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leduardol

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  1. O meu fica apenas em dias frios...já reclamei um monte para eles...inclusive perguntei se la na Finlândia ele conseguem ver alguma coisa... Fique muito decepcionado...vou voltar para os Suiços mesmo... Tissot Ttouch em vista!!!
  2. Décimo quinto e último dia, já começado com cerca de 5,3 kM adiantado no dia anterior. O trajeto original previa (19 kM, 700↑, 1670↓em 7:00h). Dados de viagem segundo GPS e aproximação por literatura: Distancia: 13,7 kM (GPS 13,4 kM) Ascensão: 700 - Aprox. 200m (Ponto Max. pelo GPS 1061m) Descida: 1670 - Aprox. 350m Previsão: 5:00 h Mapa Topográfico Perfil de altitude Vista do Satélite Último dia, clima de já acabou, mas bem puxado e com sol de 36oC. Começo agradável e protegido até o primeiro trecho de subida com partes alternadas te sol que acaba por torna a subida pesada e “desidratante”. O dia surpreende com a paisagem de montanha com floresta e pedras como nenhum outro dia, por aparecerem verdadeiros jardins entre cumes. A paisagem permanece assim, sempre com o grande olho azul nos vigiando até o inicio da descida até as ruínas da Bergeria de Capeddu. Nesse ponto temos a primeira fonte, em um acesso fora da rota acerca de 200m passando por um roseiral com muitos espinhos (Ideal ir sem as mochilas). Temos depois trechos de mata fechada e descampado com sol muito forte. Recomendo ir de calça memso para melhor proteção, apesar de encontrarmos duas malucas de biquíni, bota e como dois tomates vermelhos, ainda no primeiro dia! Após as ruínas temos 2 vaus de rio com um seqüência de subida pesada e sol intenso, com seqüência contornado encostas de trânsito lento até a Bocca d’Usciolu para iniciar o adeus à montanha com descida íngreme, mas rápida até atingirmos a estrada e descermos a fase final até o bar Gr20 tomar uma cerveja (na verdade enloquecemos a atendente ao pedir cada um, 1 gatorade, 1 água, 1 refri e uma cerveja ao memso tempo), vermos muitas faixas de times de futebol, foto do Pelé e Maradona num jogo de Toto, Ayrton Senna... O melhor, a dona fala Portugues! Após montarmos a barraca no camping do Gitê, retornamos ao Bar para sorvete e cerveja...cerveja...mais cerveja...Descobriram que éramos brasileiros...e o garçom num Corso com gestos mostra a camisa do Maradona autografada e na sequencia aponta a foto do Pelé e diz no pouco inglês: “Number One”. Depois foi à hora de todo mundo querer pagar a “saideira” para os brasileiros... Ou melhor, após a terceira... já meio alegre fomos jantar em um restaurante... E chegou uma sensação de volta a realidade... o GR-20 acabou... Dia seguinte, café da manhã, van até o ponto do ônibus que segue para Bastia. O Olho Azul... Chegada ao Bar GR-20 183 km em 15 dias...não foi a maior em distancia que já fizemos...mas o espirito de trilha foi o mais intenso... Bem...depois dessa demora toda para postar, espero que gostem!!! D15- Ref D l Paliri - Conca.gpx
  3. Aqui novamente fugimos das recomendações mais tradicionais para melhorar a divisão de tempo e energia. No entanto, tivemos um acerto e um erro nessa re-formulação. O trajeto seria Asinau à Village de Bavella (11 kM, 380↑, 695↓em 4:45h) ou a via alternativa dita de alta que começa a cerca de 3,5kM após a partida do Ref. d´Asinau (8 kM, 550↑, 895↓em 4:15h desde o Asinau). Decidimos seguir pela trilha de baixo e seguir até o Refuge d´I Paliri pouco após a do proposto no livro (acerto) antecipando mais de 5kM do último dia. Dados de viagem segundo GPS e aproximação por literatura: Distancia: 16,3 kM (GPS 15,7 kM) Ascensão: 380 + Aprox. 200m (Ponto Max. pelo GPS 1543m) Descida: 695 + Aprox. 350m Previsão: 6:45h Mapa Topográfico Perfil de altitude Vista do Satélite Nesse dia optamos pelo caminho “low level” por ser tradicional, mas tivemos a informação quando chegamos a Bavella que a rota alpina era muito boa e com ótima vista. Vendo de Bavella da para imaginar a vista. A trilha novamente engana pelo perfil com escala grande no livro, pois oferece progressão lenta e com parte final exposta ao sol muito forte com intensos sob-desce. O começo inicia com descida moderada até iniciar a floresta com descida suave e agradável por encostas bem rugosas (Subidas e descidas para transpassar vaus) até uma ascensão que se torna bem pesada pelas rochas com alguma escalaminhada até Bavella. Em Bavella (um ponto turístico movimentado com a imagem de Notre Dame des Neiges), e uma parada para almoço em bons restaurantes e compra de suprimentos. Na seqüência seguimos para o refugio de Paliri, adiantando 2h e 5,5 km do próximo e último dia. Chegando ao refugio tivemos ótimo atendimento e inglês e o lugar é muito bonito e com pouca gente. Novamente o made in Brazil deu direito a conversa, vinho, pão e copa extra. Fonte de água longe e ducha tb. Mas bom camping, boa cozinha e vista fantástica para a pedra furada. D14- Ref dAsinau- Ref D l Paliri.gpx
  4. Retornamos ao trajeto típico, e este com via única. Tendo os seguintes dado de literatura e coletados no GPS: Distancia: 17 kM (GPS 16.1 kM) Ascensão: 1010m (Ponto Max. pelo GPS 2130m) Descida: 1225m Previsão: 7:15h Mapa Topográfico Perfil de altitude Vista do Satélite Dia com 17 km, que apesar do perfil parecer tranqüilo trata-se de um dia bem pesado e longo. Muitos saem mais cedo que o normal. Os 3-4 primeiros km são em encostas com muitos passes de aderência em rocha e escalaminhada com progressão lenta e com balanço de altitude de “zero” devido ao do sobe e desce continuo. Na seqüência temos 6 km de terreno com descida suave e “flat” por campos verdes até a ponte suspensa. Após a subida vista na chegada do dia anterior, podemos ver o refugio e área do camping. Na ponte, ha local para descanso e para comer com os pés de molho por alguns minutos na água gelada. Após, inicia-se uma subida mais suave até um antigo refugio abandonado onde há uma fonte a cerca de 200m acima na própria trilha. Atenção, pois se trata do ultimo ponto de abastecimento. Na seqüência temos uma subida intensa, mas de fácil ascensão sem abrigo até o pico Alcudina com ótima vista (Trata-se do único dia onde se passa pelo pico exato). Na descida temos os primeiros 100m com progressão fácil contornando o relevo do pico, para iniciar uma descida íngreme e lenta. Com visão do refugio constante, lá vem a sensação de nunca chegar. Camping bem cheio por ter excursões e tropas de cavalos, atendimento ruim e demorado. Há estoque bom de mantimentos, mas estrutura apenas com 1 ducha e 2 banheiros. Cozinha grande. Área de camping ruim e pouco espaço para novas barracas. D13-Ref de Usciolu-Ref dAsinau.gpx
