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  1. Estacionava com as malas no carro. Uma das alterações propostas no roteiro visou, dentre outras coisas, evitar o risco de as malas serem furtadas no veículo.
  2. O objetivo deste relato é fornecer nosso roteiro, custos da viagem e dicas. Anexamos uma planilha com todo o roteiro e atrações e os respectivos custos de transporte, seguro viagem, atrações, refeição e hospedagem. DICA 1 - Portugal tem uma malha ferroviária que não se estende por todo o território, logo, tomar a decisão de viajar de trem ou alugar um carro vai depender dos trajetos que pretende fazer. Não recomendo ônibus, pois, os horários são limitados. De todo modo, seguem os sites das cia ferroviária (http://www.cp.pt) e de ônibus (http://www.rede-expressos.pt/) para avaliação. DICA 2 - Alugar carro em Portugal é MUITO barato se for alugar por vários dias. Use o site rentalcars.com (marketplace de locadoras) para pesquisar e alugar. Fechamos pelo próprio site rentalcars.com com a locadora SIXT. Outra opção é pesquisa no site da própria locadora (SIXT ver em sixt.pt). Paguei menos de 10 (DEZ) euros a diária para ter um Audi A1 ou similar já com uma série de proteções (contra roubo, terceiros, etc). Perto da viagem a própria rentalcars.com me ofereceu um seguro TOTAL por mais 92 dólares por todas as diárias. Este seguro te exime da franquia (estava em torno de 1400 euros) e qualquer outro problema. Acho que vale o preço para evitar dor de cabeça durante a viagem. Janeiro e Fevereiro é mês de promoções para Portugal. De curiosidade, acessei o site da SIX pouco antes de viajar e a locação estava a partir de 6,5 euros a diária. DICA 3 - Atenção para a tarifa de one-way (quando se pega o carro em uma cidade e devolve em outra) que gira em torno de 120 euros + IVA. Boa notícia: a SIXT e a Keddy não cobram a taxa de one-way. Veja as condições. DICA 4 - Em Portugal existem várias cobranças automáticas de pedágio feitas por aparelhos que parecem "radares" e ficam ao longo da estrada, logo, não há nestes locais cabines de pedágio. Para ser cobrado por estes "radares" é preciso ter instalado o "Sem Parar" português. Quando se aluga um carro, lhe é oferecido isto. Não hesite em aceitar. O custo é baixíssimo (1,03 euros por dia locado). Não pesquisei para saber as consequências de passar por eles sem ter o "Sem Parar". DICA 5 - As cidades portuguesas devem ser apreciadas caminhando pelas ruas. Fuja daqueles passeios típicos de ônibus. Perca-se literalmente pelas cidades e cada esquina será uma surpresa muito agradável. As atrações são muito próximas umas das outras. Os centros históricos são, em geral, pequenos, de fácil acesso e rápidos de serem apreciados. DICA 6 - Os preços e a qualidade das refeições variam muito e mais caro não quer dizer necessariamente melhor. É possível comer e beber muito bem por € 6 (SEIS) ou €12 (DOZE) por pessoa. Em nossa viagem gastamos uma média de € 20 por pessoa por dia. Isto incluía café da manhã na padaria (não estava na diária da maioria dos hotéis), almoço e jantar com bebidas (cerveja ou vinho), cafés e doces, muito doces. Comer em Portugal é muito barato. DICA 7 - As refeições são normalmente medidas por 1/2 dose ou 1 dose, respectivamente, para uma ou duas duas. Bom, eu diria que o Português come igual a bom mineirinho do inteiro ... muito, logo, isto se reflete nas porções. Uma dose serviu nós quatro todos os dias (e olha que minha filha está em fase de crescimento). Minha dica, faça você o teste e não se sinta constrangido em pedir menos quando o garçom insistir que não vai dar pra todos. Dá e sobra e ainda você economiza. Se a refeição vier nas tigelas, aí é batata. DICA 8 - Não é de hoje que tenho priorizado ficar em apartamentos, hospedarias, etc. Na pratica, é um ótima opção, de excelente qualidade e preço, com algumas limitações de serviços dos hotéis tradicionais, como, por exemplo, não ter recepção 24H, troca de roupa de cama e banho todos os dias e café da manhã na diária (pago a parte se desejar). Ótima relação custo-beneficio. DICA 9 - Além das famosos bacalhaus, a culinária portuguesa é famosa por sua carne de porco e javali. Deguste-os. DICA 10 - Das 35 cidades/vilas, 12 são vilas que fazem parte de um roteiro histórico chamado Aldeias Históricas de Portugal (http://www.aldeiashistoricasdeportugal.com/). São 12 vilas medievais. São diferentes mas com o tempo (uma visita após a outra) as coisas começam a ficar muito parecidas. Atenção para o dia em que fizemos Piódão, pois, o local é bem diferente e