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hlirajunior

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  1. Iguaçu x Argentina x Chile x Bolivia x Corumbá de ônibus

    @tainaralmeida vc chegou a ver o novo vôo da aerolineas argentina que vai de SP a Jujuy no norte da Argentina? Acredito ser a opção mais em conta, dai de lá pode seguir de ônibus para Tilcara, Purmamarca, San Pedro...
  2. Valeu Marcelo, final do ano ainda não tenho nada definido, queria ir para o Ushuaia ou carretera austral, mas vai depender do tempo que terei, provavelmente duas semanas ou um pouco mais. Eae Xexelo, foi tranquila a viagem com o up, os bancos não são muito confortáveis para longas distâncias, mas o porta malas é até grande pro tamanho dele (280l) e não tivemos nenhum problema. O consumo médio ao final da viagem, medido na bomba, ficou em 16km/l. Deu uma autonomia média de 800km por tanque, dava para viiajar o dia todo e só abastecer no destino. Não cheguei a ir no Villarica, mas a vista do Osorno na beira do lago e a visão lá de cima é espetacular. Essa região de Bariloche tem muita coisa boa pra ver. Talvez eu tente encaixar algum passeio que caiba em 2 semanas (quando fui pra Bariloche deu 17 dias), quem sabe dê para voltar lá, já que Ushuaia é muito longe para ir e voltar em 2 semanas.
  3. Viagem Brasil - Equador

    Já fui até Lima no Peru de carro que fica a pouco, não muito distante do Equador. Indo direto pode separar entre 7-10 dias de viagem. Você pode ir por três caminhos diferentes: Pelo Acre, passando por Cusco e visitando Machu Picchu ou pelo norte da Argentina e Chile, visitando a Quabrada de Huamuaca, Paso de Jama, Atacama e litoral do Pacífico. A terceira opção seria pela Bolivia, passando por Santa Cruz de La Sierra, Cochabamba, La Paz, Lago Titicaca.
  4. Dias 11, 12 e 13 - 12/01 a 14/01 - De Salta a Curitiba Saímos de Salta na sexta feira dia 12/01 pela manhã, a temperatura estava agradável, mas logo que chegamos na Ruta 16, o termômetro disparou e chegou a 40°C. Essa ruta já é bem conhecida, então fizemos poucas paradas nesse dia. Pegamos um pouco de chuva depois de Monte Quemado, o que amenizou o calor por poucos quilômetros. O trecho de asfalto ruim antes de Monte Quemado continua igual ou pior do que quando passamos por lá em 2012 e 2016, impressionante como ninguém arruma aquilo. Chegamos em Roque Sáenz Peña no final do dia e nos hospedamos no hotel Aconcágua novamente. No sábado chegamos a Corrientes na hora do almoço e aí veio a chuva torrencial. Um trecho da ruta 12 entre Corrientes e Paso de lá pátria estava alagado, o que nos obrigou a dar uma volta a mais até retornar a Ruta 12. Dirigimos com chuva sem parar até chegar em Eldorado onde ficamos no hotel Che Roga a beira da ruta 12, perto do posto YPF. No domingo saímos cedo novamente com chuva e entramos no Brasil por Dionísio Cerqueira, onde pegamos uma fila para sair da Argentina. Seguimos até Pato Branco e depois pegamos a estrada para Guarapuava, sempre com chuva. Em Irati outro temporal daqueles, não dava para ver mais que 5m a frente do carro. Chegamos em Curitiba já no início da noite, cansados de dirigir com tanta chuva. Dos 2050 quilômetros de Salta a Curitiba, dirigimos por cerca de 1200km com chuva sem parar, nunca vi nada igual, felizmente tudo ocorreu bem. A viagem não saiu como planejado, mas foi bacana, visitamos o Paraguai, que nos surpreendeu positivamente pela receptividade das pessoas e também termas de Río Hondo, Taffi del valle e Cafayate, locais que não conhecíamos e gostamos muito. Foi um relato curto, qualquer dúvida mais específica vou respondendo Fotos: Ruta 9 Ruta 9 Chuva depois de Monte Quemado na Rn 16 40ºC Saindo de Roque Sáenz Peña, temporal se formando Rio Parana A partir daqui só chuva até chegar em Curitiba
