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Patricia Luck

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Tudo que Patricia Luck postou

  1. Paris – 22 de abril Dia de resolver as últimas lembrancinhas! Não poderíamos deixar a família sem uma amostra dazoropa, então fomos à Rue de Rivoli (fica atrás do Louvre), que possui dezenas de lojinhas com os mais variados souveniers a preços razoáveis (ainda dá pra pechinchar ou ganhar alguns brindes). Visitamos ainda a Conciergerie e a Igreja St. Chapelle (atenção: esquema super rígido de segurança). Não tenho fotos porque nesse dia iríamos andar com sacolas e eu não queria carregar muito peso. Almoçamos e depois decidimos incluir algo que não estava no roteiro: as Galerias Lafayette e a Primtemps. Chegando lá, me deparei com alguns sonhos de consumo, como uma batedeira que pesa quase 10 quilos e panelas de ferro esmaltado que aqui custam uma pequena fortuna. Como financeiramente já estávamos no inferno, resolvemos abraçar o capeta logo de uma vez e compramos esses brinquedinhos para nossa cozinha. Para carregar esse peso (e volume) todo, compramos duas malas ali perto. As funcionárias dessas lojas foram as únicas pessoas que me atenderam bem durante nossa estadia de uma semana em Paris. Pudera... Voltamos para o apartamento de metrô e passamos o resto da tarde arrumando as malas para o dia seguinte. À noite, fomos nos despedir de Paris em frente à Torre Eiffel. Chegamos lá bem na hora em que ela começa seu show de luzes. Fizemos um piquenique com direito a champanhe, queijos e pães (não se preocupem, não é farofada, todo mundo faz isso lá, é normal, ok). Lá pelas tantas ouvimos um barulho no arbusto atrás de nós. Achamos que fosse um cachorro ou gato, mas quando investigamos descobrimos duas ratazanas imensas que nos atacaram. Definitivamente era hora de ir embora de Paris.
  2. Paris – 21 de abril Último dia do passe de museu: fomos ao Museu D’Orsay (não há fotos porque é proibido fotografar), que é magnífico. A fachada e uma parte estavam em obras, então estava um pouco confuso para entrar. Depois fomos ao Museu Rodin, outro grande desejo meu. O museu é beeeeeem caidinho, está precisando de reforma urgente (juro que achei que o chão de madeira ia despencar), mas as obras são lindas (pra quem é fã como eu) e ainda havia umas obras de Van Gogh em exposição (no D’Orsay eu não pude fotografar mas lá podia). A parte externa é muito bonita, com muitas roseiras e, é claro, o Pensador. Saindo dali, fomos ao Dome, que fica no Hotel des Invalides, onde está o túmulo de Napoleão. O prédio é imponente e muito bonito por dentro, vale a pena. Partimos para o Arco do Triunfo, mas decidimos não subir porque a fila estava gigantesca! Tiramos algumas fotos e como era hora do almoço, decidimos comer algo na Champs-Elysées. Atenção: se sua viagem for econômica, esqueça comer ou beber qualquer coisa lá! Uma cerveja ou taça de vinho (de 50 ml) custavam 8 euros! As lojas são de grife e é só! Me arrependi de ter ido lá. Havia muitos, muitos brasileiros lá, olhando aquelas vitrinas carésimas. Muita gente sentada nas mesinhas das calçadas reparando em quem passava. E um cara sendo preso por ter furtado uma bolsa. Entramos em um ônibus (que acreditem ou não, pifou em plena Champs-Elysées, tivemos que esperar outro) e fomos embora. Ainda fomos ao Jardin dês Tuileries, então fizemos um macarrão no apartamento, bebemos uma cerveja Guiness, descansamos um pouco e saímos para tomar um sorvete (aliás fizemos isso quase todos os dias) no Amorino, uma sorveteria sensacional italiana que tem várias filiais por Paris. Nós comprávamos um pote de 1 litro (indico os sabores morango, avelãs e beurre salé) e comíamos caminhando pelas ruas fedorentas de Paris.
  3. Paris – 20 de abril Dia de realizar um grande sonho nosso: visitar o Louvre! Acordamos cedo e fomos para lá: dessa vez nosso passe funcionou e não enfrentamos uma fila muito grande. O Louvre é agradável, muito bem cuidado e os funcionários apenas são antipáticos, não necessariamente grosseiros. Até às 2 da tarde, andamos muito, visitando tudo o que desejávamos. É claro que não daria pra ver tudo, então ao invés de sair correndo, preferimos eleger algumas alas de nosso maior interessante e visitá-las com calma. A sala da Monalisa estava completamente lotada, não dava nem pra ver o quadro. Então colocamos em prática nosso plano B. Saímos para almoçar (comemos uma lasanha na Pizzaria Marzano, indico), trocar o cartão de memória da máquina e descansar um pouquinho (já mencionei que o apartamento era bem próximo ao Louvre). No fim da tarde, voltamos ao museu e continuamos nossa visita com calma e cuidado. Nesse dia, uma quarta-feira, o museu fecha às 22 horas, portanto aproveitamos bastante. Quando faltavam cerca de 20 minutos para o museu fechar, corremos para a sala de Monalisa! Tiramos muitas fotos “exclusivas”, não somente dela, mas também da Vitória de Samotrácia e ainda outras obras e até a pirâmide invertida, que durante o dia é “infotografável”, tamanha a quantidade de turistas. Ainda fomos ao Carrousel du Louvre (conjunto de lojas subterrâneas), onde enviei cartões postais (com o carimbo de lá) e comprei livros e lembrancinhas. Terminamos a noite caminhando à beira do Sena.
