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carlatorres

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Tudo que carlatorres postou

  1. Olá, Mila. Obrigada. Desculpe a demora, só hoje vi a msg. Bom, apesar de estarmos com um bebê, nossa programação foi bem intensa, embora sem muita correria. Este é o tipo de viagem que faria se estivesse só com meu amor, o fato do bebê estar presente não mudou muito. Todas as atividades que fizemos seriam interessantes também para casais sem filhos.Talvez curtíssimos um pouco mais os bares a noite no Centro histórico. Como vocês terão um pouco mais de tempo do que nós, sugiro que aproveitem para conhecer mais praias. Nosso passeio de barco foi relativamente curto. De repente vocês fazem um mais longo para conhecer mais. Abraços para você.
  2. Amo a região dos Lagos. Minha amada irmã, o marido e seus dois filhos (que não sei se são mais meus ou dela) moram lá. Por isso não posso dar dicas de hospedagem na região. Mas vou deixar aqui o relato de um fim de semana perfeito que tivemos recentemente. Meu sogro, que é muito gente boa, veio nos visitar e fizemos um ïntensivão" Região dos Lagos. Queríamos lhe mostra o máximo possível em um fim de semana. Em todos os nossos passeios minha filhinha, com 1 ano e 4 meses, e seu priminho querido, de 3,5 anos estavam presentes. Se comportaram bem e curtiram muito. No meu blog http://filhinhosdamamae.blogspot.com.br tem relatos de várias viagens com bebês. 6a feira: Cabo Frio Apesar de ter muitas praias excelentes, como as Praia das Conchas e a Praia do Peró, minha preferida é justamente a de mais fácil acesso, no centro de Cabo Fio: a Praia do Forte. É enorme, tem um calçadão bonito e a faixa de areia mais deliciosa que já vi. Aquela areia branquinha, sedosa, bem fininha e macia. Uma delícia. Neste fim de semana o clima estava perfeito. Nem ventando forte, a coisa mais comum na região, estava. Chegamos por volta das 15h e a praia estava uma piscina. Verdinha e limpa, formando aquele imenso espelho d'água na areia. Minha fofinha e seu priminho brincaram muito. Além da praia tem a feirinha de artesanato, que infelizmente é cada vez menos artesanal. Muitas bugingangas manufaturadas. Perdeu muito o charme que já teve. Mas ainda é legal. Ao redor da área do Hotel Malibu tem vários bares, com badalação à noite. Outro point de restaurantes e balada noturna é o canal. Outro ponto turístico, pelo menos para a mulherada, é a Rua dos Biquínis, fica do outro lado desta ponte que atravessa o canal na foto acima, no bairro da Gamboa. Muitas lojas de roupas de banho que alegram as compradoras. Sempre encontro boas coisas por lá, mas dessa vez o passeio tinha um número muito grande de homens que, infelizmente, se uniram impediram minha parada aqui. Fui vencida. D2 - Sábado - Arraial do Cabo Hoje o dia começou cedo. Ás 9:30 estávamos no cais, dessa vez fizemos um passeio de barco. Levei bonés, protetor solar, água, biscoitos, sucos de caixinha, frutas picadas (banana, maçã e pêra), papinha e mamadeira. Perrengue zero com nossos pequenos. Estacionamos o carro perto da Praia dos Anjos e pegamos um barco que nos levou à Praia do Atalaia (dá para se chegar de carro ao morro do Atalaia, que tem uma vista maravilhosa), depois nos levou à Ilha do Farol, que já foi eleita como a praia mais perfeita do Brasil. É protegida pela Marinha e o acesso só se dá por mar. Água transparente e calmíssima. Uma delícia. Voltamos à Praia dos Anjos e pegamos o carro. Uma outra vez que fiz um passeio parecido, tivemos a sorte de ter o barco acompanhado por golfinhos. Uma família enorme, super exibida que não cansava de saltar. Foi demais. Dessa vez só vimos algumas tartarugas, mas o passeio foi ótimo. Fomos em direção à Praia Grande, e o Sol já começava a se pôr. Aquele visual era mesmo de matar... lindo demais. Para nossa felicidade estava acontecendo o Festival Anual da lula naquela semana. Várias tendas com restaurantes improvisados ofereciam lula, peixes e camarões frescos feitos na hora. Comemos bastante. Minha linda comeu tanto camarão que fiquei com medo. Mas não passou mal, pelo contrário. Estava exausta. Brincou tanto que ao chegar em casa tive que dar banho nela quase dormindo. Só acordou no outro dia toda coradinha e feliz da vida. D3 - Domingo - Búzios Búzios é mesmo um balneário muito atraente e charmoso. Mas não gosto de ir aos feriados. Fica lotado demais (como toda a Região dos Lagos). Neste dia estava ótimo. Fácil de estacionar. Passamos pela Praia do Geribá e fomos à Rua das Pedras. Adoro ver as lojinhas. A Orla Bardot também é bem bonita. Tem vários passeios de barco, que levam a praias bem legais. Gosto bastante das praias Azeda e Azedinha, Ferradura e João Fernandes. Dessa vez fomos apenas à Geribá, a mais badalada. Almoçamos no restaurante Don Juan e partimos de volta para casa. Curtimos muito esse fim de semana! Família, Sol, praia, crianças felizes, boa comida... Bom demais!! [linkbox]http://filhinhosdamamae.blogspot.com.br[/linkbox]
  3. Demorei tanto tempo para conhecer uma cidade que estava tão perto... e me apaixonei à primeira vista. Parati é uma graça, pena que ficamos tão pouco tempo; só deu mesmo para ficar com aquela vontade de quero mais. Mas aproveitamos bem nossa estadia. Tive dificuldades de inserir as fotos. Deixei no meu blog o relato dessa viagem ( e outras com nossa bebê de 1 ano) com fotos. http://filhinhosdamamae.blogspot.com.br/2013/03/parati-amor-primeira-vista.html Ficamos no Paraty Bungalows . Um lugar confortável e estiloso, com uma piscina ótima e um quarto excelente, bem grande, arejado... uma Jacuzzi branquinha e uma ducha fortíssima no banheiro. Fica a pouco mais de 1 Km do centro histórico. Chegávamos em 2 minutos de carro. Gostamos bastante. Viemos do RJ, pela Rio Santos, a estrada é bem sinuosa e tinha alguns pontos com obra. demoramos pouco mais de 4 horas para chegar (e voltamos em 3,5h). Dica: Na entrada da cidade tem um posto de informações turísiticas. Passe lá ao chegar. O que fizemos e adoramos: •Passear no Centro Histórico - lindo demais. Na Igreja principal, na noite de 6a passamos bem na hora que um coral se apresentava. Bem bonito. As ruas todas de pedra, cheias de restaurantes e lojinhas são um encanto. Mas esteja preparado: calçado confortável, de preferência tênis, e se