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Gerson Tijucas

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    Peru, Bolívia, Pico Paraná, Pico Caratuva, Litoral Paranaense, Serra do Araçatuba-PR, Serra do Quiriri - SC, Corupá - SC, Florianópolis, Serra Dona Francisca.
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    Missões, Buenos Aires, Colonia del Sacramento, Montevidéu, Punta del Este, Chuí e Porto Alegre - Dezembro - 2012
  1. Olá Otávio! Realmente a serra do Caparaó é magnífica. Eu até queria subir outros cumes mais próximos, mas as circunstâncias não permitiram. Quanto ao povo mineiro só tive bons contatos. Só elogios. Eu também gostaria de subir mais vezes o Pico da Bandeira, mas é muito longe e tem tanto lugar pra gente conhecer né. A estrada de Tunas é bonita, mas a viagem não rende, rsrsrs, ali a gente pratica uma direção bem esportiva. Duas retas foi boa
  2. No dia 05 de janeiro, segunda-feira, eu e meu amigo de mochilão Diego partimos de Tijucas do Sul, Região Metropolitana de Curitiba com destino a Alto Caparaó, Minas Gerais. Para navegação somente um mapa rodoviário 2011 do Guia Quatro Rodas (muito bom) e algum conhecimento de geografia do Brasil. Saímos às 10:30hs, fomos até a Decatlhon onde comprei um fogareiro da Náutica por R$ 85,00, um óculos escuro por R$ 40,00 e onde o Diego comprou uma barraca da Quechua. Eu já tenho a minha cota 2 da Trilhas e Rumos, que é excelente, porém volumosa e pesada. Depois disso tinha que trocar o óleo do ônix LT 1.4, na Valesul de São José dos Pinhais, que consegui de graça devido a um acordo na hora da compra. Saímos 14:45hs de Curitiba, passando por Bocaiúva do Sul, Tunas do Paraná e Adrianópolis no Estado do Paraná, pela BR 476, região do Vale do Ribeira. Região muito pobre. Uma estrada com mais de mil curvas, onde a viagem não rende muito, mas pra mim desconhecida, valeu pela bela paisagem. Ouvindo a CBN ficamos sabendo que havia ocorrido um tremor de terra em Tunas do Paraná, algo pouco provável no Brasil rsrs, que já aumentou nossa adrenalina na viagem. Paramos para um café na cidade e confirmamos o fato. Segundo a lenda lá existe um vulcão adormecido, mas pesquisei na internet e creio que é só lenda mesmo. Mas o tremor foi confirmado pelos institutos com uma intensidade de 3.1 graus. Continuamos viagem como muita chuva e transito com poucos pontos de ultrapassagem. Em Capão Bonito – SP já era noite. Chegando em Sorocaba procuramos por um hotel no centro da cidade e decidimos nos hospedar no Hotel Milano. Estacionamento gratuito até as 08hs, quarto duplo com ar, café da manha e TV a Cabo. R$ 80,00 cada num quarto duplo. Por ficar em uma rua movimentada o barulho era muito grande de manhã. Mesmo assim recomendo o hotel. Saboreamos uma pizza muito boa e que foi entregue muito rápido. Neste dia rodamos 450 km. No segundo dia acordamos as 08:30hs, visitamos o museu da Ferrovia de Sorocaba, que conta a história da estrada de ferro sorocabana. Legal a visita, ainda mais para meu amigo Professor de História. Passamos na decathlon para comprar um cartucho de gás para meu fogareiro, onde descobri que para o modelo Trial que comprei eu teria que usar um cartucho novo cada vez. Sorte que o pessoal foi bacana e então troquei por um Apolo de mesmo preço. Saímos às 11 hs de Sorocaba, passando pela Capital e pegando a BR 116. Almoçamos num restaurante simples em Taubaté, porque por desatenção deixamos bons restaurantes de beira de estrada para trás, por desatenção. Falha nossa. Em Volta Redonda a primeira perdida do caminho. Ao