bucólico, mas para chegar e sair de lá consome-se umas 5 horas, pois, a estrada é muito sinuosa e lenta. Vale a beleza da paisagem. Apesar de termos planejado 4 dias, dá pra fazer em 3 dias e 1 dia ficaria livre para passar o dia sem fazer nada na Serra da Estrela em um bom chalé de montanha. Foi o que fizermos no final, alterando o nosso roteiro. DICA 11 - Miami é o paraíso das compras, né? Podemos dizer o mesmo de Portugal nesta época de liquidação que vai de Janeiro a Fevereiro. É muito fácil encontrar vários artigos por 2 ou 3X mais barato quando comparado ao Brasil, já convertendo a moeda. DICA 12 - Ficamos em Airbnb em algumas das estadias, logo, fizemos algumas comprinhas de supermercado nestes períodos. Vale a pena se quiser fugir de restaurantes um ou outro dia e se quiser ter uma boa experiência de como os alimentos são muito baratos por aqui. DICA 13 - Em época de Skype, Messenger e WhatsApp, pagar operadora brasileira para usar serviços de telefonia e internet no exterior é a maior burrada. Compre um cartão pré-pago que dá acesso somente à internet no aeroporto ou na cidade em qualquer loja da Vodafone. Pagamos € 10 por 30G de dados válidos por 10 dias. Compramos dois cartões (para usar por 20 dias) e compartilhei a internet com outros. DICA 14 - Se for comprar passagem de trem combinada com a aérea (Na Iberia é possível fazer isso), verifique a emissão e validade dos tickets de trem. Para a nossa "alegria", os tickets de trem foram cancelados sabe-se por lá quem e graças a uma alma iluminada da cia de trem, nos foi permitido embarcar mesmo assim, mas foi um susto daqueles O plano B seria ir no próximo trem, o plano C seria pegar um buzão de Sevilla até Madrid e o plano D seria alugar um carro e ir de Sevilla até Madrid. Minha visão sobre Portugal: Durante a viagem me perguntei o porquê de, no geral, o brasileiro não optar por ir a Portugal na primeira viagem à Europa. No geral, outros países são a primeira opção, como França, Inglaterra ou Itália. Portugal é um país incrível, com um povo super acolhedor, muito barato (+/- 50% mais barato que países como França ou Itália), obviamente fácil para se comunicar, com uma riqueza cultural monstruosa, paisagens de tirar o folego de Norte a Sul e Leste a Oeste, culinária que dispensa comentários, uma verdadeira lição de História sobre o Brasil, etc... Se você é marinheiro de primeira viagem para a Europa, minha recomendação: vá primeiro a Portugal. O que eu faria diferente nesta viagem? I) as 12 vilas medievais são muito legais, mas haja vila para ver e estrada para dirigir. No final, tudo começa a ficar muito parecido (apesar de diferentes). Você pretende ver Neve/Esquiar na Serra da Estrela? Se sim, vale dar um pulo em Belmonte e Sortelha. Não pretende ir para a Serra da Estrela, mas vai passar por Sintra, Óbidos ou Lisboa e visitar um ou mais castelos, então, esqueça as 12 vilas medievais, a menos que você seja muito fã de vilas medievais e goste de dirigir. II) Optei por ficar em hotéis em várias cidades para evitar bate-e-volta em cidades satélites, mas, no final, não valeu a pena. Ficou mais cansativo o ritual de abrir, desarrumar, arrumar e fechar mala, check-in/check-out de hotéis. No roteiro proposto faria diferente o seguinte: a) + duas diárias em Porto ao invés de Guimarães, logo, faria bate-e-volta em Braga e Guimarães. b) + duas diárias em Coimbra ao invés de Aveiro e Óbidos. Faria Coimbra de hub para visitar Aveiro, Fátima, Batalha, Alcobaça e Nazaré. Óbidos seria apenas uma visita rápida em direção a Sintra. Uma outra opção seria Nazaré como Hub (por causa do litoral). c) + duas diárias em Lisboa ao invés de Sintra e Cascais/Estoril, logo, faria bate-e-volta em Sintra e Estoril. Outra opção seria Cascais/Estoril como Hub (por causa do litoral). III) O litoral Sul de Portugal é muito bonito e em baixa temporada os hotéis são muito baratos. Pagamos 27,90 euros para um quarto quádruplo em um excelente hotel/resort. Pena que programei só um dia. Faria bem diferente: não iria para Sevilla, ficaria o resto da viagem apenas em Albufeira (4 diárias no total) e retornaria a Lisboa para pegar um voo de volta para o Brasil. IV) Tirei do roteiro na última hora a ida até Lagos/Sagres (Fortaleza de Sagres/Farol de Sagres), pois, seriam quase 180km (ida e volta) de Albufeira, pedágios e nada muito diferente do que já vimos ao longo da viagem. PORTUGUAL & ESPANHA2017 - Roteiro e Custos.xls
  3. Melhor impossível. Não gostamos de calor e a Europa no calor é um inferno. Como caminhamos bastante, o frio passa despercebido.
