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vmesquita

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  1. vmesquita

    3 semanas no Japão!

    Eu tenho uma planilha sim, mas eu a construí antes da viagem, então como mudei o roteiro na ultima semana, acabou não refletindo tão bem a realidade, por isso não a postei...
  2. vmesquita

    3 semanas no Japão!

    Dessa vez uma promoção da Qatar Airways me levou pro Japão. Eu inicialmente ia sozinho, mas uma amigo se interessou pela viagem. Só que como toda promoção, os preços baratos não duraram muito, ele moscou decidindo se ia ou não, e perdeu. Então acabou comprando passagem pro Japão em outra promoção, da AeroMexico. Na verdade eu diria que pegou voos ate melhores que o meu, porque o dele chegava de manhã na cidade do Mexico e o segundo vôo saía a noite. O que eu chamaria de uma conexão amigável, pois dá para sair do aeroporto, passear um pouco e seguir viagem sem aquela sensação que você agora mora num avião. Já na Qatar, o vôo de conexão chega as 11h da noite e o próximo parte 7h da manhã no horário local, tornando inviável passear por lá. Porém, o aeroporto do Qatar é muito eficiente, tem até iMac pra usar. Mas como viajante claro que eu preferia dar uma passeadiinha em Doha. Hehe Esssa é uma viagem que exige bastante planejamento na parte de transportes (que afeta diretamente o roteiro). Transportes é o item mais caro da viagem, e se mal planejado pode acarretar gastos desnecessários significativos. Mais sobre isso abaixo. Dinheiro É possível trocar reais por ienes diretamente em Casas de Cambio do Rio de Janeiro, por uma cotação ótima. Ou ainda comprar dólares/euros e trocar no aeroporto. No Japão o Câmbio do aeroporto não é ruim (o que é extremamente incomum). E muitas vezes é até mais favorável que Casas de Câmbio na cidade. Para converter preços, a melhor maneira é dividir os preço por 100 e multiplicar por 3. Então 1000 yenes = R$ 30, por exemplo. Chip de Celular (SIM Card) Eu acredito que é importante ter um chip local em qualquer viagem. Ajuda muito a se localizar, fazer pesquisas. Porém no Japão, eu diria que é imprescindível. Fazer rotas de metro e trem em grandes cidades é uma tarefa bem complexa, se muitas vezes eu me enrolava tendo o Google Maps e Hyperdia (mais informações abaixo), não consigo nem imaginar sem. O sistema de endereçamento é totalmente diferente do nosso e maioria das ruas só tem nomes com os caracteres japoneses. Existe uma proibição para estrangeiros não residentes terem chips de voz e SMS. Somente é permitido ter chip de dados. Eu sei, não faz o menor sentido, um chip de dados tem muito mais possibilidades que um de voz e SMS, inclusive possibilitando chamadas via Skype e troca de mensagens pelo Whatsapp e outros. Eu imagino que seja alguma regulamentação antiga que nunca foi revista. A melhor opção que encontrei foi encomendar neste site: http://www.bmobile.ne.jp/english/ O preço é ótimo para os padrões japoneses (Cerca de 3000 yen por 5 Gb para usar em até 21 dias). A velocidade também é ótima. Você compra antes da viagem e manda entregar o chip na agencia dos correios do aeroporto, e retira lá na sua chegada. Cuidado que a data de ativação é definida no momento da compra e não pode ser mudada. Ou seja, os 21 dias começam a valer no dia que você especificou no momento da compra, não quando efetivamente começou a usar o chip. Também é necessário especificar o tamanho do chip (normal, micro ou nano) e já vem no tamanho certo, não vem com adaptadores. Se você errar, vai ter que correr atrás de adaptadores ou um alicate de cortar chip para tamanhos menores. Meu amigo se confundiu no tamanho que o celular dele aceitava (pediu micro e era Nano) e ficamos vários dias até encontrar um alicate de cortar chip e ele poder usar o dele, além de ter que pagar mais 1000 yen (R$ 30) na ferramenta. Transporte Como eu disse acima, é muito importante organizar seu roteiro de acordo com as opções de transporte, porque um erro ou falta de planejamento aqui pode ser a razão pra você gastar muito mais ou até desistir de ir em algum lugar porque se tornou financeiramente inviável. Use este site para pesquisar trajetos: http://www.hyperdia.com/en No Japão existem trens dentro e fora da cidade, além de metro e linhas de ônibus. Os trens pertencem a companhias diversas e muitas vezes tem mais de um trem que faz um trajeto semelhante, e além de linhas de metrô que concorrem entre si. Então se você comprou um passe de metrô/trem, não significa que serve para todos os trens e metros de uma cidade específica, ou muito menos todos do Japão inteiro. Existem também o JR Pass, que permite usar os trens da JR por 7, 14 ou 21 dias. (Nos trens da JR, tenha em mente que muitos trens não são da JR!) Vale muito a pena para viagens de longa distância e precisa ser adquirido ainda no Brasil (não tem como comprar no Japão). Por exemplo, uma viagem de 3h entre Hiroshima e Nagasaki custa 26.000 yen ida e volta. O passe de 7 dias já custa 26.000 yen. A JR também vende passes que abrangem somente uma parte do território, estes sim você pode comprar no Japão mesmo. Existem também ônibus noturnos bem baratos que vão para outras cidades. São bem confortáveis, e embora não tenham banheiro, param de 2 em 2h em postos muito limpos (como alias é padrão no Japão. Não vi um banheiros sujo a viagem toda. Alguns banheiros de paradas na estrada no Japão eram melhores que banheiros de Shopping no Brasil). Eu optei fazer o trecho Tokyo-Kyoto de ônibus justamente porque não compensava comprar o trem individualmente, e também não compensava estar com o JR Passa ainda já que teria pouca utilidade em Kyoto. Os ônibus podem ser comprados no site abaixo: http://willerexpress.com/en/ Existe outra empresa também, mas o site é somente em japonês, aí fica ruim de usar. Outro ponto a ser notado é que existe às vezes mais de uma estação com o mesmo nome de empresas diferentes. Então tem por exemplo a estação Shinjuku da JR, a do Metro, a Nankai, além de uma linha de metro chamada Shinjuku. Vejamos abaixo as melhores opções de transporte em cada cidade: Tokyo Em Tokyo o JR pass não vale a pena, eles tem uma linha de trem se não me engano mas para ir para outros lugares acaba precisando do metrô. Então organizei meu roteiro de forma a não estar com o passe em Tokyo ainda. Mas vale a pena comprar um passe de metrô que é vendido a estrangeiros no aeroporto, na estação shinjuku e em outros lugares. Este passe custa: 800 yen por 24h, 1300 por 48h ou 1800 por 72h. Permite usar todas as linhas de metrô. Para Odaiba, recomendo usar um trem suspenso, para o qual é vendido um passe especial diretamente na primeira estação de trem, que se conecta com o Metrô. Se você comprar este passe, ao traçar rotas no google maps do celular customize a busca para “apenas metrô”. (Essa opção não existe no google maps do computador). Dessa maneira ele não irá criar rotas que incluam trens, pelos quais você teria que pagar a parte. Estes passes valem pelas horas e não por dias e são ativados na