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leonardo.dantas

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leonardo.dantas venceu a última vez em Agosto 19 2018

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Sobre leonardo.dantas

  • Data de Nascimento 29-05-1981

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  • Meus Relatos de viagem
    Paraty - http://www.pelaestradafora.com.br/search/label/DB%20Paraty%2011.2013
    Aruba, Bonaire e Curaçao - http://www.pelaestradafora.com.br/search/label/DB%20Aruba%20Bonaire%20e%20Cura%C3%A7ao%2012.2012%20%C3%A0%2001.2013
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  1. Lelia, Obrigado pela dica, pode deixar que nos próximos vou colocar conforme sugeriu
  2. Gooks, Na alta temporada os preços tendem a aumentar, mas não deixe de visitar Paraty. Você vai se encantar.
  3. Obrigado, fico feliz que tenha gostado e te ajude a montar o seu :'> :'> Quando utilizo U$ estão em dólares. Nas três ilhas a aceitação do dólar é grande, mas em alguns locais só consegui pagar com a moeda local, aí preenchi o prefixo da moeda diferente e no final do post coloquei o câmbio do dia. Qualquer dúvida é só falar. Boa Viagem
  4. Dia 14 Nápoles, Pompeia e Roma Infelizmente não podemos falar muito sobre Nápoles porque ficamos pouco tempo, vale uma segunda visita. A cidade é bem diferente das demais que havíamos visitado na Itália, tem muitas construções históricas, mas nos pareceu ser menos conservado do que as demais. No dia anterior havíamos nos programado para ir à Pompéia de trem, apesar de algumas indicações de viajantes para optarmos por ir de táxi. Alguns relatos de locais e de europeus nos estimularam a visitar de trem, o custo seria muito menor e o programa é totalmente seguro. Tomamos o café da manhã, caminhamos um pouco pela orla enquanto o táxi não chegava. Orla de Nápoles Com relação aos taxistas em Nápoles, gostaríamos de fazer somente uma recomendação, fiquem atentos e sempre que possível pesquisem o preço da corrida que querem fazer e, principalmente, combinem antes de entrar no táxi, pois podem ser surpreendidos. Nossa diária no hotel acabaria as 12h e perderíamos muito tempo se voltássemos. Pegamos um táxi, por intermédio da recepção do hotel e fomos à estação de trem que nos levaria à Roma ao anoitecer. Deixamos as malas em uma loja que trabalha com aluguel de espaços na estação e lá nos informamos de onde ficava a estação de trem para Pompéia. A estação fica bem próxima e não existe dificuldade para pegar o trem, por isso recomendo. O trem é operado pela ferrovia regional Circumvesuviana e as partidas são de 30 em 30 minutos. A viagem dura cerca de 40 minutos, descemos na estação Pompei Scavi (Villa dei Misteri) e fomos andando até a entrada Porta Marina. Essa é a única entrada do parque onde existe a opção de aluguel de audioguia. Estação de trem para Pompéia Pompéia está localizada a 22 km da cidade de Nápoles e no passado foi uma cidade do Império Romano. A antiga cidade foi destruída em 79 d.C. pela erupção do vulcão Vesúvio. A cidade se manteve oculta por 1600 anos, até ser reencontrada por acaso em 1748. Cinzas e lama protegeram as construções e objetos dos efeitos do tempo, moldando também os corpos das vítimas, o que fez com que fossem encontradas do modo exato como foram atingidos pela erupção. A cidade é considerada patrimônio mundial pela Unesco. Conhecemos o máximo possível (em um dia) da cidade, pois é imensa. Com o mapa na mão, escolhemos os pontos que achamos mais interessante para conhecermos e passamos o dia inteiro visitando. A cidade é realmente um museu a céu aberto. Em alguns prédios até a pintura nas paredes foram preservadas, é fantástico como foi tão conservado. Visitamos o Templo de Apollo, o Templo de Júpiter, a Casa dos Vettii, a Casa de Menander, a Casa do Poeta Trágico, a Casa del Fauno, um dos muitos prostíbulos da cidade e a Terme Stabiane. Templo de Apollo Pintura na parede de um prostíbulo Terme Stabiane um dos corpos conservados e exposto na Terme Stabiane Eurotrip 2014 1820 - Pompeia Casa del Poeta Trágico Casa del Fauno Pegamos o trem no final da tarde na estação Pompei Scavi e ao chegar em Nápoles fomos direto para a estação de trem que nos levaria à Roma. Estação Pompei Scavi Fomos para Roma de Freccia, considerado como um trem bala. Chegando em Roma, pegamos o metrô até a Piazza del Neptuno e fomos andando até o nosso hotel. Deixamos as malas e fomos conhecer a culinária de Roma: pizza rsrs Site oficial de Pompéia – www.pompeiisites.org Site da companhia de trem Circumvesuviana – ligação entre Nápoles e Pompeia http://www.eavcampania.it/web/ Para mais informações, acessem as postagens: Destinos Pompéia e Top 7 Fotos – Pompéia Gastos do dia: Café da manhã: €6,30 Transporte: Nápoles-Pompeia: €2,90 por pessoa Almoço: €8,10 Táxi hotel estação: €18,00 Guarda-volumes estação ferroviária: €23,40 (2 malas) Ingressos Pompeia: €11,00 por pessoa Metrô Roma: €3,00 por pessoa Hotel Albergo Ottocento Roma: €565,00 Jantar: €54,00
  5. Prisicla, Que bom que está gostando! Ficamos em hostels e hotéis (baixo custo), todos eles estão citados no nosso dia a dia. Me diga o roteiro que quer fazer e te ajudamos com dicas de hospedagem e passeios O gasto médio ficou em 100 euros por dia, mas com certeza dá pra fazer mais enxuto e mais caro tb rs
