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  1. Pessoal vou narrar minha viagem de férias para São Luis e Barreirinhas (Lençóis Maranhenses). Apesar de ser um roteiro conhecido é sempre bom ter dicas atualizadas. 1º dia – Cheguei no domingo por volta de 12:30. Fazia sol logo fui para a praia do Calhau, onde estava hospedada. Resolvi almoçar no quiosque Landruá. Tinha pratos individuais, mas a comida veio fria e sem muito tempero. Não recomendo. Fiquei hospedada no Litorânea Praia Hotel. De pontos positivos cito a localização (excelente), o quarto confortável e o café da manhã. De pontos negativos cito: Durante a minha estadia o elevador ficou parado por quase uma semana, o que me fazia ficar subindo e descendo escadas. O atendimento não é caloroso e sim polido, isso nem seria um problema, mas verifiquei que durante a semana quando ficam hospedadas pessoas a trabalho o tratamento é bom, durante os finais de semana, com os turistas, os funcionários ficam perguntando toda hora qual o quarto que você está hospedado durante o café da manhã, como se nós fossemos ficar tomando mais de um café da manhã, diferente da semana útil em que ninguém te aborda. Essa diferença de tratamento é muito ruim e denota falta de confiança nos turistas. Por fim a organização também não é muito boa visto que trocaram o meu nome da reserva por de outra pessoa. O chuveiro demora a esquentar e tem horários que ele simplesmente não esquenta, como se tivessem desligado o aquecedor. A noite fui em outro quiosque (não lembro o nome) estava tocando reggae e o pessoal estava bem animado. Gostei do caldinho de sururu que tomei. 2ª dia – Acordei bem cedo e fui para Barreirinhas em um passeio de dois dias que reservei pela internet antes da viagem. Fui numa dica aqui de um viajante e contratei a Planet Turismo. Paguei R$ 330,00 individual – Translado, pousada e passeios). Recomendo esta agência. Saímos de São Luis 8:00 e chegamos em Barreirinhas por volta de 12:30. Fiquei hospedada na Pousada do Rio. De fora você não dá nada, mas ela é bonitinha e confortável, também almocei uma peixada muito boa lá no dia da chegada. Recomendo. Se estiver sozinho peça meio prato, pois é muita comida, e se você não pedir eles não oferecem. A tarde fomos no passeio pelos Lençóis Maranhenses. Muito lindo mesmo!!! Mas se prepare, no caminho o 4x4 pula mais que cavalo bravo na estrada de areia e riachos. Nas dunas tem que ter pernas para andar também. Mas o visual compensa qualquer coisa. Uma coisa que me chamou a atenção foi a falta de fauna, quase não se vê bichos por lá. A noite jantei na avenida beira rio. Lá é o local mais ajeitadinho da cidade, também acho que o mais caro. Comi bem, mas sei que tem outros lugares mais baratos bons também, vale a pesquisa. 3ª dia – Fomos no passeio do rio Preguiça. Pegamos uma voadeira (embarcação rápida) e começamos o passeio com paradas nos meandros do rio onde o guia explicava sobre a vegetação e fauna locais. Nem todos os guias fazem isto, então se o seu não falar nada diga que quer ver o peixe “tralhoto”. Ele parece ter 4 olhos, o que não é bem verdade, seus olhos são divididos de modo que ficam com parte deles fora d’água, é um espetáculo vê-lo correr sobre as águas como se fosse um calango. Tinha também um pássaro chamado Guará, bem vermelho, mas era arisco e não consegui fotografa-lo. No trajeto tem paradas em dunas e comunidades que vendem artesanatos. Se gostar de algo compre pois não são caros. Eu estava mesmo é querendo tirar fotos, rs. No final paramos em uma ponta de areia onde de um lado ficava o mar e o outro o rio. Tinha ainda um passeio de triciclo (50,00 por 30min). Não fiz mas parecia legal. Os pratos não são baratos, mas é comida a beça, se tiver com quem rachar é melhor. O passeio acaba por volta de 16:00h. As pousadas deixam a gente usar um banheiro para tomar banho e se trocar antes da volta. Cheguei em São Luis por volta de 21:30h. Me arrependi muito de ter ficado só dois dias lá. O melhor da viagem foi essa cidade. Tinha outros passeios (bóia cross, etc). 4º dia – Tive sorte e conheci duas mineiras gente boa, com elas fiz uns passeios em SL mais baratos por não estar comprando sozinha. Fomos pela Taguatur (eu recomendo, são pontuais, educadíssimos). Fizemos o city tour de manhã no centro histórico. Para quem viaja muito não é nada de maravilhoso, mas eu tinha muito tempo sobrando. Depois do city ficamos no mercadão que fica na rua do Giz. Lugar bom para comprar toda sorte de coisas (comida, doces, artesanato, etc). O centro histórico está realmente abandonado, casarões caindo aos pedaços, ladrões por todo lado, viciados em drogas, zero policiais nas ruas. Sou até bem corajosa, fiquei com medo lá... Se estiver num grupo grande ok, senão não recomendo ir lá sozinha. Hospedar lá no centro é algo que eu nem cogitaria. Fomos no Convento das Mercês. Que roubada! Na entrada e saída quase corremos de uns viciados que nos encaravam. E nada de polícia. O convento é uma homenagem ao imperador do Maranhão, rs. Nem precisa dizer quem é! Chega a ser ridículo, estátua, pintura, livros, até roupa do Sarney, ninguém merece!!! Almoçamos no Don Francisco (comida a kilo). O preço é ótimo, o sabor é bom mas novamente lá vem aquela comida fria... Pelo menos foi barato. E o pessoal é bem simpático, o que é bem incomum em SL. Na maioria dos lugares o povo te atende com cara feia, sem nenhum esboço de simpatia. 