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Fábio Barbo

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Sobre Fábio Barbo

  • Data de Nascimento 08-09-1981
  1. Bom dia, Ricardo! Cara, to pensando em fazer uma viagem bem parecida só que em maio de 2012. Serão de 23 a 25 dias no total. Pensei em: BRASIL LISBOA BARCELONA PARIS BRUGGES/BRUXELAS AMSTERDÃ LONDRES BRASIL Pelo que você já pesquisou, acha viável? Melhor fazer os trechos de avião ou trem? Valeu amigo! Abraços Fábio
  2. Ah, faltou responder sobre os lugares que me disseram ser imperdíveis. Pra quem vai pro noroeste da Argentina com tempo, Humahuaca e Purmamarca (província de Jujuy) parecem ser imperdíveis. Em La Paz, nos arredores, acho que faltou conhecer Tiwuanaku, as ruínas da civilização pré-inka. Cusco merecia um dia a mais. San Pedro de Atacama foi um lugar que eu adorei e também ficaria um ou dois dias a mais se tivesse tempo, pra ficar de bobeira pela cidade ou andar de bike pelo deserto. Abração
  3. Oi Karen! Sim, corridinha. Na maioria dos lugares chegava e já tinha que partir. Elegi alguns pontos chaves (Cusco, Deserto do Atacama e Uyuni) e o que viesse além seria lucro. Em Cafayate fui na Bodega Domingo Hermanos, que não cobra a visita nem a degustação e na bodega Nanni (melhor que a primeira), que cobra 5 pesos. Beijos
  4. BOLÍVIA, PERU, CHILE E ARGENTINA EM 23 DIAS (...la paz, lago titicaca, machu picchu, atacama, salar de uyuni, noroeste argentino...) MAIORES DETALHES: [http://infinitaamerica-partedois.blogspot.com/] De 30/04/2011 a 22/05/2011 Itens obrigatórios Para ir à Bolívia, Peru, Chile e Argentina (países que percorri), basta estar com o RG atualizado (com foto de criança não vale_ rs). Eu levei o Passaporte, que é sempre mais confiável, afinal, é um documento internacional. Além disso, é necessário estar com a vacina contra a Febre Amarela em dia e possuir o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia. Para obter esse certificado, é necessário ir a algum posto autorizado (normalmente nos aeroportos internacionais há esses postos) com a carteira de vacinação nacional. Maiores detalhes no site: http://www.anvisa.gov.br. OBS: Me pediram o tal certificado quando passei do Chile pra Bolívia. Pra outro brasileiro que estava junto, também. Portanto, é melhor ir prevenido. Se for realmente fazer um roteiro parecido com o meu, na mesma época que eu fiz, leve roupa de frio, gorro, luvas (durante a noite a temperatura chega facilmente a zero grau e mesmo durante o dia venta muito em certos lugares). Leve óculos escuros para suportar o reflexo do sol no deserto de areia e principalmente no deserto de sal; leve protetor solar e labial; leve alguns remédios básicos (embora teoricamente sempre haja alguma farmácia por perto, é melhor não arriscar). O roteiro, os lugares visitados, os gastos... Segue abaixo, para quem quiser aproveitar tudo ou partes, o roteiro completo, todos os gastos básicos da viagem, os lugares onde me hospedei, os meios de transporte que utilizei, enfim, o passo-a- passo da trip. OBS: Para facilitar a vida de quem quiser fazer pesquisas mais detalhadas na net, coloquei os nomes dos pontos turísticos visitados da mesma maneira que se escreve lá, ou seja, em espanhol, quechua ou aymara. Portanto não estranhe museo com o no final ou valle com dois Ls. Além dos lugares que realmente visitei, há muitos outros considerados interessantes nas cidades por onde passei. Antes de