  6. Dia 6: Para fugir um pouco da nossa rotina de viajantes preguiçosos, acordamos cedo e fomos direto para a estação de barco de Veneza, mais uma vez de Vaporetto (como um ônibus em Veneza). De Vaporetto fomos para o ponto da estação de trem de Veneza. O transporte aqui é não é barato se convertermos para Real, €7 a viagem, mas tem uns pacotes de passagens que valem mais a pena. Em todas as estações tem placas explicativas sobre os pacotes de passagens. Portal de Verona Havíamos comprado antecipadamente os bilhetes de trem para Verona (estação Porta Nuova), mas vimos que não tem necessidade pois podem ser adquiridos facilmente nas bilheterias ou nas máquinas da Trenitalia. Não sabemos se outra companhia faz esse percurso, mas essa é uma boa opção, pegamos o trem Frecciabianca. Como dito nos dias anteriores, a organização e a pontualidade ferroviária italiana é ótima, chegamos em Verona mais ou menos uma hora depois do embarque, conforme dizia no bilhete. Frecciabianca Infelizmente estava chovendo, mas nada que nos desanimasse, estávamos dispostos a conhecer a cidade, independente do tempo. Da estação de trem dá pra ir andando até o centro de Verona e fomos lendo as placas e caminhando até lá. Os principais pontos turísticos da cidade ficam bem próximos, é possível fazer todo o percurso a pé, saindo da estação de trem (Porta Nuova) é só seguir as placas. Primeira parada: Arena di Verona. Situada em uma praça bem bonita, a arena é extraordinariamente conservada e é utilizada para concertos e eventos. A Arena de Verona é um anfiteatro romano, conhecido pelas monumentais produções de ópera que nela são apresentadas. É uma das estruturas do seu tipo que se encontram melhor conservadas. A visitação é paga, mas conseguimos uns italianos na fila que nos convidaram para formar um grupo e pagarmos com desconto (grupo com no mínimo 15 pessoas - preço individual €6,00 e para o grupo sai por €4,50). Dentro da arena percorremos os corredores internos, a arquibancada e conseguimos até descer na arena onde os gladiadores lutavam. Experiência bem interessante para quem gosta dessa parte da história. Pisar no solo e imaginar todas aquelas batalhas... nos sentimos no filme Gladiador. Arena di Verona Arena di Verona Arena di Verona Ao sair da arena, pegamos informação com a funcionária de como faríamos para chegar na famosa casa de Julieta. No caminho para nosso destino, ficamos boquiabertos com as ruas bem organizadas, com muitas lojas de grife e as construções antigas totalmente conservadas. Infelizmente nossa tão querida e esperada chuva resolveu aparecer com um pouco mais de força. Nada disso nos impediu, afinal estávamos no clima de romance, íamos conhecer a famosa sacada onde Romeu e Julieta declaravam o seu amor e onde poderíamos passar alguns minutos contemplando o cenário. Piazza Erbe A casa de Julieta fica bem próximo da Piazza Erbe, muito bonita por sinal. Andando pela rua, procurando a famosa casa, eis que nos surge um grande tumulto de gente e, identificamos a casa e o clima não romântico da mesma! A casa fica no meio de uma vila, e estava lotada de turistas, uns querendo fotografar a sacada, outros querendo tocar no seio da estatua de Julieta, outros escrevendo juras de amor na parede ou no chiclete que era colado na parede, lojas vendendo souvenirs do local e a entrada para a casa de Julieta para fotografar na sacada (lotada)! Fizemos o roteiro do turista sem sentimento, tiramos fotos com a estátua, escrevemos na parede mas a sacada lotada era demais rs. Não esperem viver um momento romântico como nos filmes que se passam no local, pois a quantidade de gente e barulho é grande no local. sacada da casa de Julieta Estátua de Julieta Muro dos apaixonados Passamos pela Piazza Erbe e fomos visitar o Castelvecchio, um lindo castelo as margens do rio Ádige. O castelo abriga um museu com o mesmo nome e uma arquitetura linda. Sou suspeito de falar, pois sou apaixonado por castelos e construções medievais, mas vale muito a pena a visita. Conseguimos tirar ótimas fotos da murada do castelo. Castelvecchio Castelvecchio Vista de Castelvecchio para o rio Ádige Vista de Castelvecchio para o rio Ádige Vista da frente de Castelvecchio Castelvecchio Fomos embora do castelo com fome e encontramos uma pizzaria no caminho de volta chamada Pizzeria Al Taglio Doge, optamos pelos panzerottis! Uma senhora muito simpática e sorridente, que nos pareceu trabalhar sozinha, esquentou no forno e nos serviu, deliciosos panzerottis! Ah sim.. A chuva... Nos acompanhou no percurso todo e nos levou de volta à ferrovia, mas nada que nos impedisse de contemplar e recomendar para todos uma visita à Verona. Compramos os bilhetes e pegamos o trem de volta planejando chegar em Veneza por volta das 18h. Mas, os trens da Itália tão elogiados até hoje, já não são mais os mesmos. Nosso trem, da Trenitalia, enguiçou no meio do caminho e ficamos umas duas horas parados no meio do nada e sem muita atenção por parte da empresa, que a cada momento dizia que ia demorar mais X minutos. Depois de muito jogar no celular e dormir o trem retornou até a estação de Montebello. Mudamos de sentido para aguardar um novo trem na chuva. Ficamos mais uma hora esperando o novo trem, nós e outros poucos conseguimos abrigo em uma marquise, mas a maioria ficou na chuva por uma hora esperando o trem e quando ele chegou ainda demorou uns dez minutos para abrir a porta. Essa parte foi complicada, pois perdemos boa parte da tarde devido a esse problema, mas fazer o que, percalços no caminho de volta! Continuo recomendando a utilização dos trens, mas vale dar uma rezada antes pra tudo dar certo Chegando em Veneza por volta das 22h o nosso novo desafio foi de encontrar um restaurante aberto, mas achamos um perto do nosso hotel chamado Bar Novo. Fomos os últimos clientes do dia e tivemos que fazer o pedido bem rápido, porque apesar de simpática a garçonete não nos deu muita atenção. Terminamos a refeição e fomos para o hotel. Resumo dos gastos: Alimentação: pizzeria Al Taglio Doge €9 + bar novo €37 = €46 Ingressos: Arena €9 + Castelvecchio €12 - €21 Transporte: Vaporetto €28,00 + trem volta Verona €15,20 = €43,20 Total: €110,20
