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Guigah

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Sobre Guigah

  • Data de Nascimento 15-06-1984

Outras informações

  • Lugares que já visitei
    Argentina, Paraguai, Uruguai, Chile, EUA,
    Haiti, São Thomas, Porto Rico, Bahamas,
    Cuba, Espanha, Alemanha, Portugal, Itália, Vaticano, Inglaterra,
    Bélgica, Holanda, Marrocos
    Nova Zelândia, Ilhas Fiji, Polinésia Francesa, Venezuela, Guiana
    Tailândia, Vietnam, Camboja, Laos, África do Sul, Aruba.
  • Próximo Destino
    Tanzânia, Malawi e Zanzibar.
  • Ocupação
    ocupado
  • Meu Blog
  1. Guigah

    Mochila Cargueira Kelty Lakota 65 Litros

    Excelente mochila para montanha e viagens, comprada na Califórnia em 2016, pouquíssimo uso, estado de nova.
  2. Guigah

    São Joaquim e Urubici

    Ae pessoal, mes q vem é mto especial pra mim e minha namorada, então eu tava procurando uma pousada mil grau na serra catarinense pra gente passar um final de semana a sós, sussegado. Queria saber quem pode me recomendar uma pousada muito boa, coisa fina, q uma vez na vida eu vo ter q abrir a mão hehehe. É isso então, valeu pra quem puder ajudar.
  3. Guigah