5º dia – Fui para o passeio de Alcântara também pela Taguatur. O passeio sai de manhã num catamarã. O percurso tem 1:30h de duração. Fomos na embarcação Meia Lua. O passeio é bonito, mas não nos deram coletes salva vidas e quando alguém pediu deram para ele um colete no mínimo nojento. Já em Alcântara não deixe de comer o doce de espécie, um tipo de queijadinha bem gostoso. Gostei do guia que nos mostrou lugares bem interessantes. Pena que o passeio é regido pela maré, e neste dia ela ia baixar bem cedo então fizermos tudo correndo, mas não foi culpa da empresa volto a dizer. Vai da sorte do dia mesmo. Almoçamos na pousada Bela Vista. Que almoço maravilhosos!!! Deve ser legal dormir lá também, o lugar é bem transado. 6º dia – Fomos para São José de Ribamar. A cidadezinha é uma graça. A praça e a igreja são bonitos. Depois fomos para Raposa, uma comunidade de rendeiras. Lá só se compra rendas, não tem mais o que fazer. Agora estão aceitando cartão de debito e crédito. Mas também não está tão barato quanto era a anos atrás. Depois almoçamos num restaurante em Raposa, comida OK. Em seguida fomos no passeio de rio, para nosso azar choveu a beça, mas ainda assim dei um mergulho no mar (bem quentinho, diferente do RJ). Desse ponto do banho tem umas dunas que já dão uma idéia de como é lá em Lençóis. A noite já em SL fui jantar no quiosque Estrela Dalva dos Gaúchos. Comi caranguejos, adorei tanto o atendimento quanto a refeição, super recomendo este quiosque. Não vá muito tarde porque tem até fila. 7º dia – Fiquei na praia do Calhau, chovia e fazia sol. Num quiosque tomei uma caipirinha e uma água de coco por 10,50. Não achei caro. Depois fui almoçar no famoso Cabana do Sol. O lugar é bonito e o atendimento bom. Pedi carne de porco e veio menos servido que a carne de boi, segundo as mineiras que já tinham comido lá antes. Não foi baratinho, mas rachando dá bem. Só não recomendo o purê de mandioca (aipim) veio super ralo com gosto de creme de leite. Se fosse para dar uma nota geral seria 7. 8º dia – Fui novamente a praia do Calhau durante o dia. A noite fui numa pizzaria ao lado do hotel. Lugar bonito, mas aquela falta de simpatia, rs... normal para os padrões locais. A pizza estava muito boa, mas não tinha pequena e para mim saiu caro e sobrou comida. Ainda tive que implorar por um garfo e faca, parece que lá tem que comer com a mão (coloca uma luva de plástico). Para ir em dupla ou grupo é bom, sozinho não recomendo. 9º dia – Volta para casa. Queria ter voltado no sétimo dia, mas a TAM não ajudou, me cobrando mais duas vezes o que eu já tinha pago para remarcar. Falta de concorrência é um problema no Brasil. Dicas finais: Dois dias em São Luis é muito mais que suficiente. A cidade está perigosa e alguns lugares meio desertos. Lençóis eu ficaria 3 dias, pois é lindo e tem o que fazer. Espero ajudar a quem planeja ir para lá!
  2. Olá, eu não lembro quanto tempo leva, mas tem um site do catamarã que te informa direitinho tanto preço quanto duração. http://www.intickets.gr/en/greekferies/seajets.asp
  3. RELATO DE VIAGEM BONITO – MS 20/04/13 – Pegamos o vôo da Gol para Campo Grande as 11:00h e chegamos aproximadamente as 14:00 (horário local, uma hora a menos que no RJ). Tenho que dizer que o vôo da Gol está uma pobreza de dar dó, agora a gente tem que comprar o lanche, eles só estão dando água! Então não esqueçam da marmita, rs. Alugamos um carro na Unidas, que eu já tinha pré-reservado pela internet. É sempre bom fazer a simulação antes no site, porque o valor promocional anunciado fica bem diferente quando eles embutem as taxas. Eu consegui um modelo basicão por 82,00 (preço final) a diária, com quilometragem liberada. Vale mais a pena alugar um carro quando tem mais gente na viagem, porque os transportes compartilhados não são baratos. Com uma ou duas pessoas não vale tanto alugar um carro. Pegamos uma estrada tranqüila e chegamos em Bonito as 18:00h. Demos entrada na Pousada Jubaia e fomos jantar no restaurante Tapera. Comida boa e farta, o único problema é só aceitarem dinheiro vivo. 21/04/2013 – A pousada era muito boa, quartos reformados, limpos, cama boa, com frigobar, ar condicionado e TV aberta.O café da manhã era bom também. Como fomos em baixa temporada pegamos preços melhores, tanto na pousada como nos passeios. Os donos da pousada, Alexandre e Karen, são uma simpatia e ajudaram muito a gente. Fizemos todos os passeios com eles. Os preços dos passeios e do transporte, caso usem, são tabelados, ou seja, todas as agências cobram exatamente a mesma coisa, então é mais jogo fazer no hotel que você for ficar, porque eles vão te orientar melhor. Eu recomendo esta pousada. Na pousada pegamos um mapa super bem explicado que não tem como se perder. Como estávamos cansadas da viagem do dia anterior e tínhamos muito tempo pela frente, pegamos só um passeio à tarde. Fomos ao Parque das Cachoeiras. O almoço estava incluído, não curti muito nem o almoço nem o passeio, não recomendo. A água estava escura e as cachoeiras não eram essas coisas todas, e não foi muito barato também. R$105,00 A noite jantamos no restaurante Aquário. Comemos isca de jacaré empanada, muito gostoso e os preços eram bons. Recomendo. 