  4. Paris – 19 de abril Dia de ir à Versailles! Acordamos cedo e pegamos o trem. Em minhas pesquisas, descobri que os jardins de Versailles são gratuitos, e vc só paga se quiser conhecer o castelo e outros prédios. Pois bem, chegando aos jardins, soube que naquele dia teríamos que pagar porque estava acontecendo o evento conhecido como “Águas Musicais”. Fiquei animadíssima: dia de sol, fontes jorrando água e música clássica! Pagamos 7 euros cada e entramos (depois de uma fila cabulosa). Para nossa surpresa e raiva, o que havia eram caixas de som escondidas nos arbustos tocando música clássica e todas, eu disse TODAS as fontes estavam desligadas: a maioria nem água tinha. Ficamos andando em busca de alguma fonte funcionando para pelo menos tirar uma foto, falamos com funcionários, que “gentilmente” nos explicaram que elas não funcionariam naquele dia e ponto final. Quando entrei na fila do banheiro, debaixo de um sol escaldante, tentamos (eu e as outras mulheres da fila) aguardar nossa vez abrigadas do sol ficando próximas aos reservados, no que fomos literalmente enxotadas pela funcionária da limpeza, que nos mandou (em francês) esperar do lado de fora. Mais uma delicadeza francesa! Fomos ao Grand Trianon, residência de Maria Antonieta e estava muito mal conservado, com infiltrações e reboco caindo. Fizemos um piquenique nos jardins atrás do Grand Trianon e partimos rumo ao castelo. Chegando lá, nos deparamos com mais ou menos 2 mil pessoas na fila! Apresentamos nosso Paris Museum Pass a um funcionário e perguntamos onde era a fila expressa, o que nos foi respondido que naquele dia o passe não estava sendo aceito para “furar” a fila. Indignados com a situação, viramos as costas e fomos embora. Uma pena: nos sentimos enganados e roubados. Como voltamos mais cedo, aproveitamos para conhecer as criptas arqueológicas em frente à Notre Dame, mas tivemos que apertar o passo porque lá não havia banheiro e o banheiro público próximo dali estava trancado.
  5. Paris – 18 de abril Pela manhã, fomos ao Museu Nacional da Idade Média (antigo Cluny). Conseguimos visitar o museu por dentro (apesar de uma das alas estar fechada), mas queríamos muito visitar as ruínas das termas romanas que existiam ali. Porém, elas estavam fechadas à visitação sem motivo aparente. Comemos um lanche numa praça próxima e fomos comprar cosméticos (baratíssimos) numa parafarmácia que haviam me indicado. Dali fomos às Arenas de Lutécia, ruínas de uma arena romana: bastante interessante e bem preservado. Seguimos para o Pantheon, o interior mais lindo que já conheci (e com a história mais magnífica também: onde estão enterrados os líderes da Rev. Francesa, pensadores e cientistas importantes, que por sua colaboração com a França e o mundo, são “pantonizados”). Na parte superior, o Pêndulo de Focault (que se estivesse funcionando teria tornado a visita ainda mais interessante) e na parte inferior, as criptas. Saindo dali, almoçamos nos Jardins de Luxemburgo, local bastante agradável, mas como o tempo estava muito seco, a areia do lugar incomodou um pouco, voando no rosto...rsrs. Entramos na Igreja de Saint Sulpice (aquela do Código da Vinci) e passeamos até o fim da tarde, quando fomos descansar e depois sair para jantar. Fomos ao L’Escargot, restaurante super indicado, super velho, super caindo aos pedaços e super caro! Comemos, adivinhem, escargot! O atendimento era péssimo! Pagamos uma nota preta (mais caro que o Kampa Park) e saímos insatisfeitos....Mas tudo bem: o vinho ajudou a deixar a noite mais leve e voltamos andando, passando por dentro do pátio do Louvre, com uma lua cheia linda nos acompanhando....
  6. Paris – 17 de abril Tomamos café da manhã no apartamento (grande economia!) e partimos rumo à Torre Eiffel. Mas queríamos ver tudo pelo caminho, então decidimos andar até lá. No caminho, pelo rio Sena, monumentos, prédios históricos, estátuas, Assembléia Nacional, Museu D’Orsay, muitas fotos.... Chegamos ao Hôtel des Invalides, onde entramos e visitamos a capela e os canhões e tanques do pátio (não nos interessou o Museu das Armas). O local nos deu uma amostra da simpatia dos franceses: uma guarda xingava os turistas que porventura encostassem o pé na grama. Continuamos até a Torre, parando antes para comprar um sanduíche na baguete para lanchar no Champs de Mars, lotado no domingo! Estendemos um pano e almoçamos em frente à Torre, que realmente é magnífica! Ficamos um bom tempo por ali, fomos ao Trocadero para tirar fotos (dezenas de imigrantes tentando te vender miniaturas da torre). Na volta, pegamos um ônibus (em cada ponto de ônibus há um pequeno mapa). Os ônibus são bastante confortáveis!