invés de entrar sentido Vassouras começamos a descer a serra e só fomos notar quando estávamos chegando em Seropédica. Contudo isso rendeu uma das fotos mais bonitas da viagem e pudemos conhecer mais algumas cidades. Para recuperar o caminho subimos por Paracambi e Mendes. Em Vassouras uma grata surpresa: passamos por uma Fazenda de Café chamada “São Luiz da Boa Sorte”. Um mergulho na história! Nesta noite dormimos em Leopoldina no hotel Minas Tower. Quarto duplo, com ventilador e TV aberta. R$ 100,00 cada. Preço salgado mas o café era bom. Neste dia rodamos 690 km. Começamos a perceber como os mineiros são simpáticos. Faltavam poucos quilômetros para Alto Caparaó. Nossa reserva de entrada era para este dia, no parque. Em Carangola chegamos no Banco do Brasil. As lojas estavam todas fechadas e comecei a achar que o pessoal saía pra almoçar e tirava uma sesta depois do almoço. Mas uma moça me falou que era aniversário da cidade. Kkkk Parabéns Carangola! 133 anos. Chegando em Caparaó almoçamos no restaurante Mineiro, barato, comida no fogão a lenha, bom custo benefício, comida saborosa, ao preço de R$ 13,00 (se não me engano). A viagem até Alto Caparaó rendeu 1350 km. Na trilha encontramos poucos grupos descendo e ficamos somente eu e Diego no Terreirão. Deixamos nossas malas e subimos até uma altura da serra. Paisagem exuberante, para ficar na memória. No outro dia atacamos o cume de madrugada, como de costume. O Diego não passou bem na noite anterior então ficamos pouco tempo no pico, uma pena. Vomitou a noite toda. A vista do alto é inesquecível. O guri mal podia andar, tinha pegado uma intoxicação alimentar, então carreguei sua mochila do terreirão para baixo. Cada metro era um sacrifício. Chegando na tronqueira fomos direto para o Posto de Saúde. Não havia médico mas conseguimos soro. Entretanto só de chegar na UBS ele começou a melhorar. Os mineiros são muito atenciosos e prestativos, desde o frentista que nos indicou a UBS, passando pelo pessoal do atendimento, até o pessoal da mercearia, todos foram muito educados. Partimos às 10:30hs e o Diego veio dormindo por um tempo. No começo da tarde já tava bom. Nosso destino agora era Parati. Descemos por Teresópolis e fomos agraciados pela vista da Serra dos Órgãos. Parati tava um fervo. Muita gente, pousadas lotadas, mas conseguimos vaga na hospedagem Parati por R$ 60,00 cada, uma pechincha. O carro de todos que vão pra lá ficam na rua. Então fiquei mais tranquilo. A cidade é muito bonita e os prédios são bem preservados. Chegamos cansados e dormimos cedo. Andamos 627 km. No outro dia visitamos com calma a cidade e partimos rumo à Ubatuba, onde comemos um camarão muito bom. A Rio Santos é muito bonita, todas as praias são bonitas, mas como era sexta-feira o transito tava complicado. Partimos para casa e chegamos em Tijucas do Sul às 04 horas da manhã. A viagem de volta somou 1500 km. Nosso objetivo estava atingido, subir o Pico da Bandeira, terceiro maior pico do Brasil. Paisagem incomparável. Já conheço o maior pico do sul e o maior do sudeste. Ficamos com muita boa impressão sobre o povo mineiro. O ônix fez 15 quilometros com litro de gasolina, sempre com ar ligado. Chegou a fazer 16 litros. Gastamos algo em torno de R$ 900,00 na viagem. Na viagem que fiz a Machu Picchu fomos de ônibus. Para Argentina e Uruguai de ônibus. Para o Rio fui de avião. Todos os modais tem vantagens e desvantagens, mas já to com saudade de uma rodoviária...rsrs... mas ainda tenho que fazer uma viagem de moto e uma de bike. Valeu galera!
  3. Gerson Tijucas

