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gvogetta

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Sobre gvogetta

  • Data de Nascimento 29-09-1974

Outras informações

  • Lugares que já visitei
    Parques Nacionais Brasileiros (até jan/2019 somam-se 35 - a maioria nas regiões Sul, Sudeste e Centro Oeste), Parques Estaduais do PR, SC e RS (todos), vários parques estaduais em SP, MS, RJ, MG...
  • Próximo Destino
    Alguma trilha de montanha, cânion ou trekking, provavelmente pelo sul do Brasil...
  • Meus Relatos de viagem
    Relato geralmente apenas travessias, trilhas e passeios em ambientes naturais/selvagens, com pernoite em acampamentos...

    :: Monte Araçatuba, com acampamento (PR) - Mai/2011:
    http://www.mochileiros.com/morro-do-aracatuba-maio-2011-t56292.html#p593137

    :: Travessia Monte Garuva-Monte Crista (SC) - Jun/2011:
    http://www.mochileiros.com/relato-travessia-monte-garuva-monte-crista-amc-jun-2011-t58492.html

    :: Quiriri, de novo. Pedra da Tartaruga e Vale Encantado (SC) - Out/2011:
    http://www.mochileiros.com/quiriri-de-novo-pedra-da-tartaruga-e-vale-encantado-t61672-15.html#p646971

    :: Monte Araçatuba, de ataque (PR) - Jan/2012:
    http://www.mochileiros.com/subida-ao-monte-aracatuba-de-ataque-jan-2012-t66111.html#p685541

    :: Quiriri 3 - Pedra da Tartaruga e Vale Encantado (SC) - Mar/2012:
    http://www.mochileiros.com/quiriri-3-pedra-da-tartaruga-e-vale-encantado-t82604.html#p841669

    :: Monte Baepi, solo, em Ilhabela (SP) - Abr/2012:
    http://www.mochileiros.com/caminhada-ao-topo-dos-picos-do-baepi-e-do-sao-sebastiao-ilhabela-t30955.html#p708831

    :: Travessia Morro da Igreja-Cânion Laranjeiras (SC) - Jun/2012:
    http://www.mochileiros.com/serra-geral-travessia-morro-da-igreja-canion-laranjeiras-t71696.html#p739200

    :: Monte Tucum, Evento 5 Cumes AMC - Aniversário da conquista do Pico Paraná (PR) - Jul/2012:
    http://www.mochileiros.com/monte-tucum-5-cumes-amc-2012-t71751.html#p739687

    :: Marumbi - A Conquista do Olimpo 133 anos depois - Comemoração dos 133 anos do Montanhismo no Brasil (PR) - Ago/2012:
    http://www.mochileiros.com/a-conquista-do-olimpo-133-anos-depois-t72772.html

    :: Pico Agudo de Sapopema e Serra Grande de Ortigueira (PR) - Set/2012:
    http://www.mochileiros.com/pico-agudo-de-sapopema-e-serra-grande-de-ortigueira-t74656.html#p768179

    :: Operação Descampado (PR) - Nov/2012:
    http://www.mochileiros.com/operacao-descampado-t76275.html#p782862