  7. Praga – Paris – 16 de abril Como nosso hotel em Praga era, digamos, mais ajeitadinho (Mercure), nos ofereceram um shuttle até o aeroporto por 40 reais. Achamos que valia a pena, pois o vôo para Paris saía meio cedo, o aeroporto era longe e as placas e mapas de Praga estavam nos dando nós no cérebro. Então caprichamos no figurino e partimos num Skoda lustradíssimo com um tcheco louro de olhos azuis dirigindo de uniforme. Momento glamour na viagem... O vôo para Paris foi tranqüilo e não atrasou. Quando chegamos ao Charles de Gaulle, primeiro desafio: ficamos mais de uma hora presos na área de esteiras de bagagem por causa de uma ameaça de bomba no local. Confinaram centenas de pessoas em um espaço apertado, homens uniformizados e com armas passando, nenhuma informação, simpatia zero...ficamos tranquilamente sentados esperando a situação se resolver e finalmente conseguimos chegar à estação de metrô. Compramos as passagens (mais caras que as normais) e descemos. Aviso aos viajantes: depois de passar pelo excelente sistema de transporte público alemão e austríaco, o metrô de Paris é praticamente uma Central do Brasil. Funcionar, funciona, mas...Depois de achar que não ia conseguir sair do metrô de tanta gente espremida lá dentro, conseguimos chegar ao apartamento (no próprio aeroporto eles te dão de graça o mapa do metrô, super útil e vc chega a qualquer lugar). Como era um sábado e no domingo o comércio geralmente fecha, fomos logo ao supermercado (antes coloquei roupas para lavar na santa máquina). Depois das compras, saímos para conhecer a área (ficamos em Saint Germán de Pres, na rua contígua à Pont Neuf). Nesse dia visitamos a Catedral de Notre Dame, bem na hora da missa. Apesar de sermos ateus, recomendo que visitem nessa hora, porque havia um coral cantando e muitas velas acesas, o que deixava o visual bastante interessante. Não esqueçam de dar a volta por trás da catedral e visitar a praça João XXIII que possui belíssimas tulipas e observar ainda os arcobotantes da Notre Dame: fantásticos! Passeamos à beira do Sena até a noite cair e da Ponte Neuf vimos a Torre se acender, lá de longe...
  8. Praga – 15 de abril Mais um dia de caminhadas! Não entramos em nenhum museu ou palácio, apenas passamos o dia passeando pela cidade, tirando fotos e observando. À essa altura, já estávamos um pouco cansados, então preferimos não fazer nenhuma visita cansativa. Fomos ao restaurante U Fleku, de 1499, para almoçar. Comemos pato e tomamos cerveja (muita). Foi um dia excelente, porque completamente descompromissado Voltamos ao hotel no fim da tarde, nos arrumamos e seguimos à pé para o Kampa Park, onde jantamos (ambiente e vista formidáveis, atendimento impecável, preço salgado mas valeu cada centavo, ainda ganhamos duas taças de champanhe para comemorar nosso aniversário de casamento). Voltamos andando pela Ponte Carlos (à noite ela é ainda mais linda, acreditem), bem devagarinho, curtindo nossa última noite em Praga. A vista do restaurante:
  9. Praga – 14 de abril Pela manhã, fomos a um shopping na mesma rua do hotel, onde comprei uma meia de lã, luvas de couro e um chapéu. Rá! Devidamente preparada para o frio, paramos na feirinha de Páscoa na Old Town Square e compramos café e bolo para o café da manhã. Seguimos andando e tirando muuuitas fotos, pois tudo chamava a atenção, seja pela beleza, pelo fato de ser algo antigo (ou extremamente antigo), rústico ou até mesmo pelas placas na rua, onde não se entendia nada! Em Praga encontramos muitos brechós de móveis e objetos. Muitas coisas antigas, da época da guerra, placas de cervejaria...enfim...voltei com uma mísera plaquinha em tcheco que comprei por 8 reais e agora enfeita a churrasqueira aqui de casa. Fomos em direção a Josefov (bairro judeu), passamos por sinagogas, casas em estilo cubista, o Cemitério Judaico (não entramos porque tinha que pagar, então tirei uma foto pela portão que dá pra rua) e o Rudolfinum (Teatro Nacional), já na beira do rio. Atravessamos a Ponte Mánesuv e seguimos em direção ao Castelo de Praga, que fica no alto de uma colina. Pegamos um bonde e subimos até lá. Passamos pelos jardins belíssimos (muitas fotos de flores e árvores aqui) até chegar ao castelo propriamente dito. Compramos o ingresso (25 reais por pessoa) e começamos a visitar o complexo, que inclui o Palácio Real, a Basílica de St. George (muito interessante historicamente), a Catedral de São Vito (deslumbrante), a Viela Dourada (que estava fechada para obras) e a Torre de Pólvora. O passeio dura metade de um dia (se for feito com calma). Mesmo assim saímos de lá às 2 da tarde, descendo à pé a colina pelo outro lado, passando pelo vinhedo mais antigo daquela região da Europa. Chegamos ao rio Vltava, passamos pelo Museu de Kafka (na ilha Kampa) e por lindas praças e jardins à beira do rio. Chegamos ao Kampa Park, restaurante escolhido para o jantar da noite seguinte, para fazer a reserva (nós queríamos a mesa que tem vista para a Charles Bridge). Passamos o resto do dia andando muito, inclusive conhecemos a Charles Bridge, onde tiramos muitas fotos. Na volta para o hotel, compramos algumas lembrancinhas (muitas opções de matrioshkas e bons preços). Na feirinha de Páscoa (de novo ela!) jantamos carne de porco assada na brasa e tomamos cerveja. Comi ainda o doce típico trdelník, muito bom.
