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mosesp

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  1. Karina, ótimo seu relato! Comoe stou indo para o México em novembro, foi ótimo para ter ideia dos preços de entrada nos lugares! =)
  2. Pessoal, eu precisava de uma ajuda para decidir em que programa alocar meus pontos da minha pr[oxima viagem.. Minha situação é a seguinte: 1) Atualmente, estou somente com 2.490 km no LANPASS (oneworld), 1.300 pontos no Smiles e estou zerado no TAM Fidelidade (Star Alliance, por enquanto). 2) Eu tenho viagens pelo meu trabalho para Londres esse ano, pela British Airways (oneworld) e poderei contabilizar mais pontos no LANPASS (pois não viajo de econômica pelo meu trabalho). 3) Meu cartão de crédito (HSBC) não transfere pontos para o LANPASS, somente para Smiles, TAM Fidelidade, Azul e o programa da British Airways. 4) Viajarei para o México com a Copa (Star Alliance), e devo somar 9.306 pontos. 5) Em dezembro, também vou ao Uruguai, voando Gol. Minha dúvida é: em qual programa contar os pontos da viagem para o México? a) na Copa tem parceria com a Gol e é possível transferir esses pontos para o Smiles (inicialmente, foi o que fiz); b) por ser Star Alliance, colocar esses pontos no TAM Fidelidade (onde não tenho nada atualmente). Porém, por essa opção, com a TAM mudando para a oneworld em 2014, eu terei dois programas contabilizando pontos na oneworld (LANPASS e TAM) que não podem ser mesclados, e nada na Star Alliance (que é mais atraente). Tenho sido aconselhado a seguir essa opção (contar os pontos no TAM Fidelidade), para que também consiga resgatar os pontos do cartão de crédito nele, em detrimento do Smiles. c) criar uma nova conta em programa de fidelidade em uma outra empresa da Star Alliance, para contabilizar esses pontos da Copa, porém, sem a possibilidade de transferir pontos do cartão de crédito. Alguém tem alguma ideia do que poderia fazer??
  3. mosesp

    URUGUAI - 1ª VIAGEM

    Oi Janaina, Também estou indo para o Uruguai, mas em dezembro (de 21 a 30). Montevideu, Punta e Colonia são os destinos "padrões" no Uruguai. Muitos relatos de mochileiros, principalmente para essas três cidades, você pode ler nesse link: uruguai-relatos-de-viagem-f737.html. Para se hospedar em hostel não tem segredo. Veja essa página uruguai-hospedagem-t25525.html onde os mochileiros colocam referências de hospedagem. Sugiro que entre no www.hostelworld.com ou algum outro site de hostels e procure pelos que têm melhores avaliações. Acredito que na alta temporada de verão (dezembro/janeiro), os preços devam ser um pouco mais caros. Outra opção, é o couchsurfing (www.couchsurfing.org), onde você se conecta com alguém local que esteja disponível para te hospedar. Essa, na verdade, vai ser minha opção, pois como vou ter voltado de um mochilão ao México e à Cuba duas semanas antes, estarei quebrado e sem uma dilma na carteira. Pelo que também pesquisei já, Montevidéu é coisa rápida. Até porque você só tem cinco dias, eu diria para você gastar um dia em Montevidéu, mais um dia em Colônia (faz um bate e volta de Montevidéu) e o restante dedicado a Punta e a viagem de volta. Quanto a custos, todos vão te dizer que depende do seu perfil de viajante. Você vai querer parar todos os dias para almoçar e jantar? Você vai querer ir em baladas? Você vai querer alugar um carro ou andar de ônibus? Você prefere andar muito ou pegar um taxi? Tudo depende.. Todas as dicas sobre o país, custos que outros viajantes diveram, dicas, etc, estão nesse fórum: uruguai-f116.html Espero ter ajudado! Abraço, Moises
  4. mosesp

    México & Cuba - Nov/Dez 2013

    Pedrada, valeu! Eu já tinha lido o relato de vocês também! Hahah E estive pensando mesmo em passar a tarde em Santa Clara e seguir para Remédio no mesmo dia, ficando lá por uma noite, para ir ao Cayo no dia seguinte. Nesse caso, você sabe se no terminal de ônibus de Santa Clara tem locker da Via Azul para deixar a mochila? Mas eu não gostaria de passar uma segunda noite em Remédios, por isso, no mesmo dia que fosse ao Cayo, eu já tentaria pegar ônibus para alguma outra cidade (Cienfuegos ou Trinidad).. mas, pelo que vi em seu relato, a saída do ônibus da Via Azul de Remédios para Trinidad é por volta das 16h, o que me parece cedo.. mas, se considerar que posso ir para o Cayo bem cedo, voltar para a cidade no meio da tarde poderia ser possível. O que acha? A outra alternativa, caso eu me junte com alguém durante a viagem, seria pegar um taxi coletivo, que dá mais flexibilidade nos horários (pegar um taxi sozinho de Remedios para uma dessas duas cidades sai meio caro para uma pessoa só, né?) Sobre a Cubana, também havia lido o relato do Melhores Destinos mas estou passando por outro problema agora: não consigo comprar pelo site da Cubana! Quando chega na página do pagamento, abre aquela parte do "Verified by Visa" e o meu banco, o HSBC, coloca duas opções: usar token pelo celular ou cadastrar perguntas. Mas essa página é tão HORRÍVEL que não existe um botão de "continuar" ou "ok, entendi", somente tem a explicação do procedimento pelos dois modos, e nada mais! Logo, não consigo pagar a passagem!! Mandei um email para o representante da Cubana no Brasil no domingo a noite, e até agora (terça a noite), não tive nenhuma resposta.. Estou vendo o preço pelo Skyscanner/BravoFly, mas o valor esta ligeiramente acima do site da Cubana.. abraço! Moises
