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Lulucita

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Sobre Lulucita

  • Data de Nascimento 20-06-1981

Outras informações

  • Lugares que já visitei
    Perú, Chile, Bolivia, Argentina, Uruguay
  • Próximo Destino
    Norte do Perú + Equador + Colombia
  • Ocupação
    Analista de conteúdo
  1. Lulucita

    12 dias em Floripa e Curitiba

    Passamos o fim de ano em Floripa. Uma capital que consegue reunir praias, badalação, bons restaurantes, trilhas, cachoeiras e muito mais. Por isso é um destino para todos os gostos. Hospedagem Depois de pesquisar diversos alguerbues optamos por um que fica no Campeche. Floripa fica lotada no Ano-Novo então é importante reservar a hospedagem o quanto antes. Ficamos no Hostel Vila do Sol http://www.hostelviladosol.com.br/ Pontos positivos: Tem piscina, Wi-Fi, quartos com 4 camas, o Thor é um cão fofo. Mesa de sinuca, ping pong... Pontos negativos: o café da manhã é contado (sério) há um cartaz dizendo que cada um tem direito a um copo de suco, um pão etc. E mais de uma vez, infelizmente, o pão era amanhecido. O pessoal que administra é gente boa: Patrícia, Rafael, mas o atendimento deles é abandonado: nos 10 dias que ficamos lá, a recepção nunca teve ninguém. Quem abria a porta eram outros hóspedes. Quer dizer, se você vai contando com apoio do hostel para ter dicas ou informações, esqueça. O quarto de 4 pessoas que ficamos era muito quente e só tinha um ventilador (imagine o de 14 pessoas?!). Nos arredores, há 2 mercados, o Ponto X para comer, uma temakeria e um local simples de porções. Caixa eletrônico e barzinho para sair à noite, nem pensar. A cozinha dos hóspedes fica do lado de fora e é bastante simples. Vimos baratas por lá . No andar debaixo há apenas um banheiro para mais de 20 pessoas. Do lado de fora há um chuveiro e um banheiro muito rudimentares. Resumindo: não vale a pena. Nos disseram que o Hostel da Lagoa tem uma estrutura melhor. Então só vá para o Vila do Sol quando não tiver outra opção. Transporte Florianópolis tem um bom sistema de transporte público. A passagem custa R$ 2,90 e com este valor você percorre toda a cidade que é interligada por terminais. Todos têm bebedouros, então leve sua garrafa para economizar com água. Os horários estão fixos próximos aos pontos e são bem pontuais. As filas de espera são inúteis, pois quando os ônibus chegam os motoristas abrem todas as portas e as pessoas saem da fila e entram, ou seja, elas não servem para nada. Os motoristas não esperam. Os ônibus chegam e saem rapidamente então fique atento. Ah, os ônibus não têm ar condicionado, então prepare-se: mais de 30 graus, parado no trânsito, dentro de um veículo muuuuito quente. DICA: Se puder, alugue um carro ou vá de carro para ganhar mais tempo e conhecer mais praias. Os ônibus são pontuais, mas alguns demoram para passar (cerca de 30 minutos). Quase sempre é preciso ir de um terminal ao outro para tomar o ônibus que leva ao seu destino. Levamos do Campeche até Ingleses 3h sem trânsito. E tanto de carro quanto de ônibus, leve uma dose extra de paciência porque o trânsito na alta temporada (inclusive à noite) é garantido. Alimentação Não sei dizer qual o prato típico de Floripa, mas o fato é que há muito camarão e frutos do mar. Vi até hambúrguer de camarão (apesar de não ter provado). Por toda cidade há restaurantes com diversas culinárias. A sequência de camarão é servida pelo número de pessoas e oferece porções de camarão preparado de diversas formas: alho e óleo, no bafo, empanado, peixe ao molho de camarão mais acompanhamentos que geralmente são arroz, salada e fritas. Nas praias sempre há água de coco, açaí, milho verde, pastel de camarão e porções. Em Jurerê vimos muito pão com linguiça. A maioria dos quiosques nas praias aceita só dinheiro. Roteiro Dia 1 - 24.12 - São Paulo - Florianópolis Os voos da Azul saem do terminal 4 no Aeroporto Internacional de Guarulhos. Com o atraso de 30 minutos chegamos um pouco tarde em Florianópolis. Do aeroporto até o Campeche fomos de ônibus e realmente não vale a pena. Isto porque, apesar de perto é fora de mão. Pegamos um ônibus até o Terminal Central, de lá até o Terminal Rio Tavares e de lá um ônibus até o Campeche. Algumas pessoas nos disseram que pagaram R$ 25 de táxi por esse trajeto, ou seja, compensa muito mais. As ruas estreitas e pequenas que cruzam as vias principais em Floripa são chamadas de "servidão". Então fique atento ao endereço do seu hotel, hostel, pousada. Passamos o Natal com uma ceia improvisada e foi bem bacana. O hostel estava vazio porque a maioria das pessoas passa o Natal com a família e vêm para Florianópolis curtir apenas a passagem do ano. Dia 2 – 25.12 - Campeche - Joaquina - Mole - Galhetas - Barra da Lagoa Saímos umas 10h e começamos pela Praia Campeche. Litoral extenso, praia tranquila e com poucas pessoas. Caminhamos até a Joaquina (1h30) que tem mais infraestrutura, mas na minha opinião apesar de ser tão famosa, não tem nada demais. Refris e coco (R$ 5), agua R$ 3, milho R$ 4. Da Praia da Joaquina pegamos uma carona com o dono do quiosque até o trevo e subimos para Praia Mole de ônibus. Lá logo na entrada há banheiros químicos (e o interessante é que praticamente todas as praias os têm); um portal e um bar com um lounge, lojinha. É bem bonito e agradável. Esta praia é um point GLS. Na outra ponta há mais um bar, belas pedras e a entrada para Praia da Galheta, de nudismo. Vi apenas 10 homens nus e uma mulher. A maioria está com roupa de banho mesmo. A praia é linda, com areia branquinha, águas cristalinas. O acesso é apenas por trilha então há somente três quiosques. O primeiro tem os mesmos preços da Joaquina e para comer apenas pão com linguiça (R$ . Da Galhetas subimos um morro por 40 minutos que tem uma vista incrível e uma trilha um pouco difícil por conta da subida. Saímos em Barra da Lagoa, caminhamos bastante até chegarmos ao Faro Lanches que tem um hambúrguer enorme e delicioso. Pegamos um ônibus e fomos até a Praia da Barra da Lagoa, com muitos restaurantes ao redor, muitos argentinos e um centrinho comercial. Dia 3 – 26.12 - Pântano do Sul – Lagoinha do Leste – Armação – Matadeiros – Morro das Pedras Primeira praia do dia: Pântano do Sul. Águas tranquilas, parece um piscinão. Barquinhos ao fundo, muitas famílias, os bares são pé na areia e alguns têm mesas e cadeiras que você pode usar desde que consuma. Quem quiser pode alugar cadeiras (R$ 5 cada) e guarda-sol (R$ 10). Como ficaríamos pouco tempo, ficamos nas mesas do Restaurante Mandala, que tem um pastelzinho de camarão (R$ 5) e um bolinho de bacalhau (R$ 3) deliciosos. Desta vez não fomos no tão famoso Bar do Arantes. Voltamos para o Pântano do Sul, pois os barcos só saem para Praia da Armação se tiverem um grupo mínimo de 8 pessoas. De lá fomos de ônibus para Praia da Armação e comemos no Sabor do Mar. Atendimento excelente e pratos à la carte ou sequência de camarão onde eles servem camarão de várias formas: empanado, ao bafo, alho e óleo com acompanhamentos. Tudo uma delícia. Bebidas com preço em conta. A Praia da Armação estava lotada. Ela se parece com a Pântano do Sul, a diferença é que há ondas e os restaurantes não são pé na areia. De lá à esquerda, é só atravessar um riozinho e subir por um caminho cimentado para chegar até a Praia Matadeiros. Com belas pedras ao redor. De lá fomos de ônibus para Morro das Pedras que tem areia fofa e inclinada, águas claras e é bastante ampla. Voltamos para o hostel, compramos o jantar no Supermercado Dezimas. Dia 4- 27.12 – Canasvieiras - Jurerê Tradicional - Jurerê Internacional – Fortaleza - Forte Fomos para a parte Norte da ilha que fica a 3h do Campeche