  10. Viena – Praga – 13 de abril Acordamos cedo para pegar o trem para Praga (passagens compradas com antecedência pelo site). A viagem durou 5 horas, o trem era muito confortável também. Em Praga o buraco é um pouco mais embaixo....rsrsr. Nem todo mundo fala inglês e até hoje tento descobrir o que as pessoas falavam quando eu entrava em algum lugar (algum cumprimento ininteligível). Tentamos prestar atenção aos mapas mas mesmo assim nos perdemos váááárias vezes (sendo que meu marido é um GPS ambulante). As estações de metrô têm várias saídas nem sempre identificáveis (pelo menos pra mim). Com algum custo, conseguimos chegar ao hotel. Esse dia estava extremamente frio e chuvoso. Saímos para dar uma volta, conhecemos a Old Town Square e adjacências. É preciso cuidado para não cair, porque as ruas são de calçamento muito antigo e os prédios maravilhosos, então vc fica andando olhando pra cima e acaba tropeçando! Voltamos para o hotel e decidimos comer um lanche ao invés de sair, porque eu estava com muito frio!
  11. Viena – 12 de abril Nesse dia, fomos a uma agência dos correios para despachar uma caixa gigante para casa. Colocamos nessa caixa chocolates, biscoitos, roupas, livros que comprei, enfeites, utensílios de cozinha que comprei em Munique e até uma caneca de chopp de 1 litro que também trouxemos da Alemanha. Pagamos 66 euros e nos livramos de todo peso extra que tínhamos acumulado nas malas. Depois tomamos café da manhã (Mokador Cafe) e começou a chover. Nossa idéia era passar o dia ao ar livre, mas acabamos ficando o dia inteiro dentro do Hofburg (Museu da Sissi – 21 euros para duas pessoas) porque chovia muito e estava muio, mas muito frio mesmo! O palácio é interessante, mas a parte de pratarias é meio enfadonha. Almoçamos (já no fim da tarde) e voltamos ao hotel. Saímos novamente para a fila dos stand-up tickets na Ópera de Viena. Ficamos cerca de 40 minutos esperando o guichê abrir, compramos nossos ingressos para dali a 1 hora (3 euros cada), marcamos nossos lugares (com cachecóis) e saímos para o Hotel Sacher, que fica do outro lado da rua, experimentar a famosa torta Sacher. A torta nem é tão gostosa, mas o café estava muito bom (aliás, o café em Viena era maravilhoso). Tomamos ainda um vinho e voltamos para a Ópera. A peça era uma comédia italiana chamada “Elixir do Amor”. Nossos lugares eram de frente para o palco, havia um display de LCD individual com legendas em inglês e um lugar acolchoado para se apoiar, porque a gente fica de pé! Teve gente que não agüentou, mas nós adoramos! A ópera era ótima, muito engraçada e bem montada (quando as cortinas se abriram eu achei que fosse uma pintura). Interessante é conhecer a Ópera por dentro (belíssima) na hora do intervalo (aproveitando para tomar um vinho novamente). Ópera de Viena com orquestra ao vivo por 3 euros! Saímos extasiados às 10 da noite e meu marido queria conhecer o rio Danúbio. Pegamos um metrô e fomos até uma estação para vê-lo. Passemos à beira do rio, tiramos fotos e voltamos andando (ainda paramos para comer uma pizza). Voltamos para o hotel quase 1 da manhã.
  12. Viena – 11 de abril Compramos nosso café da manhã e fomos degustando um delicioso doce austríaco no metrô a caminho do Schloss Schönbrunn (27 euros – 2 pessoas), onde passaríamos o dia. Assim como o Nymphenburg de Munique, o local é gigantesco e há muitas atrações: zôo, jardim botânico, estufa, restaurantes, jardins, o próprio castelo, fontes, a Gloriette (no alto)...Compramos um passe de um trenzinho amarelo que passa em horários determinados por vários pontos. Para visitar o zôo e a estufa, vc deve pagar e nós preferimos não fazer isso. Passamos o dia passeando e aprendendo muito da história do Império Austríaco no castelo. Almoçamos no restaurante Tiergarten Schönbrunn, local simpático, comida honesta e preço justo. Depois do almoço, subimos até a Gloriette e viemos descendo a colina. Passeio para um dia inteiro, sem dúvida. Havia ainda uma simpática feirinha de Páscoa, onde pude comprar alguns enfeites super originais por uma bagatela.