  7. Dia 13: Infelizmente hoje era a nossa triste despedida de Firenze. Nosso check out foi feito às 10 horas (limite no hotel) e as malas a cada dia ficavam mais pesadas, com algumas aquisições para a adega e lembranças da cidade. Tomamos nosso café no quarto, deixamos nossas malas no bagageiro da recepção e saímos para curtir nosso último dia na cidade. Nossa programação era voltar ao Palazzo Vecchio e fazer o tour guiado pelas passagens secretas. Nosso horário era às 11h20min. Como nos foi explicado, o tour era bem rigoroso com relação ao horário, resolvemos dar somente uma volta pelos arredores do Palazzo Vecchio. Nesse rápido passeio descobrimos o mercado municipal de Firenze. Frutas, verduras, legumes, carnes, temperos, vinhos, azeites e diversas especiarias. Tudo com um preço justo. O tour foi simplesmente incrível, dura cerca de 1h30, custa €2 por pessoa (mais o ingresso do Palazzo Vecchio €10) e vale cada centavo. A guia mostra os aposentos secretos de Cosmo (ou Cosimo) e seu filho Francesco de Médici, fala sobre a história de Firenze e explica diversos quadros e afrescos nesses cômodos. O tour passa pelas passagens que foram descobertas muitos anos depois da saída da família Médici. Pra quem curte história é imperdível! Palazzo Vecchio – Tour passagem secreta Palazzo Vecchio – mapa da entrada secreta Palazzo Vecchio – Tour passagem secreta Palazzo Vecchio – parede falsa Palazzo Vecchio – topo Saindo de lá voltamos ao Palazzo Pitti, que tínhamos ido ontem, mas chegamos tarde e o Giardino Boboli já estava fechado (fecha às 16h). O Palazzo é a antiga casa de uma família muito rica de Firenze, os Pitti, que construíram o palácio para tentar mostrar mais poder que os Médici. Ironicamente, a família Pitti entrou em falência e o palácio é comprado pela família Médici. Palazzo Pitti A construção é gigante e além do jardim, muito bonito e bem cuidado, abriga uma série de museus. Os ingressos para o Palazzo são 3: o que dá acesso a todos os museus e jardins, o que dá acesso a alguns museus e, a nossa escolha, o que dá acesso ao jardim Boboli e a três museus (Degli Argenti, Del Costume e Degli Porcelana). Jardim Boboli Labirinto verde Saímos do jardim por um “labirinto verde” que, para a nossa surpresa, nos levou até o Giardino Bardini, que também é muito bonito e que nos revela uma vista belíssima de Firenze! Ótima surpresa para nossa despedida. A essa altura, o relógio já marcava 15h e depois de visitarmos o museu Degli Argenti e caminhar pelos dois jardins a fome bateu forte! Firenze – Vista do Giardino Bardini Resolvemos dar uma pesquisada no aplicativo Foursquare para ver dicas de restaurantes próximos da nossa localização e vimos que estávamos relativamente perto de um restaurante indicado e famoso na cidade. O restaurante é o 4Leoni. O lugar é super aconchegante, bem decorado e a comida deliciosa! Nas pesquisas diziam que era a melhor “Bisteca a la Fiorentina” da cidade e, como ainda não havíamos provado, era hoje ou só quando voltarmos para Firenze! OBS: Bisteca é o nome dado para o corte de carne que tem um osso em formato de T, dividindo um pedaço de contra-filé e de filé. Uma bisteca inteira tem quase 1kg, decidimos pedir somente o Filetto (que é a parte do filé) acompanhado de uma massa que é a especialidade da casa, uma espécie de ravioli recheado de pera, com molho de queijo e aspargo. Saindo do restaurante, voltamos pro hotel pra buscar nossas malas e rumamos para a Stazione Santa Maria Novella, para esperar o nosso trem. Saímos de Firenze às 19h05 e chegamos em Nápoles às 21h50. Os trens são realmente fantástico, em quase 3 horas percorreremos cerca de 480km! Da Stazione Centrale resolvemos pegar um táxi pois estávamos com 3 malas e não tem estação de metrô perto do nosso hotel. Acho que por aqui o taxista cobra o valor que bem entende, no nosso caso €20,00. Ao chegar no hotel Rex, o recepcionista do hotel, explicou que a média é de €13,00. Gastos: Alimentação: Almoço – €62,00 Ingressos: Palazzo Pitti: €20,00 Compras: Risotos: €10,00 Mercado municipal: €10,49 Taxi Nápoles: €20,00 Hotel Rex: €30,00
  8. Dia 5: 2014 começou muito bem! Depois do nosso jantar no Equinox, seguimos para a casa do Tiago, pra fazer uma “baguncinha”, beber um pouquinho, enfim, nos divertirmos! O acervo de bebida foi bem variado: champagne, vinho branco, vinho rose, caipirinha, tequila e Jägermeister (bebida destilada alemã que eu odiei mas a Ane gostou). Bebemos, ouvimos música e depois de uma certa hora, todos já bem animadinhos, resolvemos dar uma voltinha pelas ruas de Paris e olhar o movimento (muito pequeno, diga-se de passagem, pra quem está acostumado ao réveillon no Rio de Janeiro). Mas foi bem divertido, saímos num grupo de 7 pessoas com uma caixa de som tocando funk, com direito a Naldo as margens do rio Sena e outras músicas brasileira e desejando Bonné Annèe pra qualquer um que encontrássemos pela frente! Interagimos com váriassssss pessoas! Divertidíssimo! Rs Ficamos nessa peregrinação até quase 5h30 da manhã, quando eu e a Ane resolvemos voltar para o nosso apê emprestado pra dormir um pouquinho. O resto do dia foi meio perdido, pois depois dessa farra na madruga, obviamente não conseguimos acordar pra aproveitar o pedaço do dia que teríamos em Paris e acordamos somente a tempo de arrumar nossas malas e seguir pro metrô pra ir pro aeroporto e pegar nosso voo pra Veneza. Saímos do Charles de Gaulle às 20h50min, chegamos um pouco depois das 22h no aeroporto Marco Polo em Veneza e ainda tínhamos que descobrir como chegar até nosso hotel. Ponte Rialto Nosso primeiro Vaporetto No balcão de câmbio, a atendente nos informou que deveríamos pegar um aerobus da Allilaguna, comprando o ticket logo na saída do desembarque. O valor do trajeto é de €15,00 por pessoa e a vendedora nos orientou que pra chegar no nosso hotel, deveríamos saltar na estação Rialto, logo em seguida da famosa ponte de mesmo nome! Parêntese pra ponte: realmente muito bonita, mesmo de noite e com chuva! Saltamos na estação e usamos novamente o mapa do iPhone pra nos orientarmos e chegar ao hotel San Salvador. É bem confuso andar pelas vielas de Veneza, mas até que conseguimos nos achar rapidamente, tudo bem que contamos com um pouco de sorte, mas deu tudo certo. Ane: Fizemos nosso check in (o hotel é uma graça. O quarto é pequeno, mas bem limpinho, confortável e a decoração é um charme! Só uma dica para as meninas