    Tahiti - Perguntas e Respostas

    Fala aih velho, é o seguinte, eu cheguei no tahiti em papeete de madrugada como é o normal, e na primeira noite fui direto pruma pusadinha sem vergonha bem do lado do aeroporto, chamada fifi. É cara em sem verginha, mas é o mais barato q vc vai achar em papeete, onde vc vai ter q passar a primeira noite, cerca de US$20, e a vantagem é q vc não precisa gastar com transporte, pois dá menos d 4 menos andando do desembarque! Eu fui direto pra moorea, q é uma ótima op~çao por ser um lugar mto lindo, mto mesmo e ser o mais em conta do arquipélago inteiro. D manhã vc pega o le truck em direção ao porto pra pegar o le bateau. Há 2 companhias, com 2 barcos cada. Tem o moorea ferry e o moorea express, e tem a outra companhia q é a q eu peguei e não lembro o nome. É bem melhore custa tipo uns 50 cents mais caro, vale a pena. Pega o express, acho q demora uma hora mais ou menos e vc vai ficar impressionado com a qualidade do negocio, um catamarã imenso com varias areas, telões, bar, negócio chique mesmo. Eu pageui na ida e volta, cerca de 9 dólares! Isso com carteira de estudante, senão fica o dobro do preço, q ainda não é mto. Em moorea há 3 ou quatro opções de camping, q é uma ótima saída, tanto pra aproveitar o local qto pra economi$$$ar. Tem o josiane q eu não fiquei la, mas é um grande gramado qse sem sombra, o q não me interessa naquele calor. Qse ao lado tem o camping moorea, onde eu fikei 2 noites. Esse é menor e tem boas areas com sombra, tem um coqueiro baixinho q fica a 10 metros da praia, fiquei bem instalado la (minha barraca é bem pequena, cabia direitnho ali embaixo), uma boa duma sombra e côcos a minha disposição sem nem precisar levantar. Mas ali as instalações são toscas e pra ser bem sincero, apesar d ser de frente pro mar, o lugar não é mto simpático, meio mal cuidado. Há depois outro camping, onde passei o resto dos meu dias na ilha, se chama marks place place paradise e é d um americano q mora na ilha há uns 20 anos (sempre os americanos...). Esse camping ao contrario dos outros não é d frente para o mar (esses terrenos são qse sempre dos nativos, ainda bem), e não tem uma praia boa assim tão perto, mas sinceramente achei q vale a pena, d tão legal q é esse lugar. Primeiro q parceece um jardim, graminha bem contada, plantas e flores pra todos os lads, uns chuveirões estratégicos nos cantos em meio à mata, ótimas instalações e banheiros incrivelmente limpos. E lá encontrei um pessoal mais novo tb, mais mochileiros, deu pra fazer mais amizades, conhecer mais gente. E ainda é um pouco mais barato, se vc ficar alguns dias da pra negociar com o mark e ele faz uns descontos. Eu paguei cerca de US$10 por noite la, enquanto os outros saem por 11 ou 12. Pra economizar no rango eu tinha levado arroz, lentilhas, miojo e farinha pra fazer chapati. As vezes comprava alguma coisa no mercado local, bem perto do camping, nunca comia fora. Tambem pesquei e uma coisa legal é q tem mta fruta na ilha, tiveram dias q s´comi fruta. Na época certa tem manga caída no chão d tanta q tem, além d ingá, lixia, banana, mamão, abacaxi e côco, muuiiito côco, entre outros, tudo ao alcance da mão. Good times!
  4. Pow, valeu mesmo o toque!!! vou me atirar nessa com certeza! Abração
  5. Aií Jonas, pra falar a real eu não sei qto gastei, pq a minha viagem não foi nada planejada, eu ficava no lugar q gostava e vazava qdo dava vontade. Em alguns chegava a ter uma rotina diária, comum, gastava como se tivesse em casa. Qdo resolvia sair fora juntava uma grana aproximada do q pensava q ia gastar e mandava ver... ~planejamento zero. Então infelizmente fica difícil saber velho... foi mau aí! Gabriel, agora to mais em casa impossível, Balneário Camboriú, SC, minha cidade natal. Aparentemente essa parada deve ser apenas uma escala da minha viagem, mas na verdade ainda não sei se sigo o caminho denovo, assim direto. Issae! Abraço
  6. Brigadão aih velho! mas ow, planilha é algo sofisticado demais, não me dei a esse trabalho todo não, é tudo nas coxa mesmo!