estiver levando um filhote: força na coluna para aguentar ele no colo. Carrinho naquelas pedras não rola. Nossa filhinha, agora com 1 ano e 4 meses, teima em andar sem dar as mãos. Confesso que isso deu trabalho. Tínhamos que nos dobrar (literalmente, já que tínhamos que ficar curvados para tentar proteger a pequena das quedas) para chegar de um ponto ao outro. •No Centro, bem pertinho da Igreja, em frente à Praça, conhecemos uma comida muito boa: no Miracolo. Bem italiana. Estivemos em Roma há alguns anos e o sorvete que provamos aqui eram bem parecidos, principalmente o de morango. Pedimos um espagueti com molho de camarão. Bom demais. O dono do restaurante, sr. Roberto, foi muito simpático, nos contou várias coisas sobre a Itália; vive em Parati há 3 anos e disse que trabalha com comida há 40. Um local simples, com uma comida muito boa e por um preço legal (a macarronada bem servida para 2 + sucos naturais + sorvetes = 70 Reais). Recomendo fortemente. Além do mais fica bem na praça, que é uma delícia. Mesmo todo o redor fervendo pelo sol escaldante, a pracinha arborizada estava ali, fresca e com seus bancos convidando para um período de preguiça. •Alugamos um barco para conhecer algumas praias (na imensidão de praias espetaculares da região). Não quisemos fazer um dos passeios tradicionais, os mais curtos duravam 5 horas, não sabíamos como ela se comportaria em um barco. Essa escolha foi ótima. Parávamos onde queríamos, pelo tempo que queríamos. Pelo preço de 50 Reais/hora acho que o investimento valeu. O comandante do barquinho nos levou à praia do Jurumirim, onde há várias tartarugas. Paramos para uma bebida na praia do Engenho e seguimos para um mergulho com um mundo de peixes, na Ilha do mantimento. Na praia vermelha tem outro aquário natural, este com mais de mil peixes. Bem legal. •Fomos à Fazenda Murycana (5 Reais a entrada). Fica a uns 15 min da cidade, indo pela Estrada Paraty-Cunha. Muito linda. Não percorremos muito da propriedade, mas para nós valeu à pena. É uma típica fazenda do sec XVII; uma sala com muita relíquia da época e todo o local cheio de antiguidade. Tínhamos voltado da praia e amei levar minha bebezinha para tomar banho na queda d'água. Aquela água fresca e clarinha, caia de uma altura considerável. Minha bebê não se intimidou; no meu colo entrou na água e se divertiu muito. Saímos de alma lavada. Ela também adorou ver o monte de gansos, patos e galos que estavam por lá. Almoçamos no restaurante da fazenda. Enquanto esperávamos, molhávamos os pés em um riacho logo atrás do restaurante. Papai aproveitava as provas de cachaça e licores produzidos na fazenda (comprou alguns). No cardápio, tudo tipicamente gordo. A especialidade parecia ser o leitão a pururuca; escolhi um contra filé com arroz, feijão e fritas. Muito bom. Um pratão super bem servido. Comemos muito bem. Para fechar com chave de ouro: na Casa Grande, provamos um café preparado por uma senhora que era uma graça, em um fogão à lenha da época de D. Pedro e adoçado com rapadura. Soube que algumas áreas estão desativadas, como a parte da tirolesa. Não fomos às cachoeiras da propriedade (acachoeira do tobogã fica perto), só na queda dágua mesmo. Mas adoramos. •Outro restaurante que gostamos muito foi o Thai Paraty . Amamos comida tailandesa. Somos fãs de carteirinha do Nam Thai aqui do RJ, mas o de Parati não ficou para trás. Pedi um camarão ao curry com abacaxi (muito picante! Delicioso!) e meu amado escolheu um macarrão tailandês com camarão sem pimenta para poder dividir com nossa filhinha. Foi a primeira vez que ela provou camarão. Adorou. O serviço foi ótimo, o lugar arejado, simples mas bem estiloso. Na entrada do restaurante uma hortinha onde o chef pessoalmente foi colher ingredientes fresquinhos para nossos pratos. Não fizemos... •Não fomos, mas perto da fazenda Murycana tem um restaurante que dizem ser muito bom para quem tem crianças por ter uma área verde linda e fontes de água, o Restaurante Villa Verde. Fica para nossa próxima visita a Parati. Assim como a cachoeira do tobogâ, que também fica perto. •Praia do Corumbê; em direção a Jabaquara. Dizem que é muito boa para crianças, por ser bem calminha e por ter um lago de água natural da cachoeira. Além de ter quiosque com boa comida (Cheiro de camarão). •Passeio de charrete pelo centro histórico. Não fizemos porque fiquei com pena dos cavalos. Imagino que não deve ser nada fácil andar por aquelas pedras puxando peso... •Muitas praias, cachoeiras e restaurantes indicados... Fiquei apaixonada pela cidade. Não vejo a hora de voltar...
  4. E aí, Ramon? A viagem aconteceu? Dê notícias... eu coloquei várias dicas práticas de viagem para Europa que fizemos qd nossa filhinha tinha 5 meses: http://filhinhosdamamae.blogspot.com.br/2012/10/europa-com-bebe-de-5-6meses.html que podem ajudar os pais mochileiros, mas estamos planejando outra quando ela estiver 1,5 ano e estou procurando todos os relatos para me preparar para essa nova aventura. Abraços.
  5. Oi Gustavo, desculpe a demora. Não passamos nenhum perrengue não. Só mesmo ficar atento no Paraguai (bom, vc também é do Rio, já somos acostumados a andar sempre atentos, infelizmente) e conversar com o pediatra sobre remedinhos para leva (SOS) e tentar saber os locais onde podem procurar por atendimento médico de emergência (provavelmente não terão nenhum problema, mas é bom estar bem previnido. Viajar com um bebê só exige um pouco mais de cuidado na programação, mas é bom demais). Acho que essa é uma idade ótima pra viajar, o bebê é mais tranquilo, não estranha, fica quietinho no colo, só mama... no link do blog que fiz, coloquei dicas práticas da viagem q fizemos pra Europa que podem ajudar para outras viagens (por ex: bagagem e agradando o bebê), dá uma olhada: http://filhinhosdamamae.blogspot.com.br ... meses.html . Abraços para vc e para suas meninas. Boa viagem pra vcs, depois coloca o relato!
  6. Marcos, estou precisando de ajuda. Quero chegar de Gênova a Nice, na França. Procurei nos sites (Raileurope, Trenitalia...) e não encontro passagem direta, mas vi vários relatos (não aqui) onde as pessoas dizem que há trens diretos; pelo que entendi eu precisaria ir de Genova a Ventimiglia e de lá pra Nice. É isso mesmo? Estarei com um bebê e preciso da menor rota de trem possível. Muito obrigada.
