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marcelowski

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    Morro de São Paulo, Porto de Galinhas, Porto Seguro, Arraial d'ajuda, Salvador, Curitiba, Caiobá, Foz iguaçu, Paraguai, Mendoza - Argentina, Chile - Santiago, Nova Iorque..
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    Patagônia. Chile. Cuzco
  • Ocupação
    Saúde
  1. marcelowski

    Costa Uruguaia - Perguntas e Respostas

    Gente, se estiverem em Montevideo no verão e resolverem dar um bom passeio, não deixem de conhecer as praias da Costa de Oro. É a parte do Rio da Praia que vai desde o final do bairro Carrasco, em Montevideo, até antes de Punta del Este. São diversas praias, e embora estejam oficialmente no Rio da Prata, a água é normalmente salgada, e o pessoal pega até onda. É por isso que os uruguaios chamam o Prata de "Riomar". Devido à geografia da região e à largura do Prata, o cara consegue ver o sol se pôr como se estivesse em alguma praia do Pacífico. O deslocamento até essas praias é fácil. Normalmente se pega ônibus nas ruas da Cidade Velha de Montevideo. Para Atlántida, por exemplo, uma bela praia com agitada vida noturna, se pega a linha C4, que vai até Parque del Plata. Abraço!
  2. marcelowski

    Rio de Janeiro: Arquivo

    Caros mochileiros! Fui ao Rio na semana passada. Passei uns dias em Ilha Grande. Desci no Galeão, e precisava pegar um ônibus da Costa Verde para Angra, no Terminal Rodoviário Novo Rio. O trajeto de taxi, com taxímetro ligado nos taxis amarelos (comuns) sai, do Galeão à Rodoviária, de 33 a 38 reais, nunca mais do que isso!!! Da Rodoviária para o Galeão há uma cooperativa de taxis amarelos que instituiu preço fixo de R$ 40,00...os preços estão de acordo com o que consta no Google Taxi. O trajeto Galeão-Rodoviária é pela Av. Brasil. À esquerda se vê o porto do Rio, bem ao lado da rodoviária. Se tiverem dúvida, olhem no Google Maps a rota, e digam a algum taxista maladro que porventura pegarem que você vem ao Rio a cada 2 meses, fale um pouco sobre os bairros dos arredores, porque daí eles vão ver que tu conhece razoavelmente a cidade, e não vão ficar dando voltinha... Abraço! Marcelo
  3. marcelowski

