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submarcos

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Sobre submarcos

  • Data de Nascimento 09-02-1985
  1. submarcos

    Descomplicando o Vale do Pati - Com ou Sem Guia (fotos)

    Show de bola esse relato, informações precisas e preciosas. Podem confiar! Deixo aqui a minha contribuição: http://tupitravel.blogspot.com.br/2016/09/vale-do-pati-chapada-diamantina-quando.html
  2. Quando comecei a pesquisar para a montagem do roteiro ficou evidente que é impossível conhecer todos os principais atrativos da Chapada Diamantina em alguns dias. Além da grande diversidade de cenários, que vão desde vales a cachoeiras, cavernas, cânions, campos, florestas e cidades históricas tombadas, a Chapada Diamantina tem mais de 150 mil hectares de extensão. Para se ter uma ideia, de Lençóis, no portal norte da Chapada, até Mucugê, no centro-sul, são 70 km de estrada de terra, ou 180 km pelo asfalto! E em ambos extremos existem paisagens e passeios imperdíveis. Mas como eu gosto mesmo é de colocar o mochilão nas costas e caminhar, o Vale do Pati logo despertou minha atenção. Encravado bem no meio da Chapada, o Pati (para os íntimos) abriga diversos atrativos conhecidos da Chapada Diamantina, além dos trekkings mais casca grossa da região. E para completar a experiência, a vivência com os nativos do Vale enriquece ainda mais o passeio. O vale do Capão Chegamos na região da chapada pela BR-242 e pernoitamos em Palmeiras, uma cidadezinha que fica a 20 km do Vale do Capão, e que não tem nada demais, só o sinal de internet e celular que é melhor. Portanto, vale muito mais a pena pegar mais uma hora de estrada de chão e chegar até o vilarejo do Capão para já ir entrando no clima na chapada. No caminho para o Capão, existe o povoado de Conceição dos Gatos. Lá tem a cachoeira da Boa Vista, que só vale a visita se tiver sobrando tempo, pois a trilha é bem curta e a cachoeira modesta. Se estiver chegando no Capão na parte da tarde e quiser pegar um pôr de sol legal, dê um pulo na Boa Vista, caso contrário, deixe pra lá. Cachoeira da Boa Vista O Vale do Capão é um daqueles vilarejos que parece viver em outra dimensão, daqueles cheios de histórias de gente que chegou e nunca mais se foi. Lá existem vários restaurantes, pousadas e lindas pinturas de um tal de Salomão, que pintou de mesa de boteco a banheiro público. Ao chegar no Capão, a ideia é conhecer alguma das boas opções de restaurantes do lugar. Eu provei e indico o PF da Dona Beli, que serve uma comida caseira de primeira a um preço justo (r$ 12 a 20). Depois, para o pernoite existem diversos campings e pousadas para todos os tipos de gosto e de bolso. Eu fiquei numa suíte casal na pousada Lakshmi, o preço é um pouco salgado (r$ 160) mas a pousada é ótima, bem limpa, organizada e o café da manha é farto e variado (e vegetariano, mas garanto que o presunto não vai fazer falta). No dia seguinte, acordamos bem cedo para iniciar a trilha para o Vale do Pati. A trilha começa, de fato, no povoado do Bomba, que fica uns 10km depois do Capão. Qualquer carro chega até lá e você ainda pode deixá-lo estacionado na casa do Sr. João por um preço camarada. O preço do transporte na região do Vale do Capão é exorbitante, especialmente os transfers. Caso faça uma travessia e tenha que voltar de Andaraí ou Guiné para o Capão vai gastar para mais de r$ 200. Portanto, se puder ir de carro, vá! A estrada de chão é boa e você provavelmente economizará dinheiro e tempo. O vale do Pati No povoado do Bomba, a trilha começa onde termina a estrada de chão que vem do Capão, é só atravessar o rio das galinhas algumas vezes e seguir floresta acima. Não recomendo se aventurar no Pati sem um GPS ou um guia. É que existe uma infinidade de trilhas e é fácil pegar o caminho errado. Não que você vá se perder, até porque as trilhas são bem movimentadas, mas com certeza vai perder tempo e tranquilidade. Se não conhece o lugar, leve o GPS ou instale um no seu celular. O link para o tracklog que usei está no final do relato. Esse percurso é de quatro dias, mas pode ser bem