  5. Com a alteração do dia anterior, fez-se apenas antecipar parte do dia e diluir um pouco da forte subida que era prevista para o trajeto original (16 kM, 1290↑, 830↓em 7:15h). Seguindo pela via única para o Ref. d´Usciolu os dados de viagem segundo GPS e aproximação por literatura: Distancia: 11,5 kM (GPS 10,9 kM) Ascensão: 1290 - Aprox. 560m (Ponto Max. pelo GPS 1999m) Descida: 830 - Aprox. 85m Previsão: 5:15h Mapa Topográfico Perfil de altitude Vista do Satélite Acordamos com uma bela manhã de sol...abaixo temos as fotos do camping, que na véspera ventava tanto que nem tiramos fotos... A idéia de ter seguido até o refugio de Prati, se mostrou muito adequada, tendo muitos seguidos a mesma idéia. Com isso chegamos às 15h, a tempo de lavar roupas e descansar para o dia seguinte que prometia. Iniciamos com uma subida de cerca 200m com bom trecho por encostas desprotegidas, a salvação foi o dia meio nublado. Depois seguimos por um intenso sobe e desce que nos perfis de altitude parecia um plano agradável e relaxante. O terreno segue com lenta progressão e sem água até as proximidades d Bocca di Laparo, este sendo um local ótimo para uma parada de descanso e refeição. Neste ponto temos também o cruzamento de varias trilhas e a primeira saída para Cozzano. Após por cerca de 10min de caminhada leve, e logo após umas pequenas ruínas de madeira, temos uma seta indicando a Source (fonte) a esquerda. Saindo por esse caminho a cerca de 30m temos uma construção de madeira com uma placa informando não ser um refugio (há um senhor habitando o local). Nesse local há algumas mesas e descendo um pouco mais temos a fonte. Após, o caminho é subida de cerca de 1500m para 1950m sendo o primeiro trecho por cerca de 200m em floresta abrigado e de forma mais suave. Sendo a seqüência povoada por uma sensação de nunca chegar, pois a cada pico sempre temos a surpresa de um novo ponto, e quando chegamos à altitude de referencia ficamos margeando vários picos de altitude quase iguais, alem do fato de não haver indicações claras dos pontos de referencia. O caminho permanece de difícil progressão até o quilometro final onde segue um “semi-plano” até a descida à 1740m nos metros finais de chegada ao refugio. A subida da trilha seguinte assusta no começo, até que se veja o refugio e descubro-se ser aquela a próxima etapa. O refugio é um lindo local, com estruturas boas na parte principal, e mais estruturas vale abaixo. Local para camping não parece ser bom pois o piso é irregular e com bastante inclinação, sendo que as melhores áreas estão com as barracas de aluguel já montadas. Talvez seja necessário se afastar bastante para caçar uma boa área. O jantar foi composto de apenas um prato de macarrão com cenoura, cogumelos e traços de carne. Vale mais um lanche. A venda de mantimentos é bem sortida. D12-Ref de Prati-Ref de Usciolu.gpx
  6. Nesse dia os guias típicos sugerem um trajeto de Bergeries d´E Capanelle a Bocca di Verdi (14 kM, 320↑, 620↓em 4:30h) tendo dois caminhos, sendo o de alta um variação por um desvio pelo Monte Renosu (16 kM, 815↑, 1110↓em 7:15h). Optamos por seguir a via tradicional de baixa, mas adiantando o próximo dia (trajeto que seria Bocca di Verdi ao Ref. d´Usciolu por via única), se estendendo até o Refuge de Prati. Dados de viagem segundo GPS e aproximação por literatura: Distancia: 18,5 kM (GPS 17,7 kM) Ascensão: 320 + Aprox. 560m (Ponto Max. pelo GPS 1856m) Descida: 620 + Aprox. 85m Previsão: 6:30h Mapa Topográfico Perfil de altitude Vista do Satélite Dia amanheceu um pouco mais frio e com céu encoberto, pedindo corta vento no primeiro kM. Início com subida pelo lado oposto do Gitê com inicio de bosque permanecendo em área encoberta até sair na estrada D169 onde se aproveita para cruzar o rio, e na seqüência retornar a trilha com terreno fácil e trechos de pequena ascensão por encostas, com muitas arvores até atingir o platô. No platô Gialgone área muito florida e boa para um descanso, segue descida sem muita dificuldade até o encontro do rio e áreas alagadas, para na seqüência subir alguns metros e descer de forma suave até o refugio Bocca do Verdi. No local há um restaurante (ponto de encontro de motociclistas) onde almoçamos (um “entrecot” monstruoso com fritas por 16€) muito bem e descansamos um pouco para seguir até o refugio de Prati. Depois de traçar meio-boi começamos o trajeto final de 4km, mas com uma subida de 1280m até 1840m pesada, vencido entorno de 2 h, com trechos bastante inclinados, mas com cerca de 80% do tempo protegido em bosques até ascensão final após os 1600m com campo aberto. Subida apesar de pesada, principalmente depois de um almoço farto, não apresenta passes difíceis. Trilha está bem marcada bastando seguir as marcar tipicas e desconfiar sempre quês as marcas ficarem ausentes por alguns metros. O Refugio de Prati, construído em um campo bonito com ótima vista das áreas baixas próximas ao mar. Há uma boa disposição de comida para venda, e jantar a ser pedido até as 17h com menu a 16€. Área de camping gramada e grande (ótima para acampar). A Área é fortemente atacada por ventos, o que para uma pessoa sozinha montar uma barraca se torna bem difícil e a escolha da posição tb uma vez que quase não há abrigos naturais para ajudar. Apesar disso durante a noite o vento diminuiu bastante. Há 2 duchas frias, boas para banho e 1 banheiro. D11-Bergeries dE Capanelle - Ref de Prati.gpx
