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Marco Calavera

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  1. Lara, faz tempo que morei na região e estou voltando agora. Duvido que haja um camping assim nessas cidades. Já há uns 6 anos, não conseguia encontrar nada assim pela região, especialmente Brotas. A chance maior seria em Analândia, que é menos badalada. Se houver algum lugar, gostaria muito de saber também.
  2. Só uma correção: A Trilha das Grutas, ou Trilha das Mangueiras é a que sai pela esquerda no condomínio, não pela direita. No meio, está a Minha Deusa e à direita está a Dos Monges, que está fechada pelo mato. E um aviso: a Trilha das Grutas e a Minha Deusa se encontram um pouco antes do ponto de água principal. Ali nesse ponto de água há uma bifurcação. Uma saída numa parte mais alta, à esquerda, e uma saída numa parte mais baixa, à direita. A saída da esquerda leva a um trecho que está bastante perigoso. Tem até um ponto em que é preciso passar por uma lage de pedra quase na vertical, se
  3. Da rodoviária de Atibaia você pode pegar o ônibus Água Espraiada e pedir pra descer perto do condomínio Arco-íris ou Flamboyant. Veja o horário aqui: http://www.viacaoatibaiasp.com.br/busca.php
  4. Oi Rafael, Parabéns pelo relato. E pela aventura também! Infelizmente o problema do lixo é muito recorrente nas trilhas mesmo. Tenho recolhido bastante lixo, mas tem lugar que não tenho saco (plático) para levar tudo que encontro. Curiosamente, estive em São Thomé há uns dias e, na trilha para a cachoeira mais movimentada havia uma série de sacos espalhados pela trilha para que as pessoas jogassem seu lixo. Pelo menos funcionou, não encontrei lixo por ali!
  5. Cara, você tem alguma referência do ponto em que saiu da trilha Minha Deusa?
  6. Esqueci de comentar algo importante. Antes de entrar na área de mata, que abriga o ponto de água, há uma bifurcação importante. Ela está marcada por um totem maior no meio e um totem menor (uma pequena pilha de pedras em cima de uma pedra grande) à ESQUERDA. Nós seguimos por esse caminho. É pela esquerda que se encontra o ponto de água.
  7. Por ironia do destino, estive fora das trilhas desde que me mudei para Atibaia, há cerca de um ano e meio. Antes, morava no oeste do estado, onde tinha de inventar percursos por estradas rurais ou viajar para fazer uma trilha. Agora, estou numa região cheia de lugares para ir e nunca ia. Mas, ontem, resolvi quebrar o jejum. Acredito que a dica mais importante do relato seja essa, que não vi em nem um outro lugar aqui no fórum: Há uma linha de ônibus suburbano que passa em frente ao condomínio que dá acesso às trilhas. Existem outras formas de chegar ao início das trilhas, dando a volta por
  8. Só vejo uma solução: encontrar alguém com o sangue mais doce que o seu!
  9. Estamos com participantes bastante dedicados! Todo mundo lendo esse tópico GIGANTESCO antes de comentar... Marcos, aquele modelo que eu construí era bem eficiente, mas era só um protótipo, é preciso pensar numa forma de fazê-lo mais resistente. Sobre as panelas, tem um tópico onde eu sugiro um adaptação de marmitas: construindo-um-kit-paneleiro-t49281.html Havia um outro cara que criou uma forma mais eficiente que a minha de adaptar um cabo móvel na marmita, mas parece que ele sumiu daqui. Abs E boas criações!
  10. GV, O que eu falei acima foi baseado em nos relatos de um viajante da época de sobrenome Aleixo e nos comentários de Sérgio Buarque de Holanda sobre o tal caminho. Mas já ouvi essa versão de "vários peabirus" e acho bastante válida e mesmo compatível com as fontes que citei. Otávio, Realmente a história do túnel não rola mesmo. Quanto ao caminho, penso numa estrada feita pelos povos desse lado do continente mesmo. Subestimamos muito a capacidade deles naquele tempo. Sendo o caminho segundo as descrições, "calçado" com grama, é impossível encontrar vestígios fora das partes onde já
  11. Tufa, É só dobrar e enrolar bem apertado. Vai ter que fazer várias vezes até acertar, não tem nem um outro segredo. Boa sorte.
  12. Tufa, É só dobrar e enrolar bem apertado. Vai ter que fazer várias vezes até acertar, não tem nem um outro segredo. Boa sorte.
  13. Otávio, Há muito poucos estudos arqueológicos ou históricos sobre o Peabiru, mas é provável que, de uma forma ou de outra, tenha existido. O que há é uma série de citações de caminhos feitos pelos povos indígenas por escritores antigos ou então descrições de viajantes. Mas os estudos recentes mostram cada vez mais que os povos que aqui habitavam até a chegada dos portugueses possuíam estruturas bastante complexas, as quais só não conhecemos porque eram construídas de materiais perecíveis. Esse é ocaso das trilhas também, a maioria das trilhas usadas pelos portugueses na Serra do Mar eram tri
  14. A idéia é boa mesmo. Precisávamos testar!
  15. É preciso informações sobre o processo de "compra" primeiro. Mas promover um abaixo-assinado pode ser uma forma interessante de demonstrar o interesse no público.
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