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bruno_vr

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  1. Olá Kakupper, achei a viagem um pouco cansativa sim, pois tenho dificuldade de dormir em meios de transporte. Eu diria até que a questão não é cansar e sim ficar de "saco cheio" vendo o tempo passar... Mas achei que vale a pena sim, a nãos er que vc consiga uma passagem aérea com um preço muito interessante. O trem é limpo e até confortável. Quem não tem dificuldade de dormir, consegue descansar numa boa. Existem cabines para 4 pessoas sim. abraços
  2. Olá!! Sobre a viagem de Milão a Paris, a viagem é longa e um pouco cansativa, mas quem tem facilidade de dormir não se cansa tanto. Se você conseguir um bom preço de passagem aérea entre Paris e Milão ou Paris e Roma, acho que valerá mais a pena.
  3. Obrigado vandreza, fiquei um bom tempo sem entrar aqui, mas essa semana posto o finalzinho da viagem. abraços
  4. Depois de algumas semanas sem visitar o site, voltei para terminar meu relato. Acho que até o final da semana eu consigo concluir! 14º dia – PARIS e VERSAILLES Acordamos, tomamos um banho e saímos do hotel. Fomos até o Carrefour mais próximo e compramos algumas guloseimas para o café da manhã. Seguimos caminhando até o Jardim de Plantes que fica praticamente ao lado do hotel em que estávamos. Dentro do Jardim, sentamos em um banquinho e fizemos nosso “café-da-manhã-pique-nique”. Aproveitamos pra relaxar um pouco e observar os parisienses que ali caminhavam. O Jardim de Plantes não é daqueles locais que ficam abarrotados de turistas. É tranquilo e possui um clima muito relaxante. Passeamos um pouco pelo jardim e visitamos o Museu Nacional de História Natural e a Grande Galeria da Evolução. Compramos as entradas na hora (7 euros cada). Fiquei encantado com a Grande Galeria, é enorme e muito bonita. O teto muda de cor e simula mudanças no clima, como sol e tempestades. Vale a pena a visita. Enquanto estávamos lá, lembramos-nos do Museu Nacional do Rio de Janeiro (Quinta da Boa Vista), que por sinal está bem caidinho... Porque não transformá-lo em algo como a Grande Galeria??? Saímos do Jardim de Plantes, passamos rapidamente no hotel e pegamos o metrô na estação Place Monge. Fizemos uma baldeação para a linha 10 e, na estação Javel pegamos o RER C, em direção a Versalhes. Descemos na estação Versailles – Rive Gauche e fomos caminhado até o Palácio, que é bem perto. A fila para entrar estava enormeeeee, mas andou bem rápido. Na hora de colocar minha mochila no detector de metais, um oriental mal educado simplesmente entrou na minha frente e colocou a dele. Fiquei p... da vida! Se tivesse no Brasil juro que dava uns tapas nele. A moça que recebeu nosso ticket na entrada, era brasileira e muito simpática. Conversamos brevemente. É difícil descrever o palácio de Versailles... Gostei muito! Porém estava cheio-cheio-cheio, o que tornou a visita exaustiva demais. Por conta disso, nem visitamos o palácio todo. Como já se sabe, o destaque é a famosa sala dos espelhos. Após visitarmos parte do palácio, decidimos sair, pois estava difícil ficar lá dentro naquele empurra-empurra. Descemos a rua ao lado do portão e paramos em um restaurante para almoçar. A fome já tinha tomado conta de nós!! Almoçamos e ficamos passeando ali por perto até dar a hora de visitarmos os Jardins. Durante o período de planejamento da viagem, descobrimos o evento chamado “Les Grandes Eaux Nocturnes” (http://www.chateauversailles-spectacles.fr/fr/spectacles/2012/les-grandes-eaux-nocturnes), que acontece aos sábados. Trata-se de um passeio pelos Jardins de Versailles com as fontes iluminadas, músicas e outras atrações. O ticket não é barato, mas achamos que valia a pena conferir, e realmente valeu! Passamos por lindas fontes iluminadas e águas dançantes. No canteiro central, tochas de fogo se acendiam conforme o ritmo da música... Choveu um pouco, mas não atrapalhou muito. A chuva parou antes da metade do percurso. Uma queima de fogos encerrou o passeio, por volta das 23:30 h. Saímos de lá correndo para pegar o RER na estação. O caminho de volta foi o mesmo de ida: RER C – Estação Javel – Metrô linha 10 – Estação Jussieu – Metrô Linha 7 – Estação Place Monge. Chegamos ao hotel, banho e cama! Morto com farofa!! continua...