  7. Após deixarmos o meio da “route” ou o ponto final de muitos, temos novamente um trajeto de rota única, e dados de viagem segundo literatura e GPS: Distancia: 16 kM (GPS 14,5 kM) Ascensão: 1000m (Ponto Max. pelo GPS 1646m) Descida: 335m Previsão: 5:30 h Mapa Topográfico Perfil de altitude Vista do Satélite O dia começou com luxo de café no hotel, 1/2 baguete, 1 manteiga, 1 geléia e chocolate/café e 1 suco...nada de ou tudo de “e”... A trilha segue com ascensão de cerca de 700m de forma bem leve e protegida do sol até a Bocca de Palmetu, caminho bem agradável passando no início pela capela de Notre Dame de La Forêt, cortando a rodovia N193 e algumas vias de manutenção de linhas de transmissão com alguns pontos para fotos. Na seqüência, inicia-se uma descida que rapidamente passa a ser protegida até a Crête de Cardu, passando pela Bergeries d’Alzeta. As bergeries no caminho estavam fechadas. A vista na crête é ótima, e trata-se de um ótimo ponto para descanso atingido rapidamente. Na seqüência, o caminho segue leve e rápido até a subida final, com cerca de 180m de ascensão bem inclinada, mas em terreno de floresta. Em dia de chuva deve ser bem escorregadio. No topo chega-se a uma estrada, que seguimos até a indicação do “gitê” (para baixo) a poucos minutos. O gitê é uma estação de esqui, e o camping é permitido no entorno por 3€ por pessoa. A área mais próxima tem piso muito duro e pedregoso (mas bem abrigada), logo para barracas não auto-sustentadas exige uma boa procura ou o uso do gramado no outro extremo do gitê. A área de banho é muito ruim, sem portas e com cortinas pela metade. A área é bem cheia e tumultuada. Quanto à janta deve ser agendada para garantir atendimento. Apesar da estrutura e um “cardápio” extenso, muito não estava disponível. O jantar estava muito bom, composto por sopa de legumes, picadinho de carne com pimentão, milho e castanha local. Seqüência com queijo e bolo de chocolate. Vinho ótimo a 8€ o litro do tinto ou rosê. D10-Viazzavona - Bergeries dE Capanelle.gpx
  8. Dia 9 apresenta novamente duas rotas, uma de “Baixa” e outra de “Alta”. Seguimos a tradicional que é a de baixa (a de alta se trata de um desvio para passar pelo Monte d´Oru), e temos os dados de viagem segundo literatura e GPS: Distancia: 11 kM (GPS 12.1 kM) Ascensão: 670m (Ponto max. pelo GPS 2116m) Descida: 1180m Previsão: 6:00 h Seguem os dados resumidos da via com desvio de alta: Distancia: 13 kM Ascensão: 990m Descida: 1500m Previsão: 7:30 h Mapa Topográfico Perfil de altitude Vista do Satélite Dia começou bonito e com temperatura agradável e sem vento devida o camping ser abrigado. A saída já começa com uma subida forte, passando pelo refugio (de 1380m do camping até cerca de 2100m). Vista do Refugio Uma subida pesada em menos de 3 km, mas sem passes difíceis com boa parte por terreno ainda com vegetação, mas totalmente exposto ao sol. Na seqüência, inicia a descida de mais 1000m até a cidade. Na parte inicial temos uma descida íngreme e exposta até cerca dos 1500m, para na seqüência passarmos a ter trechos com vegetação para proteção. A descida se torna cansativa até a cachoeira dos ingleses (Ótimo ponto para descanso e comer). Após o caminho é fácil de ser vencida em cerca de 20 min. A indicação para se chegar a cidade é muito precária e confusa, devido aos vários caminhos batidos e de carros. Optamos por ficar num hotel por 95 € com café da manha. O camping se encontra logo no começo da cidade... Bem se trata mais de um ponto avançado com estação e limite de 1 rua com restaurante e alguma lojinha aos dois lados da rua. D9-Ref de L Onda - Viazzavona.gpx
  9. O dia 8 apresenta duas vias, uma de “Baixa” e outra de “Alta”. Seguimos a tradicional que é a de baixa, e temos dados de viagem segundo literatura: Distancia: 11 kM (GPS 10.1 kM) Ascensão: 500m (Ponto max. pelo GPS 1852m) Descida: 910m Previsão: 5:00 h Seguem os dados resumidos da trilha alternativa de alta: Distancia: 8 kM Ascensão: 390m Descida: 800m Previsão: 4:15 h Mapa Topográfico Perfil de Altitude Vista do Satélite Dia tranqüilo com caminhada agradável com descida até 940m por cerca de 7kM. Na saída do camping deve-se atentar pelos caminhos (sinalização complicada devido o camping, mas o caminho é intuitivo), há por baixo (tradicional) ou pela montanha. O da montanha tem uma sinalização com barras paralelas amarelas e começa subindo, mas no balanço final é mais curto e com menos ascensão. Fomos pela de baixo devido à maior proteção do sol e possibilidade de paisagens diferentes nos bosques. A descida inicia-se de forma íngreme por cerca de 1km ate uma “bergeria” próxima, após passa a suavizar até permanecer em paralelo à esquerda do rio. Com a altitude aproximando dos 1250m começam as arvores, até cobrir todo do caminho até a “bergeria” de tolla e a ponte. Bergerie de Tolla Na ponte há ótima área para mergulho ou ao menos molhar os pés devido à água gelada. Após, a trilha começa a subir a direita por uma estradinha rústica até uma fonte, com baixa inclinação e bem protegida. Ponte e local pra Mergulho Na seqüência, o caminho começa a subir por dentro de uma floresta mais densa até o camping na bergerie l'onda. Apesar da nova subida até 1431m, o caminho é agradável e bem protegido, devendo atentar apenas nas marcas pois o caminho é coberto de folhas, o que não deixa marcas de trilha batida e uma certa escuridão pelas copas das arvores. Após se cruzar o rio (o mesmo da ponte, mas em área quase de nascente) chegamos à subida final. O camping é em um curral gramado, com 2 banheiros, 2 duchas (estavam com baixa vazão), 1 fonte, e uma estação de cozinha aberta com 2 fogões pequenos. O refugio fica separado montanha acima. Há suprimentos para venda e jantar por 18€. Jantar ótimo composto de sopa de legumes com macarrão gravatinha, uma lasanha das melhores (se quiser jantar apenas uma vez na trilha, é la) que já comi com queijo, espinafre e hortelã. Seguido de queijo próprio (de cabra e maturado, sabor fantástico) e fruta. Refeição muito farta, apenas demorada durou de 7 as 21h. Refugio...Tem um bela vista...o camping é ótimo e animado... Mais cheio pois existem pontos de acesso a cidade próximos. Alem de vinho...habemus cerveza!!! D8- Ref Petra Piana - Ref de L Onda.gpx
  10. Dia 7 apresenta também apenas uma via, e temos dados de viagem segundo literatura: Distancia: 10 kM (GPS 8,6 kM) Ascensão: 980m (Ponto max. pelo GPS 2226m) Descida: 740m Previsão: 7:00 h Mapa Topográfico Perfil de altitude Vista do Satélite Dia pesado com 10 km até o refugio de Petra Piana, tendo a subida inicial começando no refugio a 1600m e se estende até 2225m. Esse trecho se estende por 3km, mas sem passagens difíceis. Paisagens iniciadas por um vale até atingir platôs gramados e por boa parte margeando o rio até um ponto de inflexão para a ascensão final até a Brèche de Capitellu (local de ótima vista do lagos Lac de Capitellu e Lac Du Melo). Vista do refugio ao fundo Vista dos Platôs Subida Passado a Brèche (2225m) temos um cabo de aço para apoio a descida, mas como estava coberto por neve firme passo um pouco mais abaixo sem esse recurso, na seqüência temos a descida direta com vários passos de “escalaminhada”, mas sem grandes dificuldades. O trecho segue até o ponto Notch (2090m) com poucas dificuldades e descendo ligeiramente. Ao atingir a Bocca Soglia (um ponto de entroncamento com