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Marco Calavera

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Reputação

0 Neutra
  1. Analândia, Brotas, Itirapina - Perguntas e Respostas

    Lara, faz tempo que morei na região e estou voltando agora. Duvido que haja um camping assim nessas cidades. Já há uns 6 anos, não conseguia encontrar nada assim pela região, especialmente Brotas. A chance maior seria em Analândia, que é menos badalada. Se houver algum lugar, gostaria muito de saber também.
  2. Só uma correção: A Trilha das Grutas, ou Trilha das Mangueiras é a que sai pela esquerda no condomínio, não pela direita. No meio, está a Minha Deusa e à direita está a Dos Monges, que está fechada pelo mato. E um aviso: a Trilha das Grutas e a Minha Deusa se encontram um pouco antes do ponto de água principal. Ali nesse ponto de água há uma bifurcação. Uma saída numa parte mais alta, à esquerda, e uma saída numa parte mais baixa, à direita. A saída da esquerda leva a um trecho que está bastante perigoso. Tem até um ponto em que é preciso passar por uma lage de pedra quase na vertical, se agarrando na vegetação em volta. Eu indico pegarem a saída da direita.
  3. Acesso á Pedra Grande (Atibaia)

    Da rodoviária de Atibaia você pode pegar o ônibus Água Espraiada e pedir pra descer perto do condomínio Arco-íris ou Flamboyant. Veja o horário aqui: http://www.viacaoatibaiasp.com.br/busca.php
  4. Trilhas e praias da Ponta da Espia (Ubatuba-SP) - dez/13