    Rio de Janeiro: Arquivo

    Salve, salve, amigos mochileiros! Fiquei 5 noites na Ilha Grande. Voltei anteontem. Fiquei numa pousada muito boa, com internet wi-fi e gerador elétrico (muito necessário quando faltou luz na ilha) chamada Riacho dos Cambucás, a 5min do pier, uns chalés no meio de uma verdejante mata altântica. O atendimento foi excelente. Incluía café da manhã. O pessoal é extremamente honesto. O melhor local para ficar é Vila do Abraão, vilarejo que oferece bares, restaurantes, lan house, pousadas, hostel, e é a porta de entrada e saída para a ilha. Não há hotéis grandes nem caixas eletrônicos, portanto, leve dinheiro. Apenas alguns lugares aceitam cartão, e mesmo assim somente na parte da ilha virada para Angra. Vale o mesmo para o sinal de celular. Leve lanterna para caminhar à noite pelo Abraão caso falte luz depois de uma chuva torrencial. Em bares e restaurantes, tenha muita paciência com o amadorismo dos atendentes. É impressionante...tu senta, os caras não te olham e tu tem que implorar para eles te atenderem...pede uma cerveja, os caras demoram horas para trazer...isso se não voltarem apenas para dizer que não tem aquela...pede outra então...mais dez horas para trazerem...se confundem com os pratos, enfim...no Abraão, é MUITO ruim essa parte do atendimento em bares e restaurantes, muito demorado e confuso. Em alguns lugares, eles são tão desorganizados que os garçons chegam a se xingar...chega ser engraçado... Não bastasse, o cúmulo do amadorismo geral que paira sobre a Ilha Grande é o fato de não haver uma torre de rádio no Abraão para estabelecer uma comunicação com o continente. Os caras dependem do celular...Depois de uma chuva torrencial, que gerou um apagão na ilha toda e acabou com o sinal de celular, NEM o pessoal que vende os bilhetes para a barca ou o catamarã/escuna que leva a Angra sabia se a embarcação chegaria à ilha, pois não tinham qualquer comunicação com o continente. Alô, alô, PREFEITO DE ANGRA!!! No Abraão, os bilhetes da Barca são comprados no pier público, enquanto os bilhetes de escuna e catamará para Angra são comprados nas agências (como a Avant Tour), e o embarque é no pier de turismo. Os bilhetes não variam de preço de agência para agência. O que chega e sai da Ilha Grande para Angra são as Barcas, as escunas e os catamarãs. Os horários e valores podem ser consultados no site ilhagrande.com.br ou no site www.barcas-sa.com.br ou no Ilha Grande Turismo. As barcas demoram 2h e são as mais baratas. Os catamarãs saem R$ 30,00, e demoram 1h. Aliás, a prestação dos serviços de barcos é excelente. A melhor maneira de conhecer a ilha é pegando os passeios "Meia Volta à Ilha", "Volta Completa" ou "Super Sul". Tem ainda o passeio "Ilhas de Angra". Os roteiros são mais ou menos padrão entre os diversos barcos e lanchas. Podem ser feitos de escuna ou de lancha. De escuna, a volta completa sai 100 reais, e inclui frutas, água, snorkel e espaguete flutuante, além de ter banheiros masculino e feminino. Por ser um barco maior, com umas 35 pessoas, é tb mais demorado que a lancha. Na lancha, a volta completa sai 180 reais por pessoa, e inclui água, snorkel e espaguete flutuante, além de a lancha possuir um frigobar onde o motora põe gelo, para o pessoal guardar bebidas que quer tomar. Os almoços nunca estão incluídos no preço dos passeios de lancha, e os passeios de escuna não fazem paradas para almoço. Os preços das refeições na Vila do Abraão variam. Em restaurantes maiores, o cara paga de 60 a 90 reais um prato para 2 pessoas, bem servido, a base de peixe ou camarão. Isso sem contar a bebida. Esse preço não varia muito nas praias menores onde há restaurante, como Abraaõzinho, Maguariquessaba, Aventureiro, Japariz, etc. Não há restaurantes em praias como Caixa D'Aço, Lagoa Azul, Meros, Dois Rios ou Lopes Mendes. Há um pequeno bar flutuante na Lagoa Verde. Há alguns ambulantes que ficam com isopôr, vendendo cerveja, água de coco, água, em praias como a bela e acessível Feiticeira, por exemplo. Para chegar à Ilha, é melhor fazer tudo por Angra, que é de onde se tem mais horários de barcas e escunas/catamarãs. Ademais, Angra possui diversos horários de ônibus do e para o Rio de Janeiro, todos operados pela excelente empresa Costa Verde, a partir da Rodoviária Grande Rio. A passagem custa 48 reais por pessoa. Gente, no mais era isso... Ilha Grande é um paraíso de águas cristalinas, mergulho e mata atlântica. Vale à pena. Não deixe de conhecer!!! Qualquer dúvida mandem e-mail para [email protected] Abraço! Marcelo
  4. marcelowski

