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Luka Izzo

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Tudo que Luka Izzo postou

  1. A primeira vez que fiz o Pico dos Marins, cheguei lá em cima arrebentado e com a língua de fora. Exausto, olhei ao lado e encontrei com um montanhista de 72 anos, tranquilo já preparando para descer..... Vixi.... tadinho de mim! kkkkkkkkkk
  2. kkkkkkkkkkkkkkkkkk... Na Pedra da Mina fiz até amizade com um cãozinho que foi desde o Paiolinho até a metade do caminho com a gente!! Colocamos o nome dele de "Snoopy" rss.... tá bãoooooo fazer amizade na trilha né? rsssssss
  3. É verdade, amigos!!!!! Inexplicável esse amor!!! PS: já passei por inúmeros perrengues e dificuldades, mas jamais vou me esquecer do sofrimento que foi chegar ao cume da Pedra da Mina! rsss.... Pensa num morro que tira o couro da gente! kkkkkkkk Abração brotherssssssss!!! Bons Ventos pra vocês!!!
  4. Quem nunca ouviu o ditado, ‘quem vê cara não vê coração’. Essa frase é excelente para traduzir as lutas, dores e dificuldades de uma conquista. Para o amor, não existe montanha alta o bastante, não existe caminho difícil demais, não existe desafio impossível, não existe um horizonte que não possa ser alcançado. Muitas vezes retratada e imortalizada diante um click de uma câmera, a alta montanha se assemelha ao amor. Não vou neste modesto texto desfocar o que disse o consagrado George Mallory que, ao ser indagado por qual motivo ele buscava o cume das montanhas, respondeu de forma simples e clara: “Porque ele está lá”, mas produzir uma metáfora com o tão buscado e verdadeiro amor. É tudo muito lindo quando fotos são postadas nos bastidores do Facebook, muitas delas nas alturas, a dezenas de graus célsius abaixo de zero, quilômetros acima das nuvens. Um difícil click que, muitas vezes, foram necessárias semanas de preparo, dias de aclimatação e uma caminhada árdua e que colocou a própria vida do protagonista em risco. Pelo caminho, muito além de flores, cenários deslumbrantes e pássaros, foram encontrados precipícios, temperaturas extremas, e as gretas traiçoeiras, que são as fendas no gelo, que podem ter dezenas de metros e que ficam encobertas por uma camada fina de neve, ocultas como um alçapão à espera do montanhista descuidado. É pisar, cair e morrer. Sim, muitas fotos trazem consigo o renascimento e a oferta de uma nova vida. O frio também cobra seu preço. Mesmo ‘mumificado’ com roupas especiais, temperaturas que podem chegar a 70 graus negativos costumam acometer as extremidades do corpo, sendo pontos vulneráveis os dedos e o nariz. Da mesma forma exemplifico o amor. Existem pessoas que nunca ousaram subir alto, admiram fotos e reportagens sobre a alta montanha e jamais se imaginam enfrentar tamanho desafio. Existem também os persistentes, insistentes e desafiadores, que enfrentam desafios para trazer para casa suas conquistas. Existem também aqueles que se contentam apenas em observar de camarim e aqueles que estendem uma toalha aos pés das altas montanhas, sem pretensão alguma de escalar. Seja lá a forma que você se enquadra, todas as opções refletem a busca pelo amor. Cada um em uma forma específica. Mas é aí que paramos para pensar, será que nos esforçamos de forma suficiente para encontrar o amor? Até onde preciso subir para que esse encontro se efetive? Por vezes, estamos no pé de uma montanha e lá estacionamos. Estagnados, permanecemos à espera do amor que pode estar poucos metros acima. Nos iludimos e nos conformamos com o fácil, acreditando que já estamos alto suficiente para encontrar o amor. O caminho do amor não se apresenta de forma fácil, muito pelo contrário, é árduo, perigoso e tal encontro não acontece por acaso, sem que você pare de sentir suas extremidades ou que sua respiração esteja beirando o impossível, diante o ar rarefeito e o despreparo para ver o que realmente o amor tem a lhe mostrar. Caminhos para o cume são vários e é você quem escolhe o que mais lhe convém, porém, visão do alto você não muda, existe apenas uma. Eu já estive lá em cima. Mas o que poucos, ou que quase ninguém sabe, é que por