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maritortorella

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Tudo que maritortorella postou

  1. DIA 13 – Cuzco Acordei cedo e fiquei de bobeira no hostel. Encontrei o Patrick e sua consciência pesada tomando café da manhã hahahaha, numa ressaca do cão. Ficamos jogando conversa fora um tempão. Lá pelo meio-dia eu fui dar uma volta e ele foi dormir hahaha, bati meu ponto na Plaza de Armas hehehehe e fui dar uma conferida na tal da pedra dos 12 ângulos. Pra chegar lá é só seguir pela calle Triunfo, entre a Catedral e o Paddy’s Pub. O acesso pela calle Triunfo estava bloqueado pra reforma, porque uma das paredes estava ameaçando desabar, então tive que dar a volta na quadra. Aproveitei e entrei na Feira de artesanatos que tem na esquina, o lugar é bom pra comprar lembrancinhas. Cheguei na pedra dos 12 ângulos e tinha um rapaz ali que se ofereceu pra me dar umas explicações, aceitei na boa e depois deixei umas moedas pra ele. Fui subindo a rua e entrando no bairro de San Blas, que lugarzinho legal, tem muitas lojas e bares. Na esquina da Triunfo com a Choqechaka fica o Jack’s Café, eu nunca consegui ir pq sempre tinha uma fila enorme que saía na rua, mas o Patrick me disse que o café da manhã deles é muuuuito bom. Continuei subindo a rua até chegar na Plaza San Blas, vale muito a visita pra apreciar a vista e tomar um café (ou uma ceva) em um dos bares de lá. Pena que o dia tava feio e começou a chuviscar, daí tive que me mandar de lá. Voltei pro hostel e fui pro bar, tava ali esperando meu pedido (o hambúrguer do WR é diliça) e quando olho pra ponta do balcão, quem tava ali? A Ana, que eu conheci em Copacabana (BA DUM TSSSSSSS!! Até rimou auhauhauahu). Ela estava ali com a outra Ana, também do Mochileiros; elas viajaram juntas uma parte do roteiro e estavam ali só matando um tempo, era o último dia delas em Cusco. Ficamos ali batendo papo e bebendo até elas irem embora. E aí eu fui dormir, pra conseguir fazer o City Tour no dia seguinte. - Gastos e endereços: Pedra dos 12 ângulos, na calle Triunfo
  2. DIA 12 – Cuzco Acordei às 9h e pouco, fui tomar café e fiquei matando um tempo no pátio interno. E quem é que estava fazendo check-in no WR? O Patrick \o/ Sério, ele tinha dito que só ficaria em Cuzco até o aniversário dele e depois seguiria pro Equador, mas não aconteceu (sério, Cuzco prende as pessoas, vocês vão entender) hehehehe. Eu resolvi que precisava ir até a agência onde contratei a Salkantay pra cancelar a trilha, estava me sentindo insegura e com vontade de passar mais tempo em Cuzco. Aqui começa o migué hehehehehehe . Eu e o Patrick fomos até a agência, quando estávamos chegando perto, um dos funcionários veio me abordar e perguntar se eu estava ansiosa pro dia seguinte. Falei pra ele que estava indo resolver exatamente isso, disse que caí de bicicleta na estrada da morte e machuquei a perna, e quando fui ao Valle Sagrado senti meu joelho doer. Bom, a parte do tombo de bike é verdade, como vocês bem sabem hehehehehe, o joelho doía um pouquinho nas descidas sim, mas nada demais. Enfim, aí o cara entendeu meio errado e foi falar pro chefe que eu caí no Valle Sagrado no dia anterior e machuquei o joelho hehehehehe. A princípio eles achavam que eu queria cancelar o pacote e disseram que não dava, mas eu disse que queria só trocar por outro passeio, o de dois dias pra Aguas Calientes e Machu Picchu. Ele fez uns telefonemas e disse que eu era muito sortuda de ter conseguido uma passagem de trem pra ir, porque nessa época os peruanos celebram a terra, os espíritos das montanhas. São as celebrações para a Pachamama (a Mãe Terra) e, consequentemente, eles lotam Machu Picchu. Vários telefonemas depois, tudo resolvido, consegui trocar meu pacote. O valor ficou o mesmo (US$ 200). O pacote incluía van de ida e volta até Ollantaytambo, trem de ida e volta até Aguas Calientes, hotel Puma’s Inn (muito bom, por sinal), ônibus pra subir de AC até Machu Picchu e, claro, o guia. Buenas, aqui justifico porque recomendo essa agência: conheci algumas pessoas que também quiseram trocar pacotes com outras agências e não conseguiram, e o pessoal da Tours Al MachuPicchu foi super atencioso e prestativo comigo, fizeram tudo na boa. E o serviço prestado, ao final, foi ótimo. Saí da agência muuuito feliz de ter conseguido trocar a trilha e por poder aproveitar 3 dias a mais em Cuzco. Resolvemos ir visitar o Qorikancha, pagamos 10 soles cada ingresso e contratamos uma guia local (S/. 