  4. Dê uma olhada nos sites dos hotéis que ficamos. Gostamos muito. São todos com banheiro privativo. [WHITE SMILING FACE]
  5. Felipe, voos e hoteis estão mais baixos do que há 5 anos atrás (mesmo com inflação e euro muito mais alto). No mais, vai depender do tipo de passeio e restaurantes que está disposto a ir. Para nós, comer bem não significa pagar mais caro. Estou pra lhe dizer que foi uma das melhores viagens que fizemos e comemos e bebemos muito bem, sem restrições. Outra coisa, nós não fazemos compras durante as nossas viagens, com exceções de ímãs de geladeira. Viver a experiência é o fundamental
  6. ITÁLIA2015 - Roteiro e Custos.xlsO objetivo deste relato é fornecer nosso roteiro, custos da viagem e dicas. Anexamos uma planilha com todos os custos por transporte, atrações, refeição e hospedagem. Período: 16/12/2015 a 01/01/2016 Viajantes: 2 adultos (casal) Vôos: São Paulo-NY-Milão - Usamos um voucher da American Airlines para pagar parte de uma passagem e a outra foi comprada inteira, daí o motivo da conexão em NY. Vamos ignorar neste relato nosso pit stop em NY. Hotéis: Todos os hotéis que ficamos atenderam às nossas expectativas: localização, limpos, boa ducha, cama confortável e ótimos preços. Exceto a localização do hostel em Milão que, apesar de estar ao lado do metro, quase não haviam restaurantes por perto. É o único que não retornaríamos. Seguro Viagem: usamos o benefício do cartão de crédito que nos dá seguro viagem gratuitamente. Para a Europa, é preciso ligar e pedir a emissão da carta Schengen que é enviada na hora por email. Moeda: Euro. No Brasil, € 1 = R$ 4,25. Todos os valores estão no câmbio turismo. DICA 1 - Se quiser beber à vontade, não se preocupar com local para estacionar, segurança do veículo e trânsito agressivo e mal educado, além de economizar, viaje de trem. É muito fácil, rápido, seguro, pontual e barato. A principal cia estatal é a Trenitalia (http://www.trenitalia.com) que faz viagens para todas as cidades. Entre as cidades maiores há outra opção, a Ítalo Treno (http://www.italotreno.it). A qualidade dos trens rápidos de ambas as cias é similar. Os trens intermunicipais são bons também, com menos conforto, mas nada que deixe a desejar. Certamente é uma viagem MUITO melhor que um voo comercial na classe econômica. DICA 2 - Existem basicamente dois tipos de viagens de trem: intercidades (mais baratas e demoradas) e diretas (mais caras e rápidas). Escolher uma ou outra vai depender do seu roteiro. Se for uma viagem de longa distância (ex. Milão - Roma, Roma - Florença, Florença - Veneza), compre com antecedência de 60 dias as passagens no site, pois, se paga MUITO mais barato. Se for entre cidades próximas (ex. Florença - Pisa, Pisa - Lucca), o trem intercidades funciona muito bem e pode-se comprar na hora nas máquinas de auto atendimento, pois, o preço não varia. DICA 3 - O jeito mais rápido e barato de ir de Florença para Siena e San Gimignano é de ônibus. A rodoviária em Florença fica em frente à estação de trem Firenze SMN (a principal da cidade). DICA 4 - Os arredores das estações de trem das cidades que ficamos são seguros e de fácil acesso. Procure hotéis por perto, pois, é muito mais prático e barato quando comparado com o centro histórico. No mais, as estações ficam a poucos minutos à pé dos centros históricos. Isto é especialmente válido para Veneza, pois caminhar com malas por lá é um sob e desce de pontes. DICA 5 - As cidades italianas devem ser apreciadas caminhando pelas ruas. Fuja daqueles passeios típicos de ônibus. Perca-se literalmente pelas cidades e cada esquina será uma surpresa muito agradável. DICA 6 - Os preços e a qualidade das refeições variam muito e mais caro não quer dizer necessariamente melhor. É possível comer e beber muito bem por € 30 ou €60 (casal). Em nossa viagem gastamos uma média de € 70 o casal por dia. Isto incluía café da manhã na padaria (não estava na diária da maioria dos hotéis), almoço e jantar com bebidas (cerveja ou vinho), cafés e sorvete. DICA 7 - Tome muito café (SEM açúcar) e sorvete local. Eu não tomo café sem açúcar no Brasil, nunca, mas na Itália, ah, acredite, é bem diferente. Sorvete bom não é só da marca famosa. Na Itália, sorvete bom é de qualquer portinha que só vende sorvete. É um melhor do que o outro. DICA 8 - Não é de hoje que tenho priorizado ficar em apartamentos, hospedarias, etc. Na pratica, é um ótima opção, de excelente qualidade e preço, com algumas limitações de serviços dos hotéis tradicionais, como, por exemplo, não ter recepção 24H, troca de roupa de cama e banho todos os dias e café da manhã na diária (pago a parte se desejar). Ótima relação custo-beneficio. DICA 9 - Varias cidades italianas tem torneiras com água potável ao longo das ruas e praças, então, leve uma garrafinha sempre com você para abastecer na faixa. DICA 10 - Além das massas, a culinária italiana é famosa por seus pescados e risotos. Deguste-os. DICA 11 - Veneza é conhecida pelos serviços caros de transporte aquático. A ilha é pequena e dá para conhecê-la tranquilamente à pé. Perca-se por lá. Só é necessário pegar as embarcações para visitar outras ilhas (ex. Murano). DICA 12 - Em Milão, visite a região do Naviglio Grande, um canal com centenas de restaurantes de todo tipo e gosto. Na próxima ida a Milão, pretendemos ficar em hotel por lá. DICA 13- Use Florença ou Siena como base para visitar as outras cidades da Toscana. Este foi o motivo de ficarmos lá por 5 dias. DICA 14 - O roteiro que elaboramos teve o foco na região Norte do país. A única alteração que faríamos seria tirar o último dia de Florença (dois dias exclusivos de Florença são suficientes) e passar um dia em Bologna, talvez com pit stop em Modena para visitar a Fábrica da Ferrari. Depois, iríamos para Veneza. DICA 15 - Em época de Skype, Messenger e WhatsApp, pagar operadora brasileira para usar serviços de telefonia e internet no exterior é a maior burrada. Compre um cartão pré-pago que dá acesso somente à internet no aeroporto ou na cidade. Nossa escolha foi pela Wind que tem ótimo preço e conexão em todas as cidades que passamos. Pagamos € 20 por 2G de dados válidos por 1 mês. Compramos um cartão e compartilhei a internet.