vezes quase não voltei. A neve faz o caminho desaparecer e, sem uma orientação eficiente, o seu retorno pode jamais acontecer. E lá está você, no alto da montanha, à espera do momento único de encontrar o seu amor. Sorriso no rosto ao perceber que superou adversidades e obstáculos que pareciam intransponíveis e, de repente, do nada, quando tudo parecia lindo, uma avalanche te surpreende. Você fica praticamente sem chão e seus pés tremem em uma base instável e sem sustentação. Todo seu esforço parece ruir, sua luta em busca do amor parece que de nada valeu. E em minutos você desce desgovernado sem entender o motivo que está te levando para baixo. Ao abrir os olhos, você percebe que está novamente aos pés da montanha e que só lhe resta juntar os destroços e, quem sabe, fazer uma nova tentativa, talvez, em uma outra montanha, sem ignorar as condições geográficas, climáticas, os perigos mortais e desafios muitas vezes ocultos. Ironia do destino, por mais bonito que pareça ser, ninguém pode viver no cume, que é um lugar para escalar, contemplar, deixar registrado uma marca e marcar sua história, e então descer e se preparar para arriscar montanhas mais altas e ter novas histórias para contar. Sim, eu já estive lá em cima. Por algum tempo, mas estive. Talvez não na mais alta montanha da minha vida, mas já estive lá. Tenha a consciência que você pode até mover montanhas e para isso precisa começar carregando pedras pequenas. Não espere a perfeição de imediato, pois essa é uma montanha que muitas vezes levará toda uma vida para ser escalada, um pouco a cada dia. Siga seu caminho, para o alto e avante. Lembre-se, nós não tropeçamos nas grandes montanhas, mas nas pequenas pedras. O amor realmente é uma montanha, e eu perdi o medo de altura. E por mais que saibamos que o cume é apenas um lugar de visitação, em uma destas aventuras podemos encontrar o amor bem lá no alto, em um lugar lindo e quente, e contra toda a regra da vida façamos desse lugar um lar eterno. Leve com você o ensinamento do provérbio chinês: não importa o tamanho da montanha, ela nunca poderá esconder o sol de sua vida. Bons Ventos!!! Luka Izzo
  5. Oi Anna... Tudo começa com o primeiro passo. A gente, mesmo sem dinheiro, consegue viver momentos tão fantásticos como se tivéssemos milhões. O mundo está ao alcance de nossas mãos. Comecei assim, ralando e enfrentando dificuldades financeiras, restrito de bons hotéis, alimentação farta, de transporte e de praticamente tudo.... Já dormi em rodoviárias, praças e depois fui melhorando e passei a dormir em aeroportos kkkk ... Já comi comida barata, marmita, lanche em boteco de esquina e no exterior cheguei até a passar o dia com um pãozinho puro. Andei léguas de sonhos. À pé, de bike alugada, de busão (moooiitttooo), de trem, metrô e depois que aprendi que existem promoções aéreas incríveis, juntei umas moedinhas e comecei a voar mais longe. Comecei assim como a amiga relata... com o sonho de transpor fronteiras. Sair de minha cidade, do meu estado, sair do Brasil, sair do meu conforto e dessa nossa bolha, que infelizmente as dificuldades da vida nos condiciona. Mas depois de tudo isso, posso lhe dizer com todas as letras. Tudo valeu a pena e continuo nessa luta até hoje!! Gostei bastante de seu ânimo aventureiro e da maneira como expressa sua vontade de pegar a estrada, enfrentar desafios e de conhecer o país. Já tive oportunidade de viajar com amigos que tinham grana aos montes e que no fim acabaram estragando a minha viagem. Gosto do roots, da simplicidade, da não exigência de luxo e de facilidades. Vencer lutando contra dificuldades é extremamente mais gratificante que qualquer troféu que possa chegar nadando em facilidades e sem marcas de muito sofrimento e espinhos... Vai fundo, amiga. Espero um dia ter a oportunidade de te encontrar por esse mundão afora, sorrindo muito e dizendo: eu consegui!!!
  6. Boa ideia. Acredito que mesmo sabendo que não teria problema em viajar só com a passagem de ida, vale a pena esse investimento para evitar dor de cabeça! Faz uma busca e compra o trecho mais barato que você encontrar kkkk .. abração!!!
