariloche e a região dos lagos para outra viagem (ou vice-versa). Mas de toda forma, é um roteiro possível o seu.

     

    Ah, e eu começaria por Ushuaia e iria subindo.

     

    Beijos!


  4. José,

     

    Qual o valor que você gastou nessa viagem fora as passagens aéreas?

     

    Fala Vinicius, blz?

     

    Cara, eu gastei quase R$ 3.000 sem contar gastos de passagens aéreas e roupas que comprei para aguentar o frio...

     

    Mas leve em consideração que fiz essa viagem há quase 4 anos. Do ritmo que a inflação está em lugares como a Argentina, é bem capaz que esse valor seja bem mais alto atualmente.

     

    Abraço!


  5. Olá! vc sabe me dizer que horas as lojas da Zona Franca de Punta Arenas abrem e que horas elas fecham?

     

    valeu!

     

    Eu não lembro dos horários, mas acabei de acessar o site da Zona Franca e tá escrito que é das 10h00 às 21h00.

     

    Só vale tomar cuidado porque lá segue o padrão espanhol de parada para siesta. Logo, as lojas costumam fechar para almoço por volta das 14h e só reabrem lá pelas 16h30/17h.

     

    Abraços!


  6. José Luiz, o seu relato é um dos mais completos aqui no Mochileiros! Parabéns!!

     

    Estou indo agora no meio de abril pra TDP. Minha intensão é alugar a barraca e o saco de dormir nos campings (já confirmei com a FantasticoSur que em abril apenas o Chileno estará fechado, portanto só poderei alugar no Paine Grande, Grey, Chileno, e Refugio Las Torres). Minha intensão é andar com o menor peso possivel e aproveitar as paisagens. Fiz as contas e a difereça fica em 30 reais por dia mais caro deixando pra alugar na hora. Achei que compensa! Mas msm assim fico com receio de ficar sem, apesar de ser baixa temporada... Vc acha que não é arriscado? Vc conheceu alguem q alugou equipo nos campings?

     

    Outra coisa, estou pretendendo fazer o seguinte roteiro:

     

    1 dia: Chegada ao Parque: Paine Grande - refugio grey (nao dá pra fazer bate e volta pois em abril anoitece cedo!)

    2 dia: Refugio grey - Paine Grande

    3 dia: Paine Grande - Italiano - Vale do Frances - Los Cuernos (aqui esta minha grande indecisão: Pretendo sair cedo do Paine grande, deixar minha cargueira no Italiano e subir o Frances até o mirante, dps descer e seguir até Los Cuernos... vai ser o dia mais puxado, mas vc acha que dá de boa? (lembrando que em abril escurece lá pelas 20h) Estou perguntando pq olhando pelo mapa é uma coisa, lá na hora é outra! rsrs. Ou vc me recomendaria fazer como vc fez: Paine Grande - Italiano - Los cuernos e no dia seguinte voltar e subir o Vale Frances??

    4 dia: Los cuernos - Refugio Torre

    5 dia: Refugio torre - Mirante Las torres - Refugio Torre - Puerto natales

     

    Esse roteiro tá legal ou vc sugere alguma mudança?

     

    Bom por enquanto é isso! Valeu!

     

    Vamos lá as dúvidas :D

     

    Eu não acho que seja arriscado alugar na hora os equipamentos pois Abril é baixa temporada... no entanto, se você já tiver o roteiro definido, você poderia fazer a reserva da barraca e do saco de dormir antecipadamente (ou pela internet ou então em Puerto Natales no dia antes de ir para TDP).

     

    Quanto ao roteiro, minhas sugestões são:

    • Como você dormirá no Grey, talvez seja interessante você deixar suas coisas no Grey e fazer um bate-volta até o Campamento Los Guardas para ter uma visão mais próxima do Glaciar Grey... eu não fiz isso e por isso não posso confirmar que vale a pena essa trilha, mas de repente você pode tentar se informar melhor a respeito disso e assim render mais o seu dia já que o caminho entre Grey e Paine Grande será feito em umas 4h apenas.
    • Quanto ao 3º dia, não faz diferença entre fazer Paine Grande-Italiano-Francês-Cuernos ou Cuernos-Francês-Cuernos quanto a distância/tempo. Eu fiz Cuernos-Francês-Cuernos apenas para não levar a cargueira nesse dia. Pode fazer sim Paine Grande-Italiano-Francês-Cuernos, mas eu recomendo sair o mais cedo possível de Paine Grande para não dar chance ao azar de escurecer no meio do caminho (lembre-se também que existe a possibilidade de neve em abril, principalmente no Valle del Francés). Quanto as dificuldades, o trecho Paine Grande até o Cuernos é de boa, o mais complicado é a subida do Italiano ao Francês (principalmente o começo, a primeira hora de subida) depois fica mais fácil.

     

    Abraço!


  7. José, obrigada pelo post, me inspirei nele para planejar minha viagem. Vou em fevereiro!

    Queria perguntar sobre dinheiro. Vi que a maior parte das coisas você pagou em dinheiro, e não em cartão, certo? Na Argentina, pagou tudo com peso argentino, e no Chile, com peso chileno? Você levou dólar americano? Foi aceito? E onde você trocou o dinheiro, aqui no Brasil ainda? Levou tudo em cash?

    Quantas perguntas.... desculpe.

    Estou na dúvida sobre levar aqueles cartões de débito para viagem, sabe? No caso, teria que fazer dois, um para peso argentino e um para chileno, e fazer toda a troca dos reais aqui no Brasil.

     

    Oi Isabella,

     

    Olha, a menos que você tenha medo de uma possível desvalorização do real, eu acho totalmente desnecessário fazer um cartão VTM (visa travel money). Digo isso pois qualquer cartão de débito serve para realizar saques em quaisquer caixas eletrônicos espalhados pelo mundo na moeda local. Apenas é necessário avisar o seu banco para que seu cartão funcione sem problemas no Chile, Argentina, etc.

     

    Agora, quando eu viajei não existia o governo atual que cobra 6.38% de IOF nessas transações internacionais. Para não sofrer isso, a única opção é levar dólares no bolso.

     

    Eu no seu lugar, levaria dólares para trocar na Argentina pois o câmbio real lá não compensa. Então, troque reais/dólares lá "clandestinamente" e no Chile já acho que vale mais a pena sacar dinheiro com o cartão de débito mesmo (mesmo pagando 6% mais, você tem mais segurança em não levar tanto dinheiro vivo na viagem e a economia do Chile é muuuito mais confiável que a zona que virou a Argentina)

     

    Bjos!


  8. Farei uma viagem de poucos dias para Patagônia e terei apenas 2 dias em TDP. Se fosse para escolher 2 lugares para visitar entre Las Torres, Francês e Glaciar Grey, qual vc deixaria de fora?

    Obrigado e parabéns pelo relato! É o melhor!

     

    Olha, o Las Torres tem que ir. A dúvida ficaria entre Francês e Grey. Eu ficaria com o Francês porque imagino que você também deve conhecer o Perito Moreno nessa sua viagem, então não precisaria conhecer outro glaciar. No entanto, a trilha até o Francês é mais cansativa/longa que a trilha do Grey para quem quer fazer um bate-volta.

     

    Uma outra opção como você tem pouco tempo, seria de repente fazer um day-trip de van/ônibus pelo Parque Torres del Paine e no outro dia fazer a subida ao mirante Las Torres. Eu não fiz esse day-trip, mas acho que eu escolheria fazer isso se tivesse tão pouco tempo.

     

    Abraços!


  9. Parabéns zervelis!

     

    Acho que nunca comentei antes mas já li todos os seus relatos aqui e eles são ótimos (tanto a sua narrativa quanto suas fotos que são de excepcional qualidade)!

     

    Achei legal também você ter informado que usou bastante o blog da Dri! Lembro que a primeira vez que li sobre a Namíbia foi pelo blog dela e desde então a Namíbia entrou na minha lista que não para de crescer :D

     

    E o que foi aquele momento Animal Planet em Botswana? Pobre Dumbo!

     

    Esse seu relato só aumentou mais ainda minha vontade de fazer um roteiro semelhante pelo sul da África...

     

    Abraço!


  10. Muito bacana! Só saltou estender o passeio ao Litoral Sul além de Tambaba, ainda tem muitas coisas para se ver.

    O Hotel Globo esta realmente fechado para reforma, mas as construções e praças que estão próximas a ele vale a visita.

    O passeio ao "Litoral Norte" que se limitou apenas a Cabedelo, você poderia ter feito de ônibus urbano mesmo, ou até de trem.

    Areia Vermelha era sim uma "farofa" mas agora existe uma lei que limita o número de visitantes ao local, já que ela é uma área de proteção.

     

    Cara, eu ouvi falar que existem umas outras praias muito boas também no litoral sul paraibano, mas achava que era 1 ou 2 e só. Mas de toda forma, o passeio tradicional de buggy para o litoral sul foi sensacional! Em compensação, como você disse, o litoral norte ficou só em Cabedelo mais a Praia do Jacaré que dá pra ir de busão mesmo... eu queria ter feito o passeio de buggy que me pareceu mais completo e interessante, mas não rolou! :(

     

    Aliás, o entardecer no Jacaré dá pra ir de ônibus mas muitos me disseram que parece perigoso pegar o busão na volta por ser num lugar isolado e escuro e talz... ouvi isso tanto no relato da Fernanda quando de um outro rapaz que estava no hostel que fez isso.

     

    Quanto ao Centro Histórico, depois me arrependi de não ter descido do ônibus na Praça Antenor Navarro e depois subir para a Cidade Alta andando, mas as recepcionistas do hostel falaram que não valia a pena ir lá porque o Hotel Globo estava em reforma que acabei não indo.