  7. Oi, Os tours eu deixaria para reservar tudo com 1 ou 2 dias de antecedência, já na Bolívia. Hotel/hostel vai depender da cidade e de vossos perfis. Particularmente, em La Paz, eu faria a reserva antecipada no Loki Hostel que foi o melhor hotel. As passagens de ônibus e barcos podem ser compradas na hora. A Chacana Travel revende passeios de algumas agência, como da Maya Tour, logo, a resposta é sim. Abs e boa viagem.
  8. Sim, se faz sozinho. Não tem erro. É uma única trilha, bem pavimentada de pedra do início ao fim. Não vi guia nesta trilha. Uyuni é pequeninha. Tem uma rua principal onde ficam todos os ônibus que saem e chegam da cidade. Não tem erro! Abs. Fabrício
  9. Davi, vc tem que ver com o seu cartão de crédito o tipo de benefício que ele oferece. Nunca precisei usar meu seguro, mas a cia sempre me prestou prontamente toda informação que pedi.
  10. O objetivo deste relato é fornecer nosso roteiro, custos da viagem e dicas. Os custos, salvo dito em contrário, sempre consideram todos os viajantes e estão em Bolivianos. Período: 28/12/2014 a 10/01/2015 Viajantes: 2 adultos (casal) Vôos: São Paulo-Santa Cruz - pago com 44.000 milhas Smiles + taxas de embarque (R$ 282,62) e voamos pela GOL. Hotel: Descreveremos no relato devido às várias opções utilizadas. Seguro Viagem: usei o benefício do meu cartão de crédito que nos dá seguro viagem gratuitamente. Para a América Latina, não precisa emitir as apólices de seguro. Em caso de necessidade, basta ligar nos telefones informados no cartão. Moeda: O Dólar é mais valorizado que o Real na Bolívia, logo, leve sempre dólar em espécie. A diferença chegava a ser de 0,56 blvs a mais quando feito o câmbio em dólar. A cotação média em La Paz estava US$ 1 = 6,95 blvs e R$ 1 = 2,30 blvs. No Brasil, estava US$ 1 = R$ 2,78. Todos os valores são no câmbio turismo. DICA 1 - Esta é a principal dica e a leve muito a sério: prepare sua alma, pois, seu corpo não vai te pertencer na Bolívia. Me refiro aqui ao transporte rodoviário que está nos anos 50 ainda, no que tange aos tipos de veículos, ausência de segurança (cinto de segurança é um achado), e direção perigosa pela esquerda na contra-mão. DICA 2 - A segunda dica mais importante: se quiser conhecer a Bolívia, você precisa se desprender de uma série de premissas e pré-conceitos. Grande parte do país ainda vive em condições precárias de higiene e saneamento básico. Não é difícil achar gente usando fundos de muretas como banheiro. DICA 3 - Se possível, dê preferência para o transporte aéreo que é bem mais barato, quando comparado ao Brasil, e seguro. A Bolívia tem quatro cias aéreas para voos locais: BOA, Amaszonas, TAM (Transportes Aéreos Militar) e Ecojet. Voamos pela BOA que tem o mesmo padrão de qualquer cia brasileira. Já ouvimos relatos bem positivos das demais cias. DICA 4 - Os preços são muito baixos, o que nos faz consumir muito mais o que havíamos planejado, pois, se cobra bolivianos por qualquer coisa (ex. Banheiro). Além disto, não tenha pena do preço que está pagando, pois, nenhum Boliviano terá pena de você quando ele SEMPRE começa a te cobrar mais do que vale. Logo, pechinche SEMPRE e fique de olho nos gastos. DICA 5 - Considerando as ofertas de hotéis/hostels e os padrões de serviços atuais na Bolívia, pensamos que um preço razoável para um casal seja de no máximo us$ 30 ou 210 bolivianos. Mais do que isso, começa a não valer mais a relação custo-benéfico. DICA 6 - Feche sempre o preço da corrida de táxi antes de entrar nele. Pergunte ao seu hotel o preço médio da corrida. É muito comum achar taxista cobrando o dobro. DICA 7 - Leve dinheiro em espécie, pois, foi difícil encontrar um estabelecimento que aceitasse cartão de crédito. Ative seu cartão do Banco para fazer saques em viagem internacional. DICA 8 - As peças de roupas essenciais são calça, jaqueta e botas, todas corta vento e impermeáveis, meia grossa, segunda pele, fleece, gorro, cachecol, luvas, e roupa de banho. DICA 9 - Os itens essências são óculos escuro, protetor solar, protetor labial, boné, repelente, saco de dormir (pode-se alugar), lenço umedecido, rolo de papel higiênico, toalha de banho, e cantil de água. DICA 10 - É imprescindível ter em mãos remédios para 1) dor de cabeça, 2) dor muscular, 3) dor estomacal, e 4) regulação da flora intestinal (ex. Floratil). Este último é essencial, pois, é MUITO comum encontrar pessoas com problemas intestinais, visto as condições de higiene e temperos fortes. DICA 11 - Para ir de La Paz para Uyuni ou vice versa há três opções principais: ônibus turístico direto entre elas (de 150 a 250 blv e 