  5. Oi gabidominicci, obrigado!! Estou planejando ir em janeiro a Portugal e Espanha e vou aguardar seu relato, pois será de grande valia. A minha maior preocupação é com o clima (frio e chuva) da época que pretendo ir. Qualquer duvida é só perguntar! Você vai adora a Itália e a França. abraços
  6. Oi Karla, td bem? Respondendo sua pergunta, eu diria que depende do perfil do viajante. 25 euros dá pra se alimentar sim, porém sem luxos. Evite os restaurantes e as guloseimas da rua..rs. Sugiro que vá ao supermercado e compre algo para o café da manhã e para o jantar/Lanche. Se for possível, poderá também preparar o almoço no albergue. Mas se não tiver como fazer isso, ou achar que vai perder muito tempo, almoce em um restaurante baratinho (na média uns 09 a 12 euros) e compre o restante das refeições no supermercado. Dessa forma, os 25 euros serão suficientes e ainda dá pra tomar um vinho uma vez ou outra..rs Sobre a hospedagem, eu não fiquei em albergue, e sim em hotéis. Pelo que já li aqui e em outros fóruns, você consegue se hospedar com esse valor sim, mas tem que pesquisar bastante pra encontrar o melhor custo-benefício. Só não esqueça o valor que terá que gastar com transporte dentro das cidades e entre uma cidade e outra. E pesquise também os preços das entradas nos museus e demais atrações que deseja visitar. Em alguns lugares vale comprar o passe da cidade, como em Roma (veja o que escrevi em meu relato sobre isso!) No mais, aproveite ao máximo sua viagem! qualquer dúvida é só perguntar. abraços
  7. bruno_vr

    relato Europa no inverno - janeiro/2012

    Oi Flávia, muito bom seu relato! Estou planejando uma ida à Europa em Janeiro/2013, com um roteiro muito parecido com o que vocês fizeram. Seu relato me ajudou muito a ver a "cara" das cidades no inverno pois até então eu estava muito receoso de viajar pra lá no inverno. O frio até nem me incomoda tanto, mas tenho medo chover muito e aproveitarmos pouco. Vi que vcs aproveitaram bastante e fiquei bem animado, porém ainda tenho algumas duvidas sobre as roupas que devo levar... Ah! tb sou professor e vou com mais 3 amigos, também professores...rs Grande abraço!
  8. continuando... 12º dia – PARIS Acordamos por volta de 8 horas, tomamos banho e saímos. Sentamos em um café próximo ao hotel e pedimos um cappuccino e um croissant. Pegamos o metrô e fomos direto ao Musée d’Orsay. Com o museum pass não se paga a entrada. O museu se localiza em uma antiga estação de trem e abriga obras maravilhosas, de artistas como Van Gogh, Monet, Degas, entre outros. Vale, e muito, a pena visitá-lo. Ao sair do Orsay, seguimos passeando pelas ruas de Saint-Germain des Prés. Paramos em uma barraquinha e compramos um crepe de queijo com coca-cola e sentamos em frente à igreja de Saint Germain para comer. Em seguida, visitamos a igreja e seguimos caminhando. Fomos até a Ilê de La Cité e lá visitamos a Sainte Chapelle (Santa Capela) e a Conciergerie (mais uma vez sem pagar a entrada). A Santa Capela é uma capela gótica muito bonita. Consiste de duas capelas sobrepostas, a inferior reservada aos funcionários e moradores do palácio, e a superior para a família real. Os vitrais da capela são belíssimos. Na Conciergerie visitamos a prisão onde ficou Maria Antonieta, antes de ser guilhotinada. Foi uma visita interessante. Na entrada, os seguranças ficaram encucados com uma imagem de minha mochila que aparecia no Raio-X. Danaram a falar em francês comigo perguntando algo sobre "luneta", imaginei que estivessem falando sobre óculos. Tirei o óculos da mochila, mas a imagem estranha continuou no raio-x. Por fim, acabei esvaziando a mochila inteira (morto de vergonha!) e bem no fundo, eis que surge o tripé da câmera. Os segurança começaram a rir e falar "trrrripi", "trrripi"... Erá o tripé o grande causador da estranha imagem que me fez passar tanta vegonha. Mesmo com todo esse transtorno, os seguranças foram extremamente educados o tempo todo. Quando saímos de lá, já