  7. O tempo ao computador anda escasso... Mas então, notícia desagrádavel no aeroporto, tenho vários assuntos pra resolver e tentar embarcar no próximo voô, 2a feira anoite, dali a 2 dias. Frustrado pego uma condução e vou pra um outro albergue, aí já comçando os gastos extras q acabariam em mais imprevistos hehehe... no dia seguinte a esse, um domingo de sol incessante, nada a fazer senão ficar na praia, esperando o tempo passar, jogando malabares, arrumando o q fazer, e contemplar por do sol, q foi um dos mais bonitos q ja vi na minha vida, acho q um prêmio de consolação dos céus pra mim... No dia seguinte, o dia do embarque, é q começa a função. Acordei la pelas 9 da manhã, toca pro aeroporto pra tentar resolver esse esquema das passagens. O dia inteiro de uma agência pra outra, não tava resolvendo nada la, deixei minha mochila no escritoiro da air new zealand (os caras foram gente boa!) e toquei pro centro da cidade, tentar resolver as coisas por la... foi o dia inteiro um vai e vem aeroporto/centro, condução, onibus... sei q eram exatamente 4 horas da tarde, o horário q o escritório da air nz fechava, eu resolvi tudo. Bilhetes e autorização na mão, agora é só esperar o avião, q de novo, sai as 11 da noite. Já agoniado, pq estava neesse momento 2 dias atrasado pro festival. Mas não resta outra opção além de esperar. 7 horas depois eu embarco e aí começa o perrengue. 11 horas dali a los angeles, mais 4 ou 5 horas no aeroporto de lá. Então, mais 11 horas até Frankfurt. Chegando lá, tenho q descobrir onde é a cidade do festival, q no alto de minha organização excepcional, esqueci de anotar, só lembrava q era perto de berlim. Sorte minha q na Alemanha a coisa é fina e dentro do aeroporto tem internet rápida grátis pra qq um. Resolvido esse problema, tenho q descobrir como q vou pra berlim. Alguns minutos pesquisando e vejo q trem é o mais viável. Espero mais um pouco e embarco, então dali 2:30 até hamburgo se não me engano, e rapidinho faço a conexão pra berlim, mais umas 2 horas. Chego lá umas 8 e poco da noite, e ainda está bem claro. Tenho q achar como chegar nessa maldita cidade de Kalrsdat ou alguma coisa assim. A cidade é tão pequena q ninguémconhece. Nessa hora dei sorte e achei uma coisa q é raridade na Alemanha: 2 pessoas simpáticas. Um casal jovem q eu fui pedir informação deu toda a ajuda necessária, a mina incluive foi comigo numa internet ali do lado e checou todos os horarios de trem, imprimiu tudo (e pagou!) e deixou comigo todas as orientações possíveis. Eles até perguntaram se eu não precisava descansar, e pra isso me deixariam passar a noite na casa deles, onde aparentemente só morava jovem malucão. MAs eu tva agoniado, eram mais de 9 da noite, o festival rolando e o próximo trem era as 4:30h da manha seguinte, e segundo eles, a casa era longe e não teria como ir pra la e voltar a tempo de pegar esse trem. Agradeci e segui meu caminho, fui comer alguma coisa, e nakela hora por preços viaveis, só crapfood. DE barriga cheia (...) fui tentar arrumar um jeito mais rapido de chegar ao festival, e caminhando (com mochila e tudo, claro) cheguei a um posto de gasolina e comecei a ´pedir carona. Não demoroou mto, um casal russo se ofereceu pra me levar na estação central de berlim, onde entre outras coisas, havia um centro de caronas, e lá eu teria mais chances de conseguir alguma coisa. Cruzada a cidade inteira com uma russa maluca no volante eu chego a tal estação, e recém tinha passado das 11 da noite, tudo tinha acabado de fechar e a única saída era esperar o trem, q saía dali a 5 horas. Me ajeitei num banco e me preparei pra esperar, nessa hora ja morto de cansaço. Nessa hora vi 3 malucos jogando frisbee e tocando o terror dentro da estação de trem, um deles usava uma camisa do brasil, aí fui obrigado a puxar um papo... o cara era um brasileiro q morava na itália a tempos, e tava com 2 amigos italianos, indo pro mesmo festival q eu. Pronto, fiz 3 novos amigos e ja não estava mais sozinho. Logo depois embarcamos, e 2 hooras e meia depois estavamo na tal cidade. O único problema era q a estação é loge do lugar da festa, e naquela hora, naquelas condiçõe$, o único jeito era ir a pé. Sem demora estávamos encarando os 3 km a pé, é claro, com mochila e tudo em cima (pouco mais de 25kg)... Não foi fácil, mas eu ainda tinha 5 dias acampado no pico, com música alta e ininterrupta...
