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danpeig

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    Engenheiro Ambiental e Aventureiro a mais de 20 anos.
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  1. danpeig

    Botas são extremamente necessárias?

    Opa, Quando escrevi a mensagem, estava abordando exatamente o tópico principal da discussão através de uma visão um pouco diferente do senso comum. "Botas são extremamente necessárias?" Essa pergunta consegui mentalmente destrinchar em algumas outras: 1. Botas são necessárias? 2. Calçados são necessários? 3. Os músculos precisam da bota porque estão fracos ou estão fracos por causa da bota que imobiliza o tornozelo? 4. Como caminhou a humanidade nos últimos séculos sem botas de caminhada? 5. Será que para caminhadas, assim como para qualquer esporte, lesões não podem ser evitadas com condionamento físico adequado? Fiz uma pequena pesquisa e encontrei várias páginas e artigos interessantes sobre o assunto na internet para tentar responder algumas destas perguntas. A maioria dos camponeses do mundo até hoje não usam calçados tencológicos como botas. Encontrei fotos do lampião, século XX, que carregava cantis de água espingardas, munição e facas e cruzou o sertão, em sua maior parte a pé com sandálias . Na áfrica, bolivia e vietnam, essa é uma realidade. Nem os guerrilheiros do afeganistão usam botas. Será que nossos pés são tão diferentes do que o de todos estes povos? Até que ponto trata-se de uma característica genética e até que ponto é apenas condicionamento físico? Diversos povos. Muito peso e ambiente hostil. Encontrei também uma infinidade de páginas de pessoas que incentivam a prática (radical?) de realizar caminhadas sem qualquer calçado. Descalços mesmo, com equipamento nas costas e por terrenos acidentados. Uma delas muito boa, em Inglês é esta: http://www.allvoices.com/contributed-news/5150115-barefoot-hiking-strengthening-feet-with-tactile-treats. Tem até um livro sobre o assunto :http://www.barefooters.org/hikers/. Um departamento de Harvard estuda o comportamento biomecânico do corpo quando se corre descalço e recomenda a prática para a prevenção de lesões: http://www.barefootrunning.fas.harvard.edu/. O site tem uns vídeos bem legais e as explicações são didáticas. Uma infinidade de outros sites em português também abordam o assunto, porém de uma forma mais superficial. O cara da esquerda não parece ser um profissional, apenas mais um que faz uma trilha algumas vezes ao ano. Se vocês tiverem um tempinho livre, vale a pena visitar os sites. Eu aprendi muito através deles. Enfim, quis trazer um pouco sobre um "outro lado" deste tipo de discussão. Não sou médico e sim engenheiro e gostaria de ouvir a opinião de algum profissional da área de ortopedia sobre o tema. Aguardo comentários, Abraços.
  2. Coloquei um tutorial na minha página pessoal. Não é a forma mais elegante de transportar mas funcionou em avião, taxi e ônibus sem precisar pagar qualquer taxa extra. http://www.danbp.org/w/index.php?title=Como_embalar_a_bicicleta_para_transporte_em_viagens Abraços.
  3. danpeig

    Toalhas de Secagem Rápida

    Ola, Já tive toalhas de microfibra super absorventes. Nunca gostei delas pois após molharem demoram muito para secar completamente. Hoje em dia utilizo toalhas de PVA, em especial uma da Speedo. Estas secam de verdade e, ironicamente, para usar você tem que molhar antes. Escrevi um review no meu blog. Se alguém tiver interesse: http://www.danbp.org/w/index.php?title=Toalha_PVA_-_Speedo_Chamois_Sports_Towell
  4. danpeig

    Trilha do Ouro - Travessia do Parque Nacional da Serra da Bocaina

    Opa, Gostaria de reviver este tópico pois essa é uma das mais lindas trilhas da região sudeste. Como colaboração, vou deixar um link para o roteiro completo que elaborei, com mapas, custos, orientações e caminhos. Disponibilizei todo esse material no meu site. Se alguem tiver interesse aqui está: http://www.danbp.org/w/index.php?title=Trilha_do_Ouro_-_Serra_da_Bocaina. PS: Eu fiz a caminhada de S.J. do Barreiro até o Parque e é bem bonita. Vale a pena ver o sol nascendo nessa estrada. Fica aí a dica.
  5. danpeig