seguir viagem é bom verificar na internet as atrações de cada parada e selecionar o que te agrada. Na primeira parte da viagem fiz o roteiro clássico de quem vai da parte centro-sul do Brasil a Machu Picchu por via terrestre, saindo de Corumbá/Puerto Quijarro, encarando o Trem da Morte até Santa Cruz de la Sierra, seguindo até La Paz, passando pelo Lago Titicaca, chegando até Cusco e de lá até cidadela Inca. Pra quem tem o desejo de conhecer Machu Picchu através desse caminho tradicional, o passo-a-passo da primeira parte do meu roteiro será muito útil. Depois de Machu Picchu segui para o deserto do Atacama, no Chile (parando antes nas cidades fronteiriças de Tacna/Arica - Peru/Chile onde passei um dia), de lá parti pro deserto de sal em Uyuni, na Bolívia, e depois voltei pelo noroeste/norte da Argentina (Salta e Cafayate) até a pátria amada Brasil. Pra quem está a fim de incluir esses outros lugares imperdíveis da América do Sul no seu roteiro, os detalhes da segunda parte da minha viagem também poderá ajudar bastante. OBS: Não coloquei o valor gasto com alimentação porque isso depende de cada um, mas gastei em média menos de R$30,00 por dia com comida. OBS: Para todos os gastos nos países vizinhos consta o valor em moeda local: B$ = bolivianos (Bolívia) S$ = nuevos soles (Peru) C$ = pesos chilenos (Chile) A$ = pesos argentinos (Argentina) Para saber o valor em moeda brasileira (não perdi tempo fazendo esse cálculo para colocar aqui, pois as cotações variam todos os dias), consulte um dos sites abaixo: http://www4.bcb.gov.br/pec/taxas/port/ptaxnpesq.asp?id=txcotacao http://economia.uol.com.br/cotacoes/ Roteiro: Araraquara - BRASIL Corumbá/Puerto Quijarro - BRASIL/BOLÍVIA Santa Cruz de la Sierra - BOLÍVIA La Paz - BOLÍVIA Copacabana - BOLÍVIA Puno - PERU Cusco - PERU Valle Sagrado/Machu Picchu - PERU Tacna/Arica - PERU/CHILE San Pedro de Atacama - CHILE Salar de Uyuni - BOLÍVIA Salta - ARGENTINA Cafayate - ARGENTINA Araraquara - BRASIL Dia-a-dia *** DO CENTRO-SUL DO BRASIL A MACHU PICCHU, O ROTEIRO CLÁSSICO Dia 30/04/2011 (Sábado) - Saí de Araraquara com destino a Campo Grande, de ônibus, com a viação Motta as 18h10. Custos: Transporte: R$ 132,71 (passagem de Araraquara a Campo Grande) Hospedagem: R$ 00,00 (pernoite no ônibus) Passeios: R$ 00,00 Dia 01/05/2011 (Domingo) - Cheguei em Campo Grande as 07h45, mas pelo fuso horário local era 06h45. As 07h30 (horário local) peguei o ônibus da viação Andorinha pra Corumbá. Cheguei em Corumbá mais ou menos 15h00, peguei um moto táxi até a fronteira (da rodoviária até a aduana são mais de 10 km) e um táxi boliviano da fronteira até o hostel (em Puerto Quijarro/Bolívia). Deixei pra legalizar minha entrada no país (carimbar o Passaporte na fronteira) na segunda-feira. Custos: Transporte: R$ 71,88 (passagem); R$ 10,00 (moto táxi); B$15,00 (táxi). Hospedagem: B$ 60,00 (dormitório coletivo, Hostel Tamengo.) Passeios: R$ 00,00 Dia 02/05/2011 (Segunda-feira) - De manhã fui até a aduana para carimbar no passaporte a saída do Brasil e a entrada na Bolívia. Depois fui à estação de trem para comprar a passagem do Trem da morte, para Santa Cruz de la Sierra (o trem é bastante seguro). Eu comprei o mais barato (classe Pulman, no Trem Regional), que saía as 11h45. Se quiser mais conforto e mais rapidez, pode ir pelo Ferrobus ou Expresso Oriental. Veja os horários e preços: http://www.boliviaentusmanos.com. Custos: Transporte: B$ 115,00 (Trem da Morte); Hospedagem: 