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romuloff

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Tudo que romuloff postou

  1. uma dúvida, alguem sabe a diferença do nylon pro poliester? pois muito comentaram q fizeram no nylon, e notei que a da Arienti é no poliester. no google só dá resultado sobre a diferença pra serigrafia, mas gostaria de saber em questão de resistência, rigidez e durabilidade.
  2. Ana, o cadeado nessa Arienti dá pra firmar os zíperes em algum lugar fixo, igual por exemplo essas da Solange e do André, pra evitar o golpe da cesárea? (quote2 abaixo da sua foto) quote1 (Arienti by ana-clara.r ) url:http://www.mochileiros.com/post1155196.html#p1155196 quote2 (anti golpe cesárea da by solange alves) url:http://www.mochileiros.com/post487986.html#p487986 quote3 (anti golpe cesárea da by André Eidi ) url:http://www.mochileiros.com/post1141897.html#p1141897
  3. Por favor, poderia citar os preços do tour pro Saara? E também a comparação de quando vc disse que fica mais barato com mais pessoas Obrigado
  4. achei interessantíssima essa ideia. obrigado tem alguma dica a mais de como que fecha ele e onde que fura pro pessoal do despache colocar a identificação?
  5. G-E-N-I-A-L !!!!! magnífico, eu desconhecia PS: desenterrando tópico =)
  6. Aew! Também sou de Uberlandia e também estou planejando ushuaia. Vc já foi?
  7. Animal! Desenterrando o tópico. Rola um tracklog? Estou indo pra região final de Agosto, rolê São Thomé das Letras, Serra do Papagaio/Vale do Matutu, Ibitipoca
  8. Desenterrando o tópico Estou procurando um seguro assim que cubra roubos, pra um grupo de pessoas em uma viagem de bike, principalmente que cubra pelo menos as bicicletas. Mas parece que o worldnomads infelizmente parece não mais atender o Brasil =(
  9. *CONTROLE DE VERSÕES DO TÓPICO: 08/10/2015 23:00 - versão 1 - sem imagens e sem link 09/10/2015 18:00 - versão 2 - com links 09/10/2015 22:00 - versão 3 - com fotos e vídeos Mais uma vez aproveitando uma mega-promoção imperdível [link] para Santiago do Chile, e desta vez ainda saindo da cidade que moro (Uberlândia-MG): R$ 206,00 sem as taxas e R$ 409,00 com as taxas ! Outra coisa que mais uma vez aconteceu foi pegar um período de festas tradicionais, desta vez sem ter planejado, mas foram as denominadas "Fiestas Pátrias", feriado nacional no Chile dias 18/09 e 19/09. Até o dia 20 estive com uma amiga e após este dia, sozinho. Resumo do roteiro realizado: 17/09 QUI: início viagem 18/09 SEX: Santiago 19/09 SAB: Valparaíso / Viña del Mar 20/09 DOM: Valparaíso / Santiago 21/09 SEG: Santiago 22/09 TER: Los Andes / Puente del Inca 23/09 QUA: Puente del Inca / Mendoza 24/09 QUI: Mendoza 25/09 SEX: Mendoza a Santiago 26/09 SAB: Santiago 27/09 DOM: Santiago 28/09 SEG: retorno ao Brasil Mapa com a maioria das citações de locais deste relato: https://www.google.com/maps/d/edit?mid=zP_8-xeBtQFQ.kM-BsuNIbfuY&usp=sharing Observações pré-relato: Infelizmente planejei pouco algumas coisas nesta viagem para tentar deixá-la mais aberta, mas acabei me arrependendo muito pois não consegui fazer alguns roteiros por não ter achado forma econômica que se eu tivesse me planejado dariam para ter sido realizados: Farellones (região Valle Nevado) e Cajon del Maipo. Pra não confundir, algumas palavrinhas que se repetem: Cerro = Morro Dicas gerais: Moeda: na cotação de quando fui, a forma mais fácil de fazer a conversão da moeda, era dividir o valor por 100 (subir a vírgula 2 casas decimais) e depois dividir o valor por 2. O resultado era um pouco menos (aprox. 20%) do que realmente era o valor em real, mas já dava uma ideia sem fazer conta difícil. Sem acrescentar os 20% q é a conta mais difícil (valor acima dividido por 5) já dá pra ter uma ideia boa, é só saber que é um pouco mais que aquele resultado. Isto é, para 2.000 pesos chilenos: 1) dividir por 100 = 20 2) dividir por 2 = 10 3) +20% = 10 + (10/5) = 12 Outro mais "difícil": 7.000 pesos chilenos: 1) dividir por 100 = 70 2) dividir por 2 = 35 3) +20% = 35 + (35/5) = 42 Alguns links que me ajudaram a planejar a viagem e obter informações: -drive __________________________________________________ Dia 1 - QUI 17/09/2015 : inicio viagem Local: Udi -> SP -> Santiago Atividades: viagem Acomodação: avião ---------------------------------------------------------------------- Nada a declarar, somente início da viagem, saindo de Uberlândia, rumo a Santiago com escala em Guarulhos. Uberlândia > SP-Guarulhos 17/09 16:20 > 17/09 17:25 SP-Guarulhos > Santiago 17/09 20:50 > 18/09 01:10 __________________________________________________ Dia 2 - SEX 18/09/2015 : tour Santiago e Fiestas Patrias Local: Santiago (feriado) Atividades: chegada de madruga, passeio/tour, festa no parque O'Higgins Acomodação: casa de amigo - região Providencia ---------------------------------------------------------------------- Peguei meu mochilão na esteira do aeroporto por volta de 01:40, e como não havia reservado transfer (na volta fiz, recomendo fazer na ida também), fui de táxi, no total de $ 16.000 pesos chilenos (=~R$90,00), mas em 2 pessoas. Cheguei por volta de 03:00 da manhã na casa de um amigo (Pablo), e quando pensei que iria incomodar a chegada esta hora, toquei a campainha, esperei alguns minutos e quando ele apareceu descobri que ele não estava dormindo, mas sim já festejando as "Fiestas Pátrias" com outros amigos do Chile e bebendo pisco e ouvindo um som maneiro. Lá eles costumam tomar o pisco misturado com coca ou com outro refrigerante tipo sprite. Mesmo depois de uma viagem semi-cansativa não teve como negar se juntar à celebração. Devemos ter ficado até por volta de 04:30 reunidos e depois fui tomar banho e dormir. [foto] Iniciando-se o dia propriamente dito, fomos andando para o "Museo Bellas Artes" de onde sai um tour da empresa Tour4Tips. Eles tem 2 tours em Santiago, o da manhã às 10:00 passa por áreas que eles dizem ser mais o dia-a-dia do povo de lá [link]. O da tarde às 15:00 passa pelos pontos mais turístico e históricos [link]. Ambos saem do mesmo local: Museo Bellas Artes, e é fácil identificar pois os guias ficam com uma roupa de Wally ("Onde está o Wally"). Não sei se é porque era feriado e alguns dos locais do tour estavam fechados, mas este tour da manhã me decepcionou um pouco, e depois vi no panfleto que realmente deveríamos ter passado em mais lugares. Um local que está no roteiro e não fomos foi o Mercado "La Vega" que mais tarde descreverei, mas gostaria de ter conhecido antes, além de ter ouvido comentários sobre no tour, o que não aconteceu. Enfim, o tour começou e fomos indo rumo ao Mercado central / mercado de peixes, com algumas paradas para outras explicações no caminho. [foto mercado central galpões com peixe] [foto mercado central, região restaurantes, tem no piso de cima também] Depois de um bom rolê pelo mercado central fomos de metrô para o cemitério público (Cementerio General). OBS: o valor do metrô em Santiago funciona por hora, mas não me lembro de ter pego o metrô nenhuma vez fora da hora normal, mas enfim, segue foto pra referência: [foto 2015-09-26-17h23m42] Creio que o tour se extendeu muito neste local, que acabou que ficou enjoativo, apesar de algumas coisas interessantes a serem vistas lá e histórias que foram contadas. [foto] Pelo menos após o cemitério, encerramos o passeio em um restaurante-bar chamado Quita Peñas na esquina da entrada do cemitério e do metrô, onde nos foi apresentada a bebida "Terremoto". É uma bebida onde vai vinho branco, fernet, rum (ron), conhaque, groselha (granadina) e por cima sorvete de abacaxi. Recomendo provarem esta bebida neste local pois foi o melhor que achei em toda Santiago! Nos outros locais é comum ter só o vinho branco, o sorvete por cima e somente alguns dos outros ingredientes, por exemplo sem rum. Este foi o primeiro terremoto forte que senti no Chile hehehhe sério, neste restaurante foi o mais forte que tomei, mas é magnífico o drink! [foto bebida terremoto] Após o tour que finalizou por volta de 13:10, fomos almoçar no restaurante do Tio Willy, no mercado central, pois o guia do tour nos falou que indicando que fizemos o tour, ganhávamos algumas cortesias: foi uma dose de pisco sour e outra coisa que me esqueci. Pedimos um "Curanto" que é um prato que vem várias carnes misturadas, prato típico lá no Chile, vem carne de porco, de vaca, frango, peixe e mariscos. Estava bom e bem servido, mas eu recomendaria outro prato somente com peixe, pois a carne de frango estava quase crua, e imagino ser o normal de ser servido lá. [foto cardápio 1] [foto cardápio 2] Depois do restaurante, a intenção era emendar o tour da tarde, das 15:00, mas paguei a conta já era essa hora, mas mesmo assim tentei ir pro museu bellas artes. No fim acabou que não consegui mesmo, mas fui pra plaza de armas pra conhecer, e depois voltei novamente a pé pra casa pra arrumar pro evento das Fiestas Patrias que já estava rolando no Parque O'Higgins desde mais cedo. Este evento fiquei sabendo pelo couchsurfing [link] e acabei pegando contatos de vários participantes antes que nos ajudaram com algumas coisas e nos encontraram lá tb, mesmo sem 3g deu-se um jeito. Fomos para o parque por volta de 17:30, desta vez de metrô, descendo na estação Rondizonni, que segundo informações era mais perto da portaria da festa e realmente era do lado (a estação anterior chama Parque O'Higgins e se não fosse essa informação com certeza eu teria descido mais longe). A festa foi muito interessante, com as barraquinhas que lá eles chamam de "Fondas" e uma dança tradicional que eles chamam de "cueca". Sim, cueca hahaha antes de ir eu não estava entendendo nada pois tinha gente falando "lá no parque vai ser legal porque vai ter muito cueca". kkkkkkkkkkk Resultado da festa: me animei tomando terremoto, uns 6, com um único shot de tequila nesse meio ... mas no parque eu até que estava bem, mas depois fomos pra uma balada e saindo do parque já não me recordo muito dos fatos hahahaha fomos de metrô e a balada era no bairro Providência, ao menos perto de onde eu estava ficando. Lá na verdade parece ser a melhor parte da cidade pra se sair a noite, é muito animado! O nome da balada eu nem lembro, mas entrava de graça e me falaram q as coisas lá dentro eram caras. Mas não sei muito bem como paguei os 2 whisky que me lembro de ter tomado lá dentro, pois havia saido pro parque com 20.000 pesos chilenos, aprox. R$115, e comi e bebi no parque, além da entrada pro parque (se me recordo 3.000 =~R$17). Tudo bem, é muita grana pra um mochileiro que preza economia gastar em uma tarde/noite, mas pra mim valeu porque me diverti muito e quando isso acontece não preciso festar nenhum outro dia da viagem. hehehe __________________________________________________ Dia 3 - SAB 19/09/2015 : ida a Valparaíso / Viña del Mar Local: Santiago -> Valparaíso / Viña del Mar Atividades: Acomodação: Hostel Planeta Lindo - $8.000 ---------------------------------------------------------------------- Depois da farra da noite anterior não teve como acordar muito cedo, mas parti pra Valparaíso por volta de 12:30, deixei a mochila grande na casa em Santiago e levei só a menor. Infelizmente não anotei o valor da passagem, mas edito aqui caso eu lembrar. Pra ir pra Valparaíso (tb conhecido como Valpo) vá até a estação de metrô Pajaritos e o terminal de ônibus tem o mesmo nome. A companhia foi a TurBus, parece q era mais barata q a outra q tinha fila maior e o ônibus é tranquilo, confortável. Mais uma vez cheguei atrasado pro tour, que começa lá às 15:00 e pra mim era o único horário, então chegando lá na estação de ônibus por volta de 14:50, corri pegar uma condução para a Plaza Sotomayor de onde se inicia o tour. Mas cheguei lá já eram umas 15:15, e novamente tentei achar o pessoal pelas redondezas, mas sem sucesso. Desisti de procurar somente depois de ver no mapinha que tinha a informação do tour, que o mesmo também acontecia às 10:00 da manhã. Então depois de subir várias escadas (região El Peral) pra subir os morros lá (Cerro) fui pro hostel (Planeta Lindo, que fica no Cerro Alegre) fazer checkin chegando lá às 16:00, deixei a mochilinha no hostel e parti pra conhecer Viña del Mar, já que o tour em Valparaíso ficou pro outro dia. Neste dia já deu pra sentir o encanto de Valparaíso, pro lugar que você olha você vê um grafite, um mais interessante que o outro. Fascinante! [foto grafite valparaiso] Fui pra Viña pegando uma condução simples, na rua perto da plaza sotomayor. Estava escrito Viña e entrei, não foi caro, afinal é muito perto, mas longe pra ir a pé. Lá fomos primeiro conhecer a região central pra depois ir descendo pra região da praia. Comecei numa pracinha que no fundo tem uma igreja, caminhando depois até o Parque Quinta Vergara, de acesso gratuito, vale dar um rolê por lá. Se tiver mais tempo em Viña recomendo o Jardim Botânico que fica mais longe, vi muitas opiniões boas sobre lá. Depois do parque fui pro relógio de flores, só pra "carimbar o selo" de turista hehehe Após parada rápida só pra foto no relógio, segui pra