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filipe ladeiro

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Bio

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    Acadêmico de Fisioterapia;
    Cursando o Curso de Pilotagem de Planadores;
    Baixista de uma banda;
  1. Quinta-Feira - 30/03/2017 - 20:00 - A previsão era de chuva, e se estendia por toda Bahia, durante a semana da trilha salvador ficou submersa, raios e trovoadas se alastraram pela cidade e justamente no dia de pegar viagem, piorou. As trovoadas e as inundações tomavam conta da cidade de salvador, alcançando quase uma totalidade do interior da Bahia, que enfrentava uma frente fria violenta, essa que, demorou de chegar pra fechar o verão. E assim também foi na Chapada Diamantina, nosso destino. Mas já era tarde, ou era a hora, o que era certo é que não tínhamos como adiar a viagem pois, a programação já estava feita e assim iriamos fazer, com a força e objetivo de chegarmos até o nosso limite, e assim realmente foi que aconteceu. Na vontade de Deus, fizemos a viagem mais marcante de nossas vidas, não pelo fato de deslumbrar sobre paisagens e banhos de cachoeiras, mas por ter conhecido a natureza selvagem, por ter aprendido novas experiências de vida e a vivência no mato, e assim aprender a respeitar e saber até aonde podemos ir. Mochilas prontas, partimos... Na noite de quinta, saímos de Salvador, a equipe estava formada, cassio, Filipe, Jonatas e Jadson com destino a Feira de Santana, aonde encontramos nosso amigo Chico, trocamos os carros e seguimos viagem rumo ao Capão. Às 03:30 chegamos. 31/03/2017 - Sexta Feira 05:00 - Depois de um descanso rápido no carro, arrumamos as mochilas, preparamos o corpo e a mente para engrenar uma forte subida e pesada rumo a cachoeira da fumaça, e assim foi, as 05:30 partimos pra vencer a subida subida longa, pesada, sobre uma neblina densa, forte, que pairava sobre o capão inteiro, uma subida que requer um preparo, e um descanso para subir com calma ainda mais com o fato de estar com bastante peso. Subimos, paramos, descansamos, e continuamos a subir.... Parada pra curtir a neblina Subida estava gostosa, estava propícia pra uma trilha perfeita, clima frio, de ar-condicionado, sem sol, vento gelado, paramos para registrar algumas fotos naquele clima, sombrio de neblina, ja tínhamos subido mais de 1:30hr quando Chico começou a passar mal, indigesto e tendo calafrios, suando frio, se arrepiando, com tontura, sensação de desmaio, mesmo depois de algumas paradas para que se recuperasse, em uma ultima parada, respeitamos o momento dele, ficamos 40 min parados, sentados, para que ele se recuperasse, mas nao teve jeito, o ponto final da viagem para chico tinha chegado. Decidimos de logo em comum acordo, descer novamente o que já tínhamos subido, e retornar ao capão para tomarmos solução do que faríamos. Voltamos pro Capão, chegando às 11:00 hrs, pegamos informação que, um ônibus partia de Palmeiras às 12:20, seguimos rumo a palmeiras e para enviar Chico, de volta para Feira, ele que estava disposto a voltar pra sua terra para que fosse medicado pois estava preocupado com o que estava sentindo. E assim foi, partiu um dos nossos, e os ficante retornaram para o Capão. Mas a viagem estava apenas começando, muita coisa ainda vinha pela frente, partimos pro capão e fomos direto para Purificação Passamos nas Angélicas e subimos para purificação, aproveitar nossa sexta- feira, porque sábado iriamos retornar a subir a fumaça e partir em direção ao Vale do XXI novamente. Descemos da purificação, retornamos pro capão e fomos pra Seu Dai, fizemos nosso hango, fomos na vila, um chuvisco leve havia pairado no capão desde o cair da noite, no final da tarde, era possível ouvir as trovoadas e relâmpagos, a noite começou com chuva e assim continuou.... 01/04/2017 - Sábado 05:00 - Levantamos e arrumamos novamente nossas coisas, pois hoje era dia de vencer o XXI, sobre uma leve garoa contínua, essa que foi constante durante toda a noite, saímos de seu Dai, paramos o carro no inicio pra fumaça e partimos mais uma vez em direção ao que viemos, tentar alcançar o XXI Partindo Rumo ao destino planejado E assim, subimos a fumaça, pegamos o lajedo do gerais da fumaça, bifurcando a esquerda sentido palmital, e descendo a direita em direção ao Córrego Verde. A partir da descido do córrego verde que começamos a entender que não iriamos ultrapassar nossos limites. O córrego verde estava completamente encharcado e a trilha destruída. A trilha pelo leito do rio sobre as pedras estava demasiadamente escorregadia, pedras verdes de limo, com água correndo por cima, estávamos andando sobre pedras navalhas deslizando, agora não tinha mais jeito, era descer o córrego verde em direção ao córrego branco, descer a cachoeira do XXI e chegar ao local de acampamento. Porém.. Um incêndio forte e devastador no ano