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gvogetta

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Sobre gvogetta

  • Data de Nascimento 29-09-1974

Bio

  • Ocupação
    Viajante nas horas vagas. A principal meta de vida é conhecer as principais paisagens naturais do Brasil, da América do Sul e do resto do Mundo, nesta ordem...

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  1. Olá Frederico! Difícil hein?! Teria que saber mais ou menos quantos dias você tem disponíveis para isso, aí seria possível equacionar melhor o que merece ser priorizado. Depende também um pouco do seu "estilo" como viajante. Certamente poderá ter que pular algum atrativo, ou concentrar em outros, então minha sugestão a seguir - apenas com as prioridades, não vai ser muito precisa. 1. Peruíbe: gastaria pelo menos 1 dia, praia e passeios na zona sul (Juréia). 2 dias seria melhor, se puder. 2. Morretes: algumas horas, um giro de cerca de 4 horas, almoçando ou apenas passeando pela cidade já conhecerá seus principais atrativos. 3. Balneário Camboriú: pelo menos 1 dia, pra aproveitar o Interpraias 4. Bombinhas: pelo menos 1 dia 5. Florianópolis: pelo menos 3 dias, pra distribuir entre as atrações da Ilha. Imperdíveis, na minha opinião, visitar o sul da ilha (Ribeirão da Ilha, Naufragados, Matadeiro, Lagoinha de Leste), centro da ilha (Barra da Lagoa, Joaquina, Mole) e norte (Ingleses, Santinho, Jurerê). Como vê, fecharia fácil uma semana. Pense que nessa época (pandemia coronavírus) deve evitar viagens. Tem muita restrição ao deslocamento, e várias cidades aqui no sul estão com circulação restrita ou mesmo proibida. Saudações,
  2. Legal @beatrizz!!! Fico feliz que tudo tenha saído como planejaram e que tenham tido uma ótima janela de clima. Parabéns! Abraço!
  3. Salve! Mochila é quase como roupa, sem experimentar, toda opinião torna-se vazia ou no mínimo incompleta. Por isso, minha recomendação nesses casos é sempre que possível experimentar antes de comprar. Tirando a Lafuma, que não vende mais no Brasil, as demais você deverá encontrar em lojas nas cidades maiores aqui de nossa incrível Pindorama para poder experimentar antes de comprar. Não conheço seu estilo como viajante, mas para o perfil de viagem planejada, acho que 50L é pouca capacidade de mochila, considerando que vai utilizar um bom volume de roupas em 800Km de percurso, ainda que seja verão europeu. Assim, eu sugiro considerar a opção por volume maior, de 60 ou 65L, por exemplo, para ter margem e não andar com a mochila socada. Excluindo a Lafuma, que não conheço, as demais são excelentes mochilas, com bom nível de conforto e distribuição de peso. Diferenças muito pequenas, diria que somente em detalhes mesmo. Ressalva para o modelo citado, da TNF, que está há algum tempo fora de linha e tem um volume útil menor que as outras duas. No que tange à escolha, se não puder experimentar antes, tenha em mente que para as marcas Osprey e The North Face as mochilas, ainda que possuam regulagem, tem modelos com tamanho de torso diferentes que limitam essa regulagem. Então, você vai ver que existe Atmos 50L para medidas de torso M-L e torso L. Atenção na hora de escolher. Sempre bom verificar suas medidas corporais e conferir na página oficial do fabricante para checar qual o tamanho mais adequado a você. Saudações,
  4. Acessos aos Morros do Canal e Anhangava liberados sem qualquer problema ou necessidade de comprovação de vacinação. Acesso ao Caminho do Itupava e ao Marumbi só para quem comprovar vacinação contra febre amarela. Como são áreas de mata atlântica e persiste o risco do vírus na região toda, inclusive identificação de mais macacos mortos em função da febre amarela, RECOMENDA-SE fortemente que todo viajante que pretenda adentrar nessas áreas (mesmo nas liberadas) que esteja devidamente imunizado, cumprindo lembrar que a imunização só faz efetivo efeito a partir de 10 dias desde tomada a vacina. Abs,