que forem se hospedar aqui e dependem de secador: tragam o seu, pois o daqui mais parece um aspirador e embaraça o cabelo todo! rsrs Hotel San Salvador deixamos as malas e fomos procurar um restaurante aberto pra jantarmos. Achamos um do outro lado da Ponte Rialto, na beira do canal chamado Café Saraceno que além de super charmoso (mesas do lado de fora, com aquecedor pra não congelar os clientes!) a comida era deliciosa. Eu comi um spaguetti a carbonara, o Leo uma pizza margueritta e de sobremesa dividimos uma panacotta que estava de comer rezando!!! Alimentados, voltamos pro hotel pra descansar e acordar cedo no outro dia, pois o trem não espera por ninguém! Veneza Café Saraceno As belas ruas de Veneza Gostaria de registrar meu agradecimento ao grande amigo Thiago. Além de descolar um ótimo apartamento em Paris, ainda foi um ótimo anfitrião e nos ajudou muito. Valeu mesmo meu amigo! Turma reunida em Paris Resumo dos gastos: Alimentação: lanche aeroporto €3,50 + Saraceno €67,20 – €70,70 Transporte: trem Charles de Gaule €19,50 + Vaporetto €30 – €49,50 Total: €120,20
  9. Dia 4: Como planejado e não cumprido, acordamos muito tarde e no susto! Essa história de dormir tarde combinada com o fuso está nos atrapalhando na hora de acordar... Tomara que ano que vem a gente melhore, afinal hoje é o ultimo dia do ano rs Planejamos nos encontrar com o pessoal para dar uma volta pelos pontos turísticos, mas nos desencontramos e resolvemos ir conhecer a Sainte Chapelle, mas antes de iniciar nosso tour do dia uma parada estratégica para um café/almoço no restaurante L'annexe, em frente a capela. Comida muito boa e ótimo atendimento. Sainte Chapelle Sainte Chapelle A capela é muito bonita, tem lindos vitrais que contam as histórias dos livros da Bíblia. Vale muito a pena a visita! Palácio da Justiça Saímos de lá e fomos para a catedral de Notre Dame, que diga-se de passagem é linda por fora e por dentro. Vale a pena enfrentar a fila para entrar e conhecer. Não conseguimos subir, mas a visita vale muito a pena mesmo não subindo. Notre Dame Castelo e o rio Sena ao fundo Saímos da catedral e fomos na pont des arts deixar nosso cadeado e jogar nossa chave no rio Sena. A chuva não nos atrapalhou, mas não ficamos muito tempo na ponte. Pont des Arts Pont des Arts Depois passamos rapidamente na praça onde fica o Museu do Louvre. Infelizmente não entramos pois não ia dar tempo de conhecer o museu, mas tiramos a tradicional foto na frente da pirâmide de vidro. Isso é bom pra justificar uma próxima vinda à Paris. Já estava anoitecendo, mas não queríamos deixar de visitar um dos cartões postais mais famosos do mundo. Pegamos o metro e fomos para a estação Trocadero, ver a Torre Eiffel. A chuva chegou junto conosco e tivemos que procurar abrigo em cima da hora. Unindo o útil ao agradável, paramos em um quiosque pertinho pra comermos um crepe de Nutella e, por sorte, assim que terminamos a chuva passou! Valeu a pena ficarmos apertados na marquise com frio e comendo o crepe para vermos a torre. Monumento indescritível! Por causa do horário não descemos para fotografar perto dela, mas do Trocadero a vista é linda. Depois de alguns longos minutos de contemplação e fotografias, pegamos o metro e fomos pra casa nos arrumar pro ano novo em Paris. Um detalhe interessante, descobrimos que o metrô a partir das 17h do dia 31.12 até as 12h do dia 01.01 era gratuito. Imaginam o tumulto? Nenhum, só um pouco cheio. Para quem usa o metrô do Rio de Janeiro, o de Paris estava vazio! O lugar reservado pelo Tiago para nossa noite de ano novo foi o restaurante Equinox. Chegamos lá por volta das 22h. Pelo que entendemos, em Paris as pessoas costumam passar o ano novo em restaurantes e em festas privadas, muito provavelmente por conta do inverno, que não anima ninguém a ficar ao ar livre! No nosso restaurante o valor era de €80 por um cardápio que incluía entrada, sopa, prato principal, sobremesa e uma taça de champanhe. Outras bebidas eram pagas a parte. Ao longo do jantar, rolaram algumas performances de um casal de dançarinos e, no último show do ano, uma mistura de strip tease com malabarismo e equilibrismo bem caído! Mas, de um modo geral, o show foi legal. Os garçons distribuíram chapéus, serpentinas, apitos, zarabatanas e bolinhas para a brincadeira na virada do ano. Quando deu meia noite, todos se cumprimentaram, TODOS mesmo. Todo mundo no restaurante levanta, dança, se cumprimenta, curte uma ou duas músicas e vai embora rs Na rua a festa continua, todos todos que se encontravam na rua, desejavam bonne annè. Assim terminou mais um ano, com desejos e promessas para 2014! O ano acabou mas a noite estava só começando!!! Thiago, Janin, Cinthia, Cristiano e Flávia muito obrigado por nos proporcionarem um ano novo inesquecível como esse. Que venham os próximos Resumo dos gastos: Alimentação: L'annexe €33,10 Ingressos: Sainte Chapelle €17,00 Transporte: metrô €6,80 Mercado: €74,91 Jantar de Ano Novo: €190,00 Total: €321,81
  10. Dia 3: Não estamos conseguindo acordar cedo nessa viagem! Saímos do hotel hoje por volta de 10h30! Nossa programação era passear pelo Bairro de Brera, conhecer a Pinacoteca de Brera, almoçar por lá. Seguiriamos para o Palazzo Reale para ver uma exposição (duas nos interessavam: Andy Warhol ou Kandinsky), depois passear pelo bairro Navigli e seguir para o aeroporto para irmos para Paris. Conseguimos fazer parte do roteiro. Fomos de metro até o bairro de Brera (estação Montenapoleone) e ao saltar fomos nos informar como chegar até a Pinacoteca. Andamos um pouco e chegamos perto do Duomo ... A essa altura, já estávamos cheios de fome e como estávamos muito próximos do Luini, repetir a dose do panzerotti de mozzarela e pomodoro pareceu um ótima opção e foi! A fila estava maior que do dia anterior, mas eles são realmente muito rápidos no atendimento. Dali, como estávamos do lado do Palazzo Reale decidimos que seria mais prático ir logo na exposição de Andy Warhol. Só abria às 14h e