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FRaventureiro

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  1. Em Nobres só não fiz mergulho. Mas vou ver se consigo convencer alguns amigos para conhecer esse paraiso. Obrigado, Bjs
  2. Uai sô!!! Eu moro aqui e não sabia disso! Muito bacana seu relato Daliana, há tempos que estou querendo fazer mergulho, mas não sabia que esse paraíso fosse aqui tão perto. Nossa região tem muitos lugares para conhecer. Fotoabraços
  3. Compartilho com vocês o meu simples relato da minha viagem que fiz recente à Bariloche, espero que de alguma forma possa contribuir para aqueles que planejam conhecer algum dia essa linda cidade. Antes de decidir ir para Bari, eu tava com um roteiro pronto para Maragogi e Porto de galinhas, mas meus amigos me convenceram a ir com eles pra Bari, eles estavam em 3, aí me juntei a eles. Vamos ver no que vai dar sair da terra do calor pra terra do friô-ou!! Comprei as passagens direto no site da LAN, e reservamos o hostel direto pelo site, devido aos problemas do vulcão meu voo fora mudado para um dia antes do previsto, isso fez eu entrar em contato com o Hostel e com a TAM pra tentar encaixar os horários. Segundo o pessoal da LAN, para a data que tinhamos reservado, só teriámos 2 opções...1º opção, chegariámos no dia 09 em BsAs e só sairiámos no dia 10 pra Esquel e de lá um ônibus nos levaria até Bari. 2º opção... pedir o cancelamento das passagens. Eu disse pros meus amigos que não ia desistir, pois já havia marcado minhas férias pra essa data, já tinha cancelado meus planos de ir pro nordeste e já tinha feito muitos planejamentos e até comprado algumas coisas como a bota impermeável. Não! não vou desistir! nem que seja de jegue eu vou nessa viagem. Kleber e eu sairíamos no dia 9 para Argentina e Alexandre e Helida só sairiam no dia 10. 09/08/11 A saída de Cuiabá foi dentro do horário, pensei que o Kleber não ia conseguir chegar a tempo, pois só fui encontrá-lo quando já estava no avião. a viagem foi tranqüila e a chegamos em Guarulhos quase 8. Como nosso voo pra BsAs só sairia às 18 horas, resolvemos andar por São paulo, pegamos um ônibus da TAM que nos levou até Congonhas e de lá liguei pro meu primo nos pegar, pra dar uma volta pela cidade. Na parte da tarde ele nos levou pra Guarulhos com engarrafamento e tudo. Check-in, embarque e chegada em BsAs às 21:40 no Aeroparque, nosso voo só sairia no dia seguinte às 08:40 pra Esquel...Logo na imigração a mulher carimba o passaporte do Kleber quase na capa de trás, ele ficou P da vida quando tava olhando o passaporte, e queria reclamar com ela eu disse "deixa pra lá, mas se você quiser, a gente pega ela na saída rsrsrs" brinquei. Toda hora ele ficava resmungando sobre o carimbo. A noite seria longa e estava apenas começando, cada hora que passava parecia esfriar ainda mais. Fizemos um lanche pra despistar a fome numa lanchonete na parte de cima, eu pedi um capucchino (24 pesos) e um baguete mixto (30 pesos) que tava ruim. O Kleber pediu uma sprite (14 pesos) e um baguete mixto também. Depois me acomodei numa cadeira na parte de baixo do aeroparque o Kleber deitou em cima da mochilona dele no chão, logo chegaram mais 2 brasileiros que também se ajeitaram por alí e mais um gringo deitou por perto também, eu fiquei acordado de olho nas nossas coisas, pescando de vez enquando e não demorou muito pra competição de ronco começar. 