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gvogetta

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Sobre gvogetta

  • Data de Nascimento 29-09-1974

Outras informações

  • Lugares que já visitei
    Parques Nacionais Brasileiros (até dez/2016 somam-se 34 - a maioria nas regiões Sul, Sudeste e Centro Oeste), Parques Estaduais do PR, SC e RS (todos), vários parques estaduais em SP, MS, RJ, MG...
  • Próximo Destino
    Alguma trilha de montanha, cânion ou trekking, provavelmente pelo sul do Brasil...
  • Meus Relatos de viagem
    Relato geralmente apenas travessias, trilhas e passeios em ambientes naturais/selvagens, com pernoite em acampamentos...

    :: Monte Araçatuba, com acampamento (PR) - Mai/2011:
    http://www.mochileiros.com/morro-do-aracatuba-maio-2011-t56292.html#p593137

    :: Travessia Monte Garuva-Monte Crista (SC) - Jun/2011:
    http://www.mochileiros.com/relato-travessia-monte-garuva-monte-crista-amc-jun-2011-t58492.html

    :: Quiriri, de novo. Pedra da Tartaruga e Vale Encantado (SC) - Out/2011:
    http://www.mochileiros.com/quiriri-de-novo-pedra-da-tartaruga-e-vale-encantado-t61672-15.html#p646971

    :: Monte Araçatuba, de ataque (PR) - Jan/2012:
    http://www.mochileiros.com/subida-ao-monte-aracatuba-de-ataque-jan-2012-t66111.html#p685541

    :: Quiriri 3 - Pedra da Tartaruga e Vale Encantado (SC) - Mar/2012:
    http://www.mochileiros.com/quiriri-3-pedra-da-tartaruga-e-vale-encantado-t82604.html#p841669

    :: Monte Baepi, solo, em Ilhabela (SP) - Abr/2012:
    http://www.mochileiros.com/caminhada-ao-topo-dos-picos-do-baepi-e-do-sao-sebastiao-ilhabela-t30955.html#p708831

    :: Travessia Morro da Igreja-Cânion Laranjeiras (SC) - Jun/2012:
    http://www.mochileiros.com/serra-geral-travessia-morro-da-igreja-canion-laranjeiras-t71696.html#p739200

    :: Monte Tucum, Evento 5 Cumes AMC - Aniversário da conquista do Pico Paraná (PR) - Jul/2012:
    http://www.mochileiros.com/monte-tucum-5-cumes-amc-2012-t71751.html#p739687

    :: Marumbi - A Conquista do Olimpo 133 anos depois - Comemoração dos 133 anos do Montanhismo no Brasil (PR) - Ago/2012:
    http://www.mochileiros.com/a-conquista-do-olimpo-133-anos-depois-t72772.html

    :: Pico Agudo de Sapopema e Serra Grande de Ortigueira (PR) - Set/2012:
    http://www.mochileiros.com/pico-agudo-de-sapopema-e-serra-grande-de-ortigueira-t74656.html#p768179

    :: Operação Descampado (PR) - Nov/2012:
    http://www.mochileiros.com/operacao-descampado-t76275.html#p782862

    :: Janela da Conceição - Trilha da Conceição e Picada do Cristóvão - 2012:
    http://www.mochileiros.com/janela-da-conceicao-trilha-da-conceicao-e-picada-do-cristovao-t86887.html#p881422
  • Ocupação
    Viajante nas horas vagas. A principal meta de vida é conhecer as principais paisagens naturais do Brasil, da América do Sul e do resto do Mundo, nesta ordem...
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  1. Salve! Já vi este modelo de colchão casal inflável Guepardo sim (em loja). Partindo da premissa de que o peso e volume não será problema para seu perfil de uso, é um bom produto. Os "gomos" transversais dele o tornam bem confortável se comparado a outros modelos similares. O único detalhe dele que não gostei foi o cheiro forte do material (que já percebi em outras marcas também). Não posso opinar sobre a durabilidade dele, mas acredito que seja equivalente à dos concorrentes no mesmo segmento. Saudações,
  2. gvogetta

    Mochila... Qual comprar?