30 no total), ela não falava inglês, então eu traduzia tudo pro Patrick entender também hehehe. Olha, vale a pena, se não fosse ela eu jamais entenderia as pinturas que tem lá dentro, pra mim seriam apenas pinturas religiosas. Acontece que a cultura andina está fortemente inserida nessas imagens, e são detalhes que passariam despercebidos se não fosse a guia. Tem muita história lá dentro, e uma das coisas que eu percebi em quase todos os passeios que fiz é que todos os guias (tanto no Peru quanto na Bolívia) falam com muita tristeza sobre o que os espanhóis fizeram aos índios, dá uma dó enorme. Saímos de lá quase 15h morreeeeeeendo de fome. Fomos até a Calle Procuradores, na frente da Plaza de Armas, a rua é estreitinha e escondida, tem muitos restaurantes por lá, fomos olhando um por um. Paramos no Yacumama, bem no final da rua, um restaurante bem simples de um senhorzinho bem simpático. Pedimos o menu turístico, por míseros S/.15. Eu fui de pisco sour, sopa de quinua e lomo saltado, tudo MUITO bem servido. Pode voltar rolando pro hostel? Voltamos de táxi (S/.4), porque caminhar era uma tarefa difícil nesse momento hehehehehe Dormidinha básica de 3h pra relaxar e partiu pro bar hahahahaha. O Patrick já estava por lá, dando início aos trabalhos. Toda noite tem dose dupla de um drink diferente, hoje era a noite do White Russian, o drink amor. White Russian é luz, raio, estrela e luar. É paixão, céu com estrelas, amor pra toda a vida . Como eu nunca experimentei isso antes MEUDEUS? Alguém perdeu a conta de quantos bebeu? Sim, eu também. Nessa noite conhecemos a Amber e o Derek,dos Estados Unidos. Eu pedi pra bartender tirar uma foto e quando fui ver, os dois estavam ali fazendo caretas com gente hahahaha. Lá pelas tantas bateu a larica e a cozinha do hostel tinha acabado de fechar, pedimos umas Night Toasties (a única comida que eles servem depois das 22h hahaha), quando já tava quase morrendo de inanição, lá pelas 2h, chegam as torradas salvadoras, melhor torrada do mundo (aqui no sul misto quente é torrada). Em geral, a comida do WR é muuuito boa (claro, mais cara que nos restaurantes locais). Eu, pra variar, fui dormir assim que o bar fechou e o pessoal se mandou pra The Temple. INFORMAÇÃO ÚTIL: pra quem quer economizar e estiver com tempo, dá pra trabalhar no bar do Wild Rover, o período mínimo é uma semana, cumprindo 8h diárias. Daí ganha acomodação, alimentação e descontos nas bebidas. - Gastos e endereços: Qorikancha: S/.10 (fica na Av El Sol) Guia do Qorikancha: S/.15 pra cada um (S/.30 no total) Almoço Menu Turístico no Yakumama: S/. 15 (o útimo restaurante da Calle Procuradores, que fica do lado oposto da Compañia de Jesus, na Plaza de Armas) Táxi da Plaza de Armas pro WR: S/.4
  3. Mesmo que tu leve tudo, não vai resistir e vai comprar alguma coisa por lá. hehehehehe sério Em La Paz tudo é muito barato. E tem muita coisa.
  4. Calordello, olha, não me preocupei muito com roupas técnicas. Por baixo do jeans eu usava meia-calça mesmo, de nylon, fio 80. Ou então uma calça de lã. Tu vai encontrar muita roupa boa pro frio em Cuzco
  5. DIA 11 – Cusco e Valle Sagrado Levantei às 8h e fui tomar café. Fiquei conversando com um menino de Brasília enquanto esperávamos o guia vir nos buscar. Subimos no ônibus e, gente, que parto pra sair. Demorou pra caramba porque eles tavam com outro ônibus também e tava dando alguma confusão. Lá pelas tantas eles me fizeram trocar de ônibus pq eu era única que falava espanhol e precisava dar lugar pra quem só falava inglês. Fui pro busão do guia que só falava espanhol, mas no fim foi bom pq ele era uma figura. Enquanto esperávamos comprei um monte de porcarias com uma dessas senhoras que fica vendendo guloseimas na rua. Muitas balas de Coca (ai q sdd) e água por S/. 8. Fomos primeiro pras ruínas de Pisaq, no caminho paramos em umas lojinhas pro pessoal ir no banheiro e tomar chá de coca, e depois pra tirar fotos da paisagem. Durante a ida, passávamos por vários povoados e casinhas, o guia explicava sobre a maneira como as casas são construídas e alguns símbolos usados, tipo os boizinhos e a cruz que tem no telhado de quase todas as casas; ele também contou um pouco da história da chicha morada e o significado dos panos coloridos nas janelas. Já falei que voltei apaixonada pela cultura andina? Chegando em Pisaq, o guia juntou o grupo pra dar explicações sobre o lugar e depois deu um tempinho pra gente explorar por conta própria. Olha, em 1h não dá pra fazer muita coisa, ir por conta própria pode ser mais negócio. Passado o tempo, eu estava voltando pro ônibus e passei pelas cholitas vendendo artesanato. Comprei um jogo de xadrez inca (que já andava de olho desde La Paz) por S/. 