  5. mosesp

    México & Cuba - Nov/Dez 2013

    Oi Erick, Nossa, muito obrigado por seus indicações! Serão todas incluídas e vou mudar algumas coisas que veria nos primeiros dias para o meu último dia de viagem, quando estiver de volta no DF. Sobre Oaxaca, a chegada deve ser por volta das 8h de uma quinta-feira, e fico até a noite da sexta-feira. Eu coloquei o Monte Alban no segundo dia porque, pelo que li, as saídas para lá são cedo e, para não chegar na cidade na correria, eu faria as outras coisas (tanto a visita na cidade, quanto esses outros pontos que você citou, Mitla, Hierva el Agua..) no primeiro dia. Mas dá para trocar também.. Acho que tendo esses dois dias praticamente inteiros em Oaxaca já dá pra fazer essas coisas principais em algum combinado de horários. Sobre a Viva, também ouvi outros comentários ruins da empresa, e estou vendo os valores e horários da Volaris (um voo que sai mais ou menos nesse horário do da Viva, é o dobro do preço quase, USD 100, mas acho que vou comprar ele mesmo). No site da Volaris, não encontrei qual é o peso de bagagem permitido, somente tem informação para comprar quilos adicionais. Você sabe qual é o limite da empresa, tanto para despachar quanto de bagagem de mão? E seria ótimo ter alguém local de companhia em algumas visitas! Já estou com minhas passagens São Paulo-DF compradas e mantenho você informado! Inicialmente, eu coloquei Teotihuacan na segunda-feira do feriado porque fiquei com medo de ter muita coisa fechada na cidade nesse dia (museus, por exemplo, quase não abrem de segunda-feira, imagina em feriado..), mas posso mudar também para o final de semana e ter o feriado na cidade. Sobre a parte de Cuba, o que me preocupa mais mesmo é o voo da Cubana, hahah. Li que a avaliação de segurança da empresa não é das melhores e tal. Eu já poderia ter comprado as passagens, mas estou postergando até ouvir, pelo menos de alguém, um voto de confiança hahaha. Abraço, Moises
  6. mosesp

    Pucón - Onde Ficar?

    Em 2010, fiquei na Hostal Carmen, da Dona Carmen Contreras (http://www.hostalcarmenpucon.com), que fica na Arauco, 460 (uma das ruas que cruza a Av. O'Higgins). O e-mail para reservas é [email protected] É uma casinha de madeira, típico chilena, muito confortável, limpa, com internet, cozinha equipada. Tem quartos para duas e três pessoas, quartos para casais (com banheiro) e uma cabana no mesmo terreno também. Não poderia recomendar mais a Dona Carmen. Na época, ela até convidou a mim e a dois irmãos mineiros que estavam hospedados para a ceia de Natal com a família dela, sem cobrar nada.
  7. mosesp

    arquivo Pucón

    @thamiluz É verdade, em 2010, fui para Pucón e fiz várias coisas com o pessoal da Florencia e lembro do Carlos! No dia que eu subiria o Villarica, ele foi até com uma camiseta do Corinthians porque eu disse que era corintiano! hahah @LuizPR Eu fiquei na Hospedaje Carmem, da Dona Carmem Contreras, também próxima ao Donde German, e é ótima! A cidade tem uma boa oferta de hostels, mas nessa época do ano janeiro/fevereiro é alta temporada de verão. Problemas em arrumar um hostels você não vai ter, mas talvez não consigo algum hostel muito recomendado, já que ele pode estar lotado.
  8. Pessoal, queria pedir desculpas aos que começaram a ler meu relato da viagem ao Chile em dezembro de 2010 porque eu não a conclui! Mas vou tentar me redimir e, mesmo tendo passado mais de 2 anos, vou continuar de onde parei, té porque muitas informações são ainda muito úteis e tenho todos meus gastos anotados. - 23 de dezembro | quinta-feira De manhã cedo, fiz check-out no Che Lagarto e parti para a rodoviária (o terminal dos ônibus que partem para o sul é diferente do daqueles que vai para Valparaíso/Viña, mas ficam um de frente para o outro). O ônibus saia por volta das 7h, chegava em Pucón às 19h. Eu dormi boa parte do percurso, mas o ônibus ia parando em alguns terminais de cidades maiores (Los Angeles, Temuco) ou mesmo na estrada, quando havia alguém com passagem para embarcar. Na chegada a Pucón, devia haver, no máximo, umas 10 pessoas no ônibus. Uma parte da estrada de chegada é contornando o lago Villarica, que é uma vista linda. Eu havia me comunicado por e-mail e reservado uma cama na Hospedagem da Dona Carmem Contraras. Definitivamente, eu não poderia ter feito escolha melhor. A casa da D. Carmen fica a alguns quarteirões da rodoviária de Pucón e é uma casinha estilo chilena, de madeira. No andar de baixo, há um quarto de casal, com banheiro privado