praia pra então conhecer pela primeira vez o oceano pacífico, mas apesar de ser louco por água não rolou banho não hahaha outra coisa que não rolou foi o por do sol, pois estava nublado =/ [foto praia] Segui então pela orla até o castelo Wulff, que estava fechado (acho q fecha as 17:00) mas como o melhor de castelo é o lado de fora mesmo deu pra tirar umas fotos legais, tá valendo pra um castelo que não é lá tanto assim hahaha [foto castelo] Para voltar pra Valparaíso escolhemos outra condução pra variar um pouco, o trêm/metrô. Esperava que fosse mais rápido, mas valeu a experiência. Peguei na estação "Miramar" e desci na estação final: "Puerto" (o porto que fica perto da plaza sotomayor). Chegando em Valparaíso a noite, fomos procurar um local pra comer pois estava o dia inteiro sem comer quase nada. Como eu havia ouvido falar que os 'cerros' lá tem muitos bares e eram animados a noite, fui direto pra lá, dessa vez de elevador, o Ascensor Concepcion, que fica bem escondido e demorei bons minutos procurando a entrada que é minúscula e se não olhar a placa lá no alto não se enxerga que é ali. A foto abaixo é de outro dia mais cedo, pra referência. [foto entrada Ascensor Cerro Concepcion] No Cerro (Concepcion) não encontrei uma noite tão agitada quanto eu estava esperando, mas acabamos numa das melhores escolhas da viagem: o bar/restaurante "Color Cafe". Pois ao passar por lá estava tocando uma banda sensacional, no fim peguei até o nome da vocalista: Florencia Tommasini. Também filmei o final do show, segue abaixo. Lá também provei as cervejas porteñas, muito boas: Del Puerto e Mestiza. Pra comer, uma panqueca de queijo com + algo e um sanduba de atum. Saimos de lá já eram 22:30 e fui pro hostel dormir. [foto fachada Color Cafe] [link pro video] não está funcionando colocar direto com o play aqui __________________________________________________ Dia 4 - DOM 20/09/2015 : retorno a Santiago Local: Valparaíso -> Santiago Atividades: tour em Valparaíso, Cerro San Cristóbal Acomodação: casa de amigo - região Providencia ---------------------------------------------------------------------- Desta vez acordando na hora pra não ter perigo de perder o tour, e também já fui com a mochilinha e checkout realizado no hostel, que detalhe, não tem café da manhã. Cheguei na plaza sotomayor (sim, de novo essa praça kkk) às 09:50, e já avistei as blusas do wally. Dessa vez o tour foi excelente, passamos por vários pontos interessantes, com boas explicações e espanhol tranquilo de entender. Abaixo a foto do mapa de Valparaíso e em abaixo em destaque o roteiro do tour. O mapa eu peguei no fim do tour em Santiago, é um lado Santiago e outro Valparaíso. Mais abaixo disponibilizo o outro lado. [foto mapa lado valparaiso ] [foto mapa valparaiso - foco tour] Ponto forte do tour foi quando paramos na casa de um Sr. que vendia empanadas e alfajores 'artesanais'. O alfajor vc ganha um de brinde no começo. A empanada era de queijo e salmão, uma delícia! Não deu pra terminar o tour efetivamente, pois o ônibus de volta pra Santiago já estava comprado pras 13:15, e o tour se encerraria bem próximo disso, então sai por volta de 12:45 do tour, perto da - adivinha - plaza sotomayor. O que sei que perdi foi a apresentação de outra bebida chilena: a la chicha. Logo o ônibus pra rodoviária passou e ainda sobrou tempo na rodoviária. Chegando em Santiago, novamente pelo terminal Pajaritos, voltei pra casa e logo saimos com o Pablo pra subir o Monte San Cristóbal a pé, por volta de 16:00. A subida convencional é bem longuinha, 5km e pouco até o cume (cumbre). [foto da visão das montanhas antes de chegar ao cume] Um pouco mais abaixo do cume tomamos a famosa e temida bebida "Mote Con Huesillos". Ela é temida pois dependendo do ângulo q vc olha parece um cérebro ou um feto naqueles liquidos de laboratório sabe, mas é uma delícia. No fundo vai trigo e no meio vai pêssego. Alguns servem o pêssego com o caroço, mas esse era sem e fica bem mole, excelente e saboroso! Dizem também ser revigorante e realmente dá pra sentir uma diferença, além de também matar muito a fome. [foto mote com huesillos] A descida foi bem mais rápida, pois pegamos um atalho (que fica fechado por motivo de segurança a partir das 18:00) e apesar de já ter passado desse horário deste horário decidimos correr o risco, pois estávamos em 3, e vimos alguns ainda subindo pelo atalho. Mais uma obs., o ascensor (elevador) fecha às 19:00 em ponto. Depois do cerro fomos fazer compras pra janta, hamburger, e depois da janta fui dormir. No mercado vi da bebida "inca kola" q eu queria muito ter comprado mas só achei embalagem grande retornável (que precisa ter uma pra trocar) e acabei ficando na vontade de relembrar um pouquinho do Peru. __________________________________________________ Dia 5 - SEG 21/09/2015 : bike Local: Santiago Atividades: compras acessórios bike e pedal Cerro san Cristobal Acomodação: casa de amigo - região Providencia ---------------------------------------------------------------------- Primeiro uma história bem longa de planos que não deram certo que devo contar para relato. Pra este dia, estava planejado uma viagem para Mendoza de carro alugado com alguns amigos do couchsurfing do dia da festa no parque. A intenção de ir de carro, é porque o ônibus pra Mendoza, não para em nenhum dos atrativos entre Santiago e Mendoza, que é a parte mais legal (puente del inca, aconcagua, etc). Indo de carro poderíamos conhecer tudo por alí sem pagar por um tour caro em Mendoza. Eu estava meio que organizando tudo, e no domingo 20/09, já eramos 4 no carro o que era a meta de pessoas para que a viagem ficasse um bom custo/benefício. Passei o evento pro dia 22/09 então. MAS nesta segunda 21/09 fui logo pela manhã fechar os detalhes na agência de locação de carro, e ali vi que os planos eram impossíveis. PARA ALUGAR UM CARRO PARA CRUZAR OS PAÍSES, é preciso fazer a reserva do carro pelo menos 4 dias antes, para que eles solicitem algum tipo de permissão para o veículo, e esta permissão é cara (159.900 pesos =~ R$ 900), e além desta ainda teria que deixar uma garantia de mais de 1milhão de pesos! esse não precisa nem de conversão pra ver q é caro né! Enfim, voltei correndo pra casa que estava próxima e avisei ao pessoal que estava em um grupo do whatsapp já formado, sobre as informações e consequentemente cancelamento da viagem de carro. Pra referência, segue aqui está o [link] do evento no couchsurfing que criei. Iniciamos planos então de mudar a viagem para Cajon del Maipo, pois assim não teria os custos extras, e pra conhecer Cajon del Maipo é bom estar com um veículo pois os lugares legais são muito longes um dos outros, sem contar que o lugar que eu mais queria conhecer é impossível chegar de transporte público e disseram ser difícil carona por lá (o lugar é o lago "Embalse del Yeso"). Detalhe que com a mudança, um dos que estavam no grupo pra Mendoza saiu pois já tinha planos com outras pessoas pra Cajon, mas uma menina do Chile chamou uma amiga pro grupo, a qual até carro tinha, então continuamos em 4, mas agora com possibilidade de nem precisar alugar carro. Os hostels lá dos que eu pesquisei, só tem um a preço acessível e mesmo assim caro, é o Chikiyan Hostal [link], mas não havia mais vaga e como estaríamos indo em 4 pessoas verifiquei uma boa e bem mais barata oportunidade pelo airbnb [link], e é pra alugar a cabana inteira! dá pra divertir hein! Enfim, pra não desmembrar essa história gigante, no fim do dia as meninas do Chile deram pra trás de ir de dia de semana (terça 22/09), e então nada deu certo. Com isso, me planejei para ir para Mendoza de carona no próximo dia, terça 22/09. Tendo perdido a manhã com esses planos acima que não deram certo, pra tarde fui fazer algo que não é muito comum eu fazer em viagens: compras. Mas de algo específico, acessórios para bike, pois eu tenho uma empresa de cicloturismo, e no Brasil havia usando a mochila de hidratação de um amigo emprestada já a um tempo, então eu estava louco atrás de uma, pois eu já havia ouvido mais de uma pessoa falar que peças e acessórios de bike lá são muito baratas! O Pablo me deu uma ajuda e também me indicou um local onde eu encontraria isso mais facilmente, pois meu plano inicial era ir para um tal de Sports Mall [link local] que fica bem longe e não se chega lá somente de metrô. Só pra referência, outros locais que eu iria pra procurar isso, próximos a este shopping é a loja SportXpert [link local]. A rua/quarteirão que o Pablo me indicou, é a Avenida San Diego, o quarteirão acho q é entre a rua Coiapó e Coquimbo [link local]. Pra ir lá desce no metrô Universidad de Chile e pega 'descendo', sentido contrário do maior calçadão de pedestres, lá chamado de Paseo. Antes de chegar lá, fui pela Rua Arturo Plat, e logo no primeiro quarteirão, fiz uma parada no "Lucky Panda" pra comer um tipo de rolinho primavera mas de frango ("Arrollado de pollo"), era gigante, gostoso e barato (850 pesos). Realmente tem muitas lojas de bike lá e mesmo tendo rodado por todas elas procurando boas alternativas da mochila de hidratação, acabei comprando na primeira loja que eu pesquisei, a loja da TREK na esquina, afinal o preço da mochila com as características que eu queria (não queria daquelas fininhas que não tem como colocar mais nada) já com o refil d´agua, estava por 21.000 =~R$ 110 ... ótimo preço pois aqui no Brasil uma fininha q não cabe nada é algo perto de R$ 150,00, e inclusive lá nas outras lojas era comum ver só o preço da mochila (pior) por 18.000 e ainda tinha que comprar o refil por mais aprox. 10.000. Comprei feliz da vida e no instante deste relato já a utilizei e totalmente aprovada! [link-foto] Ao voltar rumo ao metrô, acabei percebendo que esta região é ótima pra quem está querendo comer (+lanche) barato. Fui atraído por uma fachada que dizia "2por1" (2x1 a la plancha, rua san diego 654). Comi 2 completos (o cachorro quente deles), um italiano e um outro q esqueci o nome + café grande por 1500 pesos. Só que esta hora descobri algo que no Chile não é comum ter café coado mesmo nas lanchonetes como acontece aqui no Brasil, e recebi um sachê de Nescafé, depois a moça vem com a água quente. hehehehhe amantes de café preparem-se pra pirar no Chile. [foto dos "completos" e do café] Cheguei em casa por volta de 16:50 e ainda recebi um convite do Pablo pra um pedal, que não sou bobo de recusar. Fomos subir o cerro san cristobal novamente, mas por um caminho totalmente diferente do realizado a pé. Primeiro fomos por baixo em direção ao belo parque Bicentenário. [foto Parque Bicentenário] Depois rodeando a cidade lá pelo fim dela, começamos a entrar no parque do cerro san cristobal (Parque Metropolitano). No cerro tem várias trilhinhas pra mountain bike muito desafiadoras, com uma combinação de trilhas dá pra fazer um circuito com ótima altimetria para treinos, mas não era a intenção, só brincamos nestes morros um pouquinho e seguimos para o anfiteatro que fica em cima do cerro (diferente do 'cumbre' da estátua), com uma bela vista da cordilheira. [foto anfiteatro] Pra sair do cerro também foi sensacional, pois pegamos uma baixada com curvas bem fechadas, mas que dava pra pegar uma velocidade animal, muito divertido! Depois disso, comi uma sopa de feijão, e, cama. Afinal o próximo dia seria imprevisível pois eu iria para Mendoza de forma econômica (a passagem direta é bem cara). __________________________________________________ Dia 6 - TER 22/09/2015 : rumo a Mendoza de carona Local: Santiago -> Los Andes -> Puente Del Inca Atividades: viagem pra Los Andes, carona até Puente del Inca Acomodação: hospedaje puente del inca ---------------------------------------------------------------------- O Pablo e as Chilenas que furaram Cajon del Maipo me deram uma ajuda neste sentido, e me recomendaram ir pra Los Andes de ônibus pq a passagem é barata, e de lá tentar a carona, então foi assim que fiz. [foto "partiu mochilar"] Peguei o ônibus pra Los Andes já meio tarde, por volta de 13:00 pois passei a manhã inteira ajustando o roteiro do que eu deveria fazer e criando planos B,C,D,etc. hehehe A estação dessa vez foi diferente da de Valpo, foi o "Terminal de Buses Alameda", metrô "Universidad de Santiago". A passagem foi realmente barata, algo perto de 1.500 pesos. Chegando na estação de ônibus de Los Andes, obtive algumas informações para confirmar onde seria melhor eu obter carona pra ir pra Mendoza e era realmente aonde eu já havia planejado, perto do denominado "Puerto Terrestre" onde vários caminhões fazem parada. A caminhada era longa, mais de 5km com o mochilão nas costas e a mochilinha na frente, mas nada demais, afinal este é um relato de mochileiro, certo =) Acabei decidindo não ir especificamente neste Puerto Terrestre e fiquei em um ponto exato onde todos que passassem estariam indo rumo a Mendoza. [link-local-street-view] Cheguei neste local já eram umas 17:00, em várias tentativas nenhum caminhão parou pra mim "haciendo dedo" (carona lá). [foto haciendo dedo] Um pouco antes de anoitecer, perto