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casweb

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  • Data de Nascimento Abril 7
  1. Oi PriGRG, Desculpa a demora na resposta, mas recebi a notificação da sua mensagem com atraso. Bom, eu comprei os ingressos para visitar os estúdios da Warner pelo site deles mesmo, e na época existiam "n" horários para visitas com guias em inglês, e se não me engano, apenas 2 horários com guias em espanhol (um pela manhã e outro à tarde). O tour acontece em grupos pequenos, com cerca de 12 pessoas, então é possível que isto, somado ao número reduzido de horários, e a uma época do ano mais procurada para visitas, tenha esgotado todos os ingressos para o período que você vai estar lá. Po
  2. Brasileiro adorar viajar para fazer compras, mas fazer isto no Reino Unido, a um custo baixo é difícil. O pior, é que todas as grandes marcas estão lá fazendo vontade aos mais consumistas. As ruas Oxford e Regent Street são os principais pontos de compra de Londres, mas não se esqueçam das dicas anteriores de Portobello Road, Camdem Town, Baker Street, Covent Garden, entre outras. De todos estes lugares entretanto, a Oxford Street (http://www.oxfordstreet.co.uk) é a mais conhecida rua de comércio da capital britânica, e nela você encontrará o que há de novidade no mundo da moda em lojas co
  3. Obrigado Ana. É muito bom saber que o meu relato esteja te ajudando a montar o seu roteiro de viagem.Com certeza você vai gostar muito de Liverpool e ter depois muitas novas dicas para repassar para o pessoal daqui do Mochileiros. Apesar da cidade ser famosa principalmente pelos Beatles, li muito pouca coisa de lá contada por brasileiros. Ótimo intercâmbio e uma boa viagem prá você !
  4. Depois de tantos dias intensos, tinha chegado o de ir embora. Mesmo que tenhamos visitado muita coisa, ido a muitos lugares e conhecido um pouco de tudo, obviamente algumas atrações que gostaríamos de ir acabaram ficando apenas na lista. Como disse no início do meu relato, o planejamento e a definição de prioridades antes de iniciar uma viagem como esta é fundamental, assim como agrupar as atrações o máximo possível, de forma que não se perca tempo com os deslocamentos. Também é importante verificar horários de funcionamento dos pontos turísticos, por que eventualmente um museu, por exemplo, f
  5. Começamos nosso último dia completo em Londres, nos dirigindo a Camden Town, que é a quarta atração mais popular de Londres, reunindo cerca de 100 mil pessoas a cada final de semana, especialmente aos domingos. A região ficou famosa pelo seu mercado de artesanato aberto no início dos anos 70, e principalmente pelo público que este mercado atraiu. O lugar foi, e ainda é, a meca dos punks, mas hoje eles dividem o espaço com outras tribos e sociedades alternativas, e claro, com os turistas. As fachadas das lojas já são uma atração em si, com enormes caveiras, corpos, robôs, botas, aviões e até o
  6. Uma visita ao Museu Britânico é obrigatória em qualquer lista de atrações na capital inglesa. Com um acervo de mais de 13 milhões de peças, é o primeiro grande museu público, gratuito, secular e nacional em todo o mundo, tendo sido fundado em 1753. Como já haviamos o visitado na viagem anterior, e sabíamos do seu tamanho, deixamos para ir pela manhã, quando estivéssemos com disposição e descansados após uma boa noite de “recuperação física”, para enfrentar os seus três andares, e poder ficar horas e horas andando de um lado para o outro. O British Museum dispõe de peças de praticamente todas a
  7. Começamos o dia em direção ao Palácio Westminster (http://www.parliament.uk), um dos símbolos de Londres e aonde está localizado a Sede do parlamento britânico com suas célebres instituições: Câmaras dos Lordes e dos Comuns, e a Torre do Relógio, em cujo interior está o famoso e gigantesco Big Ben. Descemos na estação de metrô de Westminster, que fica exatamente em frente ao parlamento. Muitos já tiram fotos do Big Ben dali mesmo, mas é possível encontrar outros ângulos legais para fotografar. Para aqueles que dispõem de mais tempo, é possível fazer um tour pago pelas salas e corredores do Pal
  8. Depois de 3 dias incompletos em Londres, dois na primeira parte da viagem, antes da ida a Manchester, e o restinho de dia depois da chegada de Liverpool, finalmente tínhamos um dia completo para rodar por Londres. Como o café da manhã no hotel era no melhor estilo inglês, com tudo aquilo que nós brasileiros não temos o costume de comer pela manhã, descobrimos um Starbucks próximo ao hotel, e foi lá que todas as manhãs íamos tomar café, e ânimo, para enfrentar o frio londrino. Prá quem não está muito a fim de comprar um chip local (o SIM Card), o Starbucks é uma ótima opção para se utilizar int
  9. Que bom que o meu relato esteja sendo útil para o planejamento da sua viagem. A Feira de Portobello Road merece ser mesmo visitada, de preferência com calma e com bastante tempo, já que ela é enorme e fica lotada. Além disto, serve para sair um pouco do roteiro tradicional de atrações turísticas de Londres.