  5. Dia 10 - 11/01/2018 - Passeios em Salta Em Salta ficamos hospedados no hotel Wilson, a cerca de 3 quadras da praça principal da cidade, a Plaza 9 de Julio, que é muito bonita e lembra um pouco a Plaza de armas de Arequipa. Deixamos o carro guardado e fizemos os passeios a pé, visitamos a praça Gral. Güemes, praça 9 de Julio, Parque San Martín, subimos de teleférico até o cerro San Bernardo, visitamos o museu de alta montaña e caminhamos bastante pela região central. A noite assistimos uma apresentação de dança na praça principal e ficamos a toa por lá curtindo o clima agradável. Fotos: Passeio de Teleférico No topo do Cerro San Bernardo Visita ao museu de arquologia de alta montanha Apresentação de dança na praça Plaza 9 de Júlio Catedral de Salta Plaza 9 de Júlio Igreja San Francisco Parque San Martin Catedral de dia Praça General Guemes
  6. Dia 09 - 10/01/2018 - De Cafayate a Salta pela Quebrada de las conchas Os 200 quilômetros que separam as duas cidades possuem umas das mais belas paisagens do norte argentino. A Ruta 68 vai margeando o rio de las conchas, e por cerca de 60 km desde a saída da Cafayate fomos agraciados com paisagens espetaculares. A cada curva uma formação rochosa diferente, rochas com formatos interessantes como um sapo, montanhas coloridas e várias paradas para fotos e para contemplar a beleza da região. Demoramos mais de 5 horas para percorrer esse trecho, por um asfalto perfeito e de dar inveja a muita rodovia pedagiada. Fotos: Ruta 68 - Quebrada de Las Conchas Ruta 68 - Quebrada de Las Conchas Ruta 68 - Quebrada de Las Conchas Ruta 68 - Quebrada de Las Conchas - El Anfiteatro Ruta 68 - Quebrada de Las Conchas Ruta 68 - Quebrada de Las Conchas El Obelisco El Sapo Rio de Las Conchas Ruta 68 - Quebrada de Las Conchas El Anfiteatro Ruta 68 - Quebrada de Las Conchas
  7. Dias 07 e 08 - 08/01/2018 e 09/01/2018 - De Cafayate a Fiambalá - Paso San Francisco fechado 😭 Saímos de Cafayate no dia 08/01 com destino a Fiambalá, para no dia seguinte atravessar a cordilheira pelo Paso San Francisco e chegar em Copiapó no Chile. O trecho entre Cafayate e a o acesso a Amaicha del Valle já haviamos passado no dia anterior e logo depois há alguns trechos em ripio até Santa Maria, mas estão asfaltando esse trecho. Depois disso há longas retas na maior parte do caminho e a estrada é bem vazia, vez ou outra vinha um carro no sentido contrário. A ruta 40 segue por um vale entre montanhas e de um dos lados era possível ver neve no topo, em meio a muitas nuvens escuras. As melhores cidades para comer e abastecer são Santa Maria, Belen e Tinogasta. Chegamos em Fiambalá no final da tarde e tivemos a notícia que o Paso San Francisco estava fechado devido as condições climáticas. Havia neve, tempestades elétricas, trechos no Chile com restrições e a temperatura chegou a -8° C. Ficamos desapontados, o paso fechou enquanto estávamos na estrada, senão teríamos ido por outro caminho mais ao norte. Durante a noite houve uma forte ventania, mas o dia amanheceu com sol e temperatura de 10°c. Nas montanhas ao fundo da cidade era possível ver neve no topo, algo raro para o mês de Janeiro segundo alguns moradores. Como o paso mais próximo que era o de Agua Negra também estava fechado e não poderíamos ficar esperando reabrir, resolvemos voltar para Cafayate e abortamos a ida ao Chile. Mas o paso abriu no dia seguinte, fazer o que... só ficou fechado no dia que queríamos atravessar pro Chile. 