22/04/2013 – Fizemos a flutuação na Nascente Azul na parte da manhã. O almoço estava incluído. A flutuação é muito legal. A água super cristalina e um visual incrível. Vimos os primeiros peixes da região, piraputanga (aos montes, rs), dourado, corimbatá, pacu, etc. Aluguei uma máquina aquática por 25,00 reais, mas as fotos não fazem jus a imensa beleza do local. O almoço foi meio decepcionante, o valor já está incluido no passeio. Depois do passeio ficamos na lagoa na entrada da propriedade, estava vazio e um pouco desanimado. Tirei boas fotos com os pacus da lagoa. Não é um passeio para ficar o dia todo, melhor encaixar algo para a tarde. R$ 120,00 A noite fomos no projeto Jibóia na cidade. A palestra começa as 19:00h e custa 25,00 reais. Melhor chegar um pouco antes, pois as fotos são por ordem de chegada. Muito legal mesmo, imperdível. Nem acreditei que teria coragem para fotografar com a cobra no meu pescoço, mas foi muito maneiro! Depois jantamos no restaurante Jacaré Grill, comemos costela de pacu, gostei. 23/04/2013 – De manhã fomos para a gruta São Miguel, muito legal o passeio. Na chegada vimos um montão de araras vermelhas bem de pertinho. Consegui, num lance de sorte, fotografar um lobo guará passeando por ali. A gruta foi outro momento legal, com suas formações calcárias. R$ 36,00 (preço único). Na seqüência partimos para a gruta do Lago Azul. A descida é bem escorregadia, não recomendo para crianças muito pequenas. O visual vale muito a pena. Esse é um passeio obrigatório. Descubram como fotografar com pouca luz, pois o lugar é muito lindo mesmo e o pessoal lá cobra R$ 10,00 por foto do passeio. Tive que comprar porque as minhas fotos ficaram muito ruins. R$ 36,00 (preço único). Almoçamos na cidade no restaurante Aquário, que tem boas promoções e a comida é ótima. A tarde fomos para o Aquário Natural, onde eu posso dizer que nunca vi tanto peixe na minha vida! Cardumes inteiros passando bem no nosso nariz. Talvez tenha sido sorte, mas eu super recomendo essa flutuação. Agora tenha em mente que toda flutuação deve ser feita sem nada na pele, protetor, hidratante ou repelente. Isso foi bem complicado, eu também nunca fui tão devorada pelos mosquitos na minha vida. Na trilha de volta da flutuação vimos dois jacarés bem de perto. Rendeu boas fotos. Pensando hoje, eu teria posto essa flutuação mais para o final da viagem, pois fiquei toda empolada, vale como dica. R$ 120,00 Jantamos no restaurante Santa Esmeralda. Comida gostosa, a massa é muito boa, preço honesto. 24/04/2013 – Fizemos o passeio de dia todo na Cachoeiras do Rio do Peixe. De manhã fizemos uma trilha, onde avistamos um tamanduá pequeno (não era o bandeira). O guia Rodrigo é muito legal, tentem fazer com ele. As cachoeiras são muito bonitas e água é bem cristalina. Na volta almoçamos na fazenda, já estava incluído no preço, muito bom. A tarde fizemos uma pequena trilha onde também podia mergulhar ou fazer tirolesa. No final do passeio novamente na sede, o dono chama as araras para comer e tirar fotos com a gente. Também tem o momento de alimentar os macacos prego, rende ótimas fotos. Em quase todos os lugares que fui vi Siriemas e Emas. Super recomendo este passeio. R$ 125,00. A noite jantamos no restaurante Oca. Comemos um rodízio de pratos a base de mandioca. Vale pedir uma torre de chope para acompanhar. 25/04/2013 – De manhã fomos fazer a tão recomendada flutuação no rio da Prata. Realmente é bonito e você sente uma paz enorme fazendo a flutuação. Eu não dei sorte, talvez pela época do ano, não tinha muito peixe e não avistamos nenhum outro animal, só uns pássaros. Depois almoçamos na sede da fazenda, bom almoço, já incluído no valor. Eu recomendo fazer outro passeio à tarde, talvez um balneário para relaxar. R$150,00 Aproveitamos a tarde para comprar umas lembranças. Jantamos no restaurante Tapera com os donos da pousada, noite divertida. 26/04/2013 – De manhã fizemos o Bóia Cross. É meio bobo, mas divertido.Se você souber nadar peça com emoção. A primeira queda é a mais emocionante. Eles vendem o CD com as fotos do passeio. Valor do passeio sem fotos R$ 50,00. Depois fomos para o Balneário Municipal. Lugar com boa infra-estrutura e diversos quiosques para almoçar. Preços bons. O lugar mais em conta que fomos. Ficamos no Quiosque do Bosque. Comemos tiras de piraputanga. Preço do balneário R$ 15,00. Jantamos no restaurante Castellabatte, que era bem pertinho da pousada. Comemos Ema a parmegiana. Eu particularmente não gostei, carne muito dura. O restaurante não é muito barato e a comida não é muito bem feita, nem o purê de batata estava bom. Não recomendo. 