primeira utilização. Ou seja o de 24h se for ativado às 20h de hoje, valerá até 20h de amanhã. De Tokyo para Lake Kawaguchi tem que ir de trem, porém não é muito caro, não compensa ter o JR Pass nestes dias a menos que você já tenha por algum outro dia próximo (neste caso use) De Tokyo para Nikko, o melhor é usar um passe combinado que vende na estação Asakusa, da Tobu. O passe inclui ida e volta de trem e ônibus pela cidade. E para chegar na estação Asakusa você pode ir de metrô se tiver o outro passe de metro. Ou seja encaixa bem. Existe mais de uma opção de passe da Tobu, tem uns que incluem entrada em parques de Nikko e outros que incluem ônibus para uma área de natureza mais afastada que eu não fui. Estude direitinho o que quer fazer e chegue lá já sabendo o passe que você precisa. O passe da Tobu é vendido diretamente na estação Asakusa. Kyoto Em Kyoto, o mais econômico é usar passes de ônibus mesmo. Por 500 yen por dia, você pode usar ônibus a vontade e eles vão na maioria dos lugares. A cidade tem trens e existem passes de ônibus e trem, mas aí já sai 1300 yen e não tem necessidade. Os passes são vendidos na estação Kyoto e em lojas de conveniência. Osaka Em Osaka, os trens da JR cobrem a maioria da cidade (que tem metrô também, que praticamente não usei). O JR Pass pode ser usado aqui, mas claro coloque Osaka no seu roteiro entre 2 lugares que realmente vão gastar o passe (como ir para Hiroshima, voltar pra Tokyo, etc) Himeji Tem um busão de 100 yen que vai até o castelo. Tem também umas bicicletas que podem ser alugadas gratuitamente (no centro de informações turísticas) Hiroshima Tem um ônibus que roda pelas atrações turísticas e está incluído no JR Pass. Nagasaki Não pesquisei a cidade a fundo porque foi uma mudança de roteiro de última hora, mas tem bondinhos e ônibus (usei os bondinhos) Hospedagem/Vida Noturna Esse é um item muito importante também. Se você gosta de sair a noite, não opte de maneira nenhuma por uma hospedagem barata porém mal localizada. Ou esteja preparado para escolher entre voltar da night apenas as 5h da manha (quando os trens voltam a funcionar) ou pagar uma fortuna de Taxi (um taxi entre Shibuya em Shinjuku, que são bairro adjacentes, custa cerca de 2.000 yen – R$ 60). Vejamos então os locais que eu escolhi: Tokyo No inicio da viagem, fiquei em um AirBNB em Shinjuku. Otimo custo benefício, saiu o preço de um hostel no mesmo bairro, com uma diferença mínima. Isso porque eu estava dividindo com um amigo, não iria compensar sozinho. No fim da viagem, fiquei no Imano Hostel. Como meu amigo iria continuar em Tokyo por mais 2 dias, escolhi desta maneira para ele não precisar mudar de lugar depois de uma noite, não teria muito sentido. As áreas de vida noturna em Tokyo são: Shinjuku, Shibuya e Ropponji. Os três são bairros adjacentes. Shinjuku tem a vantagem de ter trens e ônibus para vários lugares, é ótimo para os deslocamentos. Porém em termos de vida noturna, tem que levar em conta que não existem boates, somente uns micro bares numa região conhecida como Golden Gai. São micro mesmo, tem bares que só cabem 6 pessoas por exemplo. É legal pra ver, mas se você está querendo conhecer pessoas, não vale a pena. Shibuya e Ropponji já tem boates de verdade. Porém hospedagem em Shibuya já é bem mais caro, então acaba compensando ficar em Shinjuku pagar o taxi de volta da night ou esperar o trem começar a funcionar. Quanto a Ropponji não pesquisei hospedagem lá, então não posso comentar. Kyoto A área de Gion concentra várias boates e bares, e não é distante da estação Kyoto. Infelizmente um AirBnb aqui custa o dobro do preço do Hostel, então não compensa. Ficamos no Ayado Gion. Ótimo hostel, eles dividem os quartos com uma cortina pra cada beliche, então fica quase como um quarto privado. Além disso tem café da manha grátis. Embora seja só pão com manteiga e chá ou café, já dá uma ajuda. Osaka Ficamos em um AirBNB na região de Namba, também próximo das boates e bares. Todos os dias que saímos, voltamos a pé tranquilamente. Hiroshima Em Hiroshima ficamos hospedados no Hotel Capsule Cube, e depois em um quarto privado no Hana Hostel. O capsule cube é bem legal e confortável, mas a localização é meio ruim, cerca de 1,4km da estação de trem e aproximadamente a mesma distância do parque da bomba atômica. Eu tinha escolhido ele mais para ter a experiência de ficar em um hotel de capsula. Já o Hana Hostel recomendo, bem localizado (ao lado da estação de trem) e quarto ótimo. Não saí a noite em Hiroshima então não sei dessa parte. Na verdade não achei nenhum evento em dia de semana. Nikko Em Nikko ficamos no Nikko Guesthouse Sumica, em um quarto privado. Eles tem quartos em estilo japonês, com aquele colchonete que chamam de futon. Vale a experiência, mas é meio desconfortável para várias noites. Como foi somente 1 noite, eu recomendo. Koyasan (Monte Koya) Aqui fomos para ter a experiência de dormir em um mosteiro. A reserva é feita por este site: https://www.japaneseguesthouses.com Observe que nem todos as hospedagens disponíveis no site são mosteiros. O site somente faz a reserva e pega um cartão de credito para garantir, mas o pagamento é feito em dinheiro. Essa é a maneira mais fácil de conseguir dormir em um templo (mas não a mais barata). Existe um templo em Kyoto que hospeda não-japoneses também, mas você tem que entrar em contato pelo telefone, falando japonês (por isso não deu pra mim), ou então mandar um cartão postal pra lá e esperar chegar lá e eles entrarem em contato (também inviável porque a chance do cartão se perder no caminho é enorme). Já adianto que não curti muito a experiência, mas detalhes na parte de roteiro. Compras Eu geralmente não incluo compras no roteiro, mas algumas coisas realmente valem a pena. Vejamos: Tenis É possível encontrar tênis bem baratos de marcas japonesas, como Mizuno. De outras marcas em geral não vale a pena. Também não compre tênis genéricos: comprei um e no dia seguinte descobri que a sola era hiper vagabunda e já estava deformada. Procure lojas que colocam tênis com preço já na entrada ou na rua. Encontrei umas assim em Osaka. Roupas Existem algumas lojas que vendem roupas estilosas por um preço bom (não excelente). Também é possível comprar roupas simples bem baratos no Don Quijote (como 5 blusas pretas de algodão e gola V por 1500 yen por exemplo.) Bugingangas em geral Vale muito a pena visitar as lojas Don Quijote (especialmente o Mega Don Quijote de Shibuya) e lojas de 100 yen como as da rede Daiso. Essas de 100 yen são tipo nossas lojas de 1,99 mas com a qualidade e variedade dos produtos melhor. Eletrônicos As melhores lojas são Bic Camera e Yodobashi. Mas observe que os preços em geral não são tão bons assim. Vale a pena comprar coisas que são lançamento pra nós e já são tecnologia popularizada pra eles. Existe um esquema de Tax Free que isenta você dos impostos de cerca de 7%, mas o lojista carimba algo no seu passaporte para depois na alfandega confirmarem se você está mesmo levando o produto pra seu país. Não usei, então recomendo se informar melhor sobre como usar. Roteiro 04/06/2017 – Domingo Eu cheguei cerca de 22h no aeroporto de Haneda em Tokyo, e meu amigo chegaria somente as 6h da manhã no aeroporto de Narita. Então agendei um hotel de capsula disponível no aeroporto mesmo: http://www.first-cabin.jp.e.jr.hp.transer.com/locationlist/haneda-terminal1.html O preço fica na faixa de um hostel, ou dividir um quarto ou AirBnb numa área bem localizada de Tokyo, então é bem razoável. É importante notar que este hotel fica no terminal doméstico de Haneda, que fecha a noite, e os ônibus do terminal internacional para o doméstico também param de madrugada. Então leve isso em conta. Não tem como caminhar entre os dois terminais, ainda mais com mala, é bem longe. 