     

    E que bom que existe uma lei agora para controlar o número de pessoas na Areia Vermelha... deve ser igual em Picãozinho que tem limite... no entanto, eu ainda acho que deve virar farofa aquele lugar... é um banco de areia que não tem atrativos a não ser ficar lagarteando e comendo (e isso tudo num espaço pequeno por ser um banco de areia)... eu acho que me sentiria num meio de uma farofa (menor agora com esse controle, mas ainda sim farofa)

     

    Abraço e valeu por comentar! :D


  11. cara, aquela foto das falésias no gunga tá surreal !!

    valeu pelo relato, acompanhando...

     

    Por favor, continue o relato assim que for possível.

     

    Estamos planejando uma viagem para março de ano que vem para o Nordeste, e estamos decidindo qual o melhor destino.

     

    Seu relato reúne a maioria de nossas opções, então seria interessantíssimo poder ler as conclusões sobre as demais praias.

     

    No aguardo!

     

    Aguardando os próximos capítulos!

     

    Pessoal, estou fazendo o relato devagar mas aos poucos vou completando...

     

    Prometo que termino o relato antes de terminar 2013! :D


  12. João Pessoa

    Hospedagem

    Em João Pessoa eu fiquei hospedado mais uma vez em um albergue da rede HI chamado Manaíra Hostel.

    A reserva foi feita através de e-mail, sendo que foi necessário pagar metade do valor total via transferência bancária para garantir a vaga. O restante foi pago diretamente no hostel com cartão de crédito.

    A reserva foi feita para 1 cama em quarto coletivo masculino de 6 camas com ventilador e estava incluso o café da manhã.

    Preço da diária: R$ 30,00 (com carteirinha HI)

    Pontos Positivos:

    • Disparado a melhor relação custo-benefício da viagem. O hostel de João Pessoa assim como o de Porto de Galinhas foram os melhores dessa viagem.
    • Os armários eram bem grandes (cabia meu mochilão e ainda sobrava bastante espaço).
    • Possui uma piscina que era ótima para relaxar ao chegar no hostel ao final do dia.

    Pontos Negativos:

    • Foi o único lugar que fiquei hospedado nessa viagem que cobrava pelo uso do WiFi (R$ 2,00 por dia ou R$ 10,00 por tempo indeterminado)
    • Não que esteja mal localizado, mas seria melhor se ficasse no bairro de Tambaú.

    Avaliação final: Recomendo fortemente. O ambiente do hostel é ótimo, o preço é uma pechincha pelo que é oferecido, super limpo e organizado. Enfim, a única coisa que realmente reprovo é o incentivo a contratar os passeios da Lucky Receptivos (que é parceira da CVC) que são horríveis na minha opinião.

    Passeios

    12/11/2013 - João Pessoa (Litoral Norte + Entardecer na Praia do Jacaré)

    Nesse dia o meu objetivo era fazer o passeio de buggy pelo Litoral Norte até Lucena, terminando na Praia do Jacaré para apreciar o famoso pôr do sol. No próprio hostel é oferecido o passeio de buggy e eles tentam fechar um grupo (me disseram que com 2 pessoas já é possível fechar o passeio), mas nesse dia só eu estava interessado nesse passeio e assim não consegui fazer o passeio de buggy. Dessa forma, para não perder o dia acabei fechando o passeio tradicional de micro-ônibus com a Lucky minutos antes do horário de saída do passeio.

    O passeio consistiu basicamente em visitar os principais pontos da cidade de Cabedelo que é a cidade vizinha ao norte de João Pessoa.

    Primeiramente foi feita uma parada na Praia de Intermares para uma "palestra" sobre o Projeto Tartarugas Urbanas onde também é possível ajudar a associação comprando algumas lembrancinhas relacionadas a tartaruga marinha. Mas sinceramente, apesar de achar legal um pessoal trabalhar num projeto como esse, eu achei essa parada totalmente desnecessária.

    Depois partimos em direção a Fortaleza de Santa Catarina. Essa fortaleza fica às margens do Rio Paraíba e vale muito a pena a visita. Logo ao chegarmos havia um guia nos esperando para conduzir o grupo por alguns locais da fortaleza e explicar alguns fatos históricos sobre o local. No entanto, no geral achei a visita guiada excessivamente rápida e a parada na Fortaleza não deve ter levado uns 30 minutos. Não que a fortaleza seja um passeio para horas, mas senti falta de ter um tempo maior para tirar fotos e conhecer com mais calma o lugar.

    Depois fomos diretamente para a parada que todos não viam a hora de chegar: a Praia do Poço. O ponto de apoio nessa praia é o Lovina Tropical Bar que é um restaurante/bar pé na areia de frente para a praia.

    Ao chegar na praia eu fui caminhar pelo lado direito e depois voltei e fui até um certo ponto pelo lado esquerdo e então retornei para a entrada do Lovina onde tomei um banho de mar antes de almoçar. Vale destacar que o mar era super calmo (parecia quase uma piscininha) e a água era de uma cor belíssima.

    Depois por volta das 15h saímos em direção a Praia do Jacaré onde ficamos em um bar esperando pelo famoso Pôr do Sol ao som do Bolero de Ravel do Jurandy do Sax. Apesar de ser conhecida como praia, a Praia do Jacaré na verdade é o Rio Paraíba.

    Como o pôr do sol é por volta das 17h (sim, o horário nessa região que viajei no Nordeste é totalmente errado), deu tempo de sobra para caminhar nas ruazinhas com lojinhas na Praia do Jacaré e tirar algumas fotos antes de voltar ao restaurante/bar para acompanhar o pôr do sol (uma outra opção é também fazer um passeio de catamarã pelo rio e ver o pôr do sol no barco, mas seguindo dicas preferi ver o pôr do sol desde terra firme)

    Quando chega o horário marcado, todos os restaurantes desligam o som e todos começam a ouvir apenas o Bolero de Ravel ao som do Jurandy e seu saxofone. É algo muito legal mas que dura muito pouco porque o sol não se põe nessa região, ele despenca e em uns 15 minutos o sol já terá sumido e acaba o espetáculo.

    Depois ainda tivemos um tempinho para caminhar nas ruas do lugar antes de voltar ao bar para ouvir a Ave Maria às 18h00 ao som do violino para enfim terminar o passeio.

    Passeio Litoral Norte + Entardecer na Praia do Jacaré: R$ 58,50 (R$ 65,00 - 10% no pagamento à vista com dinheiro)
    Couvert Artístico na Praia do Jacaré: R$ 7,00

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    Fortaleza de Santa Catarina em Cabedelo por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

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    Lovina Tropical Bar por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

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    Praia do Poço em Cabedelo por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

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    Pôr do Sol na Praia do Jacaré por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

    13/11/2013 - João Pessoa (Lajedo de Pai Mateus + Cabaceiras)

    No dia que cheguei em João Pessoa eu resolvi sair pela cidade para fechar os passeios do Lajedo de Pai Mateus e de Itamaracá. Primeiramente eu fui numa agência chamada Cliotur que fica dentro de um hotel na orla de Tambaú, mas o atendente não me passou confiança se havia pessoas suficientes para fechar os passeios e como eu já estava puto de acreditar em agência que dizia que arranjaria mais gente e na hora H tudo mudava, decidi sair e ir atrás de outra agência.

    Foi aí que entrei no Hotel Tropical Tambaú onde está localizada a agência da Lucky Receptivos e acabei fechando os 2 passeios que queria com eles.

    Nesse passeio só havia eu e mais 3 pessoas, portanto foi um passeio quase privativo. A van me pegou no hostel e após mais ou menos umas 3 horas de viagem nós chegamos no Hotel Fazenda Pai Mateus onde fomos recepcionados por um guia local para fazer 2 passeios na região: a visita ao Lajedo do Pai Mateus e a ida até a Saca de Lã.

    A visita as diversas formações rochosas do Lajedo de Pai Mateus é incrível. São diversas rochas em vários formatos que acabam ganhando nomes como a Pedra do Segredo, a Pedra do Capacete, a "Casa" do Pai Mateus, a Pedra do Sino, etc. A visita pelo Lajedo dura em torno de 1 hora e então a gente parte para um outro lugar para uma visita rápida a Saca de Lã que também é uma formação sensacional (e nesse momento finalmente as nuvens se dispersaram e o sol chegou para tornar a paisagem ainda mais bonita).

    Depois voltamos para a sede da Fazenda Pai Mateus para o almoço que nesse dia foi um buffet self-service já que mais tarde chegaria uma excursão de estudantes da UFRN (quando há poucas pessoas, o almoço é a la carte).

    Após almoço e um tempo para descanso, partimos em direção a cidade de Cabaceiras onde foi feita uma parada para fotos no letreiro "Roliúde Nordestina" e ao chegar na cidade fizemos um tour guiado pela cidade por um museu, pelas rua principal da cidade, pela igreja matriz que é famosa por ser cenário do filme O Auto da Compadecida e então finalmente voltamos para João Pessoa.

    Em resumo, achei um passeio caro e cansativo para ser feito num único dia. Além disso, achei que o tempo para contemplar o Lajedo do Pai Mateus foi pouco sendo que ele é o principal atrativo do passeio (até acho que vale a pena dar uma passada rápida em Cabaceiras já que é ali do lado, mas o foco tem que ser o Lajedo, e o tempo de trilha pelo Lajedo no total não passou de 1h30).

    Outra coisa que me irritou foi que ao contratar o passeio na Lucky, a informação é que se veria o pôr do sol no Lajedo e isso não foi feito. O passeio pelo lajedo foi pela manhã e no pôr do sol a gente já estava quase chegando em João Pessoa.