para trilha do Lac Du Melo) o trajeto passa a ser mais montanhoso, descendo suavemente no começo com algumas passagens de “escalaminhada”, ate curvar-se para esquerda após o último acesso ao lago. Nesse ponto a trilha passa a contornar a montanha subindo e descendo até rumar ao acesso as Boccas (Renosu e Muzzella). Nesse trecho o caminho segue boa parte por pedras grandes que limitam a velocidade, passa a serpentear pela vegetação arbustiva e em vários pontos as pedras estão molhadas devido ao degelo. Próximos aos passos tem-se vários pontos de acumulo de neve, mas todos protegidos. Desse ponto seguem 2 km de descida ate o refugio, sendo metade com descida muito suave e piso pedregoso, e a parte final um descida plena por pedras, arbustos e por correntes de água. Refugio é em madeira, pequeno com camas até no sótão, a cozinha é muito pequena e em anexo, gerando muito barulho para quem quer dormir cedo. As mesas de jantar e apoio são em áreas abertas e muito suscetíveis aos fortes ventos, apesar da vista linda. Banheiros são ruins, duchas com baixa pressão e difíceis de tomar banho. Mas a área para camping é grande e com gramado. Fonte de água próxima aos banheiros. Vendas de suprimentos bem equipada. Jantar a 15 € (sopa de macarrão, pão, queijo e sobremesa). Optamos pelos sanduíches, vieram 8 pedaços de copa grandes, 2 queijos e um saco com cerca de 10 fatias. Preço de 6 € cada. Guarnição do refugio no falam nada de inglês. Vista dos Lagos D7- Ref de Manganu - Ref Petra Piana.gpx
  11. Dia 6 apresenta também apenas uma via, e temos dados de viagem segundo literatura: Distancia: 17 kM (GPS 15,7 kM) Ascensão: 670m (Ponto max. pelo GPS 1888m) Descida: 475m Previsão: 5:45 h Mapa Topográfico Perfil de altitude Vista do Satelite Trata-se de um dia de trajeto longo, em distância, mas de passagens fáceis e com boas áreas de fotos e com o lago (Lac du Ninu) para tomar um ótimo banho de sol junto a cavalos selvagens e gado "fugido". Em suma será um dia de descanso e tranqüilidade. As diferenças entre o livro e o GPS talvez se devam as trilhas que em alguns pontos “zig-zagueiam” de forma a gerar suaves subidas, mas trilhas diretas parelas (talvez feita por animais e reforçada pelos trilheiro) viáveis em piso seco. Pode também existir erros de precisão devido ao inicio termos muita mata fechada. O dia amanheceu frio com cerca de 10oC ainda na barraca e com ventos muito fortes (foi a noite mais fria, vi temperaturas de 8oC na madrugada) que independente do abrigo parcial das arvores nos obrigou a arrumamos tudo nas proximidades da cozinha para facilitar a boa arrumação e comodidade. Camping Hotel di Vergio e área do camping à direita Trajeto iniciado de forma fácil, com cerca de 4 km de trilha plana por dentro do bosque (um mudança para zonas mais arborizadas e paisagens diferentes dos dias anteriores), com temperatura ainda baixa, mas agradável. Em seguida temos o inicio da subida pra a Bocca San Petru (marcada por uma capelinha, que ajuda como uma barreira para o vento em um rápido descanso) e deste ponto até a Bocca â Reta temos caminho aberto, com ventos muito fortes e sol intenso. O vento leva a sensações térmicas muito baixas. As áreas de proteção do vento e sol são escassas e se faz quase toda ascensão do dia nesse curto trecho. Trecho inicial de 4kM. Ao centro, a construção bem pequena é o Hôtel Castel de Vergio Subida para Bocca San Petru Capelinha: Ponto de Referência e Abrigo dos Fortes Ventos Subida para a Bocca â Reta - Ascensão de cerca de 500m em campo aberto e escassos abrigos Vencido a última Bocca, praticamente acabam as subidas, tornando o caminho para o lago uma suave descidas e um belo passeio. Chegando ao Lac Du Ninu é difícil não tirar as botas, deitar na grama e ver as nuvens passar. Cochilar e ser acordado por algum cavalo curioso não é nada difícil. Bocca â Reta a Lac du Ninu Lac du Ninu - Ponto Obrigatório de Parada Depois de ter de lutar intensamente com a preguiça e vontade de acampar ali, temos até o Refuge de Manganu cerca de 6 km em trecho fácil e rápido, por um vale com vegetação baixa (sem proteção ao forte sol) por boa parte com alguns trechos de turfa alagada. No caminho passamos pela Bergeries de Vaccaghja (há área para acampar e mantimentos a venda), a partir desse ponto temos uns 2 km até o refugio com apenas um ligeira subida no final. Bergeries de Vaccaghja Chegada ao Refuge de Manganu Foi um dia de descaso para quem ficou no Castel de Vergio, já para quem optou pelo Refuge de Ciottulu foi um dia puxado e bem longo apesar do trecho até o Castel ser basicamente descida. O Refugio em si é pequeno, local meio inclinado (importante chegar cedo), mas perto de cachoeiras para banho (a área da Bergeries parecia melhor para o camping) e vista agradável. Estrutura de cozinha externa em um ilhazinha próximo ao camping, existem 2 duchas e dois banheiro, assim como áreas de lavagem e água corrente. O refugio tem suprimentos para venda e as refeições têm de ser pedida ate as 17h. A área para refeição é restrita e os pratos simples (massa, pão e salada de frutas de lata a 13€). Mesmo com os poréns recomendo o refugio e cozinhar. Devido haver outras trilhas que cruzam a áreas, ou outros pontos de inicio para um GR-20 parcial encontra-se muita gente nova, inclusive pessoas em trilhas a cavalo. D6-Hotel Castel de Vergio - Ref de Manganu.gpx
  12. Bem pessoal, depois de um embarque emergencial e uma viagem estou de volta para continuar o relato!!! Peter agradeço a atenção e respondendo seu questionamento: A Barraca Foi a Asteq Nepal pelo peso e avancês laterais para guardar material. Quanto ao Peso, não levei a balancinha para pesar antes da saída (então fica aproximação pelo aeroporto), mas eu levei um Equinox Elevation 75/100 (Configuração 75 estimado 20-22kg) e minha esposa foi com uma Deuter ACT lite 60+10 SL (Estimado em 12-14kG). Mas o peso foi dinâmico a medida que comprávamos/consumíamos comida ou ainda tinha dias que precisamos levar toda a água. Em media saímos cada um com as CamelBaks cheias (Eu 2+2l e ela 2l). Inicio da estação é Junho. Antes disso tem muita neve e não é recomendado por vários trechos, principalmente o Cirque de la Solitude. Fora desse período não há estrutura nenhuma, apenas alguns refúgios para pousada apenas, mas sem ninguém local e Água congelada.
  13. leduardol

    Barracas AZTEQ

    Olá Luiz! Só um detalhe: a T2 Ultralight Pro não é autoportante... Abraço! Valew...digitei errado, mas já corrigi o Post.