    Salve Evandro! Conheço "ao vivo" essas mochilas da Guepardo e não acho a qualidade o ponto forte delas. Principalmente a qualidade das costuras e reforços, aspectos que considero essenciais numa boa mochila, nela não inspiram grande confiança. Especialmente no fundo e nas alças, que são pontos críticos e onde a mochila se rompe com frequência. Pelo preço dela, se você não for fazer trilhas pesadas e com abuso de peso com ela (difícil em trilhas com acampamento de 2-3 dias..), até daria para encarar se você também for bem cuidadoso, o que não inclui viagens com ela sendo despachada na bagagem de vôos comerciais, pois ela não aguentará muito. Uma boa mochila tem seu custo, infelizmente, e ele é maior que essas Guepardo, Nautika e afins. Trilhas & Rumos ainda passa, apesar da qualidade ter caído um bocado também ultimamente. Se quer algo mais garantido e durável, sinceramente, vá de Deuter, Osprey, Thule, Lowe Alpine, Norrona, Arcteryx ... Essas são consagradas internacionalmente, e seu preço, claro, depende do dólar, então pesam no bolso. Mas temos ótimas opções nacionais atuais também: Alto Estilo, Conquista, Curtlo, Equinox... Ou procure boas marcas nacionais do passado, usadas (fora de linha), como as Caratuva e Mont Blanc, que se encontram ainda por bons preços e não farão feio, apesar do design ser mais antiquado. Abraço!
  3. gvogetta

    Mochila... Qual comprar?