😢😭😭 Fica para uma próxima aventura a travessia do Paso San Francisco 🗻 🚗 Fotos: Em Cafayate A caminho de Fiambalá Ruta 40 Trecho em reforma logo após o acesso a Amaicha del valle Provincia de Catamarca Ruta 40 Primeiras placas com a distância para o Paso San Francisco Tinogasta - Maior cidade antes de chegar ao Paso San Francisco Perto de Fiambalá Hotel Casona del Pino em Fiambalá Voltando para Cafayate Longas retas Ruta 40 Chuva pelo caminho Cerrado
  8. Dia 06 - 07/01/2018 - Termas de Río Hondo a Cafayate O día amanheceu com céu azul e friozinho em Termas de Río Hondo, tomamos café da manhã e logo pegamos a Ruta 9. Fomos parados pela polícia na entrada da província de Tucumán, apenas conferiram a habilitação e nos liberaram. Pouco a frente pegamos a RP 323, até agora a pior estrada por onde passamos. Depois pegamos a RN 38 e logo em seguida viramos a direita e seguimos pela RP 307 até chegar em uma área de floresta densa. Como era domingo, muita gente estava indo sentido Taffi Del Valle, a subida foi bem lenta, mas deu para apreciar o visual. No final da subida, de repente as árvores desaparecem e abre-se um imenso vale verde a frente. Passamos por El Mollar e o dique La Angostura e continuamos subindo. Perto de Taffi, haviam muitas familias a beira da estrada assando carne e aproveitando o domingo de sol. Esse caminho é incrível, tem um visual de cartão postal. Depois de subir a pouco mais de 3000m de altitude chegamos do outro lado da montanha, que diferença, paisagem desértica com muitas pedras e cactos. Fomos descendo até Amaicha del Valle e depois pegamos a Ruta 40 até chegar em Cafayate, onde visitamos a bodega Nani e ficamos caminhando pela praça principal. Fotos do dia: Ruta RN 9 em direção a Tucumán, primeiras montanhas Entrando nos Valles Calchaquies Floresta densa na subida para Taffi del Valle Próximo a El Mollar Dique La Angostura Taffi del Valle ao fundo Dique La Angostura e Taffi del Valle Visual bem diferente na descida para Amaicha del Valle Ruta 40 sentido Cafayate Bodega Nani Bodega Nani
  9. Dia 05 - 06/01/2018 - De Pres. Roque Sáenz Peña a Termas de Río Hondo Chegamos em Roque Sáenz Peña no día anterior com 39°C, mas o día amanheceu com um temperatura agradável e o tempo mudou, muito vento e tempo nublado. Saímos da cidade em torno das 9:30 pela RN 16 e logo começou a chover. Em Aviai Terai seguimos reto pela ruta RN 89, um caminho desconhecido para a gente até então. É uma reta sem fim, que cruza algumas cidades pequenas. As maiores cidades nesse trecho são Charata e Quimili, onde há um parador turístico. No geral a estrada é boa, há poucos trechos ruins, mas há muitos animais soltos e máquinas na pista que deixam lama pelo caminho, nossa carro ficou imundo. Depois pegamos a RN 34 até Santiago Del Estero, não passamos por dentro da cidade e logo acessamos a Ruta 9 até chegar em Termas de Río Hondo, uma cidade muito charmosa. Viajamos o dia todo com temperaturas entre 18° e 24°, o que foi muito bom. Visitamos a represa em Río Hondo e fomos ao autódromo, mas chegando lá ele estava fechado, uma decepção total, só abre em março. O museu do automóvel fica lá também. Voltamos para a praça principal, onde ficamos caminhando até dar a hora da janta. Fotos do dia: Café da manhã no hotel Aconcágua Chuva na Ruta 16 na saída de Roque Saenz Peña Muitas máquinas agrícolas na estrada E animais soltos também Ruta RN 9 Chegando em Termas de Rio Hondo Autódromo em Termas de Rio Hondo onde tem a MotoGP Hotel que tem junto ao autódromo Represa Represa Termas de Rio Hondo Pôr do sol