    Dicas: O que fazer na Ilha Grande

    Salve, salve, amigos mochileiros! Voltei anteontem da Ilha Grande. Fiquei 5 noites. Deu para curtir 4 dias, em função dos horários de vôo para o Rio, ônibus para Angra e embarcações para a Ilha Grande. A melhor época para visitar não é o verão, quando chove mais naqueles trópicos, mas sim o outono, que é mais seco e é quando o mar está mais limpo. Ainda assim, curti bastante, e o tempo estava relativamente bom. Se o cara tem poucos dias na Ilha Grande (meu caso) não aconselho a fazer as trilhas até as praias, pois embora bem marcadas são muito longas. Para a Praia do Aventureiro, no outro extremo da ilha, por exemplo, são 7h de caminhada morro acima e morro abaixo. As menores são para o Abraãozinho, (50 minutos) e para a Feiticeira (parece que é 1h30min). Nas demais trilhas, o cara vai ficar o dia inteiro caminhando para chegar em uma das inúmeras praias. O melhor é fechar passeios de barco com uma das muitas agências ou banquinhas de turismo locais. Os passeios saem de manhã e voltam no final da tarde, e com eles se pode conhecer a maioria das praias da ilha, ou ao menos as mais bonitas. Seja de lancha (até 12 pessoas) ou de escuna (umas 35 pessoas) está incluso no preço o snorkel para mergulhar e um daqueles espaguetes (macarrão) para flutuar. Se o cara quer nadadeira, pode alugar nas banquinhas da Vila do Abraão (snorkel + nadadeira = de R$ 10,00 a 15,00). Os principais passeios oferecidos são os seguintes: Meia Volta na Ilha - http://www.avanttour.com.br/p/roteiro-meia-volta-ilha.html Volta completa na Ilha - http://www.avanttour.com.br/p/roteiro-volta-ilha.html Super Sul - http://www.avanttour.com.br/p/roteiro-super-sul.html São as maneiras mais fáceis e rápidas de conhecer os recantos da ilha. O único passeio que fiz de escuna foi o Super Sul (R$ 70,00) e incluía frutas a bordo, água e os espaguetes. Se quiser beber algo, a cerveja é R$ 4,00 a lata. Tem banheiro masculino e feminino na escuna. Os outros dois passeios eu fiz de lancha, que é mais rápido no deslocamento entre as praias. A lancha tem freezer para colocar bebidas e comidas que se quer comprar para o passeio...o almoço nunca está incluído. A volta completa à ilha, que é o passeio mais caro, sai R$ 100,00 por pessoa de escuna, e R$ 180,00 na lancha da Água Viva. O quiosque da Água Viva fica ao lado da pontezinha que há na beira da praia do Abraão. Eles vendem passeios de escuna e de lancha. Qualquer dúvida, podem mandar e-mail para [email protected] Abraço!
  5. marcelowski

    Baladas na Bolívia

    Caros amigos! A vida noturna de La Paz não acontece todos os dias. Eles me pareceram um povo mais pacato que nós. No domingo à noite, mesmo em Sapocachi, são pouquíssimos os lugares que abrem. Também lembro de sair na quarta à noite e poucos lugares estarem abertos. A noite parece acontecer mesmo de quinta a sábado. O Shamrock Irish Pub fica em Sapocachi, na Av. 20 de Octubre. Só tem long neck a uns 18 Bs...mas não percam de comer o pique macho (45 Bs). Come umas 2 ou 3 pessoas...É um prato apimentado típico boliviano, na mesma linha do lomo saltado peruano, com carne, papas fritas, tomate, cebola roxa, pimentão, ovo e várias pimentas, tudo misturado...uma bomba! hehehe Para quem curte jazz e rock das antigas, tem o Thelonnious Jazz Bar, também na 20 de Octubre, antes de chegar no Shamrock. É um lance mais intimista, tipo pub, com um cara na viola, vários vídeos antigos de jazz e algumas apresentações do gênero (acho que jazz mesmo é na sexta). A Mongos é um pub interessante, com gente de vários lugares do mundo, mas se nota que o lugar é freqüentado por paceños com mais grana. Quando eu fui, acho que era uma terça, e havia muita gente que parecia ter saído direto do trabalho ou da aula para lá. Embora não tenha uma pista de dança, a galera começa a tomar trago e se soltar...lugar bem simpático...não se paga para entrar na Mongos, só o que consome. A cerveja de 600ml (Huari), sai uns 20 ou 25 Bs (cerca de R$ 5,00). Mas para mim, o melhor lugar de La Paz é o Malegria, que fica pertinho da Mongos. Também não se paga para entrar, e a cerveja de 600ml sai por 20 Bs (R$ 5,00). Nas quintas à noite, rola a saya boliviana, um ritmo dos negros da Bolívia, muito parecido com o maracatu, tocado ao vivo com enormes tambores, pelos próprios afro-bolivianos, de cima do balcão do bar...Tocam duas vezes na noite. Uma loucura!!! Uma das melhores baladas em que já fui!!! Nos intervalos, é salsa, merengue, cumbia, ritmos latinos em geral e rock argentino. Ali o cara realmente se sente na América Latina...No decorrer da noite, os estrangeiros e paceños do local começam a se soltar, dançar e pirar...O lugar tem uma grande pista de dança, e o balcão do bar circunda todo o ambiente, de forma que a cerveja, geladinha (raridade na Bolívia) é facilmente acessível. Se eu tivesse que escolher só um lugar para sair em La Paz, seria o Malegria, numa quinta à noite, sem dúvidas. Abraço!
  6. marcelowski

