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maritortorella

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Tudo que maritortorella postou

  1. DIA 6 – La Paz e a Estrada da (minha quase) Morte DICA: acabei de ver essa página no Facebook: La Paz Gourmet, tem umas umas dicas de lugares bonitinhos e legais pra comer. https://www.facebook.com/LaPazGourmet?ref=stream Acordei cedão, tomei café e fui esperar a van me buscar pro Downhill. O grupo só tinha 5 pessoas (eu e mais 4 ingleses, que estavam no Loki). Um dos meus colegas de quarto, o Owen, me disse pra não levar a câmera e tal, porque o guia tirava todas as fotos e etc. Gente, me arrependi de não ter levado . No caminho até La Cumbre, a gente passa por umas paisagens liiindas, toda a cordilheira de montanhas pintadas de amarelo pelo sol nascente, lindo lindo lindo. Meu espírito de fotógrafa quase chorou pela falta da câmera nesse momento, eu não tenho palavras pra descrever a beleza daquela cena. Portanto, LEVEM câmera! Mesmo que vcs não possam usar durante o downhill, em algumas paradas dá pra curtir uma paisagem sem explicação. Sem mentira, a Estrada da Morte é um dos lugares mais lindos que já vi na vida. Aproveitem e curtam o visual que o lugar oferece. Chegamos em La Cumbre, à 4700m de altitude. Não achei tão frio como todos dizem (mas né, sou gaúcha e gosto de frio). Fomos, então, todos devidamente apresentados: Santos (o guia), Daniel (o motora) e os ingleses Andy, Tristan, Charlie e Ollie. Recebemos as instruções do guia, vestimos todo o equipamento e montamos nas bikes. Aquele velho esquema, pedalar próximo ao penhasco, prestar atenção aos sinais do guia e, mais importante de tudo: NÃO ABUSAR DA VELOCIDADE (a gente nunca sabe o que pode estar nos esperando depois da próxima curva, falo por experiência própria hehehehehehehehe ). O começo é super de boa, estrada de asfalto e tal. Segue assim até o check point, onde precisamos parar e pagar uma taxa de B$ 25. O detalhe é que a anta aqui esqueceu de trocar dinheiro e só tinha dólares hehehehehehehehehe, e os caras não aceitavam dólares. FERRRRROU MERMÃO! Mas como o santo é forte e eu tenho mais sorte que juízo, o Charlie me emprestou o dinheiro. Aqui a gente entra na van e vai até o início da Estrada da Morte, porque o trecho é de subida e, como diria Jaiminho: é pra evitar a fadiga hehehehehehe No início da estrada de terra, descemos da van e montamos novamente em nossas super bikes. Aí começou a aventura de verdade. Gente, que tensão (TEN-SÃO)! Eu sentia a tensão nos meus braços enquanto apertava o freio. Tem muitas pedras no caminho, e o menor deslize pode significar um voo em queda livre ou alguns dentes a menos ou um joelho estourado e muitas dores no corpo. Durante a descida, fazíamos paradas pra fotos e a cada parada íamos tirando uma peça de roupa. Calma gente, não é strip downhill, é que ia dando calor mesmo hehehehehehehe. De tempos em tempos, dá pra ver uma cruz e outra na beira da estrada, elas marcam os locais de acidente. Teve um momento em que o Santos fez sinal pra pararmos todos porque vinha uma van na direção contrária. SÓ QUE o Andy não viu, ele não conseguiu parar a tempo e ... teve que pular da bike pra não cair no abismo, a galera da frente segurou a bike dele. Momentos de tensão... Passado o susto, todos caímos na gargalhada e eu ainda mais, que tava atrás dele e vi tudo de camarote hehehehehe (aqui se faz, aqui se paga. VEEESH!!!) Mais ou menos na metade do caminho, fizemos uma parada pra lanche (que era fornecido pela agência): sanduíche com Coca-Cola, aquelas de garrafinha de vidro, sabe (amor amor amor ). Até então, eu não tinha me dado conta que estava com fome hehehehehe. De bucho cheio, seguimos viagem. ~VINHETA DO PLANTÃO DA GLOBO~ (cliquem no link pra dar mais dinamismo ao relato hehehehehe) Gente, aqui eu faço uma pausa pra frisar alguns pontos importantes: - Contrate uma empresa que forneça o equipamento completo de proteção (luvas, capacete, joelheiras, cotoveleiras), isso pode prevenir futuras dores de cabeça (nos sentidos literal e metafórico, sério). Vi uma galera de joelho aberto porque a agência não fornecia EPI. - Não pegue muita confiança na estrada, ela pode ser muito traiçoeira (aí está o erro de muita gente). Com a confiança vem a sensação de que podemos pegar velocidade e pode ser que os nossos reflexos não sejam rápidos o suficiente. - Vá no seu próprio tempo, aproveite e curta a paisagem (só não vai curtir demais e cair no penhasco hehehehehe) pois, como eu já disse, pra mim é um dos lugares mais lindos que já vi. - A minha agência tinha várias garrafas de água, se a sua não inclui no serviço, leve. Chega um momento, mais pro final, em que a gente respira toda a poeira e dá pra sentir a terra na garganta. Voltamos agora com a nossa programação normal ~VINHETA DO PLANTÃO DA GLOBO~ (cliquem de novo, relato interativo aumenta a