  13. Munique – Viena – 10 de abril Acordamos e partimos em direção à Viena. As passagens já haviam sido compradas com antecedência e tomamos café na estação central de trem. A viagem durou cerca de 4 horas e o trem era muito confortável. Chegamos em Viena no início da tarde. Deixamos as malas no hotel e fomos conhecer a cidade. Como era domingo, quase tudo estava fechado, mas conseguimos tomar sorvete. Passemos pelo Museum Quartier. Passamos também pelo Hofburg, para pegar informações a respeito de horários de visitação. Entramos na Stephansdom, a catedral que é um dos símbolos da cidade. A arquitetura de Viena é fantástica, os prédios são lindos! Já à noite, conseguimos assistir ao final de uma ópera em frente à Ópera de Viena, que disponibiliza um telão e cadeiras do lado de fora. Voltamos para descansar no hotel e planejar o dia seguinte.
  14. Munique – 09 de abril Acordamos e fomos à Marienplatz tomar o café da manhã. Há muitas opções deliciosas com preços razoáveis por lá. Como era sábado, tinha bastante gente. Fomos até a Frauenkirche e depois aproveitei para fazer umas comprinhas: não quis perder tempo procurando, então entrei na Zara e comprei dois casaquinhos e duas blusinhas de lã. Meu marido também comprou um casaco pra ele (preços muito bons se comparados ao Brasil). Do outro lado da rua fica a Kaufhof, uma grande loja de departamentos. Tudo o que vc imaginar tem lá: aproveitei e comprei algumas coisinhas para a minha cozinha que estavam em promoção. Já no início da tarde deixamos as compras no hotel e seguimos para o Englischer Garten, o maior parque urbano do mundo. O dia estava muito agradável, havia muitas pessoas pegando sol (vimos até topless), jogando vôlei, andando de bicicleta...enfim...um lugar bem bacana. Fomos até a Torre Chinesa, um biergarten gigante que fica ali e possui um “restaurante”: na verdade é um sistema onde vc vai até o balcão, escolhe a comida e a bebida, paga e senta em uma das centenas de mesas que ficam ao ar livre. Muitas pessoas trazem sua comida de casa e compram somente a cerveja ali. Passamos a tarde no parque, comendo, passeando e curtindo o pôr do sol. No final da tarde, demos outra volta pela cidade: conhecemos o rio que atravessa Munique (limpíssimo), monumentos, prédios oficiais...Já era noite quando pegamos o metrô e fomos até o Alianz Arena, que obviamente já estava fechado, mas foi suficiente para nós conhecermos o estádio por fora mesmo.
  15. MUNIQUE – 08 DE ABRIL No dia anterior, havíamos comprado a passagem para conhecer o castelo de nome difícil. Chegamos cedo à estação para tomar café lá mesmo (há um infinidade de opções e gostamos muito da Le Crobag, bem ao lado da entrada principal). Em seguida pegamos o trem para Füssen. O trajeto era lindo (com os Alpes nos acompanhando) e tinha uma troca de trem em uma cidadezinha que não lembro o nome, mas não foi difícil, bastou seguir os demais turistas....rsrss. Dentro do trem, conhecemos um brasileiro, que estava fazendo um mochilão e acabou sendo nosso companheiro nesse dia. Chegamos em Füssen, pegamos um ônibus em direção ao castelo em frente à estação de trem. Tanto para o trem quanto para esse ônibus, o Bayern Ticket (31 euros para 5 pessoas) serviu. Ao chegarmos lá, compramos as entradas para o castelo e pegamos um outro ônibus para subir (1,80 euros por pessoa). O ônibus nos deixou na Marienbrucke, a ponte com vista para o castelo. Impressionante a vista! Trajeto até Füssen: Vista da Marienbrücke: Quando faltava 20 minutos para o horário do nosso tour, andamos em direção ao castelo e guardamos a mochila no guarda-volumes. Aproveitamos o tempo até a entrada para almoçar o sanduíche que havíamos trazido de Munique (e a cerveja também, que na temperatura ambiente estava ótima). Entramos no castelo pontualmente e fizemos a visita. O castelo é bacana por dentro, mas o problema dos tours é que eles amarram demais a visita. Mas mesmo assim valeu a pena. Vista do castelo para a ponte: Voltamos à estação de trem com destino à Munique. Chegamos em Munique com o dia ainda claro, então aproveitamos para conhecer mais um pouco da cidade. Fomos jantar em outra grande cervejaria, a Franziskaner. Comemos muito bem: esse schnitzel gigante aí da foto, que foi mais do que suficiente para 3 pessoas (a conta ficou por volta de 20 euros por pessoa, incluindo muita cerveja):
  16. MUNIQUE – 07 DE ABRIL Acordamos e saímos para tomar café da manhã em uma padaria em frente ao hotel. Interessante notar que todo mundo falava inglês: desde a mocinha da padaria até o cara que limpava o chão na estação de trem. Apesar disso, acho importante aprender as palavras-chaves (olá, obrigado e por favor) em alemão. Compramos o passe diário de transporte e começamos a utilizar os bondes de Munique. São uma excelente opção de transporte, limpos, confortáveis e silenciosos. Sem falar que tínhamos a vista da cidade, e se observássemos algo interessante, bastava descer e depois pegar outro. Nesse dia fomos ao Schloss Nymphenburg, o palácio de verão dos reis da Baviera. Vimos o palácio por dentro (ele estava em restauração) e os outros prédios adjacentes (museu das carruagens, Amalienburg, etc). Mas o mais gostoso, sem dúvida, foi passear pelos jardins bem cuidados, parando para descansar nos bancos à beira dos lagos e observando os alemães se exercitando e passendo com seus bebês e cachorros. No meio do dia, paramos em um restaurante lá dentro mesmo pra comer e tomar cerveja. Mesmo tomando em média 2 litros de cerveja por dia (cada um), em nenhum momento ficamos bêbados ou tivemos ressaca. Não sei se pela qualidade da cerveja ou pelo tanto que andávamos... Depois de passar no hotel para tomar banho e descansar um pouco, quisemos conhecer a famosa cervejaria Hofbrauhaus, que fica no centro da cidade. Ao chegarmos lá, não gostamos muito, pois estava lotada, com música alta da bandinha tocando, muitos turistas...enfim...pra quem nunca foi à Oktoberfest e quer sentir o gostinho dela é uma boa opção, mas não era o que estávamos procurando. Seguimos então para a Augustinerkeller, uma cervejaria que me indicaram como sendo mais do povo local. A dica foi quentíssima! O lugar é um biergarten gigantesco! Contei mais de 200 bicicletas estacionadas! Do lado de fora é super agradável e do lado de dentro tem música. Gostamos muito, preço ótimo, comida gostosa, ambiente tranqüilo. O gerente veio perguntar se estávamos satisfeitos e até arranhou no português, dizendo que tinha uma foto com o Pelé...rsrs. A educação dos ciclistas de Munique: Voltamos andando para o hotel, pois a noite estava muito agradável, apesar do friozinho....