10/08/11 Por volta das 5 o pessoal começaram a despertar e ninguém mais dormiu, esperamos o horário, embarque e chegamos em Esquel por volta das 11:49, a paisagem daquelas montanha é muito bonita, pegamos a bagagem e subimos no ônibus que já tava esperando, nos deram um pequeno chocolate da mamuschka pra cada passageiro. No avião já tinham nos dado água e uma caixa com alfajor, biscoitinho de chocolate e outro tipo de água e sal amanteigado. No caminho até Bari vimos em alguns trecho neve e eu achei longa essa viagem, mas o que salva é a paisagem, montanhas cobertas de neve, a vegetação diferente e aquele clima de paisagem saida de algum cartão postal. No aeroporto de Bari tomamos um taxi e indicamos o Hostel Los Troncos que dá pra ir a pé pro centro. A corrida custou (77 pesos) rachei com o Kleber, podiamos ter economizado pois no areoporto de Bari tinha remis de 60 pesos. Pegamos um quarto duplo e no dia seguinte mudariámos pra um quarto pra 4 pessoas, pois nossos amigos chegariam. Centro Cívico - Bariloche By Francisco Centro Cívico em dia de sol - By Francisco Portão de entrada para a Rua Mitre - By Francisco Já banhado e prestes a sair do hostel, pra nossa surpresa começa a nevar...Uhullllll que recepção mais calorosa Er! digo! gelosa rsrsrs. Fomos pro centro de baixo de neve e depois começou a cair uma chuva fina, rumamos direto pra Mitre, na loja da Montagne comprei uma jaqueta impermeável (662 pesos) e uma calça que vira bermuda que seca rápido (401 pesos), foram os melhores investimentos na viagem depois da bota. Eu ainda comprei um protetor de pescoço (50 pesos). Kleber comprou uma jaqueta também impermeável, jantamos uma pizza (85 pesos) rachada deu (42,50) pra cada e (2 pesos de gorjeta). 11/08/11 Acordamos tarde pois noite sem dormir, noite mal dormida resolvemos sair pra alugar roupa de neve e procurar algo pra fazer na parte da tarde, logo fechamos o passeio até a Isla Victoria na agência chamada Turisur que fica na Mitre, o passeio com traslado ida/volta e mais taxa saiu por pessoa (291 pesos). Pegamos o ônibus em frente da agência e fomos até o Porto Pañuelo, caia uma garoa fina e estava muito frio, a vista do famoso Hotel Llao Llao com as montanhas cobertas de neve erguidas atrás é muito linda. Embarcamos num catamarã e logo descobrimos que tinha muitos brasileiros abordo e a garoa continuava. Durante o passeio subimos de vez enquando pra apreciar a paisagem e tirar algumas fotos rápidas antes que as mãos congelassem fora da luva com aquele vento cortante. Primeira parada foi no Bosque de Arrayanes, o lugar é muito bonito com aquelas árvores e cores, mas o lugar estava cheio de cinzas de vulcão que na verdade é um tipo de areia. Voltamos pro catamarã e seguimos pra Isla Victoria, no trajeto a garoa parou e o sol se abriu, da-lhe foto, não demorou pra parte de cima ficar cheio de gente, eu estava com minha bandeira do Brasil que virou celebridade e todos queriam tirar fotos com ela. Na Isla Victoria fizemos uma pequena caminhada numa trilha depois de almoçar, ao crontrário dos demais e voltamos pro catamarã rumo ao Porto Pañuelo, no trajeto eles dão bolacha pras pessoas eguerem a mão e as gaivota passam pra pegar a bolacha, no catamarã fica um fotógrafo registrando pra depois vender as fotos. Conheci uma família de Bahianos muito divertida que estavam sem camera, pois tinha caido no lago, me ofereci pra tirar fotos deles e depois mandaria por email. A paisagem é muito linda, as montanhas e a água com sua cor hora verde, hora azul marinho, mas achei um passeio mais voltado pra casalzinho. No catamarã havia um casal de brasileiros em lua de mel acompanhado pelos amigos, foram anunciados e colocaram a música Let's kiss and say goodbye do Manhattans. de volta peguei o email da família pra passar as fotos. No Hostel encontramos nossos amigos, a Hélida e o Alexandre, banhamos e saimos pra jantar. A Hélida pediu um vinho que não tava lá essas coisas com Jesus e ninguém gostou do vinho também, ela deu pro Kleber que ao chgar no hostel tentou fazer uma graça com a recepcionista bonita...Te gusta el vino? perguntou ele rsrsr. Lo siento, no me gusta vino! disse ela. Só foi risada, mais um fora do Kleber, pronto! e depois eu ainda contei pro Alexandre e a Hélida do passaporte aí sim a risada se estendeu até o quarto. 