emoção hehehehehehe) Eu fui ficando pra trás, porque ia freando muito e quando vi estava bem longe do meu grupo. Peguei velocidade pra alcançar eles e me mandei. Mas acontece que tinha surpresinha me esperando depois da curva: terra embarrada e pedras, muitas pedras, pedras grandes. A bike esbarrou na lama e seguiu sem rumo, foi aí que eu pensei: . E não deu outra a bike bateu de frente com uma pedra e... KAPOFT!!!... Capotei de frente e fui rolando. Neste momento, vi minha vida passar diante dos meus olhos (mentiiiiiiira, nem deu tempo hehehehehe). Na verdade só pensei: VOU MORRER! Quando dei por mim, estava deitada de costas nas pedras e não conseguia respirar, pensei que havia quebrado uma costela. Outro ciclista que estava passando por ali parou pra me socorrer, consegui levantar com a ajuda dele e em pouco tempo já estava respirando normalmente (gente, que alívio, acho que se tivesse quebrado qualquer osso, minha mãe faria o favor de quebrar o resto hehehehehehe), acho que foi só a força do impacto. Ele ficou ali comigo até chegar a van do meu grupo, o Daniel desceu pra ver se eu estava bem e checar a bike. Abaixo, alguns screenshots da Go Pro mostrando momentos antes da queda e as condições da estrada, pena que estava mal configurada e a qualidade saiu ruim. Daí nem vou postar o vídeo hehehehehehe Nessa hora, eu agradeci demais por não ter economizado na contratação do passeio. Se não fosse o equipamento de proteção, acho que minha viagem teria sido interrompida e eu estaria na fisioterapia agora. A calça rasgou no joelho, eu fiquei cheia de dores e hematomas por quase 1 mês, mas teria sido muito pior se eu não tivesse EPI, como vi muita gente lá. Esse vídeo mostra mais ou menos como eu me senti hehehehehehehe http://www.youtube.com/watch?v=5EAcljh4cxw Tudo em ordem, montei na bike e segui viagem, dessa vez em um ritmo mais lento. Os meninos estavam todos me esperando, viram que eu estava demorando muito e resolveram parar. Contei o drama, o Santos veio ver se eu estava legal, fez uns ajustes na bike e voltamos pra estrada. Tem um ponto em que a estrada é meio plana, e aí tem que pedalar mais (véi que doooor hahahaha). O restante do caminho foi super tranquilo, lá pro final tem umas quedas d’água e passamos por baixo delas, demais. Terminado o passeio, me senti uma vencedora hehehehe. Fomos pra um dos barzinhos tomar uma pra comemorar. Em seguida, fomos almoçar em um hotel, onde tinha piscina e chuveiros pra tomar banho. Alimentei as lombrigas e fui tomar um banho. Me senti muito melhor depois disso. Depois de uma breve pausa pra descanso, embarcamos em nossa super van pra fazer o caminho de volta. GENT! Muito mais tenso voltar de van pela Estrada da Morte que andar por ali de bike. A cada curva eu pensava que seria a última da minha vida hehehehehe. Apesar do tombo, foi uma das coisas mais incríveis que já fiz na vida, e com certeza farei de novo quando voltar pra La Paz. A van nos deixou na Calle Comercio (obrigada, Senhor), eu fui me arrastando pro hostel, o corpo esfriou e tudo doía. Descansei um pouco, me arrumei e fui pro bar. O Patrick embarcou pra Cusco de manhã, não conseguimos nos despedir, mas combinamos de nos encontrar lá no aniversário dele, dia 16/08. No bar conheci vários brasileiros que estavam conversando com os meus colegas de quarto. Essa noite era a UV Party no WR, e o pessoal já tava empolgado desde cedo hehehehe. Bebemos algumas e, lá pelas tantas, resolvemos ir até o Loki, curtir a noite deles, era só virar a esquina e estávamos lá. Do pátio do WR, dá pra enxergar o Loki. A festa lá estava super animada. Uma das amigas do Owen conhecia um dos barmans e descolou vários drinks grátis. A essa altura eu já não sentia mais dor nas minhas pernas, na verdade não sentia nem as pernas hehehehe . Encontrei os paulistas que foram comigo pro Chacaltaya e eles estavam falando com mais 3 meninas paulistas, a Tamires, a Amanda e a Gabriela, suuper gente boa. Ficamos ali jogando conversa fora e bebendo. Lá pela meia-noite, começou a tocar um som de microfonia terrívelllll, de enlouquecer. Significava que eles estavam expulsando todos que não fossem hóspedes do Loki. Juntamos todo mundo e voltamos pro Wild Rover; chegando lá, a bruxa tava solta. Geral dançando no balcão, lotadaço, uma loucura. Fiz coisas das quais me envergonho, e a principal foi ter cantado e dançado Michel Teló hehehehehehe. Mas segui o princípio de que ninguém ali me conhecia hahahaha. A festa acabou umas 2h da manhã, mas ainda ficamos batendo papo até as 3h. Depois disso eu me recolhi ao meu casulo e partiu cama. - Gastos e endereços: Check point Estrada da Morte: B$ 25
  2. Nossa, nem me fala. Passei malzão no Chacaltaya hahaha Eu cotei direto com a GTA e também com uma agência, o valor era o mesmo nas duas. Felizmente não precisei usar o serviço, por isso não posso afirmar com certeza se é eficiente ou não.