    Oi Rafael, Parabéns pelo relato. E pela aventura também! Infelizmente o problema do lixo é muito recorrente nas trilhas mesmo. Tenho recolhido bastante lixo, mas tem lugar que não tenho saco (plático) para levar tudo que encontro. Curiosamente, estive em São Thomé há uns dias e, na trilha para a cachoeira mais movimentada havia uma série de sacos espalhados pela trilha para que as pessoas jogassem seu lixo. Pelo menos funcionou, não encontrei lixo por ali!
  5. Cara, você tem alguma referência do ponto em que saiu da trilha Minha Deusa?
  6. Esqueci de comentar algo importante. Antes de entrar na área de mata, que abriga o ponto de água, há uma bifurcação importante. Ela está marcada por um totem maior no meio e um totem menor (uma pequena pilha de pedras em cima de uma pedra grande) à ESQUERDA. Nós seguimos por esse caminho. É pela esquerda que se encontra o ponto de água.
  7. Por ironia do destino, estive fora das trilhas desde que me mudei para Atibaia, há cerca de um ano e meio. Antes, morava no oeste do estado, onde tinha de inventar percursos por estradas rurais ou viajar para fazer uma trilha. Agora, estou numa região cheia de lugares para ir e nunca ia. Mas, ontem, resolvi quebrar o jejum. Acredito que a dica mais importante do relato seja essa, que não vi em nem um outro lugar aqui no fórum: Há uma linha de ônibus suburbano que passa em frente ao condomínio que dá acesso às trilhas. Existem outras formas de chegar ao início das trilhas, dando a volta por trás dos condomínios e pegando uma trilha que é bem visível por fazer um ziguezague na encosta do morro (é bem visível até pelo Google Maps). De qualquer forma, decidimos entrar pelo condomínio, caminho que já havíamos conhecido na semana passada. Para chegar ao condomínio, pega-se o ônibus Águas Espraiadas no terminal urbano. O terminal urbano de Atibaia nada mais é que uma série de pontos de ônibus que ficam na lateral do quarteirão da rodoviária. Por isso, quem vem para cidade de ônibus, já está logo ali. Só é preciso ficar atento aos horários, porque o Águas Espraiadas sai de 2h em 2h do terminal. Por isso aconselho ligarem na empresa de ônibus para se informarem dos horários (http://www.viacaoatibaiasp.com.br/). O ônibus circular é uma boa opção para chegar até a trilha se você não está de carro, pois os táxis aqui estão mais caros que os de São Paulo. Bem, voltando ao relato, pegamos o Águas Espraiadas às 10h e demoramos uns 40min para chegar até o condomínio Arco-íris (e não o Flamboyant, como alguns relatos dizem). Saltamos no ponto e voltamos alguns metros até a rua do condomínio. Nela, está uma empresa que promove saltos de paraglider, alguns bares e uma padaria na esquina. A rua termina na portaria do condomínio. Nós entramos sem avisar, por que o segurança estava ocupado e nós já sabíamos o caminho. É preciso prestar atenção porque nesse ponto acontece um erro comum. Quando fomos conhecer o caminho até o início das trilhas, o segurança havia informado para tomar a primeira rua à esquerda e segui-la até encontrar um orelhão, onde tomaríamos a direita. Mas esse é o caminho errado. NO ORELHÃO, É PRECISO VIRAR À ESQUERDA. Não sei se essa é alguma brincadeira dos seguranças ou algo do tipo... ainda estou matutando sobre isso. Depois do orelhão segue-se a rua novamente, ela faz algumas curvas e passa em frente a alguns predinhos que se vê na entrada do condomínio. Ali há uma guarita abandonada. Passa-se por ela e toma-se a próxima rua à direita, que já é uma rua de terra. Essa rua é curta e termina no início das trilhas. A Pedra Grande já foi objeto de uma série de ideias malucas. A mais famosa delas consistia em extrair o granito de sua crista e construir no que restasse um condomínio. Felizmente, a população da cidade se uniu e promoveu manifestações ainda nos últimos anos da Ditadura Militar para impedir a destruição da pedra. Em auxílio aos moradores, o CONDEPHAAT, à época sob presidência do geógrafo Aziz Ab'Saber conduziu o tombamento da Pedra Grande como Patrimônio Paisagístico. Foi o primeiro tombamento desse tipo no Brasil e significa que é importante preservar esse acidente geográfico, não só pela sua importância para natureza, mas pela importância que ela tem na cultura dos moradores ao redor. Para quem não sabe, a Pedra Grande pode ser vista de quase qualquer ponto de Atibaia. E, quem puder, eu sugiro que a veja de um dos mirantes da Rua 13 de Maio, no centro da cidade. Ali você poderá ter noção da imponência da montanha aonde você subirá e da ferida que os condomínios (especialmente o Flamboyant e o Arco-íris) causam na paisagem. Hoje, ela também está dentro do território do Parque Estadual do Itapetinga. Antes de subir a trilha, paramos na sombra de uma árvore para passar o protetor solar. E também da uma descansado porque as ladeiras já tinham afetado a Vanessa, minha companheira. É importante se preparar para o sol, pois boa parte da trilha Minha Deusa é desprotegida de vegetação, assim como o topo da Pedra. Não há mais a placa que indica os nomes das três trilhas, mas a Minha Deusa é a que sai do meio e sobe por entre umas pedras enormes na encosta. O solo de saibro é bastante escorregadio e há vários momentos de escalaminhada ou de transposição de desníveis de cerca de 1,5m de altura. Eu não sei se aquilo é uma trilha que virou erosão de enxurrada ou erosão de enxurrada que virou trilha, mas isso significa tomar muito cuidado para não escorregar na terra solta e puxar os mais baixinhos nos degraus formados ali. Ao meio dia, paramos sob a sombra de uma árvore para almoçar. E vimos que passaram várias pessoas descendo e subindo a trilha, incluindo um senhor japonês de mais de 60 anos e um homem com três cachorros babões, que vieram pedir carinho e pedir um pouco dos nossos sanduíches. Descobrimos, então, que a trilha é bem movimentada de finais de semana. Continuamos a subida. Há uma série de bifurcações, muitas delas são caminhos alternativos que acabam voltando à trilha principal. Mas nem todas são. Como seguíamos as erosões de enxurrada, eu sabia que, de qualquer forma chegaríamos ao topo. Tomamos sempre o caminho da direita nas bifurcações e acabamos chegando a uma região com vegetação nativa que ameniza o sol. Por esse caminho, passamos por um filete de água que cruza a trilha e que não dá pra encher o cantil. Mais a frente há um córrego onde é possível pegar água tranquilamente. Ali, encontramos um grupo que estava descendo. Perguntamos sobre a bifurcação da trilha, indicada por uma placa com seta dupla, e eles nos indicaram que os dois caminhos dão na mesma trilha, mas que o da direita é mais leve. Foi o que seguimos, então. Aqui há mais um trecho de caminhos relativamente planos entre a vegetação, mas também começa a parte final, com bons desníveis de enxurrada a vencer. Aqui, tive de ajudar a Vanessa a subir várias vezes. Pois a perna dela não alcançava subir os degraus altos. Ao final desse trecho, chegamos à crista. Ali, se vê várias outras trilhas que são usadas pela administração do parque usa, mas que eu não faço ideia de onde vão dar. Ali, um cara nos passou subindo a trilha num bom ritmo e o seguimos à distância, fazendo algumas pausas para admirar a paisagem. Estávamos em cima de uma formação rochosa onde se faz rapel e é possível ver alguns grampos instalados. Seguimos por sua crista e descemos pela parede da pedra. Pessoalmente, fiquei em dúvida que seria possível descer por ali e subir pelo Cucuruto, pois é muito íngreme. À essas alturas, eu, que tenho digestão muito rápida, estava com fome de novo e já me sentido meio tonto. Por isso, andar na crista das pedras não estava sendo lá muito agradável, embora eu me sentisse no Senhor dos Anéis ou no Hobbit. O jeito foi cantarolar o tema dos filmes e não olhar muito pra baixo. Na verdade, o granito ali dá uma ótima aderência e a gente consegue fazer o percurso sem maiores dificuldades. Assim, subimos o Cucuruto, que é um ponto onde há acesso por carro. Ali se encontra muita gente que vai admirar a paisagem, namorar ou saltar de Paraglider e Asa-delta. Conversamos com um ciclista que havia subido pela estrada e nos garantiu que foi até lá só porque não tinha lugar melhor para comer sua barrinha de cereais. Também havia um grupo meditando, entoando mantras e tocando uma sineta, que foi interrompido por um fiscal da prefeitura, que não devia fazer ideia de que p*** era aquela. Eram pouco mais de 15h quando chegamos ali. Andamos um puco pelo topo, mas não xeretamos tudo o que queríamos, o que inclui encontrar a trilha que sobre até a Pedra Rachada, que é o ponto mais alto. No Cucuruto tem sinal de celular, então ligamos para um amigo que mora em Bom Jesus dos Perdões, onde começa a estrada que termina no topo da Pedra. Decidimos que iríamos descer pela estrada e fazer uma visita a ele. Na estrada há um ponto de água e, mais abaixo a Pousada e Camping Pedra Grande. O caminho é obviamente mais brando que a trilha, mas é muito mais longo. No percurso, nos ofereceram carona e seguimos de carro até a Rodovia Dom Pedro I, onde encontraríamos nosso amigo. Tomamos uma água de coco e seguimos sujos e fedidos para tomar um café em sua casa. Por fim, estou enviando o link da Carta Topográfica do IBGE. Para mim, ela não foi muito útil porque a orientação por ali é simples e a carta também é de 1984. Por isso ela não tem as trilhas atualizadas nem os condomínios ou as estradas. De qualquer forma: http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/mapas/GEBIS%20-%20RJ/SF-23-Y-C-III-2.jpg
  8. Repelentes Alternativos