era por volta de umas 15 horas. Decidimos retornar ao hotel e repetir a soneca do dia anterior. Assim fezemos. Acordamos revigorados, tomamos um bom banho e seguimos caminhando até o Pantheon, que é bem pertinho do nosso hotel. Mais uma vez não entramos, pois já estava fechado. Ficamos ali algum tempo e descemos novamente até Jardim de Luxemburgo, onde ficamos até quase o pôr do sol. Saímos porque já estava na hora de fechar. Não canso de repetir que uma das coisas mais gostosas de Paris é sentar naquele Jardim e ficar lá sem pensar em nada, apenas admirando sua beleza e relaxando. Faz muito bem pra alma! É um lugar que mantém-se livre dos grupos de turistas orientais que sempre chegam agitando. Lá não tem isso, graças a Deus. Após o maravilhoso Jardim de Luxemburgo, pegamos o metrô em direção à Torre Eiffel, para vê-la iluminada. Novamente fomos ao trocadero, onde sentamos na grama e ficamos olhando a Cidade Luz. É lindo ver a torre iluminada e mais lindo ainda é vê-la nas horas cheias (22 h, 23 h, 00 h, etc) quando começa a piscar. É emocionante... Ficamos umas 2 horas ali e descemos em direção à Torre. Nessa altura do campeonato, eu já estava apaixonado pelo crepe parisiense e decidi parar para comer mais um... Dessa vez foi de Nutela e me dá água na boca só de lembrar. Ainda ficamos algum tempinho ali próximo à torre e logo depois pegamos o metrô em direção ao hotel. Banho e cama! 13º dia – PARIS Acordamos bem cedinho e fomos tomar café na rua. Comemos novamente um croissant delicioso acompanhado de um cappuccino forte. Como os cafés e cappuccinos de Paris são fortes. Eu amei isso, não curto café fraco... Pegamos o metrô e saltamos próximo à Notre Dame. Enfrentamos a fila que ainda não estava muito grande e entramos na Catedral. Lá dentro, têm-se a opção de visitar o tesouro, que é pago. Não me recordo bem, mas acho que custaram 14 euros as duas entradas. Achei interessante visitar pois curto bastante esse lance de ver relíquias religiosas, ostensórios, vestimentas, etc. Saímos da Notre Dame e pegamos o metrô para Montmatre onde visitamos a Basílica de Sacré Coer (Sagrado Coração). Quando entramos na igreja estava terminando uma missa. Apesar de serem de estilos diferentes e não caber comparação, eu gostei mais da Sacré Coer que da Notre Dame. Ficamos algum tempo dentro da igreja e em seguida saímos para almoçar nos arredores. Tinha uma banda católica de jovens cantando ao lado da igreja. A música deles estava gostosa de ouvir. Sentamos em um restaurante ali perto e pedimos um prato que não me lembro o nome (risos). Só sei que era uma carne muito macia, com batatas, champignons e cenouras. Estava gostoso! Pagamos uns 30 euros no total. Passeamos um pouco por ali, entramos em algumas lojas e depois voltamos à frente da Basílica. Tiramos algumas fotos e descemos a escadaria. Fomos ao Moulin Rouge, para conhecê-lo, ao menos externamente. Olhamos algumas vitrines de produtos eróticos e demos boas gargalhadas. Por ali se acha todo tipo de produto que se pode imaginar. Desde uma simples camisinha até os mais bizarros objetos masoquistas. Pegamos novamente o metrô e seguimos em direção à La Défense. Saltamos próximo ao Grande Arco, que faz jus ao nome. Ali encontra-se uma Paris moderna, de prédios altos e envidraçados. É completamente diferente da Paris a que estamos acostumados. Aproveitei o telefone público da praça para ligar para o Brasil e dar um alô para minha mãe. Passeamos um pouco pela praça e entramos no shopping que tem ali. O shopping é bem grande, bonito e moderno. Ficamos olhando as vitrines, visitamos algumas lojas e tomamos um café. Quando saímos estava chovendo um pouco e corremos até a estação de metrô. Novamente no metrô, saltamos próximo à Ópera de Paris, que é ma-ra-vi-lho-sa! Pelo que sei, o Teatro Municipal do Rio de Janeiro foi inspirado nela. De lá, fomos à Galeria Lafayette, onde ficamos até fechar. Quase fomos expulsos (risos). Saímos da Galeria Lafayette e fomos