das 18:30, vi vários caminhões parando em fila na lanchonete que tem ali perto, peguei as mochilas correndo e fui lá pois conversando com o caminhão parado é mais fácil né, e não deu outra, conversei com o primeiro lá dentro da lanchonete mesmo e consegui a carona! Foi realmente muita sorte, pois mais 30 minutos que eu esperasse lá ia começar a anoitecer e eu provavelmente iria ter q voltar pra Los Andes andando e tentar a carona ou me render a ir de ônibus só no outro dia (pelo menos de los andes fica um pouco mais barato a passagem). Como já estava anoitecendo, decidi descer da carona já no local que eu mais queria conhecer, a puente del inca (planejando não conhecer a noite, mas me hospedar lá em um hostel q eu já sabia que existia). Pois se eu fosse até Mendoza, de qualquer forma teria q pagar um tour ou pegar outro transporte pra lá. No caminho até lá foi um passeio, com meu novo amigo motorista, o Diego, Argentino! gente boníssima e muito prudente na direção. Digo isso pois passamos pela estrada "Los Caracoles" ao anoitecer (magnífico!) e tinham caminhões fazendo manobras perigosas de ultrapassagem (já não bastasse o perigo da estrada), mas Diego sempre tranquilo na sua linha. Depois do Los Caracoles, atravessamos o túnel Cristo Redentor, que é a divisa entre Chile e Argentina, e logo após é necessário fazer uma parada no controle/alfândega Chilena. [foto eu e Diego] Enfim cheguei no vilarejo da puente del inca e na hospedaje (a maiorzinha q fica logo na estrada), negociei por 150 pesos argentinos (=~ R$60) com "café da manhã", pra uma região sem ninguém e sendo a única opção não tinha o que pensar. Ah, apesar de bem simples, não era quarto compartilhado, era um quarto somente com uma cama, mas na moral, é bem zoado, é só pra quem não tem frescura mesmo. Deixei finalmente o mochilão no quarto e fui pra sala onde tinha um pessoal pra trocar uma ideia, mas fiquei bem pouco, só tomei um chá quente e fui dormir pois queria acordar bem cedo ("agendei" o café com o cara q me perguntou que horario que eu queria, pras 07:30). [foto quarto hospedaje puente del inca] [foto chá antes de dormir] __________________________________________________ Dia 7 - QUA 23/09/2015 : atrativos nos andes e ida a Mendoza Local: Puente del Inca -> Mendoza Atividades: puente del inca, parque provincial aconcagua Acomodação: Banana Hostel ---------------------------------------------------------------------- Como planejado acordei bem cedo, às 07:00, e já deixei tudo arrumado pra ir embora depois de visitar a puente del inca e aconcagua. Cheguei no local do café às 07:20 mas estava deserto e silencioso. Com certeza esse café não teria ninguem pro café às 07:30. No final esperei mais 10 minutos lá e quando comprovei que não teria ninguem me atendendo lá, fui pra fora pra ver o nascer do sol da puente del inca que era do lado. Céus! Que frio! Estava mais frio do que de noite, muito mais! Não dava pra ficar sem luva por mais de 1 minuto, mas pelo menos foi um momento de paz ver o sol mudando a paisagem e eu sozinho lá na puente del inca. Não é permitido caminhar sobre a ponte, por perigo de desmoronamento, isso pros humanos, pois tinham uns cachorros do hotel que me seguiram, e eles "podem" hehehe [foto amanhecendo o dia fora do hostel, frio pra cachorro] =) A paisagem em volta da ponte também é magnífica, com uma ferrovia desativada e o cenário repleto de neve pra tudo quanto é lado. Fiquei ali imaginando a dificuldade que deveria ser quando esta linha de trem funcionava, pois no inverno neva pra todo lado lá. Mas agora todos os túneis de trem q tem na linha estão destruídos pelo acúmulo de neve e prováveis avalanches. [foto linha férrea perto da puente del inca] Acabei voltando pro hotel por volta de 08:20, e acabei descobrindo alguns itens de café jogados em uma mesa, tinha café em pó (suave, argh) e bolachas tipo cream cracker e umas manteigas. Tava passando de bom e comecei eu mesmo a preparar meu café, e liguei também um aparelho que esquentava água. Já eram umas 8:30 começaram a chegar o pessoal da hospedagem, vi um inclusive indo lá ligar o aparelho que eu já havia ligado hahaha Nessa hora eles me ofereceram também a fazer algumas torradas, que não recusei, afinal o dia seria longo e iniciaria com uma caminhada ascendente até o parque do aconcagua. No fim acabou compensando ter combinado a hospedagem com café (fiz ele fazer o mesmo preço inicial q havia me falado sem café hehe pois com café ele tinha dito 200), pois depois que sai rumo ao aconcagua reparei que a vila estava ainda acordando e realmente eu não teria onde comer. Sai as 09:30 de novo pra puente del inca mas já pronto pra ir pro parque provincial aconcagua. Agora já não estava o mesmo frio de antes do sol, já bem melhor, podendo ficar sem luva tranquilo. [foto puente del inca] Da ponte até o parque aconcagua são 2,5km pela rodovia. Fui caminhando tranquilo, cheguei lá em uns 20 minutos. Ao chegar fui informado que as trilhas legais do parque que dão uma visão mais próxima da montanha estavam fechadas devido à neve e perigo de desabamentos, e também porque com neve não se vê o lago da trilha. Esta trilha chama-se "Laguna Horcones". Acho que no meio de outubro já se pode fazê-la. De qualquer forma tem uma mini-trilha pelo menos pra se avistar o Monte Aconcagua ao fundo, que não é o que eu queria mas já tá valendo, afinal é a 2ª maior montanha do mundo, e mais alto da América e de todo o hemisfério sul. [foto monte aconcagua ao fundo, no meio] Fiquei lá bem rapidinho até as 11:00 pois o pessoal da hospedagem havia me avisado que o transporte (eles falam coletivo) de lá até Mendoza passa às 12:00 e depois somente às 17:00 acho. Mais 2,5km pra chegar de novo na hospedagem, dessa vez mais rápido pq era descida. Cheguei na hospedagem, foi o tempo de pegar minha mochila, trocar uns pesos chilenos na vila por pesos argentinos, e ir pro local onde o ônibus para logo em frente à hospedagem, ao meio dia. De lá até Mendoza foram 72 pesos =~ R$30. AVISO IMPORTANTÍSSIMO: fazendo da forma que fiz de carona e parando na ponte inca, você deve informar pro transporte pra Mendoza que quer parar no "Centro de Control Aduanero AFIP, Uspallata" para fazer os procedimentos de transição de país Chile/Argentina! (fica um pouco antes de entrar na cidadezinha de Uspallata). [foto paisagens rumo a Mendoza] [foto paisagens rumo a Mendoza] Cheguei no terminal de Mendoza já eram umas 16 e tanto. Já deixei comprada a passagem de volta pra Santiago pro outro dia, às 22:30, pois os planos era chegar em Santiago cedo e partir pra Cajon del Maipo com a galera, planos de antes de eu sair de Santiago e desde que saí de lá até aqui eu estava sem acesso à internet para saber novidades (no fim eles já haviam mais uma vez furado, mas mantive os planos de voltar esse horário). A passagem saindo de Mendoza, se não estou enganado, é um pouco mais barata que a Santiago-Mendoza, saiu por 340 pesos com o lanche =~R$ 130, na empresa TurBus. Eu não havia reservado hostel pois não sabia quando chegaria ou se chegaria hehe mas eu tinha já tinha uma lista e fui 1,5km andando pro Lagares Hostel, mas chegando lá estava lotado =/ Pedi pelo menos pra usar o wifi e achei legal o Banana Hostel, mas eram mais 2km, fazer o que, fui né. Mas pelo menos peguei uma cerveja pra ir tomando no caminho, já que diferentemente do Chile, lá pode tomar na rua (segundo o recepcionista do Lagares me informou). Uma tal cerveja artesanal Puliwen, optei pela Pale Ale, resultado: horrível! Não sei se a garrafa estava suja ou o q aconteceu, mas a cerveja estava absurdamente toda virando bolha. Enfim cheguei no Banana Hostel, às 17:40, negociei uma diária por 110 pesos =~ R$44, preço que eu havia visto no hostelworld, mas queriam me cobrar outro preço no balcão. O hostel é muito bom e tem um ambiente externo gigantesco e um astral muito massa, os funcionários são super gente boa e é difícil distinguir quem é funcionário e quem é viajante, eu por exemplo confundi uma australiana q trabalha lá, achei q ela era viajante (era as 2 coisas hahaha). [foto ambiente externo banana hostel] Fui direto pro quarto pq novamente eu estava cansado e precisando de um belo banho pra recuperar um pouco. Depois desci até o ambiente de refeição onde o pessoal estava reunido conversando e bebendo Fernet, mas eu pedi uma cervejinha gelada. Neste dia estava programado ter pizza+vinho a vontade por 100 pesos, mas já ia ficando tarde depois das 21:00 e nada, então decidi sair pra procurar onde comer pois eu não havia comido mais nada depois do café na hospedagem, estava 'brocado' de fome. Acabei parando em um lugar pra se comer a vontade, pois naquele dia eu me daria o direito de comer tudo que havia passado fome a viagem inteira hahaha Foi no Onda Libre - a vontade, lá eles falam "Tenedor Libre", então se ver estas palavras juntas anime-se hehehe somente "Tenedor" acho que é como eles chamam o nosso self-service. Este restaurante fica na av. las heras, é relativamente perto do hostel. Definitivamente tirei a barriga da miséria, ah e tem churrasco também, e finalmente provei o churrasco argentino, pois quando fui pra buenos aires perdi essa parte pq fui casado com uma vegetariana, e eu não fiz questão das parrilladas hehehe tem umas carnes diferentes, mas a costela é q estava deliciosa. O self-service também é variadíssimo, e até a sobremesa é inclusa. Valor: 130 pesos =~ R$ 50. Sim, bem caro considerando que na minha cidade uma boa churrascaria é ~33 a noite, mas fazer o que, nessa viagem me surpreendeu muito os altos preços de comida,bebida,entre outros em Santiago e Mendoza, única exceção foi hospedagem q eram preços normais q eu já esperava (q só usei em Mendoza). [foto tirando a barriga da miséria] [foto das carnes] Voltei pro hostel de barriga cheia quase sem conseguir andar e não aguentei nem ver como era a noite em Mendoza, fui dormir. __________________________________________________ Dia 8 - QUI 24/09/2015 : programas em Mendoza Local: Mendoza Atividades: pedal em Mendoza e pra vinícula 'bodega benegas' Acomodação: Banana Hostel ---------------------------------------------------------------------- Acordei tomei café da manhã no hostel, bem gostoso e eles são super gente boa, tu pede algo pra mina ela faz se tiver os ingredientes disponíveis. Pedi só umas torradas, pq o resto q tinha na mesa já estava mais que suficiente. [foto café da manhã no hostel] O resto da manhã fiquei no computador traçando a rota do pedal que planejei fazer no dia, tentando inserir alguma vinícola no roteiro. Tracei uma rota até a vinícola 'Bodega Benegas' e a 'Tierras Altas' (que acabei não visitando por falta de tempo). Lá mexendo nos papéis, também percebi que eu havia comprado a passagem errada pois era pra ser pra este dia 24/09 22:30, eu no cansaço de ontem acabei comprando pra 25/09 22:30, então adicionei a rodoviária no roteiro de bike. Ah, a bike peguei no hostel mesmo, uma "fixed" (somente uma marcha), q pra quem tá acostumado com mountain bike foi um belo desafio e treino, e o freio ainda era no pedal, mais uma novidade, mas adoro novas experiências e foi tranquilo. Enfim, saí pro pedal já era por volta de 11:30. O primeiro destino era a rodoviária pra trocar a passagem, mas chegando lá, uma surpresa, não pude trocar pro dia pois a passagem (fronteira) pra Santiago estava fechada, devido à neve! Não passaria nada das 11:00 daquele dia até o início do outro dia (com sorte). Assim não pude comprar pras 22:30, então comprei pro primeiro horário do outro dia, às 8:30, na empresa parceira da TurBus q me esqueci o nome. [foto do email recebido pela TurBus informando que a fronteira estaria fechada] Fui de volta pro hostel então pra reservar minha vaga, pois obrigatoriamente teria q ficar mais uma noite em Mendoza, e pode ser q eu voltasse tarde do rolê de bike. Do hostel fui então pedalar pra vinícola Bodega Benegas, e conheci uma Mendoza interessante, também com seus grafites, e ruas extremamente bem arborizadas. Me agradou bastante. Mas de qualquer maneira não vejo muito o que fazer nesta cidade por mais de um dia, pois o atrativo principal são as vinícolas, e pra mim é quase tudo a mesma coisa e não é o tipo de programa que me atrai. [foto grafites em Mendoza] [foto pedalando pelas ruas arborizadas de Mendoza] Cheguei na vinícola às 15:50. Na porta encontrei um grupo de brasileiros q estavam entrando, e entrei junto. [foto chegando na bodega benegas, com a bike 'fixed'] Na recepção descobri que havia necessidade de reserva para fazer o passeio lá (lógico), eu não tinha, mas com um empurrãozinho dos brasileiros, a direção deixou, também com reconhecimento de eu ter pedalado até lá, 21km em uma bike bem humilde. O tour é bem legal, e os vinhos excelentes, no final provamos 4. O tour terminou já eram mais de 17:00 e vi que não seria possível ir até a outra vinícola que eu havia planejado ir (ainda mais sem reserva na outra também). [foto provando os vinhos na bodega] De lá voltei então direto pro hostel, parando em uma confeitaria algumas esquinas antes do hostel