  3. Obrigada Não posso dizer que pesquisei exaustivamente, mas fiz alguns orçamentos e comparei o que eles ofereciam. O GTA me saiu bem em conta, no plano Rubi. Minha mãe tb já havia usado quando foi pra Europa. Oi galena, comprei na Monte Carlo, pela internet. Quem me atendeu foi a Celia, super atenciosa. A loja foi super bem recomendada por alguns profissionais que eu conheço. Recebi o pacote em 10 dias.
  4. O seguro tem cobertura de um ano. Assim, eu economizei alguns anos pra conseguir comprar meu equipo (vida de estudante não é fácil hehe), então perder ou ter ele roubado ia doer muito no coração. Pra mim valeu muito a pena. O seguro é da Porto Seguro, mas eu fiz através da Kertzmann. O nome do corretor é Sergio [email protected] Pelo que sei, as sequências são das séries CB Que bom, espero que ajude. Tu vai curtir muito a Bolívia, eu pretendo voltar pra lá no próximo ano.
  5. Que bom que estão gostando Fiz o seguro pela Porto Seguro, tudo por e-mail. Saiu R$ 374,65 pago em 4x por débito em conta, cobrindo uma Nikon D7000 e a lente do kit (18-105mm). Como eu comprei no Paraguay, não tinha nota. Eles me pediram algumas fotos do equipamento e mandei também uns links do Mercado Livre pra mostrar os valores. Foi super tranquilo. Pra ser sincera, não vi o preço dos equipamentos por lá, mas pelo que o pessoal diz aqui, o preço lá não é muito mais em conta não.
  6. Aletucs, eu saí da fronteira era quase 11h. É muito demorado lá, acho que não rola o ônibus das 10h Então, minha mochila é de 60l (50 + 10), eu levei ela cheia só até os 50l, os resto ficaria pras compras. Mera ilusão, precisei comprar uma malinha hahahahahahaha
  7. DIA 5 – La Paz (Chacaltaya) Antes de começar, MAIOR ERRO ter marcado Chacaltaya pro meu 2º dia em La Paz. NÃO FAÇAM ISSO! REPITO, NÃO FAÇAM. Voltamos agora com a nossa programação normal. Acordei às 8h, tomei café e fui esperar o ônibus vir me buscar. Só sei que até passarmos em todos os hotéis e sairmos definitivamente pro Chacaltaya, demorou pra caramba, acho que mais de 1h. Mais ou menos na metade do caminho, paramos pra tirar fotos da cordilheira, daí a guia passou um lero de que o Huayna Potosi é a montanha do logo da Paramount Pictures, até que um dos paulistas que tava do lado disse que contaram a mesma história sobre uma montanha na Itália hahaha (depois, pesquisando na internets, descobri que várias montanhas ao redor do mundo também recebem o título de símbolo da Paramount). Buenas, depois de subir aquela estradinha estreita e tensa (porém linda), o ônibus nos deixou no refúgio que tem lá em cima e nós só precisaríamos subir mais 100 metros a pé pra chegar no topo. Consegui? Claro que não. A cada 10 passos eu queria sentar num cantinho escuro e chorar. Muita falta de ar, muita dor de cabeça, e isso que eu tava mascando folhas de coca. A sangria que eu bebi na noite anterior tava querendo voltar, foi tenso. Até que, depois de quase uma hora, eu cheguei na metade do caminho e aceitei que aquele era o meu limite. Sentei ali por um tempo e fiquei contemplando a paisagem. Sabem, não foi de todo ruim, apesar do soroche e de não ter conseguido chegar ao topo, valeu muito a pena, o visual é incrível. Hora de descer. Igualmente tenso. Uma menina teve que me acudir, eu achei que ia desmaiar ali mesmo. Enfim cheguei ao ônibus, me esparramei no banco e tomei minhas dorgas (calma gente, era só neosaldina e plasil hehehe). No caminho até La Paz, paramos pra tirar fotos da cidade vista de cima. Eu e mais algumas pessoas resolvemos não ir no Valle de La Luna e descemos na Calle Llampu, o resto da turma continuou o passeio. Aproveitei pra dar uma olhada nas lojas. Comprei uma mochila de ataque da Doite em uma dessas lojas de equipamentos de aventura, de B$ 450 por B$ 420, se é original ou não fica sempre aquela dúvida heheheh, mas achei a qualidade ótima. No caminho pro hostel, passei em uma farmácia e comprei uma cartela de Sorojchi Pills, pro mal de altitude, por B$ 37. Chegando no hostel, tomei um banho e fui direto pro bar, onde encontrei as meninas suecas (não sei nem pronunciar o nome delas, quem dirá escrever hehehe). Dica: a quesadilla do WR é muito boa (toda a comida deles é boa). Enfim, ficamos lá jogando cartas e bebendo até tarde e depois eu fui dormir, pra acordar cedo pro Downhill. - Gastos e endereços: Mochila de ataque Doite: B$ 420 Sorojchi Pills: B$ 37 TO BE CONTINUED...