05/06/2017 - segunda – Nikko Acordei cedo e peguei o primeiro trem que estava disponível para ir de um aeroporto para outro. Na verdade não é um trem só, tem que mudar ao longo do caminho. Numa dessas mudanças eu me confundi, acabei saindo da estação e tendo que pagar parte da tarifa de novo. Faz parte. Encontreu meu amigo, retiramos o chip de celular no correio, trocamos dinheiro e seguimos para Asakusa, para pegar o trem para Nikko. Mais informações sobre Nikko no link abaixo: http://www.japan-guide.com/e/e3800.html Chegando em Nikko, ainda tivemos tempo de ir no mausoléu do Tokugawa Ieyasu, e conhecer a Shinkyo Bridge. Nikko é uma cidade pequena e a noite estava tudo fechado bem cedo. Vale a pena comprar bandejinhas de refeição no mercado entre 19h e 21h: eles remarcam o preço com descontos de até 50%. Essa dica vale para o Japão inteiro, mas usamos mais em Nikko porque o mercado grande ficava do lado. 06/06/2017 – terça – Nikko Neste dia fomos no Edo Wonderland (http://edowonderland.net/en/). É um parque temático com coisas pra fazer, como a casa de um ninja para visitar e uma casa assombrada com tema de divindades maligna budistas por exemplo. Ficam uns funcionários vestidos de samurai e gueixa andando pelo parque. Tem vários shows também, o dos ninjas é especialmente impressionante. Mas nem todos valem a pena, alguns tem muito diálogo e tudo em Japonês, pra que não entende nada é meio chato. E algumas coisas são pagas a parte, como tacar aquelas estrelinhas de ninja. No geral, diria que vale muito a pena. Uma outra opção seria ir em Lake Chuzenji, que é uma região com Onsen (banho termal japonês), e um parque com cachoeira que fica especialmente bonito no outono, mas não fui lá. Depois pegamos o Trem para Tokyo, e a noite andamos pelos bares do Golden Gai. Além disso, na mesma região, existem uns negros que ficam chamando pra ir para uns bares, strip clubs e outras coisas deles. Jamais siga esses caras, existem vários casos na internet de pessoas que foram para bares que eles indicaram e chegou lá apareceram mulheres pedindo pra comprar bebida, ou até mesmo pedindo bebida no nome da pessoa. E então quando vinha a conta, as bebidas eram tipo 5 vezes o preço normal. Ou ainda colocavam drogas nas bebidas. Não é preconceito contra pessoas negras, é que infelizmente os caras que aplicam este golpe no Japão são quase sempre negros e assim fica fácil reconhecer. 07/06/2017 - Quarta– Tokyo Este dia fomos na Disneyland Tokyo. Muito divertido como todo parque da Disney. A noite fomos na boate Atom ( http://atom-tokyo.com/ ) em Shibuya. A entrada custa 1000 yen até 00h, mas depois o preço pula para 3500 yen! Perdemos a hora e pagamos caro (literalmente) por isso. A boate estava bombando, mesmo sendo uma quarta-feira! 08/06/2017 – Quinta – Tokyo Este dia fomos conhecer a Ilha de Odaiba: http://www.japan-guide.com/e/e3008.html Esta ilha totalmente artificial (feita com aterros), conta com um musem de cera Madam Tussaud, um centro da Toyota com varias novidades e protótipos, um shopping em estilo romano com céu aritifical (lembra muito o cassino venetian em Las Vegas e Macau) e um museu de carros antigos com um DeLorean, entre outras coisas. A chegada é feita por um trem suspenso, que você compra a entrada na estação de metro que faz conexão (recomendo o passe de 1 dia já que as atrações ficam distantes uma da outra). Lá tem também uma torre de TV japonesa (e você pode chegar e estarem gravando um programa ao vivo no piso térreo, eles tem uma sala de gravação de vidro!) e uma estátua da liberdade, além de um centro de tecnologias da Panasonic (este último achei meio caído, nada de novidades. Só valeu porque tinha um Nintendo Switch disponível pra jogar, que é lançamento no Japão) A noite saímos na área de Ripponji. Fomos no Jummanji ( http://jumanji55.com/). A boate tem um esquema de open bar que vai até 23h ou 01 da manha depende do dia. A entrada custa 1500 yen até 00h e já inclui este open bar. Estava vazio este dia. Também não curtimos muito a área, um monte daqueles caras chamando pra locais que eu já estava ciente que era arriscado nas ruas abordando o tempo todo. Resolvemos ir pra Shibuya. Só que pelo horário, as boates já estavam um absurdo pra entrar. Achamos por acaso o mega Don Quijotede shibuya e acabou que ficamos lá olhando as coisas por umas 3h até abrir o trem. 09/06 – Sexta – Tokyo Este dia fomos até Akihabara( http://www.japan-guide.com/e/e3003.html). Lá existem milhares de lojas de anime, mangá, eletrônicos, jogo para PC, dá pra passar uma tarde inteira olhando. A noite fomos no Club Camelot ( http://ww.clubcamelot.jp ). Tem o mesmo esquema cinderela do Atom, mas tem que entrar até 23h. Ficou bem lotado também. 10/06 – Sabado – Tokyo / Lake Kawaguchi Para ver o monte Fuji, é necessário ir até uma das cidades próximas. Existem várias opções, escolhi Lake Kawaguchi depois de algumas pesquisas. Na maioria dos dias a vista do monte Fuji é muito ruim e cheia de nuvens, então em hipótese alguma vá lá em um dia fixo. O que eu recomendo fazer é consultar de manhã a câmera apontada pra o monte: http://live.fujigoko.tv/?n=3&e=1 Se tiver dando pra ver, vá pra lá. Se não, espere o próximo dia e repita o processo. Afinal acho que seria muito frustrante 1h30 de trem pra ver só nuvem. Optamos por alugar umas bikes. Existe um teleférico que leva até um monte mais baixo, para ver o Monte Fuji. Vale a pena. Depois tentamos ir no parque de montanhas russas e animes FujiQ ( http://mtfuji-jp.com/fujiq-highland/ ). Infelimente as filas estavam de mais de 2h de espera (E só tínhamos mais umas 3h até o horário do parque fechar). Então se quiser ir neste parque de diversões, separe um dia pra isso e vá preferencialmente durante a semanas. Acabamos optando por ir em um Onsen que ficava perto. Onsen é um banho termal japonês com várias piscinas de águas quentes, algumas medicinais. As piscinas são separadas por sexo e fica todo mundo sem roupa (é proibido usar roupa de banho). Também não aceitam pessoas com tatuagens. Japoneses associam tatuagens a Yakusa (máfia japonesa) e outras coisas ruins. Algumas boates inclusive não aceitavam pessoas com tatuagens expostas. O Onsen vale muito a pena, mas recomendo ir em um com vista para o Monte Fuji que não era o caso deste. Ou ir em outra parte da viagem, já que é possível encontrar estes locais por todo o país. A melhor maneira de ir para Lake Kawaguchi é de ônibus, tem ônibus saindo de Shinjuku e Shimbuya. Porém como era fim de semana, ao chegarmos no terminal todos os ônibus até meio dia já estavam esgotados. Então tivemos que ir de trem mesmo, saiu mais caro e teve o incomodo de trocar de trem no meio do caminho (ou seja não dava pra dormir). Chegando lá já compramos o ônibus da volta, mesmo assim só tinha ônibus para Shibuya. Os japoneses vão pra lá fazer caminhadas, ir no parque e outras atividades fim de semana, mas como expliquei acima a questão das nuvens, não tem sentido comprar antecipado. Voltamos para Tokyo e a noite saímos em Ropponji, novamente para o Jumanji55 que dessa vez estava lotado até demais, mal dava pra andar. E depois achamos uma boate que tocava musica latina. 