pra comprar uns doces (não muito comum pra mim) pra me alimentar, pois de novo estava somente com o café, e os doces acabaram matando minha fome pro resto do dia, e do q comprei ainda sobrou, e já que pessoal q estava na mesa do hostel não aceitou guardei pra complementar o café da manhã no bus do outro dia. Depois de um banho, fiquei pelo hostel e acabei saindo com uma Romena gente boa que estava no meu quarto procurar algum barzinho só pra relaxar um pouco, afinal eu estava um pouco frustrado q não havia conseguido voltar pra Santiago e aquela noite eu queria conhecer um pouco da noite de Mendoza também. Fomos pra um bar chamado Hangar 52 na av. villanueva aristides (o point de bares da noite de Mendoza) e fica bemm pertinho do hostel. Este bar foi recomendação do recepcionista do hostel, porque havíamos planejado mesmo de ir em um tal "Bar Por Aca" que vi pelo tripadvisor e tinha ótimas opiniões/recomendações, mas ele nos informou que havia fechado. Não paga entrada e havíamos achado o preço das bebidas um pouco caro (apesar de ser só coisa boa), mas descobrimos que até as 21:00 era happy hour (isso era umas 20:58 hahaha). Ficamos na fila pra garantir logo pelo menos um pint. Pedi uma que não estou recordado, mas fora do tradicional, gostei muito. Ficamos lá um tempo bebendo devagar e curtindo o ambiente que era bem diversificado e animado. Era um dos bares q estava mais cheio de toda a rua. Voltamos pro hostel e lá continuamos a noite de 'relaxamento' tomando vinho free da galera que já estava chapada lá na área de comer do hostel. __________________________________________________ Dia 9 - SEX 25/09/2015 : de volta pra Santiago Local: Mendoza -> Santiago Atividades: viagem pra Santiago Acomodação: casa de amiga - região Recoleta ---------------------------------------------------------------------- Em Mendoza fui pro terminal bem preocupado do ônibus não sair, mas acabou que deu tudo certo, mas a viagem foi longuíssima, com várias paradas de horas. Chegou em Santiago já era 19:00, e fui para outra casa lá, desta vez na região Recoleta, metrô Cerro Blanco, mas também do lado do Cerro San Cristobal e até mesmo da casa anterior. [foto lanche servido no bus] [foto los caracoles] __________________________________________________ Dia 10 - SAB 26/09/2015 : programas em Santiago Local: Santiago Atividades: tour em Santiago e show na plaza la paz Acomodação: casa de amiga - região Recoleta ---------------------------------------------------------------------- A partir daqui, todos roteiros mais "difíceis" (difícil de ser fazer economizando) que eu gostaria de realizar deram errado: Cajon del Maipo, e até mesmo Valle Nevado. Cajon del Maipo não deu certo pois como havia furado ir em grupo eu me planejei ir por conta própria neste dia a tarde e dormir lá, mas fazendo pesquisas pela manhã acabei encontrando um day tour que parece ser o mais barato e compensaria fazer com esta agência Manzur Expediciones [face] [whats +56 9 9335 7800], que inclusive parece q é um brasileiro. Acabei encontrando outro brasileiro que também leva pra Cajon del Maipo, mas deve ser bom pra quem puder fechar com mais gente pra ele levar, segue pra referência: Otávio Guia Brachileno [facebook] [whats +569 7997 3170] [fonte]. Daí mandei whatsapp pra esse Manzur Expediciones logo pela manhã falando que eu queria ir pra cajon del Maipo e que eu só tinha mais o próximo dia livre (DOM 27/09), ele me falou que seria possível mas que estava no transito e depois falaria comigo. Fiquei mais tranquilo e parei de fazer as pesquisas, mas no fim o cara não me respondeu mais até dia 1º de outubro quando eu já estava no Brasil =/ O pior é que esta pequena esperança de ir pra Cajon del Maipo no último dia me impossibilitaram de fazer outros programas q eu poderia ter feito neste último dia, como visitar a região de Farellones/Valle Nevado. Mas um pouco foi erro meu, pois de noite sem resposta sobre Cajon del Maipo eu já devia ter pesquisado sobre Valle Nevado, mas deixei pra ver no outro dia, e já era tarde demais, pois os transportes mais baratos pra lá saem às 08:00 da manhã (empresa Ski Total). Pior que ainda tinha esta informação até mesmo no mapa de Santiago que eu estava carregando quase desde o início da viagem. Outro motivo é que neste local eu só tinha wifi na recepção e não tinha no apartamento, então cooperou um pouco também. Enfim, neste dia saí pra fazer o tour da parte histórica de Santiago que havia perdido o outro dia lá no começo da viagem, e depois de noite iria pra um show chamado "1000 guitarras para Victor Jara" onde a amiga que eu estava hospedado iria tocar com +de 1000 pessoas tocando violão juntas. Segui a pé, pela região procurando algo pra comer bem e barato. Daí a recomendação era no Mercado "La Vega" (que lá anteriormente descrevi que o tour de manhã deveria ter passado aqui) ou no que fica do lado o Mercado Tirso de Molina. Se o mercado central é o mercado de peixes e dos restaurantes de cardápio mais sofisticadinhos, o La Vega é o de verduras, entre outros e os restaurantes que eu achei são meio que isolados, e não gostei de nenhum, então segui para o Tirso. Já na entrada do Tirso tinha opções melhores, mas pedindo um suco na parte debaixo é que eu obtive a informação que o melhor mesmo é na parte de cima! Subindo as escadas estão as melhores ofertas e pratos mais bem servidos de toda Santiago! e gostoso! Comi um peixe Reineta empanado, com arroz e batata frita. E ainda vinha entrada pãozinhos, sopa, salada! Tudo por apenas 2.500 pesos chilenos =~ R$ 14! Se estiver sozinho não se incomode de dividir uma mesa com pelo menos mais 3 pessoas, é super comum. O restaurante que eu comi fica logo bem a direita depois da escada, escolhi ele pois era o que estava mais cheio lá em cima. Ah, la em cima tem bastante variedade étnica de comida, tem do peru, argentina,brasileira, etc. [foto almoço] Desta vez terminei o almoço com tempo de folga pra chegar no museu bellas artes e pegar o tour das 15:00, e inclusive conhecer o museu antes. Este tour foi bem melhor que o tour da manhã, passamos pelos grafites do Inti na entrada do metro Bellas Artes, Plaza de Armas, Igreja, "Café com pernas" do centro (conto já já), Palacio La Moneda (maior parada), Bolsa de Comercio ("Wall Street" de lá), depois pegamos o Metrô Universidad de Chile rumo a Universidad Católica, pra irmos pro GAM (Centro Gabriel Mistral), onde encerrou-se o excelente tour. [foto palacio la moneda] Essa parada do "café com pernas" vale eu ressaltar e antecipar a história aqui porque é muito interessante (mais pros homens hehe). Pois houve uma época lá no Chile que no auge do comércio do café, fizeram espaços exclusivos para café, mesmo o Chile não tendo esta tradição. Resultado? nenhum estabelecimento estava indo bem. Até que, inventaram o "happy minute" onde prometiam um minuto das garçonetes de topless, caso chegassem em uma "determinada meta surpresa" para o dia. hahaha isso não tem mais, mas agora tem o café com piernas, pois segundo a guia disse, é comum entrar nestes café e ver mulheres atendendo de bikini. Não deu pra comprovar pois sábado e domingo fica fechado. O tour encerrou-se já era quase 18:00. O show que eu ia a noite começava às 20:00, então decidi comer um sorvete na sorveteria indicada pela guia, a "Emporia de la Rosa", próxima ao Parque Florestal. Dizem ser uma das 25 melhores sorveterias do mundo, e tem até um cartaz dizendo isso na porta, mas na moral, não achei isso tudo não, mas não é ruim, é bom e tem alguns sabores diferentes, mas muitos dos que eu queria não tinham disponíveis, isso é chato lá, não adianta olhar o cardápio gigante que fica em cima do pessoal que está servindo, pois só na hora que você chega pra pedir (e a fila tava grande) é que você vê o que tem disponível. Sai de lá e segui pro Cerro Santa Lucia, mas estava fechado (19:20), então segui pro metrô pra ir pro show, descendo na estação cementerios, que é a mais perto da plaza la paz. Ao descer na estação cementerios, já eram 20:00, hora que iria iniciar o show, mas eu não resisti a voltar no restaurante-bar Quita Peñas para provar a bebida "La Chicha" que eu havia perdido a apresentação no tour de Valparaíso. Essa nem sei o que tem, depois procuro e edito aqui. =D Só sei que preferi o terremoto. [foto bebida la chicha] Cheguei no show eram 20:30, a praça estava lotadassa, mas consegui um ótimo lugar bem no meio do início das pessoas em pé (tinha uma parte com cadeiras). Assisti todo o show lá até por volta de 22:00 quando anunciaram que iriam iniciar a última música e corri pra tentar identificar onde que a minha amiga estava no meio dos 1000 violões ahahaa a parte que me ajudou foi pq ela havia me mandado sem pretensões, uma foto no whatsapp, de qdo estava no ensaio a tarde, então pela foto consegui distinguir q era do lado direito perto da bandeira azul, assim achei ela rapidinho. De lá partimos pra casa com mais alguns amigos e depois de conversar um pouco fomos dormir. [foto no show '1000 guitarras para victor jara'] [vídeos - em breve] __________________________________________________ Dia 11 - DOM 27/09/2015 : programas em Santiago Local: Santiago Atividades: casa pablo neruda, cerro santa lucia Acomodação: casa de amiga - região Recoleta ---------------------------------------------------------------------- Conforme já descrito, neste dia pela manhã que fui descobrir que era difícil de subir pro Valle Nevado depois das 9:00. Então já estava conformado com tanta coisa não dando certo e fiquei novamente por Santiago mesmo. Fui conhecer o museu de pablo neruda e o cerro santa lucia. O museu do Pablo Neruda é bem interessante, até que vale a visita, mas são 5.000 pesos chilenos. É interessante a história contada na sala do vídeo que mistura a história de Salvador Allender Vs Augusto Pinochet, portanto recomendo ir neste museu depois de fazer o tour da tarde, mas nem pra tanto também. OBS: Não é permitido tirar foto em nenhum local interno da casa, somente no jardim. [foto recordação casa pablo neruda] Segui para tentar conhecer uma lanchonete chamada Fuente Alemana também falada no tour, mas estava fechada no domingo. No caminho pro cerro santa lucia passei por uma cervejaria "Chinchinero Sanguchería & Cervecería", e vendo o cardápio pelo lado de fora, vi que tinham uma cerveja que minha amiga Viviana havia me recomendado, a Kunstman, que tem nome alemão, mas é chilena. Acabei pedindo o chopp, e realmente estava bonzinho, mas nada demais. Eu ainda não disse então vou dizer aqui, no Chile é proibido tomar bebida alcoólica na rua, inclusive se o estabelecimento contar com uma área externa (essa segunda parte fiquei sabendo aqui pois eu queria me sentar na parte externa e a garçonete falou que não pode beber ali)! [foto cardápio de cervejas] Por volta de 15:00 finalmente conheci o Cerro Santa Lucia, que realmente é bem menos imponente que o Cerro San Cristobal, mas o mirante que fica lá no topo dele é bem mais interessante, tendo-se uma real dimensão 360º do centrão de Santiago, vale a visita, diferente de muitas opiniões, afinal se chega lá bem mais rápido que no outro. [foto panorama - previa antes do upload da 360 graus] [link foto 360 graus] Do cerro, eu iria direto pro museu bellas artes pois minha amiga me convidou pra assistir um espetáculo de dança que parecia interessante, mas não consegui ir direto pois pra variar eu estava sem comer nada, e fui lá na região do rolo primavera de frango, mas estava tudo fechado, acabei comendo sanduiche em um local que esqueci o nome ali perto do metrô Universidad de Chile. Acabei chegando no espetáculo uns 15 minutos atrasado e a porta estava fechada mas quando eu estava frente à porta, chegou uma sra. que conseguiu que abrissem pra ela, apesar do rapaz que abriu a porta estar muito bravo por alguem ter incomodado, se ela entrou eu entrei também. O espetáculo era bem psicodélico, digamos, uma dança das mais loucas que já vi. Foi uma experiência interessante. Saimos de lá umas 18:00 e fomos comprar bebida pra ver o eclipse lunar do apartamento bebendo um vinho. Chegando no apartamento, depois de um banho e descanso, preparamos uns pães com alho e azeite, empanadas de camarão, e bebemos com vinho. [foto da jantinha] Antes de dormir, liguei no transfer Transvip pra marcar um transporte compartilhado para o aeroporto (mais barato) e a hora disponível considerando que meu embarque era 06:45, foi 03:20. O telefone é (56 2) 26773000, se não der certo tem o Delfos também: (56 2) 2913 8800. Se vier do Brasil, agende por email: [email protected] __________________________________________________ Dia 12 - SEG 28/09/2015 : volta pro Brasil Local: Santiago -> SP -> Uberlândia Atividades: viagem Acomodação: N/A ---------------------------------------------------------------------- O transfer foi extremamente pontual, mas também fui o primeiro a entrar, depois ele passou pegou somente +2 e fomos pro aeroporto. Cheguei lá o guichê da gol não havia nem aberto. Aqui também não há nada mais a declarar, fim de viagem. Até a próxima Chile...