  8. Ah, tem como aditar o nome do tópico esqueci dos "S"??? da uma mão por ficou feio aquilo!
  9. Valeu aí galera... e Gabriel, fiz snow em queenstown, sempre em coronet peak ou remarkables... não são os melhores, mas eram os mais na mão pra mim. Enfim, continuo... Chegando na capital, eu com uma puta dor de barriga, pq tinha almoçado um abacaxi inteiro nesse dia hehehehehe, tocamos pa um pub e passamos a noite num albergue q era um casarão antigo, mto legal, mas fora isso não tinha nada demais nessa capital aí. De lá foi q ficou mais interessante a viagem. Rumei pra uma ilha chamada nananu-i-ra , ao norte da ilha principal, mas no caminho paramos em uma escola local pra fazer uma visita. Foi mto massa, a molecada mto receptiva, todo mundo faceiro, a gente levou uns cadernos, lapis, canetas e coisas do tipo, eles ficaram mto agradecidos, mas o melhor foi a hora q eu comecei a jogar uns malabares, a criançada pirou!! passei uma cara ali ensinando eles a jogar. Foi animal mesmo, todo mundo rindo e querendo aprender... Saindo dali, fomos pra uma vila mais no interior da ilha chamada Wailotua. Outra visita divertidissima, fiz vários bons amigos por lá tb, rolou banho de rio, banda nas jangadas tradicionais (bilibili) e claro, cerimônia de kava, q eu tanto esperava. A vila ea irada, tinha umas grutas enormes no fundo, q eram sagradas pra eles. Me juntei mais uma vez mais com os nativos do q com os "gringos" e passei a tarde tomando kava à reveria!! No final do dia eu ja tava mais do q sussegado (kava relaxa q é uma beleza) e finalmente toquei pra tal da ilha. Essa ilha paradisíaca por sinal, não era muito grande, mas tinha lá umas 5 ou 6 praias e um albergue só... nada de resorts ou mega estruturas. passei uma só noite aí, mas valeu demais. com direito a mtos novos amigos, mta kava (a gente bebeu kava até dizer chega, ninguém aguentava mais), por do sol idilico, mta curtição, praias paradisíacas e até mesmo um amor de verão! heheheheh... viagem completa não!?!?!? Bom pra fechar a última parte da volta na ilha principal (Viti Levu). De lá de volta pra base, a cidade de Nadi, q não é a capital, msa é onde fica o aeroporto principal, e geralmente onde tudo começa. No caminho pra lá, rolou uma parada num lugarzinho show. Uma vilazinha no pé de uma montanha com umas piscinas de água quente natural. Mas o mais impressionante era um córrego q tinha ali, nascia numa piscinninha de água cristalina e corria QUENTE!! fiquei de cara, um córregozinho comum, de água limpa e tal q corria morro abaixo com água quente... o massa era ver os nativos ali, todo mundo sussegadão tomando banho nas termas, só curtindo... Dali mais uma noite na cidade, q foi mto engraçada por sinal. Eu tava szinho, jantando no "hotel" e um dos nativos q eu conheci na viagem, o Paul, passou lá com mais um amigo fijiano e duas meninas inglesas, colocando maior pilha pra gente sair dar uma banda. Óitma pedida. O pessoal lá em Fiji é tão gente boa, q até vc se acostumar vc fica desconfiado, acha q neguim ta querendo t passar a perna, mas vc depois v q a rapaziada é sangue bom mesmo. Bom, saímos nós 5 em um taxi desvairado, tarde da noite, procurando um lugar pra comprar bebida, msa era tarde já e não havia lojas, aí saímos pelas periferia, passar na casa dum indiano q vendia bebidas num esquema por fora, na garagem de casa. Bebidas descoladas, o taxista nos deixou num final de rua, perto duma prainha. Então lá estava eu, com duas meninas q nunca tinha visto na vida, um fijiano q conheci há 5 dias e um otro q não tenho nem idéia de onde saiu, sentados num meio fio bebendo e dando risada no calor dos trópicos! De lá, deixamos as meninas em seus hotéis pq elas tinham q vazar e fomos nós 3 pra uma verdadeira balada fijiana!! totalmente periferia, totalmente realidade.. sem ingleses ou qq tipo de turista por perto, eu era o único branco a vista, oq não me trouxe nenhum tipo de constrangimento. Foi irado demais, andando de um lado pro otro, bebendo cerveja, curtindo altas mesmo. Depois de mta risada, hotel de novo e no dia seguinte parti sozinho pra uma ilha chamada Mana, q quer dizer magia, no lindo arquipélago das Mamanucas. Passei por lá 3 dias, esses de