    Enfim, recomendo a quem for para lá ir com carro alugado e aproveitar melhor a região já que descobri ao chegar lá que o Lajedo do Pai Mateus é o mais famoso mas também existem outros lajedos na região que é possível fazer visitação.

    Passeio para o Lajedo de Pai Mateus + Cabaceiras: R$ 148,75 (R$ 175,00 - 15% no pagamento à vista com dinheiro)

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    Pedra do Capacete por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

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    Pedra do Pedido por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

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    Saca de Lã por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

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    Roliúde Nordestina por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

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    Igreja Nossa Senhora da Conceição em Cabaceiras por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

    14/11/2013 - João Pessoa (Ilha de Itamaracá)

    Como já comentei anteriormente, eu pretendia conhecer Itamaracá quando estava em Recife por ser mais próximo, mas como não consegui fazer esse passeio desde Recife por falta de pessoas, acabei fazendo desde João Pessoa (muitos também fazem esse passeio desde Porto de Galinhas).

    O ônibus da Lucky passou no hostel pouco depois das 7h00 e foi fazendo o percurso típico de agência buscando as pessoas em seus hotéis respectivos e saímos em direção a Itamaracá quase 8h00 e a viagem demorou em torno de 2 horas.

    Chegando em Itamaracá, o guia nos indicou um restaurante típico pega turista para reservar a comida enquanto se visita a Ilha de Coroa do Avião para que quando voltemos o almoço já esteja pronto. Fiz isso mas minha dica é comer na Ilhota de Coroa do Avião nas barracas que tem lá.

    Depois partimos num catamarã para a Ilhota de Coroa do Avião num trajeto super rápido que deve ter levado uns 5 a 10 minutos apenas. Coroa de Avião é uma ilhota como se fosse um imenso banco de areia em alto mar onde o atrativo é basicamente ficar na praia tomando banho de mar, comendo/bebendo algo nas barracas do local e caminhar um pouco pela praia.

    Ficamos em Coroa do Avião até umas 14h00/14h30 quando voltamos a Praia do Forte Orange para almoçar e depois é possível visitar o Forte Orange que fica bem perto. Eu não lembro os horários exatos, mas lembro que era tudo muito corrido se você quisesse almoçar, visitar o Forte Orange e o Projeto Peixe-Boi. Lembro que tive no máximo uns 20 minutos para conhecer o Forte Orange se não perderia a visita ao Projeto Peixe-Boi (por isso a dica de não almoçar na volta a Coroa do Avião e sim comer algo lá mesmo pois lá sim tem bastante tempo para isso).

    Depois de sair de Itamaracá, ainda paramos na cidade de Igarassu para visitar a Igreja dos São Cosme e Damião e o Convento do Sagrado Coração de Jesus. Mais uma vez foi uma parada mais rápida do que gostaria e senti que Igarassu é uma cidadezinha histórica que deve ser interessante ficar pelo menos 1 horinha andando por suas ruas e conhecendo com mais calma suas construções históricas.

    Quanto ao Projeto Peixe-Boi, no local apenas é possível ver os peixes-boi em tanques e fora isso a única atração é ver um vídeo e olhar uma espécie de museu. Portanto, minha opinião é que o passeio ao Santuário do Peixe-Boi em Porto de Pedras (próximo a Maragogi) é muuuito mais interessante/divertido. Se for escolher apenas 1 deles, faça a visitação do peixe-boi em Alagoas.

    Passeio para Ilha de Itamaracá: R$ 72,25 (R$ 85,00 - 15% no pagamento à vista com dinheiro)
    Catamarã para Coroa do Avião: R$ 12,00
    Entrada no Projeto Peixe-Boi: R$ 10,00

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    Ilhota Coroa do Avião por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

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    Praia do Forte Orange por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

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    Interior do Forte Orange por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

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    Peixes-boi num tanque dentro do Projeto peixe-boi marinho em Itamaracá por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

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    Convento do Sagrado Coração de Jesus em Igarassu por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

    15/11/2013 - João Pessoa (Litoral Sul)

    Como esse dia era feriado e eu já havia deixado meu nome na recepção do hostel demonstrando interesse em fazer o passeio de buggy nesse dia, consegui finalmente fazer o passeio que tanto queria. O buggy foi fechado comigo, mais um brasileiro e 2 amigos argentinos.

    Esse passeio é sem dúvida o principal passeio a ser feito quando se vai a João Pessoa. O buggy passou para nos buscar no hostel por volta das 8h00 mas acabamos atrasando um pouco e saímos por volta das 8h30 em direção as praias do litoral sul paraibano que ficam localizados no município de Conde.

    A primeira parada é na Praia de Barra de Gramame que é a praia menos bonita entre todas porque sua água é mais escura devido ao rio Gramame que desemboca no mar nessa praia. Portanto, muitas pessoas ficam tomando banho nesse rio ao invés de irem para o mar.

    Depois o buggy parte pela areia da praia num visual muito legal já que de um lado se vê o mar e do outro se observam as falésias da Praia de Jacumã até um ponto onde o bugueiro nos deixa para apreciar o lugar um pouco e depois a gente faz uma pequena caminhada numa trilha para chegar até a Pedra Furada da Praia do Amor.

    Chegando na Praia do Amor, seguimos viagem no buggy até o Mirante Dedo de Deus que é simplesmente espetacular. Desde esse ponto é possível ter uma vista do alto das Praias de Carapibus e Tabatinga dignas de cartão postal.

    O mirante Dedo de Deus já seria suficiente para ter valido o passeio, mas depois ainda fazemos uma nova parada em outro mirante, desta vez o do Canyon de Coqueirinho desde onde se tem uma vista sensacional das falésias da Praia do Coqueirinho.

    Após as paradas nesses mirantes, seguimos viagem para a última praia do passeio que é a famosa Praia de Tambaba. Essa praia tem um pequeno trecho que é "normal" e uma outra parte que é voltada ao naturismo. Eu queria muito ter ido a parte naturista (não pelo naturismo em si, mas porque ouvi que é uma praia lindíssima), mas como só havia homens no buggy e para entrar na área naturista só é possível estando em casal, acabamos ficando apenas na parte "normal" da praia que é belíssima também, com diversas rochas na praia que formam um visual maravilhoso.

    Após quase 1 hora nessa praia, decidimos voltar ao buggy pois o bugueiro havia dito que era melhor deixar para almoçar na Praia de Coqueirinho e assim fizemos. Voltamos para a Praia de Coqueirinho onde almoçamos num restaurante indicado pelo bugueiro (pega turista para variar!) e que demorou uma eternidade para servir o almoço e depois ainda demos uma volta pela praia de Coqueirinho antes de voltar para João Pessoa.

    Passeio de buggy: R$ 60,00

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    Coqueiros na Praia de Barra do Gramame por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

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    Praia de Carapibus por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

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    Praia de Tabatinga por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

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    Praia de Tambaba por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

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    Praia de Coqueirinhos por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

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    Canyon de Coqueirinho por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

    16/11/2013 - João Pessoa (Picãozinho + "City Tour" por João Pessoa)

    Deixei para meu último dia em João Pessoa para fazer o passeio as piscinas naturais de Picãozinho porque era o dia com a menor maré (0.4) e também porque o horário da maré baixa não seria tão cedo (em torno de 9h00).

    No entanto, como era sábado de feriado prolongado, tive dificuldades em conseguir vaga no barco pois todos os barcos pareciam estar lotados quando perguntei nas vans que ficam vendendo passeios na orla de Tambaú no dia anterior à noite.

    Por fim, acabei tendo que recorrer novamente a Lucky que foi a única que ainda possuía vagas para Picãozinho nesse dia apesar de cobrar um pouco mais caro por isso.

    Cheguei a Praia de Tambaú no horário combinado pela Lucky mas ainda tive que esperar quase 1 hora até o momento que o catamarã realmente partiu para Picãozinho (fiquei puto pois tomei café da manhã correndo e ainda tive que esperar muito até sair o barco! Mais uma pra conta da Lucky!)

    Bom, o catamarã partiu para Picãozinho e chegando lá é só descer do barco e ficar flutuando nas águas em busca dos peixes e vendo os corais do lugar. Também no lugar existe um fotógrafo que fica tirando fotos das pessoas com os peixes e que depois leva para o hotel as fotos.

    No total o passeio ficou em torno de umas 2 horas em Picãozinho até voltar ao ponto de embarque na Praia de Tambaú ao lado do Hotel Tropical Tambaú onde desci, caminhei pela orla da praia de Tambaú e Manaíra até chegar ao hostel para tomar um banho para então partir para a segunda parte do dia.

    Por volta das 13h, saí do hostel e peguei um ônibus em direção ao centro de João Pessoa para conhecer a parte histórica da cidade. Desci na Praça/Parque Sólon de Lucena e fui caminhando a esmo pelo centro até chegar em frente ao Convento e Igreja do Carmo, visitei alguns outros pontos históricos até chegar na principal atração do centro antigo que é o Centro Cultural São Francisco onde é possível fazer uma visita guiada pelo interior da Igreja e do Convento mas eu tive muuuito azar e cheguei quando havia acabado de partir a última visita do dia e acabei não conhecendo. :(

    Depois visitei alguns outros pontos da Cidade Alta de João Pessoa como a Basílica de Nossa Senhora das Neves, o Mosteiro de São Bento, a Igreja Nossa Senhora da Misericórdia, etc. Como já tinha passado das 15h e em João Pessoa escurece super cedo e eu ainda queria conhecer a região da Ponta dos Seixas, acabei não indo visitar a Cidade Baixa cuja principal atração é ver o pôr do sol no Hotel Globo (que inclusive me disseram que estava fechado para reformas) e peguei o busão para a região de Cabo Branco para conhecer a Estação Cabo Branco.