10. Sériooooo, muito baratooo, mais barato que na Bolívia até (os das lojas de Cuszo são bem carinhos). Subi no ônibus bem feliz com a minha nova aquisição. Partimos em direção a Ollantaytambo. No meio do caminho paramos pra almoçar em um restaurante muuuuuito bom, estilo buffet livre (incluido no valor do passeio). Comi demaaaaais, primeira refeição ogra da viagem. De bucho cheio, continuamos viagem. Calor e uma véia mala do meu lado. Até que ficamos bastante tempo em Ollantaytambo, pelo menos umas 3 horas. Ollanta é incrível, muito legal mesmo. Não vou dar muitos detalhes nem de Pisaq e nem de Ollanta porque acredito que vocês devem ver, viver e ouvir a histórias desses lugares por si mesmos. Até porque, não tem a mesma magia. O guia nos deixou escolher entre visitar Chinchero e ficar mais tempo em Ollanta. Escolhemos ficar em Ollanta. No caminho de volta pra Cuzco, passamos por Chinchero, mas só olhamos por fora, entramos em uma casa ali perto que funciona como um tear cooperativo. As mulheres que trabalham ali ensinaram pra gente como se limpa a lã de alpaca e todo o processo de tingimento e produção da tecelagem. Os produtos artesanais de alpaca são caros porque a produção é trabalhosa, dependendo da peça elas levam cerca de 45 dias pra terminar, trabalhando 6h por dia. O trabalho é lindo, se eu tivesse mais dinheiro teria comprado tudo hehehe. Mas comprei só uns chaveirinhos por S/. 10 no total. Chegamos em Cuzco às 19h. Voltei pro hostel, tomei um banho e fui pro bar, e não é que tinha uma gauchada reunida? Tava praticamente em casa. A Amanda e o Marcelo são namorados e estavam mochilando juntos. Eles contaram que no primeiro dia em La Paz foram em um restaurante, estavam somente eles e mais 2 pessoas no restaurante; a Amanda pendurou a bolsa na cadeira e quando foi pegar não estava mais lá. Foram-se câmera, dinheiro e remédios controlados. Por sorte ela esqueceu de colocar a carteira com os documentos na bolsa, mas até descobrir isso foi toda uma burocracia. Mais um porto-alegrense se juntou ao grupo, atraído pelo som do nosso português. Eu não lembro o nome dele, por isso chamaremos ele de Rodrigo hehehehe (lembro que trabalhava na Ambev e tava hospedado no Pariwana, mas o nome eu não lembro). As 3 meninas de SP chegaram logo depois (fugidas do hostel-creche hehehehe ). Lá pela 1h, só eu e o Rodrigo fomos guerreiros e partimos pro Mama Africa. Eles não pedem documento nem nada pra entrar, a festa é beeem mochileira (tênis, camiseta...) e bem divertida, toca TODO tipo de música que vocês possam imaginar (de “Morro do Dendê” a eletrônica). Música brasileira é um sucesso. Uma long neck de Cusqueña custa S/.11. Ficamos um tempo ali e depois fomos pro Mithology, na outra quatra. Eram umas 3h quando eu resolvi ir embora (sou velha e preciso das minhas horas de sono hehehehe), peguei um táxi até o hostel (é perto, mas pra não voltar a pé sozinha, preferi pegar o táxi), S/.6 a corrida. No meio do caminho o motorista começou a me oferecer drogas e eu fiquei CA-GA-DA. Falei que não tava me sentindo bem e era melhor não arriscar. Na hora que ele parou na frente do hostel, eu voei pra fora do táxi e esqueci minha bolsinha de moedas dentro Bora dormir. OBS: tem um lugar chamado The Temple, onde tem festa toda noite. Eu não sei onde fica, mas todas as noites, depois que o bar do WR fecha (lá pelas 2h), duas vans do The Temple ficam esperando a galera na frente do hostel pra levar pra festa de graça, e quando a festa termina (lá pelas 7h) eles trazem de volta. Eu não fui porque a velha de 80 anos que mora dentro de mim não quis hehehehehehe, mas deu pra perceber que a galera se acaba por lá, e rola de tudo. Esse lugar é um dos culpados de o pessoal não conseguir ir embora de Cuzco, eles se acabam lá e no dia seguinte não conseguem sair da cama pra fazer nada hahahahaha. - Gastos e endereços Xadrez Inca: S/.10 em Pisac Cusqueña no Mama Africa: S/. 11 Táxi do Mama Africa até o WR: S/.6
  6. hahaha essa semana ta foda, eu to trabalhando das 7h as 23h . Mas sábado eu posto certo.
  7. Oiii, O WR fica na Calle Matara, a duas quadras da Av El Sol. Dá pra ir de boa apé pra Plaza de Armas por ali, a Av El Sol não é muito inclinada e a caminhada é curta. Eu ia e voltava no mínimo 3 vezes por dia hahahaha.