11/06 – Domingo – Tokyo Este dia acordamos tarde e como a noite tinha o Ônibus noturno pra Kyoto, fomos somente na Tokyo Tower. Vale muito a Pena, é uma visão incrível da cidade e eles ainda ficam projetando uns animes no Vidro. No shopping que dá acesso a torre tem também uma loja do Pokemon que é ótima pra fotos. 12/06 – Segunda – Kyoto Em Kyoto, a própria estação de trem já é uma atração: Tem um caminho de vidro pra olhar a cidade do alto gratuitamente. Depois fomos em 2 templos: O Fushimi Inari Shrine é um templo com 1000 torás (aquela estrutura de madeira vermelha) num caminho que vai até o alto do monte. Seguimos um pouco pelo caminho mas uma hora cansou e voltamos. Depois fomos no Kinkakuji, que é um templo cor de ouro, muito bonito também. O que incomodou um pouco nestes templos é que era mais um ponto turístico que um local realmente espiritual. Por acaso encontramos um templo na volta que não era badalado e estava vazio e lá sim, deu pra sentir uma paz. Kyoto tem mais de 1600 templos, então recomendo muito ir em um destes menos turísticos. Fomos em uma boate pela região do Gion, mas não guardei o nome do local. Pedimos indicação pra pessoas na área. 13/06 – Terça – Kyoto Fomos em dois templos: Kiyomizu-Dera (templo grandão, no alto da montanha) e Sanjusangendo (templo com 1000 estatuas de budah e outra estatuas de divindades budistas). Ambos muito bonitos. A noite saímos por Gion outra vez. 14/06 – Quarta – Kyoto (Arashiyama) Pegamos o busão até Arashiyama. É um pouco longe, leva cerca de 1 hora. Lá subimos um morro pra chegar em uma floresta de macacos. Eles ficam soltos, mas foram educados a pegar comida somente pela janela de uma construção onde você entra para alimentá-los. A subida é cansativa mas vale a pena. Ali perto tem também uma floresta de bambu onde dá pra tirar ótimas fotos. Na volta, ainda demos uma passada no Aquário de Kyoto. Foi meio corrido, mas deu para ver várias espécies marinhas locais. Os shows haviam sido mais cedo, mas tinha 2 ensaios que eles permitiam assistir. O aquário estava aberto até as 20h, ao contrário do informado no site (18h). Sem night, hoje dormimos cedo pra ir no dia seguinte pra Koyasan. 15/06 – Quinta – Mt Koya (Koyasan) Mais informações aqui: http://www.japan-guide.com/e/e4904.html A melhor maneira de ira para Koysan é usando a linha de trem Nankai, que pode ser alcançada preferencialmente a partir da estação Shin-Imamiya, em Osaka. Como estávamos em Kyoto, tivemos que ir de Kyoto a Shin-Imamiya em Osaka pra depois pegar este trem. Lá é possível comprar um passe que já inclui trem de ida e volta, o bondinho que precisa pegar no fim do trem pra chegar a cidade, e ônibus pela cidade. Vale muito a pena. Chegamos em Monte Koya a tarde. Estava rolando um evento pela cidade, tipo um desfilte típico, foi bem legal. Lá visitamos o Okonoin, um mega cemitério de monges e senhores feudais, com um mausoléu no final. Alem de vários templos. A ideia de ir em Monte Koya era para dormir em um mosteiro. Escolhi o mais barato, que não era nada barato (12.000 yen por pessoa). O mosteiro escolhido foi o Hoon-in (a cidade tem uma dúzia deles). Achei uma experiência meio turistão. Não que seja ruim, fomos muito bem tratados, mas parecia mais um hotel feito em formato de mosteiro em que eles fazem uma oraçãozinha de 15 minutos de manhã só pra constar. As comidas servidas no jantar e café da manha até que eram bem autenticas (e por isso mesmo não dei conta de comer, sabor meio ruim hehe). Monge mesmo só vi os 2 que foram fazer a oração de manhã. Acho que vale a pena ir em Koyasan porque o cemitério e os templos são bem legais, mas eu ficaria em um hotel com onsen (tem vários na região) por preço semelhante. 16/06 – Sexta – Osaka Pegamos de manhã cedo o trem para Osaka, e de tarde conseguimos visitar o Osaka Castle. O castelo é bem bonito por fora, e por dentro ele é um museu moderno que conta a história do cara que unificou o Japão. Vale muito a pena pegar o áudio guia e mergulhar na história. A noite fomos no Club Ammona. Eles tem um esquema especial pra estrangeiro que você paga somente 2000 yen com direito a 1 drink, e se curtir a página deles no facebook ainda baixa pra 1000. Tava bem cheio. 17/06 – Sabado – Osaka / Nara Comecei aqui a usar o JR Pass que tinha comprado no Brasil, para fazer uma Day trip para Nara. Nara tem vários templos, incluindo um com um Buda gigante. E uma particularidade: veados soltos por toda parte. Por acaso estavam ocorrendo 2 eventos na cidade: um show de música (eu me senti em um episódio do Jaspion) e uma Octoberfest. Sim! Uma octoberfest no Japão e em Junho. Saimos a noite para o Pure ( http://ww.clubpure.com ). A entrada é 4000 yen com open bar, começou vazio mas encheu depois. 18/06 – Domingo – Osaka Este dia meu amigo começou a sentir meio mal, com a campainha da garganta inchada. Acionamos o seguro mas eles não conseguiram indicar um local aberto que aceitasse pacientes que não falam inglês. Chegamos a ver 2 clínicas, uma estava fechada e a outra lotada de gente, teria que perder o dia todo. Resolvemos então comprar um remédio na farmácia e seguir para o Universal Studios. O trem que chega lá é pintado com o tema do parque, o que já te coloca no clima. Como entramos depois das 15h, pagamos bem mais barato (eles tem um ingresso mais barato pra quem vai a tarde). Como era fim de semana, o parque estava lotado. E encima disso ainda chegamos tarde. Então otimizamos da seguinte forma: priorizamos as atrações com single riders. Os parques da univesal no mundo inteiro tem essa funcionalidade: uma fila para pessoas que não se importam em não ir do lado dos seus amigos/família. Como a maioria das pessoas não quer se separar do seu grupo/família, as filas são muito menores. Assim perdemos muito pouco tempo em fila. O Univesal de Osaka tem atrações locais que não existem em outros parques, como um cinema 4D do Godzila que é muito legal porque a historia se passa em Osaka. Ou seja, você reconhece na tela a cidade que o Godzila está destruindo. Por volta das 20h as atrações começam a fechar mas ainda dá pra circular no parque, nesse momento aproveitamos pra tirar fotos até começarem a expulsar o pessoal do parque. Decidimos não sair este dia, até pra começar cedo o dia seguinte que seria longo. 