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brunacapraro

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Sobre brunacapraro

  • Data de Nascimento 02-06-1989

Outras informações

  • Lugares que já visitei
    Buenos Aires, Portugal, Bolívia, Peru, México, Colombia
  • Próximo Destino
    Patagônia
  • Ocupação
    diretora de arte
  1. brunacapraro

    NATAL E REVEILLON NA PATAGÔNIA - 2015/2016

    Hey amigos mochileiros! Eu e uma amiga de São Paulo estaremos indo para a Patagônia em Dezembro. Já compramos passagens (SP - USHUAIA, com escala em Buenos Aires) com melhor custo-benefício e estou planejando o roteiro. Segue abaixo o roteiro simplificado: 18/DEZ - Vôo TAM - Guarulhos / Buenos Aires 19/DEZ - Vôo LAN - Buenos Aires / Ushuaia 20/DEZ - Ushuaia 21/DEZ - Ushuaia 22/DEZ - Ushuaia 23/DEZ - El Calafate (Vôo AEROLÍNEAS) 24/DEZ - El Chaltén 25/DEZ - El Chaltén 26/DEZ - El Chaltén 27/DEZ - El Calafate 28/DEZ - Puerto Natales 29/DEZ - Puerto Natales 30/DEZ - Torres del Paine 31/DEZ - Torres del Paine 01/DEZ - Torres del Paine 02/DEZ - Torres del Paine 03/DEZ - El Calafate 04/DEZ - Ushuaia 05/DEZ - Ushuaia / Buenos Aires / São Paulo Quem tiver interesse em participar, bora lá!
  2. Galera aqui está um vídeo que produzi com imagens dessa viagem a Cidade do México, espero que gostem! http://youtu.be/VKlITZMyUiY
  3. Oi Andre! Em dois dias eu diria para você não perder: Xochimilco (que vai cerca de meio dia para esse passeio, muito bom), Teotihuacán (menos de meio dia), Museu de Arqueologia, jantar na Plaza Garibaldi, Museu Frida Khalo e do Trotsky (ficam no mesmo bairro) e o Zócalo.
  4. Que bom que gostou! hahahaha nunca vou me esquecer da farra do "PEEEDRO DE LARA RA RARA RA RA RARA..." muito bom! Haha Eu quero muito ir pro Chile, mas é claro que quero mesmo ir pra todos os lugares que ainda não fui né... hahaha massss veremos!!!
  5. Decidi, depois de 1 ano (é sempre assim rs...) publicar o meu relato de viagem a Cidade do México. Tenho mais de 600 fotos, então escolhi as melhores para mostrar a vocês. A minha viagem foi com o intuito de me infiltrar na Cidade do México, só isso. Não estava afim de conhecer as praias mexicanas e outras cidades, queria mesmo era visitar museus, conhecer a comida local e desbravar essa cidade que é enorme! Fui na Páscoa de 2012, comprei passagens pela TAM por uns R$ 1.800 se não me engano. Acho que gastei uns R$ 2.500 nessa viagem. Tirei o visto eletrônico de 30 dias para entrar no México. Não sei falar espanhol (só enrolo) e lá fui eu sozinha pra Cidade do México. O Peso Mexicano (hoje) está cotado 6,09 para R$ 1,00. Não sei o que me deu esse ano, tive sede de fazer uma trip sozinha, por sorte fiz amigos no hostel onde fiquei e dei graças a Deus porque não ia ser tão legal ficar sozinha por 10 dias. Recomendo ir acompanhado, caso não tenha companhia não se preocupe, mochileiro sabe como é... SOZINHO mesmo não tem como você ficar, conheci pessoas do Canadá, do norte do México, do BRASIL, da Itália, da França, da Austrália, da Argentina e por aí vai. A experiência foi ótima. Vamos ao que interessa, fotos e relatos! Cheguei na Cidade do México e fiquei com medinho quando me toquei de onde estava. Uma BAITA cidade! Troquei um pouco dos meus dólares no aeroporto e peguei uma van para ir ao meu hostel, o qual já havia reservado no Brasil. Fiquei no Hostel Mondo Jovem Catedral (http://mundojovenhostels.com/hcatedral.php) que achei excelente, acho que não tenho mesmo do que reclamar. Fiquei no dormitório feminino que tinham 3 beliches e banheiro compartilhado com outro quarto igual. A diária era de 200 pesos mexicanos (o que dá uns R$ 32). O melhor desse hostel é a localização: literalmente atrás da Catedral da grande praça do Zócalo, no Centro Histórico. Do ladinho de várias conveniências, lojas, museus, restaurantes, e até o pequeno sítio arqueológico que fica em anexo a Catedral. Melhor localização impossível. Fiquei num quarto que tinha dois janelões que davam para a frente da rua, onde a vista da minha cama era a Catedral. RECOMENDO! Vejam as fotos do Hostel e arredores (a seta vermelha indica o meu quarto haha): Bom, vou começar falando do que tem de legal nas redondezas do Zócalo. Dentro do Hostel existe um restaurante bem gostozinho que serve jantar e almoço (o café da manhã é incluso para quem está hospedado no hostel) e os atendentes são muito gente fina. Inclusive, só tenho que agradecer ao amigo Oscar (que trabalha no caixa do restaurante), que viu que eu estava sozinha e começou a puxar papo comigo e se ofereceu a me levar para conhecer o mercado de artes (um mercadão cheinho de lojas onde se pode encontrar todos os tipos de artesanatos mexicanos e eu AMEI). No começo é claro que fiquei meio receosa, afinal quando a esmola é demais o santo desconfia, né? Mas ele me levou no mercado, ainda teve a santa paciência de esperar eu comprar um MONTE de coisas hahaha e depois convidei ele para almoçar comigo em uma lanchonete mas ele não quis porque era muito caro, aí voltou pro hostel para comer por lá. Estavamos em 4: eu, o Oscar e duas brasileiras que fiz amizade, que por uma super coincidência estavam no mesmo quarto que eu, e cada uma delas viajava sozinha, como eu! Meninas, ainda bem que nos encontramos, foi o destino! Hahahaha. Enfim, Oscar foi um amigão