  7. Tenho me esforçado em relatar nossas viagens. Sempre procuro ajuda por aqui e espero poder contribuir para que os pais continuem viajando, e passem esta paixão a seus filhos. No meu blog http://filhinhosdamamae.blogspot.com.br/ deixo algumas dicas de viagem com bebês (Europa - http://filhinhosdamamae.blogspot.com.br/2012/10/europa-com-bebe-de-5-6meses.html , resort em Buzios: http://filhinhosdamamae.blogspot.com.br/2012/10/resort-em-buzios-bebe-com-3-meses-um.html e Itatiaia http://filhinhosdamamae.blogspot.com.br/2012/10/itatiaia-primeira-viagem.html ) e muito mais. • 30/05/2012 - Dia 1 FOZ Fomos pela TAM, partindo do Galeão. Um vôo bem tranquilo. Em menos de duas horas estávamos lá. Nos esperando estava o transfer do hotel, muito bom. Bella Itália. Deixei um comentário no Trip Advisor: http://www.tripadvisor.com.br/Hotel_Review-g303444-d648564-Reviews-Hotel_Bella_Italia-Foz_do_Iguacu_State_of_Parana.html. Chegamos, dei uma papinha de potinho para a filhinha, troquei a fraldinha, acomodamos as coisas no quarto e fomos almoçar em um shoppinga ali perto. Lá dentro tem um mercado Mufato, onde compramos agua mineral, suco orgânico para a pequena e alguns belisquetes para nós. Na recepção do hotel tem uma agência de viagens (Loumar Turismo) que faz vários passeios. Nos falaram de um para o Paraguai à noite, para um shopping. Era 10 Reais/pessoa para ir e voltar. Descansamos um pouco no quarto e descemos para ir ao Paraguai. Fomos contra o fluxo. A ponte da Amizade toda parada para o outro lado. Mas lá as coisas fecham cedo. Parece que esse era um dos únicos Shoppings abertos. Não gostamos. Poucas opções, tudo meio caro. Voltamos ao hotel, lanchamos no quarto mesmo. • Dia 2 - 31/05/2012 Acordamos e tomamos um café da manhã MARAVILHOSO. Melhor que de muito 5 estrelas. Demos frutinha para nossa fofinha. Fomos ao Paraguai. Queria mesmo conhecer de dia. Fomos com a empresa de turismo (durante o dia o passeio era 40 Reais/pessoa). Levamos as coisas do bebê na mochila, ela no canguru e fomos nós. Se você acha a Uruguaiana no Centro do Rio ou a 25 de março de SP bagunçada, você não viu nada... seguranças nas lojas com espingardas. Tudo meio sujo, barulho, musica ruim... uma bagunça. Meu amor queria ver um treco para o Xbox dele e acabamos nos metendo numas ruas secundárias, ainda mais bagunçadas. Feio, muito feio. Mas compramos uma câmera com um preço bom (na Sony - tem ótimas lojas no meio da bagunça). Tem um shopping lindo, Monalisa, que poderia muito bem estar em Londres ou NY sem fazer feio. Mas os preços lá eram padrão do nosso Shopping Leblon. Acabamos comprando muito pouca coisa. Só algumas roupinhas na Chicco, uns shampoos e maquiagens. Em uma das ruas principais, enquanto aguardávamos para fechar o sinal, uma mulher tentou mexer na mochila (bem, só ia achar fraldas). Todo cuidado é pouco. Dica óbvia: evite comer por lá, água só com gás para ter certeza que é industrializada. Voltamos e queríamos conhecer uma churrascaria. Fomos à Bufalo Branco http://www.tripadvisor.com.br/Restaurant_Review-g303444-d1142897-Reviews-Bufalo_Branco_Churrascaria-Foz_do_Iguacu_State_of_Parana.html. Boazinha, mas nada que se compare ao nosso Porcão (mas tenho que reconhecer, o preço era bem menos salgado também). Tentamos dar uma volta (taxi) pelo centro de Foz, mas não percebemos muito o que ver por lá... voltamos para o hotel para descansar. • Dia 3 (01/06/2012) Acordamos, tomamos café da manhã e fomos em direção ao Parque Nacional do Iguaçu, para conhecer as maravilhosas cataratas. Eu tinha comprado os ingressos antecipadamente pelo site do Itau, que dá 50% de desconto http://www.ingressocomdesconto.com.br/ vi na previsão que este seria o dia mais ensolarado da nossa estadia. Tudo programado! E foi mesmo. Ceu azul e solzão. A agência de turismo levava e trazia cada hóspede por 45 Reais, mas nós resolvemos ir de ônibus. Tinha um ponto bem perto do hotel. Pegamos um que nos deixou no terminal, onde havia a conexão com um que ia para as Cataratas (total: 2,35 Reais/pessoa). Chegamos bem. Lá trocamos nosso voucher pelo ingresso e pegamos o ônibus. Fomos no andar superior sentindo o ventinho e cheirando aquele verde. O parque é mesmo muito lindo. Muito bem cuidado. Eu tinha pensado em tomarmos o café da manhã no famosíssimo hotel das Cataratas (já que ficar hospedado lá está fora denosso alcance, no momento - liguei e, se me lembro bem, o café da manhã era por volta dos 6o Reais/pessoa. Dizem que a vista é ótima) http://www.hoteldascataratas.com.br/web/ogua_pt/hotel_das_cataratas.jsp, mas o café do nossó era bom demais para pagarmos outro por fora...deixamos para uma próxima. Como estava dizendo, tudo é bem limpo e conservado. A trilha para chegar às cataratas é tranquila. Bem sinalizada e fácil. Só é mesmo ruim para quem tem dificuldade de locomoção. Com nossa bebê no Ergobaby, o melhor canguru que já vi, fizemos a trilha rapidinho. Aí chegamos. Em um dia de sol lindo tivemos arco-íris de brinde. Minha filhinha parecia tão impressionada quanto eu (papai já conhecia). Parada para mamadinha e logo ela estava lá, maravilhada com as quedas das águas (meu amor disse que quando ele foi estavam muito mais exuberantes, o pessoal disse que estava em um período de seca... eu já achei deslumbrante desse jeito)... ainda bem que conheci esse lugar. Realmente não poderia morrer sem ver esse espetáculo da natureza. Ficamos um bom tempo por lá. Tínhamos pensado em ir também ao lado argentino na manhã do dia seguinte... mas vimos que tinha que caminhar mais e nos demos por satisfeitos com nosso lado brasileiro, além do mais ficaria caro para irmos com um mínimo de conforto. Voltamos para o hotel de taxi (40 Reais), estava muito quente e eu não queria esperar o ônibus (que não tem ar condicionado - é busão mesmo). Almoçamos no restaurante do hotel, ficamos um pouco na piscina e fomos para o quarto. Vimos TV, dormi agarradinha com minha fofinha (toda feliz da vida - mimir na cama com o papai e a mamãe é exceção! Só durante as viagens...). Acordamos e eu queria conhecer um restaurante que fica relativamente perto do Hotel, o Vó Bertila (http://www.tripadvisor.com.br/Restaurant_Review-g303444-d2331967-Reviews-Vo_Bertila-Foz_do_Iguacu_State_of_Parana.html). Comidinha tipo caseira muito gotosa. Um ambiente todo lindo, decorado como se fosse a casa da vovó. Minha linda ficou quietinha no carrinho (levamos o Maclaren). • Dia 4 (02/06/2012) Fomos conhecer a Usina de Itaipu. Também comprei o ingresso com desconto. http://www.ingressocomdesconto.com.br/. Queria muito fazer o passeio que inclui a visista às dependências da usina, mas não pude. Esse passeio não pode ter menores de 14 anos. Fizemos o tour de vista panorâmica. Gostei bastante. É mesmo uma pérola da engenharia. Simplesmente gigantesca. Fiquei muito satisfeita de saber que tudo lá e meio a meio. Metade dos empregados são brasilheiros, metade são paraguaios; metade da energia é nossa, metade é deles, tem dois diretores - um brasileiro e oturo paraguaio... sempre morri de vergonha da Guerra do Paraguai. O Brasil é muito responsável pelo atraso daquele país. Me senti menos desconfortável ao saber que as coisas funcionam assim. Nós fomos de taxi (40 Reais para ir e 40 para voltar), fechamos com um taxista que nos levou e nos pegou depois da visita. Ele nos levou para conhecer a Mesquita muçulmana. Nunca tínhamos entrado em uma antes. Fomos muito bem recebidos. Bonia de verdade. Me senti bem lá. À noite fomos para a noite italiana, um jantar que o hotel que estávamos oferece. Muito bom. Adoramos a comida. Assim fechamos a viagem. No dia seguinte cedinho partimos de volta para nossa casinha. Voltamos tão bem quanto fomos. Foi uma viagem ótima. Minha fofinha se comportou muito bem!
  8. Deixei dois relatos de viagens curtinhas para Itatiaia e Búzios, no RJ. Confira no meu blog. Itatiaia - bebê com 2 meses de idade: http://filhinhosdamamae.blogspot.com.br/2012/10/itatiaia-primeira-viagem.html Buzios - bebê com 3 meses de idade: http://filhinhosdamamae.blogspot.com.br/2012/10/resort-em-buzios-bebe-com-3-meses-um.html
  9. Parabéns, Sandro. Bem legal seu relato!! Vi que vc também gostou do hotel de Amsterdam... ficou pouquinho tempo, não é? Eu fiquei apaixonada pela cidade. Legal demais ver seu relato, é engraçado como revivemos os lugares que passamos ao ler... já estive em Roma, mas ainda não conheci Veneza; já catei várias dicas por qui. Tá arquivado! Vi q vc vai ter um baby... Parabéns e boa sorte para vocês 3!. Vou tentar me manter relatando as viagens que faço com minha pequena para animar mais e mais pais a viajarem com seus filhotes. Parabéns pelo relato. Amei!
  10. Oi Marcelo. Dei uma olhada no seu relato da Europa. Muito bom!! Parabéns! KKKKKK! Coragem é questão de ponto de vista; eu sou uma mãe de primeira viagem encantada com a maternidade, pode ser que daqui a pouco essa emplogação avassaladora se acalme, mas por enquanto coragem pra mim é viajar sem a pequena... acho que eu não relaxaria. Depois deixa as dicas de Beto Carreiro World, certamente irei usá-las em um futuro não tão distante. Abraços.