  10. romuloff

    Rifaina

    Excelente relato! Estou montando roteiro para um pedal na região e queria muito ir na Cachoeira do Marrom, mas vi que a trilha deve ser muito difícil. Vou tentar pra Cachoeira do Boleli, vi fotos dela com água e parece ficar muito show! O Azulinho é muito próximo ao local que iniciaremos o percurso, mas é muita estrada até chegar lá e dificulta com muitos ciclistas fica muito perigoso, mas vou tentar bolar algum plano pra chegar lá. Obrigado
  11. Desenterrando o tópico novamente. hehehe Como está este mercado de 'buff' ? Consigo encontrar este original no Brasil? Na decathlon não encontrei, qual nome de produto procuro? Só encontrei na arcoeflecha, produto headwear ... marcas guepardo e eco head. Qual a marca do seu @ROTA da AVENTURA ? Edit: vi aqui, o seu é Fire né ? Parece que não tem pra vender mais. Pessoal que ia comprar pra testar e depois relatar, cadê vocês ? hahaha No aguardo
  12. De nada cara. Aqui é uma troca mesmo. Veja que no início do meu tópico fiz referência a todos links q me ajudaram. Se der pra colocar um link lá no seu seria legal também criar conexões pra quem tá procurando ter mais e mais fontes e navegar entre elas. Vlw. Abraços
  13. Qualquer um pode ir. Acredito que não tenha custo, mas eu fui com empresa, apesar que tambem queria ir por conta (mas veja no meu relato pq não consegui). Provavelmente você vai ter que contratar no mínimo um "arrielo" para lhe ajudar com as 'bagagens', acho que quando está com arrielo seja com agência ou não, a travessia não é paga e ele também lhe ajuda, porque devido ao mecanismo não dá pra atravessar sozinho.
  14. Parceiro. Vide meu relato acima, realmente na época que eu fiz a ponte para fazer o "circuito completo" por Huanipaca estava interrompida. Tambem quando fiz, estava desabilitada a ponte para cruzar o rio (depois coloco o nome), mas estavam fazendo a travessia por uma gaiola com cordas que passa sobre o rio, super segura. Tambem estavam dinamitando o local para a construção de uma nova ponte.
  15. Obrigado Não notei muita diferença de preços não, talvez porque a maioria dos hostels eu já havia reservado antecipadamente via hostelworld. Os passeios com certeza mantiveram-se o preço de tabela. Creio que o único cuidado a tomar é com reserva mesmo, com perigo de ficar sem hostel na época mais em torno da festa. A cidade fica bem cheia mas é muito bom ver todos em festa. http://www.perurail.com/ Veja que no meu relato têm todos os links (sublinhados). Clique neles segurando a tecla "Ctrl" para abri-los em novas abas enquanto continua a leitura. Abraços e boa viagem
  16. Rapaz. Me desculpe pela demora. Vi que uma hora dessas você já está fazendo sua viagem, mas realmente só fui ter tempo de responder hoje. Sem fazer o tour que fiz dá tempo de conhecer as ruínas de Ollanta sim. Se não me engano pelo site da PeruRai você consegue ver quantas vagas tem disponível, aí você pode calcular se consegue deixar pra comprar lá ou antecipar. Pode ser feito de carro sim, não houve nenhum lugar que passamos que só a moto passava, só optamos por este transporte pela economia. Você pode conseguir um taxi/guia sim. Talvez no aeroporto consiga negociar preços melhores, por incrível que pareça. Inclusive não me lembro se relatei, mas encontramos com um casal em Tipon que estava fazendo o tour assim (só não foi igual o nosso). A maioria dos passeios para os arredores de Cusco tem saídas a tarde, então eu sugeriria que desse um rolê pela cidade (de taxi senão vai cansar mais ainda) para ir se localizando, ou então nos arredores da plaza de armas mesmo, passear ou visitar o museu inca, talvez antecipar a visita à feira artesanal. Rapaz. O que é imperdível é bem pessoal, mas eu citaria Sacsayhuaman e Qorikancha. Com pouco tempo realmente não vejo muito proveito do boleto completo não. Conforme relato meu, vim na van junto com os nativos, e muitos turistas tinham comprado algum transporte de onibus antecipado que não cheguei a ver qual era. Apesar de mais tarde, se tem horario de chegada de trem provavelmente terá as vans e o onibus. Se optar pela van dê uma agilizada na saída, elas ficam logo na saída em um espaço à direita. Mas não tem nada de perigoso não, ainda mais comparando com o que os motoristas do passeio para Salineras de Maras que aí sim eu senti frio na barriga. Rapaz. Essa feira de Pisac realmente não chegamos a conhecer. Não me lembro se ela é só de manhã e quando chegamos ela estava sendo desmontada, ou se é porque passamos do lado dela e não vimos nada demais e seguimos para as ruínas. Mais uma vez me desculpe por praticamente não ter lhe ajudado, mas espero que as respostas cooperem com outras pessoas com dúvidas parecidas. Abraços e espero que esteja realizando uma ótima viagem
  17. Olá pessoal Desculpem a demora mas eu achava que eu havia configurado alertas de resposta no meu email para este tópico. Em breve vou editar este comentário com o que eu puder ajudar das perguntas não-respondidas acima (alexandreVSilva e TalitaFermino). Abraços
  18. Se não me engano ficou 60 soles depois de muito choro (era 70). Não precisou abastecer mas no final tem que entregar com tanque cheio ou +20 soles. A moto maior é na faixa de 100-120 soles. Para pessoas que andam de moto no dia-a-dia eu recomendaria esta. Só peguei a scooter porque nem eu nem minha namorada tinhamos prática. Boa viagem
  19. Fala galera Estou no startup weekend Belo Horizonte validando um projeto de sistema para planejamentos de viagens Fico muito grato caso possam nos ajudar respondendo a pesquisa (após clicar no botão) http://tripmonster.co OBRIGADO
  20. Obrigado a todos MEU RELATO: relato-fotos-14-dias-peru-cusco-vale-sagrado-machu-picchu-e-choquequirao-t86961.html
  21. . . . MEU RELATO: relato-fotos-14-dias-peru-cusco-vale-sagrado-machu-picchu-e-choquequirao-t86961.html
  22. Relato +fotos: 14 dias Peru ( Cusco , Vale Sagrado, Machu Picchu e Choquequirao ) Relato de minha viagem para o Peru, onde aproveitei uma promoção imperdível de passagens para Cusco, em cima da festa mais tradicional da cultura inca: o inti raymi. A idéia era fazer a viagem mais econômica possível, mas explorando toda a região de Cusco (não daria pra ir pra Puno ou Arequipa por exemplo). Resumo do roteiro realizado: 18/06: inicio viagem 19/06: viagem a Cusco 20/06: passeios em Cusco 21/06: vale sagrado 22/06: vale sagrado + ida Aguas Calientes 23/06: Machu Picchu 24/06: volta pra Cusco + Inti Raymi 25/06: passeios em Cusco 26/06: Ollantaytambo exclusivo 27/06: Choquequirao 28/06: Choquequirao 29/06: Choquequirao 30/06: Choquequirao 01/07: volta por Lima 02/07: retorno ao Brasil Mapa com a maioria das citações de locais deste relato: https://mapsengine.google.com/map/embed?mid=zP_8-xeBtQFQ.kMWyQV7KgYto Observações pré-viagem: Fui para a viagem, sem os ingressos de Machu Picchu garantidos, pois não consegui passar nenhum cartão no site oficial . Definí que iria comprá-los nos postos autorizados em Cusco. Com isso, eu já sabia que não iria dar pra fazer o pacote que muitos turistas tem escolhido: Machu Picchu + Huayna Picchu. É difícil dizer sem eu ter conhecido, mas eu digo que não me arrependí, pois gostei muito do tour gratuito que fiz dentro do 'parque'. O trem eu consegui comprar antecipado (PeruRail). Ida dia 22/06 de Ollanta (Ollantaytambo) para Aguas Calientes/MP em um trem VISTADOME. Volta dia 24/06 de madrugada por ser o dia do inti raymi: 05:30 de Aguas Calientes/MP para Ollanta, em um trem EXPEDITION (infelizmente veja explicação depois). Observações pós-viagem: Apesar de sofrer com algumas escadas em Cusco, em momento algum senti o enjoo ou dores de cabeça que muitos reclamam. Vivo em uma cidade a 800m do nivel do mar. Não confunda: Calle = rua MP = Machu Picchu, que é o sítio arqueológico propriamente dito. Aguas Calientes = última cidade onde o trem chega para quem vai a MP (só aqui há hostels). Ollanta = Ollantaytambo: cidade a aprox. 65km de Cusco, que tambem tem ruinas bem proximas da cidade. Plaza de Armas = a principal praça de cada cidade. Cada cidade no Peru tem uma. Ruínas de Pisac: as ruínas de Pisac, diferentemente de Ollantaytambo, são um pouco mais afastadas da cidadezinha. Links: http://sundaycooks.com/2013/04/03/recap-nossas-dicas-e-roteiro-do-peru/ http://turomaquia.com/o-que-fazer-em-machu-picchu/ http://wikitravel.org/pt/Cusco http://www.tripadvisor.com.br/Attractions-g294314-Activities-Cusco_Cusco_Region.html http://www.tripadvisor.com.br/Attractions-g2656686-Activities-Cusco_Region.html cusco-e-valle-sagrado-perguntas-e-respostas-t29879.html http://acaminharpor.blogspot.com.ar/2012/09/as-713-peru-vii-9-dias-caminhar-mais-de.html trilha-para-choquequirao-peru-t52821.html trilha-para-choquequirao-em-4-dias-peru-sem-agencia-t60934.html Contatos: Skype: "live:rumboachoqekiraw" >> skype da pousada Villa Los Loros, em Huanipaca, que me ajudou muito com as informações mais atualizadas sobre a situação das trilhas de Choquequirao para Huanipaca. __________________________________________________ Dia 1 - 18/06/2013 : inicio viagem Local: Udi -> SP -> Rio -> SP Atividades: viagem Acomodação: aeroporto ---------------------------------------------------------------------- Essa promoção era somente saindo do rio de janeiro. Utilizei alguns pontos fidelidade da ultima empresa que trabalhei para ir até o RJ (de Uberlandia MG) no mesmo dia. E ao final do dia iniciou-se a viagem propriamente dita. Saída: 21:47 RIO JANEIRO GIG Chegada: 22:50 SAO PAULO GRU __________________________________________________ Dia 2 - 19/06/2013 : viagem a Cusco Local: SP -> Lima -> Cusco Atividades: chegada em Cusco Acomodação: Hostel Pisko & Soul ---------------------------------------------------------------------- O primeiro vôo do dia era para Lima. Saída: 08:30 SAO PAULO GRU Chegada: 11:40 (fuso horario Peru) LIMA, terminal A diferença de fuso horário para o Peru (2h a menos), deixou bastante tempo para a conexão tranquila, mesmo o vôo demorando por volta de 6 horas. Aqui já aproveitei para testar se meu cartão de débito estava habilitado para saques no exterior. E funcionou, saquei 100 soles. Viajei com 200 dólares que quase não usei até o fim da viagem (pagamento de Choquequirao, dia 27). Saída: 13:55 LIMA, terminal Chegada: 15:15 CUZCO, terminal Chegamos em Cusco por volta das 16:00 do horário local. Após pegar as malas, vários taxistas já davam seus preços, mas o pessoal do hostel já havia me passado que do aeroporto ao hostel eu nao pagaria mais que 20 soles. E saindo para fora do aeroporto consegui um taxista que fez este preço, e ainda um bom carro (Toyota). O primeiro hostel foi o Pisko & Soul, em San Blas. Já foi dificil chegar no hostel pois a cidade já estava em festa e muitas pessoas na rua. Chegamos no hostel, deixamos as malas e saimos para um passeio de análise inicial. Fomos até a plaza de armas e acompanhamos um pouco do desfile comemorativo que já estava tendo lá (5 dias antes do inti raymi). Tambem tentei adiantar meu ingresso para Machu Picchu, indo à agencia da Peru Rail (na mesma praça) para pagar meu ticket (reserva realizada na internet). Desta vez não deu certo pois as reservas feitas na internet tem uma prazo de validade de algumas horas, então deixei para o outro dia. __________________________________________________ Dia 3 - 20/06/2013 : passeios em Cusco Local: Cusco Atividades: Catedral, Qorikancha, Compra boleto turistico, Sacsayhuaman, Qenqo, PukaPukara e Tambomachay Acomodação: Hostel Pisko & Soul ---------------------------------------------------------------------- Começamos o dia visitando a catedral, onde cedo tem missa e não se paga para entrar. Foi uma visita rápida, sem guia. Fomos novamente à Peru Rail para finalmente garantirmos nossos ingressos para Machu Picchu. Agora