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brufavaro

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Sobre brufavaro

  • Data de Nascimento 17-01-1986

Outras informações

  • Lugares que já visitei
    - Uruguai, Argentina, Chile (27 dias)
    - Bolívia, Peru e Chile (20 dias)
    - Sergipe, Alagoas, Pernambuco (10 dias)
    - João Pessoa (5 dias)
    - Pedra do Baú/São Bento do Sapucaí/SP
    - Arraial do Cabo/RJ
    - Ouro Preto / Pico do Itacolomi (MG)
    - Travessia Mamanguá e Joatinga
    - Travessia Vale do Capão - Chapada Diamantina/Bahia (15 dias)
    - Travessia Khotia - Huayna Potosí / Bolívia (6 dias)
  • Próximo Destino
    Venezuela (com Salto Angel e Curaçao)
    Serra do Cipó (MG)
    Conceição do Ibitipoca (MG)
    Alto Caparaó (MG)
    Chapada dos veadeiros
  1. Olá, MikeBr Se você nem vai parar em Aventureiros, não se preocupe em pegar a autorização! Eles realmente não pedem. Só exigem (e nem sempre) de quem parte de barco de Angra direto pra Aventureiros e fica por lá. Sobre o barco, é fácil sim. Tem muitos barqueiros por lá. O preço não é muito atrativo. Não me lembro quanto era pra Abrão direto, mas de Aventureiro para Parnaioca, num barco com outras 2 pessoas, nos cobraram R$50 por pessoa... pra você ter ideia. Abraços e boa trip!
  2. Sobre Japariz, a informação que tenho é a de que é possível acampar no quintal dos moradores. Lá tem um restaurante grande, chamado "Bar Lagoa Azul", pedir um cantinho pro dono talvez seja uma opção.
  3. Olá, Mariana! Acho difícil pernoitar em Santo Antônio. Além de ser uma praia maior, ela é bem próxima a outra bastante movimentada (Lopes Mendes). A chance de alguma fiscalização passar por ali é grande. Caxadaço é uma praia beeeeeem escondida. Abraços Bruna
  4. Circuito Huayhuash Huaraz Peru - Julho de 2012

    Olá, Carla! Primeiramente, parabéns pelo relato e pelas fotos! Tenho uma dúvida: essa agência contratada oferecia algo para comer no meio do dia, como um almoço? Só li você mencionar jantas... Já estive em trekking de alta montanha e a alimentação é essencial pra coisa toda funcionar. A gente precisa comer até quando está sem fome, uma vez que às vezes o mal de altitude nos tira o apetite. Fiquei preocupada também quando você menciona que achou pouco o que foi feito de janta... Ficou satisfeita com essa parte? Obrigada!
  5. Então, Alex Viega , essa garota que encontramos, a Fátima, não estava sozinha. Ela estava com um grupo de amigos que chegaram de barco na praia grande de Araçatiba, caminharam até Aventureiros e de lá partiram para Angra. Nos encontramos exatamente nesse trecho do percurso, quando ela resolveu ir conosco! Coisas que só um lugar lindo como aquele faz e inspira as pessoas! Paulo Medianno Alves, desculpe a demora, te enviei um e-mail!! Parabéns a todos os trilheiros que já fizeram a Volta, ou pretendem percorrê-la em breve! Abraços! Bruna
  6. Obrigada, MarcosJ70 e andreluis.alvarenga! Qualquer coisa, estamos aí! Abraço!
  7. Augusto, Teu relato foi providencial para que eu pudesse organizar a minha também caminhada inesquecível com sucesso, agora em dezembro. Obrigada por sempre compartilhar bons caminhos por aqui. Não é a primeira vez que você ajuda bastante! Aqui segue o meu, com alguns preços atualizados: volta-completa-ilha-grande-dez-2014-com-fotos-e-valores-t106468.html Abraços!
