Ir para conteúdo

Sergio Roberto Faria

Membros
  • Total de itens

    11
  • Registro em

  • Última visita

Conquistas de Sergio Roberto Faria

Novo Membro

Novo Membro (1/14)

0

Reputação

  1. Nada amigo...só disseram que a empresa licitada entrega o caminho nesta data... Abs Paz e Bem
  2. Então galera do Mochileiros; Falei hoje com o pessoal do IAP da Borda do Campo e a previsão de entrega das "obras" é dia 15 de outubro! Finalmente...deixar tanto tempo fechado um caminho "tradicional" como este é um pecado... Fiz o Itupava várias vezes, inclusive à noite com "lanterninhas" de lata de leite ninho com velas, fugindo dos cachorros da propriedade abaixo do Pão de Loth...coisa do inicio dos anos 90... tempo de Clube Paranaense de Montanhismo na ...(que comédia)...bons tempos... Quero ir na "reinauguração" também!!!! rsrsr Paz e Bem!
  3. Olá Aline... Fiz as duas (Inca em 1996 e Salkantay em 2011)...se vc gosta de muvuca (muiiiita gente) e curtir sítios arqueológicos vá de trilha Inca! a vista de chegada à Machu Picchu emociona...Porém, se quiser curtir mais natureza, visuais que vão de campos de altitude, picos nevados, floresta peruana e banhos termais...vá de Salkantay...uma vantagem desta última é o preço (mais barata) e a quantidade bem menor de pessoas que irá encontrar, além de que não é preciso reserva antecipada...de uma olhada em relatos: Trilha salkantay...se precisar de dicas: [email protected] Abs
  4. Daê galera; sei que o post é meio antigo mas... Fiz a trilha Salkantay com minha esposa entre os dias 8 e 12 de agosto e levei meu gps (76CSx)...marquei os principais pontos e depois transferi para o Google Earth e "desenhei" o traklog...Acho importante mfomentar o turismo local através dos guias, carregadores e cozinheiros; apesar de que costumo levar minhas tralhas em minha cargueira durante meus trekkings... Se alguém interessar, só solicitar o arquivo kmz através do [email protected] Posso orientar quanto alguns trechos mais complicados e explicar algumas alterações feitas no trajeto por orientação do guia contratado (umas opções boas e outras nem tanto...) Abs
  5. Pois é galera...fartura de boia!!!! parece que todos os grupos tinham pessoas que cozinhavam assim...mas ainda assim perdi 2 kg durante o trekking (acho de novo em Campo Magro/PR....rsrs) Sou biólogo e a diversidade de ambientes que passamos enchem os olhos de qualquer amante da natureza como eu! fiz um traklog em kmz da travessia, se alguém quiser dar uma olhada no google earth é só solicitar pelo: [email protected] Na próxima quero retornar à HUARAZ...escalar algum nevado e fazer o trekking Santa Cruz!...estive na região em 96! Abração à todos mochileiros...
  6. SALKANTAY – 8 à 12 de agosto de 2011 Quando em meados de maio resolvi fechar o meu pacote para o Trekking Salkantay com minha esposa e mais dois amigos (Jerusa e Reni), não tinha lido o relato da moça em relação à empresa do Sr. Nicolas Cusihuaman, conhecido por Nico da NCTravel Cusco. Confesso que quando li, fiquei apreensivo e comecei a pesquisar sobre sua reputação que não foram das melhores por parte do site mochileiros...porém, já havia pago uma boa quantia e, todas as vezes que conectei o Nicolas pelo Skype ele me atendeu de forma imediata, alem de retornar todos os e-mails, entrei em contato por e-mail com um usuário do mochileiros.com que morava em Cusco, o Barna, e ele me tranqüilizou em relação a agencia...resolvemos arriscar e abaixo relato a experiência. Chegamos em Cusco no dia 05 de agosto, fui até a agencia e não encontrei o Sr Nicolas, somente um funcionário que me informou que estava tudo certo para nossa saída no dia 08 e que iria apenas mais um rapaz de São Paulo conosco, ou seja, faríamos a trilha em 5 pessoas mais o guia, um responsável pela carga nos cavalos e um cozinheiro. Ficou marcado para o dia seguinte um “briefing” da trilha com o guia. No dia seguinte, pontualmente o guia Fred estava lá e pude conhecer também o Nicolas e o outro integrante do grupo, Nivaldo, um campinense apaixonado pelo Ponte Preta (ninguém é perfeito) muiiito gente boa! Confesso que após este contato fiquei um pouco mais tranqüilo, marcamos para o dia seguinte um “tour” pelo Vale Sagrado através da própria NCTravel...felizmente o passeio foi ótimo, visitamos CCoral, Pisac, Ollantayatambo, Chinchero, etc....mas vamos ao Trekking Salkantay... Dia 08, às 4:30 da manhã o nosso guia Fred nos pegou no Hostel Pariwana e nos levou para a praça de onde pegaríamos o ônibus para Mollepata, minutos depois, informou que o transporte