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Larissa de França

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  1. Oi Jackson! Eu acredito que isso muda de acordo com a época. Na época que comprei, a Lufthansa e a Swiss (mesmo grupo) tinham os melhores preços. Hoje eu vejo a Air Europa e TAP com bons preços. Eu sempre utilizo o Melhores Destinos e o Skyscanner pra ver os preços, geralmente são nesses sites onde encontro as melhores promoções. O voo partiu de Guarulhos-SP!
  2. Oi Lucas! Obrigada Olha, as passagens foram compradas em setembro de 2015, com bastante antecedência. Foi em uma promoção da Swiss. Não lembro bem o valor, mas não chegou a ser nem R$ 1.800,00, ida e volta, saindo de Guarulhos. Como você quer visitar mais o interior, Florença é uma boa base, já que fica na região da Toscana e tem várias cidades por perto.
  3. Obrigada, Felipe! Aproveite bastante seus 20 dias por lá! Da próxima vez que eu for, também quero passar no mínimo 20 dias só na Itália Feliz ano novo pra você também! Abraços!
  4. Olá Mochileiros! Em retribuição à ajuda que recebi no fórum, vou contar como foi minha viagem à Itália. É um relato um tanto quanto tardio, mas espero ajudar quem está a caminho desse país tão incrível. Quero agradecer a todos os colegas que me ajudaram a montar o roteiro, sem as dicas que vocês compartilharam eu não teria otimizado meu tempo e conhecido essas cidades. Segue uma “ficha técnica” com dados resumidos da viagem e em seguida eu detalho cidade a cidade. Período da viagem: de 10/02/2016 a 20/02/2016 Companhia aérea: Swiss. Foram pontuais e o serviço de bordo é agradável. Em Zurique há troca de aeronave. Aconselho ir na janela apenas na ida, pois será possível ver os Alpes, principalmente durante o trecho Milão – Zurique. Na volta é madrugada e não há tanta necessidade de ir na janela (se não for por exceções como essa vista das montanhas, eu sempre prefiro o corredor). Cidades visitadas: Milão (meio dia), Florença (3 dias), Gênova (2 dias) e Roma (3 dias). O deslocamento entre as cidades foi feito de trem e as passagens foram compradas no site da Trenitalia com cerca de 3 meses de antecedência. Assim, foi possível conseguir a maioria dos trechos a 9 euros. Atenção: Imprima a confirmação da compra da passagem e veja se nela consta o PNR CODE. Com esse código, não será necessário timbrar a passagem nas maquinas da Trenitalia, pois com ele o fiscal do trem vai localizar e validar sua viagem e você não terá problemas. Agora, se você comprar alguma passagem direto no guichê ou tiver o ticket impresso pela Trenitalia, timbre o papel antes de entrar no trem e evite dor de cabeça (foto da máquina abaixo). Sobre o clima e roupas: Fevereiro é inverno, mas nada atrapalhou os passeios. Eu normalmente usava segunda pele da Decathlon, uma camisa de manga longa informal, dessas de tecido convencional e um casaco com revestimento interno mais robusto (o casaco mais quente eu não usei em Roma, onde o clima era bem agradável). Usava uma meia calça sob calça jeans e nós pés, botas ou tênis normais, apenas com 1 meia. Cachecol , luvas e touca eu carregava dentro da bolsa porque ao anoitecer era preciso reforçar. Se servir de conselho, seja o mais funcional possível e leve boas, mas poucas roupas. Eu pequei em levar muita coisa que não usei e o resultado foi me lascar com 2 malas, sozinha, viajando de trem pra lá e pra cá. Bom, antes de começar o relato mais detalhado, vou contar um pouco sobre o meu perfil como viajante. Eu sou do tipo onde o sonho e a força de vontade é maior que a condição financeira, então faço viagens beeeeeem econômicas, já que normalmente meu orçamento é baixo. Minha única prioridade é segurança, pois viajo sozinha. Portanto, não espere nesse relato dicas de hotéis maravilhosos ou restaurantes requintados. Minhas refeições, por sinal, resumiram-se em pizzas, focaccias e restaurantes chineses baratinhos. Foi a primeira vez que fiz uma viagem “grande”, já que antes só tinha ido à Buenos Aires, que é logo ali. Pra era essa ida à Itália eu tinha, pra 10 dias, 400 euros em espécie e 1 cartão de crédito com aproximadamente R$ 2 mil. Não era muito, levando-se em consideração que na época a cotação do euro estava muito alta, chegando a quase R$ 5. As hospedagens, passagens de trem e ingressos para museus