  14. leduardol

    Barracas AZTEQ

    Nepal aguenta TDP fácil... Usei a minha lá e em lugares muito piores... O único lugar que não arrisquei foi os Dientes de Navarino, onde usei a minha Manaslu Discovery (modificadas segundo as dicas do forum mochileiros), e te digo que me arrependi! A Nepal teria aguentado sim, a minha impressão da Manaslu foi a pior possível (Usei 6 dias e vou vender). Já dei varias dicas de montagem da NEPAL (vide posts antigos, para não repetir informações), e o importante é vc montar na aerodinâmica correta da barraca com o vento. Não é necessário pontos adicionais de suportação, o máximo que fiz foi comprar uns 4 "specs" adicionais para terrenos "fofos" ou para ventos fortes. Já peguei ventos fortes, neve, chuva, calor e tempestade de areia com ela, e tudo tranquilo. Ótimo espaço para 2 com material, e sim tem o inconveniente de não ser autoportante (é fato vc montar e descobrir que 2 ou 3 "specs" não entram, então ou desmonta tudo e muda ou faz adaptações como o uso de "9", já explicado anteriormente). A Nepal sempre chama atenção por onde passei (Principalmente EUA e Chile) pelo peso e rapidez de montagem quando a dupla já está craque (Hoje eu e minha esposa já a dobramos de forma mais compacta que a nova na embalagem!!!). A minha Nepal é de 2004, sem saias. Voltei da ultima viagem de 15 dias (GR-20 - Córsega), onde se comportou muito bem após a minha revisão de muitos kms (Reforcei o piso com uretano, selei novamente as costuras, lubrifiquei zíperes com silicone spray e dei banho impermeabilizante na cobertura). Na Europa um barraca da Quechua (T2 Ultralight Pro) me chamou muita atenção por ser bem parecida com a NEPAL (Formato, não ser autoportante, mas com 1 porta apenas), mas com uma possibilidade boa para aumentar a ventilação em dias quentes muito interessante (é uma rabetinha que pode ficar aberta com um pedaço de vareta ou fechada em clima ruim - veja o video de montagem). Vide site: http://tente.quechua.com/en/tent/r-11,a-35,tente-t2-ultralight-pro.html
  15. Duração da Bateria com GPS segundo manual: Uso normal com altímetro: 2 meses ou mais.
  16. Estou atrasado com as perguntas...mas talvez seja útil... O sinal do X-10 deixou muito a desejar. Já tenho GPS desde 97, e já tive diversos modelos, mas o X-10 foi um grande decepção (o tenho desde 2008). Só o uso em trilhas e áreas abertas, mas com algumas nuvens no céu passa a ser uma árdua tarefa e que requer paciência. Isso se agava, pois devido a bateria vc tem de ajusta-lo para não continuo muitas vezes (opções 1s, 1min ou manual) e quando vc chega em casa nota que ele perdeu diversos pontos. Normalmente uso a coleta do GPS no manual, marcando os pontos de inflexão ou de reconhecimento da trilha. O ideal seria vc poder customizar o tempo de aquisição segundo a sua trilha. Sempre comparo o desempenho com o meu Garmin 60CSX, e noto grandes diferenças na altitude, mas o garmin se comporta mais estável e acaba batendo com os ponto referenciados. Quanto a Bateria: Coleta GPS - Duração Bateria 1s - 6h 1min - 16h manual - pela demanda Espero ter sido útil. Abraço.
  17. leduardol

    Mochilas EQUINOX

    Ogum, há anos vc me deu a dica de uma Jam 2 da GoLite. 600 gramas. Super resistente. O defeito é que esquenta demais as costas...( Ela acompanha a curva da costa, colada...) Muito boa para frio, e pouco peso. Saiu a Jam 3 com pouco mais de 800 gramas, devido um sistema leve de refrigeração-ventilação das costas, e aba para proteger o ziper frontal inferior. Comprei também uma conquista Alpina 77 para meu filho, (1.81 metros de altura ), e até cerca de 15 quilos ele tolerou. Estamos indo para Torres del Paines, e treinando hoje com 25 quilos, ele penou com o peso nos ombros. Tentamos todos modos de ajuste, mas parece que o único ajuste seria elevar as alças, o que a Conquista não tem. No quilometro quinze ele disse que estava sendo um '' martírio '', então esvaziamos as garrafas de água, que serviam de lastro. Eu fui com uma Deuter ACT lite, 40+10, com 20 quilos, que forçou um pouco também o ombro. Mas teve um bom desempenho. Hoje eu talvez comprasse a Deuter Act Lite 50+10, pois é um pouco mais larga, e 100 gramas mais pesada. E na Patagônia devido o frio, temos muito volume, mesmo usando sacos compressores. Talvez não comprasse a 50+10, pois estou pegando o jeito de arrumá- cada dia melhor. Já para meu filho, ele prefere (depois do martírio), uma mochila mais pesada, mas sem a dor nos ombros. Você ficaria com a Equinox elevation 75? 2600 gramas, ajuste de alça, mas parece que aqui no forum estão falando mal da transferência de peso para o quadril. ( é pior que a Alpina 77 ?, que tem que ficar com a barrigueira super apertada? senão não funciona?...). Ou se você ganhasse uma Deuter Air contact 60+15 ou 70+15? Talvez melhor conforto, melhor transferência de peso, MAS muito mais pesadas ( na faixa de absurdos 3.200 a 3.300 gramas. Estamos colocando o mínimo de tudo. Roupa para dormir, outra calça e camisa limpa, gorro, meias, panela de aluminio para ferver agua, e dois mini pratos, fogareiro Guepardo pouco mais de 100 gramas. Saco de dormir 1.7 kg, Barraca para 2 marmot tuwlight, 2,7 kilos, mais o footprint, agua 2 litros beber, 1 litro cozinhar, pilhas extras, remedio, fitas silver tape, etc, tudo em pequena quantidade, sandalia croc, comida para 6 dias ( vamos ficar 10 dias, mas usaremos comidas dos refugios...) Creio que levarei 14 quilos, e ele de cerca de 20 a 21 quilos... abç. Amigão...vou fazer um comentário atrasado...mas pode ser útil a alguém... Tenho um Equinox Elevation 75/100 que fiz entre muitas trilhas o Grande Paine, GR-20, The Needles (Essa com 30 ou mais kg, pois chegavamos a ficar 3 dias sem água) entre outros... Fui um defensor ferrenho das mochilas equinox, e realmente elas esbanjam materiais robustos, bons zipers e armações de fibra de carbono... mas após muito uso cheguei a conclusão que deixam muito a desejar em ergonomia e algumas facilidade. Cheguei a mandar um lista de sugestões para a empresa, mas não tiveram nem a atenção de responder (Esperava um pelo menos não se mete...hahahaha)... A minha esposa me acompanhou nessa