19/06 – Segunda - Hiroshima De Osaka, pegamos um trem para Himeji (com o JR Pass). Lá alugamos bicicletas grátis e fomos até o castelo. O castelo está preservado por dentro (eles desmontaram e remontaram pra restaurar, imagina a trabalheira). Mas são 7 andares sem praticamente nenhum móvel. Ou seja você acha o primeiro andar legal, mas depois é tudo repetição. Pegamos outro trem para Hiroshima, e lá visitamos o museu da bomba atômica e vimos o prédio destruído pela bomba que foi mantido. É uma emoção diferente estar neste lugar onde tantas vidas foram arruinadas instantaneamente, e tanto sofrimento foi infligido. O pessoal do seguro conseguiu indicar um hospital em Hiroshima que por coincidência era perto do parque da bomba atômica, então fomos lá no fim da tarde. O atendimento foi ótimo e meu amigo foi diagnosticado com uma virose, o medico passou uma medicação chinesa pra ele. Achei curioso. 20/06 – Terca - Hiroshima Aqui o plano original era ir até Takayama, depois no dia seguinte para Kanazawa. Mas chegamos a conclusão que estávamos meio cansados de templo e arquitetura. Essas coisas são legais e realmente vale a pena ver, mas não são tão diferentes entre si para um leigo. Então resolvemos mudar a programação. Aproveitando o JR Pass, resolvemos ir ate Nagasaki conhecer a Gunkanjima, uma ilha fantasma abandonada desde 1974, mas que naquela data tinha a maior densidade populacional do mundo. São 3h de trem até Nagasaki (usando novamente o JR Pass). Infelizmente ao chegar lá, fomos informados que devido ao mal tempo era quase certo que o barco não poderia parar na ilha. Pagar 4300 yen pra ver a ilha a distância me pareceu meio sem graça. Então optamos por ir no museu sobre a ilha, que acabou sendo provavelmente até um passeio melhor. Pagamo 1500 yen (com um cupom de desconto). Lá tem um modelo 3d que vc pode navegar pela ilha, e vídeos feitos com câmera 360, em que você pode mexer a cabeça como se tivesse lá mesmo, caminhando pelas contruções. Como já tínhamos um passeio pro dia seguinte, não dava pra ficar em Nagasaki mesmo. Mas recomendo caso queira, planejar de forma que você tenha 2 dias pra fazer, ou pegando a saída de tarde (que era 14h) ou a saída da manhã (10h) do dia seguinte. Assim você minimiza este problema. Atente para o fato de que existem 3 empresas que fazem este passeio, mas somente uma tem áudio guias em inglês: https://www.gunkanjima-concierge.com/en/ Em Nagasaki tem um museu da bomba atômica também, que não fomos. 21/06 – Quarta - Hiroshima Neste dia fomos no museu de Mazda. É grátis, e inclui uma visita a fabrica da Mazda em funcionamento! É necessário agendar pelo site abaixo: http://ww.mazda.com/en/about/museum/reservations/ Consegui agendar no dia anterior sem problemas o tour em inglês, mas melhor não arriscar. O museu também tem Mazdas antigos e protótipos, como um carro movido a Hidrogenio de 2003 (!) Depois seguimos pra Osaka onde reservei outro AirBNB, e fomos em um Karaoke. Karaoke no Japao é muito diferente do Brasil: tem salas privadas pra cada grupo, você pode pedir bebidas e tem refrigerante liberado. Paga por hora. A variedade de musicas é enorme e achei várias brasileiras, não são michel telo, mas caetanos veloso, tom Jobim e muito mais. Em seguida fomos novamente na boate Ammona 22/06 – Quinta – Osaka Fomos no museu do Cup Noodles ( http://www.cupnoodles-museum.jp/english/) É gratuito e tem várias atividades. Infelimente é meio longe e fecha relativamente cedo (16h). Então conseguimos fazer a atividade de fazer o próprio miojo customizado (300 yen), mas não deu pra participar da atividade de fazer a massa que parecia irada (500 yen). Recomendo chegar com umas 4h de tempo pra fazer tudo com folga e sem pressa. Os vídeos tem um áudio guia em inglês que toca o áudio traduzido, mas as explicações do museu são quase todas em japonês. Vale usar a função de foto do google translate , tem muita coisa interessante lá. 23/06 – Sexta – Osaka Fomos conhecer a cervejaria Asahi, que é bem popular no Japão. As visitas são grátis, mas tem que agendar por telefone, a filial próxima de Osaka é a Suita (https://www.asahibeer.co.jp/brewery/language/english/) Eles dão um audioguia em inglês. Já fui em 2 outras cervejarias na vida (Heiniken na Alemanha e Itaipava em Petropolis, Rio de Janeiro). Em nenhuma delas você pode ver a linha de produção realmente funcionando como nesta. Alem de que os toneis de armazenar cerveja são monstruosos, do tamanho de prédios de vários andares). No final tem uma degustação de 20 minutos com todas as cervejas, refrigerantes e “ice” deles liberados. Existe um limite de 3 cervejas por pessoa mas ninguém realmente verifica. De qualquer forma acho que não seria de bom tom sair do passeio doidão. De lá pegamos um trem para Tokyo. Vale notar que deixamos as mochilas na estação Shin-Osaka que era comum entre o caminho do Hostel pra Cervejaria e para ir para Tokyo. Assim só precisamos voltar uma estação para pegar o trem bala pra Tokyo. Bem prático. Chegando em Tokyo, saímos novamente para o Atom. 24/06 – Sabado – Tokyo Como tinha o vôo a noite, este dia deixei só pra comprar coisas que pretendia levar. Não quis comprar nada antes porque teria que ficar carregando nas costas a viagem toda. Para ir de Shinjuku para o Aeroporto Narita existe uma maneira 3x mais barata que o trem Narita Express que não te informam na estação porque é da concorrência. Demora mais, mas só sair mais cedo. Ao invés de gastar 3190 yen no Narita Express, gastei somente 1280 yen. É bem simples na verdade, só pegar o trem da JR em Shinjuku para a estação Nipporo (paga 200 yen). Chegando lá, compre o trem local para aeroporto. O trajeto todo leva cerca de 1h20 minuto. Se vc quiser um meio termo, tem um trem de 2000 e poucos yen mais rápido também disponível na estação Nipporo. Fiquei o dia todo andando, e encarar 30h de vôo sem banho ia ser barra. Então descobri que o aeroporto de Narita tem duchas por 1030 yen! A do terminal 1 fica antes do embarque, enquanto a do terminal 2 fica depois. Então só se organizar que você toma uma ducha de boa antes da loooonga volta. Conclusão Foi mais uma viagem inesquecível. A ida e volta são cansativas, mas vale muito a pena. Repito novamente que o planejamento é essencial. Espero que o relato seja útil! Qualquer dúvida, só postar. Até a próxima!
  3. vmesquita

    Japão + Dubai - 28 dias

    ótimo relato! Esta me ajudando muito a planejar minha viagem!
  4. É muito fácil achar locais para câmbio em toda parte e geralmente não tem variações muito absurdas. Exceto no aeroporto. Acho que o cambio do aeroporto de Tel Aviv ganha disparado o título de mais ladrão que já vi até hoje. Tem uma tabelinha de comissões, e se você trocar menos de 5 dólares tem uma comissão de 1 dólar, por exemplo.
  5. Oi! Na verdade eu não consegui selecionar fotos ainda para colocar. Resolvi postar logo o relato para o pessoal ja poder usufruir das informações o mais rapido possivel.