passado, acabou destruindo completamente a trilha do córrego verde, e assim foi aberta uma trilha alternativa, beirando barranco, e muitas vezes leito do rio, a recomendação e o que ouvimos diversas vezes foi em não trilhar se estivesse minimamente úmido, pois o nome já diz por si próprio. A trilha do XXI é feita sempre quando está tudo seco, pedras secas, trilha seca, sem limo, sem escorregões. A descida com cuidado TRIPLICADO, era com muita cautela, pois estávamos com peso, a mochila jogava, e todo momento a atenção era sempre pouca, a dificuldade da trilha era latente, a trilha devastada, com arvores caídas por todos os lado, raízes pra fora, nos fez perder muito tempo até chegarmos ao córrego branco, que por pior que seja, o branco era pior que o verde, as pedras do córrego branco estavam quiabo. Forçando os joelhos, descendo devagar, muita agua passando por nós, sinal de que a chuva encheu as nascentes e fez minar agua para todos os lados. Enfim, chegamos ao final do Branco, maaas o dilema começou a partir desse momento, ja era 15 hrs, no final do córrego branco, estávamos em cima da cachoeira do XXI, de frente pro vale, a neblina não nos deixava enxergar o que tinha nas nossas frentes, as montanhas estavam escondidas na fumaça, e a chuva pairava sobre nós, com isso tínhamos que descer o XXI e chegar ao local do acampamento, rodamos para achar a descida por 2 horas, pegamos trilhas erradas, beirando o precipício, pedras escorregando, o GPS batia certo, porém era inacreditável achar que a descida seria tão tensa, Cássio rodopiou por cima do vale, exploramos por cima do paredão, escalamos e beiramos as ribanceiras do vale, retornamos para o final do córrego branco, completamente desolados em não achar a descida para o acampamento. Naquele momento estávamos sem rumo, sem prumo, naufragados no meio de uma imensidão verde, de pedras, água e montanhas, a natureza tomava força e dominava a gente, chegamos a conclusão que não teríamos tempo hábil para descer e ali naquele momento as 17:15, não tínhamos lugara para passar a noite, o frio, a chuva e a neblina estavam ganhando força, e era imediato achar um lugar para nos abrigarmos, porém estávamos dentro de um Cânion, dentro de um rio, nao tinhalugar plano para ao mínimo que fosse armar uma barraca. Voltamos subindo o corrego branco, batendo em retirada, para que tivesse um unico lugar aonde pudessemos passar a noite, e nao ao relento, de baixo de chuva de frio, molhado, esperando o dia amanhacer para retornar. O PERRENGUE ESTAVA SENDO FORMADO. Mas eu que surge, um presente de Deus uma pedra no MEIO do rio, em que conseguimos armar somente uma barraca a maior para quer entrasse os 04, armamos a barraca com a noite chegando.. a chuva ganhando força, abrigamos com a lona e logo ao lado da barraca na beira do paredão do vale, uma proteção nas pedras em que não molhava, assim pudemos armar a barraca levar a mochila para beira do paredão nos abrigarmos, como se fosse uma mini-caverna. Um presente de Deus, naquele momento você agradece, aquilo era somente o que se precisava, um lugar seco, para se aquecer, depois de armar a barraca, e a certeza de que o mínimo que precisávamos era aquilo e assim nos foi dado. 02/04/2017 - Domingo Na noite anterior A noite caiu rapido, a chuva ganhou força, e ficamos analisando o que nos aconteceu e aonde conseguimos nos abrigar, foi tenso chegar, não foi possível descer o XXI, mas foi aquele local que nos foi dado para a viagem ter um proposito . Na hora bate o desespero, bate a aflição, mas a equipe foi safa, em armar a barraca, sem passar desespero uns para os outros, trabalhamos em agilidade, em pensar, em agir, em resolver o problema, a barraca nao molhou, todos conseguiram dormir, a chuva deu trégua, o rio não subiu, acordamos em meio novamente a neblina as 05:00 porém sem chuva, isso foi a chave de ouro, levantamos, desarmamos acampamento, e tomamos rumo pro capão novamente, subindo o córrego branco, bifurcando para o córrego verde, mas nada ainda havia terminado, estava tudo muito molhado, as pedras como sempre sabão, a trilha estava demorada devido aos cuidados redobrados, muitas quedas, muitos momentos de tensão, Cassio tomou uma queda feia, entrou dentro de duas pedras enormes, o que salvou ele foi a mochila.. que prendeu nas pedras, se nao fosse isso seria pior, continuamos a luta do córrego verde, paramos algumas vezes para descansar, da í apertamos o passo para o capão, demos uma pausa no mirante do capão, agora já sem neblina, descansamos e descemos a fumaça, chegando no capão as 16 hrs. Daí em diante foi pegar estrada pra Salvador e guardar a experiência. Foi tenso, foi quase um perrengue, mas foi aprendizado, muito bom passar por isso, nos prova que somos mais do que pensamos, e outra nunca faça o XXI se estiver minimamente úmido, e se for, tenha uma equipe com você de confiança. Valeuu !!!!