12/08/11 Tomamos o café cedo, pegamos a roupa alugada e seguimos de taxis (20 pesos, 5 pra cada, pois agora estávamos em 4) pro Cerro Otto onde tem a famosa cafeteria giratória no topo, ficamos abismados em ver os teleféricos sumirem naquela névoa branca que envolvia o topo da montanha. Embarcamos nós 4 em uma cabine e os olhos começaram a encher de adimiração da paisagem e da neve em si. O 1º contato com a neve foi incrível, por mais adulto que você seja, é inevitável impedir que você se jogue na neve, deite, role e coma neve. Logos os olhares de rabo de olho surgem cheios de intenções e quando você menos espera... ploft! te alvejam com um montinho feito de neve...Tá decretado a guerra de neve. Lá em cima tava fazendo um frio de rachar mesmo, ainda mais nós cuiabanos da terra do calor, e olha que cuiabano sente frio até no inferno, por isso a gente ficava um tempo dentro nos aquecendo e depois saia pra curtir a neve. Andamos muito pela neve tirando foto e como o tempo passa rápido, paramos pro almoço na cafeteria giratória, e o tempo ameaçando se abrir, decidimos fazer o esqui-bunda, muito bom, eu resolvi ficar na parte de cima onde a vista pras montanhas e pro lago é impressionante. Já na base do teleférico tiramos aquela famosa foto montagem em cima do teleférico, na volta pra cidade nos informaram que tinha um ônibus que levava até o centro de graça, não deu outra embarcamos nessa. Jantamos num restaurante com cara de Italiano, muito bem arrumado, dito e feito, comida muito boa, ambiente aconchegante e a sobremesa hummm...má delícia. Montanhas cobertas de neve - Cerro Otto By Francisco 13/08/11 Na parte da manhã andamos pela cidade, seguimos a Mitre quase toda, e voltamos pela rua que passa ao lado da catedral, lá paramos pra tirar fotos e olhar o lago Nahuel Huapi com as montanhas ao fundo, fizemos tudo isso a pé. Pegamos uma rua, havia um homem distribuindo panfletos de um restauante com desconto de 10%, como estava quase na hora do almoço resolvemos comer alí mesmo, ainda cheio do café da manhã pedimos uma pizza, assim que o garçom soube que eramos Brasileiros colocou um cd do zezé e luciano...e ainda veio perguntar se conheciamos aquela música. Sem comentários. Catedral de Bariloche - By Francisco Cicuito Chico, Hotel Llao Llao e montanhas ao fundo - By Francisco Montanha ao fundo lago Nahuel Huapi com cinzas do vulcão - By Motorista Na parte da tarde fizemos o psseio Circuito Chico, contratamos um remis por (300 pesos), passavamo pelo Hotel Llao Llao, montanhas, floresta, pontes com vista pra montanhas, alguns trecho se vê cinza no lago e num mirante encontramos 3 ônibus cheio de estudantes, nunca vi tanta forma de fazer Rei start num só lugar, o ônibus parecia uma máquina de produzir rei start, cada hora saia um. O passeio teria rendido se não fosse o dia nublado. Dispensamos a visita a Vila Suiça em troca o motorista concordou em dar uma passada no Cerro Catedral, aproveitamos para ver o preço da aula de esqui e snow, passeio de quadriciclo e aluguel de roupa. De volta a cidade fechamos o passeio para o Cerro Tronador no dia seguinte, antes de voltar pro hostel passamos numa loja pra alugar roupa pra neve. Na loja mais um dos covers do Rei start nos atendeu, falamos o que queria e ele foi logo explicando, o Kleber disse "sim, sabemos como a roupa funciona na neve" quando o Rei start interrompeu "espere! deixe-me terminar de explicar!" começamos a rir, mais uma do Kleber...Ainda falei poxa! o cara te cortou, e isso por que você ainda tá alugando