estava à algumas quadras do local. Assim, fomos de taxi até o ponto de embarque (pago pelo Nicolas). O ônibus não era aquelas coisas, um pouco antigo, porém, razoavelmente confortável e servia de transporte para a população local até a cidade destino; talvez isso fosse um transtorno para alguns grupos, para nós foi muito interessante pois conversamos muito, rimos, tentamos explicar (sem êxito) o que tinha acontecido com nossa seleção na Copa América...ou seja, não descansamos nada e nos entretemos entre as curvas e ribanceiras (com muitas buzinadas e sustos) da estrada que nos levava ao ponto de partida de nossa caminhada. Chegando em Mollepata, tomamos café, nossas mochilas foram entregues para a equipe que as levaria de caminhão até o ponto do almoço e iniciamos a caminhada. A caminhada deste primeiro dia é, em grande parte, em estradinhas de chão com regular inclinação e que nos levava cada vez mais próximo aos arredores distantes dos nevados Umantay e Salkantay. Pelas 12:30 chegamos em um local conhecido por Silcakancha, aí veio a primeira surpresa! Quando cheguei, vi de cara uma mesinha decorada com uma toalha de tecido colorido tradicional, com talheres, pratos e copos muito organizados e uma jarra nos esperando de uma bebida feita de milho roxo, muito parecida com suco de uva...em pouco tempo o “Chef” Donato (figura surpreendente) nos trouxe um creme de champignon de entrada e logo após “Trutchas” à dore, com arroz, batata e legumes cozidos! Acreditem...TRUTA como almoço na montanha (o que será dos meus macarrões depois desta trip?). Iniciamos a caminhada às 14:00 e às 17:30 já estávamos em Soraypampa, local de nosso primeiro acampamento. As barracas (Doite alpine 4) já estavam montadas com nossas mochilas na frente; foi só tirar os sacos de dormir de dentro das mochilas (minha esposa e eu levamos os nossos para -15ºC), e colocar sobre os isolantes fornecidos pela empresa. Nossa colega Jerusa e o Nivaldo alugaram da própria NC e o Reni tinha seu próprio também. Em pouco mais de 20 minutos, nosso guia nos chamou para uma estrutura fechada para nos sentarmos e tomarmos algo quente (mate de coca, chocolate ou café) além de uma pipoquinha e biscoito; o sol se pôs e a noite a temperatura despencou para “agradáveis” -5ºC... 19:30 foi servido o jantar: sopa de legumes de entrada e “lomo Saltado” (carne picada com legumes), arroz e batata com mantega... após jantar, um pouco de história sobre os incas, o Fred (guia) é um profundo conhecedor da história de seu povo, falando inclusive o idioma Quéchua. O guia foi um caso à parte, muito profissional e atencioso, soube conduzir o grupo dividido entre pessoas que caminhavam muito bem e a nossa amiga Jerusa, que jamais esteve em trilhas na vida mais tinha como sonho conhecer Machu Picchu e encarou a aventura bravamente (apesar de algumas bolhas). O segundo dia foi escolhido à dedo, acordamos com geada e comemoraria meu aniversário no maior desafio da travessia. Fomos acordados com um “permisso” às 5:30 pelo Chef Donato, que nos entregou na porta da barraca um delicioso chá (eita mordomia!) - pra gente que é acostumado a caminhar no Paraná com cargueira nas costas com todo equipo e se virar nos rangos é até estranho! – às 6:15 fomos para o café da manhã: café, pão, geléia, biscoito, chás e derrepente...O guia volta da cozinha (leia-se tenda) com um BOLO CONFEITADO, com meu nome, velinha e tudo mais!!! NÃO ACREDITEI! O Chef Donato preparou um bolo no acampamento...bem que escutamos de madrugada um barulho de bater de garfo em travessa...foi muito emocionante...parabéns cantado, café tomado, bolo parcialmente comido e botamos o pé na trilha. A parte da manhã do segundo dia é forte, subimos bastante com o visual de Salkantay à nossa frente iluminado por um sol ardido que se mesclava com um frio bem cortante que foi reduzindo com o passar da manhã...muita gente pegou cavalo, alguns desistiram, mas após muitos zigue-zagues e subidas entre áreas com um pouco de neve, chegamos ao Passo Salkantay (4650m)...muito lindo, visual fantástico, fizemos a tradicional oferenda a “Pacha Mama” (colocar mais uma unidade em um totem de pedras), iniciamos a descida até Huayrac, onde almoçaríamos. Após cerca de 40 minutos o tempo mudou, nuvens fecharam a montanha, o frio voltou e começou a pingar...mal chegamos na tenda cozinha, começou uma chuva que se transformou em neve e granizo muito intenso. Almoçamos um creme de milho e depois um belo espaguete, acompanhado de uma bebida quente...em pouco tempo toda a superfície do entorno ficou coberto de gelo, MUITO GELO, nos cobrimos com capas de chuva, no meu caso um anorak (puts, pensei nos 20 soles que custam uma capona de chuva!)