  8. Olha, Aletucs, depois desse elogio vou fazer até um esforço pra postar com mais frequência hahahaha Pois então, exatamente, o Pirwa é ótimo pra quer paz e dormir a vontade hehehehe, por isso que não fiquei lá. Sim, 25 Obamas é muito dinheiro pro Vale Sagrado, pelo menos o almoço foi de estourar o botão da calça hahahaha deusulivre
  9. DIA 10 - Cuzco, a cidade amor Cheguei em Cuzco perto das 6h, dei um tempo na rodoviária pra esperar as meninas de SP. Depois de esperar uns minutos, cheguei à conclusão de que o ônibus delas havia chego bem antes do meu (como estava programado) e tomei então meu rumo. Enquanto eu tava ali parada esperando, aparecia um taxista a cada 5 segundos pra oferecer uma corrida, era tipo assim. Aprenda uma coisa: de cada 10 palavras que vocês falarem em Cuzco , 2 serão “No, gracias”. É gente tentando te vender todo tipo de coisa a cada 2 passos. Tem até uma camiseta com esses dizeres, que eles vendem em algumas lojas, pra tu não ter que ficar repetindo o tempo todo. Enfim, peguei um táxi até o Pirwa (S/. 10), que era onde eu tinha feito reserva. Fica bem na fraente da Plaz San Francisco. Eu deixei minhas coisas no hostel, usei a internet (pra mandar um e-mail pro Wild Rover e ver se tinha vaga lá hehehehehe) e fui matar um tempo na praça, já que eram só 7h da manhã e o check-in era só às 13h. Fiquei sentada na Plaza e só foram precisos alguns minutos pra eu perceber que eu já amava Cuzco . As crianças, todas arrumadinhas, com os lindos uniformes, indo pra escola; ao poucos a praça foi ganhando vida. Eu juro que nesse momento pensei em ligar pra casa e dizer que não ia voltar mais hehehehe. Peguei um mapinha na recepção e fui dar uma banda. Fui até o mercado San Pedro e depois até a Avenida El Sol pra comprar o boleto turístico (S/. 130). Entrei em uma Lan house pra checar os e-mails e... YUPIIIIII! Resposta do Wild Rover dizendo que havia vagas sim. Busquei minhas coisas no Pirwa, me desculpei por não poder ficar e me mandei pro WR a pé mesmo (eram apenas 3 quadras pela Calle Matara). Peraí, deixa eu explicar pq decidi mudar de hostel: eu gostei muito do WR de La Paz, mas já estava com o Pirwa reservado. Comentei isso com o Patrick e ele também se hospedou no Pirwa, onde nos encontraríamos hoje, aniversário dele. Acontece que ele mandou uma mensagem avisando que o hostel não era muito animado e ele gostaria de passar o aniversário em um lugar mais divertido. Ele estava no Machu Picchu nesse dia, então mandei uma mensagem avisando que consegui reservar o WR e que ele deveria fazer o mesmo. O Pirwa é um hostel muito bom também, tem um ambiente legal, todo bonitinho. Mas eu curti tanto o WR, que não deu pra resistir hehehehe. Voltando, então... deixei o mochilão no Wild Rover e fui até a Plaza de Armas. Mal cheguei lá e já fui pelos agentes de turismo, um deles conseguiu me arrastar pra dentro da agência hahahaha. O nome da agência é Tours Al MachuPicchu e no decorrer do relato vocês vão ver porque eu recomendo o serviço deles. Buenas, pedi informações sobre a Salkantay, ele começou a me explicar como era a trilha, o que estava incluído e etc, o serviço me pareceu bastante completo. 250 doletas pelos 5 dias de trilha e MP. Achou caro? Eu também. Falei pra ele que tava caro e que eu já tinha o ingresso pra Machu Picchu, pois comprei antecipado pra poder subir o Huayna Picchu. Choradeira, choradeira, ele baixou o preço pra US$ 180 mais US$ 20 pelo saco de dormir. Ok, justo. Falei que precisava ir em uma Lan House (queria conferir o dia do meu ingresso pra MP), GENTE, não é que o cara me deu o computador pessoal dele pra eu usar? Hahahahahahahaha. Vocês vão aprender que eles fazem DE TUDO pra te vender alguma coisa. Ok, verfiquei meu ingresso e era pro dia 23/07, dentro de uma semana. Eu teria que sair de Cuzco no dia 19/07 (em 3 dias). Olha, depois de tanta insistência, eu vi que eles não iam me deixar sair enquanto não fechasse o pacote hahahahaha, acabei fechando. Trilha Salkantay + saco de dormir US$ 200 (incluindo transporte de ida e volta, guia, alimentação e alojamento em Aguas Calientes). Ele me pediu pra voltar à noite pra ter o briefing com o guia. OK Voltei pra Plaza de Armas, fiquei matando um tempinho ali, olhando uma apresentação de dança de uma turma de crianças. Como dia 28 de julho é o dia da Independência do Peru, a cidade estava toda enfeitada com bandeirinhas e sempre tinha alguma coisa acontecendo nas plazas, tipo essa apresentação de dança. Eu poderia ficar sentada ali o dia todo, todos os dias da vida hehehehe. Mas como não temos todo o tempo do mundo, voltei pro hostel, fechei um passeio ao Valle Sagrado por US$ 25 na agência deles, tomei banho e voltei pra rua hehehehe. Fui no Museo de la Coca, que fica atrás da Catedral. São S/. 