    Ao chegar lá, dei umas voltas para tirar foto nessa bela obra do Niemeyer e como ela funciona até à noite, decidi aproveitar a luz do sol para conhecer o Farol da Ponta dos Seixas que fica quase ao lado da Estação Cabo Branco. Lá no Farol não existe muita coisa a se fazer a não ser tirar umas fotos do Farol, ver o mar desde o ponto mais oriental das Américas e comer/beber algo nas barraquinhas do lugar.

    Depois disso, voltei para a Estação Cabo Branco e entrei para ver as exposições que no momento era uma focada em arte africana e uma outra seção voltada mais a ciências.

    Fiquei um tempo enrolando no lugar para ver a construção iluminada ao anoitecer e depois voltei para o hostel onde apenas arrumei minhas coisas, sai pra jantar e depois peguei um táxi para o aeroporto já que meu voo para São Paulo saía às 2h15 da madrugada.

    Passeio para Picãozinho: R$ 39,00
    CD com Fotos de Picãozinho: R$ 25,00 (o valor do CD foi de R$ 70,00 para 3 pessoas)
    Táxi Aeroporto: R$ 50,00

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    Picãozinho por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

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    Orla de Tambaú vista desde Picãozinho por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

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    Picãozinho por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

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    Praia de Tambaú por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

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    Igreja de São Francisco por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

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    Estação Cabo Branco por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

    Viajando e Aprendendo...

    • Estando em João Pessoa, tentem fazer os passeios para os litoral sul e norte de buggy ao invés de ir em ônibus/van. O passeio para o litoral sul é clássico por lá, mas ao fazer o norte, tente encaixar também o entardecer na Praia do Jacaré já que fica no caminho!
    • Já falei antes e repito, se for fechar passeios com agência, busque pelas vans que oferecem os passeios na orla da Praia de Tambaú todas as noites. É mais barato que a Lucky que é a mais famosa da cidade.
    • Falando em Lucky, eu fiz os passeios com eles mas não gostei de várias coisas como: passeio anunciado acaba sendo diferente do feito, os guias mentem para os turistas ficarem em certos restaurantes ou fazerem certos passeios opcionais, o preço é mais alto que a concorrência, os turistas que fazem o passeio são no geral turistas CVC que costumam ter um perfil que não bate com o meu para ser educado... enfim, não recomendo
    • O passeio para o Lajedo de Pai Mateus é muuuito legal mas é muito cansativo para fazer num bate-volta desde João Pessoa. Além disso, parece que tem mais atrações na região além dos passeios que fiz. Logo, acho que vale a pena ir para lá de carro alugado e conhecer o lugar com mais calma pelo menos (acho que 2 dias já seria bom!)
    • Um dos passeios mais procurados em João Pessoa é a Areia Vermelha que é um banco de areia que se forma na maré baixa em alto mar. Eu não fui e por isso não posso afirmar com certeza, mas sinceramente, pelo que vi nas fotos, me parece um atrativo que a foto aérea é linda mas na prática parece ser uma grande farofa em alto mar. Não fui e não me arrependo.
    • Todos os dias a avenida da praia de João Pessoa é interditada para veículos das 5h00 até às 8h00 para que as pessoas possam fazer atividades físicas por lá como correr, andar de bike ou patins, caminhar, etc... é muito legal isso para começar o dia num pique legal.

  13. Recife

    Hospedagem

    Em Recife fiquei hospedado mais uma vez em um albergue da rede HI chamado Hostel Boa Viagem.

    Eu pedi para a recepção do hostel de Porto de Galinhas ligar para o Hostel Boa Viagem para fazer a reserva, mas eles me informaram que para um dos 2 dias que ficaria no hostel não havia mais vaga. O que eu poderia fazer era reservar pelo Booking.com que lá possuía ainda 1 última cama. Assim, fiz a reserva pelo Booking que cobrava o preço normal da primeira noite (sem ter a carteirinha HI), mas quando paguei o restante diretamente no hostel, foi abatido o valor cobrado a mais pelo Booking.com.

    A reserva foi feita para 1 cama em quarto coletivo masculino com ar-condicionado com 12 camas e estava incluso o café da manhã.

    Preço da diária: R$ 35,00 (com carteirinha HI)

    Pontos Positivos:

    • O albergue possui uma piscina que ajuda muito no calor constante de Hellcife.
    • Os armários eram bem grandes (cabia meu mochilão e ainda sobrava bastante espaço).
    • Apesar de estar num quarto com 12 pessoas, o quarto era bem grande e havia 2 banheiros no quarto.

    Pontos Negativos:

    • A localização não é das melhores. A única coisa possível de se fazer a pé é ir a Praia de Boa Viagem. Para conhecer o Centro Antigo é necessário ônibus.

    Avaliação final: Eu até recomendo. Mas acho que se eu fosse planejar novamente uma primeira viagem a Recife, buscaria um hostel próximo ao Centro Antigo. E se fosse para ficar longe, ficaria no Arrecifes Hostel ou então em algum hostel de Olinda.

    Passeios

    09/11/2013 - Porto de Galinhas >> Recife (Recife + Olinda + Instituto Ricardo Brennand)

    Nesse dia eu acabei contratando em Porto de Galinhas um passeio para Recife + Olinda + Instituto Ricardo Brennand. Meu objetivo inicial era ir para Recife de ônibus e de lá fazer esses passeios de forma independente, mas como o preço do passeio não era tão caro e ainda por cima eu já ficaria em Recife, acabei optando por fazer esse "tour".

    O passeio foi feito em um carro com um motorista e 4 pessoas saindo de Porto de Galinhas por volta das 8h00. Primeiramente conhecemos pela manhã alguns pontos de Recife como a Praia de Boa Viagem, o Marco Zero, a Rua de Bom Jesus e por último a Casa de Cultura. Depois seguimos para um almoço num restaurante em frente ao mar de Olinda que era muito bom e também aproveitamos para tirar umas fotos da Praia de Olinda. Saindo de lá fomos passear pela Cidade Alta de Olinda onde fizemos paradas no Convento de São Francisco, no Mosteiro de São Bento e na Igreja da Sé. Finalmente partimos para Recife novamente até o Instituo Ricardo Brennand onde ficamos mais ou menos 2 horas lá até às 17h30 quando terminou o passeio. Ao final, o motorista me deixou com mais uma pessoa no aeroporto de Recife e de lá peguei um ônibus até uma parada próxima do hostel.

    Em resumo, eu só recomendo esse passeio para quem fez uma viagem com foco em praias em Porto de Galinhas ou então esteja com pouco tempo de viagem. Achei muita coisa para se conhecer em apenas 1 dia e tudo acabou sendo corrido demais para o meu gosto.

    Como no outro dia conheceria Recife, senti falta de conhecer com mais calma e caminhar pelas ruas de Olinda e também achei pouco tempo 2 horas para conhecer o Instituto Ricardo Brennand. Aliás, o IRB é incrível! É um museu que não fica nada a dever aos museus europeus e possui uma coleção impressionante (apesar de você se sentir perdido dentro dele com tanta coisa exposta e misturada). Eu só não postei fotos do acervo do museu pois não sou bom na arte de fotografar o interior dos museus.

    City Tour Recife + Olinda + Instituto Ricardo Brennand: R$ 50,00
    Entrada no Convento de São Francisco: R$ 3,00
    Entrada no Instituo Ricardo Brennand: R$ 20,00

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    Igreja do Carmo visto do Alto da Sé por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

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    Convento de São Francisco visto do Alto da Sé por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

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    Painel de azulejos portugueses no interior do Convento de São Francisco por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

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    Réplica de David de Michelangelo no Instituto Ricardo Brennand por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

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    Réplica da Dama e o Cavalo de Botero no Instituto Ricardo Brennand por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

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    Vitrais no Instituto Ricardo Brennand por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

    10/11/2013 - Recife (Centro Antigo)

    Quando eu estava em Maceió, conheci um cara de Recife que me convidou a ser guiado por ele quando fosse a Recife. Dessa forma, abusei da imensa boa vontade dele e combinei de fazer um passeio pelo Centro Antigo de Recife tendo ele como guia.

    Quem dera que o motorista/guia do dia anterior tivesse 5% do conhecimento e boa vontade do meu amigo recifense. O passeio foi praticamente uma aula de história sobre Recife.

    A gente começou o passeio pelo Marco Zero de Recife, visitamos com calma a Rua de Bom Jesus, o Centro Cultural Caixa, a belíssima Igreja Madre de Deus, pegamos o barquinho do Marco Zero para visitar o Parque das Esculturas. Depois ainda visitamos o bairro de Santo Antonio onde conheci a Praça da República de Burle Marx com o Palácio da Justiça e o Teatro de Santa Isabel. Depois partimos para ver o famoso cartão postal de Recife: a Rua Aurora vista do outro lado do Rio Capibaribe. Ao final, atravessamos a ponte para ver a bela Assembléia Legislativa de Pernambuco antes de voltar para o Centro Antigo de Recife para ver as muitas igrejas que a cidade possui (infelizmente, várias delas estavam fechadas por ser domingo) e acabamos indo almoçar na Alfândega (local que foi revitalizado e virou uma espécie de "shopping").

    Depois do almoço ainda voltamos para a região do Marco Zero, entramos na Sinagog Kahal Zur Israel que fica na Rua de Bom Jesus, assistimos a um ensaio de Maracatu que estava acontecendo numa das ruas do centro antigo e ficamos conversando, descansando e fazendo "people-watching" no Marco Zero antes de ir embora. Aliás, aos domingo as ruas do Centro Antigo de Recife são interditadas para carros e então muitas pessoas tomam as ruas para andar de bicicleta, patins, caminhar a toa, ensaiar maracatu/frevo... enfim, vira uma grande festa.