caminhando até a Pont Neuf. No caminho paramos para comer, pedimos um cheese burguer com coca cola, mas não me lembro quanto pagamos. Na ponte Neuf, compramos um ticket para fazer um passeio no Sena. Compramos para 22:30 h e pagamos 13 euros cada. Fizemos o passeio com a empresa Bateaux Les Vedettes du Pont-Neuf (http://www.vedettesdupontneuf.com/). Foi um passeio bem legal. É muito bonito ver Paris toda iluminada através do Sena. O passeio sai da Ponte Neuf, passa pela Notre Dame, Ponte Alexandre III, vai até a Torre Eiffel e retorna à Pont Neuf. A duração é de aproximadamente uns 45 minutos. Após o passeio pelo Sena, caminhamos até a Notre Dame, pegamos o metrô li pertinho e seguimos para o hotel. O dia foi puxado e estávamos muitooo cansados. Tomamos banho e desmaiamos. continua...
  9. Obrigado Diogo! Se bobear a gente se esbarrou por lá.. rsrs Sempre tem esses "malas" nos museus, né? Fico impressionado com a atitude dessas pessoas. Grande abraço!
  10. Oi Viviane, obrigado!! Ainda não conclui o relato. Faltam alguns dias de viagem a relatar. Estou escrevendo aos poucos pois meu tempo ta curto...rsrs Hoje escrevo mais um pouquinho! abraços
  11. Obrigado!!!! Eu até já tentei parar de fumar uma vez a algum tempo, mas desisti logo no primeiro dia. Espero conseguir um dia! rs...
  12. continuando... 10º DIA - PARIS Chegamos em Paris pela manhã, por volta das 10 horas. Desembarcamos na Gare de Lyon e tomamos nosso café da manha (Cookie e capuccino). Logo na chegada já notamos a diferença entre Itália e França. O povo italiano é mais eufórico, fala alto, ri alto, possui um maior “calor humano”. Já os franceses são mais na deles, mais frios. Ali mesmo pegamos a linha 1 do metrô (direção La Défense) e trocamos para linha 7 (direção Villejuif/Ivry) na estação Châtelet. Descemos na estação Place Monge, atravessamos a rua e estávamos em nosso hotel. Paris é muito bem servida de metrô. São inúmeras linhas e estações em qualquer esquina. Os tickets podem ser comprados em máquinas de auto-atendimento que são muito fáceis de utilizar. Acho que é muito difícil alguém ficar perdido por lá. Mapa do metrô de Paris: http://www.aparisguide.com/maps/metro.htm O check in no hotel seria às 14 horas e ainda era por volta de 11. Guardamos as malas lá e fomos passear pelos arredores do Quartier Latin. Ficamos passeando pelas ruas próximas ao hotel e chegamos até o Pantheon, mas não entramos. Continuamos caminhando até Jardim de Luxemburgo, que por sinal me encantou por demais. Lá ficamos sentados algum tempo, admirando a beleza do lugar, das flores, da fonte... A fome bateu e decidimos caminhar rumo ao hotel, parando pra comer em algum lugar pelo caminho. Paramos em uma lanchonete e comemos um crepe enorme e delicioso (cerca de 7 euros cada). Chegando ao hotel, fizemos o check in e fomos para o quarto. Ao entrarmos, percebemos que se tratava de um quarto para não fumantes! Imediatamente o Felipe foi à recepção se informar sobre isso, afinal havíamos reservado um quarto para fumantes. Hotel: Desculpe, senhor! O quarto para fumantes só estará disponível amanhã. Felipe: Como assim? Fizemos a reserva a dois meses. Fomos claros ao reservar o quarto em que se pudesse fumar e vocês nos confirmaram isso por e-mail. Como vamos fazer? Hotel: Desculpe senhor, foi um erro nosso. Pode fumar no quarto, só peço que fumem próximo à janela para que o alarme não dispare. Felipe: Ok. Obrigado. Resolvida (mais ou menos resolvida) a pendência do fumar ou não fumar, tomamos banho, arrumamos nossas coisas e saímos para iniciar oficialmente nosso tour em Paris. Pegamos o metrô (linha 7 – direção Villejuif/Ivry), trocamos para a linha 6 (direção Charles de Gaulle Étoile) na Place d’Italie. Descemos na estação Trocadero, de onde se tem a melhor visão da Torre Eiffel. Ficamos um bom tempo ali conversando, tomando coca-cola e sentindo Paris. Eu precisava olhar bastante aquele cenário para ter certeza de que era real. Parecia um sonho, mas