desta vez fiz a reserva e a impressão no hostel, para não cometer o mesmo erro. Foi possível pagar com cartão de débito e pagando o preço do site oficial : 128 soles. Seguimos para o Qorikancha, que para minha surpresa não era na plaza de armas (não sei porque achei que era). Neste pagamos 10 soles cada, para uma super visita guiada com muito tempo (mais o ingresso: 10 soles cada). Uma curiosidade é que muita gente aprecia a pedra de 12 angulos em Cusco, mas passa desapercebido por um pedra com muito mais ângulos dentro deste museu (na entrada de um corredor onde ao final há um quadro). Nosso guia, que tambem é guarda turistico: Após o Qorikancha, nosso guia nos informou que as agencias trabalhavam com um pacote de 40 soles que incluia Qorikancha, Sacsayhuaman, Qenqo, PukaPukara e Tambomachay (transporte + guia). Ele conseguiu nos levar até a agencia de uma conhecida e pedir que ela nos fizesse um desconto por já termos visitado Qorikancha, e conseguimos fechar por 20 soles cada. Combinamos de pegar o ônibus após o pessoal visitar o que já haviamos feito, às 15:00. PS: estes tours estão disponíveis em várias agências de Cusco, mas eu sugiro que procurem pela Qorianka Tours (Mariela), Calle Suecia, perto da plaza de armas. Neste dia não fizemos com esta, e fizemos com uma agência que fica na plaza de armas, mas ao fundo de um corredor, e ainda subindo um grau de escadas (não me lembro o nome, mas é perto do Bembos sanduiches). A viagem inteira só utilizamos estas 2 agências. Estava na hora do almoço, e para fazermos o tour a tarde, tambem precisavamos comprar o famoso BOLETO TURÍSTICO. Fomos direto à fonte (o mesmo é vendido em outros lugares), e compramos na COSITUC (Av. El Sol, 103), próximo ao Banco de la Nacion. Se você viaja para explorar os lugares, nem perca seu tempo escolhendo entre o boleto integral e o parcial, e pegue o integral logo, são 130 soles. http://sundaycooks.com/2012/11/21/boleto-turistico-de-cusco-indispensavel/ http://andarilhosdomundo.com.br/2012/11/entenda-o-boleto-turistico-de-cusco/ Almoçamos nem me lembro onde e ficamos esperando o pessoal do tour até umas 15:45, anciosos e já com um pouco de raiva pela demora. Nesse intermeio pelo menos havia uma pessoa que ficou responsável por nos indicar qual era o onibus que deveriamos entrar, mas mesmo assim foi ruim. Enfim quando o onibus chegou, seguimos para Sacsayhuaman. O tamanho das pedras neste local é dos mais surpreendentes de toda a viagem. Como já pegamos a excursão atrasada, o guia foi bem rápido e a passagem tambem, mas subimos até em cima para ter uma visão de Cusco muito bonita e dar uma explorada melhor. Próxima parada: Quenqo. Aqui faziam experimentos científicos (cerebrais) e mumificações. Tudo era dentro das pedras, em vãos que dá pra se andar tranquilamente (nada comparado à Zona-X, do dia 25). Interessante e arrepiante imaginar o que era feito lá. PukaPukara: aqui não há nada demais. Era somente um ponto de parada para viajantes e estoque de alimentos. E por fim Tambomachay: chegamos ao anoitecer, mas ainda com um pouco de claridade. Circuito de águas muito interessante, usado antigamente para cerimônias incas importantes e sacrifícios. Ainda no tour, na volta para Cusco (os locais são um pouco afastados da cidade), o ônibus ainda parou em uma residência onde o pessoal vendia tecidos de Alpaca (dizem ser melhor que os outros). Como não sou de gastar $ com isso só desci para conhecer e tambem consegui fazer com que a patroa voltasse de mãos vazias (tudo bem, confesso que tive que voltar outro dia kkkk). Fim do tour, chegamos em Cusco e ainda precisávamos decidir sobre como iriamos fazer para a visita do vale sagrado no outro dia. Como eu não gostei das opções de tour para o vale sagrado fornecidos pelas agências (eu queria abranger mais lugares em um dia) , fomos fechar com uma das agências de aluguel de moto que já haviamos pesquisado antes. Todas que encontrei estão na mesma rua: Calle Saphi (acesso da plaza de armas). A moto que alugamos é da primeira agência de motos nesta rua (à esquerda de quem vem da praza de armas, antes de chegar a uma pequena pracinha com a estatua de umas llamas). Não me lembro o nome, mas as outras 2 são à direita, e não gostei do atendimento e dos valores. Como estavamos em uma viagem economica, alugamos uma scooter (poderia ser uma tornado). Só lembrando que eu não dirijo moto e minha namorada havia dirigido a ultima vez há uns 5 anos. Mas era a unica opção para fazermos o tour pretendido pelo vale sagrado: Tipon, Piquillacta, Pisac e Ollantaytambo (veja o desfecho no proximo dia). Fizemos então a reserva para o primeiro horario disponivel: as 8:30 da manhã. Fomos finalmente para o hostel tomar banho. De banho tomado fomos comer na cia de uma nova amiga que fizemos no hostel. Mesmo com o dia intenso que tivemos, na volta para o hostel ainda curtimos um pouco a festança que estava tendo na plaza de armas, e nos surpreendeu o quanto é trabalhoso para conservar a cerveja gelada lá. __________________________________________________ Dia 4 - 21/06/2013 : Moto tour vale sagrado (top) Local: região de Cusco Atividades: Tipon, Piquillacta e Pisac Acomodação: Hostel Pisko & Soul ---------------------------------------------------------------------- Acordamos cedo e demos prejú no café da manhã do hostel (mesmo sendo simples). Com um atraso do combinado, só conseguimos pegar as motos às 8:45, e definitivamente sair às 9:10. Primeiro destino: Tipon Pegamos a saida de Cusco, pela Avenida de la Cultura. Até chegar na avenida perdemos mais meia hora não programadas por causa que muitas ruas estavam fechadas para as festanças e o trânsito estava mais caótico do que se possa imaginar. Andamos bastante até chegar até a visualização das placas indicando Tipón. A partir do trevo da estrada, ainda tem uma subida em uma estradinha bem perigosa, mas asfaltada, e com uma vista deslumbrante (veja foto abaixo de quando voltavamos). Chegando em Tipon, deixamos os capacetes com os seguranças gente boa, carimbamos nossos boletos turísticos e fomos curtir o parque arqueológico. Este era um local para agricultura, e compensa passar um tempo e caminhar por toda a trilha. Pegamos beira no guia de outros turistas que estavam de taxi, pois infelizmente não encontramos guias na entrada. Piquillacta: Vale a pena conhecer este local pré-inca. Tambem nao conseguimos guia, mas alguns locais nos contaram algumas daquelas historias. Na entrada há um morro pra subir para se ter uma panorâmica muito interessante do local, que ao subir, lembra um pouco a muralha da China. A parte da cidadela está bem deteriorada, mas talvez com um guia oficial explicando seja interessante. Próximo destino: Pisac Para chegar a Pisac, é preciso voltar um pouco da rodovia que se veio, e pegar um trevo, no qual se seguirá à direita (viemos de Cusco à esquerda). ESTA FOI A RODOVIA MAIS FANTÁSTICA QUE PERCORREMOS EM TODA A VIAGEM. Você vai beirando o rio (acho que de nome Vilcanota) e no meio do vale sagrado. É simplesmente indescritível e impossível ver a beleza real nas fotos. A moto-trip valeu por este pedaço, pois nenhum dos pacotes prontos das agências de viagem passa por aqui. Pisac: Chegando à cidade, passamos direto e fomos direto pela estrada que leva às ruínas. Pois já era por volta de 13:30 e nem havíamos comido. No estacionamento das ruínas, agora sim pela primeira vez do dia conseguimos um guia, o Dario Ccapa. A primeira pergunta que ele nos fez foi qual tour gostaríamos de fazer: o rápido ou o completo. Explicamos a ele que ainda queríamos terminar o dia com Ollantaytambo, mas foi aí que tivemos que mudar nosso roteiro, pois ele nos disse que as ruínas lá fechavam por volta de 17:00. Já eram quase 14:00 e o tour completo demoraria por volta de 2 horas, então tivemos que descartar Ollantaytambo do dia, pois no fim realmente não iria dar tempo. Pagamos 20 soles cada pelo tour completo. Ruínas de Pisac: esta é a segunda ruína que mais me agradou, pois combina muita história, com um espaço muito grande e com uma vista surpreendente do vale sagrado (Para quem optar pelo tour completo. Se puderem façam isso!). Esta vista chegou a me emocionar mais que Machu Picchu para se ter noção (mas que como ruína realmente tem a minha primeira posição). A trilha realmente foi um bom exercício, mas nada impossível; haviam até pessoas de idade fazendo ela. Símbolo muito importante na cultura inca. Cada camada (de cima pra baixo) representa um "mundo", e é representada por um animal: acima o mundo dos deuses representado pelo pássaro Condor, no meio o mundo dos humanos representado pela Puma e abaixo o mundo dos mortos representado pela Serpente. Na volta já se via a lua Voltamos a Cusco anoitecendo e exaustos. Percurso longo, e chegamos pela mesma rodovia do tour do dia anterior, o que significa que passamos novamente na residência onde se vendia roupas, e desta vez tive que parar por ordens da patroa para comprar um sapato o qual ela gostou. Em Cusco, devolvemos a moto e fomos para o hostel para um merecido banho quente. Como dia 23 era nosso dia de Machu Picchu, amanhã 22 iamos a Aguas Calientes, onde o hostel já estava reservado. Mas sem perder o costume, aproveitando o máximo de tempo. Por isso fechamos o pacote pronto (na Qorianka Tours) de Moray, Salineras de Maras e Chinchero. Sendo que não iríamos fazer Chinchero completo (passam na ida e na volta) porque iriamos descer em um trevo na volta para irmos a Ollantaytambo pegar o trem (15:30). Como nos falaram que estariamos neste trevo por volta de 12:00, calculamos que tambem seria possivel visitar as ruínas de Ollanta antes de pegar o trem (o que mais um vez não foi possível, veja amanhã). __________________________________________________ Dia 5 - 22/06/2013 : vale sagrado + ida Aguas Calientes Local: Cusco -> Ollantaytambo -> Aguas Calientes Atividades: Moray, Salineras de Maras, trem Ollantaytambo -> Aguas Calientes Acomodação: Hostel Ecopackers ---------------------------------------------------------------------- Com as malas aprontadas no dia anterior, tomamos o café e fomos até a agencia esperar os procedimentos para o tour. Para não perder o costume destes tours prontos, mais uma pequena atrasada, e mais uma locomoção da agência até algum ponto de encontro, que desta vez foi na Plaza Regocijo, que é perto da Plaza de Armas, tendo acesso pela Calle Espaderos ou Del Medio (antigamente era uma praça só). Rumo a Moray, o tour para em uma casa de teceleiras em Chinchero. Lá é oferecido um chá quente e pode-se acompanhar a explicação das moças sobre os processos de constituição da malha, que por sinal é bem interessante. Após a explicação, enquanto o pessoal ficou olhando as roupas, aproveitamos para nos abastecer com água e alguns complementos energéticos para utilizarmos no tour. Outra parada antes de se chegar a Moray é somente um mirante para um pico nevado, com a cidadezinha de Urubamba abaixo. Moray: este era outro local inca tambem mais voltado para a agricultura, mas completamente diferente de Tipon. Com suas conhecidas formas redondas, um curiosidade é que existem 3 destes no sítio arqueológico, mas sempre se vê foto somente de um. Desce-se até este local principal, mas o tour não chega a descer os degraus, algo que fiquei curioso pois daria um foto legal no ângulo inverso. Não tenho certeza se não é permitido descer ou se foi pelo tempo. Salineras de Maras: prepare-se para uma aventura para chegar até este local. O ônibus percorre uma estrada super-estreita com um desfiladeiro enorme do seu lado. Este local é bem interessante, por se pensar que o sal armazenado lá, vem de dentro das montanhas. Finalizando nosso tour, seguiamos rumo ao trevo onde desceríamos (com toda nossa bagagem) para pegar um transporte para Ollantaytambo. Para