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miltonleal

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Sobre miltonleal

  • Data de Nascimento 06-07-1988

Bio

  • Ocupação
    Jornalista.
  1. Amigos e amigas, A minha amada Quechua Forclaz 50L (modelo antigo), depois de muita caçamba de caminhão, pediu pra ser aposentada. Eu amo essa mochila e essa marca e, principalmente, a cor preta da mochila, que me fez por muitas vezes me passar despercebido como um viajante perdido. Viajo daqui 9 dias e estou DESESPERADO tentando encontrar uma mochila boa, que tenha de 45 a 50 litros, de cor PRETA e que caiba no meu bolso. Há semanas busco mochilas usadas em sites como Enjoei, OLX e Mercado Livre. Já pesquisei todas as mochilas existentes nas lojas brasileiras e não consegui encontrar nada decente por um preço justo. Por isso, venho aqui rogar por uma mochila que esteja encostada e que seja preta. Se tiver uma Quechua Forclaz 50, pode ter certeza que darei uma boa oferta. Desculpe este post esquisito, mas a mochila é a coisa mais importante na minha vida e eu estou em busca de uma nova companheira. Não é tão fácil encontrá-la no Brasil. Boa estrada a todos.
  2. Ricard, posso te dar uma dica? Se você quiser realmente ficar na Índia um longo tempo, use os países fronteiriços (Nepal, Sri Lanka, Butão, Bangladesh) para fazer o processo de "renovação" do seu visto, ou seja, aplicar novamente para o visto de turista a partir da embaixada indiana no país vizinho. Os norte-americanos, somente eles, podem aplicar para vistos de turismo com duração de de 5 e 10 anos. Exemplo. Você chega na Índia, fica três meses, vai pro Sri Lanka fica o quanto quiser lá (até 6 meses), volta pra Índia com um visto de 3 ou 6 meses, dependendo da sua sorte na embaixada. Depois fica na Índia durante o novo visto, depois sai pro Nepal, depois volta, depois sai pro Butão, e assim por diante. Eu estou nessa caminhada. Vivendo e viajando o subcontinente indiano.
  3. miltonleal