que fiz no hostel. Ele dizia que se sentia muito sozinho e que adorava levar os viajantes para conhecer a cidade dele. No último dia, quando eu estava sozinha novamente e já estava indo embora para o aeroporto, ele me deu um saco cheio de guloseimas (chocolate, bolachas recheadas e docinhos), não sabia nem como agradecer. Ele não me pediu nada em troca, foi um amigão mesmo. Gracias Oscar! Perto do Zócalo existe um calçadão longo (não me lembro o nome!) que vale a pena percorrer. No final dele está a Sanborns, uma loja incrível que fica ali no centro, praticamente do lado da Torre Latino Americana. Ela está localizada na Casa dos Azulejos, um casarão antigo muito lindo por dentro e por fora. A casa tem dois andares com lojas, restaurante e café. A loja é engraçada porque é toda aberta, então uma hora você está no setor de livraria, mais dois passos e… você está numa farmácia. Hahahaha! Eu achei diferente. Inclusive em uma parte dos corredores da loja, de um lado é uma confeitaria e na frente está uma loja de artigos para fotografia, haha! Muito prática, né? Aliás, a confetaria é um caso à parte… você fica bem louco quando bate os olhos naquela vitrine de doces, pães e não posso esquecer de mencionar a vitrine com os bolos que desafiam as leis da física, hahaha! Em uma das minhas visitas à Sanborns (fui duas vezes, ok?) eu e a Luana, minha amiga brasileira que conheci no México, não resistimos e paramos para tomar um “café” da tarde. Comemos uns doces com creme e ela tomou um chocolate quente, que estava delicioso! Uma coisa engraçada da Sanborns é o uniforme das garçonetes (vejam na foto, é auto-explicativa hahaha) que eu não entendi e cada vez que ela passava por mim eu ficava tipo “ãhn?”, tentando entender. A Luana não se aguentou e perguntou pra moça senhora (só tem senhoras trabalhando lá dentro) o que significava “aquilo”. E ela disse que é um traje típico da cidade de Puebla. Então tá bom, né? Mas continuo achando uma sacanagem ela ter que trabalhar de garçonete vestida daquele jeito, porque a saia parece ser feita de papel, uma coisa muuuuuito desconfortável e nada natural, digamos assim. Ali perto fica a Torre Latino Americana, um edifício de 42 andares que possui um restaurante e um mirador nos últimos andares. É bacana de subir e ver a cidade de cima, pena que ela é bastante poluída e não aconselho ir de manhã (que foi o que eu fiz), porque parece que a “neblina” fica mais densa. Acredito que ir de tarde deve ser mais proveitoso. De lá de cima você ve o Palacio de Bellas Artes, que é lindo e vale a visita. O lindo museu que fica no centro da Cidade do México, ao lado da Torre Latino Americana, impressiona com o seu conteúdo e sua arquitetura. Dei sorte de ver a exposição do Botero, que é incrível demais. Dentro do Palacio estão alguns grandes murais de muralistas mexicanos famosos, como Diego Rivera, David Alfaro Siqueiros, entre outros. Como se já não bastasse os murais e a exposição do Botero, a construção do museu é uma arte à parte. Por dentro e por fora, é incrível e vale muuuuito a visita. Talvez pareça estranho, mas eis aqui um dos melhores passeios que fiz na Cidade do México: visitar os mercados locais. É sério, parece sem sentido, mas para mim foi demais! Fizemos esse passeio pelos mercados perto do centro, o HOSTEL nos levou com o guia a pé, já que é pertinho. Mercados grandes de legumes, doces, artigos de festa como as famosas piñatas, especiarias e até um mercado meio esotérico com ervas, remédios caseiros e tudo mais que se possa imaginar. Confesso que não tive coragem de comer nenhum doce desses que aparecem na foto porque no momento eu estava com uma indigestão e até passando meio mal, mas o passeio estava tão interessante que aguentei as 3 horas caminhando, firme e forte! Praticamente rindo da desgraça, haha! E o pior é que eu estava usando Havaianas, super confortável (só que não). Quando voltei pro hostel meu pé estava imundo, tirei até foto. Ok, antes que vocês pensem besteira e tenham ânsia de vômito em frente ao computador, isso marrom na foto não é o que parece. Esses são ingredientes para se preparar o Mole, aquele molho de chocolate bizarro que irei mostrei pra vocês. Pensem que é chocolate que aí fica tudo bem… A coisa que eu mais gostei nessa viagem foi de ver tantas cores! A Cidade do México é linda por sua cultura, é vibrante! Como já citei lá em cima, o Mercado de la Ciudadela é ponto turístico IMPERDÍVEL. Muitos objetos de artesanato, sombreros, roupas e outras lembrancinhas para você trazer para o Brasil, e tenho certeza que você VAI QUERER TRAZER! É tudo barato e ainda dá pra negociar. Vejam as fotos e tirem suas conclusões: E já que estamos falando de CORES, vamos falar da Casa Azul da Frida. O passeio que eu mais queria fazer e esperava ansiosamente era visitar a Casa Azul, onde morou Frida Kahlo, artista que admiro muito por sua arte, história e personalidade. A Casa Azul (que hoje é um museu) fica no bairro de Coyoacan (rua Londres), fácil de chegar através de metro. Foi incrível estar lá, simplesmente assim. Lá estão expostos alguns quadros e desenhos da Frida, fotos e cartas. Nos cômodos da casa pode-se ver de pertinho a famosa cozinha mexicana dela, seu material de pintura (o mais emocionante de tudo para mim!), suas camas com espelhos (para que ela pudesse pintar