as roupas dele. Antes de sair pra jantar, fui levar minhas roupas pra lavar numa loja bem em frente do hostel. Como tava muito frio decidimos jantar num restaurante perto do hostel, foi o pior lugar pra comer, caro, talheres sujo, comida não muito boa, cheiro de mofo, e a sobremesa do Kleber veio azeda. Sempre ele. 14/08/11 Lá pelas 8 e pouco da manhã, o guia em uma Ducato parou em frente ao hostel, era dia de eleição para Presidente na Argentina e fazia um frio de congelar água de coco, estava uns 4 graus, rapidamente dominamos os 4 ultimos lugares da parte de trás, só havia um casal dentro, mas tarde soubemos que eram brasileiros de minas gerais sô, nu nu! passamos em mais 2 lugares e pegamos estrada em direção ao Cerro Tronador, havia 1 casal de minas, 2 do rio, uma família de 3 argentinos, o guia chileno e nós da cidade mais quente do Brasil. O guia que só mais tarde soubemos que não era argentino e sim chileno, e também não era ave maria mais estava cheio de graça com suas piadinhas. Montanhas com reflexo no lago - A caminho do Cerro Tronador - By Francisco Montanhas a caminho do Cerro Tronador - By Francisco No caminho começamos avistar os primeiros sinais de neve, esqueci que estavamos indo pra uma área de floresta e em lugares assim o frio é maior do que na cidade, se ja estava 4 graus, estavamos indo pra um lugar onde a temperatura fica abaixo de zero e a sensação térmica é maior...Comecei a me preocupar, pois tinha mandado toda minha roupa pra lavar e só tava com uma camiseta de manga curta e a jaqueta pra neve no corpo. A preocupação aumentou quando paramos num lugar em que o lago estava congelado com uma pequena camada de gelo por cima. Começei a pensar, pensar e desencanei da idéia de que sairia nas manchetes de Cuiabá o seguinte título "Turista de Cuiabá é encontrado condgelado em Barilotche". Assim que vi os primeiro raios do sol tocarem os picos da montanha, me animei. Saimos do asfalto e pegamos estrada de chão, paramos na entrada do parque nacional, pagamos (50 pesos cada pesoa) e lá fomos, andamos bastante até parar num lugar onde tem uma casinha que é ponto de apoio dos guias. Nesse lugar tem uma passarela de madeira onde pode observar algumas quedas do riacho. Quando estavamos saindo chegou mais 2 Ducatos cheio de turistas, ainda bem que nosso guia chegou cedo e já tava de saída. Andamos ainda mais, paramos em mirantes e pontes com vista pras montanhas, logo paramos num lugar tipo rancho, lá almoçamos, um dos casais do rio estava passando mal devido ao enjoo da viagem. Almoçamos e seguimos em frente, o guia falou que não estávamos mais longe, as árvores alí eram bem diferente do que já tinhamos visto, parecia do filme Senhor dos Aneis, e a região é bem vulcânica, e onde era terra, já estava coberto pela neve o que fazia a Ducato patinar e jogar para um lado e pro outro. Chegamos num trecho que havia um carro parado, pois o motorista não conseguiu subir, então deixou o carro e seguiu a pé com as pessoas. Nosso carro patinou 2 vezes e nas duas descemos de ré. Uma senhora argentina estava preocupada, repetindo pra ir a pé, e nós não! você consegue, aqui tem brasileiros e a gente não desisti nunca, vai que você consegue...Conseguimos e chegamos no Cerro Tronador. Cerro Tronador - By Francisco Cerro Tronador - By Francisco Eu dando uma de "Robert" no Cerro Tronador - By Hélida Nós no Cerro Tronador - By Turista Brasileiro de Minas Gerais Tudo estava coberto de neve, o sol brilhava e o céu estava bem azul, o gelo em cima da montanha tinha tons de azul celeste, a rocha marrom fazia uma combinação perfeita de cores. Estávamos maravilhados com a paisagem, os casais do rio pulavam e rolavam que nem crianças na neve, era a primeira vez deles em contato com a neve. Ficamos em silêncio para ouvir o que faz juz ao nome do lugar...Os estrondos dos gelo desprendendo no topo, parece trovão. Tiramos muitas fotos e o guia nos contou histórias do lugar que fica próximo da fronteira com o Chile. Assim que outros visitantes chegaram nós deixamos o local rumo a cidade, aí sim ele pisou fundo. Logo a galera tava batendo a cabeça no vidro e a competição de ronco não demorou pra começar. 