    Santa Cruz de la Sierra

    Olá, gente amiga! Nas redondezas do Viru Viru não tem nada. Fica a uns 10Km da cidade. Se o cara tá com uma graninha sobrando (e pouco tempo), ao chegar no Viru Viru de madrugada, fica por ali. Troca uns dólares (só o suficiente) e espera até as 6:30 quando abrem os guichês de chek-in...Nem sempre as companhias aéreas têm troco em Bs para a quantidade de US$ que o cara dá...Rola de dar uma dormida nos bancos que há no andar superior, ou em umas cabines que os caras alugam por uma grana...Às 6:30, compra ida e volta (1240 Bs), e nem sai do aeroporto até as 7:45, quando o vôo da BOA parte para La Paz. Demora 1h até El Alto. Mas se preferir ficar em Sta Cruz, pega um taxi até o Terminal Bimodal (na noite, sai de 50 a 70Bs, dependendo da pechincha com o taxista). Ali tem vários hotéis. Eu fiquei no Suécia, que é bom, quarto limpo e seguro. Paguei 100Bs a diária (uns R$ 25,00). Dizem que é bom comprar cedo as passagens para La Paz lá no Bimodal, porque quando chega o Trem da Morte, só sobram os piores lugares, se sobrarem. Além disso, a Sind. Transportes Copacabana e a Copacabana MEM são empresas mais sérias e seguras, de modo que são mais procuradas. Comprem o bus cama de 3 fileiras, que tem banheiro. No semi cama da Copacabana MEM, o banco reclina bastante, mas não tem banheiro, o que é um probelma se tu vais subir a cordilheira por 15 ou 17h. Saem por volta das 17h. No más, Santa Cruz é uma gigantesca cidadede interior. Entrei na cidade na volta, pois o vôo da Gol só partia às 3:40. Quente, de um calor sufocante...Só uma cerveja nas imediações do Bimodal ou da Plaza 24 de Septiembre te deixam mais à vontade. Até a plaza, desde o Bimodal, sai uns 10Bs de taxi. Se quer sentir mais a cidade, vale a pena dar uma chegada na limpa Plaza 24 de Septiembre, no Casco Viejo da cidade. Ali, é sentar nos bancos, ver o movimento e pegar uma sombra. Nas ruas que chegam à plaza, têm cafeterias, bistrôs, casas de câmbio e lojas diversas, incluindo uma vielinha em que funciona um centro comercial de artesanato camba. Quanto a restaurantes, vi que existem diversas churrascarias. O único lugar onde comi por lá foi a Casa del Camba, que serve churrasco e comida típica camba. Da plaza até lá, saiu 15Bs de taxi, o mesmo preço que paguei do restaurante até o hotel. Mas não recomendo ao pessoal perder tempo em Santa Cruz se estiverem com pouco tempo e a caminho dos Andes. Abraço!
  7. marcelowski