puxado para quem está destreinado ou está com a mochila muito pesada. Ele começa no Bomba, segue pelos Gerais do Vieira e do Rio Preto e entra no Vale do Pati pela rampa. A volta, já no quarto dia, é pela Floresta do Calixto. O trajeto pode ser feito em mais dias e também pode ser feito no sentido reverso, começando pela floresta e saindo pela rampa. Foi esse o sentido que segui mas confesso que não foi a melhor opção. https://2.bp.blogspot.com/-NZsSUMfrMXQ/V-XcxwDeYEI/AAAAAAAAAwI/I7OZuY0hI9QAy37643Zt39V-cdlL6ZsiQCLcB/s640/20160825_163206.jpg' alt='20160825_163206.jpg'> Vale do Pati - Mirante do Morro do Cruzeiro, um morrote logo após a descida da rampa. Hospedagem e Alimentação no Pati Dentro do Vale existem diversas famílias que moram no local e têm no turismo sua principal fonte de renda. Apesar de nomes como igrejinha, ruinha e prefeitura, todos se referem a pontos de apoio cuidados por alguma família da região. Praticamente todas as famílias oferecem o mesmo pacote de serviços a preços parecidos. Algumas tem uma estrutura melhor que outras, mais ou menos conforto, mas o certo é que em todas você será tratado com muito carinho e sorrisos. Todas as casas têm placas de energia solar. Infelizmente, não dá para aquecer a água do chuveiro mas dá para recarregar o celular, o GPS, algumas pilhas. Quanto à hospedagem, você pode levar sua barraca e ficar no quintal de alguém (r$15), levar só o saco de dormir e ficar no alojamento (r$20), ou alugar um quarto com cama (r$35). Quanto à alimentação, as casas oferecem café da manha ($30) e jantar (r$35), mas se preferir preparar o próprio rango existem pequenos armazéns com uma boa variedade de ingredientes a um preço justo, e você ainda pode utilizar as cozinhas comunitárias, que oferecem fogão a lenha, utensílios de cozinha e mesas. Algumas cobram taxas para utilizar as cozinhas, outras não. Não se esqueça que você está num vale acessível apenas por burros de carga, tudo lá é obviamente mais caro. Eu conheci duas casas lá, a do Miguel e Agnaldo e a Igrejinha, ambas tem todos os serviços que mencionei. A cozinha comunitária do Sr. Agnaldo não é paga e os quartos são bem limpos e confortáveis. Eles também servem um pão caseiro delicioso e caldo de cana moído à mão. Se puder, experimente a comida da Dona Patrícia, ela é uma cozinheira de mão cheia! O godó de banana verde (isso mesmo, verde!) que ela preparou não parecia um prato feito a base de banana verde e estava delicioso, quase não acreditei. A localização da casa também é ótima, fica perto dos acessos para o Morro do Castelo e para a Cachoeira do Funil. Casa de Miguel e Agnaldo A igrejinha já tem uma estrutura maior, com mais alojamentos e banheiros, e oferece praticamente os mesmos serviços. Da cozinha também saem várias porções de petiscos. Eu provei uma carne de sol com batata frita ($30) que estava de lamber os dedos! A localização da Igrejinha favorece uma visita à Cachoeira do Funil e ao Cachoeirão por cima, ou a saída do vale pela rampa. Minha recomendação é que você monte um roteiro de acordo com os atrativos que deseja visitar e escolha os pontos de apoio que se encaixem melhor nesse roteiro. O nível de conforto proporcionado pelos diversos pontos de apoio no Vale do Pati é algo inimaginável na maioria dos parques que conheci. Eles nos permitem uma flexibilidade gigantesca, tanto na montagem do roteiro quanto no tipo de passeio que vamos fazer. Se quiser ir de mochila carregando sua casa dentro dela e só fazer camping selvagem, tudo bem! Mas se quiser levar só o GPS e ficar no esquema de pensão completa na casa dos nativos, tudo bem! A infraestrutura do Vale do Pati o torna um lugar atrativo para todos os gostos e bolsos, a escolha é sua. Atrativos no Pati Entre os atrativos do Pati se destaca o próprio Vale. A região toda é encantadora e para qualquer lugar que você olhe vai ter um paredão de pedra com as cores mais lindas e os mais diversos formatos, cadeias de montanhas que seguem até o infinito, campos de vegetação rasteira com flora e fauna riquíssimas, matas exuberantes no fundo de imensos vales verdes onde correm