não era... Tiramos algumas fotos e descemos em direção à torre. Optamos por não subir na torre naquele dia, afinal voltaríamos ali nos próximos dias, com certeza. Passamos pelo Champ de Mars e fomos caminhando sem compromisso. Passamos pelo Centre Pompidou e fomos até o Hotel de Ville, onde acontecia o Live Site das Olimpíadas de Londres e tinha bastante gente assistindo. Ficamos ali até o anoitecer, o que ocorre quase às 22 horas, no verão. Entramos em um supermercado (Carrefour) e compramos umas besteirinhas para lanchar no hotel e tomar café da manhã no dia seguinte. Voltamos caminhando até o hotel. Banho e cama! 11º DIA - PARIS Acordamos por volta de 7 horas, tomamos café da manhã, banho, fizemos a mudança de quarto, arrumamos nossas coisas e saímos. Pegamos o metrô e descemos na estação Palais Royal Musée du Louvre. Nossa manhã seria dedicada a conhecer o Louvre. Aliás, conhecer não é a palavra mais apropriada, pois para conhecer de verdade o Louvre seria necessário no mínimo uns dois meses, estimo. Prefiro dizer, então, que fomos visitar o Louvre. Ainda no Brasil, adquirimos o Paris Museum Pass, um passe de entrada para os principais museus de Paris, sem enfrentar filas. O dois passes de 4 dias nos custou 108,00 euros + 14,00 euros da taxa de entrega. Recebemos o Museum Pass em casa, três dias após comprarmos. Rapidíssimo! Site oficial de venda do Museum Pass: http://www.parismuseumpass.com/ Com o Museum Pass em mãos, ingressamos ao Louvre sem enfrentar fila alguma. Como não teríamos como visitar todo o museu, escolhemos algumas galerias que mais nos interessavam e, como todo bom turista, fomos ver algumas obras famosas como a Monalisa, Vitória de Samotrácia, Vênus de Milo, entre outras. Visitamos também o acervo egípcio. O Louvre estava lotado, a quantidade de orientais faz-nos duvidar se estamos mesmo na Europa ou no Japão, na China... Em determinado momento encontramos uma turista oriental (tinha cara de chinesa, mas não sei se realmente era) que resolveu tirar fotos com TODAS as esculturas da galeria e o pior, colocando as mãos. Eu já estava incomodado vendo aquilo. Será que ninguém informou a ela que não pode colocar a mão nas obras??? Logo a funcionária do museu veio chamar-lhe a atenção, mas confesso que, se ela não fizesse isso eu mesmo faria. Que pessoa sem noção!! A quantidade de gente querendo ver a Monalisa Após o Louvre, fomos visitar o Jardim das Tuileries e o Museu de L’Orangerie, onde se encontram algumas obras de Monet. Com o Museum Pass não é necessário pagar o ingresso. Almoçamos ali perto e seguimos para a Praça da Concórdia. Nós já estávamos com as pernas formigando de tanto andar e decidimos ir ao hotel descansar um pouco. Pegamos o metrô e em poucos minutos chegamos ao hotel. Tomamos um banho e tiramos uma soneca de uma hora, mais ou menos. Lá pelas 18 horas pegamos novamente o metrô e fomos ao Arco do Triunfo (O museum pass cobre a entrada). Visitamos o interior do arco, o terraço panorâmico, tiramos algumas fotos e fomos passear pela Champs-Élysées. Lá estão algumas das melhores e mais caras lojas do mundo. Entramos em algumas lojas, mas não compramos nada. Decidimos deixar as comprinhas para o último dia da viagem. Visitamos ainda o Grand Palais e Petit Palais mas não entramos em nenhum deles, apenas ficamos observando a parte externa. Logo em frente se encontra a ponte Alexandre III que é muito bonita. Fomos até lá para conhecê-la. Voltamos ao Louvre para vê-lo iluminado e tirar algumas fotos noturnas. O Louvre fica lindo iluminado. Sentamos perto da pirâmide principal, ficamos ali conversando e observando os casais de namorados. Uma coisa me chamou a atenção: Tinha vários casais gays (tanto de homens quanto de mulheres) namorando. É uma coisa muito natural e ninguém olha com espanto. Nesse momento percebi que o Brasil ainda tem muito a aprender. Já passava de 23 horas quando decidimos pegar o metrô e tomar rumo de casa, digo, hotel. Banho e cama! continua...