  7. Oi Vivi... Se o seu destino fosse a Europa você seria barrada já no embarque. Agora, quando o destino são países aqui da América do Sul, não há nada que proíba a compra da passagem aérea só de ida, mas geralmente o preço não compensa, porque passagem só de ida nunca entra em preços promocionais e por isso fica sempre mais cara que ida e volta promocional. Para países da América do Sul o controle é menos rígido e você consegue o embarque, porém, o fato de estar com passagem 'só de ida' vai provocar o "acendimento" da "luz vermelha" dos oficiais de imigração e dependendo do entendimento pessoal (às vezes pega um cara que não dormiu bem à noite) você pode ter sua entrada condicionada a uma compra do retorno no ato da entrada. PS: Comprei Quito (UIO) ida e volta com embarque no próximo dia 15 de agosto, com destino por terra à Pasto (Colômbia). Ida e volta paguei R$ 1.100 reais. Fiz uma pesquisa só de ida e ficou o dobro do valor que paguei ida e volta. Boa viagem!
  8. Além do Passaporte e do Visto válidos, o viajante também precisa de uma reserva de hotel para o período da viagem. abçs
  9. Não ouse em falar esse nome "Pedra da Mina"...... essa trilha arranca o couro da gente! DeuzolivreGuarde! kkkkkkkkkkk Brincadeiras à parte, o lugar é simplesmente maravilhosooooooooo e compensa todo e qualquer esforço!!! TMJ
  10. Não precisa ser uma Brastemppppppppppppppp Bear Grylls..... apenas noções básicas de sobrevivência já tá valendo, coisa que pouquíssimos tem e se metem a besta por aí kkk .
  11. Me contaram sobre esse ocorrido na Pedra da Mina. E esse não foi o primeiro e nem será o último. O mundo tá cheio de gente despreparada que acha que explorar picos, morros e montanhas é como passear no parque Ibirapuera. Pessoas sem o mínimo preparo, sem conhecimento de orientação e muitas vezes despreparadas e 'desequipadas' na questão de equipamentos e vestuários adequados. Vale também ressaltar a importância do conhecimento básico de sobrevivência, pois de nada adianta você ter preparo físico e estar devidamente equipado se não sabe lidar com as eventualidades e premissas da natureza, podendo ilustrar com a triste morte do "mountain racer" francês que morreu no Pico dos Maris recentemente. Ele tinha todo o preparo do mundo, mas não soube lidar diante alguma intercorrência e morreu de frio, sendo encontrado por um sitiante alguns dias após morrer. E assim caminha a humanidade! Vamos aguardar as cenas dos próximos capítulos!. Abçs.
  12. Luka Izzo

    Conexão em Pequim

    Olá amigo. Sim, dá tempo. Porém, sua visita às muralhas não vai poder ser como essa maravilha realmente merece, pois existem pontos quase que 'obrigatórios' e que ficam distantes da entrada. Mas mesmo que você fique pouco tempo já valerá a pena. Vai fundo, amigo. The Great Wall é LINDAAAAAAAAAA.... abçs.
  13. Na era da biometria, até transplante de rosto pode fazer que passa rs... Brincadeiras à parte... A foto é um dos itens utilizados pelos agentes na identificação, porém, além da foto existem as digitais, que confrontam qualquer alteração física do viajante. Boa viagem Wylliam!!
  14. Ola Renzo..... vai ser bem difícil você conseguir uma resposta se não explicar melhor como e onde serão suas viagens, porque cada segmento terá um local/forma de dormir/descansar. Se você já tiver alguma experiência, com exceção de alguns lugares considerados violentos, você vai poder dormir em praticamente todo lugar, principalmente aeroportos. Se for em trilha vai usar barraca, se for praia vai dormir na areia mesmo. Se for interestadual próxima vai para alguma rodoviária e se for aérea nacional ou internacional vai usar os aeroportos. Se quer algo mais confortável e com a possibilidade de um banho vai para um hostel, um hotel, airbnb ou até um sofazinho couchsurfing. abçs.