00,00 (pernoite no trem); Passeios: 00,00 Dia 03/05/2011 (Terça-feira) - Cheguei em Santa Cruz de la Sierra pouco antes da 07h00. O terminal de trem fica junto com o terminal de ônibus. Então, já aproveitei e comprei a passagem de ônibus pra La Paz, cuja partida seria as 17h00. Há muitas empresas que fazem o trecho Sta. Cruz X La Paz. Vale a pena pesquisar os preços e verificar o horário que se encaixa melhor no roteiro. Peguei um táxi e fui até a praça central da cidade. Aproveitei o tempo para andar por ali (Catedral, Parque El Arena, Praça 24 de setembro, Mercado Siete Calles, Museo Etnográfico, Museo de Arte Contemporânea). À tarde, peguei o ônibus para La Paz. Custos: Transporte: B$ 170,00 (ônibus para La Paz); B$ 10,00 (táxi); Hospedagem: 00,00 (pernoite no ônibus); Passeios: 00,00 (a entrada nos parques e museus da cidade é grátis). OBS: Teve gente que chegou em cima da hora para pegar o ônibus e pagou menos pela passagem. Na Bolívia funciona assim, pra poder encher o ônibus eles barateiam o ingresso e ficam gritando no terminal: "Para La Paz, para La Paz...". Mas acho que não vale a pena arriscar, é melhor comprar antes, mesmo que tenha que pagar um pouco mais. Dia 04/05/2011 (Quarta-feira) - Cheguei em La Paz as 10h00. Deixei as coisas no hostel e fui a uma agência de turismo acertar um passeio para o dia seguinte, que incluía a montanha Chacaltaya e o Valle de la Luna. À tarde, andei pelo centro da cidade, passando pela Catedral de San Francisco, pelo Mercado de las brujas e pelo Museo Nacional de Arte, lugares imperdíveis. Custos: Transporte: 00,00 Hospedagem: B$ 120,00 (Hostel Cruz de los Andes / Endereço: Calle Aroma 216) Passeios: B$ 10,00 (entrada no Museo Nacional de Arte) Dia 05/05/2011 (Quinta-feira) - As 8h00 saí pro passeio à montanha Chacaltaya e ao Valle de la Luna. Voltei as16h00 e já fui até o cemitério de La Paz, de onde saem vários ônibus praticamente de meia em meia hora pra cidade de Copacabana, que fica à beira do Lago Titicaca. Saí de La Paz as 17h00, cheguei em Copacabana as 20h30. Custos: Transporte: B$ 6,00 (táxi do hostel ao cemitério), B$ 18,00 (ônibus de La Paz à Copacabana); Hospedagem: B$ 60,00 (Hostel Sonia - não recomendo, vale mais a pena ficar em um hotel um pouquinho mais caro, porém, mais confortável e com melhor atendimento). Passeio: B$ 100,00 (Chacaltaya/Valle de la Luna) Dia 06/05/2011 (Sexta-feira) - Saí cedo pra fazer o passeio para a Isla del Sol. Pode-se acertar o passeio numa das agências de viagem das muitas espalhadas pela cidade ou nos próprios hostels. Vale muito a pena esse rolê, é imperdível pra quem vai pra Machu Picchu de ônibus, atravessando a Bolívia, pois fica na metade do caminho. Voltando do passeio já peguei o ônibus e parti pra Puno, no lado peruano do lago. A passagem de Copacabana pra Puno também pode ser comprada diretamente numa agência de turismo praticamente pelo mesmo preço que se comprada diretamente na empresa de ônibus. Quando fechei o passeio a Ilha do Sol, já comprei a passagem pra Puno também. Saí de Copacabana as 17h30, cheguei em Puno cerca de 20h30, 21h00. Na fronteira, descemos do Bus para regularizar nossa entrada no Peru. Custos: Transporte: B$ 40,00 (De Copacabana a Puno) Hospedagem: S$ 20,00 (hostel Maison D'lago - [email protected]) Passeio: BS$ 20,00 (Isla del Sol) Dia 07/05/2011 (Sábado) - De manhã fiz o passeio pelas Islas Flotantes, em Puno, e fiquei com a tarde livre para passear pela