    Olá! A Transit é uma ótima mochila. No tamanho 40L, especialmente, uma boa escolha justamente por ter sido criada para ser acomodada na cabine dos vôos nacionais e internacionais, como bagagem de mão, pelas regras mais atuais das companhias aéreas. Porém, em relação à Pilgrim 35+10, perde em ajuste e conforto nas costas para caminhadas longas, sem falar que para trilhas mais fechadas, por ser de formato mais largo e "quadrado" se enrosca mais na vegetação. Abraço e boas trips!
  4. @bruno.fabrício Haha, aposentar só quando partir desse mundo... Nem mencionei os Therm-a-rest pois são ainda mais caros que os Sea to Summit, mesmo trazendo de fora do Brasil. Qualidade indiscutível, mas para um equipo sujeito a furos, mesmo cuidando, não sei se vale o $$ investido. Abraço!
  5. Salve! Os Sea to Summit são ótimos em termos de peso e compacidade, mas na minha opinião muito caros para nossa realidade, e sua resistência é igual aos de outras marcas, não sei se seria uma boa opção para quem está começando. Os NatureHike são muito bons, excelente relação custo x benefício. Tenho 2, de modelos diferentes (um fino, formato múmia, muito similar aos Sea to Summit e outro mais espesso, formato retangular de células transversais) que uso conforme o tipo de expedição/viagem. Aguentam bem nossas condições de frio e são bastante leves. Na resistência, aparentemente não ficam devendo nada aos de outras marcas. Os Quechua/Forclaz também são bons. Usei por quase 5 anos um A200 ultralight dos antigos e aguentou bem. Era um pouco mais pesado e volumoso por ter a sua alma preenchida com espuma de PU, mas gostava muito do conforto dele. Hoje tenho um Forclaz Air 550, que isola bem, é muito mais leve e compacto, mas o conforto não é muito bom. Acampar com isolantes infláveis demanda algum cuidado adicional na hora de escolher o local de dormir, especialmente para não deixar nada embaixo da barraca que possa furar o isolante, bem como demanda cuidados na hora de guardar, especialmente na hora de enrolar e guardar na mochila, para não danificar a região da válvula. Nenhum modelo, de nenhuma marca vai durar para sempre. São isolantes que com o tempo podem te deixar na mão, mas ajudam muito a economizar volume na mochila e a ter maior conforto para dormir em relação aos isolantes de EVA tradicionais. Abs,
  6. Salve! Então, essa da Marluvas é muito comprada pelo pessoal das engenharias, para trabalhos de campo, até por ser um EPI. Se aguenta o tranco de uso a médio e longo prazos, não conheço ninguém que a use para atividades pesadas, como montanhismo e selva. Saqui a mais um ano, com o seu uso intensivo, talvez você possa nos dar um feedback melhor sobre a durabilidade e conforto dela para uso diário contínuo. Neste aspecto já vi gente reclamando dela, mas isso é um tanto pessoal. Abs,
  7. Salve Camarada!!! Então, fomos lá e fizemos! Eu e o Cover. Agora nos dias 28, 29 e 30/julho. Fizemos a travessia no mesmo sentido, saindo de São Bonifácio (casa do Sr. Gilson). Como deixamos o carro ali, onde iniciamos a caminhada, foram 33,75 Km percorridos até o Café do Tabuleiro, em Santo Amaro da Imperatriz, onde demos por concluída a Travessia, com 2 pernoites em acampamento. Achei tranquilo fazer em 3 dias, mesmo com meu físico não estando lá essas coisas e nosso ritmo não foi forte, além do que começamos a caminhar relativamente tarde todos os dias. Iniciamos a travessia por volta das 10h30 no primeiro dia e concluímos 17h20 no Café do Tabuleiro, no último dia. No segundo e terceiro dias iniciamos a caminhada, após o desmonte do acampamento por volta das 9h30, sendo que antes das 18h00 já estávamos com o acampamento montado. O início da trilha, cerca de 6 km até os primeiros campo altos estão sinalizados - iniciativa do ICMBio: Projeto Oiapoque-Chuí, trilha de longo curso que irá interconectar diversas unidades de conservação estaduais e federais em uma grande trilha de longo curso nacional. Os trechos de transposição de mata estavam relativamente fáceis, lembro apenas de 2 pequenos trechos de mata mais densa com bambuzal mais fechado em toda a travessia. Pelo que o Sr. Gilson nos falou, tem sido frequente grupos realizarem a travessia. Como pegamos tempo bom, com visual todos os dias, dava para navegar tranquilamente até mesmo sem GPS, pois a trilha estava relativamente evidente, confundindo-se em alguns trechos dadas as bifurcações e trajetos paralelos ou subidas em morros fora do eixo principal de caminhada do percurso até o Pico do Tabuleiro. Com neblina, o que é comum na região na primavera e verão, contudo, GPS é fundamental ali para não se perder. Felizmente quase não encontramos lixo no percurso. Segui basicamente a sua tracklog, junto com outras duas que levei de reserva e andamos quase todo o tempo em cima dela, mesmo sem precisar usar muito o GPS, pois navegamos bem no visual. Ficou a vontade de fazer a travessia no sentido transversal (Queçaba x Vargem do Braço) e também explorar os outros dois maciços, ao oeste e a leste, que aparentemente reservam paisagens e altitudes similares. Já entraram para os planos, dia desses cumprimos. Logo que tiver um tempo farei um relato mais completo e postarei aqui no Mochileiros, com as fotos. Forte abraço!
  8. Salve Aislan! Belo relato! Estivemos lá agora nos dias 28, 29 e 30/julho. Fizemos a travessia no mesmo sentido, saindo de São Bonifácio (casa do Sr. Gilson). Como deixamos o carro ali, onde iniciamos a caminhada, foram 33,75 Km percorridos até o Café do Tabuleiro, em Santo Amaro da Imperatriz, onde demos por concluída a Travessia, com 2 pernoites em acampamento. Creio ser possível fazer em 3 dias sem muita dificuldade, como nós fizemos. Meu físico não está lá essas coisas e nosso ritmo não foi forte, além do que começamos a caminhar relativamente tarde todos os dias. Iniciamos a travessia por volta das 10h30 no primeiro dia e concluímos 17h20 no Café do Tabuleiro, no último dia. no segundo e terceiro dias iniciamos nossa caminhada, após o desmonte do acampamento por volta das 9h30, sendo que antes das 18h00 já estávamos com o acampamento montado. O Sr. Gilson e família foram muito solícitos e não criaram obstáculos à passagem por suas terras para o início da travessia. Nosso agradecimento especial a ele, que além de muito simpático e acolhedor, demonstrou grande preocupação com o cuidado da área, recomendando não fazer fogueira e não deixar lixo pelo percurso. O início da trilha, cerca de 6 km até os primeiros campo altos estão sinalizados - iniciativa do ICMBio: Projeto Oiapoque-Chuí, trilha de longo curso que irá interconectar diversas unidades de conservação estaduais e federais em uma grande trilha de longo curso nacional. Os trechos de mata estavam relativamente fáceis de transpor, lembro apenas de 2 pequenos trechos de mata densa com bambuzal mais fechado em toda a travessia. Como pegamos tempo bom, com visual todos os dias, dava para navegar tranquilamente até mesmo sem GPS, pois a trilha é relativamente evidente, confundindo-se em alguns trechos dadas as bifurcações e trajetos paralelos ou subidas em morros fora do eixo principal de caminhada da travessia. Com neblina, o que é comum na região na primavera e verão, contudo, GPS é fundamental ali para não se perder. Felizmente quase não encontramos lixo no percurso. Abraço!
  9. Salve! O isolante Forclaz é bom, a falta de dados mais técnicos dele não o desmerece para um uso regular. Como disse (citado acima) estimo que o isolamento dele (fator R, ou R-Value) deve estar situado entre 0,7 e 1,0, ou pouca coisa mais que isso, o que é suficiente e adequado para a maioria das situações encontradas aqui no Brasil. Só não o indicaria para expedições em alta montanha, por exemplo. Por R$ 250,00 (ou menos, estes dias os vi em oferta aqui em CWB por 199,00) são uma boa opção em face de outros, importados com especificações bem parecidas e com preços bem acima. Saudações!
  10. Lembrar que os EVA mais grossos (acima de 10mm), se dobrar, além de mais difícil (de dobrar para guardar na mochila, por exemplo) vai rachar e desmanchar com o tempo. EVA mais grosso também é difícil de encontrar em metro. Sds,
  11. gvogetta