seus autoretratos quando estava muito doente e passava meses deitada) e outros objetos pessoais de Frida. Além de poder ver de perto coisas super interessantes, a casa em si é linda. É bem grande, com um lindo jardim no pátio central da casa, onde inclusive tem uma réplica de uma pirâmide asteca. Foi incrível estar lá, fiquei realmente emocionada de finalmente poder realizar esse sonho Agora, XOCHIMILCO: este foi um dos passeios mais animados da Cidade do México. Fui com meus novos amigos mexicanos (Leti, Zayda, Chava e um casal de noivos que conheci lá na hora) passear de barquinho em Xochimilco, com direito a muita tequila, música mexicana ao vivo e gargalhadas! O bairro fica na Cidade do México e é fácil chegar lá de metro e trem, é um bairro simples, quando cheguei já pude fotografar uma feira de rua que estava tendo por ali e depois fomos na região onde fica o rio com os famosos barquinhos coloridos. E aí foram três horas de passeio, mais ou menos… Comi deliciosas quesadillas de pollo (que para minha surpresa não vinham cheias de pimenta como a maioria dos pratos mexicanos). A companhia dos meus amigos mexicanos foi incrível, eles eram super animados o tempo todo, brindando com tequila, cantando as canções tradicionais com os mariachis e dançando muito também. Imagina se não saímos todos borrachos (bêbados) desse passeio? Mas o negócio é o seguinte: NÃO VÁ SOZINHO. Além de correr o risco de ser perder pelas ruas, você não vai querer fazer esse passeio de barco sozinho. Esse lugar é para curtir, beber, rir, dançar e comer. Além de ficar muito caro o passeio, pois os barcos tem prexo fixo independente se vão 2 ou 10 pessoas. Nos juntamos com um casal que estava lá (mentimos dizendo que eles eram nossos familiares hahaha) e conseguimos fazer o barco ficar mais barato, não me lembro quanto custava ao certo, sei que era algo como mil e poucos pesos. Se estiver sozinho na viagem, pegue uma agência ou vá com o hostel para esse passeio, não deixe de ir a Xochimilco! Se fui levada ao México com curiosidade pelas cores e pelas caveiras, esse foi o passeio em que vi algumas caveiras de verdade. O Museu de Antropologia da Cidade do México é enorme e você tem que separar um dia só para ele. Eu e minhas amigas pensamos “ah, que nada… dizem que dura o dia inteiro o passeio porque as pessoas ficam observando por meia hora cada peça do museu, mas a gente não é assim e vai ser bem rapidinho”…só que não. No fim das contas também ficamos “meia hora” observando cada peça, hahahaha! É incrível mesmo! Nunca tinha ido num museu tão legal e tão caprichado. Ele tem um monte de salas, divididas por períodos e civilizações, e dentro de cada sala tem centenas de peças, é impressionante. Vimos toda a parte inferior e depois paramos para almoçar lá dentro do museu mesmo, onde tem um restaurante que tem buffet (de comida mexicana…) e uma área externa que fica dentro de um jardim no próprio museu, muito gostoso de almoçar. E depois fizemos a parte superior do museu (tem dois andares) que era mais de artesanatos, rituais e diferenças dos povos indígenas mexicanos. Bem legal meeeeeesmo! Continuando com a parte histórica, vamos agora à Teotihuacán. Aquela coisa né, visita obrigatória. Ir até lá e não visitar o sítio é patético hahaha... Pegamos um onibus NADA A VER para ir até lá. Fomos até a rodoviária mas acabamos entrando num onibus podre e clandestino HAHAHA (sei lá o como aconteceu aquilo). Onibus caindo aos pedaços, motorista velho que dirigia mal e colocou um cd de música sertanejo-mexicana HORRÍVEL e estridente, no volume máximo. Resultado: cheguei em Teotihuacán morrendo de dor de cabeça e de RAIVA. haha... nem tenho muito o que falar sobre isso, foi algo surreal mesmo. Tentava dormir mas não conseguia, foi um pesadelo. Enfim!!!! Teotihuacán é legal, mas cansei um pouco. Só subi na pirâmide do Sol, que é maior, chegando lá em cima fiquei desanimada... um monte de crianças com os pais correndo pra lá e pra cá, umas barreiras de contenção nada a ver que deveriam servir para segurança mas só servem pra poluir a paisagem. Aí cansei de tanto andar porque é ENORME e o Sol permanece torrando a cuca o tempo todo, vendo pedras, pedras e mais pedras... ãã2::'> É claro que vale a visita, haha sério! Mas confesso que depois de ter visitado Machu Picchu (sei que não tem nada a ver comparar, mas né... ) eu fiquei meio desanimada de ir a Teotihuacán. Almocei por lá mesmo uma comida bem boa e depois peguei onibus pra voltar pra Cidade do México, se não me engano os onibus saem de 30 em 30 minutos (ou 1 hora, não lembro mais! ). No meu primeiro dia na Cidade do México encontrei uma dupla de brasileiros estudantes no México e fiz amizade. Eles me convidaram para ir com eles à Puebla e topei. A cidade fica cerca de 2 horas de distância da Cidade do México, indo de ônibus. É uma cidade com centro histórico bem lindo cheio de casas antigas e foi onde pude provar o famoso Mole Poblano, que é um prato mexicano feito de chocolate, basicamente era uma coxa de frango com muito molho de chocolate hahahaha! Acreditem, eu comi (apesar de não ter gostado). Passei uma tarde em Puebla, que foi muito agradável, para começar a viagem com o pé direito! Na verdade eu me perdi dos amigos brasileiros e fiquei rondando o centro histórico da cidade, visitei um museu