27/04/2013 – Madrugamos e fomos para o passeio no Pantanal na Fazenda São Francisco. Saímos as 05:30h e chegamos as 07:40h. A estrada é tranqüila, muitas retas, só atenção aos animais atravessando, infelizmente vimos muitos mortos na beira da estrada, vítimas de atropelamento. Chegamos na sede da fazenda e o receptivo foi bem ruim, sem explicação de nada, bem diferente dos outros passeios, também não serviram café da manhã, tem que comprar algo ou comer no caminho. Quando finalmente descobrimos qual era o nosso caminhão partimos para o safári fotográfico. Avistamos tuiuiús, gaviões, jacarés, cervos, capivaras, tamanduá bandeira, uma pequena sucuri, garças e pássaros diversos. Não falam no início, mas é extremamente importante ficar em silencio para não afugentar os animais. O almoço na sede foi muito bom, estava incluído no passeio. O guia Alan foi muito atencioso e simpático. Depois do almoço não conseguimos descansar nas redes pois não havia suficiente para o contingente de turistas que vão lá. A tarde fizemos o passeio de Chalana no rio Miranda. A chalana que saiu de manhã com uns estudantes tinha adernado, ficamos um pouco apreensivas, mas deu tudo certo e o passeio foi ótimo. Não vou contar os detalhes para não estragar as surpresas do passeio, vale muito a pena fazer todo o passeio, a despeito do receptivo fraco a chegada. No final do passeio da chalana fomos seguidos por um gavião (Belo) e uma garça (que apelidamos de Zuleide, rs). Na volta para a sede fizemos um lanche incluído no passeio. Nesse lanche fomos acompanhados por vários papagaios que vem roubar comida da sua mão, tente impedir que eles comam, pois faz mal para os bichinhos. Rendeu mais fotos legais. R$ 150,00. Jantamos no restaurante Oca novamente. 28/04/2013 – De manhã fizemos o passeio de bote, legal porém sem grandes emoções, se estiver com tempo curto eu considero o da bóia melhor. Nesse proibiram levar máquina fotográfica, tivemos que pagar R$ 50,00 no CD deles. Não avistamos muitos animais, só alguns pássaros. Ponha bastante repelente. O passeio é pelo rio Formoso e termina na ilha do Padre. Pensamos em almoçar lá, mas era meio caro e só aceitava dinheiro, então fomos embora. R$ 70,00 Depois fomos para o Balneário do Sol onde almoçamos. A infra-estrutura é muito boa, melhor que do Municipal. Também só aceitava dinheiro mas achamos o almoço mais em conta, comemos um prato com tilápia, pacu e pintado. Amei a tilápia! Tomamos banho nas piscinas naturais, foi bem legal, tinha trampolim e tirolesa (a maioria dos passeios tem tirolesa). No final tiramos fotos com a arara vermelha que fica lá, e outros animais criados no balneário. Recomendo esse balneário. Tem churrasqueiras, mas não sei como é o esquema de uso delas, tinha um pessoal lá fazendo churrasco com a família. Valor do balneário R$ 30,00. A noite jantamos na pizzaria San Marino, fica um pouco afastada da praça principal, mas gostamos da pizza, preços bons e um garçom carioca muito simpático. 29/04/2013 – De volta para o RJ. Saímos as 09:00h de Bonito. Fomos bem rápido, pois as estradas eram boas, com retões. Fizemos 344 km em 3 horas e 20 minutos. Tivemos que levar o carro para lavar, na locadora era caro para chuchu. Achamos o lava jato Titos bem perto da locadora, por vinte pratas o carro ficou outro. Pegamos o vôo das 15:00h (horário local) e chegamos no RJ as 20:00h. Amei Bonito!!!!!!!!!!!! Trouxe muitas fotos, boas lembranças e um monte de picadas de mosquito, rs, mas tudo valeu!!!!!! Rodamos, em toda a viagem, 1423 km com o carro. Se não me engano deu 3 tanques de combustível. Conte isso no preço de alugar um carro. DICAS FINAIS: • Na cidade só tem banco do Brasil e Caixa Econômica, mas quase todo o comércio aceita cartão de crédito e débito, inclusive de outros bancos. • Os preços citados são por pessoa adulta para Baixa Temporada. Existem passeios que tem preço fixo para adulto e criança e igualmente para baixa e alta temporada, tem que pesquisar antes de ir. • A maioria das lojas na cidade fecham as 22:00h. • Meninas: levem um shortinho que possa molhar para o dia da bóia e do bote, é mais confortável. • Levem mais de uma roupa de banho, quase tudo é na água, às vezes não seca de um dia para o outro. Levem canga ou toalha para os passeios. Os hotéis cobram a toalha a parte. • Levem roupa leve e quente, a noite esfria bem. Levem MUITO repelente, você praticamente vai comer ele. • Quase todas as trilhas são feitas em passarelas de madeira, muito tranqüilo para qualquer idade. Só usei o tênis no dia da fazenda São Francisco, o resto foi chinelo mesmo. • Na cidade vendem capa para máquina fotográfica para usar na água (pequenas R$35,00 e máquinas grandes R$ 155,00). Dependendo da freqüência que você for usar de novo, vale mais a pena alugar a máquina por R$ 25,00 a diária. • Cinco dias bem programados é o suficiente para conhecer os melhores lugares de Bonito. Não fizemos rapel, arvorismo nem mergulho, nosso perfil não era tão radical, mas se tiver coragem dizem que é muito maneiro. De resto, espero ter ajudado. Boa viagem!
  4. Olá, obrigado pela postagem. Sempre espero ajudar o pessoal aqui, pois já tive muitas dicas legais. Da para ir direto de Atenas para Santorini, você tem duas opções, ou vai de catamarã, como eu fui ou vai de avião. Claro que a primeira opção é mais barata mas também a mais demorada. Boa viagem e curta muito, lá é lindo mesmo!
  5. Desculpe a demora para responder, acho que agora é tarde, pois já estamos em fevereiro. Toda vez que viajo eu consulto a tábua de tempo do lugar pra ver se chove ou faz frio. Agora de cabeça não sei se janeiro seria bom na Grecia.