  8. Final! Certamente essa foi a travessia mais rica que já fiz. Na natureza, foi surpreendente a quantidade de espécies de animais selvagens que avistamos pelo caminho, muitos impossíveis de fotografar... Plantas e suas flores, então! Lindíssimas! A quantidade e a beleza das praias é de elevar seu grau de exigência para nunca mais você se contentar com qualquer mar: foram 34 praias, uma mais bonita que a outra. E é claro, no sentido humano, o mais rico foi ter convivido com pessoas que desconhecia até então e ouvido inúmeras histórias de pescadores, caiçaras e de gente da cidade que foi surgindo pelo caminho. É uma travessia que precisa estar na lista de qualquer trilheiro! Aconselho muito a compra de um livro escrito por Bernardo José que descreve cada trecho das trilhas da região. Você pode adquirir diretamente com ele aqui: https://www.facebook.com/pages/Caminhos-e-Trilhas-da-Ilha-Grande/237511669703803?pnref=lhc Se tiverem dúvidas sobre os trechos, adorarei ajudar quem precisar!! Por aqui ou por [email protected] (E-mail e Facebook) Boas trilhas pra todos nós!!
  9. Dia 9 - 27/12/2014 (Palmas – Abraão) Como havia prometido, estava eu às 5h40 da manhã de pé, com a máquina fotográfica em mãos, preparada para fotografar o nascer do sol. E lá surgiu ele, majestoso como sempre! Óbvio, depois voltei a dormir, rsrs. Amanhecer em Palmas Amanhecer em Palmas Amanhecer em Palmas Mais tarde, arriscamos um snorkel no costão, mas não vimos nada. Aproveitamos a praia até cerca de 12h, quando partimos para Abraão para a parte final da nossa Volta! O trecho é realmente pesado! Eu não tinha fôlego algum, enquanto a Fátima disparou na frente como um foguete. Se eu me visse subindo aquela ladeira, jamais acreditaria que eu tinha dado a volta na ilha inteira, rs. Chegamos em Abraão com 1h30 de caminhada e fomos direto procurar um lugar em que pudéssemos tomar um banho, trocar de roupa para seguir viagem até Angra e depois, infelizmente, partir para SP. Paramos em um hostel chamado EcoHostel e a dona foi super grosseira conosco, dizendo que não tinha como tomarmos banho porque a ilha inteira estava com racionamento de água (Loka!). A funcionária ficou um pouco indignada com a forma como ela nos tratou e nos indicou irmos até o Camping Sombra dos Coqueirais, bem próximo ao cais de onde saem as lanchas para Angra. Lá procuramos o dono que nos permitiu tomar um delicioso banho (R$5) sem criar caso nenhum. Chegada em Abraão Deixamos nossas coisas por lá e fomos atrás de comprar nossos tickets de volta (R$25) e também almoçarmos. Comemos em um restaurante por quilo bem ao lado do camping. O quilo não era barato (R$39/quilo), mas devia ser o mais em conta dali, já que a praia já estava extremamente muvucada por conta do fim do ano. Pegamos a escuna às 17h, chegamos em Angra às 18h30, passamos no mercado em frente ao cais e comemos um burguer por ali mesmo. De lá, caminhamos até a rodoviária e encontramos o Danilo, que havíamos conhecido na praia de Aventureiro. Segundo ele, a praia já estava abarrotada de gente e então ele resolveu ir embora. De fato, na frente da TurisAngra, pessoas acampavam esperando a agência abrir no dia seguinte. A fiscalização pega pesado nessa época e, sem autorização, esquece, você nem entra no barco pra lá. Partindo De lá, Adilson partiu para a 2ª etapa de seu fim de ano, numa viagem com seus amigos. Danilo e eu voltamos pra São Paulo. Fátima, ainda foi até Londrina. Camping Sombra dos Coqueirais: http://www.campingsombradoscoqueirais.com.br/