    Combustível para Fogareiros

    Notas sobre o uso de Gasolina Comum Hidratada no MSR WhisperLite Bom dia a todos, gostaria de compatilhar com vocês algums informações sobre o uso de gasolina nos equipamentos da MSR desenvolvidos apenas para uso com White Gas (ou "Benzina"). A primeira coisa é referente à diferença entre os fogareiros de benzina e os multi-fuel (internationale). Os primeiros possuem uma tubulação de alimentação de diâmetro inferior (cerca de 30%) e um bico mais estreito são mais leves. O multicombustível tem dois bicos, um para combustíveis "limpos" e outro para combustíveis "sujos" e uma manta absorvente de fibra de vidro na caneca de aquecimento. Os demais componentes são os mesmos. A diferença entre os dois equipamentos está no tubo de maior diâmetro. Este foi projetado assim para, no momento da evaporação do líquido, os sólidos acumulados (abundandes no queresone) não impedirem a passagem do combustível. Como conhecia esta característica do equipamento, comprei sem pensar duas vezes o fogareiro de WhiteGas para uso com gasolina comum. Não gosto da sujeira causada pelo querosene e seus primos de baixa qualidade pois já acampei por muitos anos com um Internationale. Já esperava uma frequência maior de limpeza, todavia, como o dispositivo é muito inteligente e vem com o cabo de aço no interior do tubo exatamente para esta finalidade, não me preocupei com maiores dificuldades. Após mais de um ano com o produto operando apenas com gasolina comum, acredito que consumi cerca de 10L de combustível. Segue o meu parecer e observações: - Qualidade do combustível: Experimentei com gasolina hidratada comum e aditivada de postos de diferentes "qualidades" e "origens". Não notei qualquer diferença entre elas. - Entupimento do bico: Nunca ocorreu durante a operação. Antes de usar sempre chacoalhei a unidade para fazer uso do sistema autolimpante. - Fuligem: A gasolina gera fuligem negra porém a mesma tem baixa aderência ao metal. É possível limpar com um papel higiênico após o uso. Após a operação em altas temperaturas não há mais produção de fuligem e as panelas não ficam pretas. A quantidade de fuligem é MUITO menor do que a do querosene. - Obstrução do tubo de vaporização: Não houve. Ao retirar o cabo de aço de limpeza o mesmo encontrava-se levemtente escurecido mas em perfeitas condições. - Estado das guarnições (o-rings) e do êmbolo da bomba: Impecável, nenhum sinal de ressecamento ou rachaduras. O filtro da bomba está limpo. - Corrosão de materiais: Nenhuma observada. Nem no queimador. - Qualidade da chama: Chama completamente azul sem labaredas amarelas. - Fase de pré-aquecimento: Muito mais limpa do que com querosene no International. A gasolina dispensa a mecha de fibra de vidro e aquece o equipamento de forma mais rápida. Conclusão A gasolina hidratada, tanto aditivada como comum, funcionou perfeitamente no sistema projetado para Benzina mesmo após muitas horas de uso. A presença de álcool anidro não levou à corrosão ou dano às borrachas e vedações. Me surpreendi com o desempenho do equipamento no que se refere ao entupimento do bico e do tubo de vaporização. Vou continuar usando gasolina comum em função de sua disponibilidade, do preço e da limpeza na operação.
  6. Algumas empresas oferecem restrição a levar a bike no onibus em virtude do tamanho já que a mesma tem 2m de comprimento. Em longas viagens (principalemente interestaduais) a melhor forma de transportar é retirar as duas rodas, o banco e os pedais. Depois basta embrulhar tudo no jornal em um pacote só. Se você for transportar de avião, recomendo tirar o garfo para não pagar a tarifa de excesso de comprimento linear. Tenhho algumas fotos com a sequência de desmontagem e como embalar. Vou preparar um tutorial e disponibilzar no meu site. Até o comecinho da semana que vem (27/12/2010) deve estar online. DICA: Quando a roda traseira é retirada o braço do câmbio traseiro fica exposto e pode ser facilmente danificado durante o transporte. Use algo para protege-lo ou (recomendável) se você tiver uma bicicleta de melhor qualidade, remova-o com uma chave allen. A regulagem não será perdida.
  7. danpeig

    Botas são extremamente necessárias?