  8. DIA 3 – Santa Cruz Chegamos em Santa Cruz às 4:30 da manhã, um frio do cão. Nos meus planos iniciais, eu não pretendia me hospedar em Santa Cruz, mas a essa hora e com o frio que tava, eu é que não ia ficar ali sozinha (naquele velho esquema: se eu morrer, minha mãe me mata), porque os meninos iriam buscar algum lugar pra dormir. Fomos todos. Passamos em alguns hotéis e hostels e estavam todos cheios, acabamos ficando no Hotel Amazonas, no centro. Paguei B$ 120 no quarto individual (de longe, o mais caro da viagem, mas na falta de opção...) e os 3 dividiram um quarto entre eles. De manhã, eu fui até o terminal bimodal comprar minha passagem pra La Paz (B$ 15 de táxi), fechei com a San Miguel por B$ 150. Usei a internet por B$ 3 e peguei um táxi de volta pro hotel (B$ 15), fiz check out e fui bater no quarto dos meninos, eles resolveram fazer check out também. Deixamos as coisas no hotel e saímos caminhando, buscando um restaurante japonês que o Daniel e o Rodrigo tinham visto na internet. Caminhamos até a Plaza 24 de Septiembre e de lá pegamos um táxi até o restaurante (B$ 10). O nome do restaurante é Ken e fica na Av. Uruguay #730, eu fui de Yakisoba (detesto sushi e similares), veio muito bem servido e tava uma diliça (B$ 29). Não deu nem muito tempo pra fazer a digestã e já tava na hora de ir embora. O Patrick resolveu ir também. Nos despedimos do Rodrigo e do Daniel e dividimos um táxi até o hotel, pra buscar as coisas; aí o Patrick resolveu ir pro terminal também, ver se conseguia uma passagem pra La Paz. Pegamos as trouxas e fomos. Ele acabou comprando passagem pro mesmo ônibus que eu. O ônibus não era dos melhores, era leito 3 filas, mas não era muito limpo; era pra ter saído 15:30, mas atrasou meia hora. Cheguei toda feliz, pq atrás do meu banco só tinha um senhor. Aeeeee, vitóriaaaaaa!!! \o/. Não, definitivamente não. Alguém adivinha o que ele tinha escondido ali nos pés? Aeeeee, bingooooo! Uma criança (porra, Murphy!). O negócio era me conformar com o meu destino. A criança não chorava, mas ficou cantando de madrugada e dando socos no meu banco. Gracinha, né? NÃO. Dessa vez o ônibus parecia uma fornalha com rodas. Tinha um pessoal com um aparelho de som, que ficou tocando cumbia por 18 horas seguidas (sem mentira). Lá pelas tantas, lembrei que esqueci (oi?) de comprar folhas de coca, pra ir mascando. Perguntei pra uma chola que estava do meu lado, se no caminho tinha como comprar folhas de coca, ela disse que provavelmente não. Fizemos uma parada pra comer e na volta a Saturnina perguntou se eu havia conseguido as folhas, eu disse que não e ela me veio com uma mão cheia de folhas de coca (ahhhh, gente ) O resto da viagem não foi nada confortável: tava quente, geral passando mal (algumas pessoas vomitaram), a menina de trás sujou a calça e deixou um cheiro insuportável no ar. Enfim, tenso... - Gastos e endereços Táxi do terminal até o centro: B$ 15/20 Passagem pra La Paz, em ônibus leito 3 filas, pela San Miguel: R$ 150 Yakisoba no Ken: B$ 29 DIA 4 – La Paz O ônibus chegou em La Paz quase 11h, sendo que ficamos quase 1h só no trânsito de El Alto. Eu tentei reservar o Loki, mas já tava mega lotado, então quem quiser tem que reservar com antecedência se for em alta temporada. Acabei fazendo reserva no Wild Rover, que também foi super bem recomendado. Eu e o Patrick dividimos um táxi até o Wild Rover Hostel, na Calle Comercio (B$ 5 pra cada um). Como o check-in é só às 14h, deixamos os mochilões na Luggage Room, tomamos o café da manhã no bar (o café do WR vai até as 12h, magavilha de Deus), usamos a internets pra dar um alô pras parentada e saímos pra bater perna na rua. Como o Patrick já esteve em La Paz, ele foi o guia da vez. Fomos direeeeto pro Mercado de Las Brujas hehehe. O lugar é demais, as lojas com os famosos fetos de lhama pendurados, remédios e ervas pra TODO tipo de coisa, afrodisíacos, artesanatos, velas de todos os tipos, roupas, prata, antiguidades... enfim, tem de tudo. Prataria é muito barato por lá, tanto que eu já cheguei torrando dinheiro comprei um pingente lindo todo trabalhado por B$ 100, na pechincha. Às vezes, dá até vergonha de pedir mais desconto, pq as coisas já são tão baratas... Enfim, passeamos por ali e voltamos pro hostel pra fazer o check-in. Pra chegar no meu quarto tinha que, praticamente, fazer um tour, era o último dormitório (peguei um de 8 camas). De banho tomado, limpinha, voltei a voar as tranças na rua. Fui na Calle Sagarnaga, comprei um casaco The North Fake (hehehe) por B$ 230, paguei um pouco mais caro que o normal, mas achei a qualidade melhor que a da maioria. Na feirinha da Calle Comercio (na peatonal