  10. Dia 04 - 05/01/2018 - De Assunção a Pres. Roque Sáenz Peña Saímos do hotel em Assunção perto das 9hs da manhã, paramos em um posto e conseguimos abastecer ao valor de 3,15 reais o litro da gasolina. Passamos pela avenida Costanera e seguimos até a sede da Conmebol na cidade de Luque e também passamos ao lado do aeroporto até chegar na ruta transchaco e atravessar o Rio Paraguay. Chegamos na fronteira com a Argentina uma hora depois, cambiamos o restante de guaranis para pesos argentinos e seguimos até a aduana do lado Argentino, onde se faz a saída do PY e entrada na Argentina. A fila estava um pouco grande e tinha que ficar debaixo de um sol de rachar o coco, mas até que foi rápido. Na hora da revista do carro, o fiscal da aduana só checou o documento e a carta verde e nos liberou. Tinha outro carro brasileiro que pediram para tirar as bagagens para vistoriar. Depois disso pegamos longas retas na província de Formosa e do Chaco, a estrada é de pista simples na maior parte do caminho, mas muito boa.. Paramos em um posto YPF Full em Formosa para comer sanduíches e usar um pouco do wi-fi. Chegamos em Pres. Roque Sáenz Peña perto das 17:30 hs, depois de rodar aproximadamente 520km, mas antes paramos para abastecer ao preço de 4,80 reais cada litro de nafta super. Devido ao horário da siesta saímos mais a noite para dar uma caminhada até a Plaza San Martín e comprar uma pizza para a janta. Fotos do dia: Sede da Conmebol Ponte sobre o Rio Paraguay Rio Paraguay Saindo do Paraguay Divisa entre Paraguay e Argentina, ponte sobre o Rio Pilcomayo Fila na aduana Argentina, sol de rachar o coco, mas os trâmites foram rápidos Ruta 11 em Formosa Entrando na província do Chaco 39° C Pres. Roque Sáenz Peña Pres. Roque Sáenz Peña Pres. Roque Sáenz Peña
  11. Dia 03 - 04/01/2018 - Passeios em Assunção Na noite anterior jantamos no hotel mesmo (comida simples, mas boa), a distância percorrida apesar de pequena foi bem cansativa e estava bem quente. Reservamos um dia para conhecer a região central de Assunção, então saímos logo cedo para tentar escapar do calor. É possível ir caminhando até os principais pontos turísticos, há bastante policiamento nas ruas e principalmente nos palácios e praças da cidade. Visitamos a catedral Nuestra Señora de Asunción, depois o monumento Columna de la Independência Nacional até chegar ao Palacio López. Demos uma rápida olhada na Costanera e voltamos caminhando pela Calle Palma, onde há todo o tipo de comércio (Entramos em algumas galerias, mas os preços eram maiores que em cidade de leste). Visitamos também o Museu Casa da Independência, mas não conseguimos visitar o Panteon de los Héroes, que estava fechado para reformas. Passamos também no museu Ferroviário e na Plaza Uruguaya. Há muitas praças na cidade, o que ajuda a amenizar um pouco o calor. Voltamos para almoçar no hotel em torno de 12:00, o sol estava forte e o calor castigando a gente, impossível ficar ao ar livre naquele horário. Depois do almoço notei algo estranho em um dos meus dentes, fui olhar com mais calma e havia quebrado. Liguei para o seguro viagem e ficaram de encontrar um dentista para eu poder fazer a restauração do dente. Esperei por quase 2 horas e nada de retornarem até que resolvi procurar um dentista por conta