    Pico Paraná

    Salve! Os que sei que posso indicar sem medo são o pessoal do Gente de Montanha e da Ana Wanke. Ambos com base em Curitiba. Buscando no Google achará fácil os contatos das duas agências. Saudações,
  12. Salve! Vi na loja apenas esse Forclaz Trek 700G (do link) é muito similar ao Forclaz Air 550 (vermelho), modelo anterior, de formato retangular, que também era vendido nas lojas Decathlon. Disse "similar", pois material de construção me pareceu o mesmo (PES+TPU), porém o Trek 700G apresenta alguns avanços em relação ao seu antecessor, como a existência de uma válvula dupla (1 bocal para enchimento e outro para esvaziamento), o que é bem vindo para facilitar o esvaziamento total na hora de guardar. Também sua espessura é um pouco maior, de 5,5 cm contra 4 cm. O R-Value dele não é divulgado pela Decathlon, onde já inclusive questionei há mais de ano o serviço de atendimento sobre o índice do Forclaz Air 550, até hoje sem resposta. Todavia, mesmo sem essa informação oficial, baseado em modelos de outros fabricantes, do mesmo material e design, estimo que seu índice R-Value deva ser de 0,7 a 1,0, o que o torna adequado para regiões de frio moderado, ou seja, acima de 5ºC de temperatura ambiente. Apesar disso já usei o meu Forclaz Air 550 em temperaturas próximas de 0ºC sem notar resfriamento por condução, valendo lembrar, no entanto, que eu conto com uma camada extra de isolamento contra o frio. No mais, provavelmente os mesmos problemas: 1. Quem for mais pesado (acima de 60 kg) o isolante é muito instável fazendo com que o usuário comece a “balançar" e a "quicar” a cada volta que realiza durante o sono. Isso se deve em função da forma de disposição dos "tubos" de ar, dispostos em sentido longitudinal. Se fossem dispostos na transversal, como ocorre nos Therm-a-Rest, ou em formato de célula (Nature Hike e Sea to Summit), esse problema não existiria. 2. Por ser de material relativamente fino, muito cuidado é exigido na hora de montar acampamento e limpar o local onde será montada a barraca, especialmente quanto à presença de espinhos ou pontas que possam perfurar o isolante. No geral, para campistas eventuais nas condições típicas brasileiras, este isolante da Decathlon é um bom produto, especialmente pela relação custo x benefício. Saudações!
  13. gvogetta