sossego, só na minha... No primeiro dia dei a volta na ilha inteira a pé, tirei várias fotos. De resto, a única ação se resumia às noites, com a mochileirada do albergue, e os nativos q trabalhavam lá, regada sempre à muuuiita kava, cerveja e aquelezin na praia. Os dias em geral passava sussegado na praia, de preferência em Sunset beach, dando risada ( e muita!!! o cara era uma comédia!!!) com o meu melhor amigo na trip Serupepely Natui, e seu camarada Ben Ratu. Depois desses 3 dias no paraíso era hora de pegar o barco e seguir pro aeroporto, adeus Fiji! Nesse barco inclusive, vivi uma das experiências mais fantásticas da viagem. O barco, claro, era qse uma bateira, pinga pinga... parava em todas as ilhas da região buscando a galera dos albergues, enquanto o pessoal dos resorts iam de avião ou catamarãe luxuosos. Bom, o interessante ´´e q uma hora o barco parou numa ilha e pegou 3 ou 4 mulheres negras, locais e gordas! com aqueles vestidos longos e coloridos, carregando seus filhinhos pequenos e umas sacolas, algumas delas cheias de comida. Aí q as mulheres começam a tirar comida da bolsa (tangerinas, chocolates, salgadinhos, biscoitos, frutas) e começam a comer e oferecer pra todo mundo! Aquela europeusada (convenhamos, povo antipático) com cara de cu q nem deu oi pra elas qdo elas entraram no barco, ficaram de cara, elas riam e ofereciam comida pra todo mundo, coomo se todos fossem velhos amigos. A caar de impressionado do pessoal do barco tava engraçada, acho q eles nunca viram nada nem parecido com aquilo na vida deles. Enfim, chegando ao aeroporto lá pelas 5 da tarde, eu só tinha q esperar até as 11 qdo era meu vôo!!! E isso tudo pra saber q eu não ia poder embarcar... problemas com passagens e não sei mais oq, a imigração de Fiji achou melhor eu não embarcar pra não acabar preso qdo chegasse em Los Angeles (uma parada à caminho da Alemanha). Aí q começou minha maluca saga rumo ao Fullmoon Festival, no arredores de Berlin... O nó q dei pra resolver isso e todo o caminho até a alemanha fica pra depois...
  10. Opa! tenho estado sem tempo pra continuar os relatos, mas deixo aí as fotos... ta em inglês pro meus amigos estrangeiros entenderem tb... http://photobucket.com/albums/v320/Guigah/ Abraço
  11. Fala galera, agora q eu to em casa por mais tempo mais sussegado, vo contar aqui a trip q fiz, aliás, to fazendo... só q vou por partes q é muita coisa! Não vou dar conta de escrever tudo duma vez só. Enfim... Começo de abril de 2004, eu e meu grande amigo Jian entramor num avião e embarcamos pra Nova zelândia. Levamos as mochilas e as bikes de downhill, e mais nada. Sem conhecer ninguém la dentro nem mta coisa. Eu com a intenção de viajar, de ver qual q era, e ele, maia de juntar dinheiro. Bom, chegando lá, tudo mto fácil, primeiras horas em auckland, no centro sem nem entrar no albergue, compramos um carrinho, q foi a mão na roda, e de graça... umas meninas da alemanha tavam vazando e precisavam desesperadamente vender ele... boa pra nóis! Na hora conhecemos um curitibano q ia pro mesmo lado, ele entrou na barca e no primeiro dia ja tocamos pro monte... chegando lá, o maluco vazou com os amigos dele, passamos a primeira noite num backpackers, dia seguinte reconhecimento na cidade, dormimos no carro, no outro dia descobrimos um parque de mountain sinistro!! bom pra estrear as bikes!!! Nessa mesma noite já tocamos pra katikati, com emprego e uma boa casa pra morar. Facim facim... Emprego: catador de kiwi, clássico! tranquilo, depois mudamos pra uma casa inacreditavel, uma puta mansão no alto do morro, com piscina, sem vizinhos por perto, isolado mesmo, com uma galera mto sangue bom. Simplesmente perfeito. Mais algumas semanas na mesma área e emprego, o chefe começou a impregnar, mandei a merda e no mesmo dia arrumamos um outro emprego, de caseiro numa horta de kiwi, na mesma área. TRabalho bem melhor, tudo arregado, patrão sangue bom, 200%! Só q eu ja tinha trabalhado 2 meses e meio, não guentava mais o frio da NZ, depois de muita confusão e correria com mta cerveja no meio, com uma festa de aniversário de 20 anos do mais doido pra mim mesmo, combinado com a minha despedida e da maioria dos meus camaradas, hora de vazar, dessa