    Índia

    Ruan, Essa sua conta de budget me parece OK. Também estou indo para Índia em março, sem planos. Chego em Mumbai e depois eu vejo. Comprei apenas passagem de ida. Depois da Índia, ainda fico viajando, creio. Meu budget diário vai ser de 10 dollars = alimentação, estadia e transporte. Talvez eu compre uma bicicleta e viaje de bicicleta, o que vai ajudar a reduzir ainda mais meus custos. Com certeza dá para viajar com essa grana que vocês está calculando. Safe travels.
  4. Oi Tayla. Chego em Mumbai dia 10 de março, fico uns dias por ali e depois devo ir até Ahmenabad, em Gujarat, para ver o Holi naquela cidade, que dizem ser a mais tradicional para a festa.
  5. Comprei minha passagem no dia 28 de janeiro de 2014. A Ethipian Airways vai me levar de SP até Mumbai, com escalas no Togo e na Etiópia. Comprei passagem só de ida: 930 dólares com taxas. Para quem queria só ida, como é o meu caso, foi um bom negócio.
  6. Galera, cheguei em lencois faz 3 dias e com muito custo consegui um bom guia para fazer o trekking do vale do pato em 4 dias por 300 reais mais comida. A gente vai sair de lencois nesta segunda dia 16 de julho. Se alguém quiser se juntar al grupo, já estamos em 5. Eu, um amigo e três francesas. Mande SMS para 11 65691206. Valeu
  7. Felipe, Acho que teu roteiro te algumas incongruências. 1) da Estônia vc quer fazer um back track pra Hungria? Acho pouco inteligente. Tente otimizar isso ou cortar os bálticos. 2) Da Jordânia, eu acho que vc não consegue entrar no Iraque. Eu tô indo agora e vou entrar pela Turquia, o visto para o Iraque Kusdistan sai na fronteira. Ali embaixo acho que vc vai precisar do visto para o Iraque "normal" e é complicadíssimo, vc precisa de guia se não me engano. É um inferno. 3) Myanmar e Bangladesh são pedras no sapato. Em Myanmar acho que vc só consegue entrar perto da fronteira pra visitar e voltar. Bangladesh vc precisa de visto e é um inferno. Eu vou voar do Nepal pra Tailândia. O voo é barato. 4) Sobre teu budget, 30 euros por dia dá, sobra e vc ainda pode dar troco. Isso é claro se vc fizer couchsurfing na Europa e hitchhiking. Meu budget na Europa ficou em 25 euros por dia, daria pra fazer com 20 ou menos se eu não bebesse tanto. Mas eu usei o CS quase 90% do tempo e peguei algumas caronas. Abs!
  8. Bom, como o Mike disse, a maioria vc consegue tirar fora do Brasil em países fronteiriços ou em fronteiras e aeroportos. O visto chinês e o japonês são complicadíssimos. Mas tudo varia da embaixada que vc vai tentar o seu visto. Eu tirei meu visto do Irã (que é complicado de tirar no Brasil) em 4 dias na embaixada em Budapeste. Eu sempre tento falar com o embaixador ou o cônsul pra contar a minha história e chorar as pitangas. Agora vou tentar tirar o visto pro Paquistão no Irã. Dizem que é impossível, mas um brasileiro conseguiu ano passado. Vamos ver se dou sorte.
  9. Rodrigo, eu testei a Light tb. Fiquei meio assim com as alças. Me pareceram mais frágeis. Além disso, ela só tem uma abertura, né, que é aquela no meio. Achei a Forclaz normal mais inteligente. Foda, muita dúvida. O bom da Quechua é que viajo com 50L e aí saio do Brasil com 3/4 da mala cheia e posso adquirir algumas coisas no caminho. Em compesação, a Deuter é muito boa. É uma escolha difícil que eu não estou conseguindo fazer ainda. Ambas têm prós e contras. É como escolher um apartamento. Afinal, ela será minha casa por dois anos. Obrigado pela sugestão
  10. Amigos, estou embarcado em uma RTW daqui 15 dias. Estou entre duas mochilas. Deuter Futura Pro 42 (R$262,00) http://www.deuter.com.br/detalhes-mochila-futura-pro-42 e Quechua 50L Forclaz (R$100, comprando na Decathlon da Holanda, que é onde eu chego). O que vocês me sugerem? A maior parte do meu trajeto será feito durante estações do ano com clima bom. Não vou levar Anorak. Somente uma blusa mesmo. Minha meta é carregar no máximo 9 kg. Vou levar um netbook de 1kg. Não levarei bota. Apenas um tênis, que geralmente estará no pé. Poucas roupas. Preciso de uma mochila pequena, pois na África mochila grande paga passagem, rs. A Deuter está com um preço fantástico no apetrexo.com.br . Inclusive, mais barato que na Europa, pelo que chequei nos sites. A Quechua eu achei boa, ela tem um zíper que abre longitudinalmente e um outro para acesso por cima. Mas o acolchoado das alças eu achei inferior ao da Deuter. Enfim, o que vocês podem dizer? Abraços.