e depois peguei um taxi para ir até a rodoviária. A cagada é que era PÁSCOA e todas as ruas estavam fechadas para passar a procissão cristã... ai gente, sério... me deu até um desesperto. Me perdi nas ruas e por sorte conversei com uma mulher que trabalhava no museu e ela gentilmente chamou um taxi pra mim, porque não passava nenhum carro na rua, nem onibus. O taxi demorou a chegar mas veio e pude voltar pra rodoviária. Parece mentira, mas não é! No restaurante onde fomos almoçar o Mole Poblano estava passando CHAVES! hahaha demais! [t1]Sobre a comida mexicana:[/t1] Comi muito fast-food na Cidade do México, mas vou explicar o por quê de tanta comida de lanchonete: geralmente quando eu viajo eu experimento a comida local e a última opção são as fast-foods, mas no México eu me rendi a elas. A comida lá é realmente oito ou oitenta. Ou você come um arroz com frango totalmente sem sal, que parece que esqueceram de temperar a comida, ou sua garganta arde com tanta pimenta (que eles colocam em tudo, até em frutas). A comida mexicana não é igual a que comemos nos restaurantes mexicanos do Brasil, a tortilha tem um cheiro e um gosto muito fortes que eu (e as amigas brasileiras) não gostei muito. Eu tentava comer, mas foram poucas vezes que saí feliz e satisfeita de um almoço mexicano. Não vou dizer que a comida é ruim, porque isso é uma questão cultural. Mas voltei morrendo de vontade de comer um bom prato de arroz, feijão, uma saladinha e carne! [t1]Sobre o clima mexicano:[/t1] Seco. Minha pele ficou totalmente diferente, inclusive sairam umas espinhas muito estranhas ao redor do nariz, não sei se pela alimentação ruim ou o clima... Em Abril estava quente, e infelizmente fui de calça jeans e tênis. De manhã e à noite faz mais frio, durante o dia e a tarde o Sol permanece radiante. [t1]CUIDADO com as bebidas:[/t1] Numa noite fomos visitar a plaza Garibaldi, onde ficam CENTENAS de mariachis reunidos esperando você pedir uma música por alguns pesos. É uma praça não muito segura de noite, tem um povão mexicano que vai lá encher a cara de tequila e comer uma carne grega com tortilhas haha... vale a pena conhecer porque é bem regional. Maaaaaaassss... nessa noite tive uma experiência um tanto quanto assustadora. Compramos um pack de cervejas numa lojinha de conveniência e fomos pra praça, tomamos algumas cervejas, comemos, ouvimos musicas, dançamos e estávamos felizes retornando ao hostel à pé, lá por 23h, eis que uma viatura da polícia nos pára. (as viaturas da cidade do méxico são super equipadas, tudo poderoso) A policial pede nossos documentos, já fui entregando... me cagando de medo do que estava acontecendo, aí ela diz "vocês não. só a menina da cerveja"... NÃO PODE BEBER ALCÓOLICOS NA RUA!!!!!!!!! Ninguém sabia disso. Minha amiga mexicana foi presa e levada na viatura. Eu e a brasileira (coitada, Luana tinha acabado de chegar na Cidade do México hahaha) ficamos no meio do centro histórico numa noite MEDONHA. Saímos praticamente correndo em direção ao hostel... uns caras mal encarados na rua, mendigos e etc... Quando chegamos no hostel, sem acreditar no que tinha acabado de acontecer, deu mais uns 5 minutos e EIS QUE A AMIGA MEXICANA VOLTA TODA FELIZ DIZENDO QUE PAGOU UM "POR FORA" PROS POLICIAIS E VOLTOU DE CARONA COM ELES PRO HOSTEL. AHAHAHAHA foi bizarro!!! Mas serve de lição: se a polícia te pega bebendo alcóolico na rua você vai preso ou deve pagar uma multa de mil e poucos pesos. SHOW! [t1]Conclusão:[/t1] Aproveite a Cidade do México! Tome tequila, cervezas, experimente as comidas bizarras, as frutas com pimenta e os altos níveis de pimenta hahaha . Perca horas dentro de museus, converse com os locais, eles são muito simpáticos e animados. Cada lugar tem suas peculiaridades. Eu voltaria com certeza à CIDADE DO MÉXICO. ARRIBA MUCHACHOS! [t3]ACESSEM MEU BLOG PARA VER MAIS FOTOS DO MÉXICO E DE OUTRAS VIAGENS: http://urban-queen.org/?page_id=1371[/t3]
  6. Galera tenho uns videos da Bolívia pra mostrar aqui... Aqui foi no início da subida pro Chacaltaya, onde o onibus vai só até um ponto, aí descemos do onibus e começamos a andar... https://www.facebook.com/video/video.php?v=2769812738209 (abre no Facebook) Este vídeo é um pouquinho mais pra frente do começo da subida no Chacaltaya... onde eu ainda estava com meus amigos e existe uma "estrada" de neve pra subir: http://youtu.be/NZqt0yp1lAU Fiz um vídeo de 10 segundos (nossa hein hahaha!!!!) da subida no Chacaltaya... no momento que eu fiz esse vídeo eu estava no meio do caminho da montanha, entre a neve e as pedras soltas... uma parte dos meus amigos tinha subido já e a outra estava pra trás... então nessa parte do vídeo eu tava sozinha mesmo, no meio do nada hahaha.. e aí eu falava sozinha tbm haha.... Eu ia fazer um vídeo descente, mas a camera filmou só 10 segundos porque a memória tava cheia. Mas dá pra ter uma (rápida) noção do vento e do solo do lugar... hahahaha foi mal a rapidez do vídeo http://youtu.be/igNv3VfA3fs E este último foi no Vale de la Luna, quando vimos o tiozinho boliviano lá longe tocando flauta, eu tive que gravar... percebam o silêncio do lugar e o som da flauta... ele tava longe, por isso o som ficou baixo, mas aumentando o volume da pra escutar bem!!! https://www.facebook.com/photo.php?v=2770436353799 (abre no Facebook) Espero que gostem!