  15. A empresa pode até 'existir' na rede, mas desconfie.... Você pode até arriscar, mas eu jamais confiaria em uma empresa que figura com várias reclamações no "Reclame Aqui" e o pior.. não responde a nenhuma das reclamações. Outro ponto muito importante a ser levado em consideração..... as reclamações são todas recentes, ou seja, como bem sinalizou o Lobo Solitário, sintoma claro de cilada, heim Bino! rsss
  16. Oi Carol...... Não sei se existe amiga, porque eu criei o grupo mas hoje eu saí. Eu marcava trilhas praticamente todo final de semana, oferecia transporte free para todos de um ponto de referência até o local da trilha, compartilhava equipamentos de trilhas e até camping e tive a grata satisfação de fazer poucas mas boas amizades. Mas entre 50 participantes do grupo, só uns 3 ou 4 que interagiam e realmente estavam interessados em trilhas. O resto era tudo fala-fala, mi-mi-mi, nhém-nhém-nhém e cansou a minha beleza kkkkkkkkkk...
  17. Na expedição Kilimanjaro, só me lembro de ter usado óculos na caminhada na área de deserto, quando o sol estava forte... no resto nem lembrei que havia levado óculos....
  18. Montanhas na faixa de altitude do Kilimanjaro não oferecem alto risco a visão e qualquer proteção usual para o sol já serve para a escalada, principalmente porque a exposição ao sol forte acontece somente nos dois últimos dias de escalada, quando se enfrenta um descampado de características desérticas. Agora se formos tocar no assunto "Cegueira da Neve", que é a exposição do sol por reflexão, pior ainda, já que neve mesmo a pessoa vai encontrar só no ataque ao cume, ou seja, poucas horas de exposição. Claro que não vou generalizar essa condição a todos os problemas de visão, mas no geral, todos conseguem fazer o Kilimanjaro com uma proteção ocular simples, seja pela rota Machame, Marangu ou Rongai. Não posso dizer o mesmo do Aconcágua, que tem uma exposição ao sol muito mais incidente devido a maior altitude e também à duração da expedição (que no meu caso durou 15 dias contando com a aclimatação). Mas o Kilimanjaro é tranquilo e até mesmo quem tem algum problema consegue fazer com o uso básico da mesma proteção que se leva para a praia por exemplo. No Elbrus e Denali a reflexão é muito maior e a necessidade é inquestionável, mas o lindo Kili é muito tranquilo quando o assunto são 'olhos'. Tá falado! Abçs.
  19. Olá Petrellis... A imigração será feita na Cidade do México. Uma dica é preencher a ficha ainda dentro do avião, porque você vai ter que desembarcar, pegar sua mala, passar pela inspeção da alfandega e depois levar a bagagem até a esteira que reencaminha as malas para a aeronave que seguirá para Guadalajara. Normalmente essa imigração é demorada (cerca de 30 a 40 minutos) e se você já tiver com a ficha preenchida no avião vai ganhar bons minutos de fila. (Ahhhhhhhhh.. não esquece a caneta. Essa é minha sina. Sempre esqueço a bendita e depois tenho que ficar esperando alguém usar para pedir emprestado kkk). Abração!
  20. Há muitos anos... Só compro com a Zupper... Sempre mais barato. Inclusive mais barato que comprando direto pela companhia!!! Super indico!!!
  21. Como o colega acima muito bem explicou de forma muito detalhada, se a imigração descobrir (e vai descobrir) que o passageiro tentou se antecipar à autorização consular e com isso passar por cima da autoridade deles, já era! É sinal vermelho na hora! A passagem só deve ser comprada após o Visto emitido. Boa sorte!!
  22. Amo a Disney, mas ir em julho é jogar dinheiro fora!! Filas gigantescas de chegam fácil a 5 horas (por atração). Calor infernal de 50ºC e enfermarias lotadas. Não se aproveita 20% das atrações nesse período!!! Quem puder, fuja dos parques em julho!!! ...
  23. Oi Beatriz... Amo a Disney e sempre que posso vou buscar um abraço do Mickey. Gosto muito do mês de novembro, que é quando acontece a MAIOR promoção americana (Thanksgivengs/Black Friday) com preços inimagináveis. Excelente para aproveitar e fazer umas compras. O clima nessa data é ameno, gostoso e uma blusinha à noite já dá conta do recado. Anota aí meu nome amiga. Se rolar um grupo eu vejo a disponibilidade de participar também!!!
  24. Sim, Intercape é a melhor opção e de início foi a minha escolha. Presta bem atenção no endereço que o ônibus vai sair!! Tive problemas com isso e acabei perdendo a reserva que eu tinha com esse ônibus. Por isso decidi ir de fretado! abração.
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