  5. Oficialmente não está fechado por se tratar de uma entrada por propriedade particular, mas está localizado na área de um dos parques estaduais afetados, e numa área de risco, e portanto recomenda-se a visitação apenas a pessoal devidamente imunizado com vacina.
  6. Salve! Não conheço esse modelo "Diagnostic" em particular, mas Caterpillar é um fabricante que foca mais em modelos para uso profissional, como EPI, que acabaram caindo no "gosto" de usuários casuais em função de seu apelo rústico e agressivo. As que já experimentei, similares em aparência a este modelo, achei em geral muito pesadas, geralmente com biqueiras de aço e outros detalhes que para uso no trekking em geral as tornam pesadas e desajeitadas = desconfortáveis. Até hoje não gostei de nenhum modelo deles no pé. Robustez, segundo relatos e avaliações contidas em sites gringos para modelos da marca, são apenas medianas, nenhum se destaca em nada. Beleza? É questão de gosto, e gosto não se discute. Tem ainda o fator dificuldade de comprar produtos originais. É uma marca muito falsificada, então uma loja confiável para a compra seria essencial para se ter alguma garantia, e aí o preço no Brasil dispara. Talvez por isso a dificuldade de encontrar aqui no país fora dos canais mais informais de compra e venda. Essas características, creio, façam com que a marca não seja comentada por aqui. Sobre as outras duas botas mencionadas: As Salomon não recomendo, vai achar polêmico, mas para mim (que já tive e tenho produtos da marca) o solado delas é pouco aderente para uso em rocha molhada e sua robustez pífia para uma bota com o seu nível de preço. As Snake são mais honestas, no geral boas botas, mas têm seus defeitos também, conforme o modelo. Já comentei o que acho de ambas em diversos posts aqui neste tópico mesmo e pelo Mochileiros afora.
  7. Grande Rafael! Igualmente bom ter notícias suas, apesar que é só ler os sempre belíssimos e detalhados relatos do amigo para saber que continua firme e forte trilhando mundo afora. Então, essa demorou mas saiu! E não tenha dúvida que seus relatos continuam inspirando muita gente mesmo. Dias atrás conversava com um aluno um curso de iniciação ao montanhismo aqui em Curitiba e o cidadão se mostrou grande fã seu... Está colecionando vários dos seus relatos para repetir os trajetos. Quando falei que te conhecia, ele quase surtou! Rsrs. Forte abraço e boas trips!
  8. Salve time! Falamos, falamos e 2018 passou sem batermos perna por lá. Este ano temos que fazer. Voltar no Chapéu de Sol e fechar aquela crista acima do Tangará até o Arapongas. Falamos.. Abs!
  9. Salve companheiros! Acabei que vi somente hoje este relato... Atrasadinho. Uma grande pena não ter conseguido acompanhar vocês nesta, mas sem dúvida, como se diz, há males que vem para bem. Outras virão! Forte abraço!
  10. Que bom @Othoni Vinicius de Paula! A ideia na época era sintetizar algumas opções que nem sempre aparecem nas buscas dos mecanismos de busca como o Google, que priorizam outros critérios na apresentação de resultados. Sem dúvida, por ser antiga, a lista está desatualizada. Lojas físicas fecharam, como a Pantanall, outras mudaram de endereço, como a Acampar do Sh. Estação, que agora está na Av. Comendador Franco, 2335 - Jd. das Américas, e outras lojas novas abriram suas portas - como é o caso da Loja Alta Montanha - www.lojaam.com.br ou ainda ampliaram sua presença, como é o caso da Decathlon, que abriu nova filial depois daquela postagem. Não vou atualizar a lista, por hora. Continua válida para o propósito a que se destina. Os sites foram mencionados e continuam ali, devendo ser consultados para as atualizações necessárias. Saudações montanheiras!