eram 13h ainda. Aff... Bora pra Navigli e voltaríamos depois para tentar novamente. Passe de metrô na mão, lá fomos até a estação Porta Genova e ao saltarmos nos orientamos pelo mapa do iPhone até encontrarmos a rua do canal. (essa é outra boa dica: ao chegar em cada cidade, atualize o mapa do iPhone na primeira conexão de Wifi - não sei se funciona assim em todos os smartphones, mas com meu iPhone vem funcionando em todas as viagens! - depois que ele atualiza o mapa, mesmo que você esteja offline ele abre o mapa e te dá sua localização atual e dá pra se orientar muito bem). A rua do canal é bastante charmosinha, com muitos restaurantes e bares. Descobri uma filial da minha sorveteria favorita de Paris bem ali! Chama-se Amorino e pra quem gosta de Nutella, super recomendo o sabor L'Inimitabile! Sempre li e ouvi que o Bertilhion em Paris é a melhor sorveteria da cidade, mas, na minha humilde opinião o Amorino é muuuuiito melhor!. Obviamente paramos para um gelato: L'Inimitabile e amarena. Delícia! Andamos mais um pouco (nos perdemos um pouco) pelo bairro e já eram 15h quando conseguimos achar o metrô para voltarmos para a Plaza Duomo, na nova tentativa de ver a exposição... Dessa vez a fila nos desanimou... Nem Andy Warhol nem Kandinsky... As duas exposições eram as mais concorridas! Esperamos na fila por uns 30min mas acabamos por desistir, pois ainda tínhamos que voltar ao hotel, pegar nossas malas e descobrir como chegar no aeroporto de Malpensa. Do hotel pegamos o metro até a estação Cadorna (linha 1) de onde também saem os trens que vão até Malpensa. Achamos o guichê, que na verdade é uma salinha de vidro, onde você compra os bilhetes (€11,00, aceita cartão ou dinheiro) e já tem a entrada para a plataforma. O trem era bem novinho e o trajeto até o terminal 1 durou cerca de 30 minutos. No terminal 1 tivemos que pegar um ônibus que rodou muito até chegar ao terminal 2, de onde saía nosso vôo da Easyjet para Paris. Desembarcamos no Charles de Gaulle perto de 23h e nosso destino era a Ille Saint Louis. Compramos nosso bilhete do RER B e lá fomos nós rumo a estação Saint Michel-Notre Damme. (dica: Paris conta com numa rede ferroviária excelente e dá pra economizar muito usando o RER pra ir do aeroporto para a região central. Enquanto um táxi sairia, por baixo, por uns €80,00 o bilhete de trem sai por €9,50) Por azar pegamos o trem parador e levamos cerca de 1 hora até a estação. Mas chegamos! Da estação, novamente com a ajuda do mapa do iPhone e uma parada para informação, chegamos na casa do Tiago, amigo do Leo! Quase 1h da madruga! Estavam todos acordados nos esperando! Como não tinha nenhuma opção de jantar a essa altura, o Tiago fez uma pizza e comemos com o pesoal acompanhado por umas cervejas. Depois eles nos levaram no apartamento que uma amiga do Tiago emprestou para ficarmos, em outro bairro: uma bela caminhada em uma típica noite de inverno em Paris! Valeu a pena, o apartamento é ótimo! Amanhã, véspera de ano novo, tentaremos fazer um tour express pela Cidade Luz! Resumo dos gastos: Alimentação - €11,30 + 10 - 22,30 Transporte - €19 trem paris + 22 Itália aero + 9 trem italia - 40 Lembranças - €14 Total: €76,30
  11. Dia 12: Como hoje o dia seria mais calmo, sem estradas e peregrinações nas cidades vizinhas, nos despreocupamos um pouco com a hora de acordar. Pela manhã visitamos a Galleria dell'Accademia e conhecemos o famoso David de Michelangelo. A Galeria foi fundada juntamente com a Accademia di Belle Arti em 1784 pelo então Grão-Duque da Toscana Pedro Leopoldo. O propósito da criação era estabelecer um núcleo de ensino de arte que agrupasse outras escolas existentes, como a já famosa Accademia delle Arti del Disegno. A Galeria da Academia foi fundada para proporcionar aos estudantes acesso a um grupo seleto de obras de arte que serviriam como estímulo e exemplo para estudo e desenvolvimento dos futuros artistas. Em 1873 o David de Michelangelo foi incluído no acervo da galeria, vindo da sua posição original na Piazza della Signoria para dentro de um espaço especial da sede da Galeria. O museu é bem rico e apresenta algumas obras de Michelangelo e de outros ícones mundiais da arte. Tem também um acervo de pinturas e esculturas de artistas não tão famosos, mas com um talento fora de série. Ficamos em torno de duas horas apreciando a arte. Galleria dell'Accademia - David de Michelangelo Galleria dell'Accademia - David de Michelangelo Galleria dell'Accademia Galleria dell'Accademia A cidade de Firenze é um museu a céu aberto! Obras de arte estão espalhadas por toda a cidade, de forma organizada e mantendo sua originalidade. Próxima parada: Palazzo Vecchio. O Palazzo Vecchio foi construído no século XIII e é o símbolo da cidade de Firenze, juntamente com Santa Maria del Fiore e o David de Michelangelo. O palácio já teve várias denominações ao longo da sua história: Palazzo dei Priori, Palazzo della Signoria, Palazzo Vecchio. Firenze foi a capital de Itália entre 1865 e 1871 e o Palazzo Vecchio tornou-se a sede do Governo. Atualmente é a sede da Prefeitura de Firenze e um museu. As salas do Palazzo Vecchio são ricas em história e segredos, alguns dos quais ainda não desvendados. O Palazzo é lindo, um pouco maior do que a Galleria dell'Accademia. No final do passeio descobrimos, por acaso e por sorte, que existia um tour guiado chamado "Tour Secreto". Como todo viajante sortudo, conseguimos agendar o tour com o nosso bilhete para o dia seguinte às 11h30min. O tour custa €2 (mais o valor pago pelo ingresso do Palazzo Vecchio) e deve ser pago dez minutos antes, no ponto de informações dentro do Palazzo Vecchio. Pelo jeito e restrição do número de pessoas o passeio deve ser bem interessante. Palazzo Vecchio Palazzo Vecchio Palazzo Vecchio Palazzo Vecchio Depois que saímos do Palazzo, fizemos uma leve parada para tapear a fome com um calzone e seguimos para o Palazzo Pitti, que tem diversas atracões dentro dele. Devido ao horário de fechamento não valeria a pena entrarmos e decidimos voltar par visitar o palácio no dia seguinte, depois do tour secreto. Palazzo Pitti No jantar comemos em um restaurante perto do centro e voltamos cedo pra casa. Resumo dos gastos: Alimentação: café: €8,00 + almoço calzone: €9,00 + jantar: €23,00 Mercado:€ 11,41 + queijo grana: €7,03 Ingressos: Galleria Accademia: €13,00 + Pallazo Vechio: €20,00 Total: €91,44