já tinham sido pagos e isso ajudou. Milão Hospedagem: Hotel Bolzano Cheguei em Malpensa e peguei um ônibus da Air Pullman(10 euros) até a Estação Milano Centrale. A Estação Central tem uma arquitetura única, é muito grande e meio muvucada. Na época acontecia o auge dos refugiados, então vi muitas pessoas de aparência árabe e africana, muitos turistas e etnias das mais variadas condições econômicas e sociais. Já o hotel é próximo à estação e dá pra ir a pé. É um hotel bem simples, mas como na manhã seguinte eu iria pra Florença, foi suficiente pra um bom descanso. Pelo preço e mobilidade, eu me hospedaria nesse hotel novamente. De antemão, não gostei da cidade. O motivo? Achei as pessoas pouco solícitas e em nos poucos casos em que precisei trocar uma palavra que fosse com alguém, as pessoas estavam mal humoradas. Foi assim o senhor da tabacaria quando fui comprar o bilhete de tram, com os funcionários do Cenacolo Vinciano e a vendedora de uma loja. Isso não tirou meu ânimo, mas foi uma péssima primeira impressão. Felizmente não dediquei mais tempo a Milão e uma tarde/ noite foi necessária pra conhecer o básico do básico. Minha primeira parada foi no Duomo. Era final de Carnaval e havia alguma comemoração ali, pois haviam crianças fantasiadas e muito confete e serpentina pela praça. Ao lado do Duomo fica a Galeria Vittorio Emanuelle. Lá fiz o ritual em volta do touro, que tava cheio de gente em volta. É bem engraçado! No Duomo, peguei um tram (linha 16) em direção à Igreja Santa Maria della Grazie, onde está o Cenacolo Vinciano, ou a Santa Ceia de Leonardo da Vinci. O ticket pro Cenalo deve ser comprado com bastante antecedência pelo site Vivaticket e você deve ser pontual com o horário escolhido. Preocupada em perder a hora, eu cheguei 1h antes e fiquei esperando. Eu tentei trocar pra mais cedo (já que estava vazio), mas a atendente disse que não era possível. Dado a hora, você entra com um grupo de pessoas, deve fazer silêncio e as fotos podem ser tiradas sem flash. Aproveite o momento para sentar e apreciar a obra de Leonardo, pois se você é aficcionado por arte renascentista como eu, são 15 minutos que passam voando. Da Igreja, eu peguei o tram de volta ao Duomo e em seguida, o metrô para a Estação Central. Já era noite e os arredores da estação fica um pouco estranho. Mas ainda assim parei em um restaurante turco pra jantar e de lá fui pro hotel descansar. Florença Hospedagem: Academy Hostel Acordei cedinho e fui pra Estação Central pegar o trem para Florença. A informação na estação é parecida com a de aeroportos. Nas telas (ou telões, dependendo da cidade, como na foto abaixo que foi tirada em Roma Termini) as partidas estão ordenadas pelo horário de saída. Preste atenção no número da plataforma, encaminhe-se para a plataforma e se for o caso, timbre sua passagem no caminho. Procure seu vagão e assento e deixe fácil sua documentação e passagem. E outra: não estique as pernas e descanse- as sobre a poltrona, pois dá multa! A sensação que eu tive ao sair de Milão foi de que ali sim ia começar a minha breve jornada pela Itália. Se Milão ficou marcada pelas pessoas chatas, já no trem eu fui conhecendo outras pessoas, de outras cidades italianas que foram extremamente gentis. A viagem foi longa, mas nada que tirasse o espírito da coisa. O que me irritou nessa ocasião foi chegar na estação Firenze Rifredi e ser abordada por um grupo de oportunistas que ficam por lá “oferecendo ajuda”. Não dê ouvidos e nem aceite ajuda de ninguém nessas estações. De Firenze Rifredi segui pra estação Santa Maria Novella (acompanhe o número da plataforma na tela). Os trens saem de 5 em 5 minutos e caso não queira correr o risco de ser pego por um fiscal, saia da estação e compre um bilhete numa tabacaria logo em frente. Timbre o ticket e siga viagem. Chegando em SM Novella, peguei um táxi até o hostel. O taxista se confundiu e me levou até a Galleria della Accademia. Eu já tava impaciente e se meu inglês não fosse the book is on the table ou se eu falasse italiano, eu perguntaria à ele o que eu faria com duas malas grandes na Galleria, mas relevei e expliquei que eu não queria ir pro museu ainda. Ele me levou até o hostel e enfim pude me alocar em Florença. O hostel é muito bom, fica a passos do Duomo e tem uma estrutura bem satisfatória. Ele fica