cidade. A Casa de Cultura é interessante, o Mercado Central também. Há um mirante sobre o monte que circunda parte da cidade onde há a estátua de um condor. Eu não tive pernas pra subir, mas dizem que vale a pena. Às 21h30 peguei o ônibus para Cusco. Custos: Transporte: S$ 40,00 (De Puno a Cusco, pela viação Manzela, bus cama, muito bom); Hospedagem: 00,00 (pernoite no ônibus); Passeio: 00,00 *** CUSCO, ARREDORES, VALLE SAGRADO e MACHU PICCHU IMPORTANTE: Cusco foi a capital do Império Inca, portanto, haviam muitas construções importantes, cujas ruínas ainda existem, ao redor da cidade, e podem (devem) ser visitadas, conforme menciono abaixo. Os museus de Cusco também são bem interessantes e as construções dentro da própria cidade também. Além disso Cusco é o ponto de partida para o chamado Valle Sagrado e para Machu Picchu. São várias coisas distintas, não se pode confundir, e é necessário se organizar bem para não se decepcionar. Pesquise e se informe: http://www.cosituc.gob.pe/ IMPORTANTE II: Pra conhecer a maioria dos museus, as ruínas ao redor da cidade e as ruínas ao longo do Valle Sagrado é necessário comprar o Boleto Turístico del Cusco e pagar um city tour, pois os lugares são distantes uns dos outros. Esse boleto custa S$130,00 pros estrangeiros. Não é possível ver todas as atrações no mesmo dia, por isso o Boleto tem validade de 10 dias. O city tour que eu fechei levou-nos apenas as ruínas ao redor da cidade; os museus podem ser visitados outro dia, dá pra fazer a pé porque ficam dentro da cidade. Chinchero e Ollantaytambo deixei para o dia seguinte quando fui de Cusco à Machu Picchu, percorrendo o Valle Sagrado (maiores informações mais abaixo). O legal é tirar um dia para andar pela cidade e conhecer os museus; outro dia para o city tour pelas ruínas ao redor; o terceiro dia para percorer o Valle Sagrado (que é caminho pra Machu Picchu, então se une o útil ao agradável); o quarto dia para Macchu Picchu. - Ruínas incas próximas a Cusco contempladas no Boleto Turístico e que podem ser incluídas no city tour (há várias opções): Pukapukara, Tambomachay, Moray, Saqsayhuaman, Pikillacta, Tipón, Quenqo, Monumento Pachacuteq, Centro Qosqo de arte nativo. - Museus dentro da cidade de Cusco contemplados no Boleto Turístico (se pode ir a pé): Museo de sitio de Qorikancha (além do Boleto, tem que pagar mais S$ 10,00), Museo de Arte Contemporâneo, Museo Histórico Regional, Museo de Arte Popular. - Ruínas ao longo do Valle Sagrado (no caminho a Machu Picchu): Pisac, Chinchero, Ollantaytambo. - Machu Picchu: Para chegar a Machu Picchu saí de Cusco, fui até Ollantaytambo, percorrendo o Valle Sagrado. De Ollanta, peguei o trem para a cidade de Águas Calientes, ao lado de Macchu Picchu. De Águas Calientes de pode ir a Macchu de ônibus ou a pé. Dia 08/05/2011 (Domingo) - Cheguei em Cusco as 4h00. Fui prum hostel que o dono do hostel que eu havia ficado em Puno me indicou, mas não recomendo, de jeito nenhum. Péssimo. O pior da viagem. De manhã andei pela cidade, a tarde fiz um Tour pelas ruínas próximas à Cusco. Custos: Transporte: 00,00 Hospedagem: S$ 20,00 (Hostal Intipaqarina - não recomendo!); Passeio: S$130,00 (Boleto Turístico del Cusco), mais S$10,00 cobrados a parte (Museo de sitio del Qorikancha), mais S$ 15,00 do tour (ônibus que leva aos lugares e guia que acompanha). *** Após conhecer a cidade e seus arredores, fechei um pacote no próprio hostel (mas você pode pesquisar nas