  11. Que bom que você gostou. Parabéns pela gravidez! Eu também viajei grávida de 5 meses. Foi bem tranquilo. Passamos 11 dias em NY. Vou tomar vergonha e postar... Vc vai ver, viajar com um bebê também tem seus encantos. Cemecei indo para lugares próximos, pra ver como ela se comportava (e nós!). Moramos no Rio, quando ela fez 2 meses fomos para Itatiaia, para uma pousadinha com all inclusive, aos 3 meses fomos para um resort em Buzios, aos 4 meses fomos para Maringá, no Paraná, aos 5-6 meses fomos pra Europa... É só questão de adaptação, vocês ao bebê e o bebê a vocês. Boa sorte para vocês!
  12. Sempre prometo pra mim mesma que vou postar meus relatos, dessa vez resolvi deixar a preguiça de lado e tentar contribuir um pouqinho (eu que tanto já me aproveitei dos relatos alheios). Sempre procuramos provar a gastronomia dos locais que visitamos; eu gosto muito de culinária e sempre tento pesquisar lugares para conhecer. Também sempre procuramos é um hotel bem posicionado. Não acho que vale a pena economizar em detrimento de localização; para nós luxo é mesmo desnecessário, mas nos damos ao direito de gastar em situações que consideramos que possam ser experiências de vida. Dessa vez tive mais afinco para relatar pois imagino que possa contribuir para que pais se animem a se manter viajando, apesar do surgimento de filhos em suas vidas. Viajamos com nosso bebezinho, que na época ia completar 6 meses. Foi a melhor coisa que fizemos. Nessa época ela ainda não engatinhava e era fácil mantê-la onde queríamos. Além disso, ainda estava em aleitamento materno exclusivo, o que facilitou bastante. Ela não sofreu nada. Não teve uma assadura, não ficou resfriada, ganhou peso normalmente... nós três nos divertimos muito e fortalecemos nossos vínculos de cumplicidade . Meu amor e eu nos adequamos à nossa nova realidade como pais e relaxamos. Foi uma viagem muito boa. Estou montando um blog, coloquei algumas dicas práticas (como p. ex: bagagem) da minha experiência de viajar com um bebê para tão longe. Confira: http://filhinhosdamamae.blogspot.com.br/ 23/04/2012 - Vôo RJ – Frankfurt – Amsterdam. Conseguimos comprar as passagens Rio-frankfurt e Paris-Rio por pontos pela TAM. Só pagamos a passagem Frankfurt-Amsterdam (KLM). Alugamos um bercinho (Bassinet), que fica preso à barreira logo em frente aos assentos conforto (custa 100 dólares/ trecho. Garante o direito da mãe de seu acompanhante ficarem em assentos conforto). Para nós foi dinheiro jogado fora, Helena se recusou a ficar lá dentro, se colocássemos, ela acordava na hora. Serve para bebês até 10 kg. Mas na época ela estava com quase 6 meses e 7 kg, e já ficou bem justinho. Nosso voo foi cansativo, mas tranquilo. Ela só dormiu mesmo no colo, mas não chorou, foi muito bem. Tanto que na volta não reservamos o bercinho. 24/04/2012 - D1 - Amsterdam Chegamos a Amsterdam à noite (5 horas de a mais em relação ao Brasil), pegamos um taxi (45 euros) e chegamos ao nosso hotel (The Bridge Hotel) - muito bom, por sinal: uma vista linda (ficamos no primeiro andar, de frente para o canal), com café da manhã muito bom incluído na tarifa e um staff extremamente competente e solícito (http://www.booking.com/hotel/nl/bridgeams.en.html ). Descarregamos as coisas e fomos jantar em um restaurante argentino próximo à Rembrandplein. Tomamos um jarro da deliciosa cerveja holandesa (no meu caso, só dei umas bicadas, estava amamentando, mas meu amor se fez) e um imenso bife. Muito bom. Merecíamos depois de tantas horas de viagem e comida de avião. 25/04/2012 – D2 - Amsterdam Passamos pelo mercado de pulgas de Waterloo. Bem legal. Para quem quer comprar casacos para o clima europeu (de segunda mão, mas muitos em ótimo estado) dá para garimpar coisas muito boas com bons preços. Não era o nosso caso. Só olhamos e compramos umas coisinhas pequenas. Partimos em direção à Dam. Estava bem animada, admiramos a beleza da arquitetura das construções ao redor e fomos à famosa Bijenkorf, a imensa loja de departamentos de Amsterdam. Compramos umas coisas bem bonitinhas para casa, trocamos o bebê, tem uma lanchonete maravilhosa, compramos várias comidinhas para levar. Dali fomos dar umas voltas e comemos as clássicas batatas fritas. Estávamos um pouco cansados e o tempo meio fechado. Voltamos ao hotel para dar uma relaxada, banho no bebê e coisa e tal. Voltamos para as ruas e pegamos um daqueles barcos todos fechados de vidro e fomos conhecer a cidade pelo ângulo dos canais. É bem legal, ver as fachadas iluminadas valeu a pena. Compramos uns lanchinhos e voltamos para o hotel. Helena e eu ficamos lá de bobeira e papai foi dar umas voltas para conhecer alguns coffe-shops. 26/04/2012 – D3 - Amsterdam Acordamos, tomamos um excelente café (demos bananinha amassada pra Helena – era o dia que completava 6 meses! A primeira comidinha da vida) e fomos de tram para a Leidsplein. Dali caminhamo até o Distrito dos Museus. Tiramos várias fotos no I’amSterdam e caminhamos até a feira de rua Albert Cupmarket. No caminho, um doceria perfeita!!! A feira é muito legal. Voltamos andando para o hotel, paramos em um parque no caminho (pit stop para mamadinha e troca de fraldas). Papai ficou com a Helena no hotel e mamãe foi passear. Fui em direção à Dam, vi vários prédios históricos, admirei a arquitetura, comprei alguns shampoos ótimos em uma farmácia e maquiagem na Ici Paris. Já estava noite quando cheguei ao hotel. Acabamos enrolando um pouco e saímos pra jantar, mas estava tudo fechado, 22h é muito tarde por lá; nosso fuso ainda estava meio doido. Só nos sobrou a alternativa de ir ao Mc Donalds. Escolhi um Mc Kroket para provar. Cruz credo!! Horrível! Só uma mordida, o resto foi para o lixo. Tristeza... 27/04/2012 – D4 – Keukenhoff Garden - Amsterdam. Acordamos cedinho, pegamos um tram até a Leidsplein e de lá pegamos um ônibus para o aeroporto. Lá comprei a passagem para Leiden e finalmente estávamos no maravilhoso Keukenhoff Garden. http://www.keukenhof.nl/en/477/entrance.html Ficamos metade do dia lá (mas se for ver com calma, um dia é pouco). É impressionante, cada flor mais incrível que a outra.Fomos bem no auge do florescer das tulipas. O dia estava lindo. Tinha ouvido que não era bom ir aos fins de semana por se muito cheio. Fomos na sexta, estava movimentado, mas sem problemas. Descemos em Leidsplein e fomos comer em um restaurante que li em um guia, especializado em frutos do mar. The Oesterbar. Simplesmente a pior comida do mundo!!! (fiz questão de deixar meu testemunho – classificação: horrível - no trip advisor: http://www.tripadvisor.com.br/Restaurant_Review-g188590-d696919-Reviews-De_Oesterbar-Amsterdam_North_Holland_Province.html) Só de lembrar disso me dá raiva, 70 euros jogados no lixo. Resolvemos que faríamos o mesmo percurso do dia anterior, relaxamos no lindo gramado próximo ao Museu Van Gogh e passamos pela feira Albert Cupmarket, comemos uns rolinhos vietnamitas e deliciosos Stoopwafles, feitos na hora, quentinhos com caramelo derretido... por 10 euros tivemos uma refeição infinitamente melhor que àquela que tentamos comer no restaurante. Fiquei no hotel com a Helena e o Jr foi dar umas voltinhas, conheceu o Red District – A rua das meninas nas vitrines . 