que fica na frente ao Museu de Arte Nacional), por exemplo, eles vendem a B$ 150, mas o acabamento não é tão bom. Ali na C. Sagarnaga mesmo, fechei o Downhill com a Jump, equipamento de primeira e bike com amortecimento traseiro e dianteiro, B$ 450. Passei na feirinha da Calle Comercio e comprei um tripé por B$ 100, só pra quebrar um galho (mas o que acabou quebrando foi o tripé mesmo hehehehe). Chegando no hostel, fechei o Chacaltaya pro dia seguinte na agência do hostel mesmo, por B$ 90. Fui direto pro bar, onde encontrei o Patrick e mais umas meninas suecas. O WR tem uma programação diferente pra cada noite, e hoje era a Barbecue Night. Sem mentira, um dos melhores churrascos que eu já comi, e olha que eu sou gaúcha (ok ok, o estilo de churrasco é bem diferente, mais americano, mas sério, sem palavras). Tinha porco, frango, hambúrguer, molho salada de batatas, massa e aquele toque de molho barbecue. Demais, deu fome só de lembrar hahahaha. Depois de encher o bucho, fugi pra dar uma dormidinha e voltar pro bar mais tarde. Mal deu tempo de subir na minha cama e o quarto foi invadido pelos bartenders, que gritavam loucamente: GET UUUUUUUUUP!!! FREEEEEEE SHOTS AT THE BAR! BE THERE IN LESS THAN A MINUTE, NO EXCUSES!!! Tomei um free shot ali mesmo e não teve jeito, levantei e fui pro bar hahahaha. Gastei mais algumas horas ali e fui dormir pra conseguir subir o Chacaltaya na manhã seguinte. - Gastos e endereços: Táxi terminal-hostel: B$ 10 (5 pra cada) Casaco North Fake: B$ 230 em uma lojinha na calle Sagarnaga (ao lado da Iglesia San Francisco) Tripé – B$ 100 (feira na peatonal da Calle Comercio, perto da Plaza Murillo, começa lá pelas 16/17h) Downhill na Estrada da Morte: B$ 450 com equipamento completo e bike com amortecimento duplo, na Jump (Calle Sagarnaga, perdi a nota e não achei o número ) Chacaltaya: B$ 90, na agência do WR.
  9. DIA 1 – Campo Grande Meu voo para Campo Grande saiu às 6:07 de Porto Alegre. Cheguei lá às 9h e fui direto pra casa dos meus hosts, do Couchsurfing, onde eu iria passar a tarde. Calor do cão, mas ok hehehe. Paguei (com o meu rim) R$ 40,00 no táxi até a casa deles. Fui super bem recebida pela Gisele e pelo Rubnei, eles fizeram um churrasco (o Rubnei é gaúcho) e passamos o dia conversando sobre os lugares onde já estivemos, sobre as nossas experiências com o Couchsurfing e claro, muito bem abastecidos de cerveja e churrasco. Depois eu dei uma cochilada, tomei um banho, jantamos e eles me deram uma carona até a rodoviária. A passagem eu já havia comprado no cartão, pela internet. Meu ônibus saiu às 23h e aí começou o meu drama, que se repetiria o resto da viagem: crianças. Atrás de mim, tinha uma mulher que ficou umas 2h (sem exageros) falando no celular. Quando ela ficou quieta, começou o filho, ele chorou A NOITE INTEIRA. Sem contar o tiozinho roncando do meu lado hahahaha. Não dormi, claro. OBS: Ao final do relato de cada dia, vou colocar os gastos e informações mais relevantes. - Gastos e endereços: Táxi em CGR: é caro, se não me engano, do aeroporto até a rodoviária sai uns 30/40 Dilmas. DIA 2 – Corumbá/Puerto Quijarro O ônibus chegou em Corumbá mais ou menos 5h. Eu saí da rodoviária e comecei a procurar alguém pra dividir um táxi até a fronteira. Foi aí que eu conheci o Patrick. Ele estava parado, fumando, com o mochilão nas costas e eu fui falar com ele. Ele é inglês, tem 22 anos e está fazendo um mochilão de 6 meses pela América do Sul; passou 1 mês e meio no Rio e estava voltando (sim) pra Cusco, via Bolívia. A gente resolveu, então, pegar o ônibus de linha até a fronteira. Pedimos informação pra um mendigo e ele nos indicou o ponto de ônibus. Ele fala inglês e mora no ponto de ônibus do outro lado da rua, pelo que entendi ele fica por ali dando informações pros turistas. Diz ele que é grego, mas não volta pra Grécia pq a crise tá feia; deu umas dicas sobre o Trem da Morte e saiu pra conversar com outro pessoal, bem doido hehehe. E a gente lá, esperando... na verdade, nem sabíamos qual era o ônibus, até que um senhor parado ali disse que ia pegar pra fronteira também, era só a gente entrar junto. O cara é peruano, mora em Campo Grande há anos, é apaixonado pelo Brasil e disse que vai pra fronteira a cada 2 meses. Ele começou a falar sobre a cultura peruana, as linhas de Nazca e ET’s hahahaha. Não lembro o nome dele, só sei que esperamos muuuito tempo, pq o ônibus atrasou, e acabou atrasando também pra chegar ao terminal onde trocaríamos de ônibus. Quando estávamos chegando ao terminal, vimos de longe o outro ônibus saindo (adeus =/) e tivemos que esperar mais uma hora, no frio . Enfim, conseguimos pegar o bendito, não precisamos