  17. MUNIQUE – 06 DE ABRIL Ao chegar ao aeroporto de Munique, pegamos nossas malas e fomos em direção aos trens. Eu tinha informações a respeito de um ônibus, mas preferimos ir de trem mesmo. Compramos os tíquetes em um guichê, validamos os mesmos e embarcamos. Ficamos muito impressionados com a limpeza e organização do aeroporto, e ainda mais com o trem, muito confortável e silencioso. Aeroporto de Munique: Ao chegar à estação, fomos andando até o hotel, a 2 quadras dali. O hotel (Íbis Munchen City) era limpo, confortável e simples. Tinha TV, uma vista fofa e o quarto não era apertado. Não havia frigobar, mas deixávamos a cerveja do lado de fora da janela e ela ficava geladinha....juro! O único senão era a falta de wi-fi gratuito no quarto (só no saguão). O staff era agradável e prestativo. Optamos por não tomar café no hotel, mas dizem que é muito bom. Vista do quarto: "frigobar": Para nossa sanidade, resolvemos dormir um pouco. Quando acordamos, depois de umas 3 horas, decidimos que a primeira parada seria o supermercado (Tengelmann). A vida de dona de casa não me abandona jamais! Rsrsrsrs. Compramos algumas coisas (lá não tem sacolinha de plástico no mercado, então tivemos que comprar uma – sorte que eu havia levado de casa uma sacola de pano). Voltamos ao hotel para deixar tudo e saímos em direção à Marienplatz, coração da cidade. Tudo lindo e bem cuidado! Marienplatz: Entramos em um restaurante ali na praça mesmo, tomamos bastante cerveja (pra quem gosta de cerveja de trigo, como eu, vai estar no paraíso) e comemos um mix de lingüiças com repolho. Ainda bem que pedimos o menu em inglês porque senão teríamos comida rins de porco...cuidado! rsrsrs. A conta ficou por volta de 40 euros. Depois do jantar, ficamos passeando até voltarmos para o hotel, por volta de meia noite.
  18. Aline... O trajeto Munique-Füssen é feito por um trem local. A passagem vc compra na estação de trem em Munique mesmo, a Hauptbanhof. Eu comprei no dia anterior: é só vc ir ao guichê e pedir. A mocinha vai te apresentar os horários disponíveis e vc escolhe. Eles vão te vender o Bayern Ticket, que vale para até 5 pessoas. Vc escreve seu nome e sobrenome no papel e anda com ele na bolsa, e quando te perguntarem da passagem, vc mostra e diz quem está viajando com vc. No dia da viagem à Füssen, chegue uns 15 minutos antes na estação. O trem que eu peguei foi ótimo, super confortável. Tivemos que fazer uma troca de trem, mas a estação era pequena, então não foi difícil. Chegando à Füssen, vc vai sair da estação de trem e pegar o ônibus (não precisa pagar por esse ônibus, ele está incluído no seu Bayern Ticket) com destino à Hohenschwangau (todo mundo vai pegar esse ônibus...rsrsrsr). O trajeto dura apenas alguns minutos e o ônibus vai te deixar em frente à uma pequena estação. De lá, vc anda uns minutinhos ladeira acima para comprar a entrada para o(s) castelo(s) - existem dois castelos, se vc quiser visitar ambos, há um ticket combinado mais barato. O tour ao castelo é guiado e tem hora marcada. Como queríamos antes ir até a Marienbrücke (a ponte com vista para o castelo), pegamos um horário mais adiantado, para dar tempo. Depois de comprada a entrada, vc escolhe como quer subir. Se estiver chovendo ou nevando, só dá pra subir à pé ou charrete. No dia que fui o dia estava lindo, subimos de ônibus (a passagem vc paga direto ao motorista, cerca de 1,80 euros). O ônibus vai te levar lá em cima, perto da ponte. Aproveite e tire muitas fotos de lá...é lindo! Depois tem uma caminhada de uns 5 minutos até o castelo, onde vc pode guardar mochila no guarda-volumes e finalmente entrar quando chamarem o número do seu tour. A volta nós fizemos à pé até a estaçãozinha. O ônibus de volta para a estação de trem vc pega em frente onde vc desceu, numa espécie de "ilha" no meio da rua. Aproveitei e comprei uns cartões postais e coloquei ali mesmo na caixa de correio. No site do Ricardo Freire (ViajenaViagem), tem um passo a passo muito bacana sobre como chegar à Füssen. Entra lá e dá uma olhada. Espero ter te ajudado. um abraço