10 a 13 horas, conforme serviço e cia), ônibus comum de La Paz até Oruro (23 blv e 3,5 horas) e trem de Oruro até Uyuni (de XXX a XXX e 7 horas - vide http://www.fca.com.bo/) e voo direto entre elas (us$ 170 e 40 min). DICA 12 - Se for de ônibus de La Paz para Uyuni no início da noite, confirme incisivamente o serviço que contratou, se é efetivamente semi-leito ou leito, e se vai pela estrada de terra ou asfalto. Opte sempre pela estrada de asfalto. DICA 13 - Se tiverem um único dia de passeio em La Paz, façam o Downhill na estrada da morte. As empresas mais recomendadas são a Barracuda, Gravity e PRO Downhill. Segurança, equipamentos, e conforto são tudo neste passeio. DICA 14 - No passeio do Downhill é imprescindível levar outra roupa para trocar, outro calçado (ou proteja bem o seu para não molhar), repelente, protetor solar, protetor labial, roupa de banho, 2L água/pessoa. Isto é necessário, pois, todos se molham quando passamos por debaixo de quedas d'aguas e pequenos riachos e na mata tem muitos mosquitos. DICA 15 - Na Bolívia, a maioria dos serviços prometidos não são aqueles efetivamente entregues, logo, tem que ser muito incisivo para não ser passado para trás. Como exemplo, vide abaixo o caso da cia OMAR turismo. DICA 16 - No passeio do Salar do Uyuni é imprescindível levar 2L água/pessoa/dia, protetor solar, protetor labial, óculos de sol, boné, saco de dormir, rolo de papel higiênico, lenço umedecido, e toalha de banho. DICA 17 - No passeio do Salar do Uyuni, são 6 turistas mais o condutor em um veículo 4x4. Tente solicitar à cia que as pessoas que irão com você tenha perfis similares, como idade e status civil. Como são 3 dias sempre juntos, isto, pode ajudar no entrosamento e decisões que se fazem necessárias em conjunto. DICA 18 - No voo de Sucre para Santa Cruz tivemos que pagar uma taxa de aeroporto de 11 blvs cada, muito embora esta taxa já estivesse computado na tarifa total, comprada com antecedência. Reclamar, infelizmente, não adiantou. DICA 19 - Para quem gosta de chocolate mais refinado, não deixem de comprar vários tabletes da Para Ti, uma chocolateria muito boa e barato. O tablete de 100g custa 16,5 blv. A indústria é em Sucre, mas há pontos de venda em outras cidades. DICA 20 - Contrariando a maioria dos posts que vi, recomendo fortemente visitarem Santa Cruz de La Sierra, uma cidade cosmopolita de 1M de habitantes, a mais rica e desenvolvida da Bolívia, e completamente diferente do resto do país. Há tours muito bons nas redondezas, nada diferente das distâncias que se fazem necessárias nos demais tours que fizemos nas outras cidades. Além disso, há restaurantes muito bons. DICA 21 - No passeio da Isla del Sol, não recomendamos a travessia à pé da parte norte para a sul (ou vice-versa), a menos que você seja um amante de caminhada a 4000 mil de altitude entre muitas subidas e descidas. As paisagens do trajeto são quase as mesmas que se vê vendo o lado sul e o lado norte, acessíveis via barco. DICA 22 - Acostume-se com o fato de se perder muito tempo em translado para visitar os locais turísticos na Bolívia. Não é difícil perder 3h apenas em um trecho de ida ou volta, especialmente, aos redores de La Paz que tem um trânsito caótico. DICA 23 - Parece incoerente, mas nos pareceu, por nossa experiência e feedback de outros viajantes, que saia mais barato reservar os hostels/passeios na hora do que com antecedência. O país ainda tem muito a evoluir em termos de turismo e parece que os Bolivianos mais antenados já usam a internet para tentar algum ganho econômico em relação aos seus pares. Vale avaliar com calma e critério o que vale a pena reservar com antecedência e o que fechar na hora. Lembre-se de pechinchar sempre. Dia 28/12 - São Paulo - Santa Cruz de La Sierra Pegamos o ônibus gratuito da GOL de Congonhas para GRU. Nosso voo saiu às 11:05 de GRU e chegamos em Santa Cruz às 12:05. Foram 2h25min de translado. Fomos recepcionados por parentes e saímos para almoçar uma parrilada no fantástico e clássico restaurante Casa del Camba. Depois fomos visitar as Lumas de Arena, um lugar similiar aos lençóis maranhenses. O local é sensacional e a melhor forma de chegar até lá é com um veículo 4x4. À noite, fomos na praça central da cidade que estava lotada. O local é bonito e o destaque é a igreja matriz. No final do dia, comemos na pizzaria El Tomato. Santa Cruz é uma cidade bem cosmopolita, com tudo que há em uma grande cidade brasileira. A cidade foi originalmente construída em anéis com ruas perpendiculares aos anéis, o que facilita a locomoção e localização nesta área. Taxi Casa - Congonhas - R$ 20,00 Jantar - 210 Café - 30 Dia 29/12 - Santa Cruz de La Sierra - La Paz Nosso voo saiu às 07:55 de Santa Cruz e chegamos em La Paz às 08:50. Fomos de táxi até o Hostel La Posada de La Abuela que nos deixou fazer o check-in antes das 14:00. Compramos mate de coca e bala de coca para amenizar a dor de cabeça e cansaço que apareceram rapidinho. O centro de La Paz concentra as principais atrações turísticas da cidade, logo é possível visitá-las em menos de um dia. Conhecemos Palácio Legislativo, Palacio de Gobierno, Prefectura, Catedral, todos em volta da Plaza Murillo, Iglesia de San Francisco, Mercado de Las Brujas. Almoçamos no Sillpichs duas comidas típicas, Chiaro que é uma sopa muito boa, e Chicharron de Cerdo que é um prato de batatas, milho branco e carne de porco. No final do dia passeamos pela calle Lllampu que tem várias lojas de mochilas, casacos, e todo tipo de material para mochileiros. Os preços são mais baratos que no Brasil. Jantamos no magnífico restaurante Angelo Colonial localizado na calle Linares, cuja entrada não demonstra a refinada cozinha. Fechamos todos os pacotes e transportes neste dia com a Bolívia Chacana Travel localizada na calle Linares 943 e que representa várias empresas. Fomos muito bem atendidos pela Sra. Ely que foi atenciosa e zelosa o tempo todo. Ao longo do relato vamos publicar as empresas e passeios. Sobre o hotel: bem localizado, quarto pequeno, sem aquecimento, com mantas bem aquecidas, e o café da manhã é repleto de opções. Apesar disto, há hotéis com melhor custo-benefício em La Paz. Voo - 1076 Táxi - 60 hotel - 278 Bala de coca - 10 Almoço - 75 Jantar - 205 Dia 30/12 - Tiwanaku, PumaPunku, e Copacabana Visitamos os sítios arqueológico de Tiwanaku e PumaPunku que são bem simples e pequenos, comparados aos sítios aos redores de Cusco e MacchuPicchu. Também há dois museus bem pequenos: Cerâmico e Lítico. O micro ônibus da Maya Tours nos pegou às 08:30 no hotel e chegamos nos sítios às 11:30. Os passeios duraram 3 horas. Almoçamos às 14:30 e retornamos para La Paz uma hora depois. Havíamos reservado nossa passagem para Copacabana no último ônibus que saía as 16:30 do terminal de ônibus. Nosso guia nos deixou no Alto La Paz, no escritório da empresa Manco Kapa, pois, já eram 16:30, do contrário, perderíamos o ônibus que chegou às 17:30 no escritório. A viagem foi tensa, pois, o motorista do ônibus ficava quase sempre na contra-mão na estrada e nos disseram que isso é comum na Bolívia. Chegamos em Copacabana às 20:30, nos hospedamos no hotel Glória Copacabana e jantamos uma truta no restaurante El Fogon localizado na calle principal. Sobre o hotel: é tradicional, bem localizado, tem quarto grande com vista para o lago Titicaca, aquecido, e camas king. O café da manhã foi bem simples pelo padrão do hotel. Não valeu o custo-benefício. Por muito menos, era possível achar hostels/hotel similares. Sobre a Maya Tours: a cia cumpriu o prometido, sem mais nem menos, nos dois passeios que fizemos com eles. Nada a reclamar. Tour - 340 (inclui translado, tickets dos sítios e museus, e almoço) Bus La Paz - Copacabana - 70 Travessia Tiquina - 4 Hotel - 440 Jantar - 80 Água e snacks - 20 Dia 31/12 - Copacabana - Isla del Sol (parte sul) Caminhamos pelo centrinho e visitamos a impressionante igreja matriz. Almoçamos uma Truta em um restaurante local. Pegamos o barco das 13:30 para a Isla del Sol - parte Sul e chegamos às 15:00. Nos hospedamos no hostel Jacha Inti e fomos caminhar na parte Sul que tem uma escadaria que, a 4000m de altitude, é de perder o fôlego, literalmente. O lugar é surreal de tão lindo. À noite jantamos à luz de velas no restaurante do hostel, pois, a energia acabou na ilha e brindamos o ano novo assim mesmo debaixo de um temporal. Sobre o hotel: é bem localizado, pois, está na parte baixa, tem quarto pequeno com vista para o lago Titicaca, não tem calefação, cama de casal standard, café da manhã bem simples, e donos atenciosos. Não valeu o custo benefício. Por muito menos, era possível achar hostels/hotel similares. Almoço - 80 Barco Copacabana - Parte Sul - 40 Ticket parte Sul - 10 Lanche - 20 Hotel - 448 Jantar - 140 Dia 01/01 - Isla del Sol (parte norte) - Copacabana - La Paz Pegamos o barco para a parte norte às 10:00 e chegamos às 11:00. Fizemos uma caminhada de 1h até as ruínas e o trajeto é ainda mais surreal que o lado sul. Depois, voltamos pelo caminho de pedra de muitas subidas e descidas da parte norte a sul. Diz a lenda que se faz este caminho em 2h horas. Para os sedentários, leia-se 3h30min, com paradas para descansar, afinal, são 