agências de turismo espalhadas pela cidade) para o Valle Sagrado mais Machu Picchu (incluindo transporte pelo vale - de Cusco a Ollantaytambo -; trem de Ollanta para Águas Calientes; pernoite em Águas Calientes; entrada em Machu Picchu, volta de trem de Águas Calientes para Ollanta; volta de ônibus de Ollanta para Cusco) por 180 dólares. Dia 09/05/2011 (segunda-feira) - Percorri o Valle Sagrado (Pisac, Chinchero, Ollantaytambo). De Ollanta segui para Águas Calientes de trem e lá pernoitei. Quando cheguei em Águas Calientes havia uma pessoa com um cartaz onde estava escrito meu nome me esperando (haviam várias outras pessoas com vários outros cartazes nas mãos esperando outros turistas, é assim que funciona e quando você fecha o pacote, já te informam sobre isso). Essa pessoa me levou até o hostel onde eu ficaria e lá pernoitei. Custos: Transporte: 00,00 Hospedagem: 00,00 (incluída no pacote); Passeio: 180 dólares Dia 10/05/2011 (terça-feira) - Saí de madrugada de Águas Calientes (4h15 da manhã) e fui a pé até Machu Picchu, junto com mais um montão de gente. A subida é fudida, só encare se estiver bem fisicamente. Há a opção de ir de ônibus, custa 15 dólares ida e volta. Dentro de Machu Picchu há uma outra montanha chamada Wayna Picchu. É legal subir essa montanha pra ter uma visão panorâmica de Machu. Porém, somente as 400 primeiras pessoas a chegarem no Parque de Machu Picchu tem o direito de subir, pois é um pouco perigoso e eles controlam. Por isso muita gente sobe a pé, pra poder chegar antes do ônibus (que saem de meia em meia hora a partir de 4h30 ou 5h00 da manhã). Mas se você não faz questão de subir Wayna Picchu, vá de ônibus que é bem melhor. De volta a Águas Calientes, peguei o trem dali para Ollanta (que já estava comprado, incluido no pacote de 180 dólares) salvo engano, às 19h00. E de lá (novamente havia uma pessoa me esperando com um cartaz onde estava escrito meu nome) peguei o ônibus para Cusco onde dormi em outro hostel, próximo da rodoviária, já que saíria no dia seguinte cedinho para Tacna, de passagem, porque meu próximo destino, de verdade, seria San Pedro de Atacama, no meio do deserto. Custos: Transporte: 00,00 Hospedagem: S$ 20,00 (numa pousada vagabunda perto da rodoviária, não lembro o nome); Passeio: 00,00 *** Dia 11/05/2011 (quarta-feira) - Saí de Cusco para Arequipa, fiquei das 07h00 às 17h00 no busão. Às 18h30 saí de Arequipa para Tacna, onde cheguei 00h30.Fui prum hostel (há vários em frente ao terminal rodoviário). Custos: Transporte: S$ 25,00 (de Cusco a Arequipa - Empresa de ônibus Flores) e mais S$ 38,00 (de Arequipa a Tacna - também pela empresa Flores); Hospedagem: S$ 40,00 (Hostal Sudamericana, em Tacna. Ótimo, eu recomendo!); Passeio: 00,00 Dia 12/05/2011 (quinta-feira) - Andei por Tacna de manhã, só pelo gosto da caminhada, sem me preocupar muito. Mas quem quiser aproveitar mais a cidade pode pegar um mapinha da mesma no Terminal Internacional (ao lado do Terminal Nacional). Depois, fui até o Terminal Rodoviário Internacional, ao lado do terminal onde eu havia descido no dia anterior, e peguei o táxi que vai de Tacna, no Peru, até Arica, no Chile. Tem a opção de ir de ônibus, mas de táxi é melhor. O motorista espera dar a quantidade, 4 pessoas, e parte. Na fronteira é necessário parar para regularização da saída de um país e entrada em outro. A aduana chilena é a mais rigorosa de todas. Chegando em Arica, aproveitei pra caminhar bastante pela