  13. Olá Andrezha e Marthinha! Obrigado pelos comentários. O tempo anda meio curto, por isso ainda não consegui terminar o relato, mas prometo que vou continuar. Hoje postarei mais dois dias de viagem. Qualquer dúvida perguntem, é um prazer ajudar. abração.
  14. Continuando... 8º DIA – VENEZA Acordamos cedinho para aproveitar bem o dia e tomamos o café da manhã no hotel, que por sinal era muito bom! Pegamos o trem na estação Veneza Mestre (em frente ao hotel) e em 10 minutos descemos na estação Veneza Santa Lucia, na ilha. Ao chegarmos, compramos um ticket para o Vaporetto (barco de transporte coletivo) por 18 euros, válido por 24 horas. Durante a validade do ticket você pode embarcar e desembarcar quantas vezes quiser e em qual estação quiser. Entramos no Vaporetto e saltamos na Piazza S. Marco. Lá visitamos a Catedral de San Marco e o Palácio Ducale (17 euros a entrada). Em seguida ficamos passeando pela praça, admirando um pouco o local. Veneza possui seis bairros (chamados sestieri). A Piazza San Marco fica no bairro de mesmo nome. Fomos passeando pelas ruelas e pontes em direção ao bairro San Polo, onde paramos para comprar uns souvenirs. Fiquei encantado com as máscaras venezianas e quis comprar algumas para levar de presente! Continuamos nosso passeio e paramos para almoçar em um restaurante à beira do Grande Canal. Após o almoço, visitamos o bairro Santa Croce. Naquele dia, estava acontecendo o “Venezia Jazz Festival” e descobrimos que teria um show do Gilberto Gil no Teatro La Fenice. Decidimos ir ao hotel no final da tarde para tomar um banho, trocar de roupa e tentar conseguir um ingresso de ultima hora para o show e assim fizemos: Pegamos o trem e retornamos ao hotel, tomamos um banho e descansamos um pouco, pois tínhamos andado bastante e estávamos com os pés moídos. Por volta de umas 18 horas, retornamos à ilha e seguimos até o Teatro La Fenice. Para nossa tristeza, já não havia mais ingressos para o show do Gilberto Gil. Enfim... fazer o que, né? Decidimos então continuar nosso passeio. Fomos até a Igreja S. Maria D. Salute, que é muito bonita, passamos pela Punta della Dogana e seguimos passeando pelas ruelas do bairro Dorsoduro. Durante o dia, a quantidade de turistas em Veneza era quase insuportável, principalmente orientais. No final da tarde e durante a noite, já estava mais tranquilo e tinha bem menos gente turistando. Na minha opinião, o mais gostoso de Veneza é andar pelas ruas, atravessar as pontes, sem compromisso, sem pressa. É sentir a alma do lugar. Veneza parece um labirinto e perder-se por lá é até muito gostoso... Depois de andar bastante, decidimos parar e comer uma pizza. Pagamos uns 30 euros no total por duas pizzas e uma jarra de vinho. Jantamos ao lado da Ponte da Accademia e lá mesmo pegamos o Vaporetto em direção à estação ferroviária. Retornamos ao hotel, banho e cama! 9º DIA – VENEZA E MILÃO Mais uma vez acordamos bem cedo, arrumamos nossas malas bem rapidamente, tomamos banho e descemos para o café da manhã. Fizemos o check out antecipado e deixamos nossas malas guardadas no hotel. Pegamos o trem e fomos para a ilha aproveitar a nossa manhã, que seria a última em Veneza. Pegamos novamente o vaporetto e descemos próximo à ponte Rialto. Ficamos por ali algum tempo e fomos passeando até Cannaregio. Paramos para ver algumas lojas, visitamos duas igrejas