  6. Fico feliz q tenha sido útil, qualquer dúvida só postar!
  7. Informações básicas e preoparação para a viagem Dinheiro * A moeda de Israel é o Shekel, que atualmente vale aproximadamente o mesmo que o Real. Mas isto muda com o tempo, verifique sempre a cotação * É bom levar dólares ou Euros. Reais não podem ser trocados em nenhum lugar que eu tenha passado. * O câmbio do aeroporto de Tel Aviv é ridículo de desfavorável. Como é complicado obter a moeda de israel no Brasil, pode valer a pena fazer um saque só para não ser tão lesado e sair do aeroporto. Se você for alugar um carro e sair do aeroporto assim, pode deixar pra trocar depois. Foi o que fizemos. A maioria dos locais aceita cartão, então mesmo se você quiser parar numa loja de conveniência no caminho não terá problemas. Comida * Comida em Israel é absurdamente caro. É altamente recomendável que você se prepare para poder cozinhar, seja ficando em hostel, ou alugando apartamentos pelo AirBNB ou booking. Aliás a comida também é cara no mercado (só que proporcionalmente menos, como aqui). Para ter uma idéia, uma McOferta sai por cerca de 50 NIS, um prato com macarrão num restaurante simples 70 NIS. No mercado, um pacote de macarrão custa uns 5 NIS e o molho algo entre 10 e 15 dependendo da marca Idioma * Quase todo mundo fala um mínimo de inglês, e em Tel Aviv e Jerusalém a maioria das pessoas tem um nível muito bom. * Por outro lado, as placas, sinais, mapas, em geral estão disponíveis somente em hebraico mesmo. * É possível usar o app Google Translate para traduzir a partir de fotos. Chip de celular * Conforme eu pesquisei antes da viagem, para usar um chip local você precisa registrá-lo, existe uma certa burocracia em torno disso. Então a melhor maneira é usar um vendedor do ebay recomendado pelo tripadvisor. Ele manda o chip pra sua casa no Brasil antes da viagem (chegou em menos de 1 mês), e aí após receber o chip vc paga pelo plano que escolher. Escreva para ele em snapir arroba syc.co.il para mais informações. Shabat/Fim de semana * O fim de semana em Israel é sexta e sábado, e não sábado e domingo como o nosso. Ou seja domingo é um dia de semana normal, em que as pessoas trabalham * Por este mesmo motivo, muitas coisas não funcionam desde sexta a tarde até sábado o dia inteiro. Inclusive os Ônibus param de funcionar em um horario na sexta e só voltam sábado a noite. É importantíssimo levar isto em conta no seu roteiro. * Pelo mesmo motivo, quinta a noite e sexta a noite são os dias em que as pessoas normalmente saem a noite. Transporte * Alugamos carro pela Eldan e gostamos do serviço. Eles não se importam muito com arranhões e amassados leves. * Na verdade, isso ocorre porque as pessoas são bem agressivas no trânsito. É só desacelerar um pouquinho pra ja ouvir uma buzinada raivosa. * Em Tel Aviv, vale a pena comprar o passe diário de ônibus, que equivale a um pouco mais do valor de 2 passagens. * Em Tel Aviv e Jerusalém o transporte é ótimo e carro não é necessário. Na verdade é um gasto a mais porque estacionamento é muito caro. Se for de madrugada, existem locais na rua onde você pode estacionar gratis de 18h às 7h. Mas este horario varia, leia sempre as placas (não da pra entender nada mas dá pra ler os numeros de horario) Segurança * O país é muito tranquilo, em momento algum sentimos qualquer ameaça. para ter uma idéia, em Cafernaum tem um aviso dizendo que é proibido sair do carro e deixar o ar condicionado ligado. Ou seja, deixar o carro ligado, com a chave dentro é totalmente de boa, o problema é o ar condicionado ligado. Clima Fomos em dezembro de 2016, e na maioria dos dias precisamos utilizer casados pesado, com temperaturas entre 5 e 10 graus, em média. Pegamos alguns dias com chuva também. Roteiro Nossa viagem foi em 12 dias, aproveitando a promoção da Air Canada. Fizemos alguns passeios em Toronto na ida e na volta, que não irei incluir neste relato para manter a organização. Fiz esta viagem com minha família, e ficamos em apartamentos e no quarto família do Abraham Hostel em Jerusalém. Dia 1:Domingo Chegamos no aeroporto de Tel Aviv as 11h da manhã. O aeroporto de Tel Aviv fica distante da cidade, na prática fica mais ou menos entre Jerusalém e Tel Aviv (um pouco mais perto de Tel Aviv). Alugamos um carro pela Eldan, que já estava previamente reservado, e dirijimos para nosso apartamento em Haifa, onde passamos a primeira noite. Neste dia não fizemos mais nada. Dia 2:Segunda - Haifa/Acre Começamos o dia no Bah'ai Garden. O jardim é lindo mas fica no alto da cidade, então recomendo pegar um taxi para ir e voltar a pé. Não vá de carro, é complicado estacionar por lá. Depois dirigimos até Acre e visitamos a cidade antiga e o túnel dos Templários. O audioguia da cidade antiga é muito legal, o audio é reproduzido automaticamente de acordo com o lugar que você está sem precisar apertar botões, e estava disponível em Português. No fim do dia, rumamos para Tiberíades, onde passaríamos as próximas duas noites em outro apartamento. Tiberíades é uma cidade meio dormitório, o que fez dela uma ótima base para explorar a região. Dia 3:Terça - Rosh Hanikra Este dia dirigimos até o extremo norte do país, para visitar este incrível local onde o mar bate com força numas cavernas, fazendo tudo vibrar. As paisagens e as sensações são incríveis. Depois planejávamos visitar alguns pontos religiosos próximos a Tiberíades, mas eu peguei uma estrada que ia por dentro e haviam vários pontos de congestionamento. Então acabou que ficou muito tarde e voltamos para o apartamento. Dia 4:Quarta - Cafarnaum, Igreja da Multiplicação, Casa de São Pedro, Yardenit etc Neste dia visitamos vários pontos religiosos próximos a Tiberíades. É bem fácil chegar de carro, a entrada geralmente é gratuita (mas alguns cobram estacionamento). Fomos também no local de batismo de Yadernit, onde você pode pagar 10 dólares pra alugar uma roupa e ser batizado no Rio Jordão (o padre/pastor é por sua conta, se quiser pode mandar email pra eles e pedir uma lista). Eu achei meio turistão. No final do dia dirigimos até Tel Aviv. Em Tel Aviv alugamos um apto pelo BNB TLV. O apartamento era excelente, mas eles não perguntam como você quer pagar e saem descontando do cartão de crédito. Então tive que solicitar que viessem receber em dinheiro e cancelassem o pagamento por cartão, o que demorou alguns dias para ser processado pela administradora. Aliás foi possível pagar em dólares, e dos 3 apartamentos que alugamos nesta viagem, 2 permitiram pagar em dólar diretamente. Então vale a pena perguntar se existe essa possibilidade e fazer as contas. Dia 5:Quinta - Tel Aviv / Old Jaffa O carro ficou estacionado durante a noite e devolvemos para a locadora na manhã deste dia. Então fomos de ônibus até Old Jaffa, e conhecemos o centro de visitação. Vale a pena pagar pelo cinema 4D que conta a história do local, projetado por cima das ruínas. A idéia era fazer também o free walking tour, mas perdemos a hora. Dia 6:Sexta - Tel Aviv Fomos no museu Eretz, porque estava chuvendo muito forte. O museu em si não é nada demais, achei que não valeu muito a pena. Depois fomos no Azrieli center, o maior centro comercial do Oriente Médio, que abriga também o prédio mais alto da região. No ultimo andar tem um daqueles mirantes pagos. Vale a pena. Porém atente para o fato de que sexta as coisas fecham cedo (inclusive centros comerciais). Deu 15h e virou tudo um deserto no shopping. Dia 7:Sábado - Jerusalém Combinamos um transfer para nos levar de Tel Aviv a Jerusalém, já que ônibus não funcionam neste dia. Peguei a recomendação do motorista Ruslan no site do trip advisor e recomendo muito seus serviços. Cobra menos que taxi, carro grande e limpo, e ele é muito educado. É possível entrar em contato com ele no email rasse777 arroba mail.ru . Em Jerusalém ficamos no quarto família do Abraham Hostel, que eu recomendo muito. É o local onde acomodações são mais caras, e por isso não achamos um apartamento por um preço razoável. Ainda deu tempo de fazer o walking tour na cidade antiga ás 14h. Ótima opção para ter uma visão geral da cidade. Dia 8: Domingo - Jerusalém