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diorgenes

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  1. Fui na época da festa nacional, acho que 12 de junho, e recomendo que não vão nos dias anteriores à festa, pois fecham a praça vermelha para organizar as festividades (dizendo eles)
  2. Muito mito... é a gente mais bacana e solicita que já conheci! Um dia andando aleatoriamente numa avenida em SPb, tentando achar um bar ou algo parecido, andei andei e não achei nada. Abordei 2 homens perguntando "govorite po-angliski?", um cara respondeu que sim, e perguntei onde tinha um lugar tipo pub, pra tomar uma... fui ao lugar indicado, era um restaurante-cervejaria, que tem a cerveja própria mas tem mais cara de restaurante. Decepcionei e perguntei pros garçons/garçonetes onde teria um lugar legal pra ir... todos jovens, mas cada um com um diferente nível de inglês. Mas todos foram muito solícitos, e eu acabei ficando no lugar até acabar, bebendo chopp sem pagar... A experiência foi positiva. Outra coisa interessante que achei, também nos aspectos humanos dos russos, foi como as pessoas são sisudas. Não necessariamente rudes, mas os olhares na rua são muito ameaçadores. Viajando de Berlin para SPb, havia um casal com 2 filhos. A mulher dava umas olhadas que eu ficava me perguntando o que eu estava fazendo de errado. Porém foi só minha mãe começar a brincar com o filho dela e ele começar a gargalhar que a mulher abriu o sorriso. Na viagem de volta, de moscou a roma, mesmo sem minha mae falar um puto de inglês e a senhora que veio ao nosso lado não falar nada de outra lingua sem ser russo, elas se comunicavam por gesto e riam pra caramba. Minha mãe até comeu parte do lanche da mulher hahaahah a impressão foi boa, mesmo que para o desavisado que estiver andando nas ruas e vir todos aqueles olhares estremecedores, parece que é totalmente ao contrário.
  3. sobre esse tema, reparei que em moscou os trabalhadores braçais, que trabalham em serviços pesados, construção etc. têm feições do leste asiático, e vi pouquíssimos negros ou outras etnias que não parecessem pertencer às etnias englobadas ou de influência direta da rússia. na rua arbat, depois de ir umas 3 vezes na mesma loja de souvenir acompanhando minha mãe, fiquei do lado de fora trocando papo com um cara que fica chamando clientes para a lojinha, um nigeriano. Uma das coisas que perguntei foi o preconceito. Ele falou que tem medo de andar sozinho, principalmente no subúrbio, e que não são raros ataques aos centro-asiáticos e aos negros, mas que na região turística não tinha ataques.
  4. Amigo, existe um guia de bolso pra conversação da Publifolha muito bom, me ajudou bastante. Segue o link: http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/136258/ tem um aplicativo android chamado Tradutor de Viagem da Jourist, que é bem bacana e é offline, você baixa os arquivos de cada língua disponível, se você quiser. No caso de línguas com outros alfabetos, você é apresentado à frase na sua língua, à frase escrita no alfabeto original, a transliteração da frase e o áudio, então é bem bacana. Usei mais quando fui à Hungria, foi divertido falar as frases em húngaro, porque eles acham que a língua é muito difícil para qualquer um fora do país falar, então todos ficavam admirados hahahaah mas diversão a parte, é um phrasebook bem útil
  5. Galera, vale a pena visitar na época do inverno (especificamente fevereiro)? Tô tirando férias e tô decidindo pra onde ir ainda, pensei no roteiro escandinavo.
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