tiramos algumas fotos e fomos caminhando em direção à estação ferroviária. Como estava muito calor, paramos para tomar um sorvetinho e ficamos sentados um pouco em frente à um dos canais. Veneza, Veneza... Já estava com muita saudade. Por volta de 13 horas pegamos o trem e descemos em Mestre. Fomos rapidinho ao hotel pegar as malas e retornamos à estação, pois nosso trem para Milão seria às 14:30 h. Ao invés de almoçar, compramos um lanche no Mc Donalds e comemos ali na estação mesmo. Sinceramente, fiquei encantado por Veneza e pretendo voltar em breve para ficar um tempo maior. Com 10 minutinhos de atraso, embarcamos para Milão... Ao chegar em Milão, fomos procurar o depósito de bagagens pois teríamos apenas algumas horas em Milão até embarcarmos para Paris às 23:30 h. A estação Milano Centrale é enorme e demoramos algum tempo até acharmos o local para guardar a bagagem. Feito isso, pegamos o metrô e descemos no Duomo. Visitamos a bela Catedral gótica, a galeria Victorio Emanuelle e ficamos passeando pelos arredores. Na realidade, Milão não estava nos planos iniciais de nossa viagem, porém ao organizar nosso deslocamento interno na Europa, decidimos fazer um pit stop para conhecer o Duomo. Sentamos em frente à Catedral e ficamos ali observando o vai e vem de pessoas. É impressionante a quantidade de pombos e pessoas os alimentando. Um rapaz que parecia ser indiano tentou de tudo para eu ser fotografado fazendo isso, mas não topei de jeito nenhum. Ele queria grana, claro. Retornamos à estação Milano Centrale, fizemos um lanche e pegamos nossas malas. Tiramos os tênis e ficamos sentados descansando os pés. Como já era tarde e tinha umas pessoas um tanto “esquisitas” rodando pela estação, optamos por ficar ao lado do Departamento de Polícia, onde nos sentimos mais seguros. O trem para Paris atrasou bastante. Já passava de meia-noite quando embarcamos no trem noturno e, ao entrar em nossa cabine, vimos que já tinham dois passageiros dormindo nas camas de cima e nós começamos a conversar baixinho para não acordá-los. Não vimos nossas camas, apenas uma espécie de poltronas de cada lado e ficamos sentados conversando sobre como iríamos dormir naquelas poltronas... Pensamos: Fudeu! Será que é assim mesmo?? (risos) Nunca havíamos entrado em um trem noturno na vida e não fazíamos a mínima ideia de como funcionava aquele ‘troço’. Logo o rapaz da cama de cima percebeu que estávamos enrolados para nos acomodar e perguntou se falávamos inglês. Eu me calei, não sabia se respondia que sim ou não, afinal minha noção de inglês é muito básica. Felipe rapidamente respondeu que sim e o rapaz começou a falar em inglês com ele. Eu não entendi bulhufas do que o cara disse, mas o Felipe entendeu e entendeu bem. O rapaz nos explicou que devíamos destravar a cama e abaixá-la. Foi aí que descobrimos que não dormiríamos na poltrona (risos). O rapaz também nos ajudou a colocar as malas no bagageiro que era no alto. Ele foi muito educado e atencioso conosco e conversou um pouco com o Felipe. Após resolvermos essas pendências, deitamos e dormimos... aliás, Felipe dormiu e eu não! Fiquei um tempão acordado pensando na vida, na viagem, etc. Vi o trem passar por algumas estações, percebi que já estávamos na Suíça e quando adormeci, devia ser umas 4 horas da manhã. continua...
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