no primeiro andar de um edifício e ao chegar, o recepcionista me deu um mapa da cidade, marcou os principais pontos turísticos e foi bem gentil no geral. Eu fiquei numa acomodação de dois andares, compartilhada com 4 pessoas e com banheiro externo para uso exclusivo do quarto e foi a melhor decisão. Assim, não ouvia barulhos de chuveiro e etc. Caso alguém se interesse, eu fiquei no quarto H, cama 2. Aprovadíssimo! Andar de cima Andar de baixo Em Florença eu fiz os passeios que todo mundo que quer ir pra lá já deve ter noção que deve fazer, então não vou ser repetitiva. Como eu estava hospedada no marco 0 da cidade, eu fiz tudo à pé, exceto o passeio à Piazzale Michelangelo, que é bem distante do centro histórico. Pra ir até o mirante da Piazzale Michelangelo, eu fui até a estação SMN e peguei o ônibus linha 13 (no dia o ônibus estava lotado porque era dia dos namorados e houve um evento na praça). Tudo em Florença vale a pena. Como berço do Renascimento, a cidade em si é uma obra de arte. Tudo é inspirador e a sensação que eu tinha era que eu tava em um universo paralelo. Eu fiquei tão impressionada com a cidade que até hoje a revisito não só em memórias, mas em sonhos recorrentes que eu tenho de que estou lá. As ruas e praças são maravilhosas. e junto à Piazzalle Michelangelo e a Piazza del Duomo, as mais marcantes também foram a Piazza della Signoria, pela aura artística que invoca e também a della Repubblica, pelo carrossel . Ah, meus almoços foram feitos no Mercado Central (cuidado com o horário porque acho que ele fecha às 14h) e os pratos custam em média 10 euros. Já era dia 15/02 e eu acordei cedinho pra pegar o trem pra Genova. Como o trem partiria da estação Campo di Marte e ainda estava escuro, eu peguei um táxi. Genova Incluí Genova no roteiro por ter parente que mora nessa cidade. Ao chegar, almocei uma boa comida caseira e fiz um breve passeio pela região do Aquário (não entrei porque era bem caro) e também pelo centro da cidade até a Via XX de setembro. É uma cidade bem peculiar, talvez pelo seu aspecto portuário. Comparando à Milão e Florença, achei a cidade um pouco largada, estranha, mas curiosamente interessante. Além disso, fazia muito, MUUUITO frio. Tipo, corria um vento congelante e eu agradeci bastante quando entrei no ônibus pra voltar pra “casa”. E em Genova eu comi a melhor focaccia da viagem! Saudades! Depois do passeio voltei pra casa do meu tio e lá, em meio ao frio e aquecedor quebrado, tentei descansar até a manhã seguinte, quando eu e ele partiríamos pra Roma. Roma Hospedagem: Hotel Re di Roma A viagem de Genova a Roma foi bem longa e as horas demoravam a passar. Como de praxe, nossos colegas de cabine eram sempre pessoas bem humoradas e como bons italianos, cheios de histórias pra contar. Já eram 14h quando desembarcamos em Roma Termini e pegamos o metrô até a estação Re di Roma, onde iríamos deixar nossas coisas no hotel e conhecer um pouco da cidade. O Hotel Re di Roma fica em uma parte residencial da cidade, portanto, foge da agitação do centro. Fica a passos do metrô e tem pracinha (foto abaixo) mercado e restaurantes por perto. Gostei bastante do hotel e recomendo. Roma é maravilhosa. Fiquei dias na dúvida se a deixaria no roteiro ou não, mas a melhor decisão que tive foi mantê-la como parte da viagem. O povo romano é super simpático, são atenciosos, gentis e agradáveis. Das cidades que visitei, foi a que mais me senti acolhida. Saímos do hotel e fomos para o Vaticano, pois como meu tio nunca tinha ido a Roma e já é de idade, ele pediu que fôssemos ao Vaticano de cara, pois era o único lugar que ele queria conhecer e nos outros dias ele iria ficar no hotel pra não atrapalhar meu roteiro. Dito isso, pegamos o metrô até a estação Ottaviano, caminhamos um bocado e chegamos à Praça São Pedro. Ficamos lá por algumas horas e como já anoitecia, não entramos na basílica, que funciona até às 18:30h. Aconselho que visitem a basílica no final da tarde, pois notei que a fila não estava tão grande pra entrar. Dias depois fui ao museu e no final da manhã a fila pra entrar na igreja estava quilométrica e eu não encarei. Saímos do Vaticano e fomos até a Fontana di Trevi (estação Barberini). Eu fiquei muito emocionada antes mesmo de ver a Fontana, porque ao se aproximar da praça onde ela está, se ouve o barulho