águas cristalinas e refrescantes. E ainda tem toda a cultura e história da região, que ainda hoje é mantida viva pelos moradores e guias locais. O Pati é um lugar fantástico que merece toda a fama e prestígio que tem. O morro do Castelo é uma formação rochosa que, juntamente como o morro Branco, divide o vale do Pati ao meio. O início da trilha que sobe o Castelo fica próximo à Casa do Agnaldo logo após atravessar o Rio Pati. Ela começa com uma subida suave e fica cada vez mais inclinada até virar uma escalaminhada. São 4 km de distância (ida) e 400 metros de desnível, feitos em 2 horas, com muita calma e paradas estratégicas para tomar fôlego. Chegando na base da formação rochosa, a trilha continua dentro de uma caverna, portando, leve lanternas! São apenas alguns metros que te levam para o outro lado do Castelo, bem tranquilo. Lá no alto existem dois mirantes, o mais alto proporciona uma vista privilegiada dos gerais do vieira, da Cachoeira do Calixto, da Cachoeira do Funil, e do Morro Branco; o mirante mais baixo permite uma vista panorâmica de todo o percurso que o Rio Calixto faz pelo vale, até onde a vista alcança. Morro do Castelo - Vista do Morro Branco Morro do Castelo - Vista do Vale do Calixto - Lateral leste do Vale do Pati Morro do Castelo - Salão de entrada da caverna Ps.: Na subida para o Castelo você é perseguido por mutucas "gigantes", levei o repelente Off mas não adiantou nada, tive que me abanar como um doido e evitar ficar muito tempo parado. Se tiver um repelente melhor, leve! A cachoeira do funil é o passeio para você tomar um banho daqueles! A trilha é fácil e boa parte dela é feita nas margens e no leito do Rio Pati, é só seguir o rio que você vai se deparar com diversas cachoeiras, poços para banho e lajeados para pegar um sol. A cachoeira do funil é a maior de todas, deve ter uns 15 ou 20 metros e tem um bom poço para banho. Essa região do Rio Pati é muito rica em belezas naturais, com diferentes cenários que mudam a cada minuto de caminhada. Minha dica é tirar um dia todo para explorar cada cantinho do lugar até encontrar o seu. Cachoeira do Funil, o dia estava nublado e a água gelada! Uma cachoeira qualquer no "complexo de cachoeiras dos funis" A Cachoeira do Calixto é acessível pela floresta que também leva o nome do rio que corta suas matas, o Rio Calixto. Da casa de Agnaldo até a cachoeira, são aproximadamente 7 km de caminhada (ida) com boa parte do percurso dentro da mata fechada. O percurso é longo mas sem peso dá para fazer um bate e volta no mesmo dia, saindo cedo e aproveitando o sol alto na cachoeira e voltando no início da tarde. Outra opção é levar mala e cuia e acampar na cachoeira, dá para passar o dia explorando a região, tomando banho de cachoeira e aproveitando o visual. De lá, também dá para voltar para o Capão, é só seguir a trilha do outro lado do rio, sair da floresta, atravessar os Gerais do Vieira, descer o vale do Capão e pronto, rsrs. Dando a volta no morro do Castelo para chegar até o Calixto. Cachoeira do Calixto Outros atrativos que valem a visita são: o Cachoeirão, que pode ser feito por cima ou por baixo, o Poço da Árvore e a Cachoeira da Fumaça, que fica mais próxima do Vale do Capão. Por falta de tempo não fiz o Poço da Árvore, por mal tempo não deu para conhecer o Cachoeirão e por cansaço desisti da Cachoeira da Fumaça. Mas isso é só desculpa para voltar nas próximas férias! Dicas que podem te salvar Melhor relato que li para não se perder no Pati descomplicando-o-vale-do-pati-com-ou-sem-guia-fotos-t89310.html Tracklog - Vale do Pati (4 dias) - Chapada Diamantina http://pt.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=12529146 Contato da Casa de Miguel e Agnaldo (em alta temporada é bom reservar com antecedência) Facebook - [email protected] Dizem que os guias de lá são mal encarados, esse aqui não. Márcio - [email protected] - (77) 992116035 Estacionamento no Bomba Sr. João - (75) 33441377 Mini documentário sobre um tal de Salomão Postado originalmente em http://tupitravel.blogspot.com.br/2016/09/vale-do-pati-chapada-diamantina-quando.html
  3. submarcos