28/04/2012 – D5 Amsterdam. Dormimos até um pouco mais tarde, e fomos para o lendário Museu VanGogh. Fila gigantesca! Nesse dia estava um pouco frio, por volta de 6 graus. Pela primeira vez me senti invejada por estar acompanhada de um bebê de 6 meses em Amsterdam!! Tínhamos comprado os ingressos com antecedência pela internet, mas todos que estavam na fila também tinham feito o mesmo. Não dava pra acreditar. Mas ahan, ahan, nós tínhamos um bebê. Passamos na frente de todos, que nos olhavam com aquele brilho de inveja. Bom, o museu tem obras maravilhosas. Não só do Van Gogh. Amamos. Mas estava meio cheio, não sei se em algum dia da semana ele fica mais vazio. Ficamos um tempo naquele gramado maravilhoso logo atrás do Museu. O tempo estava fechando ia começar a chover logo e fomos comer em um restaurante chamado Bodega Keyser (Van Baerlestraat, 96), que fica bem pertinho do ConcertBow. Aí sim. Um tradicional restaurante holandês com uma comida maravilhosa. Indico fortemente. A chuva parou e partimos para o Jordan. Passamos pela Casa de Anne Frank, pela WesterKerk, pelas casas-barcos, andamos tranquilamente pelas ruas do bairro, que é bem lindinho. Fomos parar em uma deliciosa sorveteria chamada Jordino (Haarlemmerdijik 25). Que era aquilo? Sorvete perfeito. Compramos alguns bibelôs (como um porquinho alado prateado) para casa, compramos umas guloseimas em lojas de chocolate (J.G Beune - Haarlemmerdijik 156). Passamos pelo famoso pub t'Arendsnest (Herengracht 90 ), - Dica do super blog do Ducs (http://www.ducsamsterdam.net/muito-alem-da-heineken-os-melhores-lugares-para-tomar-cerveja-em-amsterdam-e-holanda/). Mas não entrei, fiquei com a Helena em umas mesinhas do lado de fora em um restaurante ao lado, onde tomei um suco - sacrifícios da maternidade. Faz parte... O jr teve dificuldade de escolher entre tantas cervejas e escolheu algumas aleatoriamente. Gostou muito. 29/04/2012 – D6– Maastrich e Amsterdam. Neste dia acordamos bem cedo, nem deu tempo de tomar café, tínhamos que pegar um trem às 7 horas. Fomos de metrô para a Central Station e compramos passagem para Maastrich (22 euros/pessoa – 2ª classe). Temos um tio que mora lá. Após 2 horas (muito confortável!) chegamos e o tio estava nos esperando; sinceramente fui surpreendida. Fiquei apaixonada! Monumentos e locais maravilhosos! Conhecemos a Igreja da Estrela do Mar, que tem mais de 1000 anos. Toda construída com pedras do antigo Império Romano. Simplesmente maravilhosa. O interior também é muito bonito. Com imagens impressionantes. É uma cidade universitária linda, cheia de verde e lojas muito legais (ouvi dizer que os europeus ricos fazem compras lá), e restaurante bons (com preço melhor que em Amsterdam). A cidade é demais. Vibrante, antiga, aconchegante, escultural, linda. Depois de um maravilhoso almoço (aspargos) e uma cerveja perfeita, provamos o melhor sorvete que já comi (e olha que já estive em Roma), na Via Luna. Passeamos longa e demoradamente pelo parque, conhecemos a Porta do Inferno, nos despedimos do tio e pegamos o trem de volta para Amsterdam. Descemos na Central Station e passamos pelo famoso bairro da luz vermelha. Preferi passar rapidamente para não me sentir tão culpada de expor meu bebê àquele tipo de ambiente com moças de lingerie nas vitrines, mas em momento nenhum me senti ameaçada ou insegura. Muitas mulheres na rua e pessoas que só estavam ali mesmo por curiosidade. Bom, evento ticado da minha lista. Voltamos andando pela rua das compras (Kalverstraat) comemos em um restaurante árabe muito bom (com 24 euros nós dois comemos muito bem, com bebidas, sobremesa e café - uma verdadeiro achado!). Continuamos andando pelas ruas muito movimentadas, afinal era véspera do feriado mais importante de Amsterdam: O Dia da Rainha. 30/04/2012- D7 - Amsterdam e Bruxelas Acordamos cedo para arrumar as malas; tomamos banho, café e agendamos um taxi. Deixamos as malas em uma salinha do hotel e fomos passear. O sol estava bem forte, estava quente mesmo (até para os padrões cariocas). As ruas e os canais estavam lotados de pessoas vestidas de cor laranja. A cidade estava muito animada, pelo caminho recebemos camisetas e chapéus laranja. Vestimos para entrar no clima. Por uma sorte conseguimos embarcar em um dos barquinhos (tipo bateau) e fomos curtir a festa como fazem os holandeses, de dentro dos canais. A volta de 1 hora foi muito animada. Tinha muita música e agitação. Algumas cervejas e rolinhos vietnamitas depois, após andar muito, voltamos para o hotel e fomos para o aeroporto (40 euros). Chegamos lá, com as passagens já compradas (comprei no http://www.raileurope-world.com/Brasil ) para Bruxelas , e o trem partiu - pontualíssimo!! Fomos no conforto do trem da Thalys e em pouco mais de 1 hora estávamos em Bruxelas. Tínhamos separado uma mala pequena, para apenas três dias, e guardamos o restante das malas em um locker automático na estação (4 euros/24 horas). Como partiríamos para Paris dali, pegaríamos ao sair da Bélgica. Assim ficamos bem mais leves. Da estação (Gare Du Midi) nos posicionamos e conseguimos pegar um metrô. Deixamos as coisas no hotel – Novotel toir Noire (Foi 99 euros - hotel grande de rede, limpo e funcional, sem atendimento personalizado, mas o checkin e check out foram rápidos, quarto limpíssimo e muito novo, net boa, perto da Grand Place, mas café da manhã muito caro -20 euros - http://www.booking.com/hotel/be/novoteltournoire.pt-br.html?label=gog235jc-hotel-en-be-offgrandplace-nobrand;sid=f32f735fbc3d3d16e406f77cd63cd76d;dcid=2 ), trocamos a fraldinha da nossa menininha, dei mamar e fomos conhecer a cidade. A Grand Place é realmente deslumbrante. Ainda era dia e ela estava demais. Dali fomos para ruazinhas atrás, cheias de restaurantes. Tínhamos um destino certo: Chez Leon! Ouvi falar muito bem dos mexilhões e fritas (moules-frites). Um movimento louco, com fila para sentar. Conseguimos uma mesinha e valeu a pena! Pedimos um prato de mexilhões gratinados com queijo e cerveja para acompanhar. De entrada: Chicons au gratin (endívias gratinadas). Simplesmente delicioso! Fomos andando e comprei de sobremesa um delicioso Waffle com muita calda de chocolate na Leonidas, aquela famosa chocolateria. Fomos ver o clássico bonequinho Maneken Pis (Dizem que no século XVII um menininho de 3 anos desapareceu no rigoroso inverno belga, e quando todos achavam que estava morto, foi encontrado pelado fazendo xixi no que era uma fonte. Em datas comemorativas costumam vestir o bonequinho, mas dessa vez ele estava pelado mesmo). Já era noite e a Grand Place estava ainda mais linda. Chez Leon! Compramos muitos chocolates de presente (estou em frente à deliciosa loja de chocolates Mary, carésima, mas deliciosa! Aí comprei só dois pequenininhos...) e cerveja para meu amor e voltamos para o hotel. O quarto no Novotel. Tinha uma banheira. Apesar de pequeno, era muito limpo e funcional. Perfeito para uma estadia curta. 