    Ola, A necessidade ou não das botas é algo muito pessoal. Se você não estiver andando no gelo, deve utilizar o calçado que lhe parece mais confortável. Eu já fiz longas caminhadas (algumas centenas de km) e o meu calçado predileto é um tênis com reforço em couro nas laterais e de cano baixo, algo que custa em torno de uns 120 reais. Já tentei usar botas impermeáveis e de GoreTex, porém como suo muito as meias acabam saindo ensopadas mesmo sem tocar em um rio. A propria impermeabilidade do GoreTex não é grande coisa depois de algumas dezenas de km. O cano alto é uma sentença de desapontamento se você for tentar escalar qualquer pedra com ângulo superior a 45º, fica muito difícil mover os pés para alcançar um apoio. Solado de carbono para maior durabilidade escorrega nas pedras e solado macio desgasta rápido.Tudo questão de gosto pois em cada produto voce leva de brinde vantagens e desvantagens muito claras. Durante milhares de anos os humanos fizeram longas travessias sem calçados ou com sandálias rusticas, cobriram distâncias muito maiores do que estamos acostumados a fazer em dois ou três dias. Até 15 anos atrás não existia GoreTex, Vibram ou meias drenantes e ninguém reclamava. As vezes me pergunto se todas essas tecnologias, além de triplicar o preço dos calçados ofereceu algum ganho REAL aos caminhantes. Conclusão: Botas não são extremamente necessárias.
  8. danpeig

    Água de Trilhas - Como obter e purificar?

    Bom dia, Acompanhei a discussão sobre a questão da purificação de água e gostaria de indicar um artigo que escrevi neste forum e que pode ajudar a esclarecer algumas dúvidas: guia-tratamento-de-agua-em-trilhas-e-acampamentos-t48233.html Atenciosamente,
  9. danpeig

    Saco Estanque

    Só uma dica, Se você for comprar um saco estanque em loja de montanhismo ou acampamento vai encontrar produtos muito caros (pra variar essas lojas são sempre careiras). Ao buscar um saco estanque, procure em lojas de material para Surfe. A qualidade costuma ser muito boa e os preços chegam a ser 50% inferiores.
  10. danpeig

    Sabão & Sabonete

    Opa, Todos os sabões são biodegradáveis. O seu preparo consiste da combinação de uma gordura do coco, animal (vulgo glicerina) ou vegetal e hidróxido de sódio (soda cáustica). A gordura é biodegradável e o hidróxido de sódio é neutralizado facilmente na natureza. O que danifica a natureza são os detergentes, que possuem uma classe de compostos chamados tensoativo. O tensoativo além de demorar muito para ser degradado (mesmo quando dizem que é biodegradável) causa um baita impacto na água alterando a tensão superficial e gerando espuma. Os seguintes produtos fazem parte da classe de detergentes e contém tensoativos: - Shampoo (todos) - Condicionador de cabelos - Amaciante de roupas - Detergente de lavar pratos - Sabão em pó - Desengordurantes em geral - Saponáceos Para acampamentos e viagens pela natureza a melhor coisa é mesmo um bom sabão em barra. Além de ser muito mais leve que os similares líquidos serve para a limpeza de ferimentos e bolhas, banho e até a limpeza de ferramentas como canivetes e pratos. Já li em outros lugares artigos sobre o uso de limão e vinagre na limpeza. A cultura popular se engana quanto a estes produtos. Tanto o ácido acético quanto o ácido cítrico são fracos e existem em baixíssimas concentrações nos alimentos que consumimos. O seu uso não leva a qualquer ação desinfetante ou detergente. Se você for lavar uma panela com areia, convém seca-la no fogareiro para evitar a proliferação de fungos e bactérias. Espero ter ajudado. Abraços
  11. Pessoal, Segue um link para o roteiro completo e atualizado dessa trilha. Mapeei todos os pontos em GPS, desde os pontos de onibus a todos os viadutos e túneis. Não tem como se perder. http://www.danbp.org/w/index.php?title=Paranapiacaba_%C3%A0_Cubat%C3%A3o_atrav%C3%A9s_da_trilha_do_funicular Abraços,
  12. danpeig