    Jalapão e chapada dos Veadeiros

    Boa tarde Tiago. Farei algumas considerações sobre Brasília e Chapada. Em Brasília, não deixe de subir na torre de tv, fica no plano e tem uma vista panorâmica da cidade, vale a pena. No dia 04/nov vai sobrar tempo, aproveite para visitar mais alguma cachoeira, eu indico a Cachoeira Almécegas I na fazenda São Bento, caminho para São Jorge, na minha opinião a mais bonita da região. As trilhas do parque são realmente imperdíveis não deixe de ir. A propósito foi aberta recentemente a Travessia das Sete Quedas com 24 km e pernoite, pra quem gosta de acampar é uma boa! Boa viagem.
  4. Pessoal, Queria muito fazer uma parte da travessia leste no feriado de Corpus Christi, o trecho Macaquinho-Sertão Zen, alguém fez recentemente essa trilha? Precisa de veículo 4x4 para chegar no macaco/macaquinho? A trilha é batida? Abraços a todos!
  5. submarcos

    Chapada dos Veadeiros

    Pessoal, Vou para a Chapada no feriado de Corpus Christi e quero conhecer o complexo de cachoeiras do macaco e macaquinho. Li por aí que é NECESSÁRIO veículo 4x4 para se chegar lá, procede? E quanto a trilha que sai do vale e vai até o sertão zen, alguém sabe o estado da trilha? Abraço a todos!
  6. submarcos