Domingo saímos para conhecer com calma alguns pontos da cidade antiga. Começamos pela Torre de David, que tem um audio tour fantástico, e fomos a outros pontos como a Igreja do Santo Sepulcro, o local da última ceia e o túmulo do Rei David. Dia 9: Segunda - Belém (Bethlehem) Este dia pegamos um ônibus para Belém. Já tinha me programado para fazer o free walking tour, que acontece às segundas e quintas. Ao descer do Ônibus, um monte de taxistas vem encher o saco e é difícil se livrar deles e de suas ofertas de serviço. Tentaram até queimar o cara do Free Walking Tour que eles sequer conheciam. Mas finalmente conseguimos fazer o tour e valeu muito a pena. Em mais de 3 horas, passeamos pela cidade conhecendo não somente os pontos religiosos como também um campo de refugiados (que parecia uma favela não muito pobre... Pra quem é do Rio, imagine um vidigal plano), o muro entre Israel e a Palestina. Foi excelente e recomendo muito. Vale a pena contactar o cara que faz o tour antes (o Abood) e pegar infos e mapas de como chegar no local após descer do ônibus. É pertinho e fácil, o dificil é raciocinar com aquele monte de taxista pé no saco falando com você. (http://aboodtours.weebly.com/) Para retornar, pegamos um taxi baratinho e por fim o mesmo onibus. Dia 10: Terça - Masada e Mar Morto Alugamos um carro na Eldan de Jerusalém, e fomos primeiramente até Masada. A estrada é boa, mas você tem que prestar muita atenção pra fazer o trajeto correto, passando pelas rodovias 1 e 90 e não passando pelo território palestino. Muito cuidado ao usar GPS offline (como o IGo), que insistia em nos mandar pelo territorio palestino mesmo quando já estávamos na rodovia. O Google Maps indicou o caminho correto, mas mesmo assim recomendo estudar o trajeto na noite anterior. A estrada tem alguns momentos que parece que continua mas na verdade é uma saída, então fique atento. E porque não passar pelos territórios palestinos? É sabido o conflito que existe, e como o pessoal de povoados não sabem que o carro é alugado, atiram pedras. Existem relatos sobre isso na internet. O seguro da locadora também não vale em território palestino. De qualquer maneira, você irá passar por Checkpoints de Israel, 1 na ida e 3 na volta, se não me engano. Falando agora sobre Masada, outro audio guia incrível para um lugar com uma historia impressionante, gostaria de ter o dia inteiro só pra ouvir tudo. De lá fomos para uma praia no mar morto. Existem alguns SPAs caros, mas também existem praias públicas com excelente infra estrutura (armários, chuveiro, banheiro, cadeiras etc). Fomos em uma destas. Porém depois descobrimos que o roteiro talvez tivesse funcionado melhor ao contrário, porque a montanha faz sombra na praia, entao quando chegamos no fim da tarde já estava frio. Dia 11: Quarta - Jerusalém Fizemos o mesmo esquema de Tel Aviv, deixar o carro em um estacionamento na noite anterior e devolver neste dia pela manhã Este dia pegamos um taxi e fomos até o monte das oliveiras. De lá fomos descendo e visitando alguns pontos, como a Igreja da Ascensão e a tumba da Virgem Maria. E finalmente refizemos o caminho de Jesus na via Crucis. A noite fui no Pub Crawl, do Hostel, que estava bem animado e organizado. Só que eu mesmo estava muito cansado, então não fiquei até o final. Dia 12: Quinta - Retorno Nosso vôo saía meio dia, e optamos por sair de Jerusalém 5h30 antes do horário, já pensando na 1h de deslocamento, mais um possivel engarrafamento, e uma antecedência de 4h. O aeroporto estava tranquilo, e estimo que descontando esperas levamos 2h30 pra passar por todo o processo. Porém é aquela velha história melhor chegar cedo no aeroporto do que chegar tarde e contar com a sorte. Acho que foi melhor assim. Fizemos o transfer com o Ruslan, já citado anteriormente. Conclusão Curti muito essa viagem. Descontando todo o aspecto religioso, ainda assim é muito interessante o tanto de história que existe por ali. Gostei muito do país, da organização de tudo. Recomendo 100%! Qualquer dúvida, fiquem a vontade.
  8. E ai pessoal? No passado, costumava fazer um relatos bem longos e detalhados, o que é bem legal realmente. Só que com a falta de tempo, acabei parando de fazer relatos. Então resolvi, ao invés disso, fazer um relato um pouco mais resumido desta minha viagem a Croácia, mas sem deixar de colocar as dicas pra galera. Se alguem tiver perguntas adicionais, pode postar! Primeiro de tudo, as passagens pra Croácia a partir do Brasil geralmente são caras. Eu peguei um voo para Veneza e de lá segui usando uma empresa de transfer compartilhada chamada GoOpti. (https://www.goopti.com/en/) É muito útil, você define um horário máximo de chegada no destino, ou um horário mínimo de saída da origem, e a partir dali vão te buscar numa janela de 4h daquele horário. Então eles juntam seu transfer com de outras pessoas, e com isso o preço fica quase o de ônibus. E se precisar de uma janela menor também é possível, só custa mais caro. Eu sempre compro um chip local pro celular. É muito prático para usar o Google Maps, fazer consultas na Internet, e voce pode manter o numero de whatsapp do brasil. A melhor opção é a empresa bonbon. Por HRK 45, você pode contratar 5 Gb de dados. É muita coisa (queria que aqui no Brasil tivesse um plano assim tão barato). Mais detalhes aqui: http://www.tourist.bonbon.hr/ Comprei todos os ônibus e ferries antecipadamente. Utilizei os sites abaixo: http://www.buscroatia.com/´ http://www.jadrolinija.hr http://www.krilo.hr Os ônibus na Croácia não tem lugar marcado e paga-se um adicional para colocar a mochila no bagageiro. Eu fui na segunda quinzena de maio. Nesta época as cidades ainda estão relativamente vazios. Em dias de sol, é possível ficar na praia. A água é bem gelada, mas dependendo da sua disposição, dá pra encarar. Dia 0 - Sábado: Transfer Veneza/Zagreb Meu voo chegou em Veneza a noite e de lá peguei o transfer GoOpti para Zagreb. Dia 1 - Domingo: Zagreb Cheguei as 4h da manhã em Zagreb. Escolhi um hostel próximo a rodoviária, o The Dots. Ótimo hostel, ainda me deixaram dormir no sofá da recepção, pois só tinha reserva para o dia seguinte. Depois fiz o Free Walking Tour que indicaram no hostel. Dei um passeio pela cidade, fui no museu dos Corações Partidos. Legalzinho, mas nada demais. Um detalhe é que não foi fácil achar um local de câmbio aberto no centro de Zagreb, a maioria das lojas estava fechada. Dia 2 - Segunda: Plitvice Lakes Peguei o ônibus para o parque no primeiro horário, e cheguei lá um pouco depois do horário de abertura. O parque é realmente muito bonito, aguas transparentes parecem ser a marca registrada da Croácia. Depois peguei o ônibus de lá para Split. Só tinha um horário de ônibus que realmente tinha sentido pegar (14:30), por isso eu já tinha comprado o ticket na rodoviária (foi o único que não consegui comprar pela internet). De qualquer forma, outras pessoas não tinham comprado antecipado e pegaram o ônibus de boa. Essa primeira noite em Split fiquei no Hostel Fiesta Siesta. Eles tem um evento de jantar, e depois a galera vai pro bar do hostel. É ótimo pra socializar, mas talvez não o melhor lugar para dormir. Dia 3 - Terça: Hvar Peguei o ferry para HVar e lá já tinha deixado reservado o passeio pelas grutas azul e verde. É um passeio caro (HRK 500) e na prática achei que não compensa muito quando a temperatura ainda está meio fria, como essa época do ano. Ninguém mergulha na água, e você passa um frio danado no aerobarco entre um local e outro (e eu que tive a brilhante ideia de ir de bermuda e chinelo... Não faça isso). A noite fui no Kiva Bar, que ficava bem embaixo do Hostel Marinero, onde eu estava hospedado. O hostel Marinero, onde me hospedei, é bem legal, tem armários grandes, bem limpo, e pra quem gosta de festa, está bem em cima do bar. O ruim é que não tem cozinha e as coisas em Hvar são muito caras, compensa muito cozinhar. Então tem que pesar bem. Dia 4 - Quarta: Hvar Este dia eu tirei para passear pela cidade. Vale muito a pena subir o forte, a vista lá de cima é incrível. A noite, mais Kiva Bar e o primeiro dia de funcionamento da balada Pink