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Fernando Mello

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Sobre Fernando Mello

  • Data de Nascimento 20-03-1970

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  1. Oi Mario Você acredita que eu não havia prestado atenção neste detalhe que você mensionou... Bom agora já foi... Mas o tram é tranquilho. Em Berna, pelo menos nesta linha que vai até o IBIS, todos os Trans são modernos e de piso baixo, fácil acesso. Quanto a lotação....não vi nenhum cheio. :'> É tranquilho. Além do que eles passam em intervalos próximos. Aproveite então e boa viagem!
  2. Oi Leandro, O passaporte é apenas um "pro-forma". Na verdade você recebe também os tickets do trem junto. o Preço cobrado é a partir de Interlaken Ost. Você nãopagará mais nada durante o trajeto se tiver comprado o ticket para ir ao Jungfraujoch (top of Europe). Você pode sim descer em qualquer estação pelo caminho e subir nos trens seguites (assim a gente fez). Talvez poucos turistas sabem disto. Quanto ao ticket do corcovado coloquei o anexo seguinte o ticket que levei. Os meus foram tickets usados. Meu irmão foi ao Rio com a familia e trouxe para mim. Veja que eles foram carimbados no verso com o carimbo de Interlaken Ost. Quanto aos custos te digo. O ticket do corcovado custa 62,00 reais. O desconto é de 101,00 CHF (algo em torno de 300,00 reais). VAleria a pena sim. A questão é que não sei se eles aceitam tickets comprados pela internet., pois acho que quando você compra o ticket do corcovado na internet você deve trocá-lo lá no corcovado por o bilhete normal (não tenho esta certeza). Outra coisa que você pode fazer é calcular os gastos de transportes em 4 dias na Suiça. Aí de repente compensa comprar o Half Fare Card (veja no site da SBB (cia de trens) http://www.sbb.ch. FErnando Ticketes do corcovado.pdf
  3. 22/03 – Interlaken – visita ao Jungfraujoch O dia amanheceu nublado, frio, porém sem chuva. Não tínhamos escolha. O jeito era ir assim mesmo conhecer o Jungfraujoch, Top of Europe. Descemos para o café na hora marcada por nós no quadro que fica no corredor da casa. Fomos recebidos pelo dono da casa, muito simpático e educado. Nos serviu um belíssimo café da manhã. Conhecemos o outro casal, também de meia idade, noruegueses, que estava hospedado lá. Saímos por volta de 09:30h. Fomos rapidinho para a estação interlaken Ost de onde partem os trens para o Jungfrau. No site http://www.jungfrau.ch/ você pode conferir varias informações sobre este passeio e os vários locais por onde você pode esquiar. Dependendo do seu destino final há um preço para o ticket. O mais caro é ir ao Top of Europe. Se você quiser, pode ficar pelo caminho e conhecer os vilarejos que existem lá. Uma dica: Se você apresentar o ticket do Corcovado na hora de comprar o seu bilhete para o trem você vai receber 50% de desconto. O seu ticket do corcovado tem que ter no máximo 1 ano de uso. Não achei esta informação no site, descobri por outro relato que li, enviamos um e-mail para a empresa e eles nos confirmaram. Cheguei no guichê e pedi quatro ingresso para o trem (até o top of Europe) e apresentei os meus 4 tickets do corcovado (tinha levado 6 tickets). O rapaz do guichê, pegou-os e foi logo carimbando os meus tickets do corcovado e disse que eu teria 50% de desconto. Pagamos 101,00CHF por cada bilhete (é muito caro mesmo). Se fosse para pagar inteira então... Me deu 4 passaportes (todos em Português) junto com o bilhete, um quadro com todos os horários dos trens, inclusive nas paradas intermediárias (nas vilas) e pronto. O Próximo trem sairia às 10:05h, via Lauterbrunnem, justamente por onde queríamos começar. Detalhe sobre a viagem: Você embarca no primeiro trem que vai até Lauterbrunnem. Lá você deve seguir viagem em outro trem que passa por Wengen (onde tem uma estação de esqui, com teleférico – você pode descer e continuar a subir no próximo trem se quiser) e continua até Kleine Scheidegg, onde você deve trocar de trem novamente. Este ultimo trem te leva por dentro das montanhas até o topo do Jungfrau, na estação Jungfraujoch. Pegamos nosso trem