  12. Dia 2: Começamos o nosso segundo dia acordando assustados com a tentativa de entrada da camareira! Já eram 11h30 da manhã e perdemos completamente a hora!! Depois do susto, nos arrumamos para sair e começar a conhecer Milão. Paramos para tomar café/almoçar na Via Tunísia em um café chamado QUBO e comemos uma pizza Margherita que estava deliciosa! A refeição super saudável - SQN - acompanhada de 2 cocas (a minha foi light, com uma linda latinha by Marc Jacobs) saiu por €17,00 Seguimos para a estação Porta Venezia do metrô, que era na esquina seguinte ao café, em direção ao Castello Sforzesco. Saltamos na estação Cairoli e saímos bem em frente ao Castello, uma imagem bastante imponente e suntuosa! Dica: comprar passes de metrô diário ou para dois dias sai bem mais vantagem do que comprar um bilhete para cada viagem. O passe de uma viagem sai por €1,50 e o diário, podendo usar por 24h a partir da primeira passagem é €4,50. O passe para 2 dias custa €8,25. Obviamente paramos para uma sessão de fotinhos na frente do Castello! Entramos no Castello e depois de uma volta de reconhecimento, descobrimos que a entrada única no valor de €3,00 dava acesso a todos os museus dentro do Castello. O único que não conseguimos visitar foi a Sala do Tesouro que se encontrava fechada para manutenção. O acervo do museu incluía uma bela coleção de armas e armaduras. Achamos o valor da entrada do Castello bem razoável! Saindo do Castello, demos uma voltinha pelos arredores e fizemos belas fotos no Parque Sempione, O segundo destino do dia era a Plaza Duomo, para contemplarmos a famosa Catedral de Milão, ou simplesmente Duomo. Realmente impressionante pelo tamanho e beleza! A igreja em estilo gótico, é a terceira maior do mundo nessa categoria. A entrada é gratuita, mas se você quiser tirar fotos lá dentro (qual turista que não quer tirar fotos??) tem que pagar uma taxa de €2,00. Havia uma taxa para subir e apreciar a vista, que não nos animou pelo frio e fila! Audio-guias também eram oferecidos, inclusive em português, por €5,00. Saindo do Duomo, nosso destino foi olhar (e apenas olhar) a famosa Galleria Vitorio Emanuelle, com suas chiques e caríssimas lojas de grifes famosas. Tentamos cumprir a tradição de pisar no saco do touro do chão da galeria, mas desistimos, pois estava muuuito cheio. Resolvemos andar pelos arredores e demos de cara com um local que eu havia lido num blog de viagem, famoso por seus panzerottis (uma mistura de calzone e pastel ou risole) chamado Luini (Via S. Redegonda, 16) Digno de sua fama! A fila era gigante e o atendimento era expresso, sem muito tempo pra vc decidir o que quer. Decida na fila! Mas não deixe de ir porque vale a pena! Delicioso! Continuando nossa peregrinação andamos pela feirinha no entorno do Duomo, nas lojinhas de Souvenirs para comprar uma lembrancinha de Milão e procuramos um restaurante para jantar. Jantamos num restaurante chamado Papa Francesco. Eu comi um risotto ala milanese (açafrão) e o Leo comeu um pene ao promodoro. Tomamos um vinho chianti. Jantar gostoso, mas nada de extraordinário. No caminho de volta ao hotel passamos mais uma vez pela Galleria Vitorio Emanuelle que nessa hora já estava mais vazia e conseguimos cumprir a tradição de pisar no saco do pobre do touro! Rs De lá fomos rumo ao hotel para arrumar nossas malas e descansarmos. Resumo dos gastos: Alimentação - €71,80 Transporte - €9 Ingressos - €8
  13. Dia 1: Iniciamos a nossa trip saindo do Rio de Janeiro (GIG) por volta das 21:40. Voamos de Iberia que, para nossa surpresa, atrasou um pouco, mas nada grave. Nosso vôo foi tranquilo, dormimos a maior parte do tempo. Estávamos exaustos da correria que tinha sido o dia (terminar de arrumar malas, Leo ainda trabalhou...) e pra completar o avião só tinha aquelas TVs no corredor e não nas poltronas, ou seja, um convite ao sono. Só acordamos mesmo para as refeições, que foram razoáveis. Nosso primeiro destino no velho continente foi uma longa conexão de 8h em Madrid. Tínhamos duas opção de conexão 6 e 8h. Optamos pela mais longa para dar uma passeada pela cidade e não ficar mofando no aeroporto. Valeu a pena! A cidade é bonita e o tempo passou bem rápido Chegamos na capital espanhola as 10h, horário local e, após uma paradinha para informações técnicas compramos os tickets do metrô na estação do aeroporto, em um quiosque de informações e vendas de bilhetes turísticos. Bilhete metrô free 1 dia - €16,80 (vale mais a pena do que comprar o avulso). Pegamos o metrô no aeroporto (linha , fizemos uma troca de linha na estação Nuevos Ministerios, de lá pegamos a linha 10 sentido Puerta del Sur e descemos na estação Plaza de España. Seguimos pela Gran Via em direção a Puerta del Sol, mas no meio do caminho não tinha uma pedra, mas tinha uma Zara! Parada estratégica para comprinhas e seguimos para Puerta del Sol e Plaza Mayor. A Puerta del Sol é um dos pontos turísticos mais famosos de Madri. Atualmente é uma grande praça, onde desde 1950 encontra-se o quilometro zero das estradas espanholas e a Real Casa de Correos (atual sede da Presidência da Comunidade Autónoma de Madrid) onde destaca-se o relógio da torre que faz tradicionalmente a contagem decrescente para a entrada do novo ano todos os anos. Originalmente a Puerta del Sol era um dos acessos do muro que rodeava Madri no século XV. O nome da porta provém de um sol que adornava a entrada. Puerta del Sol Ane na Puerta del Sol A Plaza Mayor fica a poucos metros da Puerta del Sol, bem no centro de Madri. É uma praça retangular, rodeada de todos os lados de edifícios de três pisos, sendo