e muitos ônibus e terminais depois chegamos. Canasvieiras tem uma faixa de areia curtinha, um litoral extenso e muuuuita gente. De lá saem passeios de barco de "piratas" que nos disseram que custa R$ 50, saem 12h e retornam às 17h. Caminhamos pela praia, de Canasvieiras até o Jurerê Internacional passando pelo Jurerê Tradicional e algumas praias particulares com casas incríveis (cerca de 1h30). O Jurerê Tradicional tem iates e é bastante tranquila e no Jurerê Internacional a água é quentinha, uma delícia. A praia em si não tem nada demais. Os quiosques aceitam apenas dinheiro. A grande atração da praia fica por conta dos lounges e as casas são verdadeiras mansões sem portão. Saindo próximo ao Pier 12 subimos um morro que dá acesso ao Forte de São José da Ponta Grossa. http://www.fortalezas.ufsc.br/fortaleza-ponta-grossa/guia-fortaleza-de-sao-jose-da-ponta-grossa/ Tanto a construção quanto a vista, impressionam e vale a visita. No verão fecha às 19h e a entrada custa R$ 8 inteira (aceitam meia-entrada). De lá descemos o morro e caminhamos até a Praia do Forte. Tranquila, com restaurantes é o melhor lugar para ver o pôr do sol em Floripa. Tanto que há um restaurante chamado Pôr do Sol, onde da sua mesa, você vê o sol se pondo. Dia 5 – 28.12 – Santinho – Ingleses A Praia do Santinho tem alguns restaurantes com mesinhas pé na areia. Dunas ao lado, areia fina e águas tranquilas. A praia não é tão extensa. Ficamos um pouco lá, curtimos o Restaurante Mar Aberto que tem bom atendimento, música e sucos. De lá fomos para os Praia dos Ingleses que fica a uns 10 minutos de ônibus. A praia é enorme e a faixa de areia pequena. Há uma boa infraestrutura com diversos bares e restaurantes por toda orla. Esta praia lembrou bastante Canasvieiras. O centrinho tem de tudo. Almoçamos sequência de camarão no Docas que é bem servida e inclui casquinha de siri. Saiu cerca de R$ 37 por pessoa o prato. Lugar bacana, bom atendimento, sequência bem servida e saborosa. Para voltar dos Ingleses até o Campeche levamos 3h, sem trânsito. Dia 6 – 29.12 - Praia da Armação - Ilha do Campeche - Lagoa do Peri Para chegar até a Ilha do Campeche fomos para a Praia da Armação pegar o barco (R$ 60) que sai sempre que há interessados (cabem cerca de 20 pessoas). O percurso dura uns 40 minutos. A partir da hora de saída do barco é permitida a permanência de 4h na ilha. Dizem que há lanchas da Praia do Campeche na alta temporada, mas ninguém sabe o valor e que horas sai. A Ilha do Campeche foi a praia mais linda que conheci em Floripa. Dizem que é permitido apenas 400 pessoas na ilha, mas pela quantidade de gente que estava lá parecia que havia muito mais. Água transparente, areia branquíssima e fina, barcos ao fundo e quatis na mata. Um paraíso. Há dois quiosques, o menor do lado esquerdo (olhando do mar) tem os preços mais em conta: refri R$ 3,50, PFs R$ 20. Há mergulho: 1h R$ 40 por pessoa. A Ilha do Campeche é a que mais tem inscrições rupestres de todo litoral catarinense. Para vê-las são oferecidas três trilhas, R$ 10 cada por 1h de percurso, e uma trilha completa que engloba as 3 leva cerca de 3h e custa R$ 20.Todas são monitoradas. Fiz a trilha do Letreiro, e sinceramente achei bem dispensável. O caminho é extremamente simples, foram mulheres de biquínis e crianças. E as inscrições são traços em baixo-relevo nas rochas. Sem a monitoria você passaria por elas sem ver. Na volta, almoçamos no Sabor do Mar, da Praia da Armação e provamos um camarão à parmegiana que é simplesmente imperdível. Neste restaurante eles têm refri de 2l e a porção é bem servida. Pedimos para 4 pessoas e 5 comeram bem. De lá passamos na Lagoa do Peri que tem uma entrada à esquerda do bar do Edson, na placa do Projeto Lontras. O Parque Estadual Lagoa do Peri fica um pouco mais à frente. Como ele fechava às 19h não conseguimos conhecê-lo. Fomos apenas na Lagoa que é própria para banho, enorme, com água quente e nenhuma infraestrutura. Na volta, umas 19h, pegamos um trânsito sem-fim. Dia 7 – 30.12 - Santo Antônio de Lisboa – Sambaqui - Daniela Pela manhã fomos para Santo Antônio de Lisboa. A praia fica a uns 10 minutos a pé do terminal e não é própria para banho. Há um pequeno centro histórico. Em Floripa as ruas dos centros históricos são na cor marrom. Há uma pequena igreja e o lugar é uma graça com belos restaurantes que têm píer e abrem a partir do 12h. Santo Antonio de Lisboa é uma boa pedida para vir à noite de carro, jantar com vista para o mar, contemplando o pôr do sol. A hora que chegamos estava tudo fechado (exceto a igreja) e nos restou voltar numa outra oportunidade. Caminhamos até Sambaqui que também tem um roteiro gastronômico. O caminho para lá é de um litoral com areia mais escura, bancos ao redor da orla para você contemplar o mar. Pegamos o ônibus que passa de 30 em 30 minutos para o terminal de Santo Antônio de Lisboa, onde de hora em hora, passa pelo Jurerê Internacional e leva cerca de 15 minutos até a Praia Daniela. Ela tem uma faixa de areia curtinha, morros em volta e muitas famílias. O mar tem águas mais quentinhas (como no Jurerê) e sem ondas (como no Pântano do Sul). Essa combinação faz com que o mar da Daniela pareça uma grande piscina, perfeita para relaxar. Há alguns quiosques pela praia onde alugam cadeiras e guarda-sóis. Dia 8 – 31.12. 2013 – Centro – Campeche – Ingleses Todas as lojas e comércios fecharam mais cedo, às 13h. Por isso fomos pela manhã. Do terminal central você pode ver o Mercado Municipal, de lá caminhar pela Frederico Schmidt e chegar até a Praça XV de Novembro onde há uma figueira de 1891. Diz a lenda que ao fazer um pedido e dar 3 voltas em sentido anti-horário pela figueira ele se realiza. Ao redor da praça estão os sobrados oitencentistas, a Igreja Matriz e o Palácio Cruz e Souza (R$ 5 inteira, R$ 2,50 meira-entrada) ele já foi sede do governo. A arquitetura e decoração são dignas de um palácio e impressionam. Na Conselheiro Mafra, próxima a Pedro Ivo há 3 restaurantes que funcionam da mesma forma: R$ 8 come à vontade, e pode-se comer uma carne. A cada filé adicional é cobrado R$ 1. A comida e os restaurantes são simples, ideais para quem quer economizar e é menos exigente. O centro histórico (sinalizado com placas com os nomes das ruas em marrom) não tem muita coisa para se conhecer. Íamos até o Parque da Luz para fotografar a Ponte Hercílio Luz, cartão-postal da cidade, mas o calor era tanto, 39 graus, que desistimos. Voltamos para o Campeche, ficamos na piscina, relaxamos e fomos passar o Réveillon nos Ingleses com uns amigos. Aliás, queremos agradecer muito a toda família da Lídia que nos recebeu com tanto carinho, ofereceu uma ceia deliciosa e nos proporcionou uma ótima chegada de 2014. Dia 9 -01.01.2014 – Ingleses – Campeche No primeiro dia do ano passamos na casa da Leticia que mora nos Ingleses e que eu não via há tantos anos. Foi um ótimo reencontro, inclusive por passar o primeiro dia do ano ao lado dela. Os mercados de bairro e alguns restaurantes estavam abertos. Por conta da chuva e o tempo que fechou à tarde, muita gente decidiu voltar e o trânsito (que em Floripa chamam de fila) estava interminável. Para voltar ao Campeche levamos + de 4h. Até porque os terminais operaram com horários de feriado e intervalos ainda maiores. Jantamos no Ponto X que tem lanches e porções bons, bem servidos e com preço amigo. Dia 10 – 02.01.2014 – Floripa – Curitiba A rodoviária de Florianópolis fica a uns 5min a pé do terminal central. De lá saem ônibus da Catarinense para Curitiba com muita frequência. A passagem é menos de R$ 70. Por conta do trânsito sem-fim levamos cerca de 7 horas de viagem. Sa rodoviária até o Parque Tanguá pagamos R$ 25 de táxi e ficamos na