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  1. Atravessando a fronteira Uru-Arg Pegamos o bus para Gualeguaychú, paramos no terminal, mas não sabíamos o endereço da casa do Nacho (nosso host do couchsurfing) e também não tínhamos dinheiro argentino. Começamos a caminhar até o centro da cidade, lá ia ter internet e cambio, assim pensávamos. Depois de passar por todas as ruas principais e não principais, entrando em bancos e lojas que não nos ajudaram em nada, conseguimos trocar o dinheiro e entrar em contato com o Nacho. Com o endereço na mão, paramos em um café porque a fome já estava batendo depois de ficar zanzando e se estressando n
  2. Intendencia de Colonia Para sair de Montevideo, pegamos um ônibus e, depois que descemos, andamos cerca de 5 km até um ponto onde decidimos pedir carona. Quinze minutos depois, Evan, de Río Branco, parou porque aquela era uma zona perigosa para caronar. Ele tinha o dia livre, é taxista e estava indo buscar a mãe em San José. Depois dele, às 14h30, quem nos deu carona foi o caminhoneiro Fabricio, que nos ajudou e deixou bem perto de Colonia del Sacramento. Cara muito gente boa. Fabricio Às 15h50, Melina e Eliana, nossa segunda carona feminina, pararam, nos ajudaram e nos levaram a
  3. Como explicamos antes, vimos que estávamos pobres, sem Couchsurfing em Piriápolis, estava chovendo, meio tarde para ir para a estrada e, provavelmente, ninguém pararia para duas criaturas molhadas, então decidimos ver quanto era a passagem para Piria e a Ellen lembrou dos pesos argentinos e chilenos que tinha. Conseguimos trocar apenas os pesos argentinos, o que foi melhor que nada. Compramos as passagens por 128 pesos cada. Ainda não tínhamos ideia se íamos acampar, nem o que faríamos com tão pouco dinheiro, mas, pelo menos, tínhamos comida. Começávamos a perceber que íamos ter que entrar em
  4. E aí, conterraneoo!! hahaha.. Que bom que tá curtindo o relato!! Estamos super atrasadas, mas logo postamos mais. Abracoo!
  5. Holiiis!! Voltei com o relato depois de uns dias off.. Bora pra Minas, no Uruguai. Depois que descemos do ônibus que ia para San Carlos, às 12h20, começamos a pedir carona para a entrada da Ruta 12, estrada que segue até Minas, nossa próxima cidade. Conseguimos que alguém nos levasse depois de 40 minutos de espera. Ao colocarmos nossas coisas na 12 para começar a fazer sinal de carona, o Gustavo parou sem nem ao menos estarmos preparadas e, para a nossa sorte, ia direto para nosso destino e nos deixou na rua da casa de Gonzalo, Magel e a inteligente filha deles, Bruna, que nos hospedaram a
  6. Que bom saber que só relatar já está encorajando alguém, Sara, ainda mais uma mulher! Que todas nós tenhamos coragem e suporte! Boa sorte aí no final da graduacao e provas e bora planejar essa viagem aí!! Quando for, avisa!! Vamos estar na estrada ainda no ano que vem. Bj.
  7. Oi, Eduardo!! Que bom que tá curtindo, espero que o nosso relato possa ajudar. Que demais que estao indo para estrada também. Se fizerem alguma página ou blog, avisa aí. Com questao da grana, ela já terminou logo depois que entramos na Argentina. O Uruguai sugou quase tudo porque tava dificil conseguir hospedagem e carona mais pro fim dos nossos dias lá, e o medo de ficar na rua também atrapalhou. O início nao é tao fácil aceitar que, sim, tu vai ficar na rua um dia, e, sim, tu vai ficar sem dinheiro um dia. Agora já estamos mega tranquilas, já ficamos dias com 7 pesos no bolso para as duas.
  8. Ao chegarmos em Rocha, na costa uruguaia, tomamos outro ônibus até La Paloma, que leva cerca de 30 minutos para chegar e é bem barato. A cidade, localizada a 240 km de Montevideo, foi fundada em 1874 e conta com cerca de 5.500 habitantes permanentes, chegando a 30.000 pessoas no verão, quando recebe uma multidão de turistas em busca de tranqüilidade e surf. Recebeu esse nome porque, antigamente, por causa da quantidade de pedras e ondas, de longe, os navegantes a enxergavam em formato de pomba, “paloma” em espanhol. No inverno, a cidade fica super tranqüila, a maioria dos estabelecimentos fech
  9. Chegando na agência do ônibus em Treinta y Tres, não tínhamos ideia para que lado ir para a casa do nosso host. Enquanto organizávamos nossas coisas para começar a caminhar, Alejandro, o host, apareceu do nada porque ia se informar de alguma coisa ali na agência, que também é uma espécie de correio. Dali, fomos caminhando para a sua casa, onde ganhamos um quarto só para gente e onde, nos três dias que passamos lá, nos sentimos muito confortáveis. Nesse dia, não fizemos muita coisa. Enquanto o Ale foi para a aula, nós tomamos banho, atualizamos coisas do blog, avisamos as famílias que estávamos
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