... e saímos em meio aquela tempestade de gelo e água...Aí veio o inesperado, um raio caiu no entorno e, pelo Donato, soubemos que simplesmente nossa tenda cozinha ficou com os ferros de sustentação destruídos...quem passava pelo local na hora caiu e ficou meio desacordado; uns argentinos nos contaram que quando levantaram pensaram que tinham “SUPERPODERES” (hahahaha!)...felizmente ninguém se feriu gravemente e não precisaríamos de nossa tenda para cozinhar. A descida pela trilha, em bom trecho pela mata é bem longo e com tanta água foi cansativa; chegamos em Colpapampa, nosso local de acampamento, às 17:30. Os carregadores e o Donato protegeram nossas bagagens deixando-as secas, porém, o que era deles molhou tudo! O saco de dormir alugado da Jerusa também umedeceu, porém, o guia arrumou outro sequinho em poucos minutos com um amigo. Quando chegamos no local já não chovia mais e a tempestade só foi comprovada para os locais com as fotos tiradas pelo guia, pois ninguém acreditava! Jantamos dentro de uma área de uma casa em construção do camping, sopa de tomate e após, um “Pollo” (frango), batata, e um arroz com legumes muito bom...tomei algumas “Cusqueñas” com o Nivaldo em um barzinho ao lado do camping e fomos para um descanso. No terceiro dia o sol voltou à brilhar, fomos acordados novamente com um chazinho de coca e após arrumar as mochilas para serem carregadas pelos cavalos, um belo “desajuno” com direito a omelete com tomate, cebola e queijo, pão torrado, geléia, café, chocolate quente e uma bebida feita com um tipo de cereal que lembra muito café com leite. Caminhamos primeiro por uma estrada na borda de um vale e depois de atravessar o rio por uma ponte, pegamos uma trilha que passa por cachoeiras, vendinhas de bebidas com sanitários (limpos), tudo sobre uma floresta muito bela. No trajeto, o guia Fred foi nos “alimentando” com produtos da mata; primeiro foi a “granadilla”, uma espécie de maracujá muito doce que se tornou a melhor fruta que já provei, depois um fruto que se desenvolve entre as pétalas de uma flor, logo em seguida já estava martelando com pedras nozes...e assim foi até chegarmos ao vilarejo de Sahuayaco à 2064m...neste lugar tem pequenos mercados, as “expedições” se encontram, aproveitamos para lavar um pouco as roupas do dia anterior, tomamos mais algumas Cusqueñas, e almoçamos um elaborado prato preparado com salada russa, tomates, pepinos, abacates com queijo, frango na chapa, arroz e purê de batata...tudo com um capricho que nossas fotos podem comprovar! Nos despedimos do carregador pois dali nossa bagagem seguiria de carro até o próximo dia; demos uma pequena “propina” ao rapaz que muito satisfeito retornou pela trilha (quanta disposição!) Resolvemos ir à Santa Tereza de Van à partir deste ponto, pois a estrada por onde andaríamos estava em manutenção e não valeria à pena caminhar, aproveitamos para chegar mais cedo e aproveitar as “Águas Calientes” de Santa Tereza, local destruído pelas chuvas do ano passado mas que aos poucos está se restruturando; montamos o nosso acampamento e pela barbada de 3 soles fomos para as picinas quentes e terapêuticas...confesso que após 2 dias na base de “banhos” com lenços umedecidos e água geladésimas, aquelas águas vulcânicas realmente me pareceram milagrosas... Retornamos para o acampamento no final de tarde; o mesmo estava lotado e literalmente virado em uma balada! Tinha bar fazendo “Drinks” (experimentem o pisco sour) e depois de jantarmos um banquete com macarrão, um tipo de risoto, omeletes, molho e uma entrada com sopa (acho que era de quinua...muito boa), muitos se arriscaram em uma festa que oscilava entre Dance Music e as Lambadas mais antigas (esses peruanos são retrô!!!)...dormi ao som do “chooorando se foi, quem um dia só me fez choraaarrr...”