  6. Estou pensando em ir no final de abril. Vou sozinha e estou pesquisando pacotes por lá, comprando tudo aqui é muito caro. Vi um site que parece muito bom, oferece translado, hotel e passeios, mas não tenho referência, alguem conhece o Bonito Expeditions? Fica na rua Pilad Rebuá 1994 centro de Bonito. Estou com medo de fazer o negocio e a empresa ser fantasma. Se alguém puder me ajudar... http://www.bonitoexpeditions.com.br/
  7. RELATO VIAGEM GRÉCIA - Setembro 2012 1º Dia Chegamos em Atenas após passar pelo aeroporto de Madri e pegar um vôo pela Ibéria. Quando cheguei tive a triste surpresa de terem arrebentado o meu cadeado da mala e a moça da Ibéria me disse que isso era normal por questões de segurança, o detalhe é que essa “segurança” não se aplicava a todo mundo. Reclamei quando voltei ao Rio, mas não creio que irão me reembolsar. Então primeira dica, plastifiquem suas malas. Ficamos no hotel Filoxenia, horrível para dizer pouco, não fiquem lá por nada, o local da medo e o hotel é sujo. A noite pegamos o metro (1,40 euros) e fomos para o centro de Atenas onde tomamos um vinho muito bom ao som de músicos locais. Tudo acompanhado por um prato de peixe maravilhoso também. Outra dica também não fiquem perto da praça Omonia pois é um lugar de meretrício segundo me informaram. O metro não tem roletas então não esqueçam de validar o ticket nas maquininhas porque se te pegarem a multa é alta. 2º Dia De manhã fomos de metro para o porto de Pireaus em Atenas pegar um catamarã para Mykonos. As 15:00h pegamos a Sea Jets, pois era a melhor opção no horário. Compramos na hora mesmo sem problemas (52,90 euros). Na ida paramos rapidamente nas seguintes ilhas para pegar e soltar passageiros (não se pode descer do barco): Cyros e Paros. Deu para tirar umas fotos do barco. Já em Mykonos alugamos um carro (40 euros), mas tinha opção de motos e quadriciclos, todos necessitando apenas da carteira de motorista brasileira. É muito ruim ir para lá sem estar de carro, não há muita opção de locomoção. Ficamos no hotel Despotiko, o melhor da viagem, diária de 60 euros quarto duplo, hotel muito bom. A noite fomos a pé conhecer a cidade e paramos em um restaurante onde também comemos um prato maravilhoso e novamente, fazer o que rsrs, outro vinho! A ilha é muito freqüentada por grupos GLS o que de um modo a torna animada a noite, com seus bares fervilhando e muita gente na rua. 3º Dia De manhã em Mykonos fomos as de Paranga (não é bonita). Em Psarou ficamos mais tempo, pegamos um sol e pagamos 5 euros para sentar nas cadeiras que ficam na praia. Fomos almoçar na praia de Paradise (a melhor sem dúvida, comida boa barata, cadeiras de graça e tão bonita quanto Psarou). Lá almoçamos e depois tomamos um banho, também de graça, e partimos para o porto para ir para Santorini. Pegamos o Sea Jets das 15:45 para Santorini por 52,40 euros. O barco parou em Paros para embarque e desembarque de pessoas. Quando chegamos em Santorini vimos as falésias da ilha, que visão! Lá alugamos outro carro, de novo iria ser muito ruim sem carro lá (40 euros). Ficamos no hotel Holiday Beach Resort – modesto, boa piscina e pessoal atencioso, essa foi a dica do rapaz que alugou o carro para a gente, pois ficar em Oia ficaria muito caro. Um alerta, que também, infelizmente, acontece aqui, quando for abastecer o carro preste atenção na hora para ver se realmente o combustível foi colocado. 4º Dia De manhã fomos para Oia passear tirar fotos e comprar umas lembranças, comprei um brinco de prata muito lindo, os preços competem com os do Brasil. O lugar foi o mais lindo que eu já vi na vida! É realmente imperdível!!! Parece que você está num filme grego, coisa de sonho, essa ilha com certeza não pode deixar de ser visitada! Tomamos o café grego sem filtrar, vou confessar que não gostei, encheu minha boca de pó... enfim provei né?! Uma dica é sair da rua principal de Oia e fazer as compras nas ruas mais afastadas pois é mais barato. Pegamos o Sea Jets as 18:10h para Creta (49,50 euros) esse barco era maior pois era um ferry boat e também ia um pouco mais lento, mas era também muito mais bonito com dois andares e mesinhas além das poltronas. Em Creta ficamos no hotel indicado pelo taxista, hotel Pasiphae, realmente não foi caro, o hotel era bom, só o colchão era ruim. Tinha comercio próximo e o pessoal do hotel era atencioso. O taxista foi muito simpático, e também faz tour pela cidade, tem que combinar o valor, Dimitri telefone 0030/6981 715 184 – 6942 226 393. 5º Dia Dimitri fez um tour pela cidade de Creta conosco, paramos na igreja ortodoxa da cidade, muito bonita. Depois fomos para Knossos o palácio conhecido por ter o labirinto do Minotauro (entrada 6 euros), que na verdade é o próprio palácio. Pagamos um guia em espanhol, que foi ótimo pois ele explicou várias coisas do lugar, seus mitos e historias. Essa visita vale muito a pena. As 18:15h pegamos um avião e voltamos para Atenas em 50 minutos pela Aegean (111,00 euros) 6º Dia Durante o dia em Atenas visitamos o museu Nacional Arqueológico (7 euros a entrada) e depois fomos até Acropolis (12 Euros a entrada que dava direito a ir ao templo de Zeus). Apesar de chover muito a visita foi inesquecível. Para subir lá pegamos o “trenzinho” que passa pela cidade e cobra 5 euros, vale a pena pois é uma subida e tanto. Depois fomos ao museu Acropolis (10 euros) que foi bonito também, mas eu preferi o Nacional Arqueológico. Tinha uns passeios pagos pela cidade e pelos centros históricos, mas se você não tem medo, tem um mapa na mão, acho que é mais interessante ir sozinho mesmo. Tivemos muita sorte porque não pegamos tumulto na rua, tudo foi tranqüilo. Nas ilhas não existe crise, vá sem medo. A Grécia está muito barata mesmo, se come bem, se vê coisas lindas, o povo é acolhedor e alegre, fazia um tempo quente, tudo perfeito. Não fomos com reservas nos hotéis nas ilhas, isso não foi boa idéia, poderíamos ter pago menos em hotéis melhores. No dia seguinte voltamos para o Brasil. A viagem foi fantástica, porém vai mais uma dica, sempre escolha bem a companhia de viagem, isso faz toda diferença, mas a gente aprende com os erros.