    :: Janela da Conceição - Trilha da Conceição e Picada do Cristóvão - 2012:
    http://www.mochileiros.com/janela-da-conceicao-trilha-da-conceicao-e-picada-do-cristovao-t86887.html#p881422
  • Ocupação
    Viajante nas horas vagas. A principal meta de vida é conhecer as principais paisagens naturais do Brasil, da América do Sul e do resto do Mundo, nesta ordem...
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  1. Salve! Mochila é quase como roupa, sem experimentar, toda opinião torna-se vazia ou no mínimo incompleta. Por isso, minha recomendação nesses casos é sempre que possível experimentar antes de comprar. Tirando a Lafuma, que não vende mais no Brasil, as demais você deverá encontrar em lojas nas cidades maiores aqui de nossa incrível Pindorama para poder experimentar antes de comprar. Não conheço seu estilo como viajante, mas para o perfil de viagem planejada, acho que 50L é pouca capacidade de mochila, considerando que vai utilizar um bom volume de roupas em 800Km de percurso, ainda que seja verão europeu. Assim, eu sugiro considerar a opção por volume maior, de 60 ou 65L, por exemplo, para ter margem e não andar com a mochila socada. Excluindo a Lafuma, que não conheço, as demais são excelentes mochilas, com bom nível de conforto e distribuição de peso. Diferenças muito pequenas, diria que somente em detalhes mesmo. Ressalva para o modelo citado, da TNF, que está há algum tempo fora de linha e tem um volume útil menor que as outras duas. No que tange à escolha, se não puder experimentar antes, tenha em mente que para as marcas Osprey e The North Face as mochilas, ainda que possuam regulagem, tem modelos com tamanho de torso diferentes que limitam essa regulagem. Então, você vai ver que existe Atmos 50L para medidas de torso M-L e torso L. Atenção na hora de escolher. Sempre bom verificar suas medidas corporais e conferir na página oficial do fabricante para checar qual o tamanho mais adequado a você. Saudações,
  2. Acessos aos Morros do Canal e Anhangava liberados sem qualquer problema ou necessidade de comprovação de vacinação. Acesso ao Caminho do Itupava e ao Marumbi só para quem comprovar vacinação contra febre amarela. Como são áreas de mata atlântica e persiste o risco do vírus na região toda, inclusive identificação de mais macacos mortos em função da febre amarela, RECOMENDA-SE fortemente que todo viajante que pretenda adentrar nessas áreas (mesmo nas liberadas) que esteja devidamente imunizado, cumprindo lembrar que a imunização só faz efetivo efeito a partir de 10 dias desde tomada a vacina. Abs,
  3. Oficialmente não está fechado por se tratar de uma entrada por propriedade particular, mas está localizado na área de um dos parques estaduais afetados, e numa área de risco, e portanto recomenda-se a visitação apenas a pessoal devidamente imunizado com vacina.
  4. Salve! Não conheço esse modelo "Diagnostic" em particular, mas Caterpillar é um fabricante que foca mais em modelos para uso profissional, como EPI, que acabaram caindo no "gosto" de usuários casuais em função de seu apelo rústico e agressivo. As que já experimentei, similares em aparência a este modelo, achei em geral muito pesadas, geralmente com biqueiras de aço e outros detalhes que para uso no trekking em geral as tornam pesadas e desajeitadas = desconfortáveis. Até hoje não gostei de nenhum modelo deles no pé. Robustez, segundo relatos e avaliações contidas em sites gringos para modelos da marca, são apenas medianas, nenhum se destaca em nada. Beleza? É questão de gosto, e gosto não se discute. Tem ainda o fator dificuldade de comprar produtos originais. É uma marca muito falsificada, então uma loja confiável para a compra seria essencial para se ter alguma garantia, e aí o preço no Brasil dispara. Talvez por isso a dificuldade de encontrar aqui no país fora dos canais mais informais de compra e venda. Essas características, creio, façam com que a marca não seja comentada por aqui. Sobre as outras duas botas mencionadas: As Salomon não recomendo, vai achar polêmico, mas para mim (que já tive e tenho produtos da marca) o solado delas é pouco aderente para uso em rocha molhada e sua robustez pífia para uma bota com o seu nível de preço. As Snake são mais honestas, no geral boas botas, mas têm seus defeitos também, conforme o modelo. Já comentei o que acho de ambas em diversos posts aqui neste tópico mesmo e pelo Mochileiros afora.