...acordei com dois garotinhos ganhando trocados dos aventureiros tocando a mesma musica na “zamponha” em torno das mesas de café da manhã...acho que terei que fazer terapia para tirar essa musica da cabeça! Neste quarto dia decidimos junto com o guia pegar uma van até a hidrelétrica de Machu Picchu e de lá pegarmos nossas mochilas e levar até Águas Calientes pelo caminho que acompanha os trilhos... haja visto o estado do pé da Jerusa (bolhas), como as minhas coisas, de minha esposa e da Jerusa estavam em minha cargueira, me prontifiquei à levar no caminho dos trilhos deixando-as sem peso, e ainda, chegaríamos cedo em Águas Calientes (por volta de 14:00)...podendo aproveitar mais o local. Tomamos um super café da manhã com panquecas, pão, café, chocolate e uma bebida à base de aveia, nos despedimos do Chef Donato, demos para ele uma “propina” e minha esposa, sensibilizada pelo perrengue da chuva, ainda o presenteou com um anorak novinho...o cara ficou muito feliz! Mas mereceu, o zelo dele com nosso grupo e o capricho no detalhe e sabor de cada refeição fez com que nos tornássemos grandes fãs de seus talentos culinários... No caminho para a hidrelétrica, dentro de uma van, passamos por muitas cachoeiras e a estrada basicamente vai beirando o rio; chegamos, colocamos nossas mochilas nas costas, pegamos um “marmitex” preparado pelo Donato e seguimos o caminho. Esta trilha, como já citado, segue o trilho do trem e circula a montanha de Machu Picchu, em vários pontos é possível observar algumas ruínas e a bandeira de Cusco, um arco íris, que rendeu muitas piadinhas ao guia! Paramos no meio do caminho para almoçar (o marmitex) um risoto com frango, legumes, temperado com shoyu (dá-lhe Donato!) e seguimos para Águas Calientes. A cidadezinha pequena incrustada em meio às montanhas é muito charmosa; fomos acomodados no Hotel das Orquídeas (muito bom e incluído no pacote), todos tomaram um super banho quente (finalmente). O Reni ficou no quarto dormindo, as meninas foram “mancando” fazer compras (é mais forte que elas...rsrs), eu e o Nivaldo fomos andar pela cidade toda, tirar fotos, e visitar os “baños termales” (não entramos). À noite, jantamos em um restaurante muito bom no centrinho da cidade, a conta foi paga pela NC Travel (essa não estava no pacote!)...mais Cusqueñas...fomos dormir! De manhã cedo, após o café no hotel, pegamos o ônibus para o Santuário de Machu Picchu acompanhados pelo guia Fred...A história e costumes dos Incas é fantástica, o guia contou todo processo de invasão e o descobrimento da cidade que agora completa cem anos...a invasão e a relação com os espanhóis e o saque das relíquias por parte dos americanos (novidade!!!)...Além de desmitificar o modo de vida dos Incas, seus costumes e explorar muitas hipóteses daquela civilização...andamos pela cidade toda! Infelizmente não tínhamos o ticket para Waynapicchu...descemos por volta de 13:30, almoçamos, fomos pegar nossas mochilas no hotel, papeamos muito até a chegada de nosso trem; o que gerou certa confusão pois eu, Reni e Patrícia pegamos o trem que partia às 18:45; e a Jerusa e Nivaldo pegaram o trem das 21:15...este foi o único problema que tivemos...um desencontro de 2 horas com nossos colegas devido à compra dos tickets em horários diferentes... Pegamos o trem, chegamos em Ollanta, já tinha um taxista com nosso nome na mão nos esperando; detalhe, um toyota novinho, taxi muito bom que nos levou para Cusco em 1:40 de viagem, onde fomos recepcionados pelo Nicolas na Praça de Armas...cerca de 3 horas mais tarde, chegaram a Jerusa e o Nivaldo também em um taxi exclusivo (pago pela NC!). Dia seguinte, 7: 50, partimos para o Brasil. Desculpem o tamanho do relato, mas tentei resumir um pouco do atendimento da NC e do Sr. Nicolas conosco...conversei muito com outros grupos, uma agência tinha esquecido sacos de dormir dos viajantes, outra não tinha oxigênio e uma garota americana passou muito mau, no acampamento em Santa Tereza vimos agência montando barracas com as varetas remendadas e com tudo molhado...ou seja, nossa viagem não teve grandes problemas...os mínimos que tiveram, foram contornados com perícia pelo guia Fred e sua equipe. Teve grupo com Chef vestido à caráter, barracas North Face e ônibus exclusivo à Mollepata...não sei quanto pagaram mas nem era este nosso objetivo... RESUMO DE GASTOS: Tour Vale Sagrado: 30 soles Trekking Salkantay (tudo incluso): 220 dolares (pechinchamos muito) Obs.: Sei que consegue-se mais barato...mas preferi não arriscar! Dos valores pagos pelas pessoas na trilha, todos que comentaram pagaram mais do que a gente... Van para Santa Tereza e Banhos Termais: 13 soles Van para hidrelétrica: 3 soles Almoço no último dia: 20 soles (com bebida) Aluguel de saco de dormir: 20 soles (todos os dias) Ônibus para o Santuário: 15 dolares (ida e volta) Restaurante Don Tomaz (recomendamos): em média 30 soles...quem quiser o CUY 56 soles... Enfim, quem quiser dicas sobre o trekking, informações locais com mais detalhes, podem entrar em contato pelo e-mail: [email protected] ...em relação à NCTravel Cusco...no nosso caso RECOMENDAMOS MUITO à todos, pois o atendimento nos dado foi exemplar...