10 pra entrar, tem uma mulher que senta contigo e te explica toda a história da Coca, as propriedades da planta e etc. É muito muito muito interessante, eu saí de lá com vontade estudar tudo sobre a história Andina. Depois dessa aula sobre a cultura da folha de coca, a gente dá uma volta pelo museu e no final tem uma lojinha com várias coisas feitas de folha de coca (geeeente, as balinhas são amor em forma de bala). Depois do museu, fui na agência, falei com o guia, que me explicou direitinho o que precisava levar pra trilha, como era o caminho e tal. Bom, saí dalí com um friozinho na barriga e já meio arrependida de ter fechado o pacote. Já tava escuro e fazia um frio danado, voltei pro hostel, fiquei deitada no quarto fuçando no facebook pelo celular. O Patrick já estava de volta do Machu Picchu e marcamos de comemorar o aniversário no Paddy’s Pub, dentro de algumas horas. Enquanto isso, fiquei falando com a Tamires e a Gabriela, elas disseram que o ônibus delas chegou super cedo, tipo 4h da manhã e que elas acabaram pegando um táxi sem me esperar, foram parar em um hostel bizonho que era da família do taxista, disseram que o lugar parecia uma creche hahahahahaha. Falei pra elas virem pro WR. Lá pelas tantas eu dormi do jeito que tava, toda errada, e só acordei às 3h da manhã, no more Paddy’s Pub hahahahahahahaha - Gastos e endereços: Táxi da rodoviária de Cuzco até a Plaza San Francisco: S/. 10 Boleto Turístico: S/. 130 (na Av El Sol, é só perguntar que eles te dizem onde) Salkantay: US$ 200 pela Tours Al MachuPicchu (fica em uma galleria de frente pra Plaza de Armas, na mesma quadra do Mama Africa) Museo de La Coca: S/. 10 (Calle Suytuqatu #705 San Blas) Valle Sagrado: US$ 25 pela Southern Peru, do WR (me arrependi, eles são bem careiros)
  10. Tiraria um dia de puno e outro de Santa Cruz, e ficaria dois dias mais em Cuzco
  11. Oi Carol, tudo certo? Que bom que está curtindo, vou ver se posto Cusco até o final de semana, a semana tá corrida na faculdade. vamos lá então hehehe 1- Do Downhill a gente chega lá pelas 17h mais ou menos, principalmente se o caminha de volta for pela Estrada da Morte. Do Chacaltaya eu desci na Calle Illampu lá pelas 15h, e fiquei passeando, mas eu não fui no Valle de La Luna, só Chacaltaya mesmo. 2- Tu podes deixar o teu mochilão nas próprias agências, foi isso o que eu fiz. Assim que peguei minha passagem minha passagem pra Cusco, deixei o mochilão na empresa pra pegar quando voltasse do passeio naa ilhas. 3- O primeiro barco sai da Ilha do Sol, NA PARTE SUL, lá pelas 10h. Da parte Norte eles saem mais cedo, deve ser lá pelas 9h, mas não tenho certeza. Chega em Copa ao meio-dia e logo tu pode pegar o bus pra La Paz, tem vários horários.
  12. hahahahahahahaha poxa, foi foda Então Debora, eu to ligada nesse Murphy, também faz bullying comigo. Fez sol a viagem toda, também deixei minha capa de chuva no mochilão que ficou no hostel e (que dúvida né) quando eu acordei às 4:30 pra subir MP tava caindo O MUNDOOOOOO. Como o meu trem era só às 21h, fiquei em MP até até fechar (o sol só apareceu à tarde) e ainda fui tomar um banho nas termais depois hahahahahahaha melhor coisa.
  13. Na Calle Murillo esquina Calle Cochabamba tem um bar muuuito legal que se chama Sol y Luna, a especialidade é a cozinha holandesa, mas tem outras coisas tb. O preço é bom e a comida é uma delícia, experimentem a porção de Bitterballen (o melhor croquete que vc vai comer na sua vida e na próxima também) O bar tem vários ambientes e é super bonitinho. Fica o site http://www.solyluna-lapaz.com/
  14. Ronaldo, sou da mesma opinião do Aletucs. Tu até consegue fazer em um dia, mas o proveito que vai tirar disso é mínimo. Saindo de manhã de La Paz, tu chega em Copa mais ou menos às 12h, os barcos saem pra Ilha do Sol às 13:00. Em uma hora tu consegue comprar o ingresso do barco e talvez almoçar. Chega na Ilha às 15h e o barco sai às 16h e pouco, quando chega em Copa tem que pegar o primeiro bus pra La Paz pq a balsa de Tiquina tem horário de funcionamento. Ou seja, tu não aproveita nem Copacabana e nem a Ilha do Sol. 2 dias é o ideal.
  15. Oi Ellen, tudo bem sim e aí? Olha, eu não duvido nada. Por sinal, não apareço no meeting desde que fui viajar hehehehe. Qualquer hora dessas eu colo lá. Tenho certeza que tu vai amar tanto a Bolívia quanto o Peru.