trilhas sempre com uma Deuter ACT lite 60/10 SL e vendo os meus problemas e comparando com as opiniões dela, e de ver a própria postura da mochila no corpo dela e ter testado um modelo Deuter Aircontact Pro 70+15, decidi compra um Deuter independente do peso adicional. Motivos: - A Equinox tem alças que considero desconfortáveis (pediriam mais enchimento, na minha opinião), grandes (distribuem melhor o peso) mas sem ergonomia (muitas vezes roçam nas faces do peito e interno ao braço) e principalmente que geram um "atrito" desconfortável. Em meu caso por 2 vezes tive marcações nos ombros que deixaram em carne viva e arrancaram todos os cabelos da região formando pústulas com pus. Testei as diversas regulagens, jogando o peso na cintura e nas diversas formas e ajustes por conforto e em acordo com o caminho, e sempre tive o problema. Agravado em dias quentes e longas trilhas, como os 15 dias do GR-20 que apesar de menor peso que no Grande Paine, o resultado foi Pior; - A mochila equinox ela tem uma tendência a chapar nas costa, dificultando a passagem de ar, aumentando a sensação térmica e deixando constantemente suado. Tentei as diversas posições, e nada. Vendo um pessoas com as Deuters, vc consegue perceber o perfil diferente, e o como ela se afasta das costas e mantem a passagem de ar liberada; - A equinox não tem um local adequado para Camelbak, o local que eles alegam é na tampa, que é inviável. Primeiro que vc pondo peso naquele ponto, vc perde equilíbrio, fora o tamanho. Local para Camelbak é nas costas, nem embaixo nem muito acima; - A equinox põe como vantagem a não existência de divisão interna, como a existente para sacos de dormir. Hoje eu discordo disso, primeiro pq quase todos o modelos que têm essa divisão possuem zíper para reverter e transformar novamente em compartimento único. Alem da vantagem de ter e poder escolher, o compartimento é muito útil em diversas ocasiões, seja para separa objetos, seja para facilitar remoção de itens e acesso. Por exemplo fiz uma trilha onde alternava camping e refúgios (só precisava do saco de dormir), e ter de desmontar toda a mochila para pegar era terrível (O saco de dormir deve ficar no fundo para distribuição melhor do peso/volumes). Mas alguém pode dizer: A equinox tem um zíper longitudinal que facilita acesso a qq parte rapidamente!; Sim é verdade, mas em uma mochila compactada, apos remover o saco de dormir, tenta re-inseri-lo para vc ver! ; Nesse ponto a divisão te salva facilmente; - O uso do ziper longitudinal, alem do exposto acima tem outro problema: em uma mochila compactada, após a abertura é muito difícil fecha-la, demandando forçar o zíper e muitas vezes tirar alguns itens e todas as regulagens. Fora o fato de que para acessar laterais tem-se de abrir quase todo o zípes! As Deuter tem dois zíperes (Superior e inferior) 1 em formado em meia-lua e outro em "lingueta" que permite tb acessar as diversas partes, inclusive as laterais de forma mais fácil; - O Sistema de transmissão de peso para o cinto deveria melhorar, assim como a ergonomia do cinto. Não sei se as hastes de fibra de carbono podem não estar transmitindo de forma adequada o peso por estarem sendo flexionadas. O cinto Deuter é mais confortável e pré-curvado para acomodar às linhas do corpo. Esta usa hastes paralelas de alumínio. Testando aqui em casa, esta são mais rígidas, o que pode significar melhor transmissão do peso (em minha analise). Milha preocupação de hastes de alumínio amassarem em viagens se mostrou não coerente e olha que já viajamos muito de barca, ônibus, avião e carroça!, ; - A Elevation tem um perfil de expansão muito para as laterias e com bolsos laterias muito grandes, assim como os locais para posicionar barraca, isolante ou similares. Isso acaba por dificultar a distribuição de peso, logo vc não deve por consumíveis (principalmente água) nesses ponto e deve constantemente atentar pelo correto balanceio de peso. Dessa forma ela aumenta a sua "largura", ao menos para mim isso é pior em uma trilha, devido a passagens estreitas, galhos e arbustos e etc... Lido melhor com um expansão para cima e melhor distribuída pelos lados. A Deuter tem um área para levar barraca ou isolante na transversal, mas a remoção é simples e não mexe nos ajustes da mochila. Outra coisa interessante é que a própria "duflebag" da equinox (Bolsa de transporte Packcase) não se ajusta ao modelo, precisando estar com as expansões fechadas e bolsos laterais vazios, e mesmo assim entra apertada. Fica apertada nas laterias, e com comprimento sobrando o que a fez se adaptar perfeitamente bem a Deuter da minha esposa. Como solução comprei a case da Deuter (Cargo Bag EXP) que é a mais larga do mercado para usar com a Elevation 75/100; - Na Elevation 75/100, sinto falta de compartimentos de apoio na "barrigueira" que são bem uteis; - Cito ainda na Deuter o compartimento para capa de chuva e facilidade de ajustes de altura das alças; - A Deuter permite que a tampa vire uma mochilinha de ataque e a Equinox um Pochete. Só fiz o teste na equinox, e o trabalho não compensa; - Preço: Elevation 75/100 - 644,00 com capa x Deuter AirContact Pro c/capa - 775,00 reais. - A equinox tem maior variedade de cores. Quanto a aparência de robustez dos materiais, a Equinox não deixa espaço para ninguém (A minha apesar da km está como nova, ainda mais pq sempre faço trilha com a capa). E é incrível aliar essa imagem ao menor peso. Acredito que estamos em pleno desenvolvimento e há marcas de respeito em nosso mercado. Mas quanto a mim comprarei a Aircontact Pro 70+15 da Deuter e venderei a minha Elevation 75/100. Bem essa é minha opinião.
  18. Desculpa a demora na resposta...fazia tempo que não entrava no site! Comprei a minha em Buenos Aires, no retorno do Torres del Paine (A minha Timberland e da minha esposa terminaram destruída...tenho até um post com a descrição e analise do problema)...O preço foi 990,00 pesos (08-04-09) na loja Camping Center na Rua Esmeralda, 945 (pertinho da Calle Florida em Buenos Aires). Hoje custaria menos de 400,00 reais, na época se não me engano seria cerca de 580,00 reias. Apesar do preço, valeu cada centavo!!!