  11. Olá! Sinceramente, primeira vez que vejo mochila cargueira da Wilson.. Olhando no site oficial da empresa (americana) - em https://www.wilson.com/en-us não encontrei qualquer referência a este tipo de produto, o que me leva a crer que é apropriação da fama da marca esportiva por algum fabricante mequetrefe (famoso produto pirata), o que indica fortemente se tratar de uma fria. Pelas fotos não dá para ter qualquer noção, mas me pareceu porcaria. Pela proporção da espessura da barrigueira dá para ver que é muito fina para este porte de mochila. A não ser que o preço seja muito, muito convidativo (o que também já seria muito suspeito para mim) acho mais aconselhável procurar algo consagrado no mercado. Saudações montanheiras,
  12. A gasolina não chega a contaminar o alimento somente com sua queima não, especialmente se for a retificada (branca = benzina). O único risco é o vivente ficar cheirando e ficar doidão, ou derrubar gasolina na comida.. Daí lascou. Risco maior é, no bombear para dar pressão no sistema, tornar o troço um lança-chamas, como já vi muitos fazerem, e tocar fogo em tudo à sua volta na hora de acender. Cuidado redobrado. Mas como já mencionei, acho muito trambolho, especialmente pelo cuidado de manutenção que necessita. Para uso intensivo, em alta montanha ou regiões com pouco acesso a comércio, são muito bons, pois te permitem autonomia longa no suprimento de combustível (as suas costas são o limite). Para uso esporádico, como me parece ser o caso do Bruno, outro risco, grande, é na hora de viajar descobrir que o fogareiro emperrou (seus mecanismos de bombeamento precisam de lubrificação frequente) e não funciona. Sds,
  13. Então.. minhas considerações. No que toca ao primeiro item, kit de panela, frigideira e espiriteira com aparador de vento: excelente para uso individual. Tenho um bem parecido e posso dizer que para uso minimalista é ótimo, mas muito pequeno já para cozinhar uma refeição decente em duas pessoas. Lembrando ainda que espiriteira demora um pouco para aquecer o sistema e fazer pressão, não permitindo também a regulagem da potência da chama.. Quanto ao segundo item (igual ao terceiro link), fogareiro a gás e gasolina: atente que na descrição do produto o combustível líquido indicado é a gasolina branca (benzina), provavelmente não funcionará bem com a nossa gasolina chechelenta mistureba de álcool e água (vai corroer o sistema). Provavelmente será fonte de dores de cabeça a médio prazo, pois este tipo de fogareiro para funcionar bem depende muito da qualidade do combustível. Além disso, sua manutenção costuma incomodar (pequenas peças, especialmente da bomba de pressurização do líquido combustível que quebram), te deixa na mão de uma hora para outra, além de ser de manuseio um pouco mais complicado com gasolina, além de achá-lo pesado e volumoso como opção para uso em trekking nas nossas condições de clima com este combustível. A opção de ter uso duplo - gás (cartucho padrão Tekgás, de rosca) e gasolina, ainda o torna desengonçado para uso com cartucho de gás, apesar de oferecer uma base mais estável para cozinhar. Saudações montanheiras!
  14. Salve! Tenho uma espiriteira igual a esta, que usava bastante em camping estruturado. Ótima para cozinhar em panelas grandes - para 4 pessoas, por exemplo. Mas como ponto negativo dele, a corrosão, já que é fabricado em chapa metálica e apenas pintado. Em uso próximo ao mar (maresia) não dura muito. Também acho este modelo um pouco grande para trekkings mais minimalistas. Em compensação essas duas que vou indicar abaixo considero mais práticas para utilização em trekking. Tenho a da Azteq (aço inox) e recomendo fortemente. A outra, da Nature Hike (ambas são chinesas) também é excelente, e tem como vantagem (na minha opinião) o fato de poder levar algum combustível dentro dela (tampa rosqueável. Ambas possuem como vantagem o seu pequeno volume, permitindo serem guardadas, por exemplo, dentro da própria panela utilizada para acampamento, mesmo panelas de pequenas dimensões. Seu gasto de álcool - proporcionalmente, também é menor. Seguem algumas imagens. Saudações montanheiras!
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