    La Paz

    Buenas! Cheguei da Bolívia no sábado, 20/11. La Paz tem muitas caras. Na parte mais alta e próxima de El Alto, fica a parte mais pobre e a parte mais antiga. Na parte mais baixa, prédios comerciais e residenciais modernos. As montanhas e a Mariscal Santa Cruz, que se transforma em 18 de Julio, não deixam o cara se perder... Nas bandas das Calles Illampu e Sagárnaga, é um lance meio caótico de cholas vendendo coisas na rua, carros passando em todos os sentidos, quase ser batendo, buzinas e cheiro de pollo frito. É a parte mais antiga da cidade, onde está o Mercado de las Brujas e a maioria dos hotéis e hostels de mochileiros (Calle Illampu). Em Sapocachi e nos bairros mais baixos da cidade (zona sul) é mais organizado, prédios bonitos...bairro de gente com grana, mais calmos. A cidade é um paraíso culinário. Restaurantes com comida de várioas partes do mundo por um preço ridiculamente mais barato em relação aos mesmos tipos de comida no Brasil. Muitos restauras vegetarianos, indianos, tailandeses...Na Av. 16 de Julio, há 2 boas cafeterias (Alexander Caffe e Angelo Colonial). Nessa última, se o rango não fosse bom como é, já valeria a pena entrar só pelas antiguidades que os caras tem...Nas bandas da Illampu, Calle de las Brujas, Sagárnaga e 18 de Julio, é mais fácil fugir do tradicional (e por vezes enjoativo) pollo com papas e bananas fritas. La Paz me pareceu segura. Os bolivianos nos disseram que era comum o furto, mas que assalto a mão armada era algo raro.Não vi nem ouvi nada, mas é bom se ligar... Taxi do aeroporto El Alto para a Calle Illampu, saiu 40Bs. Da Illampu para Sapocachi, na noite, saiu 10 Bs. Não tem taxímetro, e por isso tem que ver com o taxista quanto dá antes de embarcar. As vans que circulam pela cidade, fazendo as vezes de coletivo, saem 1Bs. Vários são os museus da cidade, mas um lugar do qual gostei bastante foi Parque Mirador Laikakota, que fica aberto até umas 18h. Paga 3 Bs para entrar. Vai baixando a 18 de Julio e perguntando...deve dar uns 30 min a pé da Sagárnaga e Illampu...Os brinquedos de parque de criança mais interessantes que eu já vi...fica numa parte alta, de onde se vê a cidade e o nevado Illimani ao fundo. A Plaza Murillo também é legal, sobretudo às 18h, quando a guarda vem marchando para retirar as bandeiras e os policiais exigem que todos fiquem de pé. As agências de turismo que fazem os tours ficam nas bandas da Sagárnaga e Illampu. Há algumas especializadas em alpinismo (alta montanha). Outras na descida da estrada da morte...Para Chakaltaya e Valle de La Luna, saiu 50 Bs na Vicuña Travel. Para a estrada da morte, cobram 320, 350 Bs ou 400 Bs. Eu fui pela XTreme Downhill (Ságárnaga), e não tenho o que reclamar... Para Tiwanaku, fui por conta, indo até o cemitério, de onde saem as vans. Era para sair às 9:30, mas só nos disseram que tinham que encher todos os bancos depois de comprarmos a passagem (10Bs)...Era 11:00 quando saimos...só em 3, depois de alguma pressão nossa...mas em El Alto o veículo fiou uns 15 minutos, lotou e seguiu viagem. Se o cara quer ir para uma balada, vai para o bairro Sapocachi (Calle 20 de Octubre e adjacências). Sai 10 Bs da Illampu, de taxi. No Shamrock Irish Pub, vale a pena pedir o Pique Macho (prato boliviano com carne de gado), que sai uns 45 Bs. O Tellonious já é um pub, onde se ouve jazz e rock das antigas. Um lugar mais boêmio, bom para aquecer...Na Mongos, é um pouco de rock e eletrônico...um grande pub, com gente de vários lugares. Tanto lá como no Malegria, a cerveja de 600ml sai por 20 Bs (uns R$ 5,00). Esse Malegria é um lugar massa pra c...! Nas quintas à noite é rock latino, salsa, merengue e um grupo toca a Saya, ritmo afro-boliviano que me lembrou maracatu, anda mais pelos tambores gigantes que eles tocam de pé, em cima do balcão do bar...gente do mundo todo. Uma das melhores baladas em que ja fui...não se paga para entrar nesses lugares, só o que consumir lá dentro... Abraço!
  8. marcelowski

    Compras na Bolívia

    Salve! Equipamentos de aventura, mochilas e mochilões, sacos de dormir e equipamentos para escalada o cara encontra na Calle Illampu, em La Paz. há várias lojas grandes e aparentemente sérias, com marcas européias. Mochilas, mochilões, sacos de dormir e outros produtos estavam com preço muito mais baixo do que no Brasil. Já para quem quer comprar coisas de prata para trazer de presente, é barato pra caramba em relação ao Brasil. Se encontra na Calle de las Brujas e na Calle Sagárnaga, em La Paz, perto da Iglesia San Francisco. Se o cara não tá muito acostumado com prata, não chega perguntando direto sobre produtos de prata porque tem também coisas de alpaca que alguma vendedora mal intencionada pode querer empurrar com o preço lá em cima...se o cara não tá muito familiarizado com prata, é melhor perguntar primeiro pelos de alpaca e ir por eliminação, perguntando o preço dos de prata para achá-los...aí é só dar uma chorada no preço, que sempre funciona... Se o cara quer instrumentos musicais, a Calle de las Brujas é um paraíso. Muitas flautas e violões. Por 800 Bs, eu trouxe um charango profi, com entrada para plug, sem bateria, em uma fábrica de instrumentos musicais, direto do luthier, testado na hora no ampli do cara. Tem bombo leguero por 150 Bs... Já artigos de esporte, camisetas de times e seleções, eu vi mais na Calle Santa Cruz, entre a Illampu e a Mariscal Santa Cruz. Abraço!
  9. marcelowski

