Ir para conteúdo

raftz29

Membros
  • Total de itens

    26
  • Registro em

  • Última visita

Reputação

0 Neutra

Últimos Visitantes

O bloco dos últimos visitantes está desativado e não está sendo visualizado por outros usuários.

  1. Acho que com o inglês dá pra se virar bem. Você encontrará muita gente que não fala inglês e que fala pouco. Mas daí sempre tem outra pessoa que fala inglês, e as coisas ficam mais fáceis. Eu tb fui com o lonely planet do Irã, isso ajudava, claro, a ter uma ideia do que precisava, para onde ir, como ir etc, então pra muita coisa a informação tava no guia. Mas o povo iraniano é muito solícito. Tive muita ajuda mesmo quando a pessoa falava super pouco inglês. Numa viagem de ônibus, já tinha saído de Teerã fazia uma hora, uma hora e meia. Notei que o passaporte tinha ficado no hotel (uma longa história), e eu já tava indo em direção à fronteira da Turquia. Imagina a situação: ter que explicar o que tinha acontecido, ter que descer do ônibus no meio da estrada, pegar outro ônibus, voltar pra Teerã, voltar pro hotel, pegar outro ônibus etc. Tudo isso já era tipo-meia noite!! Mas deu tudo certo: sempre teve alguém que me ajudava, dava informação etc. abraço, qq dúvida a mais escreva.
  2. Lucienners, o JP é super seguro, mas eu pensaria em fazer saques com cartão de débito na 7-11 (seven eleven, loja de conveniência, que tem em várias cidades, mesmo no interior), para não ficar carregando tanta coisa. No mais, vai tranquila, o Japão é dez.
  3. esquisito, achei que tivesse enviado a resposta. Mas vai lá de novo . Oi Janaína vale a pena comprar o guia LP. Quando fui para o Irã em 2010 levei o guia e foi muito bom. Lembre-se que estará tudo em farsi, tem pessoas que não inglês e não é um país turístico. O guia vai te dar dicas de comida, onde ficar, os locais etc. E, claro, quanto mais atual, melhor. Ano passado eles publicaram um novo guia, mas logo de cara fique sabendo que a inflação existe por ali realmente, de modo que os preços poderão estar diferentes do que está no livro. Mas servirá de base. Também fique atenta às atualizações que o LP dá na sua página. Uma fonte importante de consulta, ligada ao LP, é o thorn tree, em inglês. tem vários iranianos dispostos a ajudar, se você perguntar, eles respondem na boa. O código LPSECRET te dá 50% de desconto até sexta-feira, na loja virtual do LonelyPlanet. Basta preencher o codigo na compra. Acho que vale muito a pena. Conheci um uruguaio que viajava de bicicleta desde Barcelona e ele fez coachsurfing no Irã. O que ele me contou é que foi uma experiência interessante, mas ele tb ficou em alguns hoteis baratinhos. O Irã é maravilhoso, que vontade de voltar lá. Povo amistoso, paisagens fantásticas. Meu sonho era ir pra lá – e valeu cada centavo, apertos, imprevistos, diarreias e conversas que tive ali. Boa viagem! Rafael