  10. Dia 8 - 26/12/2014 (Caxadaço – Palmas) Acordamos umas 7h, arrumamos as tralhas todas e ficamos lá embasbacados com a beleza da praia do Caxadaço ao amanhecer. Se deixar, você passa algumas horas ali, só olhando as ondas baterem nas pedras! Acordados da miragem, partimos rumo a Lopes Mendes. Caxadaço ao amanhecer Esse é o trecho de maior dificuldade de orientação de toda a volta. Se você não tem experiência em trilhas, arrume um guia, sem dúvida! Além de difícil orientação, ela é bastante pesada, com subidas íngremes e muitas, muitas árvores caídas. Fomos com um tracklog para GPS muito bom, o que nos deixou no caminho certo por todo o tempo, exceto por um, que rapidamente nos demos conta. Assim chegamos na bifurcação que leva à praia de Santo Antônio em 2h30. Um sagui Recebemos uma dica valiosa de alguns moradores: indo de Caxadaço a Lopes Mendes, na dúvida, siga à esquerda, pela subida! De fato, nos momentos em que tínhamos dúvida era esse o caminho certo. Preste muita atenção nos contornos de pedras grandes e nas árvores caídas. Esses lugares costumam oferecer mais de uma opção de trilha e, geralmente, a que vemos primeiro é a errada. Bom, na bifurcação, seguimos os 300m até Santo Antônio e sem dúvidas Fátima e eu elegemos a praia como a mais bonita pela qual passamos. Era incrível! Acho que a mais bonita que já vi na vida, ainda que eu não tenha visto tantas assim. Santo Antônio Santo Antônio Santo Antônio Fizemos um tempinho lá e seguimos até Lopes Mendes. Desse trecho para frente, você encontra muita gente na trilha, diferente do restante dos outros caminhos pelos quais passamos, que simplesmente não víamos uma alma. Em Lopes Mendes comemos um lanche natural de um carrinho que estava na praia e tomamos uma cerveja (R$10 lanche, R$7 latão). Achei a tal da praia bem mais ou menos, em comparação à fama que ela tem. Mas ok, acho que eu já estava muito exigente, rsrs. Lopes Mendes Partimos para Palmas (passamos por Pouso e Mangue) e chegamos lá com 1h20 de subidas e descidas, já perto de 14h. Os campings do começo da praia estavam já todos cheios ou esperando pessoas que fizeram reserva para o fim de ano, afinal já estávamos no dia 26! Andamos um pouco e encontramos já pro final da praia, ao lado de uma bonita igreja, um camping e pousada chamado Acorde, que nos cobrou R$20. O camping é excelente: banho quente, muito arborizado, tem área coberta, tanque para lavar roupas, uma ótima cozinha, vende café da manhã por R$10 fora de temporada e R$20 na alta. Não entendi muito bem, ou não cheguei a descobrir o porquê, mas estava vazio, enquanto os outros estavam todos lotados! Almoçamos um PF ao lado do camping (R$20) e acho que foi o pior que comemos. A Fátima achou cabelo na comida umas 2 ou 3 vezes, o atendimento era ruim e a cerveja era mais cara que nos outros lugares (R$7 a lata da Antártica). Curtindo Palmas Passamos o resto do dia por lá, aproveitando a praia o sol e o gelinho/sacolé (R$4) de coco da Dona Ana, dona do camping, que era uma delícia! À noite, jantamos deliciosos pastéis de camarão (R$20) no restaurante “Morango das Palmas”, que é simplesmente uma delícia! Além de ser mais barato que outros, embora tenha aparência de chique. Camping Acorde: http://www.campingacorde.com.br/ Restaurante Morango das Palmas: https://www.facebook.com/MorangoDasPalmas