a sua entrada apenas possível através dos nove pórticos. Tem 129 metros de comprimento e 94 de largura. Existem ao todo 237 varandas ao longo de toda a praça. No final do ano a Plaza Mayor abriga maior feira de Natal da cidade, com diversas barraquinhas vendendo artigos natalinos e gente praticamente brotando da terra!! rss Plaza Mayor Leo na Plaza Mayor Depois de muitas fotos e uma boa caminhada, filamos a internet free do McDonald e fomos comer no restaurante tipico espanhol: Burger King..rs €15. Satisfeitos com a culinária local (rs), voltamos de metrô para o aeroporto de Barajas. Novamente a Iberia nos surpreendeu, pois faltando uns vinte minutos para o embarque, trocou o portão para o lado oposto no aeroporto. Bela caminhada e, adivinhem? Mais um leve atraso no vôo, agora já não tão impressionado como no primeiro atraso. O vôo durou cerca de 2h e chegando em Linate, nos informamos com um funcionário do aeroporto para descobrir como chegar ao nosso hotel no centro de Milão. Pegamos o ônibus 73 (€3), descemos na Plaza San Babila, de lá pegamos o metrô sentido Sesto (€3,00), linha vermelha, descemos na estação Porta Venezia e de lá fomos andando para o hotel Ibis Milano Centrale. Chegamos e fomos correndo jantar no restaurante do hotel, Restaurante Open que, com o perdão do trocadilho, já estava quase Closed (rs). Os pratos eram servidos no estilo do Spoletto, sendo que nesse caso, só escolhíamos um ingrediente. Comemos um gnhochi a ragú (bolonhesa) e um pene a carbonara, pedimos um vinho local que não conhecíamos, honesto no preço porem não muito saboroso (€32). Depois de nos instalarmos, tivemos a grata surpresa de descobrir que o chuveiro estava jogando água para o banheiro inteiro, menos pra onde deveria. A Ane, depois de muito custo, conseguiu entender o inglês do interior do Kansas da recepcionista do hotel que nos trocou de quarto. No novo quarto o chuveiro funcionava mas a TV não. Novo dialogo com o inglês "macarrônico" da recepcionista. Ela nos enviou um técnico que cutucou a TV de todas as formas possíveis, mas no final a solução foi trocar de tomada! Aff... Fomos dormir por volta das 3 da manhã, tentando fazer tudo (roteiro do dia seguinte, relato do dia, controle de gastos, ler mails e é claro candy crush), mas não conseguindo fazer nada! Resumo dos gastos: Alimentação - €47 Transporte - €22,80 Hospedagem - €136 (2 noites)
  14. Dia 11: Acordamos relativamente cedo e fomos buscar o carro na Fortezza. Para nossa surpresa a diária era preço fixo (€20), o que no nosso caso valeu mais a pena do que se pagássemos por hora. Pegamos Caballo Nero e fomos para a estrada rumo à San Gimigniano. Chegamos na cidade e o dia estava lindo, a cidade é extremamente atraente, toda murada e o estacionamento se localiza bem perto da entrada! San Gimignano San Gimignano San Gimignano Vista da Torre Grossa Nos apaixonamos pelo lugar, tudo dentro dela parecia ter saído de um filme medieval! Adoramos! Passeamos pelas ruas e vielas, visitamos a torre mais alta da cidade, chamada de Torre Grossa. Lá de cima é possível ver toda a cidade o vale ao seu redor. Piazza della Cisterna Igreja de Santo Agostinho Casa típica em San Gimignano Museo San Gimignano Fizemos um lanche rápido na cidade, compramos alguns vinhos e não deixamos de provar o sorvete mundialmente famoso. O local onde tinha essa inscrição estava fechado, mas experimentamos de uma outra loja e não nos pareceu o melhor do mundo! Estrada da Toscana De volta a estrada, resolvemos pular Siena e ir direto à Montalcino. Demoramos mais do que o previsto em San Gimigniano e o tempo ficaria corrido pra visitarmos as três cidades. Seguimos pelo caminho que o GPS nos indicou e andamos uma parte do caminho por uma estrada de terra. Ao que nos pareceu, o caminho foi mas longo e tortuoso, mas valeu a pena porque o visual da estrada era belíssimo! De um ponto da estrada conseguimos ver Montalcino de longe, como um castelo no topo de uma montanha. Chegamos na cidade e o esquema de estacionamento era o mesmo. Estava anoitecendo, mas conseguimos tirar lindas fotos na chegada. Toda a cidade é linda, não tão preservada no estilo medieval como San Gimignano, mas bem preservada também. Passamos pela igreja e fomos dar uma volta na rua principal, que por sinal estava muito vazia. Entramos em uma enoteca chamada: Grota de Brunelo. A dona era muito simpática e atenciosa, fizemos a degustação de seis rótulos e saímos de lá com novos rótulos. Montalcino Anoitecer em Montalcino Piazza del Popolo Ficamos na dúvida de dormir ou não em Montalcino, pois já estava bem escuro quando saímos, mas optamos por voltar para Firenze, dessa vez pela estrada principal. Em mais ou menos 2 horas estávamos nos despedindo do nosso companheiro de viagem e pegando um táxi do aeroporto para o hotel. Deixamos os vinhos no hotel e fomos jantar em um restaurante que tínhamos ido anteriormente. Voltamos para o hotel cansados do dia corrido, mas felizes por conhecer essas duas cidades que são um "túnel do tempo". Resumo dos gastos: Alimentação: almoço: €16,80 + gelato: €3,00 + jantar: €30,90 Ingressos: Palazzo Comunale/Torre Grossa: €10,00 Pedágios: €1,50 Estacionamento: San Gimigniano: €6,00 - Montalcino: €4,00 Combustível: €61,03