15/08/11 Saímos um pouco tarde do hostel, já passava das 9, quando decidimos ir de ônibus pro Cerro Catedral, a recepcionista tinha dito onde pegar o ônibus, Lá fomos os cuiabanos da terra do calor pra montanha do friô-ôu. No ponto de ônibus pedimos informação pra uma mulher de qual ônibus pegar pro Cerro, quando mais a frente do ponto para uma Van, o motorista chega correndo e diz que está indo pro C. Catedral e que tem lugar pra mais 4, disse que cobrava 10 pesos por pessoa, olhei pros meus amigos e o que me chamou mais atenção foi a mulher que tinhamos pedido informação, atrás do motorista fazendo sinal com o dedo positivo e balançando a cabeça em sinal de sim pra gente aceitar. Não demorou muito e lá estavámos nós no Cerro Catedral, com mais neve do que a primeira vez que tinhamos conhecido. Fomos logo fechar a aula de snow para nós 4 e alugar os equipamentos e as roupas também. Foi muito difícil calçar aquela bota e mais difícil ainda é se equlibrar na prancha, aprender a freiar, pé na frente, pé atrás, equilibrar pra frente e pra trás...Affff tombo à vista pessoal!!! skataplafti! tombos e mais tombos, a Hélida acabou machucando o joelho numa queda e parou de fazer snow. Depois de muito tombos começamos a pegar o jeito e o frio não incomdava mais, já tava sentido calor tive que tirar todo o casaco e ficar só com a segunda pele no corpo e não tava mais com frio nas mãos. Já tinhamos pego o jeito de subir e equilibrar sozinho na prancha, e descer fazendo zigue-zague desajeitado, mas tava indo até chegar em baixo, com tombo e tudo, mas chegava. Paramos pro almoço e continuamos a tarde..Tombos, tombos e mais tombos o que contribuiu para que tivessemos uma boa noite de sono. 16/08/11 Depois de um dia agitado no Cerro Catedral, decidimos tirar esse dia pra fazer compras na Mitre, andamos bastante de um lado para o outro da rua e loja naquela rua é o que não falta. A coisa legal desse dia aconteceu quando andavámos pelo centro de repente começou a nevar, aí sim pra nossa alegria e pros demais brasileiros alí, o que se via eram pessoas tirando fotos, filmando e pros cuiabanos que ainda não tinha visto cair neve então! nem se fala...rsrsrs Foi demais. Avistei um carro antigo coberto de neve corri para o outro lado da rua, bem na esquina e pedi pro pessoal tirar foto, escrevi na janela "BRA" seguido do meu nome, a Hélida disse olha! estão tirando fotos de você rsrsr. Logo mais a tarde seguimos pra uma rua que o guia tinha indicado pra nós, a rua se chama rua Onelli, segundo ele é a rua onde a maioria dos argentinos costumam fazer compras, e tem muita loja nessa rua, os preços são bem mais em conta do que na Mitre. Andamos bastante nessa rua que é uma subida bem ingrime. Voltamos pro hostel de remis, acabei comprando uma mala pequena pois só tinha viajado com uma mochila de ataque usada pra carregar notebbok, mas só tinha levado roupa nela. O Alexandre foi perguntar o preço de um sapato, a atendente mandou ele olhar dentro do sapato, pois o preço estava lá... rsrsrsrs. Almoçamos em uma lanchonete muito conhecida La Mamadera, o ketchup e a maionese são colocados em uma mamadeira o que atrai muita gente. 