  4. Sim, só fiz saques na 7-11. Eles tem um limite, tirei sempre 40.000 yen por vez. Tentei 50.000 mas não era possível. Você vai ver muitas lojas de conveniência (Family Mart e Lawsons e 7-11), todas tem caixa eletrônico, mas a única que funcionou para mim foi na 7-11. Vc sempre acha uma 7-11, mas as Family Mart abundam pela cidade. Ao menos foi esta minha impressão. Libere seu cartão de débito para compra no exterior no período que for viajar, verifique as taxas no seu banco. Lembre-se que o IOF do cartão de crédito é bem maior que o de débito (se tirar dinheiro, escolha o débito). Ah, o Japão não tem muita rede wifi liberada, pq em geral os japs tem celular com internet. Mesmo nos hotéis é comum terem internet com fio, mas não wifi. A menos que vc fique em locais mais para gringos – daí eles vão disponibilizar wifi. Uma dica: faça o cadastro na Starbucks japonesa (vai no site) e use gratuitamente nas lojas (várias delas tem wifi, mas nem todas). Uma boa loja para eletrônicos: biccamera. Muito boa, vc pode pedir tax-free. O preço é quase o mesmo que da BHphoto em NY, com essa diferença da possibilidade do tax-free. abraço, Rafael
  5. oi Marcus, Acho que não tem problema em não ter chip. Você praticamente só vai usar o VTM para retirar dinheiro; para compras, em geral dinheiro; se a loja é grande, é provável que aceitem o de crédito (cartão de débito é coisa recente ali, mas é só a bandeira japonesa). O teu cartão internacional é débito/crédito do banco? Olhei meu extrato, somei o valor + IOF e a taxa de saque do Itaú Para 40.000 yen 07/01 SAQUE INTER US$ 461,29 total: R$ 988,1 21/01 SAQUE INTER US$ 450,29 total: R$ 968,99 repare que o dolar tava mais alto no começo da viagem, depois baixou; e agora, março, tá bem mais baixo do que paguei (era 2,20 se não me engano!). Então acho que a conversão hoje seria bem mais vantajosa e eu teria gasto menos, rs... Eu definitavamente acho que retirar com débito do banco é a melhor opção. O JR é ótimo!... foi muito tranquilo pegar os bilhetes, funcionários ótimos, prestativos, educados... ah... Japão... muito bom! abraço! Rafael
  6. Ah, não mencionei. Existe um passe de ônibus baratérrimo, cerca de 12.000 yen, acho. Mas ele só cobre algumas cidades, e alguns locais que eu queria ir ele não cobria...
  7. oi pessoal, fui pro Japão em janeiro. Assim que tiver tempo quero postar algumas dicas. Sobre dinheiro, levei alguns yens que tinha e mais e alguns dólares no bolso. Estava com um VTM de uma viagem anterior, dois cartões de crédito e mais o débito do Itaú liberado para saque internacional. O câmbio aqui é extremamente desvantajoso, é muito melhor você retirar dinheiro na 7 eleven, loja de conveniência que tem em todo canto no JP, mesmo em cidadezinhas. Nas minhas retiradas, em geral sacava 40.000 yen, sempre usando o débito do Itaú. Foi sossegado, é só ficar esperto onde tem 7-11. Acho roubada levar VTM, só levei porque tinha. Em SP estou super habituado a usar o débito para compras, na Europa é a mesma coisa, mas no Japão isso não acontece. Em geral, você paga tudo com dinheiro (e em alguns lugares, com cartão de crédito, mas tb acho desvantajoso, o IOF é mais caro), mas ao menos o país é bem seguro. No mais, é possível comer muito bem e barato, se vc quiser. Isso tanto em lojas de conveniência quanto em restaurantes. Viajando por 21 dias, deu pra perceber que dá pra fazer uma viagem budget pra lá. O hotel mais barato que fiquei foi em Osaka, quarto individual, banheiro coletivo, achei muito bom pelo preço que paguei (2.200 yen). Em Kyoto, dividi quarto num albergue (fazia tempo que não fazia isso!), foi legal tb, conheci um pessoal bem bacana (só leve os tampões de silicone para