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guiboth

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Tudo que guiboth postou

  1. Amigos! Esse relato também está disponível em https://guilhermebboth.wordpress.com/ , com os mapas e algumas fotos a mais. Introdução Não lembro quando pensei pela primeira vez que queria pedalar o litoral gaúcho de ponta a ponta. Também não tenho uma boa explicação do porquê: só queria e pronto, sem grandes motivações ou sentimentos de desafio. A verdade é que sempre me senti bem ali e adoro o litoral do Rio Grande do Sul, sua natureza e sua singularidade: uma reta de 650 km, simples e brutal, que eu queria percorrer inteira. Em 2011 me mudei de Porto Alegre para São José dos
  2. PARTE 9 Último dia, o de menor distancia a percorrer, pela beira do rio Main. Um simbolismo todo especial nos acompanhou neste trecho – a direção dos aviões que aterrissavam em Frankfurt, o maior aeroporto da Alemanha, era a mesma que seguíamos e com a aproximação da cidade parecia que os aviões desciam conosco na nossa chegada. Deu tempo até para uma pausa de soneca sobre bancos e mesas em um lugar de repouso para ciclistas na metade do caminho. Alugamos um apartamento mobiliado bem próximo à estação central de ferrovias mas tivemos que desmontar para chegar no endereço, tal o movimento
  3. PARTE 8 Dia 13 Worms –Mainz 60 km Um dia com tempo bom, sol radiante e grande pedalada, acompanhando a ciclovia que bordejava o Reno, na sua margem ou sobre o dique de proteção e cruzando a zona de videiras, a região vinícola. Avistamos a cidade de Oppenheim, com o plano de circundá-la e seguir na direção de Mainz, cidade meta deste penúltimo dia. A vista da cidadezinha era tão bonita, com igreja pontuda e torre no alto de um morro que fizemos uma derivação e fomos visita-la. As ruas íngremes obrigaram o veterano a desmontar e seguir empurrando a bike. Quando estávamos por dobrar a última
  4. PARTE 7 Dia 12 Heidelberg – Worms 58 km O ventilador ligado a noite toda cumpriu seu papel e secou muito bem as roupas e tênis. Tomamos café no refeitório comum do hostel e partimos em direção de Worms, cidade histórica, com boas expectativas já antes de embarcarmos. Nossos parceiros constantes nos últimos cinco dias e quase trezentos quilômetros começaram, a nos abandonar: eram pés de milho, milhões e milhões deles, quilômetros após quilômetros de milharais, que nem sabíamos existir no sudeste francês e nesta região da Alemanha. Fizemos algumas teorias – venderiam para os italianos fazer
  5. PARTE 6 Dia 11 Karlsruhe – Heidelberg 65 km Heidelberg entrou na nossa rota meio como Pilatos no Credo. Eu queria muito conhecer a cidade mesmo que ela ficasse fora do traçado do caminho original, o Euro velo 15, e precisássemos fazer um desvio bem extenso. Na época de planejar argumentei com o Guilherme que seria pouco provável que eu passasse outra vez pela região e que tinha ouvido maravilhas do lugar. Saímos de Karlsruhe olhando para o alto e o Senhor das chuvas mandou água, muita água, a partir do meio dia. Em ??? fizemos a pausa para o almoço. Encontramos o restaurante ideal: letrei
  6. PARTE 5 Dia 10. Seltz – Karlsruhe 40 km A chuva anunciada na noite continuava. Tomamos o café, com a panelada de salsichas e eu desci para ajeitar alforje e bicicleta. –Cadê o Guilherme Mauricio? –Lavando a louça, descobriu que se não lavar e secar tem uma taxa de 20 euros. Depois da lavada de pratos mais bem remunerada da vida, encaramos a chuva e a volta à ciclovia, com capas e roupas mais quentes. Próximo ao centro passamos por uma alegre octogenária ciclista que nos abanou…sem qualquer abrigo, feliz da vida na sua pedalada. Como é interessante, os inimigos de outrora, França e Alemanh
  7. PARTE 4 Dia 9 – Strasbourg – Seltz 66 km Café da manhã no hotel mesmo, saímos de Estrasburgo rumo a Seltz. Finalmente estávamos na borda do Reno, acompanhando o trafego de imensas barcaças de carga, com mais de cem metros, mostrando o que é transporte hidroviário. Por volta de onze horas chegamos a uma cidade minúscula, onde havia uma padaria artesanal, convidando para uma visita. Como um povoado tão pequeno consegue ter uma joia de lugar assim? O lanche foi baguettes cortadas ao comprido com cobertura semelhante a pizza indo ao forno. Simples, bonito, delicioso. Seguimos adiante até Drus
  8. PARTE 3 Dia 8 – Neuff-Brisach – Strasbourg 78 km Contra as previsões anteriores amanheceu nublado e com leves chuviscos. Na frente do hotel já havia um casal de ciclistas prontos para partir. Tinham uns sinalizadores com reflexo de luz bem para fora das bicicletas, aumentando sua visibilidade. Saímos com destino da capital europeia, Estrasburgo. Em Marckolsheim fizemos um desvio para visitar o Memorial da Linha Maginot, uma das grandes casamatas remanescentes da inútil e caríssima linha de defesa feita pelos franceses entre as duas guerras mundiais para evitar a invasão dos vizinhos alemã
  9. PARTE DOIS Dia 7 Saint Louis - Neuff-Brisach 74 km Segunda feira: de onde sairia o café da manhã? Havia uma mesa, bancos altos, mas...e o resto? Pagamos os três petit dejeneurs e o sujeito da recepção acionou um botão, subindo uma persiana na parede, que escondia pão, geleia torradeira, sucos, um café da manhã simples e honesto. Para completar nossa maravilhosa impressão da estalagem apareceu um hospede.... sem camisa, totalmente tatuado com uma grosseiríssima tentativa de um gorila e uma mulher na extensão inteira das costas. Sinal para ir embora. Dessa vez assumimos a nossa rotina dali
  10. Este é o relato escrito pelo meu pai, Mário César Both, sobre a viagem comigo (Guilherme Both) e meu irmão (Maurício Both), em Agosto de 2017. Saímos do aeroporto de Basel, compartilhado por França, Suiça e Alemanha, pedalamos pela Alsácia na França e pelos estados alemães de Baden-Württemberg, Renânia-Palatinado e Hesse, chegando em Frankfurt depois de 485 km. PARTE UM Muitos anos atrás, quando Guilherme e Mauricio eram pequenos, tínhamos uma brincadeira de sábados. Pegávamos nossas bicicletas e fazíamos o que era chamado de “Ir a Um Lugar Que Nunca Fomos Antes”, geralmente
  11. guiboth