  7. SALKANTAY – 8 à 12 de agosto de 2011 Quando em meados de maio resolvi fechar o meu pacote para o Trekking Salkantay com minha esposa e mais dois amigos (Jerusa e Reni), não tinha lido o relato da moça em relação à empresa do Sr. Nicolas Cusihuaman, conhecido por Nico da NCTravel Cusco. Confesso que quando li, fiquei apreensivo e comecei a pesquisar sobre sua reputação que não foram das melhores por parte do site mochileiros...porém, já havia pago uma boa quantia e, todas as vezes que conectei o Nicolas pelo Skype ele me atendeu de forma imediata, alem de retornar todos os e-mails, entrei em contato por e-mail com um usuário do mochileiros.com que morava em Cusco, o Barna, e ele me tranqüilizou em relação a agencia...resolvemos arriscar e abaixo relato a experiência. Chegamos em Cusco no dia 05 de agosto, fui até a agencia e não encontrei o Sr Nicolas, somente um funcionário que me informou que estava tudo certo para nossa saída no dia 08 e que iria apenas mais um rapaz de São Paulo conosco, ou seja, faríamos a trilha em 5 pessoas mais o guia, um responsável pela carga nos cavalos e um cozinheiro. Ficou marcado para o dia seguinte um “briefing” da trilha com o guia. No dia seguinte, pontualmente o guia Fred estava lá e pude conhecer também o Nicolas e o outro integrante do grupo, Nivaldo, um campinense apaixonado pelo Ponte Preta (ninguém é perfeito) muiiito gente boa! Confesso que após este contato fiquei um pouco mais tranqüilo, marcamos para o dia seguinte um “tour” pelo Vale Sagrado através da própria NCTravel...felizmente o passeio foi ótimo, visitamos CCoral, Pisac, Ollantayatambo, Chinchero, etc....mas vamos ao Trekking Salkantay... Dia 08, às 4:30 da manhã o nosso guia Fred nos pegou no Hostel Pariwana e nos levou para a praça de onde pegaríamos o ônibus para Mollepata, minutos depois, informou que o transporte estava à algumas quadras do local. Assim, fomos de taxi até o ponto de embarque (pago pelo Nicolas). O ônibus não era aquelas coisas, um pouco antigo, porém, razoavelmente confortável e servia de transporte para a população local até a cidade destino; talvez isso fosse um transtorno para alguns grupos, para nós foi muito interessante pois conversamos muito, rimos, tentamos explicar (sem êxito) o que tinha acontecido com nossa seleção na Copa América...ou seja, não descansamos nada e nos entretemos entre as curvas e ribanceiras (com muitas buzinadas e sustos) da estrada que nos levava ao ponto de partida de nossa caminhada. Chegando em Mollepata, tomamos café, nossas mochilas foram entregues para a equipe que as levaria de caminhão até o ponto do almoço e iniciamos a caminhada. A caminhada deste primeiro dia é, em grande parte, em estradinhas de chão com regular inclinação e que nos levava cada vez mais próximo aos arredores distantes dos nevados Umantay e Salkantay. Pelas 12:30 chegamos em um local conhecido por Silcakancha, aí veio a primeira surpresa! Quando cheguei, vi de cara uma mesinha decorada com uma toalha de tecido colorido tradicional, com talheres, pratos e copos muito organizados e uma jarra nos esperando de uma bebida feita de milho roxo, muito parecida com suco de uva...em pouco tempo o “Chef” Donato (figura surpreendente) nos trouxe um creme de champignon de entrada e logo após “Trutchas” à dore, com arroz, batata e legumes cozidos! Acreditem...TRUTA como almoço na montanha (o que será dos meus macarrões depois desta trip?). Iniciamos a caminhada às 14:00 e às 17:30 já estávamos em Soraypampa, local de nosso primeiro acampamento. As barracas (Doite alpine 4) já estavam montadas com nossas mochilas na frente; foi só tirar os sacos de dormir de dentro das mochilas (minha esposa e eu levamos os nossos para -15ºC), e colocar sobre os isolantes fornecidos pela empresa. Nossa colega Jerusa e o Nivaldo alugaram da própria NC e o Reni tinha seu próprio também. Em pouco mais de 20 minutos, nosso guia nos chamou para uma estrutura fechada para nos sentarmos e tomarmos algo quente (mate de coca, chocolate ou café) além de uma pipoquinha e biscoito; o sol se pôs e a noite a temperatura despencou para “agradáveis” -5ºC... 