dormir sossegado). Em Nagasaki, peguei um hotel de 5.000 yen e percebi que foi bobagem. O quarto era ótimo, mas, honestamente, deveria ter procurado um hotel um pouco mais barato, não precisava de tudo aquilo. Tb recomendo comprar roupa lá, ao menos para homens (uma amiga minha reclamou que lá as roupas de mulher são muito pequenas): Muji e Uniqlo estão em toda parte e em janeiro estavam em promoção. Eu sou baixinho, uso XS, mas me impressionou ver que, no Japão, tem gente de todas as alturas, inclusive muita gente alta (homens, as mulheres nem tanto). Ah, aquelas meninas maravilhosas que vc vê no metro... depois que me falaram, em geral é pura maquiagem, rs... Sobre os trens: com JR vc pode pegar qq trem (bala ou local), menos os super trens-bala, eles dizem isso na documentação. Procure no hyperdia, e nas opções tem como pesquisar isso certinho. Lugares que visitei, fora daqueles tradicionais: Naoshima, tipo uma Inhotim brasileira (fiquei no hotel do Tadao Ando, eles tem um pacote com hospedagem e 2 refeições com preço razoável para o que oferecem – fui tratado com um rei, super cuidado de todo o pessoal, foi um presente que me dei no Japão); e Yamadera (templo que Basho escreveu um dos seus haikais famosos: o templo fica em cima de uma montanha e foi ótimo subir tudo aquilo na neve). No mais: Kyoto, Osaka, Nagasaki, Nara, Tóquio, Nagano, Yamagata, Okinawa... acho que foi isso. Usei um JR de 7 dias (fiquei 3 dias em Tóquio e só validei no quarto dia) e comprei as passagens aéreas para Okinawa com desconto, por conta do "passe" aéreo para estrangeiros (o meu foi o da Star Alliance, cerca de 11.000 yen o trecho, pela ANA), não muito divulgado por aqui. Mas dá pra viajar barato para Okinawa com as companhias budget (mas elas tem limite de bagagem, tb). Bem, acho que é isso (estou escrevendo pro doutorado por isso fui breve!) Ah, o Japão é inesquecível. Amei, nos últimos dias já estava sentindo falta. Recomendo muito, abraços, boa viagem a todos, Rafael
  8. Olá a todos, voltei dia 11/07 da Espanha/Turquia/Irã em Madrid fiquei no Hostal Condestable, perto da Gran Via. http://www.hostalcondestable.com/ Paguei 29 euros pelo quarto individual, com banheiro compartilhado. Ar Condicionado, Tv de plasma, toalhas e lençósi limpos, limpeza 100%. Sei que os duplos custam pouco mais que isso. Tem tb quartos com banheiro dentro, mas custam 40 euros e tava bem acima do meu budget. Ah, Tem um boa rede WIFI! Os banheiros compartilhados são bem limpos, com uma pequena banheira. Tem uma peruana trabalhando lá (é sempre bom hablar com los hermaños). Em Valencia, fiquei no Hostal Alicante/Pensión Alicante, C. de Ribera, 8 http://www.hostalicante.com/page1/informacion.html, bem bacana e limpo. Tinha ducha no banheiro, mas o WC ficava fora. Simpático. WIFI bom, tv... lençois e toalhas. 24 euros, single. Uma coisa que acho importante é que é muito bom levar os tampões de ouvido. Leve por garantia, porque em geral as paredes dos hostels/hostals não são tão grossas. Ou compre no El Corte Ingles. Na Espanha, não esqueçam do TAX FREE! []'s Rafael ps: em 2003, fui para a Espanha, e em Valencia fiquei no Hostal Malda (dentro das galerias Malda). Muito bacana, mas não faziam reserva na época. Tinha que chegar no dia e ver se tinha lugar...