casa da Kelly e do André, grandes amigos que como sempre nos receberam muito bem. Visitamos o Parque Tanguá que fica aberto até tarde e à noite fica lindo, todo iluminado. Jantamos no Madero do Cabral. Uma hamburgueria típica de Curitiba que tem um lanche delicioso. Dia 11 - 03.01.2014 - Curitiba Curitiba tem um ônibus turístico que cobra R$ 29 e você pode fazer 4 embarques e 5 desembarques ( se não me engano), mas no final nem tomamos ele. Saímos do Parque Tanguá e caminhamos até a Ópera de Arame (10 min) que estava em reforma. . De lá caminhamos até o Parque São Lourenço (10 min). Em frente a ele há a ciclovia e caminhando por ela (30min) chegamos ao Bosque do Papa. De lá há uma saída para o MON. Comemos no Bassit em frente, que tem refris de 2l e hambúrgueres por R$ 5,50. Caminhamos até o Centro Cívico que fica ao lado do MON e tomamos 2 ônibus para chegar ao Parque Barigui, depois de passear por lá, mais dois ônibus depois chegamos ao Terminal Santa Felicidade e jantamos no Madalosso que é o primeiro a abrir para o jantar 18h50, sai R$ 36 o rodízio que tem polenta, frango, alcatra, saladas, massas e mais massas, atendimento excelente. Vale a pena. Pegamos um táxi de Santa Felicidade até o Parque Tanguá que com bandeira 2 saiu R$ 42. Dia 12 - 04.01.2014 - Curitiba - São Paulo Último dia da trip, levamos cerca de 50 minutos até o aeroporto. Um táxi custaria R$ 100. Mas nossos amigos queridos acordaram 5h para nos levar ao aeroporto. O voo foi tranquilo, a Azul não cobra pelas guloseimas como a Gol. Em 50 minutos estávamos em Sampa. Novamente quero agradecer a LÍdia, Letícia, Kelly e André que nos receberam tão bem e fizeram esta viagem tão bacana.
  2. Olá, Mochileiros! Passagens de avião com preço em conta nos motivaram a passar o feriado de 15 de novembro em Belo Horizonte com uma esticada em Inhotim. Belo Horizonte merece a visita. Creio que 4 ou 5 dias seriam ideais. Para curtir assim os botecos badalados que estão pelos quatro cantos da capital mineira. E, também as diversas grutas que ficam ao redor de BH. Roteiro 14/11 21h Voo de SP para BH - cerca de 1h Hospedagem no Ibis 15/11 Café da manhã na padaria Atelier dos pães - saiu bem mais em conta que o café da manhã oferecido no hotel R$ 11 Subindo a avenida Bias Fortes chegamos à Praça da Liberdade que tem belas palmeiras imperiais, fontes e diversos edifícios que antes eram utilizados pelo governo. Hoje são museus. Só ali você passará uma manhã. Ao redor da praça há: - Palácio da Liberdade (grátis) - só abre aos finais de semana e feriados, a partir das 10h às 15h. A visita é guiada. Sugiro inclusive começar por este que fecha mais cedo que os outros museus. - Memorial de Minas Gerais (grátis) - Interativo e imperdível; - Centro Cultural Banco do Brasil (grátis) - vale a visita apenas para conhecer o prédio e alguma exposição; - Edifício construído pelo Niemeyer - só pode ser visto de fora; - Museu das Minas e do Metal (R$ 6 inteira) - interessante e só; - Xodó - fast food local que serve lanches, PFs com preço amigo. À tarde fomos de carro para o bairro de Mangabeiras. Lá há: - Praça do Papa, que é bem grande e como fica numa ladeira oferece uma bela vista de toda a cidade. Os mineiros ficam curtindo a tarde por lá. - Mirante Mangabeiras, bem próximo à praça, o mirante merece a visita. Tem uma vista sensacional de toda capital. - Parque Mangabeiras, paga-se apenas o estacionamento, o parque tem um belo lago na entrada e algumas pequenas trilhas úmidas, pouco interessantes. Em seguida, novamente de carro fomos ao Hard Rock Café que fica em Nova Lima, um município que faz divisa com BH. O edifício que tem diversas lojas abandonadas, pode ser visto de longe e parece uma nave espacial. No alto da torre há o Hard Rock e no piso superior um restaurante japonês, Hoshi, que tem uma vista incrível, inclusive para curtir o pôr do sol. Quem não consumir no restaurante, paga R$ 5 apenas para contemplar a vista. À noite fomos ao Bar Ideal, um dos inúmeros botecos da cidade, que oferece uma costela ribs deliciosa. 16/11 Levamos 1h30 de BH para Inhotim. A cidade de Brumadinho é muito simples e marrom. Chegamos 30minutos após a abertura do parque e já havia uma fila enorme. Turistas dos quatro cantos do mundo vão visitar o parque que é lindo, enorme e tem obras de arte contemporânea. Como o parque é enorme, as obras de arte ficam muitas vezes, distantes uma das outras, por isso o carrinho (R$ 20) é fundamental para quem estiver a fim de conhecer o parque todo. Conseguimos visitar 96% das obras. Levamos pães e sucos, mas lá dentro há diversas lanchonetes e restaurantes para todos os gostos e bolsos. Há sanduíches e omeletes por R$ 10. Porém a maioria lotado. A única lanchonete vazia que encontramos foi a que está ao lado da Galeria True Rouge. Ao visitar as obras, peça informações aos monitores que ficam próximos a elas. Isto fará toda diferença para você entender algumas das obras que sem a explicação não têm o mesmo significado. Cansadíssimos percorremos estradas de terra tentando chegar no restaurante Topo do Mundo e, não chegamos. Paramos na cidade de Casa Branca. Bem pequena, comemos no Karangos, que é um verdadeiro achado. Ambiente, atendimento e comida refinada excelentes, por um preço amigo. 17/11 Começamos pelo Mercado Central que não tem suas lojas organizadas por setores, em contrapartida é silencioso, extremamente limpo e harmonioso, nem parece um mercadão. É o lugar ideal para comprar doce de leite, queijos e outra delícias mineiras. Próxima parada: Palácio da Liberdade, que não conseguimos visitar no primeiro dia. Realmente merece a visita. De lá fomos à feira enorme de roupas, objetos de decoração, acessórios que acontece aos domingos na Afonso Pena. Ao lado da feira fica o Parque Municipal que estava bem sucateado e lotado. Bem cuidado e vazio talvez ele fosse mais bonito. Ele é enorme e tem um lago com barcos e pedalinhos além de áreas verdes para toda a família. De lá fomos à Praça da estação onde está o Museu de Artes e Oficios em um bela construção. Caminhamos até a Igreja da Boa Viagem que é linda. De lá rumamos para Pampulha. As atrações estão praticamente todas em volta ou próximas à Lagoa da Pampulha. Tiramos foto em frete ao Mineirão. A Igreja de São Francisco, construída por Niemeyer, fica aberta até as 14h, então não a visitamos por dentro. Porém ela é minúscula e é possível ver pelo vidro. A Casa de JK, estava fechada. Não fomos ao Parque Ecológico, nem ao Zoológico. Passamos na Casa do Baile que é pequena e tem apenas uma exposição, mas vale a visita pois foi construída por Niemeyer. Dela é possível ver o Museu de Arte da Pampulha, que também não visitamos. Para encerrar a visita à capital mineira, fomos à cidade administrativa que fica a caminho do aeroporto e lembra muito a capital federal. Ah, o projeto também é do Niemeyer. Valores Hotel Ibis Bugdet - R$ 269,40, dividido por 3, saiu por R$ 89,80 (para cada um). Voo pela Gol R$ 246,06 Aluguel do carro R$ 300,30 , dividido por 3, saiu por R$ 100,10 (para cada um). Alimentação e passeios, cerca de R$ 250. Total: cerca de R$ 650 para cada um.
  3. Oi Erika, Sim, eu fui de OP para Congonhas numa segunda-feira. Na internet as informações estão erradas. Vale mais você ligar na rodoviária mesmo e confirmar. 1.Eu sai 13h de Ouro Preto e cheguei às 16h em Congonhas. Lá levei exatas 2h para tirar fotos, apreciar os profetas e ver todas as capelas que tem os passos de Jesus, porém a igreja estava fechada. Então acho bom você incluir mais uma hora, pelo menos, inclusive se contratar um guia. Da Basilica até a rodoviária é rápido, uns 20 minutos. De lá peguei o bus para SJDR umas 18h e cheguei 20h. Qualquer outra dúvida: conte comigo