  7. brunacapraro

    BLOG CULTURAGEM

    pé na estrada + olho no mundo + cabeça na cultura http://culturagem.wordpress.com
  8. brunacapraro

    relato Curitiba e Morretes - Relato de viagem

    Pessoal interessado em visitar Curitiba, montei recentemente um blog com dicas da cidade. É simples, mas acho que contém informações bacanas pra quem quer visitar Curitiba. Aliás, o blog não é só sobre Curitiba, é também sobre viagens no geral. Mas como está no início, por enquanto estou postando sobre a minha cidade Dêem uma olhadinha por lá! http://culturagem.wordpress.com
  9. Então KillUiu, eu não fiz a trilha inca, fiz a Salkantay, que dizem ser mais difícil. Mas a trilha inca deve ser muito bacana, eu gostaria de fazer também. Acho que vale a pena, viu? Eu não fiz o Salar, mas espero fazer em uma outra vez, quando for pro Chile eu acho.
  10. Lupao, o mais frio que passei foi na primeira noite, pois o acampamento ficou no "pé" da montanha nevada. Aí foi frio meeeeeeeesmo, não teve como se esquentar. E olha que até rolou um Pisco pra tentar esquentar hahaha não adianta... jaqueta, isolante, saco de dormir, frio mesmo, sabe aquele frio que pega no osso? hahahaha... Mas foi só esse dia também, o resto pegamos frio mas não foi aquela coisa insuportável da primeira noite. KillUiu, valeu!! Inclui sim, o passeio é interessante!
  11. Que bom que gostaram do relato Então quanto à trilha Salkantay... eu e meus amigos (fomos em 5 fazer a trilha + o resto da galera desconhecida que foi junto) fechamos o pacote da trilha assim que chegamos em Cusco, fui em alta temporada (Julho) e fechei com a agência lá mesmo. O que acontece é que para a trilha INCA há necessidade de reservar com meses de antecedência, mas a Salkantay não precisa. Foi super tranquilo para reservar, e em Cusco existem muitas agências oferecendo isso. Agora, é aquela coisa... você vai pesquisar preços pelas agências, ver se confia na cara do peruano que está te oferecendo o pacote hahahaha e se for fechar com a agência "X", vai ter que jogar na mão de deus e confiar na agência. Com a agência que nós escolhemos deram alguns problemas (dica: foi a agência que fica no hostel Chaski). O cara que vendeu o pacote para nós falou uma coisa, falou que ia ter certas coisas que depois na hora H não tinha! E aí a gente teve que se estressar pra resolver as coisas em cima da hora, bem chato. Mas como íamos saber, né? Fora o rolo que deu, o resto foi muito bom. Tinham dois guias um bem chato (que colocava a galera para baixo às vezes, dizendo, por exemplo, que não conseguiríamos chegar no tempo certo no acampamento para almoçar e que assim ficaríamos sem almoço (??? que tipo de guia faz isso hahahahaha ???)) e em compensação um outro bem bacana que ajudava muito a galera e foi um ótimo guia em Machu Picchu. Paguei US$ 160 para fazer a trilha Salkantay. Meus amigos que tinham a carteirinha de estudante pagaram US$ 140. Com acampamento tudo certinho (só o banheiro que era UÓ hahahahaha um buraco no chão à céu aberto, enquanto que no acampamento vizinho eles tinham um banheiro de verdade, com vaso sanitário e tudo que tem direito - que inclusive eu fui na calada da noite tentar usar escondida hahahaha e levei uma bronca mas po, usar o banheiro do meu acampamento à noite era pedir pra pisar em falso, escorregar e cair de bunda em um chão não muito limpo, se é que vocês me entendem...), as refeições eram fartas também, disso não tenho do que reclamar. O hotel que ficamos em Aguas Calientes era bom (banho quente é um milagre depois de 4 dias sem tomar banho hahahaha). Agora, uma curiosidade sobre a trilha (que descobri de um jeito bem ingrato): quando o cara da agência explicou o trajeto da trilha e o que enfrentaríamos no caminho, ele disse basicamente o seguinte: "O primeiro dia é tranquilo, vocês chegam na cidadezinha tal, tomam café da manhã e vão caminhar tantos km até o acampamento para almoço. Depois caminharão mais até o acampamento para dormir. O segundo dia é puxado, boa parte é subida. Vão preparados para o frio, porque durante a trilha toda faz frio." Beleza né... fui com a minha cabeça feita de que era frio e o segundo dia era subida. Bom, saímos de Cusco de madrugada rumo à cidadezinha de partida da trilha, tomamos café e beleza. Começamos a trilha. Cara, foi desesperador. Fazia um calor de uns prováveis 30ºC no primeiro dia, que tinha MUITA SUBIDA!! E aí eu pensei: "Me ferrei, o cara falou que o primeiro dia é fácil e que é o segundo dia que tem subida, que p*rra é essa?". O primeiro dia era caminhar em estrada de chão, com um calor do inferno (imaginem que fui preparada para o frio... segunda pele, fleece, jaqueta ), umas subidas BIZARRAS no meio da mata, nas quais o piso era uma lama preta escorregadia e funda. Foi assustador aquilo porque nunca niguém tinha avisado do calor que faria. E aí eu tinha que tirar a roupa em excesso e pendurar na minha mochila, o que dificultou a caminhada. Então considero essa uma dica muito amiga, porque eu queria muito ter sabido disso antes hahahaha! Aí a noite do primeiro dia é nessa foto que tem a montanha nevada atrás com as barracas na frente, é BEM FRIO . A