  9. oi Maurício, o que precisar pode contar comigo. Deixa só eu me desvincilhar de algumas coisas pós-viagem, entre outras coisas, que podemos trocar mais figurinhas depois. O Irã é muito bacana, prepare-se para esquecer todas as regras de transito ao atravessar as ruas, comer kebabs e outras guloseimas, conhecer o país além das imagens pré-concebidas, fazer muita mímica e, acima de tudo, ter contato com um povo em geral super amistoso! abraços, Rafael
  10. oi pessoal acabei de voltar da turquia/irã/espanha em Istanbul fiquei em dois hostels, uma noite no Mavi e outra no TopDeck. O Mavi é cheio de gente, por conta do Lonely Planet (é um dos citados como budget). Os quartos são pequenos, banheiros compartilhados; pontos positivos: muita gente do mundo todo (mochileiros, em geral), preços de bebida/comida honestos; localização boa, perto dos locais históricos. Fiquei uma noite e já tinha pago outra na manhã seguinte. Quando voltei nesse segundo dia, a noite, vi que tinham tirados todas as minhas coisas do quarto (single) e tinham dado para outro casal. O dono disse que era um engano dele, que a reserva do casal tinha sido feita faz tempo etc. É claro que pra eles era vantajoso ceder para um casal que para uma pessoa só ($$). Enfim: me ofereceram um dormitório compartilhado, mas neguei; diante da recusa, o dono arrumou outro hostel depois de um tempo, o que foi uma excelente surpresa. O Top Deck hostel http://www.topdeckhostel.com/index.php?hostel=location também fica no Sultanahmet, um pouco mais escondido que o Mavi's. Mas é tão melhor!!! Pelo mesmo preço (48 liras turcas) tive um quarto single maior e mais aconchegante que o do Mavi's, e com banheiro próprio (compartilhar banheiro em hostel lotado é horrível, haja fila e barulho). Café da manhã no terraço, lindo, com opções de café (todo mundo pega o turco). O pessoal que trabalha lá é muito bacana, tem dois turcos, uma australiana... e encontrei gente muito bacana lá: uma família iraniana que agora vivia na Noruega, um casal polonês, uma garota da Coréia do Sul. Tem um bom wifi ali, tb. Enfim, muito recomendado!
  11. Olá pessoal, acabei de voltar domingo de Madrid, depois de passar pelo Irã e pela Turquia. Madrid continua uma cidade fantástica, as pessoas saem pelas calles a noite, comida é boa, cidade limpa e bem organizada. Prefiro muito mais Madrid a Barcelona (e devo ser apedrejado por dizer isso, rs). Para quem vai agora, vale muito a pena reservar uma grana para comprar coisas. Agora no verão é época de rebajas, está tudo muito barato (e olha que nem sou muito fã de fazer compras). H&M, Zara e Lefties tem preços muito bons, tipo camisas masculinas a 5, 7, 10 euros, bolsas masculinas a 15 euros, etc; os eletrônicos saem muito mais barato que aqui, embora não acompanhem o preço dos EUA – K-tuim é revendedora Apple, mas há também a Fnac e o El Corte Ingles. Mas o que não se pode esquecer nunca é de, nas compras acima de 64 euros, pedir o tax free, a devolução de parte do imposto pago. No meu caso, tive devolvidos quase 80 euros, no próprio aeroporto de Madrid, em cash. Ao contrário de uma reportagem na Folha sobre o assunto, disponível na internet, http://www1.folha.uol.com.br/turismo/759976-receber-tax-free-e-tarefa-complicada.shtml,'>http://www1.folha.uol.com.br/turismo/759976-receber-tax-free-e-tarefa-complicada.shtml, para mim foi tranquilo (tinha um comentário nessa reportagem dizendo a mesma coisa, muito sossegado e rápido). Para receber o tax free: - Verifique se a loja tem o selo Tax Free ou se tem algo parecido. - Peça no ato da compra o formulário e o envelope correspondente (se esquecer, volte lá e peça) - Preencha com os dados pessoais, uma das vias fica com a loja e a outra com você. - No meu caso, fiz o checkin na AirChina e disse que tinha mercadorias tax free. A mulher me deu o cartão de embarque e falou para eu passar na Aduana do lado externo, antes da entrada do embarque. Nesse caso, tive sorte, pois o posto abria às 7h da manhã (esperei 5 minutos), e meu voo saía às 8:30h. Me parece que tem aduana do lado de dentro, mas não sei o horário de funcionamento. - Teoricamente, eles podem pedir para ver as coisas (e por isso eu fiz o check-in, recebi o cartão de embarque mas não despachei a bagagem). - No meu caso, e dos demais brasileiros na fila, ele apenas carimbou os formulários (sem o carimbo vc não recebe nada). - Voltei ao check-in para eles despacharem a bagagem. - Passei pela polícia e lá dentro procurei o BBV para receber. O cara confere as coisas no computador e depois libera a grana, com uma comissão de 3 euros. Freeshops O freeshop de Madrid é muito bom. Muito melhor que o de SP, que não tem quase nada (algumas coisas tem preços semelhantes). Se passar por Instabul, tb é legal, com um monte de lojas e eletrônicos (pequenos) com preços razoáveis. Sites sobre o TaxFree (foi por causa deles que consegui receber de volta) http://sevoceforviajar.wordpress.com/category/tax-free/ http://www.conexaoparis.com.br/2009/08/28/como-comprar-tax-free-na-franca/ http://www1.folha.uol.com.br/turismo/759976-receber-tax-free-e-tarefa-complicada.shtml (não foi complicado, mas é bom ficar esperto com horários!)