  11. Dia 7 - 25/12/2014 (Aventureiros – Caxadaço) Logo às 7h da manhã partimos com a lanchinha do Joel em direção a Parnaioca (R$50/pessoa). Lá fomos recebidos pelo Sr. Rogério, uma das pessoas mais simpáticas que encontramos pelo caminho. Um senhor pescador e metiroso, super de bem com a vida, que nos divertiu um monte com suas histórias mirabolantes. Paramos para tomar um café na casa da Dona Marta, que estava num momento de confraternização com sua família, comemorando o Natal (É mesmo, era Natal!). Mesmo assim, ela parou tudo e nos fez um delicioso café com leite, rabanada e pão com manteiga e mortadela (R$15/pessoa). Parnaioca Ficamos ali naquele momento em família, sentindo muita vontade de voltar e ficar algum tempo naquele lugar incrível. A praia era simplesmente linda! Surreal de linda! Uma pena as fotos não terem ficado tão boas. Só uma coisa desabona o lugar: a quantidade de vespas é também surreal. Se você tem medo ou se incomoda, esse não é o lugar para você. De lá, seguimos pela trilha até Dois Rios. Acho que foi o trecho de trilha mais bonito que fizemos. A mata bem mais fechada que todos os outros trechos, diversos cursos d’água, árvores enormes e uma vegetação muito rica. Novamente os bugios apareceram e tivemos que enfrentar uma árvore caída que deu um baita trabalho para ser atravessada! Em Dois Rios a cidade parecia abandonada, apesar de bonita. Comemos em um bar logo no fim da trilha que foi montado em uma antiga sala da administração do presídio que lá existiu. Até as janelas altas com grades foram mantidas. Comemos um PF delicioso feito pela Dona Teresa (R$20), reabastecemos as energias e por volta das 16h20 seguimos para o Caxadaço. Dois Rios Um lindo flamboyant no lugar do antigo presídio de Dois Rios O início da trilha é o mesmo para quem vai dali direto para Abraão, e há uma guarita com um guarda parque que questiona seu nome e seu destino. Como não tem nada no Caxadaço e não é permitido ficar por lá, achamos melhor não vacilar e dissemos que iríamos até Abraão. O trecho Dois Rios-Caxadaço foi feito em 1h30, sem grandes dificuldades. Chegando lá, um casal que vinha de Lopes Mendes também esperava o pôr do sol para poder armar a barraca e dormir. Um tatu! Por volta das 18h armamos nossas barracas, preparamos uma deliciosa janta de bolachas, atum e sardinhas no meio do mato e fomos dormir ao som de todos os sons incríveis, bizarros e assustadores que surgem quando você está a uns quilômetros da civilização. Acampamento improvisado (e ilegal) em Caxadaço
  12. Dia 6 - 24/12/2014 – Aventureiros Acordamos já meio tarde e vimos que nossos colegas de Araçatiba tinham voltado para Angra, cada um com seu compromisso. Menos Fátima, que, muito corajosa, resolveu seguir a caminhada conosco e realizar sua “1/2 volta na Ilha Grande”! O dia não estava muito bom para seguirmos viagem, além disso, queríamos passar um tempo ali naquele paraíso. Decidimos que partiríamos de barco para Parnaioca (como já estava planejado que faríamos) apenas no fim da tarde. Nesse meio tempo, aproveitamos a praia e seus muitos encantos! Conhecemos um argentino de Córdoba (Manolo) que também queria um barco para Parnaioca e ele resolveu ficar conosco para dividirmos o valor. Para nossa tristeza, o mar deu uma grande revirada, e logo na hora do almoço já não era mais possível sair de barco de lá e muito menos chegar em Parnaioca, que é uma praia sem cais para atracar o barco. Ficamos pensando se iríamos a pé até lá ou não, afinal não havia nenhuma fiscalização, sequer pediram nossa autorização para estar lá (parece que de fato só pedem para quem vai de barco ou no período do ano novo, do dia 26 ao dia 5). O argentino Manolo resolveu ir a pé, com mochila, prancha e tudo mais! Fátima, Adilson e eu ficamos com receio de passar pelo Costão do Demo