  8. Pessoal, finalmente realizei a minha viagem, segue abaixo o relato. Foi maravilhoso, recomendo que todos a façam! 10/09/2011 Quando chegamos no aeroporto de Lima trocamos uns dólares para poder pagar o taxi e quem sabe uma refeição. Recomendo trocar o mínimo possível, pois o cambio lá é muito ruim. Chegamos em Lima a tarde e não deu para fazer o tour pela cidade, mas rodamos por Miraflores. Pagamos 50 soles pelo taxi do aeroporto até o hotel. Era um taxi velho e ainda deu defeito no caminho, mas chegamos. Ficamos no hotel Suítes Larco por U$ 46,00 para duas pessoas. O hotel era tipo apartamento, com sala e dois quartos. Nesse primeiro quarto que ficamos a cozinha não tinha nada, então não dava para cozinhar. O hotel era bom, quartos limpos, TV a cabo, internet e bom café da manha, recomendo. Bem situado também. O pessoal foi super simpático. Caminhamos até a orla e fomos no shoping Larco Mar para comprar um casaco para agüentar o frio da viagem. Almocei lá mas não dei sorte, a comida não foi barata e nem eu nem minha amiga gostamos do que comemos e olha que não sou chata para comer. O restaurante que comemos foi o Café Café, pode ser que outros sejam bons, mas dei mas sorte fora de lá. Trocamos dólares na rua com um pessoal de jaleco azul com um cifrão desenhado. Meio assustador, mas pelo menos aqui em Miraflores isso é normal. Não tivemos nenhum problema com dinheiro falso. Miraflores é um oasis dentro de Lima, gente com dinheiro e muitos turistas. Policiais em cada esquina, realmente um lugar para ficar, pois nos sentimos muito seguras. A noite fomos a Barranco e tomamos uns drinks feitos a base de pisco (até caipirinha de pisco tinha! rs). Depois de uma determinada hora tinha musica ao vivo, mas estávamos mortas e resolvemos descansar. Essa rua em Barranco tem muitas opções de bares e boates, vale a pena conhecer. 11/09/2011 Fomos para Cusco no vôo da LAN de 11:55, porque o outro era as 5 da manha e queríamos descansar um pouco mais. O vôo foi caro mas era o único que tinha, recomendo fazer aqui no Brasil por pacote ou com antecedência, pois a Peruvian que ia para lá e era muito barata não esta mais fazendo esse trajeto. Creio que o mais barato seria ter feito o vôo, hotel e Mapi tudo junto em uma agencia de turismo. Mas fui numa de mochilao e me dei mal... Em Cusco ficamos no hostal Llipimpac. O hostel não é ruim mas tem alguns problemas: a água não esquenta muito a noite, acho que desligam (lá faz um frio danado!). Ficamos no quarto 8 que ficava colado na porta de entrada, ou seja, a noite toda ouvimos o pessoal tocando o interfone para entrar, dormimos muito mal. No dia 13/09 voltamos para o mesmo hotel e ficamos num quarto melhor, mas silencioso, porém a água do Box do chuveiro vazava para o quarto, ou seja, não recomendo este hotel, tem outros melhores em Cusco. Na rua os taxis velhos disputam os passageiros com as mototaxi (que são uma carroceria para dois passageiros montada sobre uma moto). São baratos, vale a pena andar neles. A cidade é muito bonitinha, histórica, mas com muita opção de hospedagem, comida, cambio de dinheiro e loja de suvenir. A catedral de Cusco é lindíssima. Um passeio custa 25 soles, mas vale a pena, dura entre uns 30 a 40 minutos para se ver tudo, mas você pode ficar o tempo que desejar. Nunca vi tanto ouro na minha vida. Em Cusco tem o hostel Eco Pakers, onde contratamos os passeios ao Vale Sagrado e Machu Picchu (U$210,00, com hotel em Águas Calientes incluído). Não ficamos hospedados lá, mas vimos por fora e tivemos relatos que era um bom lugar para ficar, e sem duvida mais barato do que o lugar em que ficamos. O contato lá é o Johan, um cara muito atencioso. Tem o telefone no site do hostal. Recomendo. A tarde almoçamos um “menu”, que estava bom, entrada soupa crioulla (gostei), principal uma truta e um refresco, tudo por 15 soles. Tiramos muitas fotos da cidade e compramos umas lembranças. É um local bom para comprar lembranças, doces, chas, artigos de tecelagem, capa de chuva. Não deixe para comprar em Lima porque é mais caro. A noite fomos a uma pizzaria, estava bom. Depois fomos a um show de musica local e tomamos umas cusquenhas, cerveja de lá, só não esqueça de pedir “fria” ou seja gelada, eles gostam dela mais quente que a gente. 