    Potosí e Sucre

    Salve! Concordo com as informações do Fred. Estive por lá de 08/11 a 10/11 (Salar e Sud Lipez) e em 11/11 e 12/11 estive em Potosi. Nosso tour de 3 dias saiu numa segunda. Naquela manhã, logo depois de fechar com a agência (Inti), antes de sairmos para o tour, fomos comprar passagens para Potosí para quarta, às 19h, na esquina da Arce com a Camacho, passando a plaza. Saiu 30 Bs pela 11 de Julio. pouco depois de o tour chegar em Uyuni. Saiu 30 Bs pela empresa 11 de Julio. São 6h de viagem. Em Potosí, resolvi não ficar entrando muito em museu porque me pareceu que o grande barato é sentir a cidade, sentar na plaza, tomar uma cerveja, um café e andar pelas ruelas. Mas subi no mirador da Iglesia San Francisco, de onde vale a pena ter uma bela visão da cidade e do Cerro Rico. Entrei também no pátio da Casa de la Moneda. Fiquei no Hostal La Casona, que foi o meu melhor alojamento na Bolívia. Banho quente, quarto doble bem bonito, tudo limpo, que saiu por 168 Bs (R$ 50,00), divididos com o camarada que foi comigo. A volta de Potosí para La Paz foi de ônibus. Os próprios caras do hostal reservaram um semi-cama da Copacabana MEM por 80 Bs. A poltrona reclinava, mas não tinha banheiro...Chegamos no terminal, trocamos o voucher na agência da empresa e pegamos a passagem. Por incrível que pareça, o ônibus não saiu dos boxes do terminal, mas da esquina da rua do terminal...O terminal de Potosí está a uns 20 ou 30min de taxi do centro histórico. Chegamos às 20:20 e já não tinha mais passagem para o ônibus das 21:00. É bom chegar antes...vai umas 8h até La Paz. Como estava rolando um bloqueio na estrada, perto de Oruro, ficamos 2h parados. Cada um do ônibus, por imposição dos manifestantes, lançou 5 Bs para nos darem passagem. Os caras do hostal La Casona também organizam para a galera que está lá, com guias que conhecem o Cerro Rico, o passeio pelas minas, que sai todos os dias, às 9:00. Deve sair uns 80 ou 90 Bs per capita. Te dão roupa especial para entrar nas minas, que inclui botas, calças, jaqueta e capacete com lanterna. Já com o tour, o cara passa no Mercado Minero e compra coca, canha, suco, dinamite, nitrato de amônio e cigarros para levar aos mineiros. Explosivos vendidos na boa, na rua...Entra na mina e vai visitar a estátua de El Tio (o capeta). O guia faz uma oferenda e se vai entrando montanha adentro, por túneis estreitos, escuros, úmidos, lamacentos e poeirentos. Cuidem-se os claustrofóbicos...Por sorte era sexta, e os mineiros não estavam trabalhando tanto, mais envolvidos com uma certa folga para o trago e para oferendas a Pachamama. Chega-se às galerias onde há um grupo de mineiros e aí se senta, se dá uma parte dos presentes para aquele grupo, o mineiro mistura o suco com o Ceibo (álcool potável de 96º) e fica tipo um hi-fi...Tomei o trago naquelas profundezas! Eu vi gente de 14 ou 15 anos trabalhando...é uma baita lição conversar, perguntar sobre suas famílias, tomar trago com aqueles caras que praticamente vivem lá dentro quebrando pedra.
  10. marcelowski