  16. DIA 8 – Copacabana e Ilha do Sol Acordei às 7h na manguaça, juntei todas as minhas tralhas e fui pagar minha fiança (VISH). B$ 370 no total, mais da metade só em bebida. Sério, essa coisa de mostrar a pulseira no bar e receber cerveja magicamente pode ser muito perigosa pro seu bolso hehehehehehe. Peguei um táxi até o terminal (B$20). Não me lembro bem, mas acho que o ônibus saía às 8:30. Eu dormi durante todo o trajeto até Tiquina hehehe; descemos todos do ônibus pra pegar um barquinho que nos largaria do outro lado enquanto o ônibus ia por uma balsa. Chegamos em Copacabana era meio-dia, acabei fechando a Isla Del Sol, passagem pra Puno, Isla de Los Uros e passagem pra Cusco com a Titicaca mesmo, tudo por B$ 250. Deixei o mochilão no hotel que tem ao lado da empresa por B$ 5 e fui buscar um lugar pra almoçar. Fui passando pelos restaurantes e resolvi me dar ao luxo de pagar um pouco mais por um prato legal. Entrei em um restaurante super bonitinho que tem ali na Av 6 de Agosto e escolhi uma trucha com salsa de mostaza. Gente, Deus no céu e essa truta na Terra, paguei B$ 49 e fui quase correndo pegar o barco pra Isla Del Sol (faltavam só 5 minutinhos pra ele sair hehehehe). Não posso dizer como foi o passeio no barco pq eu apaguei e só acordei na Isla Del Sol hehehehe. (ah, a passagem do barco custa 20 bolivianos) Como eu peguei o barco das 13h, ele só ia até a parte sul da ilha, onde fica a comunidade Yumani. Tem pagar B$ 5 pra entrar (é isso ou voltar pro barquinho). Parei um pouco pra curtir o visual e depois comecei a subir a escadaria. Véi, na boa, quamorri! Eu já tenho uma dificuldade natural pra respirar, agora imagina isso a mais de 3000m de altitude. Fui subindo, e subindo, parei um pouco pra descansar e veio uma cholita me oferecer um quarto no hostal dela, B$ 30 no quarto individual com banheiro compartilhado. Eu pretendia (inicialmente), fazer a trilha até o lado norte, mas aí eu olhei pra baixo, olhei pra cima, olhei pro céu e pro relógio... de uma hora pra outra, o céu preteou com aqueeeele jeito de chuva, sem contar que já tava ficando tarde. Enfim, pedi pra dar uma olhada no tal quarto: limpinho, ajeitadinho e com uma vista lindíssima. OK, “se é para o bem de todos e felicidade geral da nação, diga ao povo que fico”. Deixei algumas coisas no quarto e saí pra dar uma volta, fui até a parte mais alta do sul e fiquei um tempo ali, apreciando. Até que eu vi uns relâmpagos em algum lugar ali perto e voltei pro Hostal (acho que o nome era Inti Mama, mas tudo lá tem esse nome hehehe). Eu queria sair mais tarde pra tirar umas fotos noturnas, mas aí começou a desabar o mundo, e tava MUITO frio, eu dormi com todas as roupas que ficaram na minha mochila de ataque . -Gastos e endereços: Wild Rover La Paz: B$ 370 (B$ 170 por 3 noites no quarto de 8 camas – o resto foi bebida ) Táxi hostel-terminal: B$ 20 Isla Del Sol (ida) + Uros + Passagem Puno + Passagem Cusco: B$250 com a Titicaca Tours Trucha com salsa de mostaza: B$ 49 Ingresso Comunidad Yumani: B$ 5 Quarto individual com banheiro compartilhado: B$ 30 DIA 9 – Isla Del Sol, Copacabana e Puno Acordei às 6:45 pra ver o nascer do sol e, quando eu abri a cortina, tava tudo branquinho branquinho. O frio foi tão forte durante a noite que a chuva virou geada, depois de ver isso minha tristeza por causa da chuva até passou, a paisagem tava simplesmente linda. O nascer do sol na ilha é incrível, nunca vi tão lindo. Tirei algumas fotos e voltei pra cama, dormir um pouco mais. Lá por umas 9h eu comecei a descer, pra pegar o barquinho de volta pra Copa. Engraçado, a distância me pareceu tão menor em relação à subida no dia anterior hehehehehe. Comprei o ingresso do barco (B$ 20) e fiquei lagarteando no sol até o barco chegar. Pra quem estiver com tempo, recomendo que fique pelo menos uma noite na ilha, eu gostei muito de lá. Só me arrependo de não ter ficado mais tempo em Copacabana. No barco eu conheci a Ana, que mora em SP e também é do Mochileiros, figuraça. Chegando em Copacabana, almoçamos em restaurante que fica bem de frente pro lago, logo no início da Av 6 de Agosto. B$ 20 o menu turístico, com uma entrada e segundo prato. Escolhi uma sopa MA-RA-VI-LHO-SA de legumes com quínua e uma