    Chapada dos Veadeiros

    Sugiro conhecer as cachoeiras Almécegas I e II, Raizama, Vale do Sol, Encontro das águas e Vale da Lua, todas tem trilhas curtas e fáceis e podem ser feitas em meio dia. Mas se a criança aguentar um pouco mais tente conhecer as trilhas do Parque Nacional, a caminhada é longa e dura o dia todo, mas com várias paradas para descanso, banho, lanche, mirantes, acho que dá pra fazer tranquilo. Vale a pena!
  7. Maravilha hposseti!!! Isso mesmo, ficar em casa que nada! Cara, quando fui também não achei a trilha do paredão que leva à cachoeira. Fiz a trilha pelo leito do rio, na unha, me arranhei todo mas valeu a pena. Quando voltar quero ir no mirante, pois da última vez eu não consegui chegar até lá. Parabéns!!
  8. Galera, em dezembro estive no Sertão Zen. Passei um perrengue mas ao final deu tudo certo. Vou contar aqui o perrengue, a parte legal postei no meu blog. http://tupitravel.blogspot.com/2011/02/sertao-zen.html Bem, me preparei para uma caminhada de 4 dias, iria até o Sertão Zen e desceria o Vale do Rio Macaco até chegar no complexo de cachoeiras do rio Macaquinho. Audacioso, não? E era mesmo, ainda mais porquê o faria sozinho. Como não poderia dividir peso com ninguém minha mochila, uma Crampon 77 da trilhas e rumos, ficou lotada, pesando 16,5 kg sem a água. É minha primeira mochila desse porte e eu não sabia o que eram quase 20 Kg nas costas. Até cogitei que seria muito peso, porém acreditei que andar com ela durante 4 horas em solo plano era suficiente para crer que não era tanto. Ledo engano, logo na primeira serra, das duas que dão acesso ao Sertão Zen, senti o peso da mochila dobrar. Não era o fim, mas dificultou bastante. O tempo, alternava entre sol e chuva, a temperatura era amena e estava bem úmido. Isso tudo, somado ao corpo sempre molhado fez diminuir a sensação de sede e cometi o segundo erro, não bebi água o suficiente. Foram apenas 4 litros durante todo o percurso, muito pouco para a distância, o calor e o peso que carregava. Não percebi na hora, claro, porém mais tarde viriam as consequências. Cheguei na cachoeira as 16:30 horas, bem mais tarde do que o previsto. Preparei a janta, o acampamento, e contemplei a paisagem. Meu cantil tinha pouca água, aproximadamente 300 ml, e precisava enche-lo. Quem conhece o Sertão Zen lembra da cor da água, bem vermelha por conta da grande quantidade de substâncias com ferro presentes. Teoricamente não é um empecilho, mas na hora ela me parecia intragável. Pensei que os 300ml seriam suficientes para passar a noite e resolvi não toma-la. Sertão Zen e suas águas vermelhas. A noite foi uma experiência única! Como fui sozinho e não tinha uma barraca para uma pessoa levei minha rede Kampa Joy, cordeletes e lona, como podem ver abaixo. Sinceramente, eu nunca passei tanto medo na minha vida!!! Acho que por acampar de rede e não ter a "proteção" da barraca me senti demasiado exposto à toda natureza a minha volta. Não tinha lua, a fogueira só fazia fumaça, ventava muito e os bichos estavam a solta. acampamento. Deitei as 21 horas, escrevi no diário e me preparei para dormir. Mas não consegui, qualquer barulho me despertava, o vento me despertava e quando não era o vento.. Bem, la pelas 23 horas escutei algo mexendo na minha sacola de lixo, me assustei, criei coragem, liguei a lanterna e fui ver o que era: um rato do mato enorme procurava alimento no meu lixo! Ficou estático olhando para a lanterna e percebi que ele não sairia dali enquanto não pegasse o que queria. Me levantei, tirei o lixo da sacola e deixei o "ratinho" terminar seu trabalho. Quando acho que vou dormir, escuto um barulho e ligo novamente a lanterna, algo que eu fazia de 15 em 15 minutos, e vejo minha mochila sendo atacada por milhares de formigas vermelhas cabeçudas. Pensei logo na minha maleta de comida, que por sinal estava bem fechada e limpa. Tratei logo de me proteger como dava e tirar as formigas com um graveto, retirei a maleta da mochila, pendurei as duas em uma árvore e urinei no tronco sem saber se isso faria algum efeito. As formigas não voltaram. Eram aproximadamente 05 horas da manha e eu não tinha dormido nada, apenas pesquei a noite toda! Levantei as 06:40 pois queria ver o sol nascer. Lá o Vale do Rio do Macaco segue para o leste e deveria ser incrível o sol nascendo naquele visual. Subi umas pedras a direita da cachoeira e me preparei para a alvorada, porém estava nublado! Percebi no local vários coquinhos quebrados e uma pedra, ou é macaco ou gente, mas quem quer que seja escolheu um ótimo lugar para uma refeição. Como não veria o sol desci e fui preparar o café. coquinhos. Senti vontade de urinar e quando tentei urinei pouco e amarronzado,(diferente da noite quando a cor e quantidade eram normais) nessa hora me assustei de verdade! Pensei alguns segundos e percebi que a boca estava seca, a pele também e nas fotos os olhos estavam fundos. Eu estava desidratado, abortei imediatamente a viagem, arrumei minhas coisas, enchi meu cantil de água vermelha e bebi avidamente, me hidratei cerca de uma hora antes de voltar pela trilha. Na volta não choveu e o sol estava implacável. Não cometi o erro novamente mas os danos já estavam feitos e o organismo demora a se recuperar. Eu bebi água a manha inteira e só fui urinar a tarde, a cor não mudava era sempre amarronzada.(No hotel percebi que a urina estava na verdade vermelha e dias depois quando fui ao médico fui informado que tive uma hematúria, sangramento nos rins por esforço, o que geralmente não é grave, mas se não beber muita água o sangue pode coagular no rim e ai sim complica, irônico não?) Segui firme pois sou teimoso e não desisto facilmente, mas caminhava 2 minutos e parava 1, quase larguei aquela mochila de 100 kg no Sertão, quase pedi arrego, quase fiz uma oração, mas continuei até o fim, até o Átrio hotel, sempre caminhado. me preparando para a viagem. volta, pouco antes da serra.
  9. peter tofte, levou quanto tempo para fazer a caminhada até a cachoeira Sertão Zen?
  10. submarcos