  19. SAÍDA DO BRASIL – 05 de abril – vôo da Air France Chegamos ao aeroporto com 2 horas de antecedência. Fizemos o check in e fomos passar o tempo no free shop, onde compramos um perfume para cada um (nem pensar em comprar na Europa, que tem o mesmo valor porém em euros), creme para o rosto, um óculos de sol e outros bobagens (incluindo o adaptador universal de tomadas, que foi importantíssimo). Embarque na hora, avião Ok (Boeing porque temos pavor de Airbus – perdemos nossos vizinhos no vôo da AirFrance há quase 2 anos), sem entretenimento individual e sem o som funcionando no lado do avião em que estávamos. Viajamos sem ninguém ao nosso lado, portanto tivemos 3 assentos para 2 pessoas, o que me possibilitou viajar deitada. Tinha aquele cobertorzinho mequetrefe e travesseirinho que quebraram um galho, mas adorei mesmo foi aquele travesseiro de colocar no pescoço comprado no free shop, que apesar de ocupar espaço na mala era muito confortável. Nota importante para a comida, que considerei ótima! Tivemos um jantar decente, tomamos champanhe e vinho tinto e tomamos café da manhã (só o café que é horrível, parece água suja). Não tenho do que reclamar. Chegamos muito cansados por causa do fuso (lá eram 8 da manhã e aqui ainda 3 da matina). Imigração ok, nem olharam para as nossas caras, nem pediram pra ver nada (eu levei um calhamaço de documentos...rsrsrsr). No CDG, o outro vôo saía de outro terminal, fomos andando...longe pra caramba, o aeroporto é imenso, esqueça qualquer comparação com os aeroportos brasileiros! Guarde no mínimo 2 horas entre um vôo e outro. Ali já senti o famoso “cheirinho” do povo francês...eca! Vôo para Munique também pela Air France, na hora, com lanchinho simples à bordo. Chegamos em Munique ao meio dia.
  20. Depois de muita informação valiosa conseguida aqui, resolvi postar minha colaboração. Nosso roteiro incluiu Munique (com bate-e-volta à Füssen), Viena, Praga e Paris. Os valores estão em reais, e usei o câmbio 1 euro = R$2,40. Data da viagem: saímos do Brasil no dia 05 de abril e voltamos dia 23. Estilo de viagem: comemorando 15 anos de casamento, somos um casal apaixonado por História, gastronomia e costumes dos locais que visitamos. Gostamos de observar como é o cotidiano das pessoas. Não fazemos nada por obrigação, só por vontade ou curiosidade. Acordávamos por volta das 8:30 da manhã e íamos dormir por volta de 1 hora (isso se deve ao fato de que ligávamos para casa diariamente mas nossos filhos só chegavam da escola às 7 da noite daqui, meia noite de lá). Gostamos do mínimo de conforto, nada mais do que isso. A única frescura (minha) é banheiro novo, detesto aqueles azulejos caindo aos pedaços. Meu marido é alérgico, então preferimos ficar em hotéis simples porém novos ou renovados. Localização é o mais importante. Bagagem: não exageramos nas malas porque teríamos a possibilidade de usar lavanderias e no studio em Paris haveria máquina de lavar (que foi bastante usada). Cada um levou uma mala média, nenhuma mala foi lotada e usamos o truque de misturar nossas roupas para o caso de alguma mala extraviar, o que não aconteceu. Uma malinha de mão com mudas de roupa e nécessaire para emergência. Eu levei uma bolsa e meu marido uma mochila. Já na volta cada um trouxe duas malas e uma bolsa de mão, além da bolsa de colo e a mochila. Dinheiro: viajamos com 1,6 mil euros cada um, além de cartões de crédito. Era o valor que eu imaginei que ia gastar com alimentação, transporte e atrações, e acertei na conta, mas aí começamos a comprar algumas coisitas e preferimos usar o cartão para não ficar zerados. Mas se não tivéssemos comprado nada, o dinheiro teria dado. Em quase todos os lugares o Visa era aceito, exceto para pequenos valores. Utilizamos também o detaxe (devolução de parte do valor pago em compras se atingida determinada cota no mesmo dia e mesma loja). Passagens aéreas: compradas em setembro/2010, incluíram os trechos: Rio-Munique (com conexão em Paris-CDG), Praga-Paris, Paris – Rio (os outros dois trechos foram de trem). Valor para 2 pessoas: R$ 4.396,00. Hotéis: pelo que já expliquei, optamos pela rede Accor (nenhum charme, mas sem surpresas desagradáveis). Em Munique (4 dias) a diária no Ibis foi de 59 euros, em Viena (3 dias) 65 euros no Ibis, em Praga (3 dias) 89 euros no Mercure e em Paris optamos por alugar um studio por 1 semana por 800 euros (a economia no studio vem do fato de poder tomar café da manhã e até jantar sem ser na rua, além de poder lavar roupa). Os hotéis foram pagos com antecedência na tarifa sem reembolso no site dos próprios hotéis e o studio foi pago no check in. Total em hospedagem: R$3.600,00 Alimentação: somos criteriosos e curiosos. No cotidiano, em casa, costumamos almoçar bem e lanchar