truta (que vinha com arroz e batata frita). Ô comida bem boa, almoçar com aquela beleza toda em volta não tem preço. Copa é muito amor, vou voltar no ano que vem e passar um pouco mais de tempo lá. Pra variar, faltavam 10 minutos pro meu ônibus sair, me despedi da Ana e subi a rua na correria hahahahaha. Peguei o mochilão no hotel e subi no busão. Partiu Puno. (obs: peguei o ônibus das 13:30). Não demorou muito e chegamos na fronteira de Kasani, o processo de migração foi bastante rápido, a gente desce do ônibus, passa pela migração boliviana e vai a pé até o lado peruano pra dar entrada no país, e lá o ônibus vai estar nos esperando. Tem um barzinho ali, onde dá pra fazer câmbio, o dólar tava valendo S/. 2,70. Cheguei em Puno lá pelas 17h e o guia já estava esperando o grupo que iria visitar as Ilhas de Uros. Obviamente eles nos levam na Ilha turística, que não mostra bem a realidade local. Eles mostram como são feitas as ilhas e tal e tentam te vender até a mãe, se for possível. As cholas cantam e fazem dancinhas, aí eles te convencem a pagar 10 soles pra andar num barco de totoras até uma outra ilha. Tinha um menininho que era uma figura, ele tentou me vender um colar por 50 soles, até que a mãe dele disse que eram 3 por 10. Mercenário de uma figa hahahahaha Minha opinião sobre as Islas de Los Uros: Assim, como todo mundo diz, o passeio é super teatral e não mostra muito da realidade local, mas do meu ponto de vista ainda assim é interessante porque eles mostram como as ilhas são feitas e como eles fazem pra elas não irem flutuando até a Bolívia. Além do mais, rende boas fotos, principalmente se você for um fanático por fotografia e se o dia estiver bonito (o que não foi o meu caso). Sim, ainda existe gente que mora nas ilhas e vive em situação de extrema pobreza, mas isso eles não nos mostram. Confesso que eu fui mais por causa das fotos mesmo (eu amo fotografia e acho que o lugar rende boas imagens). Recomendo ir em um horário mais cedo, com um pouco mais de sol, porque as cores ficam mais bonitas e não é tão frio. No horário que eu fui já estava anoitecendo e o céu não estava tão bonito. Eu achei o lago um pouco mais sujo no lado peruano. Quando estávamos voltando pra Puno subiu um cara no barco vendendo pão de Uros. Gente, COMPREM, é muito bom (ai, que saudades...), acho que custava algo como S/. 2. Quando chegamos no cais, uma van buscou a galera e levou de volta pro terminal. Minha passagem por Puno se resumiu a isso: chega no terminal, vai pra Uros, volta pro terminal e vai pra Cusco. Meu ônibus era só às 22h, acho que fiquei umas 3 horas esperando sentada com uma mulher gritando “Arequipa Arequipa Arequipa Arequipa Cuscoooooooooo!” a cada 5 minutos do meu lado. Perto da hora de embarcar, peguei o mochilão na empresa e fiquei esperando na porta de embarque. Quando eu vi, a Tamires, a Amanda e a Gabriela estavam ali também (as paulistas que eu conheci em La Paz), descobri que elas estavam em Copa nos mesmos dias que eu hehehehe. Elas também estavam indo pra Cusco, mas com uma empresa diferente, combinamos de nos encontrar na rodoviária de Cusco pra dividir o táxi até o hostel. Perguntei pra moça que estava na porta de embarque de qual plataforma ia sair o meu ônibus (não achei essa informação no bilhete), ela disse que era na 10. OK, fiquei mofando ali e nada de o ônibus aparecer, faltavam 5 minutos pras 22h e só tinha eu ali. (obs: as plataformas de embarque de Puno fedem muitoooooooo). Vi que um pouco mais longe tinha um ônibus da mesma empresa, mas achei que ele ia pra Arequipa (tem saídas pra Cusco e Arequipa toda hora e em horários bem próximos), falei com a mulher que tava parada ali e ela disse que era o meu ônibus, só faltava eu pra ele sair hehehehe Embarquei feliz e contente, era um bus cama de 3 filas, fiquei no andar de baixo e em uma fileira única. O nome da empresa é Power. DICA: se forem pegar ônibus noturnos, o andar de baixo é bem mais silencioso - Gastos e endereços Barco Isla Del Sol - Copacabana: B$ 20 Almoço menu turístico: B$ 20 Passagem Copacabana-Puno: entre B$ 30 e 40 (não sei bem pq fechei varias coisas juntas) Passeio Uros: entre S/. 30 e 35 Passagem Puno-Cusco: S/. 35 pela Power em bus cama de 3 filas.