    Só vejo uma solução: encontrar alguém com o sangue mais doce que o seu!
  9. Construindo uma Espiriteira (Fogareiro a Álcool)

    Estamos com participantes bastante dedicados! Todo mundo lendo esse tópico GIGANTESCO antes de comentar... Marcos, aquele modelo que eu construí era bem eficiente, mas era só um protótipo, é preciso pensar numa forma de fazê-lo mais resistente. Sobre as panelas, tem um tópico onde eu sugiro um adaptação de marmitas: construindo-um-kit-paneleiro-t49281.html Havia um outro cara que criou uma forma mais eficiente que a minha de adaptar um cabo móvel na marmita, mas parece que ele sumiu daqui. Abs E boas criações!
  10. GV, O que eu falei acima foi baseado em nos relatos de um viajante da época de sobrenome Aleixo e nos comentários de Sérgio Buarque de Holanda sobre o tal caminho. Mas já ouvi essa versão de "vários peabirus" e acho bastante válida e mesmo compatível com as fontes que citei. Otávio, Realmente a história do túnel não rola mesmo. Quanto ao caminho, penso numa estrada feita pelos povos desse lado do continente mesmo. Subestimamos muito a capacidade deles naquele tempo. Sendo o caminho segundo as descrições, "calçado" com grama, é impossível encontrar vestígios fora das partes onde já o conhecemos, visto que a agricultura já revirou a terra incontáveis vezes. Mas, tendo existido ou não tal caminho, o que precisamos fazer é encontrar uma maneira de preservar as trilhas que restam. São parte da nossa história e da nossa cultura, além de nos divertir bastante nessas pernadas.
  11. Barracas NAUTIKA

    Tufa, É só dobrar e enrolar bem apertado. Vai ter que fazer várias vezes até acertar, não tem nem um outro segredo. Boa sorte.
  12. Barracas NAUTIKA

    Tufa, É só dobrar e enrolar bem apertado. Vai ter que fazer várias vezes até acertar, não tem nem um outro segredo. Boa sorte.
  13. Otávio, Há muito poucos estudos arqueológicos ou históricos sobre o Peabiru, mas é provável que, de uma forma ou de outra, tenha existido. O que há é uma série de citações de caminhos feitos pelos povos indígenas por escritores antigos ou então descrições de viajantes. Mas os estudos recentes mostram cada vez mais que os povos que aqui habitavam até a chegada dos portugueses possuíam estruturas bastante complexas, as quais só não conhecemos porque eram construídas de materiais perecíveis. Esse é ocaso das trilhas também, a maioria das trilhas usadas pelos portugueses na Serra do Mar eram trilhas indígenas que foram calçadas com pedras. Talvez esse seja o caso da trilha citada. Quanto à escrita na pedra é absurda mesmo, além dos algarismos romanos usa o modelo de data ocidental, como se seguisse o calendário cristão... hehehe. Um patê de história! De qualquer forma é uma trilha incrível, pena que fica longe daqui.
  14. Bushcraft - Fogueiras

    A idéia é boa mesmo. Precisávamos testar!
  15. Pico do Agudo - Trekking Maringá Adventure

    É preciso informações sobre o processo de "compra" primeiro. Mas promover um abaixo-assinado pode ser uma forma interessante de demonstrar o interesse no público.
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