Champanhe. A balada só abre as 2h da manha, a hora que fecha o bar. Acabei não entrando, acho que por estar sozinho queriam me cobrar HRK 50 de entrada quando outro grupo na minha frente tinha todo mundo entrado grátis, desisti. Dia 5 - Quinta: Hvar Neste dia eu tinha planejado fazer o esquema de alugar um barco junto com outras pessoas que tinha conseguido. Por HRK 400 você pode alugar um barco pequeno para até 6 pessoas. Só que o mar estava muito agitado e não estavam alugando. Então resolvemos pegar um taxi boat até Palmizana. Infelizmente o dia estava nublado, sem sol, e com isso fica bem frio. Ficamos lá pela praia mesmo até dar a hora de voltar. Haviam uns europeus bravos na água mesmo assim. Eu tava com frio até sem entrar, então sem chance. No fim do dia ainda fui no Beach Club Hula Hula (que na alta temporada funciona como balada também). Achei bem bacana para relaxar, e a vista é sensacional. Dia 6 - Sexta: Split Peguei o barco de manhã cedo e voltei pra Split. Este dia fiquei passeando pelo palácio Dioclesiano. Na verdade o centro da cidade inteiro é o palácio. Em 1 dia dá e sobra tempo pra vê-lo. Também rola uma apresentação gratuita da chegada do imperador ao meio dia, é bem legal. Nos dois dias em split aluguei um apartamento dentro do palácio, pra dar um break nos hostels. A noite fui primeiro no bar do Hostel Fiesta Siesta, o Charlie´s bar. E depois na boate O'Hara. Ambos sem custo de entrada. Dia 7 - Sabado: Split Subi o Monte Marjan. Não achei um passeio indispensável, a única coisa realmente legal é uma igrejinha de pedra no caminho. A noite, novamente Charlie's Bar e depois uma balada realmente local, o Vanilla. Lá quase não haviam estrangeiros, e as músicas eram somente locais. Foi uma experiência interessante. Dia 8 - Domingo: Dubrovnik Da balada, emendei um bus as 6h da manhã para Split. O problema de fazer isso é que passa por um pedacinho da bosnia, então você é acordado 2 vezes para mostrar documentos. Fiquei os 2 primeiros dias no Hostel Central Old Town. É um hostel bem pequeno, de apenas 2 quartos cada um com 4 camas. Isso torna atmosfera muito familiar, gostei muito. Neste primeiro dia dormi um pouco, passeei pelo centro e fui no teleférico que leva ao forte no alto da cidade. Recomendo fazer como eu fiz, ir um pouco antes do por do sol. Lá existe um museu sobre a guerra nos Balcãs incrível. Uma pena que a maioria das pessoas não passa lá. E o terraço do museu funciona como mirante exclusivo: como ninguem vai lá, fica um mirante só pra você. Fica a dica. Dia 9 - Segunda: Dubrovnik Este dia eu comprei o Dubrovnik Card (http://www.dubrovnikcard.com/) que incluía a entrada na muralha e mais uns museus. Fui na muralha bem cedinho, quase na hora que abriu e foi ótimo, não tinha quase ninguém. Em 2h você caminha pela muralha toda com calma. Depois tentei ir nos museus, mas me dei conta que era segunda-feira e estavam quase todos fechados. Este card sai mais barato comprando pela internet, e também da direito a um passe transporte público ilimitado que não precisa necessariamente ser usado no mesmo dia que o passe de museus. Existem versões de 1, 3 e 7 dias. Resolvi então ir na Lokrum Island. Tem um barco que leva até lá de hora em hora por HRK 100 (ida e volta), e chega em apenas 15 minutos. É um lugar legal para caminhar, mas nada assim do outro mundo. O mais legal mesmo foi o trono de Game of Thrones que havia por lá. Em cerca de 2h30/3h você caminha pela ilha toda. A noite fui numa balada que ficava bem no Pile Gate, a 100m de distância do Hostel. Curiosamente todas as informações de vida noturna em Dubrovnik em inglês estão desatualizadas e os locais sugeridos nem existem mais. Custava HRK 40 pra entrar e os drinks lá dentro eram a partir de HRK 69. Como eu estava do lado do hostel, preferia sair, beber um pouco e voltar. Dia 10 - Terça: Dubrovnik/Mostar Neste dia fiz uma day trip para Mostar. Havia uma outra day trip disponível, para Montenegro, pelo mesmo preço, HRK 250. Alias vale muito a pena pesquisar bem, porque havia alguns tours por até HRK 100 a mais. Foi muito legal ver a "nova ponte velha", e uma cidade Européia com toque muçulmano (ou vice-versa?), ainda com algumas marcas da guerra que afetou os Balcãs nos anos 90. A noite eu mudei para o hostel Petra Marina, porque ficava perto da Rodoviária e eu precisava para onibus 5h da manhã. Muito novo, limpo e com uma vista incrível do terraço. Dia 11 - Quarta: Zadar Peguei um bus de Dubrovnik a Zadar, com 8h de trajeto. O ônibus faz um monte de paradas, mas foi o único direto (e cedo) que encontrei pela internet. Porém lá haviam outras opções de horário que aparentemente não estão disponíveis online. A ideia de parar em Zadar por uma tarde antes de ir a Novalja seria para ver o famoso órgão tocado pelo mar. Só que cheguei lá e este estava quebrado. No mais, não vi nada realmente interessante na cidade. Tem um centrinho histórico mas nada que se compare a Split ou Dubrovnik. A noite peguei o ônibus pra Novalja, a tempo de pegar o início do Spring Break em Zrce Dia 12 a 15 - Quinta a Sábado - Novalja/Zrce Todos os dias eu fiz um esquema parecido: acordava, cozinhava, depois pegava o ônibus de Novalja pra ZRCE e ficava pelos Beach Clubs. Pegava o ônibus de volta, trocava de roupa, dormia e ia pra festa a noite, em ZRCE. Fique no Big Yellow Hostel, que recomendo muito pela limpeza, organização e atenção da equipe que trabalha lá. Algumas dicas importantes que não encontrei em lugar nenhum: * o ônibus custa HRK 10 de dia e HRK 15 a noite, mas tem uma pulseira de viagens ilimitadas que vende na rodoviária. O pessoal que compra pacotes geralmente já ganha essa pulseira, mas os pacotes não valem a pena, na minha opinião. * Não valem porque a entrada nos Beach Clubs é grátis, e a noite sempre tem pelo menos uma boate ou mais de uma com entrada grátis. Comprando pacotes, você fica obrigado a ir sempre na mesma a noite, que muitas vezes vai estar grátis pra todo mundo. * Geralmente mais cedo (tipo 15h ou 16h) os beach clubes dão uns vouchers de bebidas grátis. * A bebida nas boates é cara, mas tem um bar com shots a HRK 10 ou HRK 15, lá em ZRCE mesmo. * Tem um mercado grande, muito mais barato e com muito mais variedade que o pequenininho que é mais visível. Procure por ele. As festas em Novalja são as mais incríveis que já vi na vida. Não achei a vibe tanto de pegação que nem aqui no Brasil, apesar da galera ser bem jovem, mas vale muito a pela produção. Efeitos, sistemas de som incríveis, DJs excelentes! Dia 16 - Domingo - Retorno Peguei um ferry para Rijeka e de lá já tinha agendado um transfer com a GoOpti para me levarem de volta pro aeroporto de Veneza.
  9. vmesquita

    Mochilão Croácia, Bósnia e Eslovênia - 19 dias - Junho 2014

    ótimo relato! Estou planejando minha viagem baseado nele. Muito obrigado por postar.
  10. Valeu Felipe! Eu dei uma olhada melhor e na verdade tenho 11 páginas livres... Porque tava esquecendo de contar as folhas que ja tinham carimbos de um lado, mas estavam vazias do outro. Acho que ta de boa entao!
  11. Farei uma viagem parecida, mas usando tours em alguns trechos porque irei sozinho. Meu passaporte só tem mais 4 folhas (e 8 páginas) livres. Será que é suficiente para estes 5 países (Africa do Sul, Namibia, Botswanna, Zambia e Zimbabwe)? Você saberia dizer quantas páginas foram usadas?
  12. Obrigado pelo relato Raquel! Estou planejando minha viagem pelo sul da África e suas informações serão muito úteis.
  13. vmesquita

    Manaus

    Pessoal, fiz também o passeio com o Leonardo da Amazing Tours, pegando a dica aqui. Optei pelo pacote de 2 dias e 1 noite, já que só tinha um fim de semana disponível. Foi tudo excelente, paguei R$ 260 e neste valor estava incluído a hospedagem no lodge ecológico, refeições, transporte e passeios (pesca de piranha, focagem noturna de jacarés e uma caminhada na mata no segundo dia). Recomendo 100%.
  14. ótimo relato! Fiquei com algumas dúvidas, que te mandei por mensagem.
  15. Mila, Se não tiver compania, vai sozinha! Eu fui e não me arrependo. bjs!
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