  17. Oi Tata, pra ser sincera, o maior problema de viajar sozinha é que mais difícil de conseguir boas fotos de si mesmo hehehehehehe Eu me senti super segura, tanto na Bolívia quanto no Peru, antes de ir eu tinha um pouco de receio. O único momento em que fiquei com medo foi quando peguei um táxi sozinha em Cusco, saindo de uma festa, e o motorista começou a me oferecer drogas. Quando ele parou na frente do hostel eu fiquei super aliviada, paguei e saí voando dalí, acho que até esqueci uma bolsinha com moedas lá dentro. O que não pode acontecer é dar bobeira e ficar dando muitas informações suas pras pessoas. Um dia, tb em Cusco, eu tava parada em uma rua e um cara veio falar comigo, perguntou se eu tava sozinha, de onde eu era, me convidou pra sair à noite. Eu disse pra ele que ia encontrar uns amigos e ele foi embora. Sempre fico com receio com gente querendo informações demais, uma vez na Argentina um distribuidor de jornais populares veio falar comigo e ficou trovando sobre o Brasil e puxando papo e quando eu saí minha bolsa estava aberta e meu dinheiro e documentos haviam sido furtados. Quando eu voltei, o cara não tava mais. Claro que vc não vai fechar a cara pra todo mundo, até pq uma das melhores partes de viajar é conversar com os locais, mas tem que se ligar. Tirando isso, o resto foi super tranquilo, claro que eu tinha muito cuidado com as minhas coisas. Nos hostels vc vai ver uma galera que deixa tudo atirado no quarto, é por isso que depois são roubados e ainda saem reclamando. Não dá pra bobear. E sim, conheci muita gente no meio do caminho e foram poucas a vezes em que fiquei sozinha. Tem muitos brasileiros por lá, sempre confie neles, estão todos no mesmo barco hehehe. Olha, de falta de companhia vc não vai sofrer, isso te garanto. E vc sempre encontra as mesmas pessoas em diferentes lugares, pq praticamente todo mundo faz o mesmo roteiro. PS: sou uma pessoa muito retórica hahahahaha
  18. Oi Fernando, que bom que estão gostando, espero que ajude a convencer sua esposa, porque essa é uma experiência inesquecível. Eu simplesmente me apaixonei pela Bolívia e juro que quando cheguei em Cusco pensei em largar tudo pra ficar lá pra sempre hehehehehe
  19. DIA 7 – La Paz Acordei às 9h e fui tomar café. Minha ideia era ir no Free Walking Tour. WALKING! Sem chances, a ressaca era grande, e a falta de álcool no sangue me fez lembrar que eu tinha pernas e elas doíam; eu me sentiria dentro de um episódio de The Walking Dead, só faltaria eu ficar de braços estendidos murmurando “brains, brains...” hehehehehehehe O mais sensato era voltar pra cama e foi exatamente o que eu fiz. Dormi até as 14h e fiquei vegetando no pátio depois do banho e conversando com um neo zelandês que tava vegetando ali também, o Michael. Ele recém havia feito check-in e não conhecia a cidade ainda. Como eu precisava ir buscar o CD com as fotos do Downhill na agência, convidei ele pra ir junto. Depois passamos no Mercado de Las Brujas e no Mercado Lanza. OBS: Sobre o Mercado Lanza, cuidado pra não se perder lá dentro, parece um labirinto hahahaha Mas tem de tudo lá dentro: eletrônicos, comida, bebidas, flores, brinquedos, material de higiene e por aí vai... Cansados de caminhar, saímos à caça de um lugar pra beber e encontramos um lugar muuuito legal, o Café-Restaurant Sol y Luna. A decoração é super bonitinha, não é um lugar caro e a especialidade é a cozinha holandesa. Pedimos dois pisco souers pra começar e uma porção de Bitterballen (bolinhos de carne holandeses). Preciso compartilhar esse amor com vocês: esses bolinhos deveriam ser considerados a primeira maravilha da culinária universal, são crocantes por fora e cremosos por dentro (imaginem croquetes cremosos derretendo na sua boca). Até procurei a receita na internet pra aprender a fazer em casa esse bolinho amor. Garçom, mais dois piscos, por favor. OBS: eu realmente recomendo esse bar, o ambiente é ótimo e a comida nem se fala. A noite se aproxima, pagamos a conta (B$ 60 pra cada) e fomos cada um pra um lado, o Michael voltou pro hostel e eu peguei um táxi até o terminal pra comprar minha passagem até Copacabana pra manhã seguinte. Comprei na Titicaca Tours por B$ 30. Voltei pro hostel (deve ter dado uns B$ 25 de táxi pra ir e voltar) e, lá chegando, fui em direção ao meu lugar favorito: o bar, obviamente. O Mike também estava por lá, ficamos conversando, curtindo a festa e bebendo até a 1h, horário em que a minha velha interior começa a ficar cansada e quer dormir hehehehehe. - Gastos e endereços Bar Sol y Luna: B$ 60 (Calle Murillo esquina Calle Cochabamba) Táxi ida e volta rodoviária: B$ 25 Passagem para Copacabana pela Titicaca Tours: B$ 30
  20. Eu fechei com a Jump, fica Calle Sagarnaga. A agência fica meio escondida dentro de um prédio, mas eles deixam a bike na porta com as informações. Se eu não me engano, é logo na primeira quadra. Mas assim, tem muitas empresas por ali, é só vc pedir pra ver o equipamento antes, pede pra ver as fotos do Downhill (pra ver se é o mesmo equipamento). Eu pesquisei bastante aqui antes e nunca vi nada sobre a Jump, mas mesmo assim fechei com eles pq o equipamento me pareceu muito bom. Vai muito da impressão de cada um na hora que tá na agência E sinceramente, não tenho do que reclamar, o serviço foi ótimo.
  21. hahahaha Valeu, gente. Como diria Seu Madruga: Posso não ter um centavo no bolso, mas tenho um sorriso no rosto, e isso vale mais que todo o dinheiro do mundo hehehehehehe
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