cidade, ir até o oceano Pacífico, rodar pelo centro. Quem tiver com pique pode subir na montanha que circunda parte da cidade. As 22h00 peguei o ônibus de Arica para San Pedro de Atacama. Custos: Transporte: S$14,00 (táxi de Tacna para Arica), C$ 11900,00 (passagem de Arica para San Pedro, pela empresa Tur Bus, ótimo ônibus) Hospedagem: 00,00 (pernoite no ônibus); Passeio: 00,00 *** SAN PEDRO DE ATACAMA e SALAR DE UYUNI INFORMAÇÃO: De um bom tempo pra cá há passeios integrados, que saem de Uyuni, na Bolívia, atravessando os desertos e as lagunas bolivianas, e chegam a San Pedro de Atacama, no meio do deserto chileno. E vice-versa, ou seja, passeios que saem de San Pedro e percorrem os desertos e lagunas bolivianas até chegarem em Uyuni, no deserto de sal. Essa travessia pode durar de 3 a 4 dias, dependendo do gosto do turista. No meu caso, fiquei em San Pedro dois dias e aproveitei pra curtir as atrações locais. No terceiro dia parti pra travessia San Pedro X Uyuni. Essa parte, tanto a estada em San Pedro quanto a travessia até Uyuni, foi o melhor da minha viagem. Sobre San Pedro de Atacama: http://www.sanpedroatacama.com Sobre a travessia de SPA a Uyuni: http://www.sendaandina.com/ ; http://www.colquetours.com/main.php?lang=id2 OBS: Dê uma olhada nos sites só para ter uma ideia. Não reserve nada. Chegando em San Pedro, vá até as agências (são umas 6 ou 7, no máximo), pesquise e feche com a que achar melhor. Todas fazem normalmente o mesmo trajeto. Dia 13/05/2011 (sexta-feira) - Cheguei em San Pedro de Atacama cerca de 10h00. Logo na entrada da cidade há um hostal muito bom, o Chiloe. Me hospedei ali e já fechei o passeio para o Valle de la Luna, as 15h00. Passeio imperdível. Custos: Transporte: 00,00 Hospedagem: C$ 10000,00 (Hostal Chiloe) Passeio: C$ 6000,00 mais C$ 2000,00 para entrar no parque (Valle de la Lunna). Dia 14/05/2011 (sábado) - De manhã fui conhecer o Museo Arqueológico Gustavo Le Paige, que fica dentro da cidade. Imperdível também. À tarde aluguei uma bike e fui até as ruínas de Pukara de Quitor, uma antiga fortaleza inka. Fechei a travessia de San Pedro ao Salar de Uyuni com agência de turismo Colque Tour. Custos: Transporte: 00,00 Hospedagem: C$ 10000,00 (Hostal Chiloe); Passeio: 3000,00 (aluguel da bike) 6000,00(entrada no museu). A travessia (de San Pedro de Atacama ao Salar de Uyuni) Custo: C$ 65000,00 (mais ou menos 130 dólares) - incluindo o transporte, alimentação, pernoite. Mais B$ 150,00 para entrar na reserva nacional de fauna andina. Três dias e duas noites de travessia. Dia 15/05/2011 (domingo) - 1º dia da travessia. Saí de San Pedro as 8h00, fomos até a fronteira com a Bolívia. Regularizamos a entrada (me pediram além do passaporte o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia). Entramos, na Bolívia, na chamada Reserva Nacional de Fauna Andina Eduardo Avaroa. Ao longo do deserto e de vegetações típicas de zonas altas, passamos pela Laguna Branca, Laguna Verde, Laguna Onda, Laguna Hedionda (todas interessantes, principalmente a verde) e paramos na Laguna Colorada, onde pernoitamos, num alojamento. Dia 16/05/2011 (segunda-feira) - 2º dia da travessia. Passamos pelos Gêisers, pela Árbol de Piedra, por uma cidade mineira e chegamos em Uyuni, onde pernoitamos. Dia 17/05/2011 (terça-feira) - 3º dia da travessia. Saímos da cidade de Uyuni e fomos até o Salar de Uyuni, o deserto de sal, passando pelo Cemitério de Trens. Voltamos à cidade de onde, as 