    Facas GUEPARDO

    Review Show de Bola, sanou minhas dúvidas. :'>
  11. submarcos

    Facas... Qual comprar?

    amigo, essa faca substitui até uma serra elétrica! fiquei impressionado como ela cortou fácil uma corda "bamba" nesse vídeo >> http://il.youtube.com/watch?v=Xq1EFWVV3C0&feature=related Tenho um amigo indo aos EUA, existe algum empecilho legal quanto a trazer armas brancas de lá? se não, adeus facões Tramontina..
  12. submarcos

    Facas... Qual comprar?

    Véio du mato, ajudou sim! Também a comprei a Guepardo fish 8"pela relação custoXbeleza, paguei R$ 34,00 em Goiânia. Além disso a faca aguenta pancada, pelo menos na teoria, então, quem judiar dela primeiro posta os resultados! O fio realmente é bom, estou sem pelos em parte do braço já faz uns dias,, qualquer hora tento dar uma de crocodilo dundee, teste do fio e algumas características>> http://il.youtube.com/watch?v=uR7GWp0vel0 Estou entrando no mundo do Bushcraft ultimamente, um canal que vem me ajudando muito é o do Giuliano Toniolo, tem muita informação.>> http://il.youtube.com/user/giutoniolo Quanto a Pólice da guepardo também me interessei nela, postei minha dúvidas no blog do Mario Nery, que fez um review sobre ela e descobri que ela é halftang,>> http://trekking.marionery.com/review-faca-police-e-canivetes-rescue-e-savage/ O que é halftang e outros tipos de tang, rs ?>> http://www.gungfu.com/cart-htm/swords_tang_types.htm espero ter contribuído também,
  13. submarcos

    Facas... Qual comprar?

    Véio do mato, Adquiri uma guepardo fish 8" e vi que também tem uma na sua coleção. Em outro tópico um colega aqui diz utiliza-la em substituição ao facão, provavelmente para serviços com em madeira, picada sem chance!rs. Minha dúvida é quanto a robustez dessa faca que apesar de ser fulltang, tem apenas 3mm e é em aço inox. Ela aguenta pancada? Que tipo de uso faz com ela?
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