    Guia e Dicas sobre Moedas, Cartões e Gastos na Argentina

    Em quatro dias eu gastei 210 dólares, ou 52,5 por dia. Só que esse valor incluiu 4 diárias e a passagem do Buquebus, onde gastei 370 pesos. Eu almoçava de dia em restaurante ou fazia lanche e cozinhava à noite. Eu poderia ter gasto menos ainda, mas como estava em grupo, às vezes gastava para acompanhar os demais. Se voces forem econômicos e trocarem acima de 6 pesos por dólar, penso que é suficiente. Ressalto ainda que em alguns almoços gastei 80 ou 100 pesos e sempre comprava vinho no mercado, além de ter visitado todas as atrações que pretendia. Só a apresentação de tango eu vi na rua, porque era muito caro no café Tortoni.
  4. Gerson Tijucas

    Guia e Dicas sobre Moedas, Cartões e Gastos na Argentina

    Estive em Buenos Aires de 25 a 29 de dezembro. Troquei o câmbio na agência localizada em uma galeria da lavalle, esquina com Flórida. O dólar rendeu 6,30 pesos. Eu e meus amigos trocamos lá e não tivemos problemas com notas falsas. Não encontrei cotação melhor.
  5. Olá pessoal! Gostaria que me indicassem uma câmera compacta e uma semi-profissional, boas e baratas, se possível. Obrigado
  6. Gerson Tijucas

    Guia e Dicas sobre Moedas, Cartões e Gastos no Uruguai

    Onde estão as melhores cotações em Colonia del Sacramento e Montevideu. Quem já foi pode dar umas dicas.
  7. Gerson Tijucas

    Guia e Dicas sobre Moedas, Cartões e Gastos na Argentina

    Segundo alguns falaram aqui no fórum que conseguiram trocar 6 pesos por dólar ou 2,60 por real na Agencia da esquina da Lavalle com Florida, seria mais vantajoso levar dólar? É arriscado?
  8. Gerson Tijucas

    Formalidades de Entrada e Saída na Argentina

    Vou em dezembro para a Argentina, por Uruguaiana e depois para o Uruguai. Tenho algumas dúvidas? - É possível passar da Argentina para o Uruguai apenas com RG? - As aduanas de Chuí e Uruguaiana funcionam à noite e de madrugada? - Tem Aduana em Buenos Aires e Colonia Del Sacramiento? Se sim, onde ficam? - Qual o problema de não fazer o registro de entrada e saída? Obrigado!!
  9. Gerson Tijucas

    relato Cusco - Trilha Salkantay - Machu Picchu

    Para quem vai a Machu Picchu e pretende fazer trilhas indico o guia Carlos Borda. Na época fizemos a trilha Salkantay e contratamos o passeio por agencia, mas acredito que ele possa negociar diretamente. Seu facebook : http://www.facebook.com/bordaramoscarlos?ref=ts&fref=ts Você vê pelas fotos que ele é um guia concorrido. Gente fina. Abraços!!
  10. Gerson Tijucas

    Chuí - Perguntas e Respostas

    Obrigado pela informação.
  11. Gerson Tijucas

    Chuí - Perguntas e Respostas

    Eu vou fazer o trajeto de punta del este ao chuí de onibus, durante a noite. Vou fazer uma pergunta absurda: a imigração funciona a noite?
  12. Gerson Tijucas

    BARRACA COTA 2 T&R É BOA?