às 10:05h. O tempo nublado não desanimou os turistas pois tinha bastante gente. O negócio é ir observando as paisagens. O local é muito bonito mesmo: Paramos em Lauterbrunnem, descemos no vilarejo e fomos conhecê-lo. Depois pegamos o trem de 11:07h. Fomos subindo e a paisagem começou a mudar. Os pinheiros começaram a aparecer bem cheios de neve e aos poucos tudo foi ficando coberto de neve. Descemos em Wegen (é opcional descer aqui). Resolvemos conehcer ali também. É uma estação de esqui. Estava bem cheio de pessoas e também estava nevando um pouco. O frio estava suportável. Pegamos o outro trem às 11:51h e fomos até Kleine Scheidegg, onde os termômetros marcam 5 graus. Lá pegamos o trem para o jungfraujoch. Um detalhe importante, em todos os trens passam os ficais verificando seu ticket. A viagem neste ponto ocorre dentro da montanha, no túnel. Há duas paradas para observação, onde você pode observar a paisagem. Quando chegamos ao topo já eram 13:22h. Neste ponto você está a 3.400 metros de altitude e pode sentir um pouco de tontura, é normal. O ideal é andar devagar e evitar esforços, pois pode agravar a tontura. No topo, dentro da montanha, você tem na estação um locker. As atrações no topo são: Um cinema de 360graus do panorama do jungfrau, palácio de gelo com várias esculturas feitas no gelo, o terraço de observação, loja de souvenir, restaurante (caríssimo) loja da Lindt, e a possibilidade de sair e aproveitar a neve, com o snow fun. Como estava ventando muito e também nevando, como uma forte nevasca, não estavam permitindo sair para andar no lado de fora. Andamos todo o complexo e depois sentamos para comer nosso lanche que tínhamos levado. Mesmo assim foi muito bom o passeio. Voltamos às 15:30h. Para Kleine Scheidegg. A descida é relaxante e dá até sono. Você vê várias pessoas dormindo dentro do trem. Pouco antes da chegada a vila, ao sairmos do túnel, o dia nos apresentou maravilhoso, com o céu todo limpo, sem nuvens e o sol brilhando. Parecia que nem tínhamos passado ali. Foi um alvoroço dentro do trem. Todos acordando e tirando fotos do local. Em Kleine Scheidegg descemos e aí sim fomos conhecer ali mesmo. Foi bom para brincarmos na neve. Às 17:03 pegamos o trem agora para o outro lado, sentido Grindelwald. Você passa por lugares realmente muito bonitos. Grindelwald é uma vila não muito pequena. De lá você pode ir a outras estações de esqui. Descemos em Grindelwald e demos uma andadinha na cidade. Às 18:19 pegamos o trem para Interlaken Ost. Chegamos em Interlaken Ost às19:00h. Da estação fomos andando e depois paramos no restaurante Des Alpes, comemos pizza, batata Rosti, sopa, tomamos suco e vinho. Tudo para os 4 ficou em 83,70 CHF. Chegamos em nosso B&B às 20:30h. Depois de um dia que começou meio feio, nublado e terminou muito bonito, somente banho e cama para o outro dia pegar o trem.
  4. Oi Leandro, Obrigado. Eu estava meio sumido. Muita coisa para fazer, visitas nos finais de semana e também viagens, por isto ainda não concluí o relato. Já voltei a escrever e logo postarei mais informações. A respeito da máquina de compar tickets urbanos, ela é simples. Minha dúvida era saber se eu podia usar ou não o ticket "Short distance" que era mais barato. Não podia, pois nesta opção a máquina mostrava todas as paradas que estavam incluídas na "short distance". Então comprei o bilhete normal mesmo, pagando 4,40 CHF. Mas lembre-se que você irá ganhar um cartão (libero) no hotel para andar gratuitamente na cidade durante sua estadia. Com relação a compra de bilhetes regionais, eu não usei máquina. Comprei meus bilhetes antecipadamente, no site da sbb (http://www.sbb.ch) . tem o supersaver ticket que lhe dá desconto de até 50% nos trechos. Para estes tickets você deve comprar com no máximo 14 dias de antecedência da viagem. Sobre o bilhete do Jungfraujoch, comprei na hora, na estação Interlaken Ost. Se você apresentar o ticket do Corcovado (aqui do Rio) você tem 50% de desconto no bilhete para o Top of Europe. Eles não divulgam isto mas é verdade, eu mesmo usei este benefício. O ticket para o topo custa 202,00CHF, pageui 101,00 CHF. Fernando.