e, no andar de cima, há uns três ou quatro quartos (uns com duas camas, outros com três). Quando cheguei, só havia eu, por isso, a D. Carmen me deu um quarto duplo e disse que caso alguém chegasse, ela colocaria em outro quarto e eu somente dividiria caso desse lotação na casa mesmo. No mesmo terreno, há uma outra casinha de madeira, mas que é alugada, normalmente, por famílias. A cama do quarto e o edredom foram os melhores que já usei em todas minhas viagens. O quarto e os banheiros são super limpos! Esse é o site da hospedagem da D. Carmen: http://www.hostalcarmenpucon.com. Fica na Arauco, 460. O e-mail dela é [email protected] A localização era ótima. Pucon, na verdade, se resume a uma avenida que vai das montanhas aos lagos, que tem uns 10 quarteirões. A rua Arauco é uma dessas ruas que corta a avenida principal. Ou seja, é tudo walking distance. Logo que cheguei, perguntei a D. Carmen sobre a subida no vulcão Villarica e ela me indicou uma agência com a qual eu já havia feito contado, a Florência, cujo site está no primeiro post. Fui até a Florência no início da noite e o pessoal lá é muito atencioso. Fechei a subida ao vulcão Villarica por $30.000 para o dia seguinda (24/12), incluindo todo o equipamento. Eles me deram todas as indicações do que levar em termos de alimentação, então fui ao mercado na avenida principal e comprei pães, queijo, presunto, água, amendoim, e gastei uns $4.200. Voltei para a hospedagem, fiz meus sanduíches para o dia seguinte e fui dormir. - 24 de dezembro | sexta-feira Eu iria subir o Villarica logo de manhã! Mas foi o dia mais decepcionando da viagem, mas, por outro lado, foi o dia em que pude descansar também. Acordei umas 5h ou 6h da manhã, me agasalhei, peguei meu lanche e fui para a Florência. Lá eles deram toda a roupa necessária, a mochila, o equipamento. Entramamos na van (havia muitos israelenses por lá!) e partimos para o parque. Chegamos lá, descemos da van e não vimos nada. O guia virou para nós e disse "aqui está o vulcão" e não tinha nada lá. Uma neblina que arruinou os planos de todo mundo! Ainda bem cedo, voltamos para a cidade e eu fui direto dormir, porque estão ainda super cansado da viagem de ônibus de Santiago para Pucón. Com o pessoal da Florência, ficou combinado que tentaríamos subir novamente daqui a dois dias (porque no dia seguinte estaria ruim o tempo também). Enfim, dormi até o horário do almoço, então sai para comer em um restaurante na Av. O'Higgins (a principal de Pucon), e gastei $6.000. Aproveitei para caminhar um pouco pela cidade, ir até os dois lagos no final da avenida, tirei várias fotos por lá (em um dos lagos estão ancorados alguns barcos; no outro, que fica atrás do hotel/casino de Pucón, de areia preta, é onde, no verão, os turistas se banham). Havia uma feirinha de artesanato nessas proximidades, então comprei algumas coisas, fiz uma ligação para casa para dar um feliz natal para a família (falei com todo mundo e só gastei $1.200). Como somente tentaríamos subir no Villarica no dia 26/12, passei na Florência e fechei para o dia 25/12 o Tour por la Zona, que faz um tour pelas principais atrações ambientais da região.. rios, lagos, tudo. Paguei mais $16.000. Ao retornar para a hospedagem, a D. Carmen me disse que dois irmãos brasileiros haviam acabado de chegar. Era um rapaz e uma moça de Minas Gerais, que tinham acabado de voltar da Florência e também fechado o tour por la zona no dia 25/12 e a subida ao Villarica no dia 26/12. Nessa hora, D. Carmen nos abordou e perguntou se passaríamos a cena de Natal com ela e sua família. Nós três aceitamos, e ela não nos cobrou nada. Muito massa! Mais a noite, ela, sua mãe, irmão e sobrinha chegaram na casa (moravam em uma outra casa, nos fundos do terreno), eles trocaram presentes e jantamos (não me lembro exatamente o que tinha, mais tinha muito frango e vinho). - 25 de dezembro - sábado No início da tarde, fomos para a Florência para começar o tour por la zona. Alé de mim e dois irmãos mineiros, havia um casal de brasileiros que estava morando em Concepción, uma outra moça brasileira (que iria subir o Villarica conosco) de São Paulo e um camarada argentino. Mas todos nós brasileiros nos demos super bem e, após o tour, combinamos de nos encontrarmos para jantar. O passeio passa por rios e lagos incríveis e alguns caminhos, acredito, devam ser bem difíceis de alcançar se for sozinho, pois tem que andar bastante pelo meio do mato. Essa foto abaixo, por exemplo, é o Lago Villarica, onde tem essa passarela bem no meio do lago e você consegue ir andando no meio dele. Depois, o tour acabava em uma das ternas com água que é aquecida pelo vulcão. E já estava incluso no valor da agência. De volta à Pucón, fomos fazer mais algumas compras no mercado, voltamos para a casa da D. Carmen para tomar um banho e, mais tarde, saimos com outros brasileiros para jantar. -- Ainda tenho mais 5 dias de viagem para contar. Em breve posto, e complemento com mais fotos!