  4. Oi Erika, De Ouro Preto para Ouro Branco saem ônibus às 7h05 e 13h15. De Ouro Branco você pega um ônibus para Congonhas. Mas você pode ligar na rodoviária de OP e confirmar se há outros horários. De Congonhas para SJDR pegamos um ônibus da viação Sandra. Esperamos cerca de 30min pelo ônibus, então não sei te dizer quais os horários. De SJDR voltamos para SP que fica mais perto. Mas como sugeri, se você for fazer todas as cidades, recomendo começar por SJDR (que fica mais perto de SP) e depois ir subindo até OP (para deixar o melhor para o final) Qualquer dúvida estou à disposição.
  5. Olá Mochileiros, Depois de aproveitar tantas informações daqui é hora de contar meu relato e tentar contribuir com quem está pensando em fazer uma viagem parecida. Fui com uma amiga querida da faculdade e o gasto total da trip foi cerca de R$ 850 (por pessoa) com tudo incluso: hospedagem, passagens, passeios, refeições e lembrancinhas. Clima Mesmo no inverno, pela manhã fica quente e à noite muito frio. Melhor época para ir O ano inteiro é uma boa pedida. A vantagem de ir no inverno é que há festivais nas cidades com atrações culturais todas gratuitas. Hospedagem Ficamos hospedadas em duas cidades: Ouro Preto: Hostel Goiabada com Queijo – recomendo! Pontos positivos: é bem localizado; perto da Praça Tiradentes, do centro de convenções, da estação do trem da Vale, dá pra vir a pé da rodoviária (10 minutos caminhando na descida). É uma casa com 2 quartos coletivos e um com suíte. Lá você se sente em casa. A Lidiane que administra o hostel está sempre por perto para uma conversa, dar informações. Há filmes para ver à noite. O café da manhã é excelente. Pontos negativos: tem um banheiro para 12 pessoas dentro da casa. Os banheiros externos são bem simples, só pra quebrar um galho mesmo. O locker é uma gaveta com chave, não dá para colocar a mala inteira. São João del-Rei: Pouso Aconchegante – não recomendo! Pontos positivos: muito bem localizado no centro histórico. Pontos negativos: café da manhã bem simples; chuveiro praticamente não esquenta (no frio é terrível tomar um banho); o banheiro não tem um sabonete sequer ou uma toalha de rosto. Como fica perto da igreja, em SJDR eles adoram tocar um sino, então quem tem sono leve pode não conseguir dormir pois o sino é beeem audível e pode tocar pela manhã. Na verdade não é um hostel, é uma pensão. A casa é enorme e tem muitos, mas muitos bibelôs. São vários quartos e um deles têm seis camas. A Lidiane do outro hostel reservou para nós por R$ 30. Chegando lá a dona Fátima do Pouso Aconchegante nos cobrou R$ 35 a diária,ok não reclamamos por R$ 5. Ficamos no quarto com 6 camas, e no último dia arrumamos as malas deixamos a porta do quarto aberta, saímos pela manhã e voltamos à noite. Ela quis nos cobrar uma diária dizendo que não fizemos o check out que ela não poderia alugar o quarto (com 4 camas livres) com nossas malas lá, que não era hostel, qualquer hotel é preciso sair às 12h. No fim pagamos R$ 25 e fomos embora decepcionadas com a má fé com a qual ela agiu conosco. Ficou calada o tempo todo e na última hora quis cobrar algo que não foi acordado em nenhum momento. Roteiro 1DIA - 11.07 - São Paulo Saímos 20h da Rodoviária Tietê e viajamos pela Útil. Õnibus convencional é bem simples (R$ 111,95). A viagem de 11h foi tranquila. 2DIA - 12.07 - Ouro Preto e Mariana Chegamos 6h40 em Ouro Preto, caminhamos até o hostel e Ouro Preto é linda. Cada rua pede uma foto. Compramos as passagens para Mariana no Trem da Vale (R$ 20 meia) e a viagem é ótima. Com uma bela paisagem, os funcionários são atenciosos, explicam sobre o trem durante o passeio, vale a pena. A estação de Mariana também é linda. Para tirar fotos vá do outro lado da pequena estação que é vazio. Até o centro histórico é uma caminhada de 10 minutos. Assistimos ao Concerto na Catedral da Sé (R$ 14 meia). São 45 minutos de peças tocadas num órgão único no país. Ao final a musicista explica sobre cada detalhe do órgão, é muito interessante para quem gosta de música clássica. O almoço foi no Kings Burguer que fica em frente á igreja e o almoço é bom e barato: R$ 16,90 o kilo, gastei R$5. Depois caminhada pela Rua Direita, até a Praça Minas Gerais, e subida até a Igreja de São Pedro dos Clérigos (R$ 2) a vista lá de cima é linda, e a igreja é bem simples. Você pode subir até onde estão os sinos e ver Mariana do alto. Saindo de lá tomamos o ônibus “Passagem” você precisa descer no ponto do coreto que fica em frente a Mina da Passagem (R$ 30). Vale muito a pena. Há um carrinho bem simples que leva para dentro dela. O guia é ótimo e explica sobre o processo de mineração, a história, é muito interessante. Voltamos de ônibus para Ouro Preto para curtir a noite por lá. 3DIA - 13.07 - Ouro Preto Para conhecer Ouro Preto melhor, optamos por contratar um guia. Na Praça Tiradentes há um centro cultural e lá nosso guia foi o “Manteiga”. Um senhor que é morador da cidade, restaurador e quando não estava explicando sobre a cidade recitava poemas de Cecília Meireles sobre os momentos que marcaram a história de OP. Foi muito proveitoso. Acho que sem o guia não seria a mesma coisa, pois ele nos chamou a atenção para diversos detalhes que passariam despercebidos sem o seu olhar. Nos custou R$ 50 (R$ 25 para cada uma) e o tour foi das 11h até umas 15h. Começamos por onde foi o primeiro Arraial na cidade que não existe mais. De lá Igreja do Padre Faria (R$ 3 inteira). A simplicidade da fachada esconde a riqueza barroca que está por dentro. Próxima parada foi na Mina Velha que é literalmente uma mina de fundo de quintal. Saiu por R$ 20 (por pessoa) e são túneis escavados embaixo da terra e só. Sinceramente, dispensável. A Igreja de Santa Efigênia estava fechada para restauração. Passamos na Ponte dos Suspiros, Casa do Aleijadinho, Igreja de N.Sra da Conceição que também estava fechada, alguns ateliês pelo caminho até chegar à Igreja de São Francisco de Assis (R$ 8 inteira) que é imperdível. Sua pintura 3D é incrível e a feirinha que fica em frente é o melhor lugar e mais econômico para comprar lembrancinhas em pedra sabão. Em Ouro Preto cada construção, chafariz, esquina, igreja tem uma rica história para contar. Com fome, paramos para o almoço no Maximus Restaurante que fica na R. Conde de Bobadela. A comida tem uma bela apresentação, é saborosa, mas o kilo custa caro e só aceitam dinheiro. A próxima parada foi na Igreja Matriz de N. Sra do Pilar (R$ 8 inteira) que impressiona por sua ostentação e também é imperdível. Última parada foi na Casa dos Contos que é linda! Pena que o bosque estava fechado. Á noite nessa época vale curtir o Festival de Inverno que tem uma série de atrações gratuitas. Basta chegar um pouco antes e retirar sua senha. 4DIA - 14.07 - Ouro Preto Iniciamos o tour deste dia com o Museu do Oratório (R$ 4 inteira) que fica ao lado da Igreja Nossa Senhora do Carmo. É bem interessante. Em frente está a Casa da Ópera que abre para visitação a partir das 12h (R$ 2 inteira). É um teatro simples, mas rico por sua importância histórica. Fomos ao Museu da Inconfidência (R$ 8 inteira) que não pode faltar na visita à cidade. Almoçamos no Restaurante e Padaria Maria Bonita que fica na Praça Tiradentes. A limpeza deixa a desejar, mas o preço é atrativo: você pode comer por quilo ou à vontade por R$ 10. A comida é boa e barata. A próxima parada foi no Museu de Mineralogia ( R$ 6 inteira) que está em uma construção linda, e é muito rico, mas acho que só vale a pena mesmo para quem é da área. As igrejas cobram a entrada para visitação com preços que variam entre R$ 2 a R$ 8, porém nos horários das missas são grátis. Fomos em uma missa na Igreja Nossa Senhora do Rosário que tem uma construção linda. Por dentro é mais simples, mas sendo uma igreja para os escravos a predominância dos santos negros chama a atenção. Na volta tomamos um chocolate quente com pão de queijo e à noite fomos a um concerto de cordas na Casa da Ópera e depois um show de samba no Centro de Convenções. 