  5. Vamos então ao relato da viagem. Antes quero agradecer novamente aos colegas mochileiros.com que escrevem aqui seus relatos. Eles são de grande valia para que possamos fazer nosso roteiro. Dias 17 e 18/03 – Saída de BH e chegada a Zurique: Finalmente chegou o dia da viagem. Tudo pronto, malas arrumadas, tudo checado e verificado, documentos em ordem. Antes fizemos o check in no site da TAP e já reservamos nossos lugares. Deu para ver que o voo estaria cheio, como nas outras vezes. Como disse a passagem ida-e-volta, custou R$ 4.043,66, podendo pagar em até 5 vezes no cartão de crédito. Pegamos um ônibus no terminal em Contagem para o aeroporto de Confins. Pagamos R$30,05 por pessoa. A “viagem”dura aproximadamente 1 hora, com trânsito normal. Chegamos no aeroporto, despachamos nossas malas. Fomos para a sala de embarque, passamos pela PF. O voo saiu dentro do horário previsto, às 23:00h. Voo quase tranquilho a não ser por uma família, Pai, mãe e dois filhos. A menina de uns 3 anos e meio, deu trabalho o tempo todo. Estavam perto da gente, nas poltronas de 4 lugares juntos. Ela estava super agitada. A mãe (uma portuguesa), ainda mais estressada que a filha, não tinha autoridade e o pai (o brasileiro) parecia nem ligar para o que acontecia, como se não fosse com ele. Antes de chegarmos então a Lisboa, aí a coisa esquentou. A menina deu um show, chorou, gritou, esperneou. Coitados destes comissários de bordos. Até tentaram, mas nada fazia a criança calar. Jesus....Finalmente chegamos. Chegamos às 11h, um pouco antes do previsto. Imigração sem problemas, somente questionou sobre o destino final. Saímos do setor de embarque/desembarque. Fomos comer algo. Comemos quiche de espinafre: 2,90 euros. Cheguei a olhar o câmbio (euro/Franco suíço), estava 1,00 euro = 0,98 Francos suíços (CHF), mais 5,00 euros de comissão. Achei caro e não fiz. Embarcamos novamente em nosso voo das 13:25h para Zurique. Voo (este sim) tranquilho, refeição (sanduíches) a bordo. Chegamos a Zurique às 17:10, no terminal 1. Pegamos nossas malas. Felizmente chegaram sem problemas. Fomos em direção a estação de trem, que fica no subsolo do terminal 2. É tudo bem sinalizado. Junto ao guichê onde se compra os bilhetes de trem, tem um guichê para fazer o câmbio. Troquei um pouco, pois não tinha nem para o trem. (câmbio 1 euro = 0,99 CHF, mais 4,00 euros de comissão. Fomos na máquina e compramos o bilhete de trem, 6,60 CHF (por pessoa) com duração de 1 hora. Nesta estação passa vários trens. Nosso destino não era a estação central, mas sim Hardbrücke, uma antes. Nem todos os trens que tem como destino a estação central param em Hardbrücke. Eu já sabia disto e também já tinha pesquisado o horário dos trens que param em Hardbrücke: 17:32, 18:02. Pegamos este de 18:02. Em 10 minutos já estávamos em Hardbrücke. Subimos o elevador e já saímos na rua, em um elevado. Como eu já tinha ido lá com o google, foi só lembrar o caminho. Após uma caminhada de uns 10 minutos já estávamos no Ibis Budget. Ficamos no Ibis Budget Zurich City West. Fizemos o check in. Tudo certo. Este hotel saiu por 262,80 CHF, duas diárias, incluída a taxa local, pagos antecipadamente e com café da manhã incluído. Foi o mais barato que achei na cidade, não muito longe do centro. O padrão do Ibis Budget não varia muito. Quem já se hospedou nele sabe como é. Simples mas bem funcional. vista da janela do hotel: Saímos para comer algo. Fomos no supermercado Coop, perto dali. Compramos sanduíches, sucos, etc. Tudo por 19,90 CHF. Voltamos para o hotel e fizemos um pick nick no quarto mesmo. Depois gente foi banho e cama. Descansar para o início da jornada. Dia 19/03 – Zurique Nada melhor do que uma noite de sono para recompor as energias. Acordamos cedo, tomamos café, muito bom, com muita variedade. Saímos por volta de 9:30h. Logo em frente ao hotel tem uma parada do Tram 4, que vai para o centro de Zurique. Compramos na máquina que fica na parada o ticket para 24h. Assim poderíamos usá-lo até no dia seguinte, inclusive para irmos para estação de trem. Pagamos 17,20 CHF para 2 ticktes. Nestas máquinas você pode usar moedas e cartão. Não aceita notas. Descemos na parada Hbf, que é