temperatura muda radicalmente, e a paisagem também. O segundo dia realmente foi mais difícil que o primeiro. Saímos cedão do acampamento para subir a Salkantay... aí a caminhada começou numa friaca, e a altitude começa a pegar mais, mas nada que uma folha de coca não ajude (muito!). O segundo dia, para mim, foi o mais legal. A subida na montanha é linda demais, o caminho é meio escorregadio e perigoso porque existem alguns momentos em que existem uns penhascos que o guia fala que é para tomar cuidado, porque enquanto você caminha os burros de carga passam junto com você, e se você estiver do lado do penhasco na mesma hora que o burro for passar, tome cuidado de ficar do lado certo porque corre o risco de escorregar e cair. Mas o segundo dia é lindo, caminhar entre as montanhas nevadas, depois de uma parte da subida se chega em um laguinho semi-congelado lindo para descansar... depois é mais subida (carregando uma pedra para, lá em cima, fazer o ritual de Pachamama). Dica importante aqui: nessa hora é bom alugar aquele bastão para ajudar na caminhada, porque tem partes em que a neve é alta, fofa e escorregadia na subida, aí o bastão ajuda muito! E depois da subida até os 4.600m de altitude, começa uma descida. Aí também foi surpreendente hahahaha... É o seguinte, o guia falou, tranquilão: "Agora vamos descer para almoçar." O que você imagina? Que vai descer um pouco e já já vai almoçar, né? ERRADO. Começamos a descer e a paisagem mudou COMPLETAMENTE. Agora era uma decida super íngreme, cujo solo era praticamente areia e muitas pedras pequenas soltas, num caminho íngreme e sinuoso. Beleza né, aí você pensa: descida, fácil! Começa a descer, descer, descer... e vê lá longe uma cabaninha! E aí você pensa "Ufa! Ta lá o acampamento pro almoço e descanso." Aí você chega no acampamento e um peruano te diz que "Não, este não é o seu acampamento." COMO ASSIM? e o seu guia responde, apontando pro horizonte: "Ta vendo aquelas cabanas lá longe? Esse é o nosso acampamento." aí você vê LÁ LOOOOONGE uns pontinhos brancos e dá risada de nervoso . Hahahahaha! Foi inacreditável, e foi aí que eu descobri que prefiro subir do que descer. Descemos correndo e levando tombos devido a areia com pedra solta, e às vezes vinha um monte de burros subindo e aí tínhamos que parar para dar passagem. E aí o guia aparece e diz: "Vocês não vão conseguir chegar à tempo para almoçar." Quando ele disse isso comecei a acelerar ainda mais o passo, tomando cuidado para não cair. Eu ria de nervoso e caminhava, esperando chegar logo naquele pontinho branco. Foi algo surreal hahahaha... Chegamos quase no final do almoço, comi super rápido o macarrão que já estava gelado. E aí o guia deu a intrução: "agora desceremos mais algumas horas para chegarmos no acampamento para durmir." e aí eu pensei: "há, eu vou sair antes de todo mundo porque eu tenho certeza que vou ficar pra trás." porque tinham uns gringos e franceses que eram MUITO rápidos (não sei como, juro!). Dito e feito, saí antes de todo mundo, andando rápido na descida, e a paisagem novamente mudou completamente. Agora a gente caminhava em um caminhozinho estreito de areia, ao lado uma ribanceira profunda que continha um rio lá embaixo e do outro lado uma montanhona verde. É impressionante como a paisagem muda drásticamente na Salkantay, isso é bem interessante. Começamos a descer num ritmo bom, e mantive o ritmo até o final. O que foi complicado nessa descida é que certos pontos do caminho tinham pequenas cachoeiras que deixavam o solo cheio de lama, imaginem isso numa descida. E você correndo contra o tempo, porque o céu iria escurecer em breve. E fazer aquela trilha de descida íngreme na lama, no escuro, do lado de um precipício, não ia ser muito bacana. A gente não aguentava mais tanta descida, foram umas 5 horas de descida direto nesse dia. Por sorte cheguei no acampamento antes de escurecer. Acho que é isso que tenho que dizer sobre a trilha... essas são as dicas importantes que eu me lembro. Se tiver mais dúvidas é só perguntar
  12. Este é o meu relato (sendo postado com muito atraso) do mochilão que fiz em Julho de 2011, para Bolívia e Peru. Desculpem a falta de informações de preços, horários e etc... Demorei muito para postar e então não me recordo exatamente. Mas se surgirem dúvidas, postem que talvez eu recorde Espero que gostem! Quando cheguei na rodoviária de Santa Cruz me dei conta de que estava na Bolívia quando vi a grande muvuca de carros, pessoas no mercado de rua, as cholitas (mulheres de chapeuzinho e saias) vendendo sanduíches suspeitos e folha de coca. Pegamos um onibus para La Paz, 18 horas depois chegamos e fomos direto para o Mercado de las Brujas, onde as mulheres vendem amuletos e os bizarros fetos de lhama! Logo no segundo dia em La Paz, sem nem ter tempo para nos acostumarmos com os 4 mil metros de altitude, fomos subir o Chacaltaya. Emocionante foi ver neve pela primeira vez, ainda mais numa paisagem tão exuberante quanto essa. Esse foi sem dúvida um dos momentos mais marcantes de toda a viagem. Na ida, de onibus comum, vimos lhamas e bonecos de neve. Subir a montanha foi algo surreal para mim. O mal de