    Ônibus Boa Viagem para Centro: R$ 2,20 (ida e volta com desconto de 50% por ser domingo)
    Entrada Sinagoga Kahal Zur Israel: R$ 8,00
    Barco para Parque das Esculturas: R$ 10,00 (ida e volta)

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    Praia de Boa Viagem por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

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    Rua Aurora por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

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    Rua do Bom Jesus por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

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    Marco Zero por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

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    Parque das Esculturas por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

    11/11/2013 - Recife >> João Pessoa

    Nesse dia o meu objetivo era fazer o passeio até a Ilha de Itamaracá. Nos dias anteriores eu já havia pedido a recepção do hostel informações sobre passeio até a Ilha de Itamaracá mas em nenhum dos dias havia pessoas suficientes para fechar um passeio até o local.

    Dessa forma, nesse dia acabei ligando para o Hostel de Porto de Galinhas perguntando se haveria alguma excursão para a Ilha de Itamaracá saindo de lá e eles me confirmaram que a Algarve Turismo faria esse passeio e que passaria no hostel onde eu estava em Recife para me pegar junto com mais uma outra pessoa que também se interessou.

    Ficamos esperando no hostel e como o carro não havia aparecido mesmo depois de quase 1 hora após o horário combinado, resolvi ligar para a Algarve onde me informaram que eles não iam passar para pegar a gente pois não havia espaço no carro e nos disseram que falaram isso para a recepção do Hostel A Casa Branca.

    Fiquei bem puto com toda essa enrolação porque acabei perdendo esse dia e resolvi então seguir diretamente para João Pessoa e tentar de lá fazer o passeio para Itamaracá.

    Peguei um ônibus perto do hostel para a estação de metrô Joana Bezerra e de lá peguei o metrô até a Rodoviária de Recife. Chegando na rodoviária, comprei na hora um bilhete para João Pessoa (viagem que dura em torno de 2h). Chegando em João Pessoa, peguei um ônibus de linha que me deixou na orla de Manaíra bem próximo ao hostel que fiquei hospedado e que contarei mais detalhes abaixo.

    Ônibus Recife para João Pessoa: R$ 21,00 (+R$ 5,00 mais ou menos de taxa de embarque)
     

    Viajando e Aprendendo...

    • Tente não visitar o Centro Histórico de Recife aos domingos pois diversas igrejas se encontrarão fechadas (como a Capela Dourada).
    • Tente não visitar o Instituto Ricardo Brennand num sábado pois tinha muitas excursões de colégio. Eu até admiro as escolas incentivarem passeios a museus, mas no geral a percepção que se tem é que eles não estão lá pela arte/cultura do museu, mas sim para se divertir/fazer bagunça com seus colegas.
    • Recife possui a famosa Praia de Boa Viagem mas, sinceramente, acho que Recife e Olinda são lugares cujo turismo deve se focar no aspecto histórico-cultural. Para pegar praia, vá para Porto de Galinhas, Cabo de Santo Agostinho e/ou Itamaracá.
    • Tanto Recife quanto Olinda possuem muitas belas igrejas mas uma coisa que senti foi que diversas dessas igrejas precisam de uma reforma para mostrar seu real valor. Além disso, principalmente em Recife, eu via igrejas belas em locais muito degradados infelizmente (o que fazia um turista perder um pouco o encanto de certos atrativos).
    • Para ir até Itamaracá, é possível ir tanto com agência quanto de forma independente. No entanto, para ir independente é necessário tomar 3 ônibus até chegar a Ilha de Itamaracá. Ouvi falar que uma outra opção é ir até Igarassú e de lá tomar um catamarã que faz o passeio até a Ilha de Itamaracá, mas não sei como funciona essa logística (se soubesse, faria isso pois aproveitaria para conhecer Igarassu e Itamaracá numa tacada só!)

  14. Porto de Galinhas

    Hospedagem

    Em Porto de Galinhas voltei a ficar em um albergue. O albergue é o A Casa Branca que é afiliado a rede HI.

    A reserva foi feita por mail e tive que pagar a metade do valor total através de transferência bancária para garantir a reserva. O restante paguei com cartão de crédito diretamente no hostel.

    A reserva foi de um quarto coletivo masculino com ar condicionado para 6 pessoas e estava incluso o café da manhã.

    Preço da diária: R$ 37,00 (com carteirinha HI)

    Pontos Positivos:

    • O café da manhã era muito bom para um hostel. Tinha sucos, bolos, ovos, salsicha, tapioca, cuscuz, etc.
    • Os armários era bem grandes (cabiam meu mochilão e ainda sobrava bastante espaço).
    • O albergue era bastante limpo (muito melhor quando comparado ao de Maceió!)

    Pontos Negativos:

    • A localização dele não é do lado da praia. Mas Porto de Galinhas é tão pequena que em uns 5 minutos de caminhada já se chegava ao centrinho de Porto de Galinhas.

    Avaliação final: Gostei bastante do hostel! Recomendo a hospedagem por lá!

    Passeios

    06/11/2013 - Porto de Galinhas (Piscinas Naturais + Passeio de Buggy Ponta a Ponta + Pôr do Sol em Maracaípe)

    O meu primeiro dia em Porto de Galinhas acabou sendo também o único dia que aproveitei os passeios por lá. Como a maré esse dia estava 0.3 e iria subir 0.1 a cada dia, decidi fazer o passeio as piscinas naturais logo nesse dia.

    Nesse dia pela manhã eu procurei uma operadora de mergulho pois meu objetivo era fazer um mergulho de cilindro (possuo PADI Básico) e também aproveitar e conhecer as piscinas naturais no mesmo passeio. Por recomendação, acabei indo na Porto Point pois dizem ser uma das únicas que é realmente credenciadas na região para fazer mergulho (aliás, tomem cuidado porque Porto de Galinhas está infestada de operadoras de mergulho "duvidosas").

    Acabei fechando um pacote com a Porto Point de mergulho que incluia todo o material (incluindo roupa de neoprene que muitas operadoras não oferecem) + jangada + fotos.

    O mergulho foi legal e muito bem conduzido por um argentino que trabalha lá, mas a água estava mais turva do que eu imaginava e o pior de tudo foi ver a péssima qualidade das fotos tiradas durante o mergulho (depois me disseram que a câmera era ruim, que estão para trocar e talz... mas enfim, não gostei nem um pouco do resultado).

    Além disso, no final acabei nem parando nos recifes e tudo que apreciei foi ver as piscinas naturais pela jangada.

    Minha conclusão é que se for para escolher visitar as piscinas naturais ou fazer o mergulho, escolha as piscinas naturais! E se quer fazer os 2, faça cada passeio em 1 dia diferente. E como dica, busque antes por uma operadora credenciada e se informe sobre as fotos do mergulho!

    Depois do mergulho, voltei para o centrinho de Porto de Galinhas com o objetivo de aproveitar a tarde para fazer o passeio Ponta a Ponta de Buggy. Mais uma vez tive muuuitas dificuldades em conseguir um buggy pois eu estava sozinho e parece que todos que fazem o passeio escolhiam o período da manhã.

    Após quase desistir do passeio de buggy, eis que consegui um buggy com mais uma garota que também havia chegado no hostel e fizemos o passeio.

    O passeio acabou sendo mais corrido do que gostaria devido a ter começado por volta das 14h30, mas valeu a pena. Basicamente o buggy te leva para a famosa praia de Muro Alto onde fica-se um tempo aproveitando a praia (praia que eu esperava muito mais pra falar a verdade... talvez como fui quando a maré já estava subindo, tenha feito com que eu não a conhecesse no seu esplendor).

    Depois de Muro Alto, o buggy foi passando pela areia nas outras praias de Porto de Galinhas e fomos para a outra ponta que é o Pontal de Maracaípe fazer o passeio de jangada para ver o cavalo marinho. Como já tinha pesquisado antes, esse passeio deve ser feito no fim da tarde para pegar o pôr do sol que foi simplesmente maravilhoso. Sinceramente, não deixe de fazer esse passeio ao entardecer e o cavalo marinho é o que menos vai te chamar a atenção com o belo pôr do sol que você verá por lá.

    Mergulho: R$ 90,00
    Passeio de Buggy Ponta a Ponta: R$ 50,00 (preço total foi de R$ 100,00 para 2 pessoas)
    Passeio de Jangada em Maracaípe: R$ 20,00

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    Mergulho em Porto de Galinhas por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

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    Praia de Porto de Galinhas por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

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    Piscinas Naturais de Porto de Galinhas por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

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    Jangadas no Rio Maracaípe por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

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    Pôr do sol no Rio Maracaípe por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

    07/11/2013 - Porto de Galinhas (Praia dos Carneiros)

    No dia anterior já havia fechado diretamente no hostel os passeios de Carneiros, Cabo de Santo Agostinho e City tour Recife/Olinda/IRB com a Algarve Turismo e nesse dia fui para a aclamada Praia de Carneiros. O passeio consiste em uma van que te busca no hostel e te leva até um lugar chamado Sirinhaém de onde sai um catamarã que te leva até a Praia de Carneiros fazendo 2 paradas no caminho: o primeiro na praia de Guadalupe onde se pode fazer o tratamento de pele com argila e o outro num banco de areia.

    No final o catamarã te deixa na praia de Carneiros que é maravilhosa. O ponto de apoio em Carneiros é o ótimo restaurante Bora Bora e de lá sairá a van de volta para Porto de Galinhas.