  12. Olá Mochileira, Maurício e pessoal, acabei de voltar da minha viagem do Irã, depois de passar uns dias em Istanbul e Madrid. Muito bacana... foram 2 semanas em território iraniano. Fui para Tehran, Yazd, Tabriz e Esfahan – pulei Persépolis e Shiraz. Não quis ficar pulando de cidade em cidade, mas quis aproveitar um pouco para conhecer mais do dia a dia desses locais. Povo amistoso, os iranianos em geral são muito atenciosos e hospitaleiros: fui convidado a entrar em uma casa iraniana, me ofereceram chá gelado, frutas... conheci a família toda; cheguei a ganhar sucos, bolinhos, doces e até taxi me pagaram em outros locais... Agora tenho um monte de pendências para resolver (cheguei anteontem), mas mais para a frente pretendo postar mais detalhes da viagem. Mas postarei algumas coisas agora. Detalhes do visto podem ser encontrados na página da Embaixada que pus num post acima: http://irembassybr.com/Default,pt-BR,ieb,Content,Document,Name,visto,TabID,252.aspx Telefones: (061)3242-5733 (061)3242-5124 (061)3242-5915 - Inglês é quase obrigatório; muitas vezes no próprio hotel o inglês é bem rudimentar. Se puder aprender um pouco de farsi, as coisas com certezas melhoram (a pronúncia é bem difícil!) um pouco. - Também acho importantíssimo um guia tipo Lonely Planet, com indicações de mapas, hotéis, como chegar e como se locomover. A última edição do Lonely Planet está um pouco desatualizada, sobretudo em relação aos preços, que em geral dobraram. - Transporte é barato: mesmo quando os taxistas te taxam a mais, a corrida sai muito mais barato do que vc pagaria em SP, por exemplo. ônibus também: por uma viagem de 10 horas, paguei 8 USD num ônibus vagabundo, e 15 USD num ônibus leito. Não peguei avião, mas também é barato, tipo 34 USD, no máximo 70 USD para distâncias realmente grandes. - Hospedagem: depende do local. Na linha do budget, é possível achar quartos individuais a 10 USD... mas também sempre há os dormitórios. O máximo que paguei foi 18 euros (24 USD), em Tehran, no Firouzeh, um hostel acima da média (tanto em serviços quanto em preços). Mas há locais bem mais caros. - Dinheiro: a maior nota é a de 50.000 rials (moeda oficial) ou 5.000 tomans (moeda "popular", corta um zero dos rials, para facilitar), o equivalente a 5 USD. Ou seja, você vai trocar dinheiro e vai ficar com uma montanha de dinheiro! Lembra um pouco o Brasil nos tempos de super inflação! Além disso, detalhe importante, devido ao embargo, você deve levar todo o dinheiro da viagem consigo. Não há ATMs para estrangeiros, e se ficar sem dinheiro, terá que recorrer a embaixada, para que eles entrem em contato com alguém que te enviará dinheiro, como vi acontecer com um casal de franceses em Tehran. - Comida: é barata...mas também tive algumas diarréias, o que me fez rever um pouco o que comia e aonde ia comer. - Locais de interesse: há vários, em todas as cidades! - Leve: lembrancinhas para dar para os iranianos que te acolherem e ajudarem de alguma forma... Bem, esses são alguns detalhes. Depois tentarei escrever mais. Quanto à questão do visto, MochileiraEncardida, acho que os VOAS só se aplicam a quem chega de avião, e não por via terrestre. Ao mesmo tempo, o VOA é um pouco arriscado, já que se corre o risco dele ser negado, e sem falar que muito provavelmente você terá que estender o visto (e pagar por isso), para ficar um pouco mais de tempo. Ah, eu estava na Turquia e cruzei