à noite ou fazer uma refeição simples, como sopa ou massa. Lá fizemos o contrário, porque não queríamos perder muito tempo sentados em restaurante durante o dia: na hora do almoço costumávamos fazer um lanche ou almoço bem simples (normalmente sentados em algum parque) e tomar cerveja. No jantar, comida de verdade. Total em alimentação para 2 pessoas - 18 dias: R$4.712,22 (isso inclui os lanches, as bebidas, as compras no mercado, muitos chocolates e os restaurantes). Transporte: em Munique, Viena e Praga compramos os passes diários (em Munique o passe era tipo “partner”, ou seja, vc compra um passe de 9,80 euros por dia e pode andar com mais uma pessoa). Em Praga quase não usamos o passe. Em Paris compramos os blocos de 10 passes de transporte por 12 euros. Os custos foram: Munique – R$ 94,08 (3 dias de passe + transporte do aeroporto para a cidade) Munique – Füssen – R$ 74,40 (inclui o Bayern Ticket e o ônibus para o castelo) Munique – Viena: passagem de trem comprada com antecedência na DB-Bahn – R$ 145,71 Viena – R$ 48,00 (2 dias de passe) Viena – Praga: passagem de trem comprada com antecedência na OEBB – R$ 152,12 Praga – R$ 66,00 (3 dias de passe) Paris – R$ 137,28 (incluindo as passagens CDG-Paris que eram mais caras e as passagens para Versailles). Aqui também não usamos tanto o transporte, andamos mais à pé. Ainda gastamos R$ 40,00 num shuttle oferecido pelo hotel em Praga para o aeroporto e R$ 120,00 de táxi para o aeroporto de Paris (muitas malas). Total: R$ 877,59. Atrações: compramos o Paris Museum Pass de 4 dias por R$ 240,00, somando aos outros castelos, palácios e museus nos outros lugares o total deu R$ 608,24. Se a viagem tivesse sido espartana (sem comprar nem um chaveirinho), os gastos acima teriam totalizado R$ 14.100,00 para o casal, sem passar desconforto, sem passar fome, visitando as atrações que consideramos interessantes, voando de econômica, viajando nos maravilhosos trens, andando à vontade de transporte público e utilizando dois táxis. Porém, como não somos de ferro, essa conta ficou bem acima por causa das compras. Amanhã começo a postar o diário da viagem, assim que baixar as fotos no computador. Um abraço.
  21. Olá Alessandro Gostaria de saber como vc foi de Viena para Praga. Procurei no site DB, mas a viagem leva 5 horas, é isso? Agradeço desde já. Patricia
  22. Gostaria de agradecer o excelente tópico...graças a ele decidi comprar uma Nikon d5000 no início deste ano. Estou bastante satisfeita com a máquina, tenho "fuçado" bastante, conseguindo bons resultados. Faltam apenas 2 meses para minha viagem e até lá espero ter aprendido a maioria das funções da câmera. Um abraço a todos.
  23. Caro BrunoBCY Com a Air France, mesmo indo direto a Roma, vc deverá fazer uma conexão em Paris. Se eu fosse vc, ligava pra companhia e perguntava a respeito da possibilidade de uma conexão "maior" na ida ou na volta, entendeu? Por exemplo, na hora que vc quiser ir pra Paris, vc já pega a primeira parte do seu vôo para o Brasil, parando em Paris e ficando lá alguns dias. Sei que essa possibilidade existe porque conheço várias pessoas que já fizeram, economizando assim uma passagem de ida e volta para outro lugar. Um abraço
  24. Aproveito para perguntar a vc qual o custo da sua viagem, se vc pude responder, é claro. Entrei no site da Avis mas não encontrei esse motor home, apenas uma Sprinter (acredito que não seja esse, certo?). Será que é só lá que eles alugam? Qual foi o gasto com o camping? Dava pra cozinhar na boa dentro do MH? E pra dormir, foi confortável? Obrigada
  25. Caro Carlos Quero parabenizá-lo pela coragem de tal viagem. Tenho três filhos e imagino que uma viagem dessas não deva ser nada fácil de ser planejada, muito embora pareça muito prazerosa essa tarefa. Eu simplesmente realizaria um sonho se pudesse realizar tal façanha com meus filhos, mais aventueiro impossível....rsrs. um abraço Me desculpe aí amigo gustavoviajante, mas ouso discordar da sua opinião. Por que motor home não é mochilão? Aqui tem gente que faz viagem de tudo quanto é jeito, até por agência de turismo! O importante é a troca de informações, o espírito aventureiro, fazer coisas fora do circuito turistão, se arriscar...e viajar por tantos lugares, no inverno brabo, num motor home com 6 adultos e um bebê...não vejo absolutamente nada mais mochilão do que isso!
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