17/08/11 Pela manhã acordei com a miha famosa companheira...Enxaqueca! Meu plano para esse dia era ir até San Martin de los andes, mas a estrada estava interditada, devido a neve. Bom! como tinha que resolver alguns probleminhas da passagem, tive que ir ao centro na agência da LAN que fica na Mitre. Eu tinha cancelado o trecho Bari para BsAs no Brasil, até por que minha intenção era fazer essa trajeto de ônibus e somente resolveria a parte do reembolso quando retornasse de viagem. Após confirmar meu retorno no dia 20, devido aos problemas do vulcão e dos poucos dias de férias, então eu teria que sair de Bari no dia 18, encurtando a minha estadia na cidade. Meus amigos sairiam no dia 19, a parte de retorno do Kleber tava mais complicada, pois ele já tinha comprado toda a parte até Cuiabá, e pior que ele ainda tinha que passar em Brasília e só depois voltar pra Cuiabá. Ficamos de retornar na agência mais tarde pra resolver a passagem do Kleber. Hélida e o Alexandre só nos encontrariamos em BsAs no dia 19 e voltariamos juntos pro Brasil até Guarulhos. Deixei eles e segui pra agência Via Bariloche, tive dificuldades pra encontrar um lugar, só tava encontrando ônibus lotado, e as datas disponíveis, só para o dias 20 em diante. Comecei a ficar preocupado, não queria mais mudar minha data de voo e pagar taxas...A moça foi buscando, buscando até que encontrou a poltrona nº 1 pro dia 18 saindo às 14:30, nem pensei 2 vezes e comprei logo. Ainda com enxaqueca preferi ficar no hostel, meus amigos foram para piedras blancas. Tivemos o melhor jantar no Bolicho del Alberto, só de lembrar já dá água na boca. 18/08/11 Como teria somente a parte da manhã, me despedi dos meus amigos que iriam novamente pro Cerro Catedral pra fazer snow, eu fui conhecer o museu do chocolate, onde de um lado é o museu e do outro lado funciona as máquinas onde é feito o chocolate, tem uma divisória de vidro, assim os visitantes podem acompanhar a produção do chocolate, a guia faz un passeio rápido pelo museu contando a história do chocolate, o museu não é grande, eles servem chocolate quente no copinho, que com aquele frio humm nem digo que tava bom, e também servem chocolate na bandeija em pequenos pedaços. Sai do museu fui para o centro percorrendo o lago Nahuel Huapi, parei para tirar fotos, estava nublado e garoou pouco, quando cheguei no centro cívico começou a nevar, almocei comprei algumas lembrancinhas e voltei para o hostel arrumar a mala e a mochila. Cheguei na rodoviária de remis (22 pesos) e as 14:35 deixei Bari com destino a BsAs, gosto de viajar de ônibus e foi a paisagem mais bonita que já vi em viagens de ônibus, as montanhas, o lago, os picos coberto e as árvores são realmente de um verdadeiro cartão postal. E eu estava sentado na poltrona nº 1 com toda aquela visão pra ser guardada na memória. Ruta 40, deixando Bariloche - By Francisco Ruta 40, deixando Bariloche - By Francisco Ruta 40, deixando Bariloche - By Francisco 19/08/11 Tive o melhor serviço de bordo, lanche, almoço, jantar e café da manhã, não foi nenhum banquete, mas estava muito bom, coisas que não se vê nas viagens interestadual aqui no Brasil, o ônibus é bem confortavel. A viagem até BsAs durou cerca de 22 horas, muito tranquila e quase não para. A estrada é muito boa e a paisagem saindo de Bari até cerca de uns 300km é muito bonita. Desci no terminal rodoviário do Retiro, peguei um remis para o Aeroparque (55 pesos), meu voo só sairia pro Brasil no dia seguinte, na parte da tarde peguei um papel grande e escrevi o nome dos meus amigos e fui esperar eles chegarem, ficaram surpresos quando me viram com o cartaz rsrsrsrs. À noite Alexandre, Hélida e eu fomos jantar na parte de cima do aeroporto, pedi um bife a milanesa, Alexandre pediu o mesmo, Hélida foi de pizza, meu prato chegou primeiro e veio garfo e faca de plástico, tentei cravar o garfo no bife e quebrou, fui pedir outro de prata ou outro