19:30 foi servido o jantar: sopa de legumes de entrada e “lomo Saltado” (carne picada com legumes), arroz e batata com mantega... após jantar, um pouco de história sobre os incas, o Fred (guia) é um profundo conhecedor da história de seu povo, falando inclusive o idioma Quéchua. O guia foi um caso à parte, muito profissional e atencioso, soube conduzir o grupo dividido entre pessoas que caminhavam muito bem e a nossa amiga Jerusa, que jamais esteve em trilhas na vida mais tinha como sonho conhecer Machu Picchu e encarou a aventura bravamente (apesar de algumas bolhas). O segundo dia foi escolhido à dedo, acordamos com geada e comemoraria meu aniversário no maior desafio da travessia. Fomos acordados com um “permisso” às 5:30 pelo Chef Donato, que nos entregou na porta da barraca um delicioso chá (eita mordomia!) - pra gente que é acostumado a caminhar no Paraná com cargueira nas costas com todo equipo e se virar nos rangos é até estranho! – às 6:15 fomos para o café da manhã: café, pão, geléia, biscoito, chás e derrepente...O guia volta da cozinha (leia-se tenda) com um BOLO CONFEITADO, com meu nome, velinha e tudo mais!!! NÃO ACREDITEI! O Chef Donato preparou um bolo no acampamento...bem que escutamos de madrugada um barulho de bater de garfo em travessa...foi muito emocionante...parabéns cantado, café tomado, bolo parcialmente comido e botamos o pé na trilha. A parte da manhã do segundo dia é forte, subimos bastante com o visual de Salkantay à nossa frente iluminado por um sol ardido que se mesclava com um frio bem cortante que foi reduzindo com o passar da manhã...muita gente pegou cavalo, alguns desistiram, mas após muitos zigue-zagues e subidas entre áreas com um pouco de neve, chegamos ao Passo Salkantay (4650m)...muito lindo, visual fantástico, fizemos a tradicional oferenda a “Pacha Mama” (colocar mais uma unidade em um totem de pedras), iniciamos a descida até Huayrac, onde almoçaríamos. Após cerca de 40 minutos o tempo mudou, nuvens fecharam a montanha, o frio voltou e começou a pingar...mal chegamos na tenda cozinha, começou uma chuva que se transformou em neve e granizo muito intenso. Almoçamos um creme de milho e depois um belo espaguete, acompanhado de uma bebida quente...em pouco tempo toda a superfície do entorno ficou coberto de gelo, MUITO GELO, nos cobrimos com capas de chuva, no meu caso um anorak (puts, pensei nos 20 soles que custam uma capona de chuva!)... e saímos em meio aquela tempestade de gelo e água...Aí veio o inesperado, um raio caiu no entorno e, pelo Donato, soubemos que simplesmente nossa tenda cozinha ficou com os ferros de sustentação destruídos...quem passava pelo local na hora caiu e ficou meio desacordado; uns argentinos nos contaram que quando levantaram pensaram que tinham “SUPERPODERES” (hahahaha!)...felizmente ninguém se feriu gravemente e não precisaríamos de nossa tenda para cozinhar. A descida pela trilha, em bom trecho pela mata é bem longo e com tanta água foi cansativa; chegamos em Colpapampa, nosso local de acampamento, às 17:30. Os carregadores e o Donato protegeram nossas bagagens deixando-as secas, porém, o que era deles molhou tudo! O saco de dormir alugado da Jerusa também umedeceu, porém, o guia arrumou outro sequinho em poucos minutos com um amigo. Quando chegamos no local já não chovia mais e a tempestade só foi comprovada para os locais com as fotos tiradas pelo guia, pois ninguém acreditava! Jantamos dentro de uma área de uma casa em construção do camping, sopa de tomate e após, um “Pollo” (frango), batata, e um arroz com legumes muito bom...tomei algumas “Cusqueñas” com o Nivaldo em um barzinho ao lado do camping e fomos para um descanso. No terceiro dia o sol voltou à brilhar, fomos acordados novamente com um chazinho de coca e após arrumar as mochilas para serem carregadas pelos cavalos, um belo “desajuno” com direito a omelete com tomate, cebola e queijo, pão torrado, geléia, café, chocolate quente e uma bebida feita com um tipo de cereal que lembra muito café com leite. Caminhamos primeiro por uma estrada na borda de um vale e depois de atravessar o rio por uma ponte, pegamos