5DIA - 15.07 - Ouro Preto - Ouro Branco - Congonhas - São João del-Rei No último dia em Ouro Preto fomos na Casa d´O Aleijadinho que fica próxima à Igreja N. Sra da Conceição e é imperdível. Lá funciona uma loja de artesanatos no piso debaixo e em cima a casa onde morou o pai do Aleijadinho, que conserva suas características da época. Na loja você pode provar a cachaça Safra Barroca que é deliciosa. O atendimento é ótimo, vale realmente muito a pena visitar este achado. Passamos na Casa de Tomás Antônio Gonzaga que é grandiosa, tem seu valor histórico, mas é dispensável. Depois do checkout tomamos em frente à Prefeitura um ônibus para o Terminal Rodoviário porque subir aquele monte de ladeiras com uma mochila enorme ninguém merece. Para visitar Congonhas é preciso muita disposição. Não há um ônibus direto de Ouro Preto para Congonhas. O taxista que cotamos para fazer o trajeto, nos cobrou R$ 180, quer dizer no way. É preciso tomar um ônibus para Ouro Branco (saídas às 7h05 ou 13h15 – R$ 11,15), lá um ônibus para Congonhas (R$ 5,30) e lá o ônibus Basílica (R$ 2,40) até a Paróquia do Senhor Bom Jesus de Matosinhos. Deixamos as mochilas em uma lojinha na rodoviária (R$ 3). Depois de 3 ônibus e 3h de viagem finalmente chegamos. As esculturas são incríveis, mas infelizmente a igreja estava fechada e pela hora não conseguimos encontrar um guia. Vimos as capelas com as esculturas que contam os passos da Paixão de Cristo e que são impressionantes. Depois de apreciar as belas esculturas voltamos para rodoviária de ônibus (R$ 2,40) e lá o ônibus para São João del-Rei (R$ 24,40). São cerca de 2h de viagem. A rodoviária fica a 3km do centro histórico onde ficamos hospedadas, então mais um ônibus (R$ 2,10). Jantamos no “Pantanal” comida caseira por R$ 8. 6DIA - 16.07 - São João del-Rei - Tiradentes - São João del-Rei Como era dia de N. Sra do Carmo acordamos com os sinos às 5h da manhã. Na pensão onde ficamos hospedadas conhecemos um casal muito simpático e fomos com eles de carro numa day trip para Tiradentes pela bela Estrada Real repleta de lojas de móveis feitos com madeira de demolição. A cidade é uma graça, tranquila, com suas casas branquinhas, ruas floridas, uma belezinha. O passeio de charrete custa R$ 60 para até 4 pessoas, optamos por percorrer Tiradentes (que é plana) a pé. Começamos pela Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos (R$ 3 inteira) que é muito bonita. Próxima parada Museu da Liturgia (R$ 10 inteira) muito moderno, com equipe extremamente atenciosa, para as pessoas que ficam nas salas você pode perguntar, pedir informações que eles te darão uma aula de história. Mesmo assim não acredito que valha a visita para ver as peças que são religiosas e vistas nas muitas igrejas. Subindo a rua chegamos à Igreja Matriz de Santo Antônio (R$ 5), que tem um relógio do sol e é um exemplo do barroco mineiro, vale a visita. Pegando a rua à direita da igreja fomos até o Santuário da Santíssima Trindade, uma igreja simples (gratuita) que tem uma bela escultura do Pai Celestial. Não fomos ao Museu Padre Toledo (R$ 10 inteira) porque estávamos com muita fome. O almoço foi no Restaurante do Celso na praça principal que tem comida mineira à la carte, muito saborosa e saiu R$ 23 por pessoa. Passamos no Centro Cultural Yves Alves que é uma bela construção, tem algumas exposições e só. Rumamos ao Chafariz de São José de Botas construído em 1749 e de lá para Capela São Francisco Paula que estava fechada e fica no topo do morro oferecendo uma bela vista da cidade. Assim como esta a Igreja das Mercês e Igreja Santo Antônio Canjica também estavam fechadas. À notinha paramos para tomar uma das cervejas artesanais que há nos bares da região. Voltando para São João del-Rei assistimos no Teatro Municipal o show de Valéria Lobão que apresentou o show Noel Rosa, Preto e Branco. Seu jeito de cantar lembra muito Elis Regina. O jantar foi na quermesse de N. Sra do Carmo ao lado da igreja. 7DIA - 17.07 - São João del-Rei As atrações do centro histórico de São João del-Rei praticamente limitam-se a uma rua. No coreto há uma central de informações turísticas você pode pegar um mapa e dicas por lá. Começamos pela Igreja de N. Senhora do Rosário que é bem bonita por dentro e por fora. No Solar da Baronesa de Itaverna funciona uma espécie de centro cultural com algumas exposições e só. A próxima igreja foi Nossa Senhora do Pilar que só visitamos à noite quando abriu e sua beleza e ostentação impressionam. O Solar dos Neves fica fechado pois a família ainda o utiliza. Ao lado está a Igreja do Rosário, também fechada. Nesta rua é onde você encontra lojinhas com produtos feitos em estanho, característico apenas dessa região e outras lembrancinhas que em Ouro Preto são beeem mais baratas. Saindo deste percurso fomos ao Museu Regional (que é gratuito) fica em um casarão lindo, vale até começar a visita por lá para se ter uma ideia do desenvolvimento da região, é bem interessante. Cruzando a ponte a próxima parada foi na Igreja de São Francisco de Assis (R$3) que não pode faltar na visita. Atrás está o cemitério onde Tancredo Neves e alguns familiares estão enterrados. Ao lado da Igreja fica o campus da UFSJ e sua arquitetura chama a atenção pois parece de uma igreja. Subindo muuuuito a rua, lá no alto, em cima do morro está a modesta Igreja de N.S. do Bonfim que não vale a pernada. Descendo pela mesma rua há a Casa de Bárbara Heliodora e atrás a Biblioteca Municipal que além de seu valor histórico tem ricas obras. Um pouco mais adiante fica o Memorial Tancredo Neves (R$ 2) que não pode faltar no tour, afinal SJDR é sua terra natal. É bem didático e interessante, feito em memória deste político que foi símbolo de esperança na campanha de “Diretas Já”, mas eleito presidente não exerceu o cargo, pois logo faleceu. Almoçamos no Villeiros que fica na mesma rua. Um restaurante por kilo, lindo, sofisticado com comida deliciosa. Vale muito a pena. Visitamos mais as igrejas de São Gonçalo Garcia, que não tem nada demais, e outra na mesma rua que estava fechada. Passamos num chafariz e à noite assistimos a um show de jazz do festival e inverno. Na rodoviária só conseguimos passagem para 23h10 com a Útil e o ônibus esqueceu de passar na rodoviária para nos buscar, pode isso? Então fomos com o ônibus da Gardenia que é muuiiiito melhor que o da Útil. 8DIA - 18.07 - São Paulo Chegamos por volta de 6h50 na rodoviária do Tietê e acabou o mochilão  Considerações - Como nosso objetivo principal era Ouro Preto começamos por lá. Porém ao fim da viagem conclui que o melhor é começar a trip ao contrário: SJDR, Tiradentes, Congonhas, Mariana e Ouro Preto. - Se você tiver que escolher uma cidade: sem titubear escolha Ouro Preto. Todas têm seus atrativos, mas de longe esta é a mais interessante. - Os mineiros são muuuuito atenciosos, acolhedores e receptivos. Em Ouro Preto então, tive a impressão que todos conhecem bem a história de sua cidade. Em qualquer conversa há sempre um morador que vai te falar daquela construção história, de um fato que ocorreu. E olha que nos finais de semana a cidade fica simplesmente lotada de turistas para todos os lados. - Ouro Preto tem muita, mas muita ladeira. Vá com um tênis bem confortável e prepare-se para subir e descer. Já as outras cidades são planas, ufa! - Em todas elas se você se hospedar no centro histórico ou próximo a ele, pode fazer tudo a pé.
  6. Lulucita