  19. Dia 5 apresenta também via unica, e temos dados de viagem segundo literatura: Distancia: 15 kM (GPS 12,9 kM**) Ascensão: 850m (Ponto max. pelo GPS 1964m) Descida: 870m Previsão: 6:00 h Mapa Topográfico Perfil de altitude Vista do Satelite Esse dia temos de começar explicando a diferença do previsto para o GPS, que aconteceu devido a uma rota alternativa (um atalho) que tomamos conforme pode ser visto no mapa topográfico (trilha original é a rota pontilhada). Há tb a diferença devido a preferirmos manter em um trilha no outra margem do rio após o atalho para ver de perto algumas ruínas de Bergeries. A parte cortado pelo atalho, trata-se do acesso ao Refuge de Ciottulu de I Mori que estaria em a altitude pouco acima (1991m) e que vemos a nossa direita. A grande maioria das pessoas ficam nesse refugio, mas achamos que o dia não seria produtivo sem contar a possibilidade de pegar menos pessoas nas trilha e poder sair em horários mais interessantes. Normalmente acordávamos 6:00h e saímos 7:00/7:30h, é comum vc ver pessoas saindo 3:00h!!! Muita gente faz a trilha correndo ou "catando cavaco como kamikazes" e sem parar para aproveitar, a essa altura eramos uns dos poucos sem quedas e nenhum machucado (Incrível como a grande maioria tinha os joelhos e canelas ralados). Nesse dia, após conversar com algumas pessoas (confirmado posteriormente lendo foruns na net) chegamos a conclusão que a diferença dos horários previstos no livro e alguns mapas, comparado para o realizado por nos, não era culpa exclusiva nossa. Os tempos previsto precisam ser adicionados de 15 a 30% a mais. Esse trecho começa com estigma de ser o dia após o pior de todos (passagem pelo Cirque de la solitude), mas para nos não foi o pior sofremos mais com os dias de sol e calor intenso. A saída do camping reforça a boa escolha que fizemos de não ficar no Refuge, alem da beleza matinal encantar e dar vontade de passar o dia todo por lá "jacarezando", temos a vantagem de largar na frente dos grupos. Vista da sede do Auberge U Vallone (Na verdade é um camping apenas) Tinha trilheiro profissional que ficou "jacarezando"... O dia começa com um trilha por bosques com leve subida, sempre protegida do sol e com ótima vista. Terminada a floresta inicia-se um subida intensa, mas protegida do sol e com vários trechos de escalaminhada até chegar na bocca de passagem onde temos ventos fortes e o sol muito intenso na garganta. Vencida a garganta, como já mencionamos optamos pela rota alternativa e pular o próximo refugio que ficou o tempo todo a nossa direita. Tendo feito a nova rota, fico claro que nao perdemos nenhuma paisagem, e sim ganhamos uma trilha livre e com a possibilidade de ver de perto as ruínas de construções tipo "bergeries". Descida do Atalho e Refugio "by-passado" Ruinas... Apesar do sol forte e caminho sem proteção, seguimos um lindo vale com terreno mais plano, gramado e com muitas cachoeiras (águas de geleiras). Retornamos a descida por pedra agora com o rio a direita e com relevo de mais obstáculos, mas ainda na rota alternativa (a rota principal fica na outa margem do rio). O sol permanece muito forte, obrigando a paradas para aproveitar a sombra. Nesse trecho há interligação de vários trajetos menores, deixando a trilha meio conturbadas. Passando uma segunda ponte, tem os pontos das "bergeries", que ainda estavam fechada devido ao início da estação. Essa área tem acesso por diversas trilhas que partem de estradas próximas da região. Na sequência, seguimos para trechos de bosque mais planos e úmido, e com muitos porcos selvagens. O caminho para o hotel tem de ser corretamente seguido, pois há intermináveis outras trilhas se cruzando devido ao trecho final ser próximo a uma estrada e vilarejo. O dia foi muito agradável e com poucas pessoas na trilha na maior parte do caminho. Chegando ao refugio (outra estação de esqui com hotel de luxo) tivemos a ótima surpresa de uma área de camping muito boa, gramada, com cozinha bem equipada, banho quente e loja de suprimentos sortidos e com preços bons comparados aos refúgios. Única atenção é quanto ao horário de funcionamento da loja (8 as 19h). Ótimos banheiros, com água quente e amplos. Lá comemos um dos melhores pães da estadia na França. Lá novamente vimos o helicóptero que vinha de um resgate. D5- Alberge U Vallone - Hotel Castel de Vergio.gpx
  20. Dia 4, atualmente a via é unica e temos dados de viagem segundo literatura: Distancia: 9 kM (GPS 8,3 kM) Ascensão: 1000m (Ponto max. pelo GPS 2044m) Descida: 1000m Previsão: 6:30 h Mapa Topográfico Perfil de altitude Vista do Satelite Terreno muito montanhoso, com vários boulders e muitos trechos de corrente íngremes, que acredito alteraram as medições do GPS. Esse dia começa com muita expectativa e torcida por ótimo tempo, primeiro pois esse é o dia do famoso Cirque de la Solitude a passagem mais difícil de todo o trajeto (alguns fazem no sentido contrario para reduzir o desafio) onde qualquer chuva inviabiliza a passagem. A trilha começa com leve subida por um bosque, seguido por campo agradável onde há a pista de esqui rumando até um lago com água corrente logo após um antigo camping que pegou fogo (marcas ainda pode ser vistas). Nesse ponto, inicia-se a subida que da entrada no Cirque de la Solitude. Subida íngreme, com pontos de neve, mas todos protegidos. Na entrada do Cirque, começam as correntes do passo até vários metros abaixo. Nesse ponto deve guardar os bastões, manter tudo na mochila de forma equilibrada pois na descida há trechos onde a corrente e o único apoio. Devido a dificuldade e ao fluxo de passagem por ambos os lados, pode haver pequenos engarrafamentos, devendo re-dobrar a atenção e em alguns pontos é melhor usar as correntes como rapel. Terminado o trecho de descida com as correntes, temos forte descidas por vários boulders e passagens dificultadas pelas mochilas grandes. No fundo do vale há sombra e água corrente. Após o descanso e um rápido almoço nos preparamos para outra longa subida que logo se inicia com uma escada metálica, seguida de 2 longos trechos de subida. Nesse ponto a escada esta mais pelo psicológico do que utilidade. Passado a escada temos uma longa subida pesada, com correntes em trechos de pedra lisa. Finalmente vencido o Cirque, temos uma longa descida até o vale com quase todo o trecho até o refugio em pedra nua. O refugio de longe aparenta ser bonito, mas de perto o camping é terrível e pedregoso demais. Decidimos seguir até o Albergue U Vallone, com leve descida, fácil e sempre beirando o rio com varias piscinas naturais e cascatas. O camping é ótimo com áreas floridas e gramadas (fotos ficaram pro dia seguinte). O camping tem um um tanque de pedra que acaba virando ponto de encontro. Temos aqui o primeiro banho quente (Nós como bons brasileiros com banhos diários e lavar roupa todo dia, isso é fantástico). O restaurante tem uma cozinha boa e cerveja especial. Há bons suprimentos para venda.O pessoal do camping é atencioso. Aqui vale dizer que após quatro dias podemos definir a famosa sopa corsa: sopa rala ou grossa, com ou sem carne, podendo ter macarrão ou não e com o único vegetal que tem na dispensa. D4- Haut Asco - Alberge U Vallone.gpx