própria e achei uma clínica por perto. Rapidamente cheguei lá e expliquei o que ocorreu, fizeram uma avaliação e depois a restauração do dente. Somente depois que retornei ao hotel recebi um email do seguro viagem avisando que não tinham encontrado nenhum local que aceitasse o pagamento por garantia de custos e que eu teria que fazer por conta própria o atendimento e depois solicitar o reembolso. (Solicitei o reembolso do valor gasto depois que retornei de viagem e foi reembolsado sem problemas, até o limite contratado na apólice do seguro viagem). Durante esse perrengue até pensei em voltar para o Brasil, afinal estávamos a pouco mais de 300 km da fronteira e eu poderia usar meu plano odontologico mesmo para fazer a restauração do dente. Mas como consegui resolver o “problema” continuamos nosso planejamento e a viagem. Assunção é uma cidade muito bonita e vale a pena uma visita, as pessoas são muito simpáticas e hospitaleiras. Catedral Metropolitana de Nuestra Señora de la Asunción Columna de la Independência Nacional Palácio Legislativo Parque La Vitoria Palacio López Palacio López Palacio López Estación Central del Ferrocarril Estación Central del Ferrocarril Museu Casa da Independência Plaza Uruguaia
  12. Dia 02 - 03/01/2018 - De Cidade de Leste a Assunção O quarto em que ficamos era virado para a avenida principal, então logo cedo já começamos a ouvir o barulho de caminhões, ônibus, táxi, música alta e pessoas conversando. Acordamos cedo e logo descemos para tomar o café da manhã que era bem farto e bom. Do hotel caminhamos menos de 3 min e já estávamos na CellShop, onde compramos tudo que precisávamos. Passamos em algumas casas de câmbio para cambiar guaranis, dólares e também alguns pesos para aproveitar a boa cotação, já que iríamos para Argentina dentro de alguns dias. Fizemos check-out no hotel por volta das 10hs, pegamos o carro que ficou em um estacionamento ao lado e iniciamos a viagem para Assunção. Chegamos a Assunção após rodar pouco mais de 300km desde Cidade de Leste. Os primeiros 30-40km são de pista duplicada e a viagem rende bem, mas quando chega a pista simples, que sofrimento. A estrada passa no meio de pequenas cidades e há muitas lombadas, caminhões e carros andando bem despacito.Paramos para almoçar em um posto da cooperativa sommerfeld, tinha comida por quilo boa e barata. Da metade do trajeto em diante o asfalto piora, há muitos remendos e buracos, tem que tomar cuidado. Encontramos muitos carros e caminhões brasileiros pelo caminho e há obras de duplicação em andamento em vários trechos. Paramos em Caacupé para visitar um amigo e também a basílica que é muito bonita.Depois da pausa continuamos nossa viagem para Assunção, pegamos um trajeto alternativo que passa próximo ao aeroporto e a sede da commebol para tentar desviar do trânsito que era bastante intenso, principalmente para quem saia do centro em direção aos bairros. Foi tranquilo chegar ao hotel, de onde era possível ver o rio Paraguai e fica próximo a Plaza Uruguaia e Museu Ferroviário. Somente nesse dia passamos por 17 barreiras policiais na estrada, mas não fomos parados em nenhuma Quem tiver interesse, abaixo tem a filmagem do trajeto inteiro de Cidade de Leste a Assunção: Catedral de Caacupé Em Caacupé Chegando em Assunção Assunção Muito trânsito e calor Rio Paraguai ao fundo