12/09/2011 Acordamos cedo e fomos fazer o passeio ao Valle Sagrado. Uma van nos pegou e nos deixou em um ponto de Cusco onde um micro ônibus seguiu com a gente e mais um pessoal de outros pacotes. Como iríamos voltar só na noite do dia seguinte fizemos uma mochila pequena e deixamos as malas principais guardadas no hostel em Cusco. Levamos garrafas de água, protetor solar, repelente, agasalho, lanterna e capa de chuva. Nesta altura já estávamos mascando folha de coca direto, que para mim não fez muito efeito, acabei me rendendo mesmo ao remédio deles, pois a dor de cabeça estava ruim. O nosso guia (Carlos Mendivil Colpaerth) era um cara muito legal, e sabia explicar muitas coisas. Ele até escreveu um livro: El império de los Incas. O Valle Sagrado é cortado pelo rio Urubamba, cheio de sinuosidades e bonito de ver do alto. O passeio é composto de Pisac, Ollantaytambo, Urubamba e Chinchero. Este último não vimos pois paramos em Ollantaytambo para pegar o trem para Águas Calientes. Ollantaytambo é sítio muito lindo, é incrível como eles conseguiram mover aqueles blocos de rocha que pesam toneladas!. No final do passeio tem uma feirinha de artesanato do lado de fora, ótimos preços para comprar lembranças. Não deixe para comprar nada no aeroporto que custa 2 a 3 vezes o preço. Pegamos o trem das 19:00h. Confortável e ainda tinha uns biscoitos e cha ou refrigerante. Não deixem de provar a Incacola, não que seja maravilhoso, mas também não é ruim e a cor é de um amarelo radioativo muito legal. Comi chocolates de lá (El Inka) não achei grandes coisas, os nossos são menos gordurosos. Chegamos em Águas Calientes, claro depois de um dia subindo e descendo escadas, rs. Fomos para o hostel (Inti Quilla – barato e bom) onde o nosso guia do dia seguinte nos daria maiores informações. Fomos jantar na minúscula cidade. Comemos um “menu” por 20 soles. 13/09/2011 Acordamos bem cedo lá pelas 05:00h tomamos café e fomos para o ponte de micro ônibus subir a Machu Picchu. Quando mais cedo você for melhor, pois o sitio ainda está vazio, ou pelo menos não tão lotado. Você pode curtir o nascer do sol, se der sorte, no dia que fomos tinha uma baita neblina, mas nada consegue apagar a beleza e a energia daquele lugar. O ônibus para subir custa 8 dolares, mas a subida já estava no nosso pacote. Em 15 minutos se chega ao santuário. Nem preciso comentar! É totalmente imperdível. A despeito da dificuldade de comprar as entradas do Brasil, tudo valeu muito a pena! Não deixe de levar um lanchinho, mas coloque na mochila pois o guia nos falou que os guardas implicam quando vêem comida entrando, para evitar sujeira no local. E é claro não joguem nada no chão... Um passeio com guia é uma boa dica, pois ele explica coisas que não tem como saber sozinho. Não vale a pena dormir em Cusco, pois se chega tarde ao santuário e já pega ele cheio, além de ser muito cansativo ir e voltar no mesmo dia. Descemos por volta de 11:30h e fomos almoçar e matar o tempo até a hora do trem para Cusco. Demos graças a Deus por termos descido cedo pois começou a chover a cântaros! Iríamos fazer um banho termal, mas uma vendedora nos desanimou dizendo que a água era parada e perigoso de pegar doenças, mas também com chuva não dava, pois era descoberto. Em Ollantaytambo um carro nos pegou para levar a Cusco, também do pacote. Não sei porque mas os turistas não utilizam o trem até Cusco, creio que é mais caro. As empresas sempre fazem esse trajeto que eu fiz. Chegamos mortas em Cusco e fomos no restaurante Pacha Mama, muito bom. E fomos para o hostel de lá dormir, por sorte não ficamos mais perto da campainha e conseguimos dormir. 14/09/2011 Acordamos cedo e rodamos pela cidade tirando fotos. Comprei umas balas de coca muito gostosinhas para dar de presente. Meio dia pegamos o vôo até Lima. Chegando lá tomamos um taxi até a garagem da Soyos onde pegamos um ônibus até ICA. O taxi saiu por 25 soles. Depois de 4 horas de viagem num ônibus razoável, onde passava uns filmes, chegamos em ICA e pegamos um taxi até o hotel (Villa Jazmin). Excelente hotel, e também o mais caro da viagem. No final ficamos arrependidas, pois tinha um monte de hostals animados e confortáveis ao redor do lago Huacachina. 15/09/2011 Fomos cedo para a rodoviária de ICA e pegamos nosso velho conhecido Soyos para Nazca, esse sim era caidinho, mas por 20 soles estava bom demais. O Cruz del Sur era 35 soles e os horários eram ruins. Depois de +-2h chegamos em Nazca, onde você mal desce do ônibus e já tem gente tentando te vender o vôo sobre as linhas de Nazca. Depois de muito choro escolhemos a empresa Alas de America com o representante Juan Carlos Rojas (cel 998758753). Fizemos por 120 dolares cada no menor avião que tinha (5 passageiros), pois voava mais baixo e não tinha cadeiras no meio do avião. Essa foi uma escolha acertada, pois podemos ver bem as linhas que são meio suaves. Importante que o avião de a volta em cada desenho para que todo mundo consiga ver. O vôo deu medo mas nada tão terrível como varias pessoas aqui relataram, não fiquei enjoada. O piloto disse que era melhor fazer cedo pois a tarde o vôo é mais turbulento, sorte de novo! Batemos