    Olá Pessoal. Eu comprei uma Cota 2 e aparentemente é muito boa. Agora preciso saber que tamanho de mochila preciso comprar para caber a barraca. Uma de 77 litros da T&R é suficiente? Abraços!!
  13. Temos feito diversos trechos. Um trajeto especial é o que parte do centro da cidade até o km 17,5 da PR 281, onde pegamos à direita e mais 7 km chega-se à divisa com o município de Mandirituba, no Rio da Várzea, no bairro Saltinho, onde existe um parque particular muito conhecido na região. Das proximidades avistam-se as cerras que margeam o rio e proporcionam uma bela vista. Continuando o caminho chegamos ao centro do município através do Jardim Bosque da Saúde. Este é um caminho de 20 km e considerado leve. Vale uma boa pedalada! Recentemente fizemos um pedal de 80km até Jaraguá do Sul, cujo relato pode ser acessado através deste link: pedal-tijucas-do-sul-campo-alegre-joinville-jaragua-do-sul-t67318.html Realmente a região do Quiriri e do Araçatuba são belíssimas e possuem muitos pontos a serem explorados. Para minhas férias de Julho estou planejando uma travessia do Quiriri ao Araçatuba, cuja percurso ainda desconheço. Aquele abraço!!!
  14. Minha bike é a Volare. A mais simples das que participaram do passeio. O conjunto é shimano alívio. Ainda não entendo muito sobre bike, mas meu amigo disse que o pneu da minha bike é fino, por isso o freio não funciona táo bem. Não tenho foto dos animais. Citei eles apenas por informação. Abs
  15. Acordei 05:45hs da manhã. Após uma breve refeição à base de iogurte, achocolatado e banana, saí de casa às 06:30hs porque o combinado era tomarmos um café na panificadora. Quando cheguei na casa do Marcelo percebi que só faltava o Diego, pois o Marcos lá estava. Fui encontrar o caboclo então. Na casa dele comi um pé de moleque e dei uma carona no quadro da bike, já que o mesmo tinha deixado a sua no casa do Marcão para uma breve revisão. Nesse tempo o Marcelo e o Marcão tomaram café e eu fiquei sem, mas me sentia bem alimentado, então sem problemas. Após calibrar o pneu no posto, pudemos partir às 07:05 da manhã. O tempo prometia esquentar logo cedo e o sol logo despontou. Antes das 8 já tínhamos cruzado o Rio Negro que faz a fronteira da nossa cidade de Tijucas do Sul (PR) com a cidade de Campo Alegre (SC). Trajeto gostoso, sem grandes dificuldades e com muitas sombras. Na cidade de Campo Alegre as estradas são largas e bem conservadas, além de possuir sinalização com padrão de rodovia pavimentada. Nota 10. Passamos primeiramente pela comunidade de Ximbuva, logo mais por Ribeirão do Meio e às 09:00hs por Bateias de Cima, onde a comunidade preparava-se para o culto dominical. Eram 35 km desde o Rio Negro até o Centro de Campo Alegre, com o calor aumentando cada vez mais. As decidas eram um alento em virtude do forte calor. Entretanto, sempre depois de uma descida vem uma subida. Ao chegar em Bateias de Baixo pegamos a SC 010. Eram cerca de 10 km até o centro em rodovia pavimentada. Bom pela velocidade, ruim pela temperatura. Tive que calibrar o pneu, o que deu uma atrasada. Ao chegar ao centro, percebi o quanto a cidade é bonita. Várias ruas são asfaltadas, ao contrário de minha cidade, que se equipara em número de habitantes. Chegamos à Panificadora às 11:00hs. Me alimentei com dois sanduíches naturais e um hidrotônico. Não resisti e tive de tomar um copo de Coca-Cola oferecido pelo Marcelo e pelo Marcão. Estava me sentindo bem. Nas subidas poucas vezes utilizei a coroa menor da bike, desta forma partia na frente dos demais. Nas descidas nas estradas de terra, ia na traseira da trupe porque não tenho muita confiança, até por receio de encontrar um carro, mas também porque meu pneu não é muito estável e porque ainda não coloquei freio a disco na bike. Até então foram 45 km, ainda faltavam 35 km até Jaraguá do Sul. Segundo os demais integrantes que já conheciam o caminho os 10 próximos km eram de forte subida e depois 25km de descida, sendo os últimos 10 km de forte downhill. Por volta de 11:40 partimos. O Marcelo pegou uma carona na Caminhonete do nosso Amigo Gigio que foi fazer o apoio e nos esperava em Campo Alegre. Desta forma ele nos ultrapassou cantando: “...leva meu coração, você é fogo, eu sou paixão...” kkkk O visual do caminho é muito legal. Em Campo Alegre, mais do que em Tijucas, existem muitos Pinheiros, árvore típica da nossa região e que no inverno oferece o Pinhão, que é a semente da árvore e alimenta apetitosamente pessoas e animais dos mais variados, como esquilos, bugios e diversas aves. A Serra do Manso então desponta. Passamos por um trecho que pertence ao município de Joinville. O ponto mais alto da Serra fica a cerca de 1030 metros a.n.m. Campo alegre está a 865 metros a.n.m. e Tijucas do Sul a 925 metros a.n.m. A chegada em Jaraguá fica a cerca de 80 metros a.n.m. O sol está escaldante. Logo no começo vem uma descida espetacular e de altíssima velocidade: alcancei 72 km/h!! Meu Record pessoal. Logo encontramos o Rio do Manso que serve para um bom domingo de banho e churrasco. Haviam vários banhistas no local. Nosso amigo Marcos completou 20.000km de pedalada, fato muito importante e que merece muita comemoração. Eu não cheguei nem nos 2.000km ainda. O downhill é show de bola, mas merece muita precaução pelo fato de trafegarem vários veículos no local e por existirem muitas pedras soltas. Para ter noção do perigo existem várias capelas durante a descida, para que quem pela estrada trafegar possa invocar a divina proteção. Chegamos em Jaraguá 12:50hs. Eu imagina que chegaríamos bem mais tarde. Fomos muito bem nesta pedalada. 80km em 03:55hs. Então era embarcar na F-350 e pegar a BR 101 para o caminho de volta, para comer aquele macarrão e dormir aquele sono! Abração!
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