  10. Londres fica a 346 km de Liverpool e a duração da viagem por trem, leva cerca de 2 horas e 30 min. Depois da rápida passagem pela capital britânica antes de ir a Manchester, o objetivo agora era de explorar com calma, algumas outras atrações de Londres que não conheci quando estive lá alguns anos atrás, mas acabei também revisitando algumas que merecem ser visitadas, sempre que possível. Esta era a última etapa da minha viagem e reservei 4 dias completos para rodar na cidade, sem falar no restinho do dia vindo de Liverpool, e mais uma manhã do dia da volta ao Brasil. Apesar de inúmeras rec
  11. Acordamos cedo para aquele que seria o nosso último dia em Liverpool. Nossas passagens de trem para Londres estavam marcadas para às 14:04 h, e nosso check-out no hotel teria que ocorrer até às 11:00 h. Estas quase 3 horas de folga, serviriam para almoçarmos tranquilamente enquanto esperássemos pelo trem, mas ou menos como já havíamos feito, e dado certo, em Manchester. Mesmo já tendo andado muito por Liverpool, ainda tinhamos muito o que ver e a manhã seria curta para isto. Infelizmente, quando se escolhe um bom destino para viajar, dificilmente se conhecerá tudo que se deseja. Por conta
  12. O segundo dia completo em Liverpool começou frio e nublado. Depois do café da manhã no hotel, descemos mais uma vez a Hanove Street até chegar a Albert Dock. É lá que que se encontra o “Beatles Story” (http://www.beatlesstory.com/) que alguns chamam de Museu dos Beatles, e que está localizado mais especificamente no Liverpool Waterfront (http://www.liverpoolwaterfront.org/). Evidentemente é mais um passeio para quem gosta da banda e tem curiosidades a respeito da vida e da música deles, antes, durante e após a fase Beatles. São vendidos 4 tipos de tickets para visitar o Beatles Story. O primei
  13. O dia amanheceu chuvoso, mas mais fazia frio do que molhava. Não comentei, mas durante os dias de nossa viagem, a temperatura sempre esteve baixa e por volta dos 5 graus. O único passeio em Liverpool, que havia comprado pela internet com antecedência, era o "Beatles Magical Mystery Tour" (http://www.cavernclub.org/the-magical-mystery-tour), que sai de frente do "Beatles Story", em Albert Dock. Para chegar até lá do ponto onde estávamos, bastava descer a Hanove Street. Albert Dock é uma região que foi revitalizada há cerca de 25 anos e assim como Printworks, em Manchester, hoje possui vários re
  14. Se Manchester era uma cidade que sempre me lembrava futebol, Liverpool, sempre esteve associada aos Beatles. Mesmo a cidade possuindo desde 2004, uma extensa área portuária listada como Patrimônio da Humanidade pela Unesco, acredito, que também boa parte dos turistas que prá lá se dirigem, só vão por conta dos Beatles. A prova disto, é que mesmo depois de passadas décadas de sua dissolução e da morte de 2 dos 4 integrantes da banda, ainda existem diversos negócios na cidade ligados exclusivamente à marca “Beatles”. Liverpool está a cerca de 55 km de Manchester, e a viagem de trem dura cer
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