  5. Grande Rafael! Igualmente bom ter notícias suas, apesar que é só ler os sempre belíssimos e detalhados relatos do amigo para saber que continua firme e forte trilhando mundo afora. Então, essa demorou mas saiu! E não tenha dúvida que seus relatos continuam inspirando muita gente mesmo. Dias atrás conversava com um aluno um curso de iniciação ao montanhismo aqui em Curitiba e o cidadão se mostrou grande fã seu... Está colecionando vários dos seus relatos para repetir os trajetos. Quando falei que te conhecia, ele quase surtou! Rsrs. Forte abraço e boas trips!
  6. Salve time! Falamos, falamos e 2018 passou sem batermos perna por lá. Este ano temos que fazer. Voltar no Chapéu de Sol e fechar aquela crista acima do Tangará até o Arapongas. Falamos.. Abs!
  7. Salve companheiros! Acabei que vi somente hoje este relato... Atrasadinho. Uma grande pena não ter conseguido acompanhar vocês nesta, mas sem dúvida, como se diz, há males que vem para bem. Outras virão! Forte abraço!
  8. Que bom @Othoni Vinicius de Paula! A ideia na época era sintetizar algumas opções que nem sempre aparecem nas buscas dos mecanismos de busca como o Google, que priorizam outros critérios na apresentação de resultados. Sem dúvida, por ser antiga, a lista está desatualizada. Lojas físicas fecharam, como a Pantanall, outras mudaram de endereço, como a Acampar do Sh. Estação, que agora está na Av. Comendador Franco, 2335 - Jd. das Américas, e outras lojas novas abriram suas portas - como é o caso da Loja Alta Montanha - www.lojaam.com.br ou ainda ampliaram sua presença, como é o caso da Decathlon, que abriu nova filial depois daquela postagem. Não vou atualizar a lista, por hora. Continua válida para o propósito a que se destina. Os sites foram mencionados e continuam ali, devendo ser consultados para as atualizações necessárias. Saudações montanheiras!
  9. Olá! Sinceramente, primeira vez que vejo mochila cargueira da Wilson.. Olhando no site oficial da empresa (americana) - em https://www.wilson.com/en-us não encontrei qualquer referência a este tipo de produto, o que me leva a crer que é apropriação da fama da marca esportiva por algum fabricante mequetrefe (famoso produto pirata), o que indica fortemente se tratar de uma fria. Pelas fotos não dá para ter qualquer noção, mas me pareceu porcaria. Pela proporção da espessura da barrigueira dá para ver que é muito fina para este porte de mochila. A não ser que o preço seja muito, muito convidativo (o que também já seria muito suspeito para mim) acho mais aconselhável procurar algo consagrado no mercado. Saudações montanheiras,
  10. A gasolina não chega a contaminar o alimento somente com sua queima não, especialmente se for a retificada (branca = benzina). O único risco é o vivente ficar cheirando e ficar doidão, ou derrubar gasolina na comida.. Daí lascou. Risco maior é, no bombear para dar pressão no sistema, tornar o troço um lança-chamas, como já vi muitos fazerem, e tocar fogo em tudo à sua volta na hora de acender. Cuidado redobrado. Mas como já mencionei, acho muito trambolho, especialmente pelo cuidado de manutenção que necessita. Para uso intensivo, em alta montanha ou regiões com pouco acesso a comércio, são muito bons, pois te permitem autonomia longa no suprimento de combustível (as suas costas são o limite). Para uso esporádico, como me parece ser o caso do Bruno, outro risco, grande, é na hora de viajar descobrir que o fogareiro emperrou (seus mecanismos de bombeamento precisam de lubrificação frequente) e não funciona. Sds,
  11. Então.. minhas considerações. No que toca ao primeiro item, kit de panela, frigideira e espiriteira com aparador de vento: excelente para uso individual. Tenho um bem parecido e posso dizer que para uso minimalista é ótimo, mas muito pequeno já para cozinhar uma refeição decente em duas pessoas. Lembrando ainda que espiriteira demora um pouco para aquecer o sistema e fazer pressão, não permitindo também a regulagem da potência da chama.. Quanto ao segundo item (igual ao terceiro link), fogareiro a gás e gasolina: atente que na descrição do produto o combustível líquido indicado é a gasolina branca (benzina), provavelmente não funcionará bem com a nossa