da água e me deu maior frio na barriga. Ao enxergá-la...nossa, é surreal. Era noite e a iluminação perfeita e toda a grandiosidade da fonte é incrível. Havia muuuuita gente e ficou impossível chegar próximo da “margem” pra jogar a moedinha. Mas valeu a pena! O segundo dia começou cedinho na Fontana di Trevi, vazia e linda. O hotel não fica próximo à fontana, mas durante minha breve estadia em Roma, eu gostava de ir lá. Mas mais uma vez não deu pra jogar a moedinha porque estavam recolhendo as moedas do dia anterior e seria no mínimo falta de educação seguir o protocolo. De lá fui pra região do Coliseu, passando pelo foro e chegando ao monumento a Vittorio Emanuelle e não há nada de diferente que eu possa relatar além do que já se sabe. É um passeio que deve ser feito à pé e durante toda a caminhada você se conecta com todo o passado da cidade e da humanidade. Chega a ser um momento bem reflexivo imaginar toda aquela grandiosidade construída em tempos onde não havia a tecnologia e recursos que temos hoje. À tarde, fui à Piazza Del Popolo e percorri toda a Via Del Corso, que estava lotada de torcedores da Roma e do Real Madrid, já que naquele dia haveria o jogo entre as duas equipes pela Champions e claro que eu não pude ir. Tuk Tuk da Roma O terceiro dia foi dedicado ao Museu do Vaticano. Dedicado MESMO! Comprei meu ingresso com antecedência pelo site, cheguei com 30 minutos de antecedência, o guarda deixou entrar antes do horário (comprei pra 08:30h) e foi só alegria! A entrada, apesar da revista, foi rápida e eu parti direto pra Capela Sistina. Entrei e por uns minutos éramos só eu, os guardas e mais umas 4 pessoas que tiveram a mesma ideia que eu. Não pode fotografar dentro da Capela, mas eu dei um jeitinho de gravar. Antes de entrar, liguei a câmera do celular (sem flash, claro) e fiquei andando com ele virado pra cima e quando sentei, troquei pra tela frontal e tirei foto do teto. Não vou postar aqui, por quê, né... Fique lá encarando cada detalhe da obra de Michelangelo e à medida que foi chegando gente, eu saí e retomei o percurso, agora do início. Como faz isso? Ao sair da Capela vai ter um elevador. Pegue um elevador e desça. Você vai sair próximo ao corredor dos Mapas. A foto abaixo eu tirei na primeira passada pessa galeria, ainda cedo e vazia. Olha que beleza! É um pouco complicado porque eu pega o contrafluxo, então tem que voltar em meio àquela multidão de gente, mas dá tudo certo e vale a pena. Na segunda passada pela Capela, já tinha muita gente e eu passei rápido, mas olhando tudo de novo. Caso você for comprar alguma lembrança, o melhor “quiosque” é o último, antes da famosa escada em espiral. À tarde eu caminhei pelas redondezas do hotel, assim meio melancólica, triste porque minha viagem tava chegando ao fim, aquela sensação de que tantas coisas pra ver estavam ficando sem serem vistas. Aí eu fui pra Fontana di Trevi e escorreguei e caí no meio da rua a caminho da fonte KKKK eu pensei “bom, esse é meu ato de despedida de Roma KKKKK”. Na manhã do dia 19 voltamos pra Gênova, eu fui comer aquela focaccia marcante e descansar pra viagem de volta à Milão no dia seguinte. O trecho Gênova - Milão eu fiz de ônibus, pois as tarifas de trem estavam caras. O ônibus vai direto pro aeroporto e saiu de Gênova cedinho e umas 3h depois eu estava em Malpensa. ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Bom, esse é meu relato. Eu sei que muitos textos são mais detalhados que o meu, mas minha ideia é compartilhar com vocês um pouco a minha experiência. Eu cheguei com um roteiro cronometrado e com muito mais lugares pra visitar do que eu de fato conheci, mas por diversas vezes deixei o roteiro pra lá e apenas segui o fluxo da minha consciência do que eu queria fazer. Passei poucos dias, mas vi o suficiente pra me encantar e querer voltar à Itália. Espero poder voltar um dia ao país e poder passar mais tempo viajando pelas suas regiões e conhecendo mais do seu povo e dos seus costumes. Se tiverem qualquer dúvida, pode mandar mensagem que eu respondo Arrivederci! ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- ps: Comecei a escrever minhas experiências turísticas em um blog. O link é https://thenewclass.wordpress.com/ e eu ficarei muito agradecida se derem uma passadinha lá! Valeu mochileiros!
  5. Larissa de França