com a chuva que tinha caído, e também porque poderíamos ter problemas para atravessar o mangue entre as praias do Sul e Leste. Resolvemos ficar mais uma noite por lá e partirmos de barco no dia seguinte. Mirante Sundara: Aventureiro, Demo, Costão do Demo, do Sul, Ilhota e do Leste (esq - dir) Aproveitamos o restante do dia para darmos uma volta com o Danilo, que conhecemos por lá e já estava na praia há uns dias. Fomos com ele no mirante Sundara, na praia do Demo, passamos pelo Costão sem a mochila e conhecermos o início da praia do sul. Costão do Demo. Medo! Para nossa triste surpresa, achamos um pinguim totalmente perdido e já desmaiando naquela praia! A família do Sr. Luis disse que é muito comum eles se perderem da corrente das “Falklands” que vem da Antártica e caírem por lá. Pinguim na praia do Sul
  13. Dia 5 - 23/12/2014 (Grande de Araçatiba – Aventureiro) Acordamos cedo no meio da maior chuva. Fiquei um pouco indecisa sobre seguir a pernada ou não, mas lá pelas 11h a chuva deu uma trégua e resolvemos partir. O caminho até Provetá pode ser resumido a uma puta duma subida seguida de uma baita duma descida. Estávamos receosos de chegar em Provetá por ser uma comunidade muito evangélica e também porque não tínhamos ouvido falar bem do lugar. Vista de Provetá Chegando lá, fomos recebidos como em qualquer outro lugar. Logo no fim da trilha demos de cara com um mercadinho, onde nos abastecemos de bolachas e sardinhas. Almoçamos um PF de frango (R$15) na casa de uma senhora que ouvia Raul Seixas (essa não era de Deus rsrsrs) e tentamos fazer uma ligação pra casa no telefone público da cidade, mas sem sucesso. Seguir de Provetá para Aventureiro foi quase um déjà vu: novamente uma puta subida, com outra baita descida. Esse trecho pareceu mais aberto e, consequentemente, muito mais escorregadio por conta da chuva. Só aqui contabilizamos três tombos, foram 7 no total da viagem, sendo quatro deles meus No caminho, encontramos os quatro amigos de Araçatiba e ficamos todos no Camping do Sr. Luis, que é o primeiro de quem chega por trilha e tem a melhor estrutura para receber os caminhantes, com um ótimo conjunto de banheiros/chuveiros, área para cozinhar, locais cobertos para armar as barracas e eles servem refeições durante todo o dia. Isso tudo é refletido nos preços, que não são baratos: R$25 o camping; R$25 o PF; R$4 um pão na chapa; R$4 um café com leite, R$7 um latão de skol). Camping do Luis A praia de Aventureiro tem um clima extraordinário. O mar é muito mais agitado, uma vez que é voltado pro oceano e não para o continente; é cheio de visitantes com diferentes intenções (surf, relax, vida loka rsrsrs); além de ser cheia de pequenos/grandes encantos: o tal do coqueiro torto, o costão do demo, dois mirantes incríveis e a família do sr. Luis, que é uma lindeza! Aventureiro Camping do Luis: Camping 18 – Luis – (24) 99815-3404
  14. Dia 4 - 22/12/2014 – Lagoa Verde Inicialmente íamos nesse dia até a Gruta do Acaiá, mas resolvemos tirar o dia para descansar. Então acordamos tarde, nos alimentamos bem, aproveitamos a praia e fomos com um grupo de quatro pessoas (Fátima, Marcos, Jefferson e Zé) que conhecemos ali para a Lagoa Verde, aproveitarmos um dia de snorkel e tranquilidade. O Adilson foi o mais esperto. Estava com a coxa doendo devido à caminhada e pegou emprestada uma canoa do sr. Bené e foi remando até lá! Grande de Araçatiba Aqui, várias fotos do mergulho e um videozinho que montei do snorkel na Lagoa Verde e em Ubatubinha.
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