    Sacos de Dormir

    Salve @luanfurlan! Primeiramente, o isolante é essencial, e não irá interferir na temperatura necessária do SD. Lembro que a função do isolante é isolar você do frio que é transmitido por condução a partir do contato com o solo. Pensando em Patagônia, importante pensar que o isolante adequado deva ter um R-Value compatível, com índice 3 ou superior, independentemente da marca. Digo isso pois a Sea to Summit oferece diversos modelos no mercado: um isolante Ultra Light (amarelo) possui R-Value de apenas 0,7, o que é insuficiente para as condições do frio patagônico. Recomendaria, no mínimo, o Ultra Light Insulated (laranja), cujo R-Value é 3,3. No que toca ao Saco de Dormir, realmente a equação volume/peso x temperatura de conforto nem sempre é fácil de balancear. Obviamente vai depender do perfil de uso e, até mesmo, de autoconhecimento. Digo isso pois se o perfil da excursão será com pernoites em camping selvagem, em áreas expostas e remotas, com predominância em estação de baixas temperaturas, o SD é um recurso indispensável de suporte à vida e não deve ser negligenciado. Sem dúvida nessas circunstâncias eu optaria em levar (e carregar o peso) do modelo -5ºC. Todavia, se a excursão vai utilizar abrigos ou ainda, não vai ocorrer nos períodos em que o frio é mais intenso, é possível, sem temor, utilizar os "liners". Particularmente não conheço pessoalmente este da NatureHike, mas conheço e já usei os da Sea to Summit em situações reais de frio intenso, e cumprem perfeitamente com o que prometem. Ademais, sempre haverá a possibilidade de você utilizar mais roupas (que você já estará carregando na mochila) para dormir, em adição ao SD. Diante disso, avalie bem qual será sua necessidade e faça a escolha. Saudações,
  14. gvogetta

    Barraca NTK Windy, vale a pena?

    Então.. Realmente, os lojistas dependem das marcas e vice-versa, é uma relação difícil e avaliações honestas deles, mais ainda.. Mas confesso que eu me surpreendi positivamente com o que vi dessa barraquinha. O acabamento, como disse, ainda precisa melhorar bastante, mas está bem melhor do que o que via no passado em outras barracas importadas pela marca. Tenho "um pé atrás" com produtos da marca NTK, distribuída pela Nautika, pois geralmente são produtos de qualidade mais baixa, com foco na competitividade pelo preço baixo. Conheço os produtos deles há anos, e noto que estão evoluindo, como tem evoluído a qualidade dos produtos chineses em geral. A bem da verdade, há que se ter em mente que a Nautika hoje é uma grande distribuidora, não fabricam nada nessa linha de lazer, só vendem produtos fabricados por terceiros (creio que quase tudo atualmente fabricado na China), por empresas desconhecidas do grande público que fornecem com as marcas próprias deles - a exemplo da NTK e da Azteq. Lembrando que aqui eles detém os direitos sobre as marcas: NTK, AQUAFISHING, IGLOO, FLAMBEAU, AQUA MARINA, DEUTER, AZTEQ, CAMELBAK, SEA TO SUMMIT, DURBAN, NTK TÁTICO e CROSMAN). Saudações montanheiras!
  15. gvogetta

    Rede de Selva

    Salve! Bem pesada e volumosa. Meu pai, no passado, usava uma parecida com essas que você postou no link. Pesava (completa) mais de 3 Kg, seguramente e o volume era bem superior ao que uso atualmente para a mesma proposta (sou adepto do acampamento com redes). Hoje temos recursos bem mais leves que fazem a mesma coisa, exemplo disso é o conjunto Tarp Oca + Rede Joy + Mosquiteiro Bug Stop da Kampa, só para citar bons produtos de marca brasileira e produzidos aqui. No exterior (EUA, principalmente) temos uma cultura muito mais amadurecida para o uso de redes do que aqui no Brasil. Sugiro que façam uma rápida busca no Youtube com os termos "hammock camping" e vejam do que estou falando. Saudações,
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