01/05/2012 – D8- Bruxelas – Bruges Depois de uma boa noite de sono, arrumamos as coisas e fomos visitar a piscina do hotel. Nosso bebê amou. Muita água morna. Bem legal. Pegamos as coisas, tomamos um delicioso café no Paul, com croissant belga e chocolate. Deixamos nossa mala em um locker automático na Central Station de Bruxelas e vimos que havia trem para Bruges a cada meia hora, não compramos com antecedência. Dali andamos até o Centre Belge de La Bande Dessinée ( o museu do Tintim). O prédio é bem bonito, estilo Art Nouveau, projetado por Horta. Meu amor, que é designer, queria muito conhecer e gostou bastante. Confesso que achei um pouco caro, 8 euros. O que amei mesmo foi a lojinha do museu. Muita coisa linda do Tintim e dos Smurffs. Bem perto da Grand Place há uma lojinha com artigos do Tintim, com preços praticamente iguais aos do Centre Belge. Fomos conhecer uma igreja que eu tinha ouvido falar: A Cathédrale dês Saints Michel et Gudule, construída a partir do século XIII. Homenageia uma santa local, Santa Gudula que, segundo a lenda, teria enganado o Diabo No século VIII. É uma construção realmente linda. Dizem que à noite é ainda mais bonita, mas não tivemos a oportunidade de conferir. Dali voltamos para a Grand Place. Tiramos muitas fotos. Eu tinha dicas de vários restaurantes bons ali perto, mas gostamos tanto do Chez Leon que não conseguimos evitar. Dessa vez pedi para mim um balde de mexilhões cozidos no próprio sumo e meu amor pediu um prato de mexilhões a parmegiana. Perfeitos!!! Fomos à Central Station, pegamos nossa mala, compramos a passagem para Bruges (12 euros/cada) e 1 hora depois chegávamos à cidade onde o tempo parou. Da estação pegamos um ônibus e chegamos ao hotel (na verdade, um pequeno hotel familiar, tipo Bed & Breakfast, com apenas 3 quartos, mas muito moderno e aconchegante, com excelente receptividade dos proprietários. Gostamos muito. B&B 't Walleke - Carmersstraat 41, Bruges - http://www.booking.com/hotel/be/t-walleke.pt-br.html?aid=306397;label=booking-name-pt-row-ddg_GJ3_cIMLmkznxQzTlAS14112132149%3Apl%3Ata%3Ap1%3Ap2230.000%3Aac%3Aap1t1%3Aneg;sid=f32f735fbc3d3d16e406f77cd63cd76d;dcid=2). O dia estava lindo, infelizmente era feriado e quase todas as lojas estavam fechadas, e não pudemos fazer o passeio de barco pelos canais. Mas passeamos muito pelas lindas ruazinhas medievais. Tinha visto vários pontos turísticos que pretendia visitar, mas acabei seguindo uma outra dica: andar aleatoriamente, sem qualquer rumo pelas ruas de Bruges. Os restaurantes fecham muito cedo (por volta das 20h), só conseguimos comer um sanduba e voltamos para dormir no hotel. Ficamos impressionados com a beleza da cidade. 02/05/2012 – D9– Bruges O dia amanheceu nublado. Depois do café, fomos à feira na Burg (Markt, acontece todas 4as). Bem tipicamente antiga. Comemos uns deliciosos pedacinhos de frango, provamos umas frutas e fomos conhecer o comércio (área que liga a Markt a ‘t Zand). Fomos à chocolateria “The Chocolate line”, que apesar do nome comercial, tem um dos mais respeitados chocolates belgas da atualidade. O chocolatier Dominique Persoone é um astro e tem até estrela Michelin. Como era de se esperar, caro pra caramba. Mas realmente especial. Compramos duas trufas e levei duas caixinhas. Passei em outra tradicional chocolateria, a Galler, e comprei várias barrinhas de presente para pessoas queridas. Eu queria comprar um carregador tipo canguru para o bebê e, apesar das dicas da proprietária do hotel, não conseguimos. Voltamos para a feira, compramos um frango assado cheio de temperos e comemos no hotel, acompanhado de uma maravilhosa cerveja Leffer. A gentil dona se dispôs a nos levar de carro para fora do centro histórico para compra o tal canguru. Passamos por um moinho lindo, atravessamos uma ponte e tínhamos saído da Idade Média. Lá achei um canguru perfeito (Ergo Baby). Nossa viagem ficou ainda melhor, era bem mais fácil carregar nossa fofinha naquele negócio, e ela amou. Entrava ali e queria dormir. O tempo fechou e logo começou a chover. Descansamos um pouquinho no quarto aconchegante do hotel e quando parou de chover fui dar umas voltas sozinha. Meus amores ficaram de preguiça na cama quentinha. Fui conhecer um lugar que queria muito: Onze-Lieve-Vrouwekerk – a Igreja de Nossa Senhora. Bem legal, mas já estava quase na hora de fechar (16:30), quase não tive tempo de ver a tela A Virgem e o Menino Jesus, de Michelangelo, mas vi. Missão cumprida. Adoraria voltar... Admirei longamente as construções ao longo dos canais e comprei uns sanduiches e uns doces folheados deliciosos. Voltei ao hotel e estávamos todos cansados. Dormimos cedo como parecia que fazia todo o resto da cidade. 03/05/2012 – D10 – Bruxelas – Paris. Acordamos não muito cedo, tomamos um bom café e pegamos o ônibus para a estação de Bruges. De lá pegamos um trem para Bruxelas Midi station. Deixamos nossa mala junto da outra que já havíamos deixado no locker há 3 dias, quando viemos de Amsterdam. Caminhamos até o restaurante chiquérrimo que tinha feito reserva há um tempão, o Comme Chez Soi (http://www.commechezsoi.be/). Que consta como um dos mil lugares para se conhecer antes de morrer, daquele famoso livro de Patricia Schultz. Na hora certa estávamos lá. Fomos recebidos como celebridades. Nos colocaram em uma sala super-reservada (na verdade, acho que a ideia era que o bebê não incomodasse os demais clientes) e comemos como reis. Pedimos o menu fixo. A comida mais elaborada e deliciosa que já provei. Amei. Gostei tanto que me dei ao direito de pedir mais uma sobremesa (20 euros não me deixariam muito mais pobre, e não sei se terei outra chance de fazer isso). Valeu cada centavo de euro (e não foram poucos! 210 sem vinho). De lá fomos dar uma volta na Place Du Gland Sablon, queria conhecer a Igreja de Notre Dame Du Sablon, mas ela não estava muito para visitas, estava em obras. Nosso tempo estava curto, tínhamos bilhete comprado para o trem para Paris. Voltamos rápido, retiramos nossas malas e partimos no trem da Thalys para Paris. Em pouco mais de 1 hora, estávamos na Cidade Luz. Paris era a parada final de nossa viagem. Estivemos aqui há dois anos, quando éramos só nós dois. Agora estávamos na excelente companhia do nosso segundo Sol, a Helena. Viemos de Bruxelas pelo trem da Thalys (compramos com antecedência pelo site da Raileurope, imprimimos os bilhetes em casa). Conforto total. Chegamos rápido na Garde Du Nord. Passamos raiva no trânsito. Muito engarrafado, com o taxímero rodando rápido. Finalmente chegamos ao escritório do locador, retiramos as chaves do flat que alugamos (http://www.centreparis.com/ alugamos especificamente o deste link: http://www.centreparis.com/short-term-rental/monsigny/paris-2/1-bedroom_74.html) e de lá partimos. O Flat, bem direitinho, embora simples, ficava perto da Opera. Deixamos as coisas lá e fomos andando até o Louvre, passando por dentro dos jardins do Palais Royal. Ficamos admirando a beleza que é o Rio Sena e os Jardins de Tullieres. Realmente Paris é única, um verdadeiro esplendor! Passamos em um mercadinho e fiz uma macarronada na micro-cozinha do flat. Jantamos e dormimos muito bem! 04/05/2012 – D11 - Paris Tomamos café no flat e pegamos um metrô para a estação Trocadero. O melhor lugar para tirar fotos da torre, sem dúvida. Muitas, muitas fotos depois, ficamos de bobeira no Jardim do Trocadero e fomos caminhando no sentido da torre. Tinha feito reserva para almoço no restaurante Le Jules Verne (http://www.lejulesverne-paris.com/) – mais uma extravagância esfaqueando nossos sofridos bolsos. Foi meu presente pelo aniversário do meu amado. Sentimos o gostinho do poder ao ver a gigantesca fila para subir à torre enquanto nos dirigíamos ao elevador exclusivo do restaurante (Ahan, ahan!). Ouvi o hostess falando para um casal desavisado que queria almoçar sem reserva que as reservas em maio estavam sendo feitas