a fronteira via Van, na Turquia, para as cidadezinhas da fronteira, como me parece que você quer fazer... Se vc está na Europa, tente um visto em Ankara ou em outro lugar. Na Europa, o pessoal usa muito as agências de visto. No Brasil, pela embaixada de Brasília, para mim foi muito tranquilo e não tive que usar agência. E foi rápido. Como brasileiros, realmente a coisa do visto é bem mais fácil para nós do que para os outros, os europeus que o digam. Do forum do Lonely Planet, 80% dos posts é de gente falando em visto. bom, por enquanto é isso, depois escrevo mais, um abraço a todos, Rafael
  13. oi Pessoal, finalmente: hoje chegou meu passaporte COM O VISTO!... Isso significa que em junho/julho estarei lá! Foi bem tranquilo e foi exatamente o que tinham informado pelo telefone. Mandei o formulário (2 cópias), paguei a taxa (o consulado informa o valor, se não me engano foi R$125) e o custo do sedex para o retorno do passaporte (são depósitos separados), envelope para o sedex do retorno (não foi usado, mandaram em outro) e mais as 2 fotos... acho que era isso. Bem tranquilo... []'s Rafael
  14. Olá Carlos e pessoal, desculpe a demora. Mas o tempo foi frutífero: liguei para a embaixada e eles deram o novo site deles, com informações sobre o visto, entre outras coisas. Incrível que o Google ainda não informe isso!!! Ali também há os telefones e a ficha para pedir o visto. Uma coisa a se acrescentar, que me parece que não está ali, mas me informaram pelo telefone: preencha DUAS cópias do formulário e envie com o resto da documentação necessária. Leva de 8 a 15 dias, e o homem que me atendeu foi bem tranquilo. http://www.irembassybr.com/ Quanto ao lonely planet, existe uma edição do Oriente Médio, que é tipo o SouthAmerica on a Shoestring. http://www.amazon.com/Middle-East-Multi-Country-Guide/dp/1741046920/ref=sr_1_1?ie=UTF8&s=books&qid=1273633851&sr=8-1 O site do Lonely planet também vende os capítulos à parte, em pdf. Quanto a questão do carimbo em Israel/Irã, o Thorn Tree tem algumas discussões, como essas http://www.lonelyplanet.com/thorntreeSearch?q=israeli+stamp+iran&x=0&y=0 O que sugerem, em geral, é tirar um passaporte novo e pedir um visto ou um VOA. (não consegui ver um LP Middle East recente, mas lembro que era de lá que falavam do papel com o carimbo, há alguns anos pelo menos). bem, nos falamos, um abraço Rafael
  15. oi Carlos, complicado não quer dizer impossível. Li no Lonely Planet do Middle East que muitas pessoas passam por esse problema. E a solução, pelo que lembre, era pedir para que em Israel eles carimbassem numa folha de papel, fora do passaporte, como vc disse. Pelo que constava ali, isso não era incomum em Israel e eles entendiam a situação. O Irã não reconhece Israel, por isso a briga, mas nem por isso acho que vc deva cortar esse país da sua viagem. Não estou com o guia do Irã aqui por perto, mas depois checarei se tem essa informação ali e posto, ok? Eu adoraria ir para os outros países do Oriente Médio, mas não terei muito tempo nem muito dinheiro. Por isso, quero me concentrar mais no Irã. Como vou para um congresso na Espanha, de lá devo ir para a Turquia e atravessar a fronteira. Dava vontade de ir pros outros países... Dizem que o Iraque curdo é muito bacana, mas pelo que andei averiguando os custos lá são um pouco altos (para o MEU orçamento, diga-se de passagem, rs...). nos falamos []'s Rafael
×
×
  • Criar Novo...