pagar a passagem pq já havíamos pago a primeira (R$2,40). Depois de uns 20 minutos, descemos perto da Polícia Federal, eram mais ou menos 7h e já tinha fila. Sentamos por ali e eu comecei a conversar com dois brasileiros que estavam na nossa frente, o Rodrigo e o Daniel, de São Paulo. A Polícia Federal abriu às 8:10, ficamos 1h na fila, depois fomos pra migração boliviana e quando vimos a fila JESUSAMADOSOCORRE, todo mundo xunto incluído na mesma fila, tanto pra entrada quanto pra saída. Foram 3 horas intermináveis nessa fila, até que: LIBERDADE! PARTIU TERRAS BOLIVIANAS! Nesse meio tempo, troquei um pouco de dinheiro no câmbio que tem na frente da migração, o real tava B$ 2,70 e o dólar ACHO que tava uns B$ 6,80 ~painel piscando~ NÃO TENHO CERTEZA. Só sei que a cotação é um pouco menor que o normal ali. Enfim, depois dessas 3 maravilhosas horas criando raiz na migração boliviana, nós 4 dividimos (esse momento de felicidade) um táxi até a Ferroviaria (B$ 30 no total). Chegando lá, fomos logo pro guichê comprar as passagens do trem. Conseguimos? Claro que não. Só tinha pro dia seguinte (agora pensa numa pessoa #chatiada). Alguns minutos superando essa tragédia (dramática, eu?) e fomos pra rodoviária, onde conseguimos negociar passagens pra Santa Cruz com a Trans Pantanal, de B$ 130 saiu a B$ 110. Antes de comprar, fomos dar uma olhada no ônibus e era muito bom, leito 3 filas, bem espaçoso e limpinho. Deixamos os mochilões na empresa e fomos caminhando até a Zona Franca, lá dentro tem um restaurante com buffet a kg, eles tinham carne de jacaré e eu achei o máximo heheheh. A minha conta deu 28 bolivianos, contando com o café. O lugar é limpinho e a comida é boa, recomendo, fica no subsolo do terceiro prédio, na Zona Franca. Voltamos pra rodoviária, pra descansar nos bancos, até um pombo dar uma carimbada no Daniel heheheheh. Acabamos pegando um quarto no Alojamiento Para Ti, que fica bem na frente do terminal, pra poder dormir um pouco e tomar banho. Foram B$ 35 pra cada um em um quarto pra 4 pessoas, o lugar era bem meia-boca e a água era gelada, mas tava valendo. Perto das 19h voltamos pra rodoviária e o ônibus saiu às 19:30. Um cara subiu cobrando a taxa do terminal (B$ 2) e depois de um tempo rodando subiu um policial pedindo documentos e passaportes. A essa altura já nos sentíamos dentro de uma geladeira com rodas. A vendedora havia nos prometido cobertores e a conclusão foi: 4 pessoas enganadas. Na TV eles botaram Os Mercenários (o 1 e depois o 2). Mais uma vez, eu não dormi porque atrás do meu banco tinha (um demônio) uma criança (POR QUE SEMPRE EU? Sabe o Murphy?) que chorou a noite inteira. Pelo menos eu podia ficar olhando o céu, parecia que as estrelas tocavam o horizonte. - Gastos e endereços: Ônibus pra fronteira: R$ 2,40 (os meninos disseram que o táxi deles custou R$ 25) Táxi da migração boliviana até a Ferroviária: B$ 30 Passagem de ônibus Trans Pantanal (leito, 3 filas): B$ 110 Almoço: B$ 28 Alojamiento: B$ 35
  10. E aí povo! Senta, que lá vem a história. Te aprochega e traz a pipoca, que agora eu vou contar como foi o meu mochilão pela Bolívia e Peru em julho desse ano. Buenas, tudo começou quando eu descobri o Mochileiros, há alguns anos, depois que voltei de uma viagem na Argentina. Eu passava dias lendo muitos tópicos e acabei me encantando pelos relatos sobre a Bolívia. Decidi que a próxima viagem seria pra lá, depois acabei incluindo o Peru. Acontece que todo ano tinha um problema: ou tempo, ou dinheiro (ou os dois) e a companhia. Mas esse ano eu resolvi que teria tempo e dinheiro, só me faltava encontrar alguém pra ir junto. Como não se pode ter tudo nessa vida, ninguém podia ir comigo (por falta de tempo, ou dinheiro, ou os dois). Li muitos relatos, aqui no Mochileiros, de mulheres viajando sozinhas, o que me deixou bastante confiante. Decidi que isso não seria um obstáculo dessa vez. PREPARAÇÃO Como eu disse, eu decidi que com ou sem companhia eu iria fazer um mochilão, foi quando eu comprei a minha passagem, em abril. Primeiro mochilão, bem mais de 2 semanas longe de casa, e ainda por cima sozinha: meu pai quase teve um AVC, mamãe ficou preocupada, minha tia achou que eu ia ser roubada, sequestrada, assassinada, estuprada, ada ada ada... MAS, como vocês devem ter percebido, esse não é um post do além (nem sei se eles tem internet por lá hehehe) e eu estou bem viva (quase virei pastel, mas isso eu conto depois hehehe). Pra acalmar os nervos do meu pai, fiz um seguro viagem/saúde (confesso que fiquei mais tranquila também ). Também fiz um seguro pra minha câmera, mas esse não incluí nos gastos totais porque ia fazer de qualquer maneira. Minha