    Torres del Paine

    Entrei em contato com várias pessoas perguntando sobre essa questão dos campings, a única que me deu uma resposta concreta foi o Guilherme Cavallari, da editora Kalapallo e autor do livro Transpatagônia: de acordo com ele os campings estarem fechados não é impeditivo, dá para acampar selvagem neles fechados sem problema. Acho que o que pode ser problema mesmo é a neve e tempo no Paso Gardner, dei uma olhada nos boletins diários do CONAF e ano passado o paso só foi liberado para o público geral no dia 10 de Novembro, antes disso só guiado. Por questão de data de férias tive que escolhe
  12. guiboth

    Torres del Paine

    Pessoal, uma dúvida: apesar de a alta temporada começar em Outubo, alguns campins da Vertice no O só abrem dia 1 de Novembro... eu pretendia passar pelo Paine Grande dia 28 ou 29 de Outubro. Alguém sabe como isso funciona, é possível acampar no local ou o circuito O só é liberado depois que todos os campings do caminho estão abertos?
  13. guiboth

    Torres del Paine

    E aí pessoal... vou para Torres no final de outubro e inicio de novembro deste ano para fazer sozinho o circuito O. Me preocupei um pouco por que li em alguns lugares que não é permitido caminhar sozinho, especialmente em locais criticos como o passo Gardner. Alguém já esteve lá nessa época e sabe se tem bastante gente fazendo o O, se é fácil encontrar companhia no caminho? Há o risco de os guardas do parque embaçarem por estar sozinho? Abraços
  14. Deixo a dica pra quem vai pra Croácia de pesquisar a Ryanair, ela voa para Osijek, Pula, Rijeka e Zadar. Eu estive em Zadar partindo de Bremen, na Alemanha, onde eu morava. O único incoveniente é que não tem voos todos os dias, mas o preço é muito em conta, muito mesmo. Abraços
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