uma trilha que passa por cachoeiras, vendinhas de bebidas com sanitários (limpos), tudo sobre uma floresta muito bela. No trajeto, o guia Fred foi nos “alimentando” com produtos da mata; primeiro foi a “granadilla”, uma espécie de maracujá muito doce que se tornou a melhor fruta que já provei, depois um fruto que se desenvolve entre as pétalas de uma flor, logo em seguida já estava martelando com pedras nozes...e assim foi até chegarmos ao vilarejo de Sahuayaco à 2064m...neste lugar tem pequenos mercados, as “expedições” se encontram, aproveitamos para lavar um pouco as roupas do dia anterior, tomamos mais algumas Cusqueñas, e almoçamos um elaborado prato preparado com salada russa, tomates, pepinos, abacates com queijo, frango na chapa, arroz e purê de batata...tudo com um capricho que nossas fotos podem comprovar! Nos despedimos do carregador pois dali nossa bagagem seguiria de carro até o próximo dia; demos uma pequena “propina” ao rapaz que muito satisfeito retornou pela trilha (quanta disposição!) Resolvemos ir à Santa Tereza de Van à partir deste ponto, pois a estrada por onde andaríamos estava em manutenção e não valeria à pena caminhar, aproveitamos para chegar mais cedo e aproveitar as “Águas Calientes” de Santa Tereza, local destruído pelas chuvas do ano passado mas que aos poucos está se restruturando; montamos o nosso acampamento e pela barbada de 3 soles fomos para as picinas quentes e terapêuticas...confesso que após 2 dias na base de “banhos” com lenços umedecidos e água geladésimas, aquelas águas vulcânicas realmente me pareceram milagrosas... Retornamos para o acampamento no final de tarde; o mesmo estava lotado e literalmente virado em uma balada! Tinha bar fazendo “Drinks” (experimentem o pisco sour) e depois de jantarmos um banquete com macarrão, um tipo de risoto, omeletes, molho e uma entrada com sopa (acho que era de quinua...muito boa), muitos se arriscaram em uma festa que oscilava entre Dance Music e as Lambadas mais antigas (esses peruanos são retrô!!!)...dormi ao som do “chooorando se foi, quem um dia só me fez choraaarrr...”...acordei com dois garotinhos ganhando trocados dos aventureiros tocando a mesma musica na “zamponha” em torno das mesas de café da manhã...acho que terei que fazer terapia para tirar essa musica da cabeça! Neste quarto dia decidimos junto com o guia pegar uma van até a hidrelétrica de Machu Picchu e de lá pegarmos nossas mochilas e levar até Águas Calientes pelo caminho que acompanha os trilhos... haja visto o estado do pé da Jerusa (bolhas), como as minhas coisas, de minha esposa e da Jerusa estavam em minha cargueira, me prontifiquei à levar no caminho dos trilhos deixando-as sem peso, e ainda, chegaríamos cedo em Águas Calientes (por volta de 14:00)...podendo aproveitar mais o local. Tomamos um super café da manhã com panquecas, pão, café, chocolate e uma bebida à base de aveia, nos despedimos do Chef Donato, demos para ele uma “propina” e minha esposa, sensibilizada pelo perrengue da chuva, ainda o presenteou com um anorak novinho...o cara ficou muito feliz! Mas mereceu, o zelo dele com nosso grupo e o capricho no detalhe e sabor de cada refeição fez com que nos tornássemos grandes fãs de seus talentos culinários... No caminho para a hidrelétrica, dentro de uma van, passamos por muitas cachoeiras e a estrada basicamente vai beirando o rio; chegamos, colocamos nossas mochilas nas costas, pegamos um “marmitex” preparado pelo Donato e seguimos o caminho. Esta trilha, como já citado, segue o trilho do trem e circula a montanha de Machu Picchu, em vários pontos é possível observar algumas ruínas e a bandeira de Cusco, um arco íris, que rendeu muitas piadinhas ao guia! Paramos no meio do caminho para almoçar (o marmitex) um risoto com frango, legumes, temperado com shoyu (dá-lhe Donato!) e seguimos para Águas Calientes. A cidadezinha pequena incrustada em meio às montanhas é muito charmosa; fomos acomodados no Hotel das Orquídeas (muito bom e incluído no pacote), todos tomaram um super banho quente (finalmente). O Reni ficou no quarto dormindo, as meninas foram “mancando” fazer compras (é mais forte que elas...rsrs), eu e o Nivaldo fomos andar pela cidade toda, tirar fotos, e visitar os “baños termales” (não entramos). À noite, jantamos em um restaurante muito bom no centrinho da cidade, a conta foi paga pela NC Travel (essa não estava no pacote!)