altitude pega a gente, mas mastigar as folhas de coca ajuda a aguentar a subida com muito vento gelado, pedras escorregadias e cansaço físico. Começamos a subir todos juntos, quando me dei conta estava subindo sozinha, alguns ficaram para trás e outros já estavam lá em cima. Visitei também o Valle de la Luna, um lugar muito bonito em La Paz. Tive a maravilhosa surpresa de ver um homem boliviano tocando flauta do alto de uma rocha. Momentos especiais de reflexão aconteceram muitas vezes nas paisagens da Bolívia. Em Tihuanaco, além de visitar o sítio arqueológico impressionante, aproveitei também a paisagem do lugar, entre as montanhas e um céu azulão com sol, muito bonito! Além de fazer a minha primeira refeição de comida típica, sem medo de ser feliz (ou de passar mal do estômago). Foi triste dar adeus a La Paz, cidade muito interessante. Pegamos um onibus para Copacabana, onde iríamos ver o Lago Titicaca pela primeira vez. Depois de uma péssima viagem em um onibus velho que balançava demais e me rendeu uma dor de cabeça chata, chegamos em Copacabana com chuva e tempo feio. O desanimo logo tomou conta de todos, mas em questão de poucas horas o tempo virou, o Sol saiu e vimos um lindo por do sol na beira do Titicaca! Copacabana é uma cidade muito divertida e acolhedora, vale a pena passar um tempinho lá! No dia seguinte pegamos um barco para a Isla del Sol, onde desembarcamos na parte norte da ilha. Passamos o dia caminhando pela trilha, subindo e descendo morros e vendo a imensidão do lago Titicaca. Chegamos no lado sul da ilha de noite, perguntamos a uma nativa onde havia um restaurante, pois não enxergavamos nada na escuridão do povoado. A mulher nos levou em uma casinha simples de chão batido e teto de palha, onde uma família de pessoas simples estavam fazendo pizzas caseiras, era lá mesmo que iríamos comer depois de um dia inteiro caminhando! Fomos presenteados com a atenção especial da família e uma pizza vegetariana e havaiana deliciosa, provavelmente a melhor refeição de toda a viagem! Na manhã seguinte fizemos uma trilha para pegar o barco de volta para Copacabana. Lá pegamos um onibus rumo a Puno, nos despedindo da Bolívia. A Bolívia foi o lugar mais mágico que já visitei. Depois de ter visitado a Bolívia, cruzamos a fronteira para o Peru. A primeira cidade que visitei foi Puno, onde o trânsito é caótico, em cruzamentos a lei é: passa quem buzina primeiro! Pegamos um barco e fomos visitar as Ilhas Flutuantes de Uros, onde vivem um povo diferente. Dessa planta chamada Totora eles constroem a ilha, que chega a durar 50 anos, e também se alimentam da planta. Seguimos para Cusco, e de lá fazíamos passeios turísticos ao redor da cidade, visitando sítios arqueológicos e outras curiosidades. Uma delas foi visitar um povoadinho cheio de cholitas (mulheres com vestes folclóricas) onde uma delas explicou como era tingida a lã que elas usavam para fazer casacos, gorros, etc. Elas usam materiais naturais como milho roxo, folhas, flores, sangue de inseto, entre outros. Também vimos uma cholita criadora de lhamas, e as lhamas não cospem na gente, como diz a lenda! Uma coisa interessante que notei foi a diferença entre as cholitas, em vários lugares que fomos vimos diferentes tipos de vestimentas e costumes, muito legal! Aproveitamos para descansar bem pois no dia seguinte (ou melhor, na madrugada seguinte) iriamos partir rumo à Trilha Salkantay, que duraria 4 dias, até chegarmos em Machu Picchu. Na foto eu e minha amiga Luiza aproveitando os snacks do Peru, chocolate Sublime e Inka Cola, um refrigerante que é feio mas é gostoso O primeiro dia de trilha foi difícil, fazia muito calor e andamos (ou melhor, subimos) em meio a paisagem de floresta tropical. No segundo dia a paisagem muda completamente, passando para montanha nevada e depois um terreno arenoso e com muitas pedras. Muitas vezes o cansaço vencia o corpo e o medo tomava conta da mente. O corpo dói, às vezes surge um choro de desespero, às vezes um choro de alegria. Mas apesar de tudo isso vale a pena se colocar em teste, pra se conhecer melhor, e isso acontece. E também tem a questão de ficar sem tomar banho durante 3 dias, onde você deixa de lado a vaidade, o espelho, a maquiagem então nem se fala! O belo passa a ser visto nas paisagens e no esforço. Dormíamos cedo e acordávamos cedo com o cozinheiro do acampamento gritando "Té de Coca!" (o chá da folha de coca, a qual mascávamos durante as caminhadas rumo ao topo da montanha para aguentar a altitude), tomávamos café da manhã e continuávamos a caminhar. Na primeira noite tomamos uns goles de Pisco pra ver se vencia o frio, mas nem isso adiantou. No último dia dormimos em Águas Calientes, cidade que fica ao lado de Machu Picchu. Aí tivemos banho quente e cama. Na madrugada seguinte acordamos e pegamos o onibus até Machu Picchu. A fila para entrar era imensa! A cidade antiga é linda, cercada por montanhas. Passamos algumas horas descobrindo a cidade e de noite voltamos para Cusco. Cusco é uma cidade muito interessante, e bastante turística. Fomos no Mama África, bar onde só tem gringo. Tomamos Pisco Sour (muito bom!), drink feito de Pisco, clara