  2. Foi mesmo, Cara ! Me lembro de você, valeu muito essa trilha do Cachoeirão Mas tem que disposição pra ir la, porque não é brincadeira nao pra chegar la o bixo pega !
  3. Foi sim Gustavo Fizemos a trilha toda de sandália, e geralmente é assim. A gente já esta acostumado, a trilha de sandálias , mais não recomendo não Fazemos de sandália, porque ainda não encontramos um calçado que não nos faça calos e não seja muito pesado. Enquanto isso a havaiana vai aos trancos e barrancos, soltando do pé, quebrando, consertando, escorregando,com a unica vantagem de ser mais leve e atravessar os rios molhando os pés. Abs
  4. 20/11/2014 - Quinta Feira (Noite) Depois de tantos meses, dias e ansiedade à flor da pele de tanta espera pela Trip, saímos de Salvador de noite, debaixo de temporal com destino a Andaraí por onde iriamos começar a trilha em direção ao Vale do Pati. Antes, passamos em Feira de Santana para pegar nosso amigo Chico, vulgo "Volta-Seca". Equipamos os carros e terminamos de arrumar e fechar as mochilas e passamos o rumo com direção a Chapada Diamantina. Passamos por Ipirá, Itaberaba e chegamos em Andaraí por volta das 02:00 da madrugada de Sexta. Sondamos um morador na região e este nos informou que tinha chovido muito durante 10 dias seguidos na região, a gente so imaginava como deveria estar o Vale do Cachoeirão com várias quedas d'agua. 21/11/2014 - Sexta Feira 04:30 - Levantamos do carro e começamos os preparativos, mochilas fechadas, pernas alongadas e as mentes preparadas para uma jornada que iriamos enfrentar, vencer a Serra do Ramalho, uma subida não ingrime, mais sem Fim. As 05:00 Começamos os primeiros passos com direção ao Vale do Pati com o sol ameaçando aparecer por baixo do tempo nublado, a melhor hora pra se trilhar e vencer a subida da Serra do Ramalho, Deus mais uma vez agraciou a todos nós, a trilha toda foi abençoada por ele. Passaram 02 horas e ja havíamos subido um tanto para dar nossa primeira parada e de longe ver o quanto estávamos deixando a cidade de Andaraí para trás, do mirante observamos a Astro Rei sol sendo escondido pelo tempo, e de longe avistamos os MArimbus, o pantanal da chapada, enquanto descansávamos as pernas e ao tempo de repor as energias pois ainda estava muito distante do topo da ladeira do império, mirante que descemos pro Vale do Pati. Depois de Tanta Subida, precisávamos nos purificar, eis que surge nossa primeira cascata. Uma queda de Agua revigorante, fadigados, sentamos um pouco depois de reenergizar, para uma pausa rápida e ficar ouvindo o que tanto somos apaixonados, o barulho da agua correndo sobre as pedras. Parecíamos crianças num parque de diversão, depois de tanta subida bebemos e nos banhamos da mais pura água da chapada e continuamos nosso caminho, agora sem parada, até o topo e mirante do império. Depois de uma caminha exaustiva, de 6 horas, chegamos ao Topo da LAdeira do Império, Deus mais uma vez nos agraciou com sua beleza, abriu o tempo nublado e expulsou a neblina, podemos então contemplar a imensidão da beleza do Vale do PAti, do topo do imperio podemos ter um visual do Pati de Baixo, do mirante conseguimos avistar a casa de Jóia e ao longe a Casa de Seu Eduardo, Mais uma vez fiquei deslumbrado com a magnitude que é o vale do Pati, podemos de cima do mirante ter o visual de uma cadeia de montanhas sem fim, com o rios correndo em baixo do vale, um cortando o outro, do império temos a vista para o vale do cachoeirão que ao fundo era nosso destino principal da viagem. Tudo é muito pequeno nos olhos do mirante, e muito imenso aos olhos do vale, ainda tínhamos que descer a tal ladeira do imperio, e enfrentar a mata do