vez completamente sozinho... destino: FIJI!!! Cheguei no paraíso!! q alívio q era sentir o calorzão dos trópicos de novo! Já no aeroporto, uns maluquinho com aquelas violinha tradicional e tudo... o cara da imigração ficou pesando naminha, não sei pq, aí perdi o translado e a reserva no meu backpackers. Uma tiazinha me arrastou pra agência dela e eu fiquei horas negociando la com ela os preços e tudo mais, explicando q eu não era inglês nem americano pra ficar torrando tudo, aí rolou q consegui desconto em tudo q reservei, tudo!!! hehehehe... ainda q a mulher tinha o mesmo nome da minha mãe, depois dumas duas horas no escritório dela ela ja tava me chamando de filho. Dali taquei pro hotel mais tosco do pico, q era o q eu precisava, orçamento sempre curto. Mas não da nada q o pessoal era gente boa. Primeira noite descolei um cd de reggae, dum artista q não conhecia, Lucky Dube, coisa fina, não saiu do meu discman a viagem inteira, qse choro cada vez q escuto. No primeiro dia (ou segundo...) eu fui pra uma ilha chamada malamala, passeio meio palha, eu ja esperava por isso, altamente turístico, mas tinha maior vontade de ir numa ilha daquelas perfeitinhas, redondinhas com uns coqueiros no meio. Foi divertido, fiquei andando soh com os locais, certeza, e matei a vontade q tinha desde moleque. Depois hotel tal, próximo dia embarquei numa pra dar a volta na ilha principal e conhecer umas ilha ao redor. Irado tar na estrada de novo, pegando onibus em estrada de terra empoeirada! Primeira parada natadola beach, paradisíaco e bem parecido com algumas praias do nosso brasil. Águas claras, rio de fundo de areia desaguando no mar, nativos pescando polvo e lagosta ns corais, lindo. Dali pra sigatoka dunes, visual inacreditavel. Em seguida pra coral coast passar a noite, tudo sussegado, mto coral como o nome sugere uma apresentação cultural local, música da hora! eu não lembro bem a ordem das coisas pq faz qse um ano e meio q fui, mas foi mais ou menos assim. Em seguida, toca pra capital suva, no caminho para em Namosi Highlands pra um trekking irado, mto bonito, mas confesso q nosso brasil não deve nada nesse quesito pra eles, aliás a floresta no quintal da minha casa é mais legal e tem mais vida animal, então nada ali me surpreendeu na verdade, mas foi irado mesmo assim. Já pro pessoal do países ricos q tavam por ali (todo mundo menos eu!) ficavam admirados co cada detalhe. A reação deles ao ver aquela plantinha q vc tocae ela fecha era até engraçada. Nesse dia teve direito até a caminhão do transporte da galera do trekking atolado, o q me rendeu algumas cervejas de graça no fim da noite, pq os ingleses e norte americanos nunca tinham visto tanta lama, e ficaram impressionados qdo eu taquei umas pedras e madeira embaixo da roda e o caminhão saiu na mesma hora (fiquei de cara com a falta de experiência de vida, de sagacidade dos caras). Seguindo a trilha agora a pé, andando pelos rios, show de bola, tomando banho de cachu, me senti em casa... teve um maluco desses q perdeu o óculos numa das cachoeiras, o me rendeu outras cervejas na faixa essa noite, pq eu acabei achando e o cara,q era fotógrafo ficou altamente agradecido. Enfim chegamos ao navua river, simplesmente irado, um rio majestoso no meio de um vale inácreditável, com uma cor verde forte e vaaaarias cachoeiras dos lados, esse sim me impressionou. Descemos a maior parte em bóias (bem ao estilo morretes!!), e no final pegamos um daqueles longboats, pra chegar numa cidadezinha, bem ao por do sol, por sinal, maravilhoso... ali na beira rio. Rumamos pra capital, onde chegamos a noite (não estava mais sozinho, é claro!), mas isso eu conto depois q to com sono agora! heehehe Putz, não ta nem na metade ainda...
  12. Guigah

    Jalapão

    Fala galera, queria perguntar pro pessoal q conhece se rolava de ir explorar o jalapão de motoca... uma xr200 é um bom veículo pra conhecer o famoso oasis?? Só quero saber se é possível, não me importa o tamanho do perrengue pq já to acostumado e gosto desse tipo de aventura, ja cruzei o pantanal brasileiro inteiro de dt 5 anos atras. Vcs acham q é possível fazer algo assim por lá?? Abraço
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