gasolina chechelenta mistureba de álcool e água (vai corroer o sistema). Provavelmente será fonte de dores de cabeça a médio prazo, pois este tipo de fogareiro para funcionar bem depende muito da qualidade do combustível. Além disso, sua manutenção costuma incomodar (pequenas peças, especialmente da bomba de pressurização do líquido combustível que quebram), te deixa na mão de uma hora para outra, além de ser de manuseio um pouco mais complicado com gasolina, além de achá-lo pesado e volumoso como opção para uso em trekking nas nossas condições de clima com este combustível. A opção de ter uso duplo - gás (cartucho padrão Tekgás, de rosca) e gasolina, ainda o torna desengonçado para uso com cartucho de gás, apesar de oferecer uma base mais estável para cozinhar. Saudações montanheiras!
  12. Salve! Tenho uma espiriteira igual a esta, que usava bastante em camping estruturado. Ótima para cozinhar em panelas grandes - para 4 pessoas, por exemplo. Mas como ponto negativo dele, a corrosão, já que é fabricado em chapa metálica e apenas pintado. Em uso próximo ao mar (maresia) não dura muito. Também acho este modelo um pouco grande para trekkings mais minimalistas. Em compensação essas duas que vou indicar abaixo considero mais práticas para utilização em trekking. Tenho a da Azteq (aço inox) e recomendo fortemente. A outra, da Nature Hike (ambas são chinesas) também é excelente, e tem como vantagem (na minha opinião) o fato de poder levar algum combustível dentro dela (tampa rosqueável. Ambas possuem como vantagem o seu pequeno volume, permitindo serem guardadas, por exemplo, dentro da própria panela utilizada para acampamento, mesmo panelas de pequenas dimensões. Seu gasto de álcool - proporcionalmente, também é menor. Seguem algumas imagens. Saudações montanheiras!
  13. Salve! Como este é o relato mais recente que achei sobre o Pico Agudo de Sapopema, vale algumas informações para complementá-lo no sentido histórico.. O PICO AGUDO – Informações de referência e aspectos geográficos A montanha conhecida atualmente como Pico Agudo de Sapopema (há homônimos picos agudos em diversos pontos do território brasileiro) também é conhecida como Monte Ybiangi ou ainda Ybiagi, como referenciada em linguagem nativa (índios Kaingangs), encontra-se situada no território do município paranaense de Sapopema, com acesso pelo Distrito de Lambari, nas terras pertencentes à antiga Fazenda Inho-ó, distante cerca de 340 Km de Curitiba, às margens do Rio Tibagi, numa região que faz a transição entre o primeiro e o segundo planalto paranaense. Esta montanha é provavelmente uma das mais antigas a ser referida e constar na cartografia paranaense. Sua localização já era conhecida e referida em mapas no Século XVII - originada em registros de jesuítas espanhóis, constando na famosa carta geográfica intitulada “PARAQUARIA VULGO PARAGUAY : CUM ADJACENTIBUS”, que, segundo consta na obra do Barão do Rio Branco, teria sido produzida em Amsterdam por Joan Blaeu (1596-1673). Seu cume, a 1224m de altitude, segundo Reinhard Maack – primeiro geólogo e naturalista a explorar com rigor científico aquelas terras entre 1923 e 1930 – é um dos pontos mais altos da região norte do Paraná e situa-se num conjunto de montanhas chamado de Serra dos Agudos, que inclui outras elevações de destaque nas proximidades, como a Serra Chata (1080m) o Morro do Taff (1115m), a Serra Grande (1180m), o Morro do Meio (1110m) e o Pico do Portal (1040m), estas três últimas montanhas situadas do lado oposto do Rio Tibagi em relação ao Pico Agudo e às demais, já em terras de outro município vizinho: Ortigueira/PR. Os primeiros relatos em referência a esta montanha (Sr. Thomas Bigg-Wither - Primeiros Mapas das Províncias do PR e SC - 1872/1875), no entanto, remontam a 1840, época em que teria sido visitado pelo cartógrafo norte americano John Henry Elliott, acompanhado por Francisco Lopes, ambos a serviço do Barão de Antonina, durante a exploração dos sertões daquela então remota região, à época habitada apenas pelos índios Kaingangs. É preciso desmistificar a informação de que o Agudo de Sapopena (Monte Ybiangi) seria a montanha mais alta da região norte paranaense, pois isso não é verdade. Existem pelo menos outras três montanhas na região com altitudes absolutas maiores. O que faz o Monte