  9. Pessoal, Depois de ler inúmeros relatos do pessoal do Mochileiros, estou montando meu roteiro para 24 dias no México e em Cuba e, depois de mudar várias vezes alguns detalhes, fazer várias consultas aos sites da ADO, Viva Aerobus, Volaris, Via Azul, etc, cheguei em uma primeira versão do itinerário. Minha ideia original era descer da Cidade do México até Yucatán e, de Cancun, ir para Havana, retornando em um voo para DF. Mas, devido ao custo muito alto de ir para Cuba a partir de Cancun e voltar para DF, decidi pegar um voo low-cost de DF para Cancun, inserir Cuba no meio da viagem, voltar para Cancun e subir até DF novamente. O roteiro ficou assim: DIA 01 - 15 de novembro - sexta-feira Cidade do México Chegada na Cidade do México (às 12:10) Visita pelo Zócalo, Palácio Nacional Secretaria de Educação Pública, Catedral Metropolitana, Plaza Garibaldi (à noite) DIA 02 - 16 de novembro - sábado Cidade do México Visita ao Bosque de Chapultepec, Palacio de Bellas Artes, Museu Nacional de Antropologia, Museu de Arte Moderna, Museu Mural Diego Rivera, Paseo de la Reforma, Torre Latinoamericana, ir até os bairros de Condesa e Roma DIA 03 - 17 de novembro - domingo Cidade do México Visita ao Museu Frida Khalo, Museu Leon Trotsky, Mercado de Coyocán, Plaza Hidalgo, Museu Nacional de Arte DIA 04 - 18 de novembro - segunda-feira Cidade do México - feriado nacional de Aniversário da Revolução Mexicana Visita a Teotihuacán: na volta, visitar a Basílica de Guadalupe e a Plaza de las Tres Culturas DIA 05 - 19 de novembro - terça-feira Cidade do México Visita ao Templo Mayor, Museu Nacional da Revolução Mexicana Às 22h, voo para Cancun (pela Viva Aerobus, por USD 53.75 - duração 2h10min) DIA 06 - 20 de novembro - quarta-feira Cancun Visita ao Mercado 28, ferry para Isla Mujeres (Ultramar, partindo de Puerto Juarez, por MX$ 140.00 ida e volta) DIA 07 - 21 de novembro - quinta-feira Tulum Saída para Tulum (ônibus ADO, por MX$ 208.00 ida e volta - duração 2h20min cada viagem) DIA 08 - 22 de novembro - sexta-feira Cancun-Havana Às 15h35, voo para Havana (voando Cubana de Aviación, por USD 282.46 ida e volta - chegada às 18h). DIA 09 - 23 de novembro - sábado Havana Visitar o Paseo del Prado, Gran Teatro de Havana, Malecon, Capit[olio, Parque Central, Museu da Revolução, Edifico Bacardi, Havana Vieja DIA 10 - 24 de novembro - domingo Havana Visitar o bairro Vedado, Parque da Fraternidade, Hotel Habana Libre, Castillo del Morro DIA 11 - 25 de novembro - segunda-feira Santa Clara Às 7h40, ônibus para Santa Clara (pela Via Azul, por USD 18.00 - duração de 4h45min, chegando às 13h25) Hospedar-se em uma casa em Santa Clara Visita ao Monumento e Museu Che Guevara, Loma del Capiro, Trem Blindado DIA 12 - 26 de novembro - terça-feira Santa Clara/Cayo Las Brujas Ir para o Cayo Las Brujas a partir de Santa Clara (não ficar hospedado em Remédios) e voltar do Cayo diretamente para Santa Clara (indo de taxi coletivo, se possivel | duração: 45min até Remédios, 1h de Remédios ao Cayo). De volta a Santa Clara no fim da tarde, partir para Trinidad (se possível, em taxi coletivo novamente - duração 3h15 -, já que o ônibus da Via Azul parte às 16h30 - muito cedo) DIA 13 - 27 de novembro - quarta-feira Trinidad Visita à cidade, Playa Alcón DIA 14 - 28 de novembro - quinta-feira Trinidad Manhã livre em Trinidad Às 15h45, saída para Havana (pela Via Azul, por USD 25.00 - duração 6h15min, chegando às 22h em Havana) DIA 15 - 29 de novembro - sexta-feira Havana Dia livre em Havana DIA 16 - 30 de novembro - sábado Havana/Cancun Manhã livre em Havana Às 14h, voo para Cancun (voando Cubana, saindo às 14h de Havana, chegando às 14h25 em Cancun devido ao fuso horário) Do aeroporto, ônibus para Mérida (pela ADO, por MX$ 496.00 - duração 3h55min, chegando às 21h30 em Mérida) DIA 17 - 1 de dezembro - domingo Mérida Ir a Uxmal, cenotes, visitar a cidade DIA 18 - 2 de dezembro - segunda-feira Mérida/Chichén Itzá Ir para Chichén Itzá (pela ADO, por MX$ 240.00 ida e volta, duração de 1h45min cada viagem) Às 22h, partir para Palenque (pela ADO, por MX$ 446.00, duração de 9h) DIA 19 - 3 de dezembro - terça-feira Palenque Visita às cascadas Misol-Ha e Agua Azul DIA 20 - 4 de dezembro - quarta-feira Palenque Visita à Zona Arqueológica de Palenque Às 17h30, partida para Oaxaca (pela ADO, por MX$ 672.00 - duração de 14h40min) DIA 21 - 5 de dezembro - quinta-feira Oaxaca Dia para visitar a cidade DIA 22 - 6 de dezembro - sexta-feira Oaxaca Visita ao Monte Alban Às 23h30, partida para Cidade do México (pela ADO, por MX$ 474.00 - duração de 6h5min) DIA 23 - 7 de dezembro - sábado Cidade do México Chegada em DF pela manha e dia livre DIA 24 - 8 de dezembro - domingo Cidade do México Às 13h10, partida para São Paulo -- Algumas observações sobre esse roteiro que fiz: 1. Minhas principais dúvidas estão quanto à viabilidade do deslocamento em Cuba para Santa Clara, Cayo Las Brujas e Trinidad. Eu não faço questão de ir à Santa Clara, mas gostaria de ir ao Cayo Las Brujas. Mas o deslocamento também fica complicado a partir de lá para ir para Trinidad porque o horário do ônibus da Via Azul não é muito legal (é no meio da tarde). Se eu optar por tirar o Cayo Las Brujas do roteiro mesmo, eu ficaria somente com Trinidad (com uma possível parada em Cienfuegos). Mas, se for manter essa parte de Cuba como está, também não sei se é viável ir para o Cayo a partir de Santa Clara, sem ter que ficar em Remédios.. 2. Muitas das atividades que envolvem mergulho, snorkeling, eu acabei não considerando, por questões pessoais, porque não vou poder praticá-los. 3. Em um dos dias que estarei em DF, é feriado de aniversário da Revolução Mexicana (18/11), e é exatamente no dia que eu havia planejado ir para Teotihuacan. Caso eu descubra até lá que vai haver alguma agenda cultural interessante na cidade nesse dia, eu posso alterar isso.. 4. Muitas as atrações em algumas das cidades, eu não elenquei aqui, somente descrevi como "dias livres", porque minha principal preocupação não é exatamente em quais atrações ir, mas sim se essa logística vai funcionar.. Qualquer comentário e crítica ao roteiro são mais do que bem vindos! Please! Um abraço!