  13. Eae pessoal blza? Dessa vez vou fazer um relato rápido da nossa última aventura de carro, viajamos em 4 pessoas a bordo de um VW Up! Tsi com destino ao Chile via Paso San Francisco. Fizemos um caminho diferente incluindo o Paraguai, onde visitamos Cidade de Leste, Caacupé e Assunção, depois cruzamos para a Argentina pela fronteira entre José Falcon e Clorinda, de lá seguimos para Pres. Roque Saénz Peña, Termas de Río Hondo, Taffi del Valle, Cafayate, Fiambalá para atravessar a cordilheira pelo Paso San Francisco para chegar em Copiapó no Chile e continuar por La Serena, Viña del Mal, Valparaiso, Santiago, Mendoza como trajeto de volta em aberto, podendo voltar por Buenos Aires, Montevideo ou seguir direto por Córdoba até retornarmos para casa. Infelizmente tivemos contratempos durante a viagem e acabamos modificando bastante o roteiro, retornando antes para casa, mas imprevistos fazem parte da aventura e apesar de não cumprirmos o nosso maior objetivo que era cruzar o Paso San Francisco (por pouco) aproveitamos muito bem a viagem. RELATO da nossa viagem ao Atacama + Machu Picchu de carro Dia 01 - 02/01/2018 - De Curitiba a Cidade de Leste Saímos por volta das 08hs da manhã do dia 02 de Janeiro, tudo parecia tranquilo até entrarmos no contorno de Curitiba, onde pegamos um baita engarrafamento logo de cara, confesso que nessa hora deu vontade de voltar pra casa. Depois de mais de uma hora e meia consegui sair da rodovia e peguei um atalho, saindo na BR 277 sentido Ponta Grossa. A viagem a partir dai foi tranquila, pouco movimento, estrada boa, mas pedágios exorbitantes. Paramos para almoçar perto de Irati e chegamos em Foz do Iguaçu já no final da tarde, depois de pegar chuva em parte do caminho. Não entramos em Foz, seguimos direto para a ponte da amizade e paramos na aduana paraguaia para dar entrada na migração. Tinha um ônibus de viagem e acabamos entrando na fila exclusiva para o ônibus, mas logo fomos direcionados a outro guichê e nos atenderam rapidamente. O funcionário carimbou o passaporte e nos liberou, perguntei se era preciso registrar o veículo no sistema e ele disse que não, perguntei mais uma vez só para ter certeza e ele confirmou. Ficamos com receio de na hora de sair do Paraguai dar algum problema, mas conto os detalhes mais a frente. Já eram mais de 18hs, então Cidade de Leste estava bem vazia, rapidamente chegamos ao Hotel Piazza que reservei pelo booking, fica perto da Av Principal a menos de uma quadra da Monalisa e todo o comércio, apesar das instalações antigas valeu a pena pelo custo benefício. Deixamos as coisas no hotel e resolvemos voltar até Foz para jantar no supermercado Muffato perto do terminal de ônibus no centro. Depois da janta voltamos ao hotel em Cidade de Leste, que fora do horário comercial é bem tranquila, nem parece a mesma cidade. Roteiro Chegando em Foz do Iguaçu Ponte da amizade
  14. Excelente dicas Marcelo. Quando fui ao Peru, conheci dois brasileiros que foram até Puno saindo direto de Tacna, pegaram um bom trecho de estrada de chão, mas deve ser semelhante ao que vc pegou de Chivay a Cusco.
  15. Show de bola, parabéns pela viagem e pelo excelente relato @Elder Walker Complementando o que o Marcelo disse sobre a RN 16, os melhores pontos de apoio a partir de Resistência são: Roque Saenz Peña, Pampa del Infierno, Monte Quemado, Taco Pozo e Joaquin Y Gonzalez. Apenas em Monte Quemado que o posto YPF é mais simples, nesse caso tem um outro, na saida da cidade sentido Salta, do lado esquerdo, senão me engano é Refinor o nome, lá tem conveniência e lanches. Nos demais é tranquilo e sempre tem sanduíches e demais guloseimas a venda.
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