  11. Por Milton Leal, depois de mais 7 dias cariocas No Rio de Janeiro, há calor até na forma como os cariocas se cumprimentam. Diferentemente de muitos lugares no Brasil - nos quais a etiqueta manda dar um beijinho no rosto -, na cidade maravilhosa a recepção é feita com dois beijos, um na bochecha direita e um na esquerda. Por isso, dizer que o Rio de Janeiro recebe seus turistas de braços abertos é uma meia-verdade. O emblema de cidade violenta, esparramado pelos “tele/jornais”, é de certa forma um estigma, um exagero. Não é porque facções de bandidos e de policiais corruptos têm mais força que o Estado em alguns locais, que a população se acanha. Assim como no início do século passado, quando o samba começou a tilintar no bairro do Estácio de Sá, os boêmios contemporâneos não hesitam, de jeito nenhum, em rodar as frequentadas ruas da Lapa durante a madrugada. Como toda e qualquer grande cidade do mundo, ela apresenta problemas, em parte devido a sua alta densidade populacional, que reúne quase 6 mil pessoas por quilômetro quadrado e gera toda sorte de infortúnios, mas também em razão de uma nítida e perversa desigualdade social. A divisão entre os que vivem nas comunidades e os que habitam a elitizada Zona Sul é evidente. Não chegam a ser dois mundos, mas são, ao menos, dois ambientes muito distintos e peculiares. O circuito Copacabana – Ipanema – Leblon é apenas a face mais bonita, bem cuidada e conhecida do Rio. Tomar o trem rumo à Zona Norte é que pode fazer o turista ver de perto o “Apartheid” carioca. Mas no centro da cidade, tanto durante o expediente do dia quanto à noite, a mistura entre a gente de lá e a gente de cá acontece. Às quintas-feiras, patricinhas da Barra da Tijuca e turistas estrangeiros pisam no mesmo tablado que os moradores dos morros, quando a zabumba bate seca no Forró da rua do Mercado. Com banda ao vivo, a festa, que se estende noite adentro, reúne centenas de jovens, que ocupam toda a rua de paralelepípedo do antigo mercado, ao lado da famosa Praça XV. Nas noites de sexta e sábado, a Lapa ferve. A miscigenação de tribos e a variedade de boates impressiona. Assistir ao nascer do Sol é prática comum de quem sai à noite na cidade. Dezenas e mais dezenas de bares apinhados com mesas na rua ficam de portas abertas até o último gole do último cliente. A pedra do Arpoador, perto de Ipanema, é um dos locais preferidos para ver a subida (ou, depois de pegar uma praia, a descida) do astro. E quando o gigante amarelo está morno, ainda pela manhã, o programa é correr ou andar de bicicleta ao redor da Lagoa Rodrigo de Freitas, perto de Copacabana. De tarde, quando ele arde, o Posto 9, na praia de Ipanema, é o reduto dos universitários e dos turistas mais descolados. A oferta cultural não perde em nada para as paisagens cariocas. No centro, na Cinelândia, fica o Cine Odeon, construído nos anos 30, quando o presidente Getúlio Vargas governava o País diretamente do Palácio do Catete, que hoje abriga o Museu da República. Ali também no “downtown”, vale dar uma passada na imensa biblioteca do Real Gabinete Português e no ostensivo e reformado Theatro Municipal. Ver o Rio de Janeiro do Corcovado ou do Pão de Açúcar não é a mesma coisa que andar de chinelo nas ruas, subir o morro, falar de Fla-Flu no boteco ou ir à praia no domingo. É no chão que o Rio vira Janeiro.
  12. bTeixeira, Eu já marquei consulta gratuita no Ambulatório dos Viajantes do Hospital das Clínicas. É o mesmo esquema. Valeu pela dica. Bacana o blog. Vou acompanhar. Abraços.
  13. O problema é que pra vc se sentir seguro, você terá que acionar o seguro, rsrs. Concorda? Espero que isso realmente não aconteça.
  14. Fala bTeixeira, Dei uma boa lida na apólica, procurei pela empresa na Internet, li notícias sobre, consultei o Thorn Tree, etc. Realmente, o preço é isso aí, cerca de 400 dólares. Mas achei pouquíssimas pessoas comentando sobre essa empresa. Estou com um pé atrás. Mas, de fato, o preço é menos da metade do que o World Nomads cobra. Não sei o que fazer, rs. Abs.
  15. Oi Beta. Realmente é isso aí que você falou. Incrivelmente, o World Nomads aumentou e muito o preço da apólice no site deles. No HostelWorld ainda está 901 dólares. Acho que vou correr com isso. Você vai fazer no WN também?
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