vale ate a casa de Jailon " Prefeitura", pois no outro dia iriamos para a cachoeira do Calixto. Então começamos a descida sem fim, com a mochila pesada, o sol castigando e abençoando ao mesmo tempo, o desgaste físico ja tomava conta de todos. Por fim do dia, depois de 2 horas de descida da ladeira do império, descansamos um pouco no leito do rio, pois as pernas tremiam de tanto desgaste físico, entao seguimos em diante para casa De Jailson. Após tantas subidas e descidas, por dentro do vale, por leito do rio e por trilha, chegamos às 17:30 na casa de Jailson, Nossa jornada durou 10 horas, com muitas paradas, descansos, contemplações, mais tambem com muito desgaste físico, chegamos todos destruídos na prefeitura, os musculos estirados, e as articulações castigadas. Sabíamos que era longe, mais nao imaginamos que seria tanto. O que nos fez, passar aquele momento de sofrimento do caminhada, foi um banho de agua gelada, e um jantar espetacular e super farto no valor de R$ 35,00 por pessoa. Direito a feijao, macarrao, arroz, salada, farofa de cenoura, cortado de abobora, carne de sol e frango, um suco de maracuja nativo. Tudo muito bom. Depois foi caixão e vela. 22/11/2014 - Sabado Acordamos cedo, destruídos e mutilados. A caminhada da casa De Jailson para o Calixto cerca de 02 horas e meia, ainda iriamos voltar e pegar as coisas para casa de Seu Eduardo. Como estávamos muito fadigados, optamos por curtir o dia com mais tranquilidade por dentro do Vale. Então, contemplamos um pouco da prefeitura, lugar que sempre pede passagem, quando vamos ao Vale, Tiramos algumas fotos do Castelo, pegamos nossas mochilas e passamos o dia no poção da arvore que fica a cerca de 20 min da prefeitura, um lugar show, com uma corredeira, que dessa vez estava muito MUITO forte, o vale estava carregado de água, JAilson tinha nos dito que tinha chovido ah mais de uma semana, e nos falou que o cahoeirao tava coisa de doido com varias quedas, preferimos então, descansar o corpo curtir o dia e nos preparar, para no domingo sair da Casa de Seu Eduardo Rumo ao cachoeirao por baixo. Chegamos no poção meio aqquela enxurrada, e ficamos com dificuldade de atravessar o rio para descer pro poção o volume de agua estava intenso, depois cássio conseguiu, achar a passagem e descemos para contemplar o dia naquela maravilha. Saimos do poção em direção a casa de Seu Eduardo e nos deparamos com um dos visuais mais incríveis que sempre temos, o por do sol batendo na montanha, ao subir uma pirambeira pegamos a direita e ficamos deslumbrados com a contemplação, dos benefícios que o trekking proporciona.. o contato com a natureza Chegamos na casa de seu Eduardo por volta das 17:00. Seu Eduardo, já nao está mais no vale do pati, devido a idade, agora quem toma conta da casa e recebe os convidados é Domingos seu neto. A casa foi reformada e está em otimas condições para receber os turistas. Domingos pegou uma Galinha do galinheiro e na hora matou a bixa e fez uma galinhada para gente, ele e sua irmã fizeram um verdadeira banquete, galinha caipira, arroz, feijao, macarrao, salada, suco de abacaxi, farofa e para completar um doce de banana feito na hora. Todo mundo comeu de se empaturrar. Ficamos proseando, e ele disse que tinha feito o cachoeirao no dia, que tava uma coisa de doido, fomos dormir com o pensamento lá. 23/11/2014 Domingo Acordamos de manhã cedo e as 8 ja estávamos fibrado com destino ao Vale do Cachoeirão. Seguimos da casa De seu Eduardo contornado o morro e adentro ao Vale. Primeiramente uma trilha dificil por mata fechada, beirando o precipício algumas vezes e muitas delas a praga do pati, uma planta que tem se alastrado no