da estação de trem central de Zurique. Atravessamos a estação,que por sinal é bem grande, e saímos na Bahnhof strasse, rua com lojas caras, conhecida na Europa como a rua mais cara do mundo. E tem coisa cara mesmo. De lá fomos a praça Lindenhof, uma praça com partes da estrutura romana (tem que procurar para achar) e uma fonte em homenagem as mulheres. É uma romântica praça no alto de uma colina. De lá temos uma bela vista da cidade de Zurique e do rio Limmat. Sentamos em pouco para apreciar. Caminhamos mais um pouco e logo avistamos o relógio da Igreja de St. Peter, conhecida como St. Peter Kirche. Este relógio é o maior da Europa, com 8,7m de diâmetro. Entramos na Igreja que possui em seu interior alguns murais medievais, lustres de cristal. Mais adiante tem outra Igreja, Fraumusnter Kirche, uma das principais igrejas da cidade. É uma igreja famosa por sua torre do relógio azul delgada, alta e pontuda. No seu interior exitem belos vitrais. Estava fechada e não podemos entrar. Havia obras em seu entorno e o acesso também estava bem ruim. Chegamos às margens do rio Limmat e você vai compreendendo porque Zurique foi eleita em 2012 a melhor “grande cidade para se viver”no mundo. Ter um rio totalmente limpo, com peixes e ainda cisnes, e não são poucos, nadando livremente, não é para qualquer cidade. A cidade de Zurique tem muitas fontes. Todas são de água potável. Você pode encher sua garrafa e beber a vontade. Voltamos um pouco e fomos a rua Augustinergasse, rua com as casas mais antigas da cidade, com suas sacadas, bandeiras e janelas coloridas. Por esta rua você ainda passa na Munzplatz. Voltamos novamente para a beira do rio na Weinplatz. Na ponte que faz a ligação há alguns pequenos restaurantes. Em um deste, que estava com um pequena fila, paramos para comer. Compramos 1 pizza e 1 kebap. Pagamos 22,00 CHF nos dois. Ali mesmo sentamos e comemos, enquanto observávamos as pessoas sentadas às margens do rio, aproveitando o belo dia de sol e também comendo. Depois acabou que fomos até este local e ainda ficamos um pouco sentado lá, apreciando o rio e a cidade também. Andamos pela rua às margens do rio, a Limmatquai, e quando encontramos um banco (Raiffeisen) entramos e trocamos mais euros. Descobri que era banco pois tinha uma máquina na porta. Troquei 200,00 euros por 202,60 CHF, já debitado a comissão de 4,00 CHF. Passamos no Cabaret Voltaire, que hoje funciona mais como um centro para exposições e até apresentações. Tem uma livraria e um café-bar no andar superior. Antes funcionava como um clube artístico. Visita rápida no local. Seguimos e fomos a catedral Grossmunster, a igreja com 2 torres. Dedicada a São Félix e Regula, padroeiro da cidade. É possível subir em uma das torres, mas tem o horário certo. Além do que são mais de 180 degraus. De lá seguimos para a ópera house, Operhaus, a ópera de Zurique. A praça em frente estava cheia de pessoas aproveitando o sol. Aproveitamos também, compramos sorvetes no Migros 6,60 CHF, os 4 sortes. Aproveito para falar do Migros e do Coop. São supermercados que possuem em alguns deles até restaurantes, a preços bem mais baratos do que outros lugares. Mas não são todas as lojas que tem. Estas redes estão presentes na Suíça. Ali pertinho, pegamos o tram 4 e fomos em direção ao Zurichhorn, um grande parque que tem como margem o lago de Zurique. Em seu interior está o Chinagarten (jardim Chinês) que infelizmente estava fechado. Fomos andando pelo parque e aproveitando o local a beira lago. Aos poucos, fomos retornando a pé pelas margens, voltando em direção a cidade. Podemos observar como o local fica cheio de pessoas andando, passeando de bicicletas, voltando para casa, etc. E no lago não podia faltar os cisnes e patos. Muitos mesmo. Quando chegamos na praça da ópera já estava caindo a noite. Fomos comer no Migros. Porém encontramos uma brasileira que morava lá que nos indicou ir a outra local, bem em frente, Tibits restaurante, que tinha refeição como self-service com balança, tal qual estamos acostumados aqui no Brasil. E o preço era bom. Realmente tinha uma variedade boa e estava bem cheio. Paguei 8,10 CHF no meu prato. Minha esposa foi “de graça”. Vou explicar: eu pesei o meu, paguei e sentei. Ela demorou mais um pouco e quando foi pesar a atendente do caixa pegou o seu prato e foi para dentro (para cozinha provavelmente) levando o prato. Voltou logo explicando o que tinha acontecido em inglês. Ela não entendeu nada. Disse que entendia português. Então veio uma outra funcionária que falava português e explicou que no prato dela tinha “caído algo”, por isto foi levado para dentro e que era para ela fazer um nova prato. Assim ela o fez, mas na hora de pagar a atendente, a mesma do início, disse que era de graça Depois disto tudo e com a barriga cheia e co direito a prato “free”, pegamos o tram 4 e descemos na estação HBF para conhecer o local melhor. Pegamos o tram 4 novamente e fomos para o nosso hotel. Chegamos quase 21:00h. Aí é banho e cama. Dia 20/03 – Ida para Berna, capital da Suíça Acordamos, acabamos de arrumar as malas. Descemos para o nosso café. Saímos do hotel por vola de 09:10h. Pegamos o tram 4, ainda usando nosso ticket diário, que venceria às 09:40h. Descemos na Estação central (HBF). Nosso trem para Berna era 10:06. Esta passagem compramos antecipadamente no site da SBB, pelo valor de 25,00 CHF por pessoa. Enquanto aguardava troquei mais 300 Euros por 304,75 CHF já debitado 4,00 CHF de comissão. A estação como disse antes é bem grande, mas foi fácil localizar. As plataformas são subdivididas por letras. Veja, nos painéis da própria plataforma a configuração de seu trem e onde param os vagões de 1ª e 2ª classe para já ficar no lugar certo. É tudo indicado nos painéis. O trem partiu na hora marcada (normal) e estava vazio. Viagem tranquilha. O fiscal passou mostrei os bilhetes e nosso passaportes. Eles olhou, olhou, leu o código com a maquininha dele, começou a mexer numa impressora pequena na sua cintura. Ih, pensei comigo “tem algo de errado, já vem multa”. Ele disse num inglês bem compreensível que o primeiro bilhete estava certo, mas havia algo no segundo bilhete. Gelei e perguntei o que era. Ele respondeu que no bilhete indicava que era meu aniversário e que eu acabava de ganhar um voucher de 5,00 CHF, da SBB, para consumir no restaurante do trem, me desejou feliz aniversário devolvendo os documentos, bilhetes e meu voucher. Uh, antes assim! Valeu viajar no dia do aniversário. Chegamos no horário marcado, 11:25h. A estação é menor do que a de Zurique, mas não menos movimentada. Muita gente circulando nela. Para uma cidade de quase 140 mil habitantes achei muito movimentada. Além do que é cheia de lojas e restaurantes. O Centro histórico da cidade foi eleito patrimônio cultural da humanidade pela Unesco Saímos e logo já estávamos na parada do tram. Íamos pegar o tram 9. Na máquina existem os bilhetes para as paradas mais próximas, os “short distance” que eram mais baratos. Nossa parada não indicava neste bilhete. Ainda pedimos ajuda a um policial que estava ali. Ele mesmo procurou e disse que tínhamos que comprar o outro bilhete mesmo. Bom pagamos 8,80 CHF por 2 bilhetes com validade de 1 hora (muito caro, mas comprar errado e correr o risco de ser multado é pior). Atravessamos a rua e pegamos o tram 9. Descemos na porta do Ibis. No mesmo prédio funcionam o Novotel, Ibis e Ibis Budget. Nós ficamos no Ibis Budget Bern Expo. Fiz a reserva antecipadamente porém com o pagamento no local, pois não havia mais reservas com desconto para pagamento antecipado no site. Paguei 125,40 CHF por 1 diária incluída aí o café da manhã. Os quartos seguem o mesmo padrão dos Budget. Fizemos o check in, paguei e tudo certo. Ainda ganhamos 2 cartões “Libero” para andarmos gratuitamente até a data do check out nos transportes públicos da cidade de Berna, melhor assim. Era só preencher e andar com ele no bolso. Assim o fizemos. Saímos do hotel, pagamos o tram 9 novamente, sentido centro, e fomos almoçar. Descemos no meio da caminho, onde tinha um Coop restaurante. Comemos Pasta com salada e lasanha com salada. Pagamos 23,90 CHF para os dois. Depois passamos no supermercado e compramos água e chocolate (sobremesa). Berna também tem várias fontes de água potável, mas como estávamos sem garrafinhas, tínhamos que comprar pelo menos 1 água. Pegamos o tram 9 novamente e