4000m de altitude. Chegamos na parte sul às 15:30 e pegamos o barco às 16:00 para Copacabana e chegamos às 17:30. Lanchamos e pegamos o ônibus turístico da Titicaca Tours às 18:30 e chegamos às 23:00. Desta vez, o motorista pareceu ser bem responsável. Nos hospedamos no Loki Hostel. Sobre o hotel: muito bem localizado, quarto grande, sem café da manhã, o melhor banho quente, tem no último andar um bar/restaurante muito bom onde a galera se diverte, e a equipe é muito atenciosa. Disparado, o melhor hostel/hotel da viagem e foi o mais barato. Barco Sul - Norte - 40 Ticket parte Norte - 20 Ticket parte Central - 30 Barco Parte Sul - Copacabana - 40 Lanche - 55 Bus Copacabana - La Paz - 60 Travessia Tiquina - 4 Táxi - 10 Hostel (2 diárias) - 320 Cerveja - 20 Dia 02/01 - La Paz (Downhill) Fizemos o Downhill na estrada da morte, um passeio de bike que só é descida em 16 km de estrada de asfalto e 34 km de uma das estradas de terra mais perigosa do mundo. O passeio é seguro, tranquilo, e espetacular. É uma experiência única que precisa ser vivida por todos, pois, as paisagens da mata nativa são indescritíveis. A Cia El Solário nos pegou às 08:00 e retornamos às 21:00. Jantamos no hostel que tem uma cozinha sensacional. Sobre a El Solário: Excetuando um único guia que conhecia bem do trajeto, a cia é péssima. As bicicletas tinham problemas nas marchas, o vestuário era velho e rasgado, as luvas e capacetes não tinham numeração adequada para cada turista, o ônibus que nos levou era de 1940, e o local final para almoço e banho, parte deste passeio, era muito ruim e sujo. Não recomendo, em hipótese alguma, esta cia. Downhill - 800 Jantar - 70 Dia 03/01 - La Paz (Chacaltaya) - Uyuni Saímos às 08:30 para ir até a montanha de neve Chacaltaya, onde tem uma estação de ski desativada. Infelizmente, por causa da grande quantidade de neve na noite anterior, só pudemos caminhar uma parte da estrada com neve, pois, o ônibus não conseguia ir até a estação. Valeu mesmo assim, pois, as paisagens são incríveis. Este passeio é casado com o Valle de La Luna, mas optamos por não fazê-lo, pois, tínhamos outras pendências. Almoçamos no hostel uma parmegiana muito boa, e depois pegamos o ônibus da OMAR turismo com serviço Cama para Uyuni às 18:30 (o horário original era 18:00) e chegamos às 05:30. Sobre a OMAR: ao trocar o voucher da agência no guichê da OMAR no terminal rodoviário, nos colocaram em outro ônibus alegando que seria o mesmo serviço. Não aceitei e bati o pé até nos mudarem. Tive pena de quem foi para o "mesmo serviço", pois, o ônibus era muito antigo. Nosso ônibus parecia ser o indicado, mas na chegada, descobrimos que ainda era o ônibus errado, pois, pagamos para ir pelo asfalto e fomos pela estrada de terra, e era Semi-cama, apesar das poltronas bem confortáveis. Chacaltaya - 140 Almoço - 77 Táxi - 12 Lanche de viagem - 30 Bus La Paz - Uyuni - 400 Taxa terminal - 4 Dia 04 a 06/01 - Uyuni - Salar do Uyuni - Uyuni - Potosi Em Uyuni, o motorista nos deixou dormindo mais umas 2h no ônibus. Saímos para procurar a cia Tunupa Tours, a qual fechamos o tour de 3 dias. Tomamos café em uma lanchonete e saímos às 10:30 para o tour, passando pelo cemitério de trens, refinarias de sal, salar de Uyuni, e Isla del Pescado (não quisemos entrar na "ilha", pois, era o mais do mesmo por 30 blv para cada). Concluímos o dia procurando um local para dormir, pois, o condutor alegou que não haviam mais hostels de sal. Achamos um hostel a mais de 60km do salar. O local era legal, mas não foi o que contratamos. No outro dia saímos as 07:30 para visitarmos 05 lagunas, avistamos vulcões, e visitamos a árvore de pedra e a laguna colorada. O ponto legal aqui foi ver neve no deserto, pois, estávamos a 5000 m de altitude. Procuramos um hostel perto da laguna colorada, conforme plano original. No último dia, saímos as 05:00 para visitarmos os gueysers, águas termais (só eu me banhei - muito bom), deixamos alguns turistas do nosso carro na fronteira do Chile e retornamos para Uyuni. O retorno durou 6h, a partir da fronteira. No meio da viagem, o motorista "pediu" para pagarmos um pedágio que não precisaríamos pagar. Ele também não parou em nenhuma atração na volta, conforme o roteiro original. Como estávamos no meio do deserto, somente eu e minha esposa, não quis criar confusão. Ao retornar em Uyuni às 16:00, compramos as passagens para Potosí, saímos às 17:00 e chegamos às 21:00. O ônibus pára em um ponto a umas 13 quadras do centro histórico, então pegamos um táxi. O taxista nos alertou que em Potosi se cobra 5 blvs/pessoa. Procuramos um hostel e