    Na praia de Carneiros é possível caminhar pela praia (existe muita gente próximo do Bora Bora, mas basta caminhar um pouco para direita que você se sentirá num lugar quase deserto com águas quase caribenhas), também é possível se divertir com snorkel nas piscinas naturais que se formam no local. Enfim, um lugar imperdível para passar o dia.

    Passeio para Carneiros: R$ 40,00

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    Praia de Guadalupe por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

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    Igreja de São Benedito por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

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    Recifes na Praia de Carneiros por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

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    Piscina Natural na Praia de Carneiros por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

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    Praia de Carneiros por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

    08/11/2013 - Porto de Galinhas (Cabo de Santo Agostinho)

    Como esse passeio independe de maré, deixei esse passeio para quando a maré estivesse ruim (alta).

    O passeio para Cabo de Santo Agostinho me surpreendeu bastante. É um passeio de praia mas que possui também outros atrativos.

    Primeiramente o passeio para em um mirante de onde se tem um visual bem legal da praia. Depois a ideia era parar num local de banho de argila, mas como a turma do passeio estava desanimada pra essa parada, a guia acabou nos levando para conhecer a praia de Suape que no fim das contas eu achei bem legal. Depois fomos em direção a Vila de Nazaré para conhecer a Igreja de Nossa Senhora de Nazaré e depois fizemos uma caminhada que passa por um farol até chegar num mirante muito show onde se vê o mar e umas ruínas de um antigo forte. Por fim, o passeio seguiu até um ponto onde tem uma tirolesa para a Praia de Calhetas e de lá se tem uma vista dessa praia sensacional. Depois é só ficar na Praia de Calhetas para aproveitar o resto do dia.

    Passeio para Cabo de Santo Agostinho: R$ 45,00

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    Praia de Suape por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

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    Igreja de Nossa Senhora de Nazaré por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

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    Ruínas do Forte por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

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    Praia de Calhetas por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr


    Viajando e Aprendendo...

    • Assim como Maragogi, é extremamente importante observar a tábua das marés antes de planejar sua viagem a Porto de Galinhas. Tente sempre deixar para conhecer Porto de Galinhas quando a maré baixa estiver 0.0, 0.1, 0.2, 0.3.
    • Já disse antes mas repito aqui. Se for para escolher entre mergulho e piscinas naturais em Porto de Galinhas, opte pelas piscinas naturais. Se quiser fazer os 2, faça em dias diferentes! E se informe sobre operadoras de mergulho credenciadas pois lá existem muitas operadoras sem credencial.
    • Não deixe de fazer o passeio de jangada no Pontal de Maracaípe e faça esse passeio ao entardecer para ver o pôr do sol.
    • Muitos dizem que Porto de Galinhas é caro mas eu achei barato na verdade. Tem muitas opções de restaurante para todos os bolsos, os preços dos passeios são bem em conta, preço dos mergulhos são bem baratos considerando que mergulho é algo caro em geral, etc.

  15. Maragogi

    Hospedagem

    Maragogi não possui albergues, assim mais uma vez tive que ir atrás de uma pousada para me hospedar e acabei fechando com a Pousada Verdes Mares.

    Fiquei num quarto individual que possuia uma cama de casal, televisão, frigobar, ar condicionado, etc.

    A reserva foi feita através de e-mail e tive que pagar metade do valor total via transferência bancária para garantir a reserva. O restante paguei diretamente na pousada com cartão de crédito.

    Preço da diária: R$ 60,00 (com exceção do 1º dia que saiu por R$ 90,00 por ser domingo de feriado de finados)

    Pontos Positivos:

    • O café da manhã era excelente. Tinha sempre sucos, iogurte, frutas, pães, bolos, além de comidas regionais como cuscuz, tapioca, carne de sol, etc.
    • Tudo era muito limpo e organizado sem perder a simplicidade do lugar.
    • A pousada possui uma piscina que quebrava um galho para relaxar no fim do dia.

    Pontos Negativos:

    • A localização não é em frente a praia. Mas Maragogi é tão pequena que em menos de 10 minutos de caminhada já se chegava a parte principal da orla de Maragogi.

    Avaliação final: Gostei bastante da pousada e só não ficaria hospedado novamente se algum dia abrir um hostel lá (aliás, já passou da hora de ter um albergue em Maragogi!)

    Passeios

    03/11/2013 - Maragogi (Galés + Praia Ponta do Mangue)

    Toda a viagem foi programada para chegar a Maragogi na melhor maré possível. Dessa forma, fiz logo no primeiro dia em Maragogi o passeio para as Galés (como é conhecida a piscina natural mais famosa de Maragogi).

    A maré estava a 0.1, mas em compensação o tempo estava péssimo. Acordei cedo para tomar o café da manhã mas logo me desanimei com o tempo pois estava chovendo. Cheguei inclusive a cancelar o passeio mas no fim resolvi fazer o passeio já que a previsão do tempo não era muito animadora para os próximos dias e, caso fizesse um tempo bom outro dia, eu repetiria o passeio indo para uma outra piscina natural como a Taoca (na verdade, meu planejamento era ir nas Galés em um dia e nas Taocas noutro dia, mas como o tempo não melhorou, acabei conhecendo só as Galés)

    O passeio é ótimo, a transparência da água nas galés é impressionante e se vê vários peixes e corais no local. No entanto, o tempo nublado e com algumas chuvas esporádicas fizeram com que eu ficasse mais decepcionado do que maravilhado com o passeio. Menos mal que quase no fim do passeio o sol conseguiu sair um pouquinho e então consegui tirar umas fotos melhores e apreciar o local com um pouco mais de luz. De toda forma, se as fotos das Galés já impressionam com um tempo fechado, imagino como seria fazer esse passeio com céu azul e sol!

    Ao voltar do passeio, fiz amizade com um casal que também estava hospedado na Pousada Verdes Mares e que fez o passeio para as Galés e eles me ofereceram carona de carro para passar o resto do dia em alguma das praias de Maragogi e eu aceitei.

    A recepcionista nos recomendou ir para a Praia de Ponta do Mangue e então partimos para lá. Essa praia fica por volta de uns 10 km ao norte do centro de Maragogi e possui um mar que impressiona pela beleza e pela cor caribenha. Ao chegar na praia, caminhamos um pouco por lá até encontrar um restaurante aleatório pé na areia onde ficamos sentados numas cadeiras na areia, tomamos banho de mar, almoçamos e aproveitamos a tarde até umas 15h mais ou menos quando voltamos para Maragogi.

    Lancha para Galés: R$ 65,00
    CD com fotos das Galés: R$ 35,00

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    Galés de Maragogi por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

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    Galés de Maragogi por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

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    Galés de Maragogi por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

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    Praia de Ponta do Mangue por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

    04/11/2013 - Maragogi (Buggy pelo Litoral Norte + Mirante em Maragogi)

    Desde que cheguei na Pousada Verdes Mares haviam me oferecido passeios de buggy por R$ 150,00. No entanto, nunca havia mais pessoas para dividir o buggy e eu não estava afim de pagar tanto pelo passeio. Dessa forma, logo após o café-da-manhã, decidi ir em direção a orla de Maragogi atrás de algum bugueiro que tivesse saindo com lugar sobrando e dei sorte!

    Eu vi um bugueiro em frente a Pousada Olho D´Água e perguntei para ele se havia lugar e ele me disse que estava esperando 1 casal para fazer o passeio mas não dependia dele, mas sim do casal se eu poderia ir com eles. Dessa forma, esperei o casal chegar e eles toparam dividir o buggy! :D

    Como no dia anterior, amanheceu mais um dia feio com muitas nuvens mas sem chuva dessa vez e começamos o passeio para o Litoral Norte que passa por todas as praias de Maragogi até a divisa do estado de Alagoas com Pernambuco.

    O passeio de buggy é feito quase que totalmente pela areia da praia com exceção do trecho inicial que é feito pela estrada devido ao Rio dos Paus. As praias visitadas são as praias de Burgalhau, Barra Grande, Antunes, Ponta do Mangue, Xaréu e Peroba. No total foram feitas 3 paradas: a primeira foi bem rápida na foz do Rio dos Paus numa região de mangue na praia de Burgalhau, a segunda parada foi mais longa (uns 30 min) num banco de areia na praia do Xaréu onde se forma um espelho de água na maré baixa e é ótimo para tomar banho de mar, a última parada é a mais longa (em torno de 1h) na Praia de Peroba onde é possível ir caminhando na maré baixa com água na altura da cintura até os recifes de corais que formam piscinas naturais maravilhosas onde é possível tomar banho também.

    Por sorte o tempo abriu do meio do passeio para a frente e fez com que o passeio se tornasse maravilhoso! No total, o passeio deve ter levado em torno de 3 horas e o ideal é fazê-lo no horário da maré baixa para aproveitar melhor.

    Ao chegar ao centro de Maragogi, almocei no restaurante Maragaço e voltei para a Pousada. Como ainda tinha um pedaço da tarde livre, decidi seguir o conselho da recepcionista e subi uma escadaria até um mirante que se encontra relativamente próximo a Pousada (acho que levei menos de 10 min até o local). De lá se tem uma vista do alto de Maragogi que deixa o mar com uma cor ainda mais incrível. Pena que havia algumas árvores e construções que impediam ter uma vista panorâmica perfeita, mas foi legal de toda forma.

    Depois de umas fotos voltei para a pousada e fiquei na piscina a toa o resto da tarde e à noite fez um temporal com vento que até a recepcionista disse nunca ter visto algo assim em anos (reflexo do maldito ciclone na costa nordestina!)