Ybiangi ser tão espetacular é, sem dúvida, a sua majestosa proeminência, pois se debruça sobre o vale do Rio Tibagi, formando um desfiladeiro entre si e a Serra Grande, separados pelo Rio Tibagi (conhecido no passado como Rio Latibagiba), que é tido como o cânion mais profundo existente em terras paranaenses, chegando a incríveis 700m de profundidade, segundo revelaram estudos realizados por pesquisadores da UFPR. As imponentes paredes rochosas que cercam o Monte Ybiangi oferecem inúmeras vias de escalada, muitas a desbravar, para a alegria dos iniciados neste esporte. Escaladores de destaque no cenário estadual como Andrey Romaniuk, Alessandro Haiduke e Elcio Muliki, dentre outros, têm explorado a área e relatam a abertura de novas vias a cada visita, tendo conquistado inclusive o cume da “Torre Menor”, formação ao lado do maciço principal do Monte Ybiangi, batizada de “Agulha Reinhard Maack”, no carnaval de 2011. * * Saudações!
  14. Salve! Botas.. Sempre um assunto bom e polêmico. O que serve bem e uns gostam, não necessariamente é o que servirá e será apreciado por outros. Primeira dica é sempre comprar a bota depois de experimentar o modelo exaustivamente nos dois pés (em loja física, portanto). Comprar bota pela internet, a não ser que você já a conheça é a maior roubada. Depois, antes de partir para a trilha, usar na cidade alguns dias para acostumar seu pé à bota (não tem nada a ver com amaciamento, mas mais para verificar se a mesma não te machuca, não modifica sua pisada, etc.). Isso previne problemas na trilha depois e pode te poupar de . Na minha opinião, Salomon e The North Face, por exemplo, são marcas excessivamente caras e de qualidade apenas mediana. Materiais do solado e cabedal são frágeis, não aguentam pancadaria forte. Boas para quem faz trilhas tranquilas. Óbviamente temos hoje grande facilidade (oferta e disponibilidade em lojas nacionais) para adquirir boas botas importadas, como Columbia, Dachstein, La Sportiva, Boreal, Mammute, Vasque, dentre outras, mas os preços geralmente são proibitivos, fora da nossa realidade devido à disparidade dos preços em Dólar. Todavia, tenho dado preferência para fabricantes nacionais, como Vento, Snake/Guartelá e Feline. Nos últimos 10 anos as melhores botas que tenho usado são desses fabricantes, mesmo se comparadas às de marcas importadas - Salomon, Columbia e TNF, que também já utilizei e ainda tenho. Não perdem em nada para nenhum modelo importando, a não ser talvez no "status" do usuário, fator puramente pessoal e atécnico. Vento (fabricante paranaense), em especial os modelos Finisterre e GS3000, ótimas botas para trekking em geral e montanhismo, e até mesmo para uso tático e profissional. Tem excelente custo x benefício, ótimo nível de conforto, proteção e de impermeabilidade, tenho em uso ainda uma Finisterre que já está com mais de 6 anos de idade e absolutamente íntegra. Snake e Guatelá (mesma fábrica - fabricante paranaense) tem modelos muito bons, cabedal bem resistente, confortáveis, impermeáveis. Única ressalva talvez para os solados, que apesar de bem aderentes, não estão mostrando (ao menos para mim - forma de uso, talvez) grande durabilidade em atividades de rocha (montanha). Todavia, as minhas melhores compras nos últimos 4 anos foram as botas da marca Feline (fabricante mineira). Especialmente os modelos Raptor Dry e Sabre Dry. São botas de uso tático/policial, mas totalmente compatíveis com trekking e uso em montanhismo. São impermeáveis e com excepcional nível de proteção e conforto. Gosto especialmente porque são um pouco mais rígidas (couro nobuck) do que as Vento (atualmente com cabedal em Nanox) e do que as Snake/Guartelá (couro nobuck). Especial destaque para o solado, extremamente aderente em rocha molhada, sinceramente o melhor que já usei até hoje (para quem já andou o dia inteiro dentro de rios de pedras lisas na serra do mar sabe do que falo). Todavia, não são encontradas em shoppings, apenas em lojas de equipos policiais/táticos. Claro que essas são as minhas impressões pessoais, baseadas em mais de 30 anos de atividades e no uso que faço destes calçados tanto em travessias em montanha, de vários dias, quanto de ataques, uso em atividades aquáticas e hikings curtos. Saudações!
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