  10. Oi Marcos, Valeu mesmo pelas dicas! Inclui Mérida no meu roteiro (eu estava com dois dias extras, para casos de atrasos na viagem), e estava integrando sua sugestão de deixar a mochila em um locker em Chichén Itzá e, depois, ir direto para Playa del Carmen, mas acho que vou ter que mudar o sentido do meu roteiro, por conta dos voos para Havana... Inicialmente, eu estava planejando ir para Cuba após descer de DF para Cancun, com ida para Havana por Cancun, e volta por DF. Mas isso estava deixando muito caro (quase USD 800, enquanto meu novo roteiro deixaria isso por USD 280)! Então, estou tentando replanejar, pegando um voo a Viva Aerobus de DF para Cancun por USD 80 (fazer Isla Mujeres, Playa del Carmen, Tulum), e de Cancun fazer ida e volta para Havana. Voltando de Havana, começar a subir. Pelos horários dos ônibus da ADO, terei que ir direto para Mérida e, com base lá, fazer Uxmal e Chichén Itzá; ir de Mérida para Palenque; Palenque para Oaxaca; Oaxaca para DF. Não vi muito gente fazendo esse caminho "contrário", mas acho que funciona.. Sobre os cenotes em Mérida, tenho lido muita gente, especialmente americanos, falando que, recentemente, estão vendendo para eles a visita aos três cenotes, mas que, depois, o guia diz que só irão a dois (por razão de alguns "conflitos" com moradores nas proximidades de um deles), mas que, no fim das contas, um dos cenotes não é um cenote, mas uma caverna suja, com água escura, etc. E que o único cenote que foram, de verdade, foi o Chelentun mesmo. Você soube de algo nesse sentido? Ainda sobre os cenotes e outras atividades aquáticas por lá, queria uma opinião hahah.. por questões recentes de saúde, não irei fazer nenhum mergulho em profundidades (fiz uma cirurgia no pulmão nos últimos meses, meu médico me liberou completamente para essas atividades, mas prefiro não arriscar, viajando sozinho..). Mesmo assim, acha que valeria a pena ir aos cenotes, ou aos parques na riviera maya (ou a visita acabaria se resumindo a tirar fotos?)? Sobre os ônibus, você chegou a comprar alguma passagem com antecedência pelo site da ADO? Alguns trechos como Cancun-Mérida e Oaxaca-DF têm mais frotas fazendo o caminho, mas, por exemplo, para a rota Palenque-Oaxaca há somente um ônibus por dia. Seria o caso de garantir isso ou seria tranquilo tentar na hora? Pelo meu novo roteiro, eu começo a pegar ônibus no México na primeira semana de dezembro.. Abraço, Moises
  11. Marcos, Seu relato está ótimo. Estou montando meu roteiro para México e Cuba, e seus posts estão ajudando MUITO, já que vou fazer DF, Oaxaca e Palenque também. No momento, estou pensando em tirar Mérida do roteiro (não fazer Uxmal, e ter alguns dias a mais em Cuba), e ir de Palenque direto para Cancun e, baseado em Cancun, fazer Chichen, Tulum, etc (e de lá, pegar o voo para Havana). Vou aguardar seu relato chegar na parte de Mérida para ver se me decido de vez sobre isso!