  21. Dia 3 a via é unica e temos dados de viagem segundo literatura: Distancia: 6 kM (GPS 6,1 kM) Ascensão: 860m (Ponto max. pelo GPS 2044m) Descida: 710m Previsão: 5:30 h Mapa Topográfico Perfil de altitude Vista do Satelite Trilha com previsão de 6 km e com marcação do GPS ligeiramente superior. Boa parte da trilha segue alternando entre sol pleno e proteção do relevo. Caminho continua bem marcado, e novamente devendo se ater às marcações e resistir à cortar caminho, pois em muito trechos a continuação da trilha não segue a logica ou ao mais intuitivo. Camping recebendo um Helicóptero - Em muitos é forma de receber gás, mantimentos e levar o lixo gerado... O caminho segue numa descida até uma ponte, de cabo de aço, porém segura e estável. Logo após começamos a subir de 1270m à cerca de pouco mais que 1900m onde haverá o lago. Subida forte e cansativa passando por pontos de escalaminhada e quase todo em rocha nua sempre margeando cachoeiras e córregos formados pelo gelo derretido. No começo, existem varias corrente para auxiliar a ascensão, apesar de em dias sem chuva ser desnecessárias para os mais experientes. Passada essa subida chegasse a um platô com ótima vista da planície litorânea. Lá encontramos o lago. Esse trata-se de fonte de água parada, sendo recomendado uso de filtro. Algumas pessoas nadam... Vista do Platô e Lago - Ótimo ponto para descanso e almoço Após temos nova subida íngreme e cansativa, mas que permite ser vencida facilmente para quem descansou um pouco no platô. Podendo ter neve ainda no topo. Em seguida temos uma descida pela encosta com cerca de dois pontos difíceis de passagem, desprotegidos, seguindo então para nova ascensão até a um segunda e última bocca desse dia. A parte final, que se trata de uma descida íngreme com vista do hotel, que gera expectativas e ajuda a tornar ingrata a descida com um sentimento de nunca chegar ao refugio. Bem, refugio que na verdade é uma estação esqui, que tem hotel e acesso por carro. Então a subida até a bocca mencionada é um tipo caminho para famílias. Descida - Repare na criança de coleira, parecia a "mulher aranha" de tanto que pulava... O refugio-estação de esqui não serve refeição, mas tem boa estrutura de mesa, panelas, pratos e talheres. Conta com 4 bocas de fogão para cozinhar. Há uma loja bem abastecida que vende de supercola a leite condensado, e de fruta a tênis. Comprar comida para 2 para dois dias, copa, queijo etc não custa o valor de 2 refeiçoes na trilha. Vinho custa 10€ e o refugio é bem grande com 2 beliches por quarto. Banho frio, mas com vaso sanitário. Nessa viagem ponderamos basicamente meio a meio refúgios e barraca. Finalmente desistimos da água, gatorade e barrinhas... Entramos definitivamente no vinho, queijo, copa e salame... D3-Ref de Carozzu - Haut Asco.gpx
  22. Para o dia 2 (15-06-2011) escolhemos novamente a via de Alta Montanha com dados de viagem segundo literatura: Distancia: 8 kM (GPS 8,1 kM) Ascensão: 750m (Ponto max. pelo GPS 2044m) Descida: 1050m Previsão: 6:30 h Mapa Topográfico Perfil de altitude Vista do Satelite Dia composto por 8km segundo livro, confirmado de perto pelo GPS. A trilha iniciou com uma subida por um bosque até um riacho, de forma agradável e protegido do sol. Na sequencia iniciou-se uma forte subida até atingirmos os 1900m. Esse platô tem um vista boa do mar e de uma bocca, apesar da subida acentuada e na pedra, a trilha esta bem marcada. Deve- se evitar sair da rota, para não gerar confusão ou arriscar ter de voltar. Na seqüência sobe-se aos 2020m com passagens expostas e de maior risco, logo após o platô. A seqüência temos a impressão pelos mapas vendidos de ser uma área mais plana e rápida, grande engano...o caminho nos conduz por sequencias de subidas e descidas intensas e com escalaminhadas até as diversas bocas... com cerca de 2 passagens difíceis (para que esta com mochilões, nesses pontos convem guardar os bastões) ambas nos caminhos entre as "boccas" Essa etapa permanece pelos picos e após a segunda bocca o caminho desce para o vale. No caminho passa-se por Boccas até que não aparecem nos mapas... A descida é longa e desgastante pela inclinação constante que faz os dedos do pé reclamarem. Após a visualização do refugio, temos ainda um bom caminho e com nova passagem difícil para mochilas devido a altura das passagens. O caminho segue serpenteando e descendo constantemente para o bosque e posterior cruzamento do riacho (primeiro desde a subida até os 1900m). Em poucos minutos chega-se ao refugio. Bem localizado boa vista, mas terreno péssimo para camping (terreno de pedras do tamanho de laranjas, algumas barracas de aluguel ficam em estrados de madeira). Preços diferenciados em relação ao primeiro refugio (Para refeição há limite de hora para confirmação), janta de 20€ por 17€... Cerveja Serena de 4€ por 3,5€. Há omelete por 8€ e prato de frios por 9€ (4 salames, 4 copas e 4 fatias de pão). Vinho de 750ml por 8€. Tem ainda alguns itens para venda, poucas opções. Nesse dia temos um por do sol maravilhoso... D2-Ref dortu di u Piobbu - Ref de Carozzu.gpx
  23. Para o dia 1 escolhemos a via de Alta Montanha com dados de viagem segundo literatura: Distancia: 12 kM (GPS 12,00 kM) Ascensão: 1550m (Ponto max. pelo GPD 1573m) Descida: 235m Previsão: 7h Mapa Topográfico Perfil de altitude Foi um dia composto de 12km, com subidas intensas e constantes desde a cidade de Calenzana (Chegamos até lá de taxi desde Calvi por 39 euros no taxímetro por 14kM, caro mas de BMW e ar-condicionado nos incríveis 36oC) partindo do Camping Gîte d'Étape Municipal (Boa estrutura e banho quente). Vamos de 235 m do camping a 1580m no refugio. O mercado da cidade (Spar) há suprimentos adequados, combustível e mapas. Primeira parte intensa com forte subida até 700m. Após passa-se a zona protegida por florestas e montanha ate 1250m. Feito esse passo segue-se por floresta com fortes subidas e escalaminhadas e com uma passagem com auxilio de correntes. Em cerca de 1480m há um gramado bom para descanso e o caminho segue com subida e descidas mais suaves. Vista da Trilha Entrada da Trilha (Logo Após a capelinha de Santo Antonio) Marcação da trilha A Trilha Os verdadeiros escaladores de Trilha O refugio de pode ver visto ao longe, mas o caminho contorna a garganta com um subida no final o que frusta uma pouco os mais afoitos. Trilha bem marcada, segura, mas cansativa e muito calor. Tempo com paradas e fotos (primeiro dia já viu quanta foto) deu algo entorno de 9h, previsto pelo livro de 7 sem paradas. Água quase escassa até o camping. Refugio ao Longe Camping (Um dos mais Cheios) D1-Calenzana- Ref dortu di u Piobbu.gpx
  24. Para visualizar adequadamente os mapas coletados pelo GPS é necessário instalar o pacote topográfico da Córsega, alem de ser muito útil caso você leve um GPS e queira fazer planos e rotas alternativas. Devido o tamanho não pode ser anexado no post, então segue o link (download gratuito) http://www.ourfootprints.de/gps/mapsource-korsika_e.html O mapa apresenta diversos pontos e curvas de nível (20m), alem de ter a trilha no mapa base. Utilizei para registros um GPS Garmin 60csx com Datum WGS84 com boa reprodutibilidade.
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