    Day trip em Itu: a cidade dos Exageros

    Olá Mochileiros, Como tem poucas informações por aqui de Itu, resolvi escrever este post. Para curtir um dia ensolarado numa cidade tranquila, histórica e aconchegante, Itu é uma boa pedida. A “Cidade dos Exageros” é conhecida por ter tudo de tamanho exagerado. Na praça principal você encontra um semáforo, um orelhão enormes. A fama começou com o comediante Francisco Flaviano de Almeida, conhecido como Simplício e se espalhou por aí. Itu já foi uma das mais ricas cidades de São Paulo onde viviam os barões do café. E isto pode ser conferido nos belos casarões que se espalham pelo centro histórico. O que fazer O centro histórico basicamente está concentrado na Rua Paula Souza. Comece sua caminhada pelo Cruzeiro de São Francisco, passe pela Casa Imperial e a Fábrica São Luiz. Praticamente ao lado está a belissima Igreja Bom Jesus e em frente o Largo do Bom Jesus e o Marco Zero da cidade. Ainda na Rua Paula Souza está belo casarão do Espaço Cultural Almeida Jr e em frente o Museu da Energia. Nele você encontra peças interessantes. Ande mais um pouquinho e você verá a Praça da Matriz onde estão as lojas de produtos gigantes, o orelhão e o semáforo, em frente à Igreja Matriz N. Sra da Candelária. O Museu Republicano merece ser visitado por seus azulejos e o jardim. Mais adiante está a Praça do Carmo, que tem na esquina a Central de Informações turísticas e na mesma calçada alguns barzinhos. Encerre o passeio na N.Sra do Carmo e tomando um delicioso sorvete na Nirulas. De todas estas atrações apenas o Museu da Energia cobra a entrada de R$ 4,00 (meia R$ 2,00). Confira as imagens de algumas atrações: Além do charmoso centro histórico repleto de igrejas, as fazendas, sítios e chácaras que ficam ao redor, são uma boa opção para passar o dia com a família curtindo a natureza. Onde comer Restaurante Requinte caseiro Rua Barão do Itaim, 180 – Centro – Itu / SP (11) 4022-5271 Num casarão bem bonito e pertinho da praça onde fica o orelhão gigante, está este restaurante que serve comida a R$ 2,99 o kilo. Tem uma grande variedade de saladas fresquinhas, carnes, massas, tudo delicioso. Suco natural por R$ 3,50. Só não há muitas opções de sobremesa. Sorveteria Nirulas Praça Independência, 166 – Centro Pertinho da Praça do Carmo, está a Nirulas que oferece sorvetes artesanais muito saborosos. São 24 sabores e alguns chamam a atenção: cupuaçu, capim santo, amora, canela da Índia, groselha, laranja, creme catalão, Tem até sorvete vegano. Só que leve dinheiro, pois eles não aceitam nenhum cartão. Sorvetes por R$ 2,970 o kilo. Constância Café R.Barão do Itaim 188 - Centro – Itu / SP (11) 2429-4081 O café é uma graça, espaçoso, clean, aconchegante. Oferece sucos do humor por R$ 5,50 e café napolitano por R$ 5,80. Vale passar no final da tarde e provar um dos docinhos, salgados ou bebidas. Onde comprar Ao redor da Praça Matriz estão as lojas que vendem produtos gigantes. Os preços e os produtos são praticamente os mesmos. Você verá lápis, prendedor de roupa, grampo, azeitona, arroz, chinelo, absorvente, camisinha, peteca e uma série de outros produtos enormes para levar de lembrança. Gastos Para você se organizar e ter ideia de quanto gastará, em um dia tive as seguintes despesas: Pedágios = R$ 22,20 Almoço no Requinte Caseiro= R$ 15 Sorvete no Nirulas = R$ 6 Museu da Energia = R$ 2 (meia-entrada) Café no Constancia = R$ 5,80 Total = R$ 51 Considerando mais o combustível e presentinhos você gastará menos de R$ 100 (por pessoa). Onde obter informações A Central de Informações turísticas fica em um lindo casarão no fim da Rua Paula Souza, próximo à Praça da Independência. Nos pontos turísticos e até mesmo estabelecimentos comerciais há folhetos informativos divididos por atrações: museus, ambiental, patrimônio histórico e religioso. Para saber mais http://www.itu.com.br http://www.prazeresdeitu.com.br Fotos: http://menosde100.com.br/2013/07/passeio-de-um-dia-em-itu-a-cidade-dos-exageros/
  7. Olá Mochileiros, Depois de aproveitar as informações daqui vou contribuir com informações para quem pretende ir para este destino incrível que é Foz do Iguaçu. Meu roteiro 08.02 - 10h Saída da Rod. Tietê de São Paulo viagem pela Pluma 09.02 - 13h Chegada ao Terminal de Foz do Iguaçu - 17h de viagem 15h30 Chegada ao Parque Nacional Foz do Iguaçu (lado brasileiro) 20h Jantar com Rodizio no Doña Maria em Puerto Iguazu - Argentina 10.02 - 9h às 17h Pq. Iguazu (lado argentino) - 18h às 19h Duty Free - 20h Jantar Máximo Restaurante 11.02 - 10h às 14h Paraguay - 15h30 Circuito Especial Itaipu Binacional - 22h Capitão Bar 12.02 - Pq. das Aves - 13h30 volta para SP pela Kaiowa Roteiro sugerido Para fazer todas as atrações de Foz acredito que 4 dias são suficientes. Eu sugiro o seguinte roteiro: 1 DIA: Pq. Nacional (lado brasileiro) + Pq das Aves + Bar 2 DIA: Pq Iguazu (lado argentino) + Jantar em Puerto Iguazu 3 DIA: Mesquita + Marco das 3 Fronteiras + Templo Budista + Itaipu Binacional + Casino Iguazu 4 DIA: Paraguai + Duty Free Argentino Hospedagem Katharina House Hostel http://www.katharinahouse.com.br/ R$ 160 o pacote de sábado a domingo - quarto coletivo - separado masculino e feminino. O hostel não é muito grande, tem Wi-Fi, mas não tem computadores. Algumas mesinhas externas e um bar formam um ambiente agradável e tem uma boa localização: fica superperto do terminal que tem ônibus para todas as atrações turísticas. Café da manhã bom com bolo, frutas, pães, frios, suco etc. Mas há apenas 1 banheiro dentro do quarto para todas as mulheres. Ele infelizmente não é limpo com a frequência que deveria. Roteiro detalhado 1DIA - 08.02 Comprei os tickets online e cada pessoa que vai viajar precisa retirar sua própria passagem com documentos pessoais no guichê. O atendimento é péssimo e lento então é importante chegar bem antes. Só não perdi a viagem porque o ônibus atrasou e alguns bons mochileiros me deixaram passar na frente da fila. Ônibus pela Pluma R$ 166,10 http://www.pluma.com.br/ 2DIA - 09.02 - O ônibus que tinha previsão de chegada às 10h35, chegou 12h45. Levou quase 17h porque parou em tudo quanto era rodoviária. Ônibus convencional bem ruim: sem ar condicionado, banco duro. Não recomendo. - A rodoviária tem uma central de informação turística de lá pegamos um ônibus para o terminal (R$ 2,90) de onde sai o 120 Pq. Nacional. Este ônibus (R$ 2,90) passa de 20 em 20 minutos e nos feriados de 30 em 30 minutos. Leva 40 minutos até o Parque que é o ponto final. - Como chegamos à tarde não havia fila para comprar o ingresso R$ 25,70. Recomendo levar lanche porque lá é bem caro: 1 salgado ruim custa R$ 5,00 e 1 refri R$ 5,00. Deixamos as malas no locker R$ 10,00. Os ônibus que levam até a catarata saem um seguido do outro e em 1h30 visitamos tudo do início até o fim do circuito com a vista de cima depois de tomar o elevador. - Fomos para o hostel e lá saímos de bus R$ 4 ou P$ 8 para jantar em Puerto Iguazu. Com o câmbio favorável come-se mais e paga-se menos em terras argentinas. Na Av. Córdoba há vários restaurantes. Comemos no Doña Maria que oferecia a P$ 120 (por 2,90 o peso) um rodízio de massas, carnes, acompanhamentos, sobremesa e 1 taça de champagne . Com a bebida saiu R$ 50 por pessoa e comemos como se não houvesse amanhã. Eles aceitam tanto peso quanto real. - Vale a pena visitar a cidade que é bem arrumadinha. - O último ônibus para o Brasil sai às 20h. Para voltar à noite de Puerto Iguazu só de taxi ou remis que sai o mesmo preço R$ 50. 3DIA - 10.02 - Para chegar até o parque é preciso tomar um ônibus até o terminal de Puerto Iguazu P$15 e de lá outro até o Parque R$ 15. No fim sai R$ 60 pesos ida e volta e leva umas 2h esse trâmite. Por conta disso optamos por um transfer que saia do hostel por R$ 40. - Chegamos rápido ao parque que tem a entrada para países do Mercosul por P$ 90. Só aceitam pesos como pagamento. - O parque argentino é enorme e oferece vistas incríveis das cataratas. Sinceramente acho que é importante visitar os 2 lados. - Tomamos a trilha do sendero verde e fizemos o lado superior que tem uma vista incrível. - Depois fizemos o lado inferior. - Não pegamos fila nenhuma e tomamos o bote que não leva nem 5 minutos para cruzar o rio e fomos para Isla San Martin que tem uma vista sensacional do Salto San Martin. Isso era cerca de 12h e a fila ficou enorme. Então é recomendável ir mais cedo. - Comemos na lanchonete que é cara e ruim. 1 refri sai por P$ 20, uma torta R$ 39, um suco de 2L P$40, uma empanada P$ 9 cada. - Sem contar que os quatís não dão sossego, sobem na mesa, roubam a comida, enfiam o focinho em tudo. - No restaurante Fortin servem almoço à vontade por P$ 120 e a lanchonete que fica próxima é mais tranquila sem quatis. - Por fim tomamos o trem que leva à Garganta do Diabo. Ficamos 1h na fila. Lá é incrível mas estava abarrotado de gente. - Por conta do calor, o pessoal fica de biquini, saia ou shorts. Leve muito filtro solar e água que é vendida a preço de ouro P$ 20 água ou refri. - Na volta ficamos no Duty Free que tem bebidas baratas. O restante é caro. Melhor comprar no Paraguay que tem os mesmos produtos, originais, por um preço beeem mais em conta. - Jantamos no Restaurante - Av Jorge Schimmelpfeng 711 - Centro- Eles têm pratos a partir de R$ 34 que serve até 2 pessoas. A picanha custa R$ 58,90. 4DIA - 11.02 - Perdemos a hora, mas mesmo assim fomos ao Paraguai. - Ônibus até lá R$ 3,60 levou 1h por conta do trânsito parado. Ele cruza a ponte da amizade, ninguém parou ou pediu nada. Foi supertranquilo. - Fomos nas lojas à esquerda da Av. principal, seguindo as recomendações de alguns muambeiros que conhecemos no ônibus. O Shopping Vendôme tem produtos igual ao Free Shop e com preço BEM mais barato que o Duty Free. A Saxs tem bons produtos. Polos da Tommy Hilfiger por R$ 30 nas barraquinhas. - Na volta cruzamos a ponte a pé. Passamos na receita federal que vê o que você comprou, pede seu RG e só. Almoçamos num restaurante na próxima esquina. Feinho e simples mas baratinho: R$ 9 come à vontade. - Tomamos o ônibus no ponto de baixo que leva 20 minutos até Itaipu Binacional R$ 2,90. - Fizemos o Circuito Especial que inclui a visita dentro e fora da hidrelétrica e vale a pena! No Paraná eles oferecem meia-entrada para doadores de sangue. Basta apresentar as 3 últimas carteirinhas de doação. Não é aceito o comprovante de curso técnico, apenas de graduação. - Vale chegar uns minutos antes da visita para comprar o ingresso. Se levar mochila ou até mesmo uma bolsinha eles recomendam colocar no locker R$ 8. - A visita é incrível, a guia excelente. Recomendo! - Jantamos no Self Service do mercado Muffato que tem uma comida boa por R$ 19,90 o kilo. - À noite íamos ao Casino Iguazu. Os hotéis Rouver, Del Rey e acredito que outros também oferecem transfer de graça até o casino. Basta ligar e informar quantas pessoas vão. São 2 horários e cada hotel tem um diferente. Ficamos esperando o transfer mas o motorista que saiu às 21h, não conseguiu retornar no horário combinado. Às 22h30 ele ainda estava chegando a Puerto Iguazu por conta do trânsito. Então acabamos indo ao Capitão Bar que tem música ao vivo, bons drinks e um atendimento que deixa a desejar. 5DIA - 12.02 - Do roteiro que queríamos conhecer ficou faltando o Marco das 3 Fronteiras(que disseram ser perigoso), a Mesquita (mas era preciso agendar online), o Templo Budista (que fica um pouco longe) e o Pq. das Aves que não fomos no primeiro dia. O ideal é visitá-lo junto do Pq. Nacional (afinal fica um em frente ao outro). Optamos por este último e valeu a pena. O diferencial é que você pode entrar no Borboletário, no viveiro das araras, tucanos e outras espécies. É incrível. Ao final tirar uma foto com um filhote de jiboia e uma arara azul. - Do hostel até o terminal tomamos um taxi R$ 15. - No terminal a lanchonete tem PF bem servido por R$ 11 - Nosso ônibus saiu às 13h30 dessa vez voltamos com a Kaiowa semileito R$ 163,65 com ar condicionado, muito bom. - Levamos também 17h de viagem chegando em SP às 6h do dia 13.02. O ônibus para em tudo quanto é cidade e por isso a viagem demora tanto. DICAS À Noite - Você pode ir a Puerto Iguazu (e bancar o taxi da volta) - Pegar o transfer dos hotéis para o Casino. - O Duty Free funciona das 10h às 22h (horário brasileiro) e os hotéis também oferecem transfer gratuito para lá. - Na Av Jorge Schimmelpfeng além do Capitão Bar há outros barzinhos que são bacanas. Idioma e Dinheiro - Acredito que por ser uma região fronteiriça, a maioria fala português e espanhol e quase todos os lugares aceitam real e peso. - No Paraguai alguns lugares cobram taxa quando você paga com cartão de crédito outros (como a Mega Store) não cobram. Vale sempre perguntar. Transporte público - É superfácil se movimentar pela cidade que tem ônibus de linha para Argentina, Paraguai e atrações de Foz. As pessoas são receptivas e atenciosas, sempre te dão informações. Meus agradecimentos a Rafaela Mingatto que me passou o roteiro e foi uma cia perfeita nesta viagem. E ao Doug Matias que me deu todas as dicas de Foz.=D FOZ 2013.doc
  8. Oi Celso, tudo bom? Agradeco seu relato sera muito util pois vou agora no carnaval. Eu nao entendi uma coisa: esse transfer gratuito que vc pegou para o Duty Free foi a noite? Vc por acaso tem o nome, contato ou telefone desse transfer? Fica aberto? Enfim... obrigado pelo post
  9. Lulucita