  12. Oi Marcos, Valeu mesmo pela recomendação. Você acha que em um dia é possível conhecer pelo menos o básico de Tallin? Eu disse que não seria minha prioridade nessa viagem, mas eu quero conhecer a cidade devidamente - e ela estava nos meus planos originais também (que seria Tallin-Helsinki-St Petesburg-Moscou, mas por questão de datas e horários de voos, optei por começar pela Noruega e tirar a Rússia dessa vez). Pois, por esse planejamento, eu chegaria em Tallin numa sexta-feira pela manhã, e já partiria de volta a Londres no início do sábado. Vou procurar seu relato. Valeu pela dica
  13. Pessoal, Em abril, estarei em viagem a trabalho em Londres e vou ter uma semana extra para poder viajar. Então, depois de ler muito os tópicos sobre os países aqui no Mochileiros e fazer várias simulações de passagem aéreas, ferroviárias, etc, fiz um roteiro e gostaria da opinião de quem puder ajudar e também tirar algumas dúvidas. Teoricamente, meu trabalho em Londres acaba no dia 18/04/2013 (quinta-feira) e estou planejando começar a viagem já no dia 19/04/2013 (sexta-feira). Devo estar de volta a Londres no dia 27/04/2013 (sábado) para meu voo de volta a São Paulo. 19 DE ABRIL (SEXTA-FEIRA) (voo) Londres (Gatwick) - Oslo Norwegian (09:10 - 12:15) 63 euros. Chegada e dia em Oslo (por essa programação, eu não faria check-in em nenhum hostel em Oslo nesse dia, teria que arrumar um locker ou coisa do tipo para deixar a mala para poder andar pela cidade). (trem) Oslo - Flam NSB (23:23 - 10:50) 20 DE ABRIL (SÁBADO) Chegada em Flam às 10:50 e tour na região (É suficiente somente esse dia? Esse trem da NSB de Oslo para Flam faz a parada em Myrdal - esse trecho já é aquele trecho turístico que oferecem no site http://www.visitflam.com?) 21 DE ABRIL (DOMINGO) (trem) Flam - Oslo NSB (08:05 - 13:50) Chegada e dia em Oslo (dessa vez com hospedagem). 22 de ABRIL (SEGUNDA-FEIRA) (voo) Oslo - Estocolmo Scandinavian (07:00 - 08:00) 64.14 euros Chegada e dia em Estocolmo 23 DE ABRIL (TERÇA-FEIRA) Dia em Estocolmo. 24 DE ABRIL (QUARTA-FEIRA) (voo) Estocolmo - Helsinki Scandinavian (06:50 - 08:45) 43.99 euros Chegada e dia em Helsinki. 25 DE ABRIL (QUINTA-FEIRA) Dia em Helsinki. 26 DE ABRIL (SEXTA-FEIRA) (barco) Helsinki - Tallin Tallink Silja (07:30 - 09:30) 35 euros 27 DE ABRIL (SÁBADO) (voo) Tallin - Londres (Heathrow) Scandinavian (13:35 - 17:00) 218.11 euros Essa ida à Tallin pode ser suprimida (não é minha prioridade nessa viagem) caso, de acordo com as sugestões, eu deva dedicar mais alguns dias em um dos outros três. Nesse caso, tenho um voo da Air Baltic de Helsinki para Heathrow, com saída às 14:15 do dia 27 (sábado), por 96 euros. -- Pessoal, agradeceria muito os comentários! Dúvida crucial: como é o clima nessa época? Sempre frio? Thanks
  14. mosesp

    Transporte Terrestre no Peru - Perguntas e Respostas

    Pessoal, Estava tentando consultar os horários de ônibus de Cusco para Puno, agora em dezembro, no site da Cruz del Sur (para talvez até comprar o bilhete online), mas a única mensagem que o site mostra para esse trecho (tanto ida, como volta) é que não há nenhum ônibus marcado para o mês de janeiro. E para qualquer outro trecho há ônibus. Estou acessando por esses site: https://ticketnet.cruzdelsur.com.pe/main.php Para quem já foi, é tranquilo ter passagens disponíveis com pouca antecedência, diretamente na rodoviária? Alguma ideia da frequencia com que saem ônibus Cusco -> Puno, Puno -> Arequipa e Arequipa -> Cusco?
  15. Olá pessoal, Em dezembro/2010 fiz minha viagem de 2 semanas para o Chile. MUITAS informações eu só consegui lendo os relatos aqui dos mochileiros, então vou escrever meu relato para contribuir também com os próximos viajantes! Vou tentar falar sobre as passagens áreas, transporte dentro do país, coisas que fiz e lugares que fui. No meu relato não vai ter muita coisa sobre comida típicas ou coisas do tipo porque, pessoalmente, não gosto de comer muitas coisas. Mas, como fiz todo o planejamento financeiro e também o controle financeiro durante a viagem, o relato vai ser detalhado em questão de valores. Minha viagem teve algumas coisas diferentes, que afetaram diretamente no custo que tive lá. Primeiro de tudo, eu tenho família no Chile e, embora não tenha ficado hospedado na casa deles, economizei muito pois, as vezes, almoçava ou jantava com eles. Antes de comprar a passagem, passei uns 2 meses pensando sobre a viagem, lendo o forum, outros relatos, para decidir o que eu poderia fazer com o dinheiro que iria ter. Como faço meu controle financeiro em uma planilha do Excel, eu conseguia ter uma previsão do dinheiro que eu teria disponível para gastar lá. Então, fiz uma outra planilha do Excel com os dias que durariam a minha viagem, dentro de cada dia os itens que implicariam gastos, e ao lado da descrição havia a coluna de preços (muitos deles em pesos) que, depois era convertido para reais, no final somava tudo, e finalmente, eu tinha o valor total da minha viagem. Enfim, era certo que eu chegaria em Santiago, iria um dia para Valparaíso e Viña. Queria muito ir a Pucón e subir o Villarica, mas não tinha certeza se conseguiria, por conta do orçamento. Eu tinha reservado um valor fixo para gastar no Chile e, embora eu pudesse passar dele bastante, eu não queria. Então, a decisão final de ir a Pucón foi feita somente quando eu já estava em