    Itália - Fevereiro/2016

    Oi Diego! Contarei sim! Tô aqui em Malpensa esperando meu voo de volta pro Brasil com aquele misto de alegria em voltar pra casa e tristeza de fim de férias. Quando voltar escrevo um relato
  6. Larissa de França

    Itália - Fevereiro/2016

    Biel, Tô chegando ao final da minha viagem e aqui na Itália o clima está bem frio no norte (Milão) e friozinho na Toscana e no Sul. Eu cometi o erro de trazer uma penca de casacos e recomendo que não faça isso. Como vc vai vir em março, acho que pode pegar leve nas roupas pra frio intenso. Não precisa usar duas calças, duas meias, etc... Mas recomendo que traga um par de luvas e uma touca por precaução (ou se quiser, pode comprar aqui). Inclusive, está rolando diversas liquidações de inverno, e caso vc precise de algo vai encontrar por aqui barato.
  7. Larissa de França

    Santiago

    Olá! Não é necessário. Para os países que fazem parte do Mercosul você pode apresentar o RG, mas o documente tem que ser de no máximo 10 anos. Caso seu RG seja antigo, tem que renová-lo, ou se quiser, pode emitir o passaporte. Obrigado Larissa pela respota, mais uma pergunta no caso do passaporte, nao fiz ainda o meu, é bom levar ? ou nao e necessario ?
  8. Larissa de França

    Santiago

    Tayrone, O mês de maio é frio. Não tanto como no inverno, mas o ideal é levar bons agasalhos, pois pela manhã e à noite faz bastante frio. Porém, a possibilidade de chuva é baixa. É um bom mês para visitar a cidade.
  9. Larissa de França

    Itália - Fevereiro/2016

    Estou montando um checklist de viagem, não sei se ele ficou intuitivo, mas é o resumão das coisas que devo conferir antes da viagem e o que fazer nela. Em verde estão as atividades que vou fazer no dia e o que tem ''OK'' já está pago. Checklist.xlsx
  10. Larissa de França

    Itália - Fevereiro/2016

    Olá Adriano, Como comentei com o Diego, na semana da minha visita à Roma, o Papa estará fora da cidade. Mas devo considerar que alguns desavisados possam perambular por lá achando que haverá audiência. Sendo assim, em vez de ir ao Vaticano na quarta, irei na quinta. Meu receio de ir à tarde é justamente esse do tempo ser meio que cronometrado. Infelizmente, minha estadia na cidade são ''míseros'' 2 dias inteiros, então não consigo ter tanta autonomia quanto queria. Se de fato houver uma forma de ir o mais rápido possível pra Capela Sistina e ter como voltar o início do percurso depois, vou optar por ir ao Museu de manhã. Se não, estou tendenciosa a ir à tarde, mesmo correndo riscos!
  11. Larissa de França

    Itália - Fevereiro/2016

    Bom dia! Eu também planejo ir ao Vaticano numa quinta. Eu pensei ir na quarta, mas mesmo que o Papa não esteja em Roma no período (ele vai estar no México), pode ser que tenha alguns turistas a mais por lá achando que vai ter alguma audiência. Em uns posts atrás, você sugeriu que eu encaixasse algo na tarde em que eu chego à Roma. Pensei em ir na Galeria Borghese, pois lá tem ''O rapto de Proserpina'', escultura que eu aprecio muito. A última entrada no Museu é às 17h, então dá tempo de eu chegar e até descansar um pouco antes de ir. Em relação à Florença, o Palácio Vecchio me interessa bastante. O Academia eu vou deixar em aberto. Se depois de ver a réplica eu ficar com muita vontade de ver o Davi original, vou decidir por lá!
  12. Larissa de França

    Itália - Fevereiro/2016

    Olá! Se tiver alguma dúvida eu tiver alguma sugestão, pode ficar à vontade
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