    BOTAS: quais comprar?

    Liko, Pelo que entendi, durante uma grande parte do percurso seus pés estão dentro da água. Se você for seguir o curso de rios, as botas de caminhada/trekking não são o calçado mais adequado (aliás, em mais de 20 anos de caminhadas nunca encontrei uma que fosse adequada para uso nessas condições). Se entrar água pelo cano uma única vez, o calçado não vai secar até o fim do seu passeio. Além do mau cheiro, a água amolece a pele do pé favorecendo o aparecimento de rachaduras e feridas. Vale a pena investir em uma papete para a caminhada em rios ou em um calçado com drenagem (de corrida de aventura).
  13. Sou profissional da área de tratamento de água há muitos anos e tenho bastante familiaridade com o tema. Após acompanhar algumas discussões sobre dispositivos e métodos para tratamento de água nesta página, decidi escrever um pequeno guia sobre o assunto que, possa esclarecer algumas dúvidas recorrentes do Forum. O texto será dividido em duas partes. Na primeira apresentarei os principais riscos presentes em águas contaminadas e na segunda, farei uma breve explanação sobre as técnicas de tratamento aplicáveis no campo. Principais contaminantes da água Vírus: Em função de sua fragilidade e sensibilidade, os vírus dificilmente chegam de forma infecciosa aos rios. Uma excessão é o vírus da Hepatite A (existe vacina) que pode deixa-lo um bom tempo de cama. Os vírus são capazes de atravessar praticamente todos os filtros (desde coadores de café até membranas de microfiltração como o canudo life-straw) porém são facilmente eliminados por agentes desinfetantes. Bactérias: Existem milhões de espécies de bactérias no mundo, milhares distintas em um copo de água e poucas delas são nocivas aos seres humanos (patogênicas) como é o caso do vibirão colérico da salmonela e da bactéria causadora da leptospirose. A identificação de todas as bactérias é impossível do ponto de vista prático e econômico, desta forma, em tratamento de água usualmente são realizados testes para detectar apenas uma família de bactérias conhecida como "coliformes". Os coliformes, ao contrário do que muitos pensam, são praticamente inofensivos ao ser humano. Como a sua determinação é muito simples, são utilizados como indicadores, quando estão presentes na água indicam que outras bactérias (perigosas ou não) também podem estar presentes. Como a evolução de infecções causadas por bactérias costuma ser rápida, você tem grandes chances de apresentar os sintomas ainda durante a viagem. As bactérias são capazes de transpor a maioria dos filtros (exceto membranas) e estão presentes em águas poluídas ou não. Protozoários e Vermes: Estes organismos podem estar presentes em qualquer manancial, desde um límpido rio de serra até na água do mar dentre os integrantes indesejados deste grupo estão a giárdia, os helmintos e amebas. Compostos orgânicos tóxicos: Nesta categoria entram os perigosos poluentes criados pelo homem como os pesticidas, herbicidas, óleo e combustíveis. O perigo de cada um destes varia muito e a melhor forma de não contaminar-se é não tomando água proveniente de rios que margeiam plantações de hortaliças ou grãos bem como áreas industriais. Compostos iônicos: Neste grupo estão os sais (como o sal da água do mar), nitratos, mercúrio, fluoretos, chumbo, cromo, etc... Em geral causam problemas após a ingestão de grandes quantidades de água ou por períodos prolongados. As doenças que podem ser desenvolvidas a partir do consumo de água com estes contaminantes são as mais graves de todas e em muitos casos não tem cura. Como regra geral recomendo evitar o risco e não beber água em locais com suspeita deste tipo de contaminação (próximimidade a a fábricas de cortume, de tintas e mineradoras) Métodos de tratamento