viagem começou dia 7/07 e terminou dia 4/08. Foram 29 dias incríveis. ROTEIRO Como eu queria pegar o Trem da Morte, resolvi ir até Campo Grande e de lá ir até a fronteira pra poder pegar o trem. Como eu viva lendo os tópicos do Mochileiros e O Guia do Viajante Independente na América do Sul, eu já tinha um roteiro mais ou menos pronto muito antes de decidir realmente investir nisso, o roteiro ficava ali esperando uma oportunidade. Eu havia montado um roteiro todo fechadinho, com dias certinhos e etc, mas quando foi chegando mais perto eu desencanei com isso. Afinal, nem tudo acontece como a gente planeja e nós mesmos mudamos de ideia no meio do caminho. Portanto, não se apeguem demais a detalhes no roteiro de vocês. Meu roteiro ficou assim: Porto Alegre - Campo Grande – Corumbá – Puerto Quijarro – Santa Cruz – La Paz – Copacabana – Puno – Cusco – MP – Cusco – La Paz – Uyuni – Potosí – Sucre – Santa Cruz – Puerto Quijarro – Corumbá – Campo Grande – Porto Alegre. GASTOS Passagem de ida e volta POA – CGR pela Gol: R$ 570,00 Passagens ida e volta de ônibus CGR – Corumbá pela Andorinha: R$ 172,00 Seguro viagem/saúde GTA: R$ 162,00 Subtotal 1: R$ 904,00 Levei U$ 1200 em dinheiro, saquei mais U$ 200 no Banco do Brasil, em La Paz. E usei mais ou menos U$ 100 no cartão de crédito Subtotal 2: U$ 1500 Eu já tinha comprado 1000 dólares em dezembro, antes de o dólar subir enlouquecidamente. É, sempre que eu viajo, atraio alta do dólar. 1000 x 2,00 = R$ 2000 500 x 2,40 = R$ 1200 Total: R$ 4104,00 Eu gastei todo o dinheiro que levei, tudo em hospedagem, alimentação, ônibus e avião, roupas e presentes. Eu comprei MUUUITA coisa, muita mesmo, voltei com uma malinha a mais heheheh. Algumas coisas eu não tinha e precisei comprar, tipo mochila de ataque, e algumas roupas pra atividades outdoor Poderia ter pechinchado mais, mas não levo jeito hehehehe. Comecei a pechinchar de verdade mais lá pela metade da viagem. No fim, gastei exatamente o que eu havia calculado, 50 dólares por dia. Levei todo o dinheiro em doleiras, uma na cintura, onde carregava o dinheiro do dia, e uma na perna, onde carregava o resto do dinheiro e o passaporte. Também costurei um bolso interno na minha calça jeans, pra não ter que usar a doleira na cintura hehehehe. COTAÇÕES O real oscilou MUITO durante a viagem, principalmente na Bolívia, enquanto o dólar continuava igual. Às vezes eu perguntava no câmbio, uma hora estava valendo 2,70 bolivianos, 3 bolivianos, e em Santa Cruz o cara nem queria trocar porque o real tava valendo 2 bolivianos. No Peru eu não cheguei a ver. O dólar foi mais estável, em média B$ 6,90 na Bolívia e S/. 2,70 no Peru. Então, só reiterando o que todo mundo diz aqui: LEVEM DÓLAR! O QUE LEVEI Então meninas, eu levei uma bota de trilha, que ia no pé sempre que estava em deslocamento; um tênis ajeitadinho que dava pra sair à noite e usar durante o dia; 1 bota tipo coturno (não ocupava muito espaço, mas não precisava ter levado); 2 blusas segunda pele; 4 blusas de manga comprida; 2 de manga curta; 1 fleece; 3 blusões de malha; 1 calça jeans; 1 calça de tactel; meia-calça fio 80 pra usar por baixo; pijama (desnecessário, eu dormia de roupa mesmo, pra não encher o saco dos outros de manhã, fazendo barulho), gorro, luvas e roupa íntima. Toalha eu levei um daquelas super-compactas-mega-absorventes-ultra-secantes. DICAS - Não abusem nos 2 ou 3 primeiros dias, comam coisas leves, evitem beber demais e se der, não façam coisas que exijam demais de vocês. A altitude pega. Em La Paz até foi tranquilo, caminhar por aquelas ruas pode ser cansativo, mas nada que seja impossível.Tem gente que passa muito mal, eu fiquei ok. Mas subi o Chacaltaya no meu 2º dia e fiquei mal pra caramba, tanto que não consegui subir todo. Mas depois de uns dias, o corpo se adapta. - Deixem o passaporte sempre em um lugar seguro, o meu andava sempre comigo, na doleira da perna, eu inclusive dormia com ele. E na carteira, ou bolso do casaco ficava o meu RG. Acontece que perdi o RG uma noite e só fui encontrar uns 2 dias depois, a sorte é que foi no hostel. Mas conheci várias pessoas que perderam documentos e depois se complicaram pra sair do país. - Levem dólar. Nem precisava dizer, mas... - Remédios: Levei bastante, alguns foram bem úteis no final da viagem. Dorflex, Paracetamol, Neosaldina, Multigripe, Antialérgico, pastilhas e spray pra garganta, Engov, Nebacetin, Carvão Vegetal (pra não dormir no banheiro). Uma coisa muito boa de levar é a pomada Bepantol, depois de um tempo eu desisti do batomzinho da Nivea e só usava Bepantol, era a única coisa que resolvia o problema dos lábios secos (dica que eu vi no relato da Debora).