variar o tempo passou mais do que o esperado, e onde éramos para estar às 12:00, já eram quase 14:00. Resumindo, o planejado de conhecer as ruínas de Ollantaytambo teve que ser cancelado novamente. Tambem tivemos que pegar um taxi, pois existe a opção de ir de onibus, mas tinhamos que estar na estação de trem até as 15:15 e nao sabiamos a regularidade de horarios do onibus. Chegamos em Ollantaytambo por volta de 14:40 na plaza de armas de lá. Pegamos um 'marmitex' (não sabiamos se era servido algo no trem e estavamos famintos) e fomos para a estação de trem o mais rapido possivel (em motinhas-taxi, acho que 5 soles). Na estação nosso trem já estava lá, mas ainda estavam desembarcando passageiros. Em uns 10 minutos pudemos subir e nos livrar dos pesos das nossas mochilas. Abrimos os marmitex com os talheres descartáveis e mandamos ver no nosso almoço (no fim até serviam alguns lanchinhos no trem). O trem era um VistaDome, e tem vagões com janelas superiores onde é possivel ter uma visão privilegiada das montanhas. Algo que descobrimos durante a viagem, é que os trens VistaDome da volta de Machu Picchu, contam com uma apresentação de dança típica, o que me deixou curioso pois meu trem de volta não era VistaDome (trem Expedition). Chegamos em Aguas Calientes já quase anoitecendo, e fomos para o hostel. Fomos passear pela cidade com a intenção de conhecer as águas termais, mas ao chegarmos na porta vimos umas fotos e desanimamos com relação ao que esperávamos, e tambem pelo preço e o horário. Mas valeu o passeio pois a avenida Pachacutec é bem interessante cheia de restaurantes. Agilizamos a janta para podermos dormir o mais cedo possível pois a idéia de dormir em Aguas Calientes é justamente para subir para Machu Picchu o mais cedo possível. PS: a ansiedade para amanhã era tão grande que eu li uma dica mas esqueci de realiza-la. COMPREM SUAS PASSAGENS DE ONIBUS PARA MACHU PICCHU NO DIA ANTERIOR ! __________________________________________________ Dia 6 - 23/06/2013 : Machu Picchu Local: Aguas Calientes Atividades: Machu Picchu Acomodação: Hostel Ecopackers (saída de madrugada) ---------------------------------------------------------------------- Acordamos cedo (=~ 5:30) e tomamos um super-café no hostel, inclusive pagando a parte por um omelete completasso que poderia ser um almoço. Saimos somente com 2 mochilas menores, levando água grande e comida para o dia inteiro. Chegamos por volta de 06:00 para o ponto de onde saem os onibus para Machu Picchu e foi aí a hora que eu arrependi de ter esquecido de comprar as passagens antecipadas. A fila estava grande e muito devagar. Como eram duas filas (uma pra comprar e outra para embarcar), a Juliana foi antecipar na fila do embarque enquanto eu fiquei na fila para comprar. Na bilheteria voce pode escolher se quer só ida, ou ida e volta. Escolhí ida e volta direto para não perder mais tempo na volta (não sei qual pode ser a vantagem de escolher o outro). Subimos mais um desfiladeiro não tão apavorante quanto o das Salineras de Maras, mas muito mais longo. No onibus conhecemos mais um casal de brasileiros, o qual chamamos para se juntarem a nós para dividirmos o guia: Fabio e sua namorada. Chegamos na portaria e pra mim serviria um guia em espanhol, pois dá para entender, mas o pessoal quis contratar um guia que falasse portugues, o que no final acabou valendo muito a pena, pois nada ficava sem entendimento. O nome do guia é Marco, e pelo que eu me lembre o total foi 120 soles (ótimo para um tour privado para 4 pessoas). Meu conselho é que pelo menos aqui contratem um guia. Mais uma dica que eu havia lido e que esqueci era a de levar o passaporte, pois na entrada há como carimbar machu picchu nele. Enfim estavamos entrando oficialmente no parque arqueológico de Machu Picchu. Fizemos um percurso até o local da vista panorâmica e onde já dá pra se emocionar com a beleza do lugar (que antigamente deveria ser mais ainda com todas as árvores que tinha). Lá tiramos fotos e recebemos as primeiras explicações da história. Neste início do tour, eram 07:00. Neste local que estavamos tambem é onde é possivel visualizar a forma de face humana deitada que é formada na montanha. No tour, percorremos toda a cidadela com explicação dos pontos, o que obviamente não dá para resumir, mas vou disponibilizar o vídeo que fizemos em uma segunda oportunidade em que fizemos o mesmo percurso filmando (link mais a frente). O tour terminou por volta de 11 horas (4 horas bem aproveitadas e compensadoras). Depois do tour voltamos à portaria para ir ao banheiro (1 ou 2 soles) e comer algo. Como haviamos levado lanche, nem foi preciso pedir nada da praça de alimentação, então sentamos nas mesas junto com nossos parceiros e comemos o que tinhamos (eles pediram o que comer na praça). Enquanto comiamos e descansavamos, convidei-os para após o almoço irmos fazer o caminho para a porta do sol (intipunku): local de acesso gratuito e onde o pessoal da trilha inca chega. Planejei este local pois não íamos subir Huayna Picchu, e tambem porque me interessou bastante. O outro casal animou de nos acompanhar, apesar de que tinham comprado o ingresso com a subida para Machu Picchu (tambem nome da montanha que originou o nome da cidadela), mas tivemos informação de que a subida para lá é muuuito longa. Descansamos na praça de alimentação até umas 12:30 e entramos novamente no parque. No início da trilha para a porta do sol, era possível ver a extensão desta trilha, e somando ao calor que estava (13:00), fez com que o casal desistisse de nos acompanhar pois a namorada dele não estava bem. Após seguirmos, logo encontramos várias llamas reunidas, onde diferentemente de Cusco, não é preciso pagar para tirar foto com elas, então aproveitamos e fizemos uma sessão de fotos e vídeos com elas. Visão no meio do caminho: Demoramos uns 30 minutos para fazer o percurso com tranquilidade. Chegamos por volta de 13:30 Porta do sol vindo de Machu Picchu: Porta do sol pra quem chega pela trilha inca: Vista na porta do sol: Ficamos por lá até umas 14:20 e começamos a descer engrenados. Descemos em 20 minutos ou menos. O plano agora era tirar mais fotos no "cartão postal" e depois percorrer a cidadela novamente (esta hora já estava bem mais vazia). Exploramos cada canto que conseguimos, até começar a anoitecer. Fomos para vários pedaços onde não haviamos ido no tour guiado. Ao percorrer a cidadela novamente fizemos o vídeo que foi comentado anteriormente (caminho do tour). Por fim, o que eu havia planejado que iamos sair do parque somente às 17:30 que é quando começa a fechar, um pouco antes das 17:00 já esperávamos o onibus para voltar pois não havia mais o que explorar e já estava escurecendo. Se eu soubesse talvez teria escolhido o trem de volta no mesmo dia, mas ficar descansando em Aguas Calientes depois deste dia cansativo acabou sendo ótimo (sairiamos de madrugada). Ao chegar tomamos banho e fomos comer (18:00), em um merecidíssimo bom restaurante: Toto's. Fomos dormir cedo pois nosso trem amanha era bem cedo, às 05:30 (com todas nossas malas novamente). __________________________________________________ Dia 7 - 24/06/2013 : volta pra Cusco + Inti Raymi Local: Aguas Calientes -> Ollantaytambo -> Cusco Atividades: inti raymi Acomodação: Kokopelli Hostel ---------------------------------------------------------------------- :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::: A comemoração do inti raymi, compreende 3 etapas: 1) Começam cedo no Qoricancha 2) Desfile na Plaza de Armas 3) Encenação em Sacsayhuaman (o que eu mais queria ver). Para este pode-se comprar as cadeiras oficiais do evento (90 dólares) ou arrumar um lugar dentre os vários que dão visão para a cerimônia. :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::: Pegamos o trem, e chegamos em Ollantaytambo às 07:30. Estavamos com pressa este dia pois queriamos aproveitar o maximo do Inti Raymi possível, apesar de que não foi possível recuperar todas as energias com a meia-noite de sono. Em Ollantaytambo, muitas pessoas do trem estavam com passagens de onibus compradas e nós não, mas logo após a saída da estação, à esquerda fica um monte de van autorizadas, que fazem o percurso por 8 soles, sem nenhum problema. A única coisa que estranhamos é que eramos quase somente nós 2 de turistas e todo o resto eram locais. Chegamos em Cusco por volta de 10:00, sendo que a van para na Plazoleta San Pedro. Agora iriamos ficar em outro hostel, o Kokopelli. Deixamos nossas malas lá, tomamos banho e saimos já prontos para ir nas comemorações do inti raymi. Cusco já estava em festa. Um pouco antes da plaza de armas (Plazoleta Comandante Ladislao Espinar) nos assustamos com a quantidade de pessoas. Na plaza de armas o desfile ainda estava acontecendo, sendo que pegamos o finalzinho. Mas nem paramos e fomos direto almoçar em um restaurante que tinha menu economico e dava visão para a plaza de armas (esquina da calle procuradoes). Se fosse para ver o desfile daqui seria perfeito mas já havia terminado, portanto fica a dica pra quem for nesta época e não quiser ficar espremido lá embaixo (procure outras opções com vista tambem). Às 12:00 já haviamos almoçado, e os guardas nos deram uma péssima notícia para quem já estava cansado: neste dia a multidão é tão grande, que é mais rápido subir até Sacsayhuaman a pé do que de táxi. O maior problema na verdade era o calor e o sol que no dia estavam massacrantes. Chegamos no local da apresentação às 12:30, e a maior multidão estava em um local sem sombra alguma (inclusive as cadeiras compradas), mas encontramos um local com uma boa sombra, mas uma visão não tão boa mas aceitável. A apresentação começou um pouco antes de 14:00. A cerimônia é toda na lingua Quechua, e sem alguem para explicar, fica bem enjoativo depois que você vê um pouco (mas é bonito). Depois de um tempo nos deslocamos e fomos passear um pouco, aproveitando para ver a apresentação de outros angulos. Fomos embora umas 16:00, e eu um pouco decepcionado, mas valeu a pena presenciar este dia. __________________________________________________ Dia 8 - 25/06/2013 : passeios em Cusco Local: Cusco Atividades: museu inca, zonaX, templo da lua Acomodação: Kokopelli Hostel ---------------------------------------------------------------------- Finalmente um dia para um pouco de descanso e sem nenhum compromisso para acordar cedo. Detalhe da campanha que estavam fazendo para incentivar o uso da faixa de pedestres. Homens e mulheres mascarados e com o chicote na mão. Se alguem atravessasse fora da faixa ... chicotada pra assustar ! De manha fomos ao museu inca (10 soles por pessoa). Muitos registros históricos, que completam algumas histórias ouvidas nos passeios. Vale a pena. Pela tarde, eu nao tinha pensado em nada, e a Juliana nos deu uma idéia de um roteiro que ela havia gostado: passeio a cavalo. Este é um dos daqueles pacotes que se encontra em qualquer agência e depois se juntam os grupos. No roteiro estão: zona-X e templo da lua. Compramos o passeio sem direito a volta de taxi, 30 soles. Desta vez sem atrasos, um taxi nos pegou na porta da agencia e nos levou até o ponto onde era para ter alguem nos esperando com os cavalos, proximo ao Sacsayhuaman. Onde ele nos deixou a pessoa ainda não estava, mas havia uma conhecida que nos indicou o caminho. Fizemos o passeio somente nós dois , mais duas americanas e o dono dos cavalos que servia minimamente como um guia. Primeira parada: zona-X. Este local é um dos mais fascinantes e interessantes de toda a viagem ! Não sei como não é mais difundido pois é muuuuuuuito legal ! São rochas enormes, com passagens e túneis internos GIGANTESCOS. É um labirinto dentro de pedras ! Bem pertinho do local anterior está o Templo da lua. Fomos a cavalo mas tem gente que vai a