de volta para ICA, e já na saída da rodoviária encontramos o taxista do dia anterior que nos levou na vinícula El Catador, onde vimos como se faziam os vinhos antigamente, almoçamos uma refeição boa e a bom preço (+- 20 soles cada). O tour é grátis. No final tem degustação de pisco entre outras bebidas feitas lá. Acabei comprando um pisco e uma jeleia de carambola. Delicia! Na sequencia lá pelas 16:00 fomos ao oásis de Huacachina fazer o passeio de tubulares pelas dunas. Muito legal. A areia é meio escura, e as dunas mais altas que as de Natal. O bugueiro não pegou muito pesado nas descidas, mas valeu. Fizemos também o sandboard, isso sim foi emocionante, mas prepare-se você fica cheia de areia até nas orelhas. A gente desce deitado de barriga na prancha de madeira pelas dunas. Maneiríssimo!!!! No final da tarde tomamos umas cusquenhas no lago e fomos para o hotel. A noite fomos numa boate chamada The Who, muito legal. 16/09/2011 De manha bem cedo o nosso agora amigo, rs, o taxista veio nos buscar para fazermos as ilhas Ballestras. Saimos de mala e tudo, porque já era caminho de volta para Lima e não retornaríamos mas em Ica. Uma hora de viagem, chegamos e deixamos as malas na agencia de turismo que compramos o passeio e zarpamos, tranquilo fazer isso. O passeio é lindo mesmo! Quanto bicho, coisa de louco. Como já disseram aqui, não deixem de levar casaco com capuz, muito pássaro voando ao mesmo tempo sobre a sua cabeça é meio arriscado mesmo, rs. Depois do passeio fui comer um maravilhos ceviche e depois o taxista nos deixou no terminal, na verdade um ponto na estrada meio estranho mas deu tudo certo. Voltamos no Soyos de novo até Lima. +- 3 h de viagem deste ponto. Pagamos 10 soles. Chegamos a Lima e descansamos. 17/09/2011 Acordamos cedo e fomos até o museu Larco (30 soles), simplesmente imperdível! Que acervo maravilhoso! Lá tinha um restaurante muito bonito, mas como iríamos fazer o tour pela cidade não tínhamos tempo e corremos para Miraflores para pegar o Mirabus. Um passeio de 3 h por Lima, onde a guia falou sobre os monumentos. Nesse passeio estava incluído a visita As catacumbas de San Francisco (sinistro, quanto osso...) mas foi legal, pena que não podia tirar fotos lá dentro. O passeio saiu por 60 soles. Ficamos chateadas pois tinha o mesmo passeio com o museu Larco por 70 soles, fazer o que? Não prestamos atenção... Voltamos do city tour e pegamos um taxi para o aeroporto lá pelas 18:00h, pois no Peru tem que chegar 3 horas antes do vôo internacional. Chegamos no Rio de Janeiro +- as 05 da manhã. Amei minha viagem! Espero ter ajudado alguem assim como já fui muito ajudada neste site!
  9. Super obrigada Lulucita, eu estava achando mesmo que a volta direto de MP para Cusco iria ficar pesado, mas agora com a sua dica vou reorganizar. Valeu pelas dicas! Abraçao Gigi
  10. Olá pessoal, Estou postando a minha primeira mensagem de mochileira. Depois de muita labuta consegui montar um roteiro, que para mim parece estar bem ajustado, mas de qualquer jeito gostaria de ouvir a opinião de voces a respeito. Meu perfil não é de total mochileira, mas também não vou ficar em nenhum resort, rs, tenho até uns hostals em vista. Tipo viagem economica de quem já está na casa dos enta, se é que me entendem, rs. Sempre usei o site de voces e já me ajudou muito. Pretendo postar na volta como foi a minha experiencia. Também tenho anotada a minha viagem para o Chile de 2009, entao se alguem quiser me perguntar algo de lá, sintam-se a vontade. Meu roteiro a princípio seria: 13/08 Sai Rio 06:10 (avião) 13/08 Chega Cusco 14:50 Faz o tour na cidade 14/08 Vale Sagrado - o dia todo 14/08 Final do V. Sag. em Ollantaytambo pega trem 20:30 para dormir em Aguas Calientes 15/08 Macchu Picchu (de manhã bem cedinho) 15/08 Fim da tarde Águas Cal. de trem para Cusco 16/08 Cusco Pisco 15:40 vôo para Pisco pela Peruvian 16/08 Chega Pisco 16:40 (onibus Ica) 16/08 Chega Ica +-18:00 17/08 Ica (Ballestas e dunas) 18/08 Ica (vôo Nazca e parque Paracas) 19/08 Ica para Lima (onibus) 14:00 ou 16:00 19/08 Chega em Lima 18:30 ou 20:30 20/08 Lima 21/08 Sai Lima – Rio 21:50 22/08 Chega Rio 05:10 O que voces acham? Está legal? Gosto de arqueologia e natureza, entao deixei pouco tempo pra Lima, mas acho que dois dias dá para ver o museu arqueologico e o parque das águas, além do tour pela cidade (dicas valiosas do site). Agradeço a todos e boa viagem! Gigi
  11. A lingua não vai ser problema, tem mais brasileiro lá que argentino, rs, brincadeira, mas é verdade. Eu amei um lugar chamado Confiteria Ideal, lá tem milongas, é tipo um baile de tango. Lugar lindo e muito animado. No centro da cidade. Boa viagem!
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