para uso em viagem Desinfetantes químicos: Os desinfetantes químicos são uma das formas mais comuns de tratamento de água para viagens. Usualmente estes agentes são compostos de cloro, permanganato de potássio, peróxido de hidrogênio (água oxigenada) ou iodo e são capazes de eliminar protozoários, bactérias e vírus de forma eficiente. Se utilizados sozinhos, são pouco eficientes contra ovos de parasitas como é o caso dos helmintos. Para usar de forma segura um desinfetante químico, alguns cuidados devem ser tomados: 1. Validade - O cloro e o peróxido de hidrogênio são instáveis, ou seja, com o passar do tempo o princípio ativo se perde. Sempre observar o prazo de validade, proteger muito bem do calor e da luz do sol e tampar bem os frascos após o uso. O iodo é estável e tem prazo de validade indeterminado, todavia, pode causar reações graves em pessoas alérgicas. 2. Tempo de contato - Para a desinfecção eficaz é necessário um tempo de contato mínimo de 30 minutos. Se a água tiver cor amarelada ou avermelhada recomendo dobrar o tempo de contato. 3. Clarifique a água sempre que possível - A água turva, com barro ou outros sólidos prejudica muito (quando não inviabiliza) a desinfecção, além disso, a presença de algas pode neutralizar o desinfetante e até liberar sub-produtos tóxicos. Neste caso torna-se necessária uma pré-filtração por filtros de cartucho ou membranas. A pré-filtração também vai remover os ovos de parasitas. Filtros de cartucho ou de cerâmica: Compem sistemas de tratamento mais antigos, lembro-me de uns filtros deste tipo, na década de 80, fabricados de algodão. Não apresentam eficácia na remoção de bactérias, vírus, orgânicos tóxicos ou compostos iônicos porém podem ajudar a previnir vermes. Como clarificam a água retirando partículas de sujeira mais grosseira, aumentam a eficácia dos desinfetantes químicos. Filtros de carvão ativado: São eficientes na remoção de compostos orgânicos tóxicos, sabor e odor da água. A maioria dos filtros a venda no mercado possui uma pequena quantidade de carvão ativado (mesmo os de marcas de renome), suficiente para a remoção de sabor e odor porém ineficaz contra os compostos orgânicos tóxicos. Para não ser enganado, ao comprar um dispositivo com carvão para uso em viagens, certificar-se de que a camada de carvão tem alguns centímetros de espessura. O carvão ativado não tem qualquer inlfuência na remoção de bactérias, vírus e compostos iônicos. É importante lembrar que o carvão neutraliza o cloro, logo, filtros que cloram a água e depois passam pelo carvão tendem a ser pouco eficientes. Filtros com base em membranas de microfiltração: Esta é a última tecnologia em termos de tratamento, equipa produtos como o "Filtrix FilterPen" e o "Life Straw". Esta tecnologia é altamente eficaz na remoção de bactérias, protozoários e vermes, maiores causadores de doenças e pouco eficiente contra vírus, compostos orgânicos e compostos iônicos. Como a separação por membranas é física, não há efeito de desinfecção residual (como é o caso do cloro), desta forma, a água, assim que tratada deverá ser consumida. Sacos para desinfecção ao sol: Os raios ultra-violeta são eficazes contra vírus e bactérias todavia, para que a promovam a desinfecção são necessários os seguintes cuidados: - O recipiente deve estar exposto à luz solar intensa por no mínimo 12 horas (12h de sol) - A água a ser tratada deve ser cristalina, com mínima turbidez ou cor. - O recipiente deve estar limpo de forma a permitir a máxima absorção de luz solar. Sacos plásticos tendem a ficar opacos com o tempo. - A profundidade de penetração dos raios UV normalmente é baixa, desta forma, o recipiente deve ser pequena espessura (algo como 5cm é indicado)
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