pé. Este é um local mais voltado a cultos religiosos, e é praticamente um "cômodo" só. Creio que o entendimento tenha ficado meio vago por falta de mais explicações. Formato da cabeça de llama: __________________________________________________ Dia 9 - 26/06/2013 : Ollantaytambo exclusivo Local: Cusco -> Ollantaytambo -> Cusco Atividades: ruinas de Ollantaytambo Acomodação: Kokopelli Hostel ---------------------------------------------------------------------- Como falhamos 2 vezes em visitar as ruínas de Ollantaytambo, e tinhamos acabado de confirmar nosso tour para Choquequirao para o proximo dia, reservamos este dia para irmos a Ollanta. Fomos para pegar as mesmas vans que pegamos na volta de Ollanta. Elas saem de um ponto, na Calle Papitos. Acabou que chegamos lá e havia um taxi saindo com um casal mais de idade, com rumo a Ollanta (iriam descer em Chinchero), e ele nos abordou e nos fez um desconto até Ollanta por 20 os dois (de van seria 16). Toda Ollantaytambo era civilização inca, e andando pela cidade (mesmo fora das ruínas) é possível perceber alguns resquícios da arquitetura. Dizem que esta é a cidade que mais preservou os traços originais. Chegamos às ruinas por volta de 12:00, achamos um guia e mais uma turista para raxar os custos (total 90 tour completo). Terminamos o tour perto das 14:00. Almoçamos um pequena mas gostosa pizza no Tawachaki, tomando uma merecida e gelada Cusqueña e acompanhando o jogo do Brasil X Uruguai na copa das confederações. Voltamos para Cusco de van (desta vez pegamos na plaza de armas ao inves de proximo da estação). Dormimos cedo novamente pois amanhã iria começar o grand finale da viagem: tour/trekking para Choquequirao. Desta vez não levariamos toda a bagagem, e deixamos algumas bagagens no depósito do hostel. __________________________________________________ Dia 10 - 27/06/2013 : Choquequirao Local: Cusco -> Cachora -> trekking Atividades: trekking Acomodação: camping ---------------------------------------------------------------------- :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::: Tour para Choquequirao: 200 dólares no local mais barato (Qorianka Tours). Incluso transportes, refeições, guia, arrielo e mula (interessante levar um saco de dormir próprio, unico item não incluso). Nosso guia-cozinheiro foi o Alex. Lembrando que planejei fazer o passeio por conta própria (ver link do mochileiros), mas não foi possível pois só estava eu e minha namorada, e em toda viagem perguntamos mas não conseguimos juntar mais pessoas para formar um grupo de pelo menos 4 pessoas. Outra coisa que eu queria ter feito mas tambem não foi possível é o circuito completo com volta por Huanipaca, ao inves de voltar pelo mesmo caminho de Cachora. Mas este acesso a Huanipaca estava interrompido, sendo que não consegui ter uma certeza de qual a razão exata, mas uns dizem ter sido a queda de uma ponte e outros dizem que foi um deslize que impediu a utilização do acesso. Não sei se o caminho voltará a ser liberado, mas fica a dica de perguntarem se é possível realizar desta forma (a Mariela do Qorianka Tours vai conseguir buscar as informações). Mesmo contratando por agência foi difícil pois tentavamos juntar grupos para 26 a 29 desde que chegamos e não estavamos conseguindo. Acabou que só fomos confirmar o tour no dia 26, quando surgiu o casal que foi conosco, fechando então o tour para 27 a 30. Uma observação que acho interessante, é que não fizemos as paradas nos campings mais comuns. O roteiro que havia ouvido falar e que parece que muitos fazem é: Dia 1) Cachora > Chiquisca Dia 2) Chiquisca > Marampata Dia 3) Marampata > Choquequirao > parada em Marampata > Chiquisca Dia 4) Chiquisca > Cachora O roteiro que fizemos: Dia 1) Cachora > Playa Rosalina Dia 2) Playa Rosalina > almoço em Marampata > Choquequirao > Marampata Dia 3) Marampata > Camping Coca Masana (aprox 3 km depois de Chiquiska) Dia 4) Coca Masana > Cachora Trilha salva (somente ida): http://www.everytrail.com/view_trip.php?trip_id=2202672 :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::: Um carro nos pegou cedo no hostel, pegou alguns mantimentos em outros lugar, e depois nos deixou na rodoviária, nos apresentando ao nosso guia Alex, o qual iria nos acompanhar por toda a viagem. Alí na rodoviária tambem conhecemos o casal que iria fazer a aventura conosco, eram alemães e muito gente boa. Nos comunicamos em ingles (até serví de tradutor espanhol-ingles algumas vezes). A ida para Cachora, é através do onibus convencional que vai para Abancay (é necessário deixar avisado que quer descer no trevo para Cachora). Salkantay visto do onibus: Aproveitando para comprar um super-milho-peruano para a patroa pois a estrada estava interditada (o que já estava atrasando nosso roteiro). Depois de descer no trevo, pegamos um crazy-taxi para Cachora. No meio do caminho o cara simplesmente perdeu o controle do carro ao assustar com uma van que estava subindo, travou o freio e batemos levemente em uma árvore (ainda bem pois senão era ladeira abaixo). Chegamos à Cachora, no ponto de onde saem o arrielo e as mulas, e lá almoçamos. Saimos para iniciar a jornada, às 13:30: Amostra de parte do que iriamos ter que subir no proximo dia: Este primeiro dia é tranquilo, mas pegamos noite no finalzinho devido aos atrasos do onibus e do acidente. Ao passar pelo camping Chiquiska, descansamos um pouco e seguimos para acampar em Playa Rosalina, mais a frente, na beira do Rio. Por incrivel que pareça não estava frio (diferentemente de toda a viagem). Apesar de um dia não tão cansativo, como é muito descida, meus pés ficaram um pouco machucados perto do tornozelo devido aos "pulos freados". __________________________________________________ Dia 11 - 28/06/2013 : Choquequirao Local: trekking -> Choquequirao Atividades: Choquequirao Acomodação: camping ---------------------------------------------------------------------- Acordando cedo (06:00) e tomando um café preparado pelo nosso guia-cozinheiro Alex, ajudamos a empacotar as coisas e seguimos a jornada. Hora de atravessar o rio (07:00): A antiga ponte está desativada, e atravessa-se por esta gaiola. Bem divertido e não dá medo (mesmo eu que tenho panico de altura). Já estavamos preparados para o pior, pois tudo que ouví falar foi desta subida. Pegamos uns troncos para servir de apoio, e fomos embora, devagar e sempre, em um bom ritmo. Neste dia acho que a ansiedade de conhecer Choquequirao nos ajudou. Chegamos em Marampata 10:30. Iriamos almoçar aqui, conhecer Choquequirao e voltar para Marampata. Almoçamos e fizemos a digestão até umas 12:30 e seguimos. Chegamos em Choquequirao às 14:00. Conhecemos tudo. Andamos muito para conhecer as pedras com as llamas, pois era para ter um caminho de volta por lá que estava interditado (fomos mesmo sabendo disso). Fomos regressar somente às 17:30. Diferentemente do dia anterior, passamos a noite mais congelante de toda a viagem (Marampata). __________________________________________________ Dia 12 - 29/06/2013 : Choquequirao Local: trekking Atividades: trekking Acomodação: camping ---------------------------------------------------------------------- Acordamos congelados, mas prontos para iniciar o regresso. Este dia o sol estava muito forte, mas o começo do percurso descendo até o rio foi suportável. Depois de atravessar o rio e começar a subida (almoçaríamos em Chiquiska), eu e Juliana estavamos exaustos. Parávamos em cada mínima sombra e tentando nos virar com a água que tinhamos. Chegou ao ponto de liberarmos o guia e os alemães que estavam subindo tranquilos, pedindo que não nos esperassem, assim iam adiantando o almoço. Quando menos esperávamos, a uns 2 km de Chiquiska, nosso arrielo veio nos socorrer com um galão de água gelada, que jogou em nossas cabeças e ajudou bastante. Praticamente nos ressuscitou mas ainda assim continuavamos devagar. Este dia foi o mais sofrido. Em Chiquiska nos recuperamos um pouco, nos hidratando o máximo possível, jogando água por todo o corpo, e comendo frutas enquanto o almoço nao saia. Ainda nao tinhamos terminado o percurso do dia, e após um bom descanso após o almoço, esperamos o calor dar uma maneirada e seguimos. Esta hora até a Juliana tinha melhorado, mas eu ainda sofria com uma exaustão fora do normal, atrasando o grupo. Fomos até um camping, depois que termina a subida matadora, que fica alguns metros depois da cachoeira: Camping Coca Masana. Tomamos banho na cachoeira mesmo (não havia outra forma). Fomos dormir após a janta preparada pelo Alex. __________________________________________________ Dia 13 - 30/06/2013 : Choquequirao Local: trekking -> Cachora -> Cusco Atividades: trekking Acomodação: Kokopelli Hostel ---------------------------------------------------------------------- O último dia foi o mais tranquilo de todos. Sem descidas demais e sem subidas demais. Praticamente quase todo plano sem grandes dificuldades. Eu e Juliana tomamos café rápido e começamos o trekking antes, às 06:00, para evitar a insolação e tambem sabendo que os alemães e o guia nos alcançaria sem problemas. Chegamos em Cachora às 10:00, e a partir daí começamos todo o regresso. Descansamos, almoçamos e subimos até o trevo de taxi (desta vez sem surpresas) para pegar o onibus para Cusco. Fomos chegar em Cusco já anoitecendo e da rodoviária fomos todos no mesmo taxi, descendo na plaza de armas. Nos despedimos e agradecemos as ótimas companhias que tivemos na aventura e seguimos para o hostel. __________________________________________________ Dia 14 - 01/07/2013 : volta por Lima Local: Cusco -> Lima Atividades: feira de artesanatos e rápido city-tour em Lima Acomodação: hotel barato perto aeroporto ---------------------------------------------------------------------- Nosso voo para Lima era somente às 15:40, então de manha deu tempo de ir na feira artesanal comprar uns presentes. Almoçamos no Bembos, um fast food de lá, que me surpreendeu bastante (não sou fã deste tipo de comida). Pegamos o voo no horario definido, e chegamos em Lima perto das 17:00. Como nosso voo Lima-SP só era no outro dia, queriamos achar uma maneira com melhor custo-beneficio para um city-tour em Lima. Foi aí que apareceu Jesus, o taxista que nos fechou um preço camarada para fazer um city tour conosco pela área mais central de Lima e ainda nos deixar de volta em um hotel economico mais próximo ao aeroporto (nao me lembro o nome). __________________________________________________ Dia 15 - 02/07/2013 : retorno ao Brasil Local: Lima -> SP -> Udi Atividades: retorno Acomodação: onibus ---------------------------------------------------------------------- Conforme combinado no dia anterior, Jesus nos buscou no hotel e nos levou ao aeroporto. Pegamos o vôo Lima-SP às 09:00, e chegamos em São Paulo perto das 16:00. Tivemos a opção do no-show para o voo que ainda iria para o Rio de Janeiro, pelo fato de já estarmos com as malas retiradas para passar pela alfandega. Como tinhamos vindo de Uberlandia com os ultimos pontos fidelidade, tivemos que improvisar a volta neste dia. E a solução foi voltar de ônibus, a um preço absurdo que me fez ficar com raiva de não ter planejado de outra forma. Fim da viagem
  23. Que loucura hein. Vão tirar uma boa aventura da rota, e vão ter que areiar Choquequirao que nem Machu Picchu ... Consegui ir, e realmente já estavam dinamitando proximos ao Rio. Disseram que era para um nova ponte (está sem ponte e passa-se por uma gaiola no cabo de aço). Sei não hein ... Enfim, em breve (espero que 2 dias) coloca aqui o link da minha aventura.
  24. romuloff

    Cusco e Valle Sagrado

    Olá Da uma olhada nesse blog: http://sundaycooks.com/2013/02/05/agencia-de-viagem-do-peru-indicacao/ Tem muitos comentarios recentes.
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