vale dominando boa parte da trilha e dificultando o caminho, é uma trilha que requer bastante atenção pois diversas vezes ela beira o precipício, porém depois chegamos ao leito do rio, fica tudo mais fácil porém tudo muito perigoso tambem, a trilha é bastante escorregadia, e exige um certo esforço físico, como havia chovido muito, ai que tava realmente muito perigoso, assim, devagar e aos poucos, fomos vencendo o leito do rio, passando por pedras gigantescas, enquanto o vale ia se fechando. As 10:30 chegamos no poço, um total de 14 quedas ao redor, uma magnitude de beleza. ficamos deslumbrados com aquilo, agua caindo de todos os os lado, ja tinha ido anteriormente mais apenas tinha presenciado 3 quedas, agora com 14, fiquei perplexo com tamanha beleza que Deus me colocou pra poder contemplar, o sol tava queimando e agua tava gelada, uma sensação indescritivel o mergulho no poço, depois de 2 horas e meia de trilha com uma dificuldade alta, nos revigoramos e ficamos ali contemplando a magia e a beleza que é aquele lugar, um dos lugares mais lindos que ja fui na vida e com o ar de sorte, por estar tão cheio de agua nos proporcionando, um prazer de estar ali sem palavras. Voltamos então, para casa de Seu Eduardo, maravilhados, pegamos nossas mochilas e seguimos para casa DE jóia. atravessamos a pontezinha e subimos para casa de Joia, fica ah uns 40 min da casa De Eduardo, Chegamos la fomos recebidos por Dona Leu, esposa dele, aonde nos preparou um banquete Farto, ficamos esperando a noite chegar, apreciando o céu ficar tomado pelas estrelas e fomos dormir extasiados. 24/11/2014 - Segunda. 05:00 Acordamos Cedo, tomamos um café preparado por Dona Leu, atravessamos a ponte de madeira que corta o rio ( FOI A PARTE MAIS PERIGOSA DA TRILHA), podíamos ter evitado ela e ir pelo leito do rio como chico fez, mas a agua estava muito forte, e mesmo assim fomos pela ponte, super perigosa. Atravessamos ela e nos deparamos com o inicio do paredão que tínhamos que subir e logo a temida ladeira do império. 07:00 Subimos no melhor clima possivel, debaixo de neblina e céu nublado, chegamos no topo da ladeira depois de 2 horas, e ai era so alegria descida sem fim da serra do ramalho ate andaraí, estavamos cansados, devido ao acúmulo de desgaste. Chegamos no carro por volta de meio dia, Em andaraí mesmo no posto de gasolina tomamos um banho gelado revigorante e almoçamos acompanhado com uma coca bem gelada, e partimos de volta para Feira - Salvador. Chegamos em Salvador por volta das 19 hrs, com o pensamento ainda na chapada e os resquícios deixados no corpo, com os cortes, topadas, pés inchados, canelas arranhadas, dedo lascados, picados de mosquitos, mais com uma sensação de prazer indescritível de ter visitado mais uma vez um dos lugares mais lindos da chapada. Só agradecer a Deus pelo oportunidade e por ter feito a trilha nas mais perfeitas condições
  5. Boa Tarde, Galera. Estou indo ao Pati e faz muito tempo que fui ah alguns anos. Alguém sabe me informar os preços atuais das refeições e acomodações na casa de Seu Eduardo, Jailson na Prefeitura e Jóia ???? Preços separados entre: café da manha, jantar e a acomodação em cada uma dessas três casas. Ou a Pensão completa . Quem souber, ajuda aê. Valeu !!!
  6. Boa Tarde, Galera. Estou indo ao Pati e faz muito tempo que fui ah alguns anos. Alguém sabe me informar os preços atuais das refeições e acomodações na casa de Seu Eduardo, Jailson na Prefeitura e Jóia ???? Preços separados entre: café da manha, jantar e a acomodação em cada uma dessas três casas. Ou a Pensão completa . Quem souber, ajuda aê. Valeu !!!
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