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Mário H

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  1. Pois é Renan, até pra isso estou precisando formar opinião. Vi muitos relatos de cicloturistas que pedalaram usando botas. Inclusive o Olinto, que é muito conhecido no meio, usava uma SNAKE. Mas como andei vendo aqui nos posts a Snake não é mais recomendável em virtude dos vários problemas apresentados. Mas também vi muita gente que pedala de tênis e sapatilha, então já viu né, nunca há um consenso eheheheh (que novidade...) Há claro a possibilidade de eu pedalar de sapatilha (inclusive tenho ela já) e também do tênis. Cogito essa hipóste, mas a questão é que eu estava pensando em economizar espaço e peso, tendo um calçado que servisse para quase tudo. Uma de minhas preocupações também é com a chuva. Supondo que eu pedale na chuva, acho que meu pé vai ficar muito gelado se estiver com um tênis comum ou sapatilha e isso provavelmente atrapalharia meu pedal. E aí no dia seguinte, pedalar com o tênis molhado de novo.... não sei... Alguma sugestão? Por exemplo, se eu usar algum tipo de meia específica mesmo com o pé molhado eu fico aquecido? De qualquer forma já agradeço a manifestação. Abraço Mário - Araçatuba (SP)
  2. Amigos, Consultando rapidamente as postagenss vi que no passar dos anos muitas botas que tinham ótimo conceito acabaram escolhendo o lado negro da força e hoje deixam a desejar. Tenho uma dúvida bem específica e gostaria de contar com a ajuda dos colegas aqui (como o experiente Leo, por exemplo). Bom, é o seguinte: gostaria de uma bota para cicloturismo, que pudesse ser utilizada nas pedaladas e também no dia-a-dia, que fosse leve, macia, impermeável/respirável, e que servisse também para eventuais trekkings (leves a moderados). Tenho preocupação quanto a altura do cano, pois tenho receio que um cano muito alto pode atrapalhar a pedalada devido ao movimento das pernas. Ah, lembrando que a finalidade da bota é para pedaladas e trekkings apenas no Brasil (pelo menos por enquanto). Não sei se existe alguma bota que reúne todas essas condições, mas gostaria do "pitaco" dos colegas para saber qual bota seria a mais indicada. Abraços a todos. Mário H. Araçatuba/SP
  3. Amigos, embora o autor do post aparentemente sumiu, quero também deixar aqui minha pequena contribuição. Um pouco longo o texo, mas acho que vale a pena. Não existe verdade absoluta e em toda e qualquer discussão sempre iremos encontrar argumentos prós e argumentos contras para aquilo que estamos discutindo. Tendo isso como premissa é difícil dizer se devemos ou não sair pelo mundo, fazer a faculdade ou não, vender tudo ou continuar no emprego público. Não há resposta "certa" pra nada. Basta olhar as respostas aqui postadas e veremos argumentos válidos tanto para ir como para não ir. Sendo assim pretendo deixar essa questão de lado, pois acredito que cada um deve saber o que é melhor para si e o que quer da vida. Já do ponto de vista prático, sou mais um que engrossa o coro daqueles que gostariam de sair viajando pelo mundo. E estou me preparando para isso. Só ainda não sei como e nem quando, mas é algo que farei mais cedo ou mais tarde, pois é visceral. Aliás, pouco tempo atrás vi uma entrevista de um psicoterapeuta que afirma que essa característica de querer "desbravar" o mundo está fortemente arraigada principalmente no DNA masculino, portanto não me estranha o fato de tanta gente ter essa mesma vontade. Mas enfim, a entrevista é longa e depois posto aqui um link para o conteúdo total. Acredito também que, SIM, é possível viver mochileiro, mas não "abestadamente". Por mais contraditório que pareça, até para sair sem rumo, numa viagem "eterna", é preciso um pouco de pé no chão. Como muitos, estou tentando descobrir a melhor fórmula (a minha) para viver viajando. Cheguei a algumas conclusões: 1. Sim, é bom ter um porto seguro para onde poderemos voltar caso tudo de errado, nem que seja a casa dos pais, dos tios, avós ou quem quer que seja. 2. A viagem deve ser auto-sustentável. Aliás, acho que esse é o principal quesito, porque sem grana, por menor que seja a coisa não evolui. Não adianta sair por aí, torrar todas as economias e depois ficar perdido sem saber o que fazer, fora do mercado, sem emprego, etc. A menos que voce dê sorte e se arranje pelo caminho, mas prefiro não contar exatamente com a sorte, pois a verdadeira sorte aparece sempre pros mais preparados. Sendo assim, a principal pergunta a ser respondida é como ganhar alguma grana para sustentar a viagem. A palavra chave pra mim nesse caso é LINGUAGEM UNIVERSAL. Você tem que pensar algo globalizado. Voce tem que pensar em "linguagens"/profissões universais. É claro que voce pode trabalhar de garçom, de faxineiro, lixeiro, etc, mas o ideal é que você tem que pensar em algo que poderá fazer mesmo quando estiver de volta para casa, ou simplesmente numa pausa entre uma viagem e outra. Vou ser mais objetivo: 1a coisa. Aprender inglês. Suas chances aumentarão muito. 2a coisa. Quando penso em LINGUAGENS UNIVERSAIS penso em música, fotografia, internet, websites, aulas, artes plásticas... só para dar alguns exemplos. São coisas que podem ser feitas em qualquer lugar do mundo para praticamente qualquer pessoa do mundo. Terminando, viajar pelo brasil de bicicleta por exemplo não é caro. Talvez com 1.000 a 1.500 reais/mes voce consiga uma vida com certo conforto. Se fizer paradas programadas em alguns destinos poderá desenvolver suas atividades e angariar os fundos que necessita para continuar. Afinal, vender e viajar são duas das profissões mais antigas do mundo. ABRACOS
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