22h40, saí rumo à Villazon, na fronteira com a Argentina, de trem. Custos: Transporte: B$ 68,00 (de Uyuni a Villazón) Hospedagem: 00,00 (pernoite no trem) Passeio: 00,00 *** O NOROESTE/NORTE ARGENTINO Roteiros que saem do sul da Bolívia para o norte da Argentina, e vice-versa, são muito comuns. Eu preferi voltar ao Brasil via Argentina do que voltar à La Paz ou Cochabamba e de lá ir para Santa Cruz de la Sierra, repetindo inversamente o caminho que eu havia feito na ida. Veja os horários dos trens que saem da Bolívia e vão até a fronteira argentina: http://www.boliviaemtusmanos_argentina As atrações do noroeste/norte argentino são muitas: - a cidade e arredores de San Salvador de Jujuy, onde os nativos mantém a tradição de mascar folhas de coca por horas e horas; - a cidade de Salta, com sua arquitetura colonial, suas praças e parques; - o Tren de las nubes, uma das ferrovias mais altas do mundo; - a Quebrada de Humahuaca, em Jujuy, com suas paisagens fabulosas; - a Quebrada de Cafayate, e a própria cidade de Cafayate, com suas bodegas; - etc; Da cidade de Salta há excursões para praticamente todos esses lugares. Como meu tempo era curto, escolhi conhecer, além da cidade em si, a Quebrada e o povoado de Cafayate. Dia 18/05/2011 (quarta-feira) - No dia 17/05 peguei o trem de Uyuni para Villazon. Cheguei em Villazón as 07h00. Fui a pé até La Quiaca, no lado argentino da fronteira (na Argentina eram 8h00), e de lá peguei um ônibus até San Salvador de Jujui onde troquei de veículo e segui rumo a Salta chegando lá as 16h00. Na rodoviária um garoto fazia propaganda de um hostel. Parei pra conversar com ele e acabei topando ficar lá. Custos: Transporte: A$100,00 (de La Quiaca a Salta, com parada e troca de ônibus em Jujuy) Hospedagem: A$ 40,00 ( Hostel Sol Huasi ); Passeio: 00,00 Dia 19/05/2011 (quinta-feira) - Saí cedinho pra Cafayate, com a excursão que eu pagara no dia anterior. É um passeio imperdível, tanto pelas paisagens que se vê no caminho quanto pela própria cidade de Cafayate, onde se pode visitar bodegas e fazer degustação de vinho. Custos: Transporte: 00,00 Hospedagem: A$ 40,00 ( Hostel Sol Huasi ); Passeio: A$ 150,00 (excursão), mais A$ 5,00 (visita na bodega e degustação de vinho) Dia 20/05/2011 (sexta-feira) - Aproveitei o dia para andar pelas ruas de Salta. Fui ao Museo de Arqueología de Alta Montaña, onde há múmias de 500 anos expostas para visitação e ao Cerro San Bernardo, via teleférico, de onde se pode visualizar toda a cidade. De tarde (15h00) peguei o ônibus rumo a Puerto Iguazu. Custos: Transporte: A$ 500,00 (De Salta a Puerto Iguazu, pela Flechabus) Hospedagem: 00,00 (pernoite no ônibus, com direito ao serviço de bordo mais completo que já experimentei); Passeio: A$ 30,00 (para entrar no museu) A$ 25,00 (teleférico) Dia 21/05/2011 (sábado) - Cheguei em Puerto Iguazu 14h00. Fui de coletivo até Foz, de moto táxi até a rodoviária. Peguei o ônibus pra Araraquara as 19h30. Custos: Transporte: R$ 89,22 (de Foz a Araraquara pela empresa Viação Garcia); R$15,00 (moto táxi); A$7,00 (de coletivo, de Puerto a Foz do Iguaçu); Hospedagem: 00,00 (pernoite no ônibus) Passeio: 00,00 Dia 22/05/2011 (domingo) - Chegada em Araraquara as 10h30. No total foram 23 dias. Foi um pouco corrido, mas era o tempo que eu dispunha para viajar. Caso tenha dúvida ou queira alguma dica, pode perguntar aqui mesmo no Blog ou no e-mail [email protected]
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