...mais Cusqueñas...fomos dormir! De manhã cedo, após o café no hotel, pegamos o ônibus para o Santuário de Machu Picchu acompanhados pelo guia Fred...A história e costumes dos Incas é fantástica, o guia contou todo processo de invasão e o descobrimento da cidade que agora completa cem anos...a invasão e a relação com os espanhóis e o saque das relíquias por parte dos americanos (novidade!!!)...Além de desmitificar o modo de vida dos Incas, seus costumes e explorar muitas hipóteses daquela civilização...andamos pela cidade toda! Infelizmente não tínhamos o ticket para Waynapicchu...descemos por volta de 13:30, almoçamos, fomos pegar nossas mochilas no hotel, papeamos muito até a chegada de nosso trem; o que gerou certa confusão pois eu, Reni e Patrícia pegamos o trem que partia às 18:45; e a Jerusa e Nivaldo pegaram o trem das 21:15...este foi o único problema que tivemos...um desencontro de 2 horas com nossos colegas devido à compra dos tickets em horários diferentes... Pegamos o trem, chegamos em Ollanta, já tinha um taxista com nosso nome na mão nos esperando; detalhe, um toyota novinho, taxi muito bom que nos levou para Cusco em 1:40 de viagem, onde fomos recepcionados pelo Nicolas na Praça de Armas...cerca de 3 horas mais tarde, chegaram a Jerusa e o Nivaldo também em um taxi exclusivo (pago pela NC!). Dia seguinte, 7: 50, partimos para o Brasil. Desculpem o tamanho do relato, mas tentei resumir um pouco do atendimento da NC e do Sr. Nicolas conosco...conversei muito com outros grupos, uma agência tinha esquecido sacos de dormir dos viajantes, outra não tinha oxigênio e uma garota americana passou muito mau, no acampamento em Santa Tereza vimos agência montando barracas com as varetas remendadas e com tudo molhado...ou seja, nossa viagem não teve grandes problemas...os mínimos que tiveram, foram contornados com perícia pelo guia Fred e sua equipe. Teve grupo com Chef vestido à caráter, barracas North Face e ônibus exclusivo à Mollepata...não sei quanto pagaram mas nem era este nosso objetivo... RESUMO DE GASTOS: Tour Vale Sagrado: 30 soles Trekking Salkantay (tudo incluso): 220 dolares (pechinchamos muito) Obs.: Sei que consegue-se mais barato...mas preferi não arriscar! Dos valores pagos pelas pessoas na trilha, todos que comentaram pagaram mais do que a gente... Van para Santa Tereza e Banhos Termais: 13 soles Van para hidrelétrica: 3 soles Almoço no último dia: 20 soles (com bebida) Aluguel de saco de dormir: 20 soles (todos os dias) Ônibus para o Santuário: 15 dolares (ida e volta) Restaurante Don Tomaz (recomendamos): em média 30 soles...quem quiser o CUY 56 soles... Enfim, quem quiser dicas sobre o trekking, informações locais com mais detalhes, podem entrar em contato pelo e-mail: [email protected] ...em relação à NCTravel Cusco...no nosso caso RECOMENDAMOS MUITO à todos, pois o atendimento nos dado foi exemplar...
  8. Olá à todos; após anos usando uma Andina da Acampar, decidi comprar uma outra barraca para realizar travessias; assim, peso e conforto contaram muito na tomada de decisão. Adquiri uma Transalp 75 e, já de cara me mandei para Serra dos Órgãos (travessia Petro-Tere). Mochila muito confortável, leve, com boa distribuição de bolsos...únicas desvantagens, avaliadas antes da compra, foram a ausência de fitas laterais e os bolsos não retráteis. Porém, mandei fixar duas fitas com puxadores pequenos e ficou Muito bom. Aconselho utilizar dentro de mata fechada, ou em locais onde possa se entalar em pedras que à utilize com a capa, pois o tecido da mochila marca bastante e não é tão resistente...em contra vantagem com seu peso...de quebra, a capa segura muita chuva! Já fiz várias montanhas e travessias com bastante peso...equipamento aprovado, principalmente se levarmos em consideração o Custo X Benefício... Abraço à todos e boas aventuras
×
×
  • Criar Novo...