    Buggy para Litoral Norte: R$ 40,00 (dividido por 3 já que o valor total foi de R$ 120,00)

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    Praia de Xaréu por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

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    Buggy na Praia de Xaréu por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

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    Recifes na Praia de Peroba por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

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    Mirante de Maragogi por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

    05/11/2013 - Maragogi (Buggy pelo Litora Sul + Santuário do Peixe Boi)

    No dia anterior, eu havia pego o contato do bugueiro e tinha dito a ele que tentaria achar alguém para fazer o passeio para o Litoral Sul até o Santuário do Peixe-Boi. Sai literalmente "caçando" pessoas na orla de Maragogi e consegui convencer um casal que estava em busca de passeios a fazer o passeio de buggy comigo.

    Apesar de ter amanhecido mais um dia feio em Maragogi, seguimos o roteiro e começamos o passeio por volta das 8h30. Esse passeio segue em direção as praias do sul de Maragogi (Camacho, São Bento e Salgado) e de Japaratinga (Japaratinga, Bitingui, Barreiras do Boqueirão, Boqueirão e Pontal). Em Pontal, pegamos uma balsa para atravessar até o município de Porto de Pedras onde é feito o passeio para visitação do Peixe-Boi.

    O passeio pelas praias foi bastante frustante pois o dia estava realmente feio e, ao contrário dos outros dias, em momento algum o sol apareceu (muito pelo contrário, em certos momentos chegou a cair uma garoa). Dessa forma, não fizemos paradas para banho e só fizemos 1 parada num mirante na praia de Barreiras de Boqueirão em Japaratinga mas como o dia estava cinza, não ficamos muito tempo parados e seguimos caminho ao Santuário do Peixe Boi.

    O passeio no Santuário do Peixe-Boi possui restrições de visitantes por dia e nosso bugueiro ligou para o local e reservou para a gente o passeio. Ao chegarmos no local, fomos com um guia caminhando por umas passarelas de madeira pelo meio dos manguezais até a jangada conduzida a tração humana pelo passeio no Rio Tatuamunha para tentar ver os peixes-boi.

    O passeio é muito legal e fica toda aquela expectativa para saber se será possível avistar algum peixe-boi, já que eles estão livres na natureza e não existe garantia que veremos algum peixe-boi (apesar de ser muito raro quando nenhum peixe-boi é visto segundo o guia).

    Nós tivemos sorte e vimos 2 peixe-boi durante o passeio. É muito engraçado pois o peixe-boi parece gostar das jangadas e fica seguindo a jangada pelo rio e uma das vezes chegou a querer subir na jangada!

    O passeio ao Santuário do Peixe-Boi dura em torno de 1h30 e vale muito a pena. É um passeio totalmente integrado a natureza, os guias são da região e sabem tudo sobre os animais.

    Depois voltamos para Maragogi e no caminho o bugueiro perguntou se queríamos parar para tomar banho de bica num "Banho Público" na praia de Barreiras de Boqueirão e também se queríamos parar em algum lugar para almoçar, mas como eu queria chegar em Porto de Galinhas nesse dia ainda, decidi não fazer essas paradas.

    Chegamos em Maragogi por volta das 14h e como sabia que sempre tem passeios saindo de Porto de Galinhas em direção a Maragogi, fui andando pela orla e entrei em um restaurante para perguntar se havia algum guia de turismo de Porto de Galinhas lá. Por sorte havia um cara que disse ter lugar disponível e dessa forma fechei com ele para ir para Porto de Galinhas com saída às 15h (só tive tempo de pegar minhas coisas na pousada e comer um lanche rápido antes de partir para Porto de Galinhas).

    Buggy para Litoral Sul + Santuário Peixe-Boi: R$ 50,00 (dividido por 3 já que o valor total foi de R$ 150,00)
    Entrada no Santuário do Peixe-Boi: R$ 40,00
    Balsa: R$ 10,00
    Van de Maragogi até Porto de Galinhas: R$ 40,00

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    Praia de Barreiras do Boqueirão em Japaratinga por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

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    Falésias em Japaratinga por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

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    Peixe-Boi no Rio Tatuamunha por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

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    Peixe-Boi no Rio Tatuamunha por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

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    Jangada no Rio Tatuamunha por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

    Viajando e Aprendendo...

    • Eu gostei bastante do bugueiro que fiz os passeios por Maragogi. Achei o buggy bastante conservado e em momento algum o bugueiro nos apressou ao longo do passeio. Para quem quiser o contato, o nome dele é Genis e seu telefone é (82) 9342-1141.
    • Antes de planejar a sua viagem a Maragogi, olhe a Tábua das Marés e escolha os dias com maré baixa já que os passeios as Galés não são feitos com maré acima de 0.5. A lógica sugere deixar o passeio para as galés no dia de menor maré, no entanto, o fator céu claro com sol também é importante. Se for para escolher, prefira ir as piscinas naturais num dia de sol com maré 0.3 do que ir num dia nublado com maré 0.1 por exemplo.
    • Eu gostei muito do passeio do Santuário do Peixe Boi. A minha intenção era conhecê-lo fazendo o passeio para São Miguel dos Milagres que a Costa Azul ou a Tropicana oferecem. No entanto, nenhuma das 2 agências tinham passeios para esse destino nos dias que eu estava em Maragogi e acabei conhecendo o Santuário do Peixe-Boi ao acordar com o bugueiro um passeio ao Litoral Sul um pouco mais longo.
    • Como relatei até agora, eu tive muuuuitas dificuldades para arranjar passeios em Maragogi. Ir sozinho e sem carro para Maragogi é complicado pois Maragogi ainda não parece ter sido descoberta pelo turismo independente. Com exceção dos passeios as Galés, os demais passeios são mais difíceis de serem conseguidos quando se está sozinho. Talvez indo em dezembro/janeiro esse problema não exista, mas de toda forma eu considero Maragogi um lugar perfeito para ir em grupo de 4 pessoas para dividir passeios de buggy e se possível alugar um carro para fazer os outros passeios.

  16. Maceió

    Hospedagem

    Em Maceió finalmente fiquei em um albergue nessa viagem. E já digo agora que foi o pior entre todos os albergues que me hospedei durante essa viagem pelo Nordeste. O albergue é o Maceió Hostel que é afiliado a rede HI.

    A reserva foi feita por mail e tive que pagar a metade do valor total através de transferência bancária para garantir a reserva. O restante paguei com cartão de crédito diretamente no hostel.

    A reserva foi de um quarto coletivo masculino com ar condicionado para 6 pessoas (apesar que no último dia que fiquei lá surgiu mais um beliche no quarto!) e estava incluso o café da manhã.

    Preço da diária: R$ 45,00 (com carteirinha HI)

    Pontos Positivos:

    • O albergue fica muito bem localizado no bairro de Ponta Verde que é um dos melhores lugares (se não o melhor) para se hospedar em Maceió.

    Pontos Negativos:

    • O quarto que fiquei não possuía banheiro e o albergue só possuía 1 único banheiro masculino para todos que estavam no albergue. Além disso, esse banheiro ficava em frente da recepção (constrangedor em certos momentos), o dia que cheguei só tinha água gelada na ducha e todos os dias ele estava com o chão sujo de areia.
    • A roupa de cama já estava muito gasta e fedia.
    • O armário era pequeno e servia apenas para guardar algo de valor e não para colocar uma mochila (muito menos mochilão).

    Avaliação final: Sinceramente, se voltasse pra Maceió eu buscaria outro albergue.

    Passeios

    30/10/2013 - Maceió (Foz do Rio São Francisco)

    No dia anterior, logo após chegar ao hostel, eu já pedi para a recepção ligar para a Jaraguá Turismo para reservar meus passeios pois sabia que o passeio para a Foz do São Francisco era realizado apenas nas quartas e sábados, então queria já deixar esse passeio garantido.

    Aproveitando o tema, eu fiz 3 passeios com a Jaraguá e gostei. Mas além da Jaraguá, também existem vans que fazem os mesmos passeios por preços menores e que ficam oferecendo o serviço na orla de Maceió. No entanto, a diferença de preço era tão pequena (coisa de no máximo R$ 10 por passeio) que acabei nem querendo me estressar em buscar isso (ainda mais que eu não tinha tempo sobrando e cheguei depois das 21h no albergue). Mas fica aí a dica pra quem quiser economizar.

    Voltando a Foz, o ônibus da Jaraguá veio me buscar no hostel por volta das 7h15 e por volta das 8h saímos em direção a cidade de Piaçabuçu que é de onde partem as embarcações que levam os turistas até a foz do rio São Francisco.

    Leva-se em torno de 2 horas de viagem até Piaçabuçu e quando vai se aproximando do destino, a estrada vai ficando muito ruim a ponto de se ver um balé dos ônibus para cair no buraco menor. Aliás, foi o único lugar no Nordeste que realmente vi uma estrada em condições precárias. Se for de carro, cuidado aqui!

    Bom, chegando em Piaçabuçu pegamos uma embarcação tipo escuna que nos levou em direção a foz do rio. Vale ressaltar que a embarcação vai até um ponto próximo da foz mas não chega a ficar no encontro do rio São Francisco com o mar por motivos de segurança segundo o guia.

    Após 1 hora mais ou menos de passeio de barco pelo rio, a embarcação para num local de dunas onde todos descem para caminhar pelo local, tirar fotos nas dunas e nos coqueiros, comprar artesanato e comida típica, tomar banho na lagoa que se forma nas dunas, etc. O tempo que se pode ficar nesse local é restrito e depois de 1h30 mais ou menos tivemos que voltar para a escuna e seguimos de volta ao ponto de partida em Piaçabuçu onde é servido o almoço antes de voltar para Maceió.