    Salar de Uyuni - Clima, Roupas e Equipamentos

    Salve! Os sacos de dormir se pode alugar nas próprias agências. Peguei um por 30 Bs (tour de 3 dias) porque me preocupei quando a mulher da agência falou que na semana anterior tinha feito -10º na Laguna Colorada. Não sei se é porque aqui no RS faz frio e já estamos acostumados, mas não acho que seja indispensável usar o saco de dormir. As camas dos alojamentos têm um lençol e uns quatro cobertores grossos de lã. Em Puerto Chubica, no hotel de sal, senti calor no meio da noite...eu não levei. Quando acordamos na Laguna Colorada, vi no termômetro do guia que fazia -10º. A água das poças estava toda congelada. É frio, mas como é muito seco, me pareceu como nos dias mais frios aqui de Porto Alegre. No más, para quem quiser comprar não só sacos de dormir, mas também mochilas e outros acessórios de aventura, a Calle Illampu, em La Paz, é um lugar muito mais barato que no Brasil, com lojas de boa qualidade e materiais de prima, várias marcas européias... Abraço!
  11. marcelowski

    Chacaltaya

    Caros amigos. Acabo de voltar da Bolívia. O Chakaltaya está na Cordillera Real. Embora próximo de La Paz e visível da cidade, o acesso é só via uma estrada de terra toda esburacada. Não há povoações perto da montanha. El Alto fica longe para ir caminhando a pé. Também não existe ônibus que chegue até lá. A única forma de chegar ao refúgio a 5.300m sem contratar um tour, é pegar um taxi, que sai mais caro. Eu e o meu camarada pegamos um tour de 1 dia, que incluía Chakaltaya e Valle de la Luna, sem almoço. Portanto, coma alguma coisa no café da manhã, mas não muito. Subimos a montanha pela Vicuña Travel (Calle Illampu, próximo ao hostal Copacabana). Pagamos 50 Bs per capita, mais os 15 Bs que se exige para entrar no Chakaltaya. Qualquer agência da Calle Illampu ou da Calle Sagárnaga faz o passeio. Se quiser ficar mais tempo na montanha, tem de pagar um tour privado, que sai uns 180 Bs. O Valle de la Luna, apesar de conter belas formações rochosas, me pareceu um pouco turístico e forçado demais. Dão a uma pedra um nome que não tem nada a ver com o que ela parece...alguns suíços que estavam conosco desceram antes do Valle, em La Paz...mas valeu por conhecer a zona sul da capital, que geralmente está fora dos tours. O Chakaltaya sim é um passeio massa. Dura uma manhã. O cara sobe até o refúgio e sobe os últimos 100m até o cume. A subida não é fácil, mas todos acabam conseguindo. Tinha até um casal de idosos no nosso tour...Caminhe devagar e sempre, leve água, folhas de coca, protetor solar e labial, pois o a radiação solar e o vento a 5400m não são brincadeira. Balas tipo halls naquelas altitudes também fazem uma mão, pois aumentam a quantidade de ar, facilitando a subida. Sobre o frio, devia estar uns 5 graus quando subimos, mas no inverno é comum encontrar neve. Vi gente falando de fazer Tiwanaku no mesmo dia desse tour. Eu acho muito corrido. As vans saem de La Paz para Tiwanaku do cemitério, mas só quando enchem todos os lugares, o que atrasa a viagem. De Tiwanaku para La Paz, passam na frente da estação de trem das ruínas, e a última, se não me engano, é às 16:30. Abraço!
  12. marcelowski

    Bolívia - Rotas e Meios de Transporte

    Salve salve, gente amiga! Acabo de voltar da Bolívia. Como a banda foi só de 15 dias, procurei evitar subir os Andes de ônibus, pois demoraria de 15 a 17h. Cheguei no vôo da Gol em Santa Cruz de la Sierra (00:30), dormi no Viru Viru e, às 6:30, quando abriram os guichês de check-in, fui ao da Boliviana de Aviación (BOA), e comprei para La Paz, às 7:45. Eles aceitam dolar, mas são capazes de recusar se não tiverem troco. Por isso, antes de comprar a passagem, faz um cambio no aeroporto mesmo (umas banquinhas vermelhas). Estava aberta de madrugada, quando chegamos, mas quando voltamos para o Brasil, estava fechada, e tive de trocar os Bs que sobraram no guichê da Gol... Ida e volta pela BOA, compradas no ato, deu 1240 Bs (R$ 294,50). A BOA é uma companhia tipo a Gol. O vôo durou 1h. Ganhamos 1 dia em La Paz para ficarmos mais tranquilos e nos acostumarmos com a altitude. E dê-lhe coca! Abraço!
  13. marcelowski

