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DuduLessa

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Sobre DuduLessa

  • Data de Nascimento 15-12-1976
  1. Maurício, na verdade, o ingresso MP dá direito apenas a entrar na cidade sagrada. Não há subida a nenhuma montanha adicional. O ingresso MP-HP sim, te dá direito a subir HP, onde você verá a cidade de cima, se o clima permitir, rs...porque eu mesmo só vi nuvem lá de cima, ou melhor, estava dentro dela. Mas se você gosta de desafios, conquistas, só a subida em cima já vale a pena.
  2. DuduLessa

    Machu Picchu

    Águas Calientes é tipo um povoado, bem pequeno, com uma avenida central numa ladeira. Se anda a pé pra todo lugar. A estação é bem próximo, por volta de 5 minutos andando de onde param os ônibus, se não me engano. Fica tranquilo.
  3. DuduLessa

    Machu Picchu

    Se começar cedo, até às 17h você já terá feito tudo isso e muito mais. Depois é só pegar o ônibus que desce pra águas calientes que rapidinho chega e pode pegar o trem.
  4. DuduLessa

    Mochilas DEUTER

    gvogetta, muito obrigado pelas dicas. É justamente essa abertura frontal da vario que me fez pensar nela e ainda tem o sistema vary quick que não tem na pro. Não tenho dúvidas de que é uma mochila superior, mas minha questão sempre foi o tamanho e peso desnecessário para o meu propósito (mochila intermediária). Minha 60+10 é uma traveller modelo antigo, mas acho ela muito trambolhão e com características urbanas. Não tem nem receptáculo pra camel bag. Estou atrás de uma mais "trekeira". Quanto a act lite 40+10, era uma das minhas opcões, mas fiquei encantado com o sistema air confort d
  5. DuduLessa

    Mochilas DEUTER

    Alguém sabe se a diferença de tamanho e conforto entre a futura pro 42 e futura vario 50+10 é muito grande? Sei que a pro 42 pesa 1700g e tem 70cm, e a vario 2100 com 76cm. Mas não sei se há muita diferença na prática. Tô em dúvida entre essas duas. Tenho uma cargueira 60 +10 e uma de ataque de 27l e busco uma intermediária para caminhadas de vários dias, mas priorizando uma bagagem bem minimalista e com conforto (ex. : caminho de santiago de compostela).
  6. Oi Luciana. A maior parte dos perrengues foi decorrente da muita chuva que não esperávamos. Portanto sempre esteja com todo o equipamento impermeável (de boa qualidade) a mão, ou de preferência vestido. Depois dessa experiência comprei uma nova calça impermeável com zíper lateral de cima a baixo, que possibilita vestir em pouco tempo sem precisar tirar as botas. Recomendo também levar somente o essencial, isso significa muito menos que você imagina de primeira. Carregar peso é muito ruim na altitude. Uso de bastões. Bom saco de dormir. Esses dois podem ser alugados na agência contratada. B
  7. E aí, viajanteBH?!!! O prazer foi meu. Espero que tenham voltado bem e resolvido as coisas. Nos falamos... Abração pra você e Fernanda.
  8. ültimo dia em Cusco mais tranquilo. Dormimos bem até mais tarde...tarde tipo 9h. Pra quem acostumou a acordar cedão todos os dias... Tiramos o dia pra compras, comer com calma na cidade e visitar o museu inca que é legalzinho. Não tava disposto a andar muito por causa das bolhas. Já tava andando torto. No dia seguinte, acordamos cedo pra ir pro aeroporto e começar a maratona de retorno. Cusco-Lima-SP- Rio Pelo menos dessa vez não houve problema com os voos, apesar de cansativo, o que é normal. As 23:30h estava chegando em minha casa, feliz e saudoso, com a sensação de ter feito uma via
  9. Chegou o dia, acordamos antes do nascer do sol, pois queríamos subir a pé e chegar com calma pra ver a questão de WP. Nada de ônibus, viemos tudo a pé e queríamos ir até o fim assim. A subida de 1h é bem pesada. As escadarias são muito íngremes e cheguei completamente molhado de suor lá em cima. Se você não possui uma camiseta técnica, leve uma reserva pra trocar, pois de manhã é bem frio lá em cima. Após a subida, finalmente chegamos e ainda pegamos uma fila pra entrar na cidade, pois a galera que vem de bus chega antes. Viemos só com a mochila de ataque com água, comida, e roupa pra frio.
  10. O guia quis oferecer irmos até a hidrelétrica de van. Claro, mais uma vez negamos. Ele ficou meio puto, vê se pode! Mas teve que andar com a gente. Finalmente o clima melhorou e durante o dia nada de chuva. Chuviscou um pouco na parte da tarde. Nesse dia surgiram as primeiras bolhas pra substituir a bota que finalmente secou na marra. Fazer o que?! Nunca tinha tido bolha em trekking e não é nada agradável. Chegando na hidrelétrica a trilha passa a beirar a linha do trem. É um vale muito bonito entre montanhas e começamos a ver a montanhas MP e HP por trás. Fiquei animado ao perceber que a
  11. Dia mais tranquilo, com um pouco menos chuva. Altitude mais baixa e trilha entra em florestas em vários pontos. Muito bonito. A tarde chovia e parava toda hora. A situação da bota molhada ficava mais tolerável e também começou a diminuir as dores nas costas. O guia quis que fizéssemos um trecho de carro, mas não rolou e fomos a pé até santa tereza almoçar (excelente almoço já no povoado). Fizemos câmbio de dinheiro aqui e nem foi tão ruim, mas porque usamos o guia pra isso. Acho que foi o dia em que andamos menos e o mais fácil. De lá fomos até o acampamento em playa, onde deixamos as cois
  12. Acordamos cedo no segundo dia e como temia nada havia secado nem um pouco. Calcei minha bota com um saco plástico sobre as meias, o que não adiantou nada, pois em pouco tempo o saco rasgou e molhou meu segundo e último par de meias. Sempre costumo usar uma meia de liner junto com uma grossa de tecido sintético pra evitar bolhas e melhorar o conforto. Nada disso adiantou nessa situação. As bolhas inevitavelmente vieram no quarto dia, mas isso é assunto pra depois. A moral tinha sido abalada no primeiro dia de todos nós, mas é assim mesmo. Sempre tem esse tipo de coisa em aventuras desse porte.
  13. Finalmente, um dos dias mais esperados da viagem, senão o mais. Início da trilha Salkantay rumo a Machupicchu. Acordamos de madrugada, sem água no hostel. Por sorte eu havia tomado banho antes de deitar naquela noite. Quando é que veria um chuveiro de novo?? Deixamos a cargueira no guarda equipaje do hostel, é tranquilo! O transfer nos buscou no hostel e nos levou para Molepata por uma rodovia pior que a rodovia da morte em La Paz. Via de mão dupla em pista única cheia de curvas e precipícios. Você só vai escutando o motorista buzinando antes das curvas, mas nada de reduzir a velocidade. Nos e
  14. Segundo dia em Qosqo, foi dedicado ao Valle Sagrado, esse sim um passeio interessante de dia inteiro, especialmente por Olantaytambo. As feiras são dispensáveis. As ruínas de Pisaq são legais. Almoço em Urubamba, incluso, deixou muito a desejar. Acho que foi a pior alimentação da viagem. O passeio termina em Chinchero, onde vimos um pouco da cultura artesanal dos locais. O chato é que tudo parece ter um lado comercial nos passeios, e toda hora se para ou tem algo sendo oferecido pra comprar.
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