    Vale lembrar que nas dunas é oferecido também um passeio de buggy a parte, mas os guias nos alertaram que isso é uma atividade ilegal já que naquele lugar existem ovos de tartarugas marinhas e por isso os buggys podem passar por cima dos ovos. Dessa forma, todos foram desencorajados de pegar o buggy.

    Passeio Foz do São Francisco (Jaraguá Turismo): R$ 95,00 (inclui translado + barco + almoço)

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    Piaçabuçu por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

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    Foz do Rio São Francisco por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

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    Foz do Rio São Francisco vista das dunas por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

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    Dunas na Foz do Rio São Francisco por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

    31/10/2013 - Maceió (Praias do Francês, Barra de São Miguel e Gunga)

    Esse passeio foi um dos que mais gostei da viagem. Imperdível!

    O passeio sai por volta das 8h de Maceió e a primeira parada foi na Praia do Francês. Foi uma parada super rápida de uns 20 minutos apenas para dizer que conheceu essa praia. Essa praia é muito procurada por todos que estão em Maceió por ser a mais próxima de Maceió e que possui um mar considerado limpo. Essa praia já se encontra no município de Marechal Deodoro, vizinho de Maceió.

    Depois do Francês seguimos para a Praia de Barra de São Miguel onde existe a opção de fazer o passeio de barquinho até o Gunga (pago a parte) ou seguir com o transfer até a Praia do Gunga. Eu escolhi fazer o passeio de barquinho e adorei. O barquinho comporta no máximo 7 pessoas e ele faz uma parada num recife onde todos descem para caminhar e ver os peixinhos que ficam presos nas piscinas naturais formadas devido a maré baixa naquele momento. Depois o barquinho segue para uma parada num banco de areia no mar onde é possível relaxar tomando um banho de mar e até comer algo pois existem vendedores ali (!!!!). Ao final de 1 hora mais ou menos de passeio, o barquinho nos deixa na praia do Gunga.

    A praia do Gunga é o local principal do passeio onde se fica o resto do dia. Além de ficar aproveitando o mar do Gunga, outro atrativo ali é visitar as falésias. Eu peguei um buggy que faz o passeio até as falésias que dura em torno de 1h/1h30 e são realizadas 2 paradas para tirar fotos e curtir as falésias do Gunga que são belíssimas. Para quem quer economizar, conheci gente no albergue que me disse que foi caminhando durante 1h até as falésias desde a Praia do Gunga.

    De volta ao Gunga, resta almoçar com a vista para aquele mar verde com seus infinitos coqueiros e tomar um banho de mar até umas 15h quando o transfer volta para Maceió.

    Passeio das 3 praias (Jaraguá Turismo): R$ 30,00
    Barco na Barra de São Miguel: R$ 25,00 (subiria para R$ 30,00 a partir do dia 01/11)
    Buggy para falésias: R$ 30,00

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    Praia do Francês por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

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    Recifes na Barra de São Miguel por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

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    Praia do Gunga por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

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    Falésias da Praia do Gunga por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

    01/11/2013 - Maceió (Praia de Carro Quebrado)

    Depois de tanto ouvir falar na Praia de Carro Quebrado, que era uma praia maravilhosa, que havia sido eleita uma das 10 melhores praias brasileiras e talz, acabei ficando com isso na cabeça e reservei um dia para conhecer essa praia.

    Para isso, contratei com a Jaraguá Turismo o passeio conhecido como Captain Nikolas (ou Ilha da Croa). Esse passeio é oferecido diariamente e por isso escolhi ele. A outra opção seria contratar o passeio a Paripueira e de lá pagar para ir de lancha até a Praia de Carro Quebrado, no entanto o passeio a Paripueira só sai às quintas (com exceção da CVC que parece que pode ir todos os dias).

    Bom, esse passeio também sai por volta das 8h de Maceió e chega por volta das 9h30/10h no ponto de apoio que é no Hotel Captain Nikolas que fica de frente ao mar.

    Chegando lá, o primeiro que se deve fazer é ir de buggy até a Praia de Carro Quebrado para aproveitar o horário da maré baixa. O passeio de buggy faz 2 paradas: a primeira foi em uns recifes bem próximos da areia que acabam formando pequenas piscinas naturais e depois é feito a parada nas falésias da Praia de Carro Quebrado.

    Não sei se é por questão da alta expectativa, mas eu achei as falésias do Gunga mais bonitas que a de Carro Quebrado. Mas de toda forma, são lindas falésias e vale a pena visitar!

    Depois de pouco mais de 1h de buggy voltamos ao Captain Nikolas onde se passa o resto do dia aproveitando ou a praia ou as instalações do Hotel que conta com uma piscina muito boa além de restaurante/bar e tudo que for necessário para aproveitar o dia até umas 15h/15h30 quando é realizado o retorno para Maceió, sendo feita uma parada na Casa do Nordeste onde se pode comprar comidas típicas.

    Passeio Captain Nikolas: R$ 30,00
    Buggy Carro Quebrado: R$ 35,00

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    Piscinas Naturais por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

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    Praia de Carro Quebrado por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

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    Falésias da Praia de Carro Quebrado por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

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    Praia de Carro Quebrado por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

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    Falésias e Coqueiros em Carro Quebrado por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

    02/11/2013 - Maceió (Piscina Natural de Pajuçara + Caminhar pelo calçadão da praia)

    Nesse dia o tempo amanheceu bem feio e depois descobri que esse tempo ficaria assim durante os próximos dias graças a um fenômeno climático que formou uma espécie de ciclone na costa do Nordeste. Que sorte a minha acontecer isso justo na época seca do Nordeste e quando iria fazer os principais passeios de piscinas naturais! ::vapapu::

    Enfim, vi que a tabela da maré indicaria 0.1 nesse dia logo cedo, então tomei café rápido no hostel e sai para a Praia de Pajuçara para pegar uma jangada para as piscinas naturais.

    Após acertar com um jangadeiro, esperei uns 10 min até as demais pessoas chegarem e então embarcamos em direção as piscinas naturais.

    Confesso que o passeio foi legal porque apesar do tempo feio, eu ainda não tinha visitado nenhuma outra piscina natural em alto mar, assim tudo foi novidade. Mas o tempo feio que depois virou chuva, tornou o passeio num baita programa de índio! Lembro que na volta eu estava tremendo de frio porque tinha esquecido de levar toalha e estar molhado de sunga numa jangada com vento e chuva não foi dos momentos mais agradáveis dessa viagem. Sem contar que a transparência da água não era das melhores e o tempo feio fez com que a paisagem ficasse mais sem graça (no entanto, quando o sol aparecia era possível ver que o lugar merece sim uma visita!).

    Enfim, após umas 2 a 3 horas de passeio de jangada, voltamos a praia de Pajuçara e de lá parti para o albergue para tomar um banho e dar uma volta a pé pela orla de Maceió que ainda não tinha feito. Basicamente caminhei por um trecho da Praia de Pajuçara e por toda a Praia de Ponta Verde até o começo da Praia de Jatiúca e então voltei para o albergue para almoçar no Parmegianno de Pajuçara antes de ir para o Posto Mar Azul de onde saem os táxis coletivos que vão para o interior de Alagoas (no meu caso, ir para Maragogi).

    Após perguntar para o recepcionista do albergue, ele me indicou pegar o ônibus Ipioca que iria até o posto, mas depois de esperar mais de 30 minutos no ponto sem passar o ônibus, resolvi pegar um táxi até lá. Cheguei lá por volta das 16h e já havia 2 pessoas esperando para fechar o carro e depois que cheguei demorou no máximo uns 5 minutos até chegar mais uma pessoa e partimos em direção a Maragogi. A viagem levou em torno de 2 horas e o táxi me deixou na frente da Pousada! ::otemo::

    Jangada para Piscinas Naturais: R$ 25,00
    Táxi da Ponta Verde até Posto Mar Azul: R$ 15,00
    Táxi coletivo de Maceió até Maragogi: R$ 25,00

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    Jangada em Pajuçara por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

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    Piscina Natural de Pajuçara por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

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    Piscina Natural de Pajuçara por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

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    Praia de Ponta Verde por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr

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    Farol da Ponta Verde por Jose Luiz Gonzalez, no Flickr
     

    Viajando e Aprendendo...

    • Não fui a Paripueira, mas ouvi falar que as piscinas naturais de lá são as melhores que tem próximas de Maceió. Além disso, é possível visitar a Praia de Carro Quebrado desde lá (apesar que achei que a lancha que foi até Carro Quebrado me pareceu ficar pouco tempo lá). Portanto, de repente seria mais "produtivo" um passeio a Paripueira do que a Ilha de Croa (Captain Nikolas), mas como não fui, não posso afirmar.
    • Outro passeio que queria fazer mas acabei não fazendo por falta de tempo foi as Dunas de Marapé. Uma dica que o guia deu foi que esse passeio só vale a pena ser feito na maré baixa, apesar de ser feito independente da maré.
    • Uma dica de restaurante em Maceió (e que também têm em outras cidades do Nordeste) é o Parmegianno. O que fica na orla de Pajuçara é muito bom, comida boa, farta e por um preço justo (algo não muito comum no geral).
    • Já disse no relato, mas vou ressaltar aqui. Se deseja ir a Maragogi ou outro local de Alagoas, vale muito mais a pena pegar um táxi coletivo no Posto Mar Azul do que um ônibus que em geral demora mais, não te deixa na porta de sua hospedagem e ainda possui poucos horários disponíveis.
    • O mar de Maceió é impressionante (na verdade de praticamente todo o estado de Alagoas)! É um mar que lembra aquelas fotos de Caribe. Além disso, Maceió tem muita coisa a oferecer, é um daqueles destinos que dá pra ficar 1 semana inteira fazendo passeios diferentes cada dia e sem enjoar.
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