de ovo e outros ingredientes. Ficamos em um hostal chamado Chaski, bem na Plaza de Armas. Vimos alguns protestos acontecendo em frente à catedral e também vimos um carnaval muito engraçado. A bandeira de Cusco é essa que se confunde com a bandeira gay. Sugestão: nunca compare a bandeira de Cusco com a bandeira gay na frente de um peruano, vai por mim, não é legal. Eu aproveitei um dia pra tomar café da manhã em um café de rua, pois não aguentava mais o tal café continental que é servido em todo lugar (pão ruim, manteiga, marmelada (geléia), suco de laranja (às vezes) e chá de coca), e tomei um café da manhã delicioso Como ainda me sobravam alguns dias para voltar para o Brasil, decidi ir viajar mais um pouco. Visitei as curiosas múmias de Nasca, que ficam em tumbas à céu aberto no meio do deserto. Aliás, Nasca é um lugar muito diferente de todos os outros que visitei. No meio de um vasto deserto vimos a segunda maior pirâmide do mundo, que ainda está sendo descoberta. Em Cahuachi existem vários montes de areia que escondem profundas pirâmides, esperando para serem descobertas. O povo de Nasca também construiu os aquedutos, que funcionam até hoje, com 2000 anos de idade. Perto de todas essas curiosidades, as famosas linhas de Nasca até perderam a graça. Mas é interessante visualizá-las do topo do mirante e notar que elas seguem pelo horizonte sem fim! Depois de Nasca seguimos para Pisco, uma cidade litorânea muito feinha, que serviu só para dormirmos. Na manhã seguinte fomos para Paracas e fizemos o passeio de barco pelas Ilhas Balestras, que foi surpreendente. Avistamos milhares e milhares de pássaros de diferentes espécies dominando as ilhas. E para dar graça ao passeio, os leões marinhos que se espreguiçavam nas pedras da ilha, muito engraçados! Saindo das Ilhas pegamos um guia que nos levou em uma bodega de Pisco super antiga, onde vimos como era fabricada a bebida e provamos um pouco de cada uma (que não era nada boa haha). O interessante mesmo foi admirar o lugar, cheinho de objetos antigos pendurados em todas as paredes e no chão vários barris de barro, contendo muito Pisco! Saímos da bodega borrachos (bêbados) e fomos para Huacachina, um oásis no meio de dunas impressionantes! Fizemos sandboard (e levei um tombo fenomenal, o que rendeu boas piadas depois) e depois curtimos o restinho do dia no oásis. Pegamos um ônibus rumo à Arequipa, a cidade branca do Peru (esse nome foi dado por causa das construções feitas de pedra vulcânica branca que dão a cor à cidade). Fiquei surpresa de ver como a cidade é bonita. Passeamos pelo Mosteiro de Santa Catalina, uma cidade antiga dentro da cidade de Arequipa. Cheio de jardins floridos e os "apartamentos" antigos. Depois passeamos pela Plaza de Armas (muito bonita!) e descobrimos um café com terraço vazio, onde tomei uma taça de vinho Na madrugada seguinte (mais precisamente às 2am ) pegamos uma van rumo ao Canyon del Coca, onde chegaríamos lá pelas 8h da manhã para avistar os condores voando. Não gostei desse passeio, as 5 horas de viagem foram torturantes, o calor, o balanço frenético da van na estrada de chão não foram nada agradáveis misturados com a minhas dores de cabeça, garganta e costas ãã2::'> . Quando finalmente chegamos no Canyon o número de turistas era tão grande que mal consegui avistar os condores voando . Aí perdeu o encanto e eu já estava de saco cheio, desejando ter ficado em Arequipa. A única coisa legal do passeio foi ter tirado foto com uma ave domesticada ( ), tadinha. Depois voltei para Cusco, onde passei somente mais um dia e retornei para o Brasil. Com saudades do Peru, de tomar banho gelado, ver várias paisagens diferentes, superar meus limites, me conhecer melhor. Valeu a pena!
  13. brunacapraro

    relato Curitiba e Morretes - Relato de viagem

    Oi gente, sou de Curitiba e já fui muito pra Morretes (especialmente quando era criança, porque meus avós moravam lá) e recomendo pra quem visita Curitiba. O passeio de trem é muuuito bonito, recomendo ir de onibus pela estrada da Graciosa (R$16,00, sai às 7:45h Domingo) no verão ou primavera, quando a estrada fica cheeeia de hortênsias, lindas! E ai dar um giro pela cidade (que é super pequena hahaha) e almoçar barreado (o nome e aparência não são grandes atrativos haha mas é gostoso, acreditem!) com banana. Pra quem gosta de caminhar aí vão umas dicas: fim de semana passado eu fui com um amigo e peguei a estrada da América (atrás da estação de trem, uma rua que tem uma caixa d'água bem grande, que depois vira estrada de chão). Caminhamos cerca de 2 horas e depois ficamos aproveitando um pouco o rio (ele beira todo o caminho). Depois voltamos pra pegar o trem de volta para Curitiba, que passa por paisagens belíssimas! Outra sugestão é fazer rafting em Antonina, por R$ 45,00. Bem bacana. Em Morretes dá pra fazer muita coisa, por incrível que pareça! hahahaha vejam aqui: http://www.calangoexpedicoes.com.br/br/atividades.php Pra quem gosta, experimente as balas de banana que são vendidas nas barracas na praça no Domingo. Vejam as fotos do passeio em Morretes e as paisagens do trem:
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