    Cuba

    3 dúvidas: 1) Como levar dinheiro para Cuba? É melhor levar Visa Travel Money e sacar lá? Ou levar em espécie? Eu virei da Colombia e já li vários tópicos por aqui mas ninguém diz como levou o dinheiro? 2) É possível deixar a mochila na casa em que você se hospedou para andar com uma mala menor nas day trips? 3) Alguém chegou a conhecer Santiago de Cuba e Baracoa? Vale a pena? Agradeço a ajuda pessoal. Muito Obrigada
  10. Primeiramente PARABÉNS! Que relato show! Eu praticamente estava desistindo de ir para Cuba, pois é caro, são muitos detalhes, não estou com tanto tempo para pesquisar, não há preços atualizados e eis que: me deparo com o relato de vocês! Usei tudo que vocês postaram e estou planejando realizar meu sonho de viajar para lá agora em outubro. Puxa vida Muito Obrigada mesmo! Em novembro quando eu voltar é a minha vez de postar por aqui.
  11. Oi Helderzito, Em Cuzco fomos até a rodoviária e pegamos um bus cama. (pq a viagem é longa). Pesquisamos lá na hora o melhor custo benefício. São mais de 10 horas de viagem. Chegamos a Puno pela manhã e na própria rodoviária fechamos um pacote para Isla de Uros, Amantaní e Taquille. Deixamos a mochila maior na agência e levamos uma menor para o passeio de 2 dias e 1 noite (em Amantaní). Anexo eu deixei o guia que levei, de repente é uma boa vc imprimir e levar. Qualquer dúvida estou à disposição. Tenha certeza quanto mais detalhes você souber melhor, assim quando estiver lá é só curtir os passeios. Até +!
  12. Lulucita