  11. Carol, pode ficar tranquila, isso foi no mês passado, o teu relato não foi um dos culpados pela minha decisão hahahaha Eu estava mal preparada (fisicamente e psicologicamente), sabia que no final ia acabar gastando uma grana por causa do cansaço e da altitude. Conheci uma gaúcha que fez a trilha e disse que teve que pegar a tal mula (50 doletas) e foi 2 vezes no carro dos cozinheiros (30 soles cada vez). E tem outra coisa que eu concordo contigo, ir com amigos faz diferença, pq aí temos alguém pra dar aquele apoio e pra esquecer o cansaço. Sei disso pq no Chacaltaya e na Isla del Sol teria feito muita diferença pra mim. E quando subi o Waynapicchu, conheci duas meninas de SP, foi amizade de infância na hora hahahaha. E fomos lá, difícil, mas conseguimos todas, uma apoiando a outra.
  12. Então Andre, agora já foi. Eu desisti pq vi como fiquei no Chacaltaya e na Isla del Sol, não estaria preparada pra essa experiência. Além do mais, machuquei o joelho na estrada da morte e acho que não ia aguentar o tranco. Sem contar que eu realmente queria aumentar minha estadia em Cusco, a cidade amor Vou voltar em outra(s) oportunidade(s), eu amei Cusco e quero fazer essa maldita trilha por questão de honra, e também sei que voltarei de novo pra fazer a trilha inca tradicional, e arrumarei outras desculpas pra voltar mais vezes hehehehehe
  13. Morri de rir com esse relato. Bom, acho que fiz bem em desistir de Salkantay. Cheguei a fechar o pacote e tudo, mas no dia seguinte arrependi
  14. Uma dica: comprem tudo em La Paz (presentes, lembrancinhas, artesanato, etc), mesmo que vcs precisem carregar o resto da viagem. Eu deixei pra comprar alguns presentes no último lugar antes de ir embora, no caso, Sucre, pra não ter que carregar. Me arrependi, além de não encontrar muita coisa que eu procurava, era tudo mais caro.
  15. É, mas depende bastante, é mais garantido levar dólares pq a cotação do real varia muito. Dia 2 de agosto (3 dias atrás), final de viagem, fui tentar trocar uns reais em Santa Cruz pq já não tinha mais dólares, o cara nem quis trocar pq o real tava valendo 2 bolivianos. Enquanto isso o dólar continuava na mesma...
  16. maritortorella

    Chacaltaya

    Eu tb colocaria mais um dia na Bolívia, eu fiquei 5 dias em La Paz e acho que foi pouco. Até pq é bom aclimatar bem antes de ir pro Chacaltaya, fui no meu segundo dia e passei muito mal
  17. Eu paguei 100 bolivianos pela Panasur Obrigado! Pode passar mais alguma informação? Como o preço do passeio, o nome da empresa (e se recomenda ou não), o nome do guia, o estado dos acampamentos, preços e horários para chegar e sair de Uyuni e qualquer outra informação que achar relevante. Muito Obrigado! Fui pela Expediciones Latitudes, totalmente recomendo. Fica na quadra ao lado do Hotel Avenida. Paguei 700 bolivianos, incluindo o saco de dormir. No fim, conseguimos chegar na Laguna Verde, pq a neve que bloqueava o caminho já havia derretido, mas a Laguna em si tava congelada
  18. Pra quem estiver vindo pra Uyuni nos proximos dias: tem neve impedindo de chegar na Laguna Verde e pra quem quer ir pro Atacama tem que fazer um desvio Nos geiseres ate da pra chegar caminhando
  19. 1 dolar sao 2,70 soles. Foi o que consegui ontem na fronteira com a Bolivia, aqui em Cusco ainda nao vi
  20. Entao, gente, como sao as altitudes durante a trilha? Sei que no segundo dia vai a 4600. e o resto? É que eu penei mto no Chacaltaya, tem muitas subidas?
  21. No momento estou em Puno, esperando meu onibus pra Cusco. Vou continuar acompanhando aqui
  22. Opaaaaaa, anotado. Obrigada, mais uma vez
  23. Debora, O tripé que vc comprou pra sua câmera é daqueles pequenos, ou dos maiores? Pq eu queria comprar um dos grandes, mas pelo que vi é melhor comprar um por lá só pra quebrar galho mesmo entre pagar caro por um tripé vagabundo aqui, certo?
  24. Ah, queria comprar também um tripé pra minha câmera, só pra quebrar um galho. Alguém sabe onde eu consigo encontrar um, em La Paz?
  25. Oi Patricia... Acabei de chegar do mochilão, e estava com a mesma preocupação que você, quanto as passagens do trem... Cheguei as 8 horas da quinta feira na estação de Quijarro, esperando encontrar uma super fila, porém, não havia ninguém.. rsrsrs... Viajei na Super Pullman das 16, não tendo problemas com a passagem. Um boliviano nos explicou que com a inauguração da nova estrada Puerto Suarez x Santa Cruz, a maioria das pessoas optam por ir de "bus" que é mais comodo, rápido e barato, desafogando o trem... Espero ter ajudado... Abraço e boa trip. Oi André Vc chegou às 8h na estação de Quijarrro, então foi rápido lá na imigração? Ou vc passou lá no dia anterior?
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