ficamos no Hostel Carlos V Imperial, localizado na calle Linares, 42. Jantamos em uma pizzaria próxima. Sobre a Tunupa Tours: conversamos muito com a dona da cia, Sra. Elisa, que me pareceu ser muito transparente. O X da questão neste tipo de passeio é o motorista que, além de condutor, é o cozinheiro, e responsável por achar os hostels, logo, você fica na mão dele no meio do deserto. Nosso motorista, Sr. Poly, se mostrou muito responsável na condução e um ótimo cozinheiro, entretanto, tenho sérias ressalvas sobre "não achar habitações em hostel de sal" e o retorno no último dia. Ele me informou que era de outra cia. É comum uma cia pedir vaga em outra. Diante disto, penso que a Tunupa até poderia ser contratada outra vez, desde que o motorista fosse da cia, e as condições contratuais fossem respeitadas, mas foi decepcionante até certo ponto. Sobre o hostel Carlos V: muito bem localizado, banheiro compartilhado com água muito quente, aconchegante, quarto amplo, café da manhã simples, staff atencioso, e preço justo. Tour 3 dias - 1540 Reserva Nacional - 300 Águas Termais - 6 Café - 40 Pedágio - 10 Biscoito - 4 Bus Uyuni - Potosí - 60 Táxi - 10 Hostel (2 diárias) - 320 Jantar - 90 Dia 07/01 - Potosí Reservamos este dia para descansar e fazer passeios bem leves pelo centro histórico. Há uma riqueza arquitetônica muito rica e influência espanhola, mas os edifícios são muito mal preservados. Gostamos muito do centro por suas ruas pequenas, igrejas, museu da casa da moeda, e restaurantes. Não fizemos o passeio às minas, mas recomendamos. Almoço - 46 Lanche - 31,50 Dia 08/01 - Potosí - Sucre Pegamos um táxi até o novo terminal que fica distante do centro histórico. Saímos de Potosí às 09:30 e chegamos às 13:15 em Sucre. Fizemos o check-in no hostel La Escondida localizado na calle Junin, 445 e fomos conhecer o centro histórico. São mais de 20 igrejas e 10 praças. O centro histórico é uma Bolívia bem diferente do que conhecemos até então, pois, é limpo, organizado, prédios mais bem cuidados com total influência espanhola, e os preços são mais caros. Gostamos mais daqui do que Potosí. Não fizemos nenhum passeio fora da cidade. Assim como Potosí, o centro histórico é outro mundo comparado com a pobreza da periferia. Almoçamos no El Solar localizado na calle Nicolas Ortiz, 66, que é um restaurante mais refinado, a comida é muito boa, e o preço é bem barato pelo serviço oferecido. Por fim, fomos apenas tomar uma cerveja em uma pizzaria no final do dia. Recomendamos também o restaurante Joe Rider, localizado na mesma rua. Sobre o hotel: muito bem localizado, banheiro privado com água muito quente, aconchegante, quarto amplo, café da manhã simples, staff atencioso, e preço justo para Sucre. Taxi hotel - terminal - 10 Bus Potosí - Sucre - 40 Taxa terminal - 4 Táxi terminal - hotel - 10 Hostel - 246 Almoço - 105 Cerveja - 40 Dia 09/01 - Sucre - Santa Cruz de La Sierra Pegamos um táxi para o aeroporto que fica há uns 20-30 min do centro. Nosso voo saiu às 10:30 e chegamos às 11:17 em Santa Cruz. Passamos o dia descansando na casa de parentes e à noite fomos jantar no magnífico restaurante Jardin de Asia, que precisa ser reservado com antecedência. Táxi - 30 Voo - 696 Taxa aeroporto - 22 Dia 10/01 - Santa Cruz de La Sierra - São Paulo Pegamos o voo para São Paulo às 13:00 e chegamos às 18:00. Pegamos o ônibus gratuito da GOL de GRU para Congonhas. Lanche - 38 Taxi Congonhas - Casa - R$ 20,00 Custo total: 10210 bolivianos ou US$ 1470 + compras (lembrando que os voos internacionais foram pagos com milhas) Conclusão: Ficamos muito felizes com a viagem que realizamos, apesar dos imprevistos relatados. A Bolívia é uma país com paisagens fantásticas, uma diversidade monstruosa (deserto, salar, cadeias montanhosas geladas, mata atlântica, etc) e que nos surpreendeu positivamente, apesar de todas as dificuldades que o povo ainda enfrenta. Valeu cada centavo, esforço, suor, susto, e alegrias. Recomendamos a qualquer um embarcar nesta aventura. Além disso, nos ajudou a refletir mais sobre a natureza humana e as dificuldades que existem por aí mundo a fora.
  11. Oi Thiago, vi seu relato só agora. Concordo com a sugestão do Mathew! Não tenta fazer nada na correria não, pois, você vai ficar, literalmente, sem ar!
  12. Que legal. Fico feliz que tenha corrido tudo bem. Esse e o objetivo final do relato: facilitar a vida das pessoas!!! Um grande abraco e ate a proxima viagem!!!
  13. Me desculpe o retorno tardio. Até onde sei, eles nunca cobraram. Conta para nós como está agora. Abs.
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