    Peru, Bolívia e Chile em 22 dias (Novembro_11)

    Oi Juliana, Conheci a maioria destes lugares e concordo com o luizniquet, está muito corrido. Vc não vai aproveitar nada. Ai não compensa passar um tempão se deslocando e não curtir os lugares. Das cidades que conheço, vc vai precisar no mínimo da seguinte quantidade de dias: Lima 2 dias Cusco 3 dias Macchu Picchu 2 dias Titicaca 2 dias Salar Uyuni 3 dias Atacama 4 dias Santiago 2 dias Pucon 2 dias Puerto Montt 2 dias Santiago – SP Dos 3 países: Bolívia, Chile e Perú, eu não tenho dúvida: fico com o Chile! Do Atacama vc pode conhecer o salar de Uyuni, que na minha opinião é o melhor da Bolivia! Só vale lembrar que vc vai pagar bem mais caro do que se fizesse a viagem a partir da Bolivia. De qq forma com 22 dias recomendo o seguinte roteiro: SP – Lima 2 dias Cuzco – 3 dias Machu Picchu – 2 dias Puno – 2 dias Copacabana + Isla del Sol – 2 dias La Paz – 3 dias Uyuni – 3 dias San Pedro Atacama – 3 dias Santiago – 2 dias Vc pode cortar Puno ou Copacabana para ficar mais dias em Santiago por exemplo. Veja meu tópico e tenha algumas idéias para seu roteiro: http://bit.ly/hUG2Ah
  13. Lulucita

    Peru, Bolívia e Chile em 22 dias (Novembro_11)

    Oi Juliana, Conheci a maioria destes lugares e concordo com o luizniquet, está muito corrido. Vc não vai aproveitar nada. Ai não compensa passar um tempão se deslocando e não curtir os lugares. Das cidades que conheço, vc vai precisar no mínimo da seguinte quantidade de dias: Lima 2 dias Cusco 3 dias Macchu Picchu 2 dias Titicaca 2 dias Salar Uyuni 3 dias Atacama 4 dias Santiago 2 dias Pucon 2 dias Puerto Montt 2 dias Santiago – SP Dos 3 países: Bolívia, Chile e Perú, eu não tenho dúvida: fico com o Chile! Do Atacama vc pode conhecer o salar de Uyuni, que na minha opinião é o melhor da Bolivia! Só vale lembrar que vc vai pagar bem mais caro do que se fizesse a viagem a partir da Bolivia. De qq forma com 22 dias recomendo o seguinte roteiro: SP – Lima 2 dias Cuzco – 3 dias Machu Picchu – 2 dias Puno – 2 dias Copacabana + Isla del Sol – 2 dias La Paz – 3 dias Uyuni – 3 dias San Pedro Atacama – 3 dias Santiago – 2 dias Vc pode cortar Puno ou Copacabana para ficar mais dias em Santiago por exemplo. Veja meu tópico e tenha algumas idéias para seu roteiro: http://bit.ly/hUG2Ah
  14. Lulucita

    Peru, Bolívia e Chile em 22 dias (Novembro_11)

    Oi Juliana, Conheci a maioria destes lugares e concordo com o luizniquet, está muito corrido. Vc não vai aproveitar nada. Ai não compensa passar um tempão se deslocando e não curtir os lugares. Das cidades que conheço, vc vai precisar no mínimo da seguinte quantidade de dias: Lima 2 dias Cusco 3 dias Macchu Picchu 2 dias Titicaca 2 dias Salar Uyuni 3 dias Atacama 4 dias Santiago 2 dias Pucon 2 dias Puerto Montt 2 dias Santiago – SP Dos 3 países: Bolívia, Chile e Perú, eu não tenho dúvida: fico com o Chile! Do Atacama vc pode conhecer o salar de Uyuni, que na minha opinião é o melhor da Bolivia! Só vale lembrar que vc vai pagar bem mais caro do que se fizesse a viagem a partir da Bolivia. De qq forma com 22 dias recomendo o seguinte roteiro: SP – Lima 2 dias Cuzco – 3 dias Machu Picchu – 2 dias Puno – 2 dias Copacabana + Isla del Sol – 2 dias La Paz – 3 dias Uyuni – 3 dias San Pedro Atacama – 3 dias Santiago – 2 dias Vc pode cortar Puno ou Copacabana para ficar mais dias em Santiago por exemplo. Veja meu tópico e tenha algumas idéias para seu roteiro: http://bit.ly/hUG2Ah
  15. Sei que está em cima da hora mas espero que ajude! Comentários em negrito, ok! 07/07 - Potosi - Sucre - Potosi -> Onibus (2 horas de duração) - Casa de la Moneda - + Alguma coisa a visitar (08/07 pela manhã) Pela manhã você pode fazer o passeio pela mina de Cerro Rico. É uma experiencia sem igual. A menos que vc seja claustrofóbico não é recomendado. Eu fiz mina pela manhã (sai as 8h30) tomei banho lá mesmo onde vc troca de roupa e a tarde almocei e visitei a Casa de la Moneda que é bem legal. 08/07 - Uyuni - Potosi - Uyuni - Fechar passeio do Salar e Descansar Saindo de Potosí a tarde no dia anterior cheguei bem cedinho em Uyuni. Já fechei o passeio e fui embora. Não tem nada pra fazer na cidade do uyuni. O passeio sai as 10h e vc ganha 1 dia. 09/07 - Uyuni Salar 10/07 - Uyuni Salar Salar de Uyuni é um dos lugares mais lindos que eu já vi 11/07 - Uyuni - Salar (volta) - Onibus Uyuni - La Paz 12/07 - La Paz / Cuzco La Paz - Cuzco -> Vôo (09:20 / 09:05). Aclimatação e Visita as Igrejas. Tome muito chá de coca que vc vai ficar aclimatado Para visitar algumas igrejas é preciso pagar um ingresso para visitar 3 igrejas + uma propina para o guia. No horário da missa vc pode entrar e conhecer mas eles não te deixam fazer turismo 13/07 - Cuzco - DIA LIVRE! Eu colocaria o tour: Maras, Moray, Salineras pela manhã (9h - 13h) e Qenko, Saqsuayamán, Tambomachay, etc a tarde. (são 2 dois tours e vc pode aproveitar o dia inteiro). Caso vc não queira fazer pois precisa do boleto turistico, visite o Museu Inka que é realmente imperdível e não faz parte do boleto turistico. 14/07 - Cuzco - Tour Vale Sagrado e Descer Ollantaytambo - Trem Ollantaytambo / Aguas Calientes (17:30) 15/07 - Aguas Calientes - MachuPichu bem Cedo para tentar subir Huayna Picchu. - Trem Aguas Calientes / Cuzco (17:30) - Onibus Cuzco - Puno (22:00 - 06:00 - Tomara... rezando pra que tenha leito.. pois vou tar destruido! hahahaha) Leve muita água pois em MP é mega caro. Sim vc vai ficar simplesmente destruído, prepare-se 16/07 - Puno - Ilhas Urus (demora cerca de 3 horas de acordo com relatos) Olha essa ilha tire suas próprias conclusões mas eu achei um teatro para artista ver. Se vc tiver tempo eu recomendaria o tour que faz as 3 ilhas: Uros, Amantaní (dorme) e Taquille. Chega a tarde. Só Isla de Uros não sei se vale a pena. Copacabana -> Ônibus (não encontrei horários, mas pelos relatos saem a toda hora) Ir para Isla de Sol e se hospedar lá! [Descansooooooo ] 17/07 - Copacabana - Isla de Sol A Isla del sol é muito bonita mas eu dormi em Copacabana. Se tiver tempo visite o Cerro do Calvário que tem uma bela vista da cidade. Vc vai precisar de no máximo 3h para subir, descer e curtir a vista 18/07 - Copacabana - Titicaca e Cerro Calvario Copacabana - La Paz -> Ônibus Turistico 19/07 - La Paz - Tiwanako e Compras 20/07 - La Paz - Chacaltaya + Valle de La luna e Compras 21/07 - La Paz - Dia Livre! Descanso e mais compras rsss... La Paz - Cochabamba (Onibus Leito saindo a noite) Se tiver tempo e quiser ver + infos no meu tópico: http://bit.ly/hUG2Ah Tem um guia que vc pode imprimir e levar tbm. Boa viagem!
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