    Salar de Uyuni - Agências, alojamentos e preços

    Salve salve, amigos! Penso que comprar em La Paz encareça um pouco o tour para o Salar. Há ônibus de La Paz para Oruro a cada hora, desde o Terminal de Buses de La Paz. Dá umas 3h de viagem. Fui de Oruro para Uyuni em um domingo, às 19:00, no trem Wara Wara del Sur (http://www.fca.com.bo). Eu e meu camarada compramos a passagem meio que na hora, pelas 17:30, classe Salón. Chegamos em Uyuni pelas 2:30. Ficamos em um quarto doble no Hotel Avenida, em frente à estação (Av. Ferroviaria). Banho ultra quente! Dormimos até as 7:00, tomamos café (incluído) e saímos à cata de uma agêcia que fizesse o tour de 3 dias. Achamos a Inti, quase na frente do Hotel Avenida, em frente a um cinema abandonado...contratamos com eles e antes do horário de saída do tour (10:30), compramos passagens de ônibus para Potosí pela 16 de Julio. A agência deles fica na Av. Arce, quase esquina com a Camacho. Segue pela plaza principal, passa a catedral e à direita, após a esquina...compramos para Potosí para as 19:00 de quarta-feira. Deu umas 6h de viagem até Potosí. Os tours pela ragião do Salar e de Sud Lipez são de 1 dia, 3 dias ou 4 dias. O de 1 dia inclui Cemitério de Trens - Salar - Isla del Pescado - Uyuni. Paga-se para entrar na Isla del Pescado. O de 3 dias, é igual ao primeiro tour no 1º dia, mas o cara dorme em um hotel de sal em Puerto Chubica, com o salar ao fundo e um baita espaço para interagir com gente do mundo todo. Quartos coletivos, banheiro coletivo e apenas uma ducha com banho quente. No segundo dia, passa-se por lagunas, desertos de altitude, a arbol de piedra, até chegar ao parque Eduardo Avaroa (também paga-se para entrar aí). Dorme no alojamento da Laguna Colorada (4300m), onde há quartos coletivos para os integrantes de vários tours e banheiro coletivo sem ducha. No terceiro dia, o cara acorda pelas 4:30 e vai aos geiseres Sol de la Mañana, depois a um banho termal e à Laguna Verde. Aí começa a volta para Uyuni, por estradas de terra e povoados, chegando pelas 18:10. O tour de 4 dias, pelo que ficamos sabendo, termina em San Pedro de Atacama. As refeições estão incluídas. Que nos acompanhou como guia foi o Adilio, gente boa...Ele pediu que eu desse uma força para a agência dele, a qual não conheço, embora o cara tenha me passado uma boa impressão. Aí vai: Expediciones Gaviota (Tel: 72860881, 72369667 e 72420176. E-mail: [email protected]) Só lhes aconselho que para não passarem mal, sobretudo no Deserto de Siloli, masquem coca o dia todo, pois esta região da Bolívia está acima do Altiplano, na base dos Andes Ocidentais. O cara passa por altitudes de 4800 a 5000m. Se a coca não adiantar, deverás tomar o chá de Pupusa, que é uma era mais power que a coca. Levem roupa para frio. Quando acordamos, em pleno novembro, fazia -10 graus. De dia, faz uns 15 ou 20 graus. Abraço!
  14. marcelowski

    La Paz - Onde ficar?

    Salve salve, amigos! Acabo de voltar da Bolívia. Eu e o meu camarada ficamos no Hostal Copacabana (Calle Illampu). Lugar bom, sem luxos, mas bem ajeitado e com café da manhã incluído. Bannheiro privativo e banho quente. O quarto com duas camas (doble) saiu 77 Bs por cabeça a diária (mais ou menos R$ 18,00). Tem 2 computadores com internet liberada para os hóspedes. Não é das mais rápidas, carrega bites a passo de lhama, mas já faz a mão, apesar de as letras do teclado estarem um pouco apagadas. Não tivemos problema algum de segurança ou de furto nesse hostal. Além disso, há uma cabine telefônica na entrada do saguão. Se não tiveres trocado, a recepcionista anota na conta do quarto para pagar depois. Recomendo. Grande abraço!
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