para o fim de julho e inicio de agosto). O lugar é bem apertado e o serviço corrido, mas a vista do segundo piso da torre Eifel é mesmo muito boa. Pedimos o menu do dia e escolhemos pratos diferentes (na verdade, o principal objetivo era um provar o prato do outro. Não tem jeito, pobre vai a restaurante chic, mas tem que levar a alma junto... dá nisso). Comida muito boa, com apresentação maravilhosa, mas como nosso critério estava muito alto pela experiência que tivemos na Bélgica (http://www.commechezsoi.be/), não achamos excepcional. A conta sim: 200 euros, sem nada de bebida alcoólica. Um lugar tipicamente para turista, mas é uma daquelas coisas que se deve fazer uma vez na vida. Gostamos muito. Valeu! Saímos dali e compramos um passe de passeio de barco de dois dias pelo Sena, naqueles barcos que tem paradas fixas em determinados pontos da cidade. Descemos na Notre Dame. Linda demais! Fomos em direção aos Jardins de Luxemburgo. O lugar é mesmo maravilhoso! Tínhamos ido no inverno, mas na primavera é muito melhor. O tempo não estava muito bom, mas tomamos um maravilhoso chocolate quente e tivemos uma tarde bem relaxante. Helena ama ver árvores, adorou mamar por ali. Passamos na deliciosa Dalloyau, logo ali em frente (2, Place Edmond Rostand, Paris), e comi a melhor Eclair (bomba de chocolate) que já provei. Voltamos pela parte dos fundos da Notre Dame e conhecemos o lindo jardim dos fundos, muito lindo! E descobrimos a pont de L’ Achervêché, onde ficam os cadeados dos amores eternos. Decidimos que compraríamos um bom cadeado e voltaríamos lá. Tomei uma bola do delicioso sorvete (da famosa marca Berthilon) e pegamos o barco na estação Notre Dame. Descemos na estação Champs Elysees. De cara com a imponente ponte de Alexandre III. Passamos pelos Le Petit e Grand Palais. Dei mamar pra minha menininha em uma pracinha linda. De barriguinha cheia, ficou no carrinho sem chiar. Fomos admirando as lojas (como a maravilhosa e gigantesca loja da Louis Vuitton) na famosa avenida Champs Elysees, até chegar ao Arco do Triunfo. Já era noite (passava das 21h), mas estávamos todos bem, então voltamos passeando pelo outro lado da avenida, passei para tomar um sorvete na imensa e linda loja da Haagen Daz (estavam lançando o sabor caramelo salgado – delícia!). Compramos uns frios e lanchamos no flat. 05/06/2012) – D12 - Paris Acordamos, tomamos café no flat e o dia estava lindo!! Caminhamos até o Louvre, pegamos o barco e descemos na estação do Museu D’Orsay, ficamos lá algum tempo. Então partimos em direção à Rue Du Bac. Passamos em uma padaria maravilhosa, Eric Kayser (18, rue du Bac) e comprei umas delícias para levar. Dali fomos para o meu destino: La Pâtisserie des Rêves ( 93 rue du Bac 75007). Era até difícil escolher! Pedi um Paris Breast. Simplesmente maravilhoso! Comprei outros doces perfeitos para levar. Fui toda feliz com meus pacotinhos de doce. A Rue do Bac é bem legal, várias lojas interessantes. Paramos na Pylones e compramos vários presentinhos. Compramos um lindo cadeado e fomos andando ao longo da Saint Germain. Escolhemos um café bem cheio (sempre seguimos a lógica de que se um lugar é cheio de locais, é porque não deve ser ruim) e comemos bife com fritas e vinho da casa. Tínhamos as deliciosas sobremesas da Patisserie dês Reves. Continuamos e chegamos (até aqui meu amor não desconfiava das minhas malignas intenções!) ao meu grande ponto de interesse: A Citypharma de Saint Germain (Citypharma 26 rue du Four 75006) - o paraíso do consumo feminino. Cosméticos e cosméticos e cosméticos! Tudo o que seja possível imaginar. Meu amor entrou, ficou por dois segundos e disse: te espero aqui fora. Centenas de mulheres se movimentavam nos corredores apertados, cheios, lotados de produtos maravilhosos e com preços de deixar nós brasileiras até emocionadas. Mas estava mesmo muito cheio, e as pessoas não faziam muita cerimônia em empurrar, mesmo eu estando com o bebê no canguru. Comprei uns shampoos que amo, alguns protetores solares para mim e para meu bebê e só, infelizmente. Eu não podia demorar muito, tinha horário marcado. Acho que só consegui sair de lá porque fui para a fila preferencial. Passamos em frente à Catedral de Notre Dame, dei mamar à Helena e fui assistir a um concerto na Saint Chapelle (comprei o ingresso pelo http://www.classictic.com) . Ela e o pai foram andando para o Louvre, nos encontraríamos na loja da Mac. Eu amei o concerto! Não conhecia a Saint Chapelle e acho que a fusão foi simplesmente perfeita. Uma verdadeira celebração aos sentidos da visão e da audição. A capela é linda, os vitrais são maravilhosos demais. A construção parece muito desafiadora para a época. Os músicos eram muito bons. Valeu muito. Saí de lá sob chuva forte. Tive a feliz ideia de pegar um ônibus. Desci pertinho do Louvre e cheguei na hora combinada e lá estavam eles, lindos me esperando. A chuva estava ainda forte. Dei mamar para meu bebê e fomos comer no único lugar do Louvre aberto naquela hora (21:30h): Mc Donalds – Comi um Mc Baguete. Muito bom (depois da decepção do Mc Kroket de Amsterdam...). A chuva passou, mas tínhamos andado muito, estávamos cansados. Voltamos para o flat de metrô. 06/05/2012 –D 13 - Paris. Acordamos e fomos visitar a Opera Garnier (8 euros/pessoa). Da outra vez que fomos à Paris, visitamos todas as atrações clássicas, mas deixamos essa passar. Agora corrigimos. É mesmo imperdível! Tem uma sala que lembra a sala dos espelhos do Palácio de Versales. O museu -que tem quadros dos bailarinos que atuaram nos áureos tempos e amostras dos figurinos usados - é bem interessante. Vimos que tem visitas guiadas, mas preferimos ir por nós mesmos. Adoramos! Saímos de lá e eu queria dar uma passada na Galeria Lafayete, mas era domingo e quase todo o comércio estava fechado. Fomos em direção à linda Igreja de Madeleine. Fomos passeando pelos Jardins de Tulieres, lindo demais! Almoçamos em um restaurante por lá mesmo. A deliciosa Fauchon estava fechada, mas a LaDureé não. Macarrons deliciosos! (75 Avenue des Champs-Elyées). Chegamos ao Louvre, entramos na pirâmide e compramos umas canetas especiais para meu amor e umas definitivas para escrever no nosso cadeado. Passamos rapidamente pelo museu. Pegamos um metrô para Notre Dame. Paradinha para brincadeiras e mamadinha no Jardim de Notre Dame. Fomos colocar nosso cadeado na ponte dos amores eternos e Jogamos as chaves no Sena!! Fomos dar umas voltas na ilha de St Louis, um lugar bem residencial e bonito. Chegamos à famosa Berthilon, fila enorme para comprar sorvete (29-31 Rue Saint-Louis), eu não queria sorvete, apesar de ser ótimo eu já conhecia, queria provar os pães e doces. Pedi um pedaço de uma deliciosa tarte tatin para viagem. Simplesmente perfeita. Comprei também uns pães muito bons para levar. Fomos andando rumo ao interessantíssimo bairro do Marais. Comemos um excelente Falafel (L'As du Fallafel, 34, rue des Rosiers) e partimos para ver um pouco das galerias de arte do Marais. Bastante cosia legal por lá. Estávamos em frente a linda Place dês Vosges. Era o dia das eleições presidenciais na França. As ruas estavam agitadas. Compramos baguete e frios em uma padaria pelo caminho e voltamos para o flat. Fomos arrumar as coisas e descansar para nossa viagem de volta logo na manhã do dia seguinte. Já com saudades dessa cidade linda. Amamos a viagem.