material qualquer e a garçonete disse que só tinha de plástico a Hélida tava quase rolando de tanto rir. Depois fui dar entrada na papelada do tax free e esperar o voo pro Brasil. Considerações: Bari é uma cidade que pode ser aproveitada tanto no inverno quanto no verão, as cinzas só atrapalhou a chegada e saída do avião em Bari. Tinha neve, nevou e só nos dias seco se vê as cinzas, quando os carros passam ela se levando em forma de poeira. Aproveitamos bastante e não repetimos restaurante, nas lojas encontra muita coisa com os preços igual aos do shopping daqui de Cuiabá, vi umas camisas polo, com a qualidade bem inferior das que vejo no shopping e com o mesmo valor. Mas encontramos muita coisa em conta que valeu ter comprado. Chocolates eu comprei muitos, o hostel los troncos bem localizado, organizado, cozinha bonita e moderna, banheiro bem apertado, mas tivemos problema com barulho numa madruga. Fomos melhor atendido nos restaurante do que nas lojas...O Kleber que o diga. Viajei só com uma mochila de notebbok com roupas e minha câmera, roupas de frio deixei pra comprar lá. A cotação do peso tava 2,45.
  4. Voltei de Bariloche no final da semana passada, somente o trecho de Buenos Aires até Bariloche que está complicado, mas assim que os aviões começarem a descer em Bari a coisa vai melhorar. No meu caso eu pedi pra LAN cançelar o trecho Bari para BsAs, queria fazer essa parte de ônibus, gosto de viajar de ônibus e 22 horas dentro do ônibus não me assusta, já fiz uma viagem de 30 horas dentro do Brasil, e fui de boa. Cerca de 200 a 250 km saindo de Bari está uma das paisagens mais linda da região, quem fez esse trecho de ônibus sabe do que estou falando. Os ônibus da Argentina são muito mais confortaveis do que os nossos, ganham em tudo, conforto, serviço de bordo e atendimento. Eu voltei até BsAs pela Via Bariloche, dependendo do horário servem café da manhã, almoço, lanche e janta. Bebidas como coca, fanta e sprite, café e chá. Tem rádio e só plugar seu fone e ouvir, tem filmes e quem for lá em cima nos primeiros acento terá uma vista panorâmica das montanhas, levem a câmera!!! A cotação estava 1 real = 2,45 pesos, não repeti restaurante e o melhor sem dúvida na minha opinião foi o Boliche del alberto e o pior foi um restaurante suiço que fica na rua San martin, caro, talheres sujo, ambiente com cheiro de mofo e a sobremesa veio azeda. Num restaurante bem bacana perto do centro, tava jogando Argentina e Portugal nas quartas de final da copa sub-20, e comemorei o gol de penalti de Portugal a garçonete me olhou como uma cara... O esquibunda em piedras blancas é melhor do que no cerro otto, o circuito chico é melhor se tiver sol, o mesmo serve para o cerro otto, procure saber se lá em cima não tem nevoa, pois se tiver vai atrapalhar a vista. O ideal é fazer um passeio puxado em um dia e no dia seguinte um mais leve. No cerro catedral o passeio de quadriciclo lá é muito show. Fiz snowborad foi difícil no começo, mas depois que peguei o jeito ficava descendo direto rsrsrs. Cerro tronador pela distância vale apena, e a paisagem em dia de sol rende muitas fotos. Remis ou Taxis qual pegar? Remis é pra lugares ou distâncias longas e taxi para lugares mais perto. No caso do remis, pergunte o valor antes para o lugar que quer ir. As pessoas lá fumam demais. Rua Mitre é a perdição principalmente para aqueles que gostam de comprar chocolates! nem se fala rsrsrs, mas a rua em que os Argentinos costumam comprar não é essa. A rua se chama rua Onelli ou Calle Onelli (caje oneli) como eles chamam. Essa rua fica um pouco afastada da famosa Mitre, é uma subida e os preços são bem em conta comparados com os da Mitre. Bom se lembrar de mais coisa volto a postar aqui, qualquer dúvida pergunte.