Santiago. Resumindo, eu tinha 4 coisas que eu queria MUITO conhecer no Chile: 1) Oceano Pacífico; 2) vulcão Villarica; 3) Cerros em Santiago; 4) Museo Ferroviário Nacional Plabo Neruda, em Temuco. GUIA DE VIAGENS Comprei o Guia d'O Viajante, na FNAC, por uns R$ 45,00. Ele é horrível. As melhores informações obtive, de graça, aqui no Mochileiros. PASSAGENS AÉREAS Comprei as passagens aéreas apenas com 30 dias de antecedência. Antes disso, tinha visto muitas passagens mais baratas, mas deixei as oportunidades passarem. Comprei as passagens da Pluna (uruguai) por R$ 842,62. O avião saia de São Paulo na noite do dia 18/12 e chegava de madrugada a Montevidéu. De manhã saia o voo para Santiago, chegando lá na tarde do dia 19/12. A volta seria a mesma coisa, porém somente com 1 hora de conexão em Montevidéu (saia de Santiago na noite de 30/12, e chegava em São Paulo na madrugada de 31/12). SOBRE A PLUNA: avião pequeno, mas nova. E gostei da empresa, mas há algumas coisas a serem observados. - As passagens são baratas, principalmente, porque o serviço de bordo não está incluso. Se você quer comer, beber água, etc, tem que pagar (em dolares, reais, cartão de crédito) no avião para os comissários. Mas os voos são tão curtos, que nem há necessidade disso. Levei em torno de 1h30 de SP para Montevidéu, e mais 1h30 para Santiago. - Para partidas a partir do Brasil, a empresa não cobra o despacho da bagagem, porém, com partida desde o Chile, houve uma taxa para o despacho de $12.500. Essa informação fica escondida no site da empresa. Eu pesquisei tudo direitinho antes de viajar, e estava ciente disso. Para esclarecimentos sobre bagagens em viagens com a Pluna, há detalhes no link abaixo. http://www.pluna.aero/cat/po/bagagem-8.html" onclick="window.open(this.href);return false; HOSTEL Depois de ler sobre vários hostels e pesquisar os preços, fiz uma reserva no Che Lagarto, em quarto com 8 pessoas, para as quatro primeiras noites. O valor total foi de US$ 40,32 (aproximadamente R$20 por noite). Também não me arrependi nenhum pouco desta escolha. O staff do hostel é muito receptivo, a cozinha estava a disposição, as áreas comuns são ótimas para conhecer outras pessoas e as camas são "dormíveis" (o banheiro deixava um pouco a desejar, mas tenho consciência de que ele era usado por 8 pessoas). Ainda no Brasil, enquanto pensava em ir a Pucón, fiz contato com hostels e agências de turismo na cidade. O melhor lugar para ficar que me agradou, ainda no Brasil, foi a Hospedaje Carmen (onde, inclusive, passei o Natal, com a Dona Carmen, a família dela e 2 irmãos brasileiros que tinham acabado de chegar na cidade). A agência que escolhi foi a Florência. Mais para a frente falo sobre os preços em cada um deles. Hostal Carmen --> http://www.hostalcarmenpucon.com/" onclick="window.open(this.href);return false; Agência Florência --> http://www.turismoflorencia.com/" onclick="window.open(this.href);return false; CÂMBIO Em São Paulo, troquei apenas um dinheiro para ter quando chegasse no país. O restante eu poderia trocar lá mesmo, onde o câmbio era melhor. Comprei $30.000 e US$40 (os dólares foram somente para pagar o hostel, pois pagando em pesos chilenos eles cobravam uma taxa a mais e, depois de fazer as contas, conclui que sairia mais barato pagar em dólares). Então, agora sobre a viagem em si: -> 19 de Dezembro | domingo Cheguei em Santiago às 15h30. Sabia que teria que pegar um ônibus do aeroporto até o centro, das empresas TurBus ou Centropuerto (são as únicas que operam no aeroporto; se não fosse de ônibus, teria que ser de táxi). Pegaria o primeiro que encontrasse, que no caso foi da Centropuerto. É um ônibus urbano normal (e não de viagem, como da Turbus), e a passagem custava $1.400. Para chegar ao Che Lagarto eu sabia que precisava descer em alguma estação da Avenida O'Higgins, no centro, mas como viajava sozinho, tive que me virar para saber ao certo quando descer. Por sorte, desci do ônibus no ponto certo, entre as estações do metrô Universidad de Santiago e Estación Central. De lá eu poderia pegar a linha 1 até a estação Universidad de Chile, perto do hostel. Era domingo, ams as ruas estavam lotadas (compras de Natal). Quando achei o metrô, a novela foi descobrir como funciona direito a questao da passagem do metrô. Apesar de falar espanhol, tive um pouco de dificuldade com o sotaque chileno (que não pronuncia absolutamente 's' nenhum; nem no meio (como normalmente ocorre), e nem no final das palavras). Enfim uma mulher com a alma muito boa parou com muita atenção para me explicar (a estação estava uma zona.. época de Natal). Eu precisava comprar o BIP! (o Bilhete Único de Santiago) e carregar o cartão. Não me lembro exatamente quanto custava o cartão e quanto carreguei, somente anotei no meu caderno que gastei, ao todo $5.000 (o que é suficiente para várias viagens de metrô e ônibus). Pelo que uma prima minha me explicou em Santiago, com o BIP! você tem três ou quatro horas e pode pegar até quatro transportes (ônibus ou metrô) pagando somente uma passagem. Tanto o cartão, quanto a recarga são comprados no mesmo guichê. Cheguei no meu lugar de destino, achei o hostel, fiz check-in e fui tomar um banho (já tinha saido do Brasil, passado longas horas no Uruguai, e pego o metrô lotado [com minha mochila] em Santiago, então eu não estava me sentindo muito confortável). Deixei minhas