  15. Dia 10: Finalmente acordamos cedo! Tínhamos que pegar o carro, alugamos um carro por dois dias com o objetivo de conhecer seis cidades vizinhas e hoje seria o dia de Lucca, Pisa e Livorno. Fomos de táxi ate o aeroporto, mas a locadora nao era lá, o taxista nos deixou na porta da locadora, que era a 1 km de distância do aeroporto. O local é um estacionamento muito grande com várias empresas fazendo o serviço de locação de carros e utilizando de forma sistemática as vagas, muito bem organizado. Nossa reserva foi feita pelo site rentalcars.com, a empresa era Sicily Car e o carro que escolhemos pela internet era um Alfa Romeo Mito ou similar, semelhante a um carro comum aqui no RJ. Essa parte da historia é engraçada, o rapaz da locadora preencheu os formulários, fez os procedimentos burocráticos e, depois de tudo concluído e assinado, ele nos deu os documentos do carro e a chave, dizendo em italiano que era outro carro, mas como ele estava de mal humor e só falava italiano, resolvemos ir até o carro ver e depois reclamar. Na hora ficamos assustados, porque queríamos dirigir um carro de uma montadora que não conhecíamos a direção, mas ao ver o veiculo no pátio as coisas mudaram. Era um Peugeot 308 Allure CC (conversível) rs que sorte a nossa, agora era só curtir os dois dias com o "Caballo Nero" nome de batismo do carro rs Havíamos recebido dicas importantes com relação aos estacionamentos nas cidades ao redor, com isso ficamos preocupados, mas as vias são bem sinalizadas, basta ter atenção que dá certo. Ao entrar em cidades pequenas, observa as placas de parking e pare logo que possível, pois é proibido entrar em cidades muradas com carros de outras cidades. Logo que pegamos a auto estrada tivemos uma briga com o pedágio rs é bem diferente do Brasil. Não tem ninguém na cabine e lembra muito a entrada de estacionamentos, você aperta um botão, a máquina imprime um ticket e quando você retira da máquina a cancela levanta. Depois de muito pensar com o carro parado, decidimos seguir em frente! Quando chegamos em Lucca, descobrimos que o sistema calcula de forma automática o valor, de acorda com a sua entrada e saída na estrada. A maquina dá troco, tem as orientações na tela e caso tenha dúvida, você pode falar, através de um comunicador na máquina com algum atendente! O complicado foi descobrir essa mecânica toda rs e entender o cara falando italiano. Resumo da opera? Multa rs Primeira parada Lucca. A manhã estava linda, dia ensolarado e a população da cidade nos pareceu ser voltada as atividades físicas, muita gente fazendo exercícios no entorno da muralha da cidade. Lucca é uma cidade murada, portanto não entre com o carro, pare nos estacionamento ao redor. A cidade é linda, um clima bem agradável e todas as casas e estabelecimentos comerciais mantiveram as construções originais, então a cidade ainda tem o visual da Idade Média. Lucca tem muitas igrejas e algumas praças famosas, visitamos a Catedral de Lucca, o Palazzo Micheletti e fomos para a Torre Guinigi, onde é possível ver a cidade inteira. A subida é cansativa mas o visual compensa e para ajudar na subida as paredes ao longo dos andares da torre conta a historia da cidade em quadros. Depois de um rápido passeio pelas ruas da cidade, fomos para Pisa. cidade murada de Lucca Exercício em Lucca interior da Catedral de Lucca Catedral de Lucca Torre Guinigi História de Lucca em quadros na torre Guinigi Vista da Torre Guinigi Da mesma forma que Lucca, Pisa também tem seus estacionamentos e não é permitido o transito de veículos de outras cidades dentro dela, portanto mantenham a atenção nas placas! De longe conseguimos avistar a famosa torre e a cúpula da igreja que ficam no Campo dei Miracoli. Paramos o carro e fomos andando até lá. Dentro ficam a Catedral de Pisa, o Batistério, o Mosteiro e a mundialmente conhecida Torre de Pisa. Todas as visitas são pagas exceto o pátio principal da catedral. Em Pisa a fome bateu, pois já tinha passado da hora do almoço e, como não queríamos perder muito tempo, fizemos uma boquinha no Burger King! Pisa - Campo dei Miracoli Pisa - Catedral de Pisa Torre de Pisa Torre de Pisa Saindo de Pisa rumo a Livorno, nossa última cidade do dia, andamos cerca de 40 minutos e chegamos. Nossa primeira impressão: nada a ver com as outras duas visitadas! Livorno é um pouco maior e, apesar de também ter a restrição de direção para "forasteiros", havia uma rua, já dentro dos limites da cidade onde pudemos parar o carro de graça (em Lucca o estacionamento fora dos muros custava €1,00/hora e em Pisa a 1ª hora custava €2 e €1 a hora adicional). Era gratuito, mas muito longe da costa, onde queríamos apreciar a vista do mar e do por do sol. Chegamos a tempo de ver (depois de mais de 2km de caminhada!) porém a vista não encantou. Haviam outras atracões, como um museu de historia natural e um aquário para visitar, mas o cansaço e a hora não nos motivou a ficar. Caminhamos de volta ao nosso Caballo Nero e pegamos a estrada de volta a Firenze. Centro de Livorno Por do sol em Livorno Na chegada, novo dilema: onde estacionar sem quebrar a restrição de direção e evitar uma multa? Olhos atentos nas placas, sinais e no mapa. Conseguimos encontrar um estacionamento pago embaixo da Fortezza de Bassi, que custava €1,60/hora. Saímos da Fortezza e caminhamos seguindo o mapa do celular, conectado no WiFi gratuito da cidade. Sim, em Firenze alguns pontos da cidade é possível se conectar a internet gratuitamente! Por sinal, é o que nos salvou de quebrar a cabeça pra achar o caminho do restaurante que havíamos reservado no dia anterior. O Buca Mário havia sido indicado por uma amiga e tinha uma carinha bem tradicional. Chegamos uma hora do horário da reserva, e como o restaurante era bem organizado ficamos preocupados se seríamos recepcionados ou se teríamos que esperar nossa hora. Pra nossa feliz surpresa, fomos super bem recepcionados e acomodados por um simpático senhor que trabalha no restaurante há mais de 20 anos. Pedimos a famosa bisteca da casa e uma lasanha à bolonhesa. Os dois pratos estavam deliciosos, a propósito, acompanhado por um vinho maravilhoso indicado pelo sommelier da casa, o Chianti Castello de Verazzano (recomendamos). Depois desse longo dia, só nos restava voltar pro nosso hotel e descansar, amanhã pegaremos a estrada novamente! Buca Mario OBS: Katarina Chagas, valeu pela dica, adoramos o restaurante Buca Mario Resumo dos gastos: Alimentação: Burger King - €13,60 - Buca Mario €101 Aluguel carro: U$117 (duas diárias) Ingressos: Torre Guinigi - €8 - Pisa - €15 Estacionamento: Lucca - €1 - Pisa - €4 Pedágio: €22,20 Taxi para aeroporto: €22 Total: €186,80 + U$117
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