  13. Oi Davi, estou de volta com minhas dúvidas. Com quanto tempo de antecedência você reservou o carro aqui no Brasil? Abraços.
  14. Parabéns pelo seu relato. Perfeito!!! Queria te fazer uma pergunta: sabe se na estação de trem de Werfen tem local para guardar as malas? Estarei vindo de Munique para Salzburg, mas gostaria de passar logo por Werfen (ao invés de ir a Salzburg, deixar as malas e depois pegar o trem pra Werfen). Abraços.
  15. Olá, Estou com uma preocupação: Saindo de Freiburg para Lindau tem uma balsa. Isso é complicado? Vocês fez esse caminho, não fez? Tem alguma dica? Abraços.
  16. Parabéns pelo post! Ajudou bastante. Pretendo viajar de carro (Alemanha, França e Austria) e estou fazendo as cotação do aluguel do veículo. Vi que a Autoeurope tem um valor muito inferior (mesmo na opção com franquia reembolsável) que a Hertz e a Europcar. Sei que os carros da Autoeurope não são próprios, eles usam carros de outras locadoras. Gostaria de saber se vale a pena alugar pela Autoeurope (quando a esmola é demais, o santo desconfia - O valor é mesmo muito menor). Obrigada.
  17. Pois é, estou tentando me conter pra não criar roteiros impossíveis. Pretendo passar 3 noites na área da Floresta Negra (cada uma em um local diferente, como vc me sugeriu), 1 no Lago Constance, e 3 em Munique (vi que tem muitas possibilidades e meu amor adora cidades grandes). Quanto a viagem de Salzburg a Viena, pensei em sair cedo de Salzburg, passar em Hallstatt e parar no Vale do Danúbio, passando o final da tarde a noite em Melk. Só no dia seguinte passaria nesse vilarejo que mencionei (só se tiver conseguido passear um pouco em Melk no dia anterior), de lá iria pra Viena. Infelizmente não terei 33 dias, mas estou me empenhando para aproveitar bem os 25 dias que ficaremos lá. Vamos chegar por Amsterdam, seguir pra Paris (esse ano passamos 7 noites lá, agora quero passar 2 noites pq nunca fui na Primavera), Annecy, Chamonix (vc foi absolutamente determinante nessa decião) e daí para sul da Alemanha e Áustria. Sei que vai ficar um pouco corrido, mas estou me informando bem pra não fazer uma martona. Acho que vai dar bem. Obrigada, mais uma vez.
  18. Vou fazer isso com os hotéis. Estou escolherndo vários em várias cidades, todos com cancelamento gratuito. Dei uma olhada no vale do Wachau, parece mesmo demais! Vou ver se consigo ir àquele vilarejo onde estão as ruínas da prisão do Rei Ricardo Coração de Leão (em Dürnstein - eu acho, próximo de Melk - e tb querdo passar rápido por Melk). Vocês passaram por lá? Obrigada por todas as dicas. Me ajudaram muito. Abraços.
  19. Valeu, David! Fico bem mais tranquila com esse seu esclarecimento de que a Floresta Negra não é tão Floresta assim... confesso que isso me preocupava e era uma das perguntas que estava me segurando para não te fazer . Não faz mt parte do meu estilo viajar sem um hotel reservado (recentemente fomos para Londres, Paris, Lisboa, Barcelona e Roma, só ficamos nas cidades, nada de interior - tudo reservado, trem, avião, hotel - o mais tradicional possível). Mas resolvi mudar! Não vou reservar hotéis (pelo menos nessa parte da viagem - nada muito radical, vamos devagar - rs). Sei que o GPS é essencial, pode deixar que não vou sem ele e também não vou deixar de ir a esses museus. Prometo que é minha última pergunta de iniciante: Como é passar de um país para outro de carro (especificamente da França para Alemanha e da Alemanha para Áustria)? Precisamos fazer alguma coisa específica? Abraços.
  20. Oi David, obrigada pela boa vontade. Nessa viagem só vamos eu e o maridão. Valeu pela dica do hotel. Demais! E o preço é muito bom (83 Euros antecipado). Não vamos esquiar não. Devemos fazera a viagem no fim de abril e início de maio (pela minha ansiedade parece que é mês que vem, mas estou aproveitando todo meu mínimo, escasso, ridículo (!) tempo livre para pesquisar bem, por isso preciso de tanta antecedência). Abraços.
  21. Obrigada pela resposta! Cada hora mudo meu programa, são tantas possibilidades, tantos lugares lindos... Bom, depois de pensar melhor resolvi realmente pegar o carro já na França. Já tinha pensado nisso, mas fiz umas contas e achei melhor manter o trem nesta parte, mas depois que revi os gastos e acho que a mobilidade de ter o carro à mão compensa. O que me deixa insegura são os cálculos com pedágios, não consigo ter certeza dos gastos, tenho medo de ficar muito caro. Bom, depois da sua resposta já mudei algumas coisas... inclui Chamonix (tirei um dia de Annecy). Tenho uma dúvida que é meio besta, mas adoraria saber sua opnião: entre Chamonix e Innsbruck, o que vc prefere? Na minha insipiente interpretação, acho que um local de ski bastaria. Falei bobeira? São paisagens diferentes demais? Bom, te pergunto isso pq estou pensando em tirar o dia de Innsbruck para ficar um dia a mais na Floresta Negra (estou com pena de tirar um de Munique). Aliás, tem dicas de vilarejos lá por perto da Floresta? vi algumas coisas sobre Todtauberg, Feldberg, Hinterzarten e Schluchsee, vcs estiveram em algum desses? Essa á a parte que estou mais em dúvida na trip. Vendo suas fotos também inclui uma passada por Hallstatt quando estiver indo para Viena (também decidi que vou de carro). Obrigada pela dica do link de melhor opção de transporte, mas já tinha lido. Também andei vendo sobre carteira internacional. Sei que na Espanha é preciso, mas tenho a impressão que na França, Alemanha e Áustria não tem problema, estou errada? Desculpe a avalanche de assuntos. São muitas dúvidas que assolam meu ser interior (rs). Abraços.
  22. Amei seu relato! :'> Gostaria muito que vc comentasse meus planos: pretendo chegar ao Sul da Alemanha de trem vindo da França (Annecy-Genebra-Freiburg Breisgau). Pensei em ficar em Freiburg na parte da tarde e no dia seguinte, de carro conhecer o lago Titsse, parte da Floresta Negra e alguns vilarejos próximos. Noite em Freiburg e no dia seguinte partir cedo em direção a Füssen, com paradas rápidas em Mainau (Ilha das flores) e Lindau. Noite em Füssen com partida pela manhã pra InnsbrucK. Durmo lá e parto em direção a Munique, com parada no castelo de Linderhof. Em Munique entrego o carro e fico mais 3 noites (depois sigo pra Salzburg -3 noites- e Viena - 3 dias, by train). por favor, me diga o que você acha.
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