coisas por lá e fui andar pelos arredores do hostel. Como eu já tinha visto quando estava no Brasil, o Che Lagarto é muito bem localizado: fica a duas quadras do La Moneda; quatro da Plaza de Armas; duas do Cerro Santa Lucia; uma da Calle Ahumada. Fui até o La Moneda, à Plaza de Armas (que naquele dita era palco de uma festividade de inauguraçãod a maior árvore de Natal de Santiago - que era minúscula, por sinal), à Plaza Constitución. Tirei fotos e voltei para o hostel. Na volta conheci algumas pessoas que estavam no meu quarto: uma argentina, um americano (que estudava na Argentina), uma francesa (que estudava na Argentina) e um israelense (que também falava espanhol). Naquela noite fomos ao mercado fazer umas compras, fizemos nossa janta no hostel mesmo (que, naqueles dias, não estava em lotação máxima). No dia seguinte, eu e a argentina programamos de ir até os Cerros (ela era a única que ainda não tinha ido até lá). - 20 de dezembro | segunda-feira Acordamos cedo e fomos caminhando até o Cerro Santa Lucia. É um lugar muito bonito, vale a pena. Os muros, a fonte, muito legais. Chegamos rápido até o topo, tiramos várias fotos e descemos. Foi rápido até. Voltamos para o hostel para comer algo (aproveitei para ir à casa de câmbio trocar mais dinheiro) e depois fomos caminhando tambéma té o Cerro San Cristobal. Sobre as casas de câmbio: elas estão concentradas na calle Agustinas, a duas quadras do Che. São várias, mas naquele dia a melhor cotação nessa que as informações estão abaixo: Turismo & Transporte | Beach - Tour Ltda. Agustinas 1111 - Fone: 695 0305 Agustinas 1010 - Fone: 697 2117 [email protected] O San Cristóbal era mais longe, mas fomos caminhando mesmo. O funicular para subir e descer o Cerro custava $1.800. Subimos, fiz umas compras na feirinha que tem lá em cima, tiramos fotos, falamos com outros turistas, e descemos. Naquela tarde aproveitei para ligar para minha família em Santiago. Fui até um Centro de Llamadas e combinei de me encontrar com meu tio e a familia dele a noite. As ligações nos Centros de Llamadas não são caras. Liguei várias vezes para casa, no Brasil, e cada minuto custava $100 (R$ 0,40). Nesse meio tempo, fui até a estação do metrô Universidad de Chile, onde há guichês das empresas de ônibus. A TurBus estava com promoção para Valparaíso e Viña: $2.400 ida e volta (menos de R$10). Comprei as passagens para ir no dia 22/12 (quarta-feira). Depois comprei as passagens para Pucón. Eu já tinha vistos os preços no site da Turbus antes, mas conforme a data fica mais próxima, eles aumentam. Se você vai consultar a Turbus e eles não têm mais passagens disponíveis nos ônibus da empresa, peça para consultarem os horários de oturas empresas, como a Inter, pois todos são do mesmo grupo. Há ainda a Pullman, com ótimos bons. Turbus --> https://www.turbus.cl/" onclick="window.open(this.href);return false; Minha passagem para Pucón ficou marcada para o dia 23/12 (pela manhã) e a volta para o dia 28/12 (a noite). O total da compra foi $38.700 (aproximadamente R$ 145). - 21 de dezembro | terça-feira Depois de conhecer meus familiares, na terça-feira uma prima me levou para conhecer outros pontos da cidade que eu não conheci antes, como o Mercado Central. Tentamos ir ao Museo Chileno de Arte Pré- Colombino, mas ele estava fechado. Terminei o dia fazendo as compras de presentes para trazer de volta para o Brasil na feira que tem do outro lado da rua do Cerro Santa Lucia. - 22 de dezembro | quarta-feira Estava indo passsar o dia em Viña e Valparaíso. Como disse acima, as passagens de Santiago para lá estavam com preço promocional na Turbus (o que fez até mesmo muita gente do staff do hostel ir comprar para passar o final de semana na praia). Meu ônibus sairia as 7h do Terminal Alameda. Sobre os terminais de ônibus em Santiago: pelo que me lembro, há quatro terminais de ônibus na cidade, e três deles ficam próximos (questão de atravessar a rua). O Alameda é o terminal para os ônibus para o litoral (que saem a cada 15 minutos) e para cidades próximas. Os outros são para viagens para o sul, ou para o norte, ou internacionais. Sai cedo do hostel pois teria que pegar o metrô em horário de pico, desde a Universidad de Chile até a Estación Central. Só que, para minha sorte, descobri que, na verdade, eu estava indo no contra-fluxo das pessoas que vão trabalhar Cheguei em Viña às 8h30. Nunca esteve nos meus planos contratar um tour pelas cidades, mas ao desembarcar em Viña me permiti entrar em uma agência para averiguar como era o tour, por onde passava, quanto custava, e acabei por me juntar ao grupo da agência City Tour Viña de la Mar. Foi um tour interessante e tal, mas não recomendo a agência, porque não teve excelência no serviço. O guia apresentou muito bem Viña e Valparaíso, porém, houve diversas coisas que alguém do grupo (as vezes eu mesmo) queria para a van e tirar foto, ou mesmo descer e tirar fotos, e "nunca dava para estacionar". Foi o que aconteceu no Reloj de Flores. Não conseguimos descer para tirar fotos do principal símbolo da cidade. Enfim, o tour custou $10.000. Passamos pelo Salsalito, Museo Fonck, o almoço seria em Reñaca. A tarde seguimos para Valparaíso. Por volta das 19h30 estava de volta no terminal de ônibus de Viña para voltar para Santiago. No dia seguinte iria para Pucón.
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