  5. RSP, Troque aí mesmo na sua cidade o suficiente pra vc pegar um taxa até o hotel, assim vc não desperta interesse de estranhos, depois é só trocar no centro onde a cotação é melhor. Até onde sei no aero só tem caixas eletrônicos e casa de cambios com cotações nada boa.
  6. Pensei em ir realmente..mais seria muita piração da minha cabeça..foi muito loco, mais daqui a um ano ela volta pra frança.. peguei os contatos dela..vms ver o que rola..as veses ela se interessa em conhecer o Brasil..ou em ir para macchu picchu cmg ano que vem.. Não perca as esperanças Davi e a convide pra conhecer Sampa, boa sorte. Uma perguntinha... Vc fez essa viagem sozinho?? Te pergunto isso por que tô meio encanado, pois na volta de Bariloche pretendo ficar uns dias em BsAs e lá estarei sozinho, já que meus amigos voltarão direto pro Brasil. E essa será a 1ª vez que saio do Brasil e sozinho. Valeu
  7. Legal seu relato, irei em Agosto pra BsAs... Davi... Vá atrás dela é assim que as coisas começam.
  8. Rafael Karla, Obrigado pelas informações, se der nos informe mais. Gracias.
  9. Nevitton, Aqui no link abaixo vai te ajudar sobre a bicicleta. Eles fazem passeio bem como alugam bicicletas. Você pode até ligar pra eles que entregam a bike no seu hotel ou hostel. http://www.labicicletanaranja.com.ar/
  10. Muito obrigado Eduardo, suas informações muito importante me deixaram mais animado. Bom passeios pra vocês. Abraços
  11. Valeu Wesley, Que bom que você conseguiu a noite que queria rsrsrs...Mochileiro é assim mesmo, se arranja em qualque lugar. Quando voltar recheie seu relatos com fotos. Abraços e boa viagem
  12. Wesley, Se te interessar casa de nativos tá aqui o link de uma http://www.casaomaira.blogspot.com/ Boa sorte
  13. RSP, O mês mais frio é Julho, raramente fica abaixo de zero ou ocorre geadas, no dia do jogo do Brasil contra a Venezuela o pessoal pegou 3 graus. Estarei por lá em Agosto vindo de Bariloche. Abraços
  14. Pjmariano, Aqui vai alguns links sobre aluguel e serviço de transfer http://www.transferpatagonia.com/tarifas.html http://www.bariloche.org/directorio/rent_a_car/Alquiler_de_Autos/ 99,9% dos voos internacional que chegam à Buenos aires descem no aeroporto Ezeiza, que fica afastado do centro de Bueno aires, os voos para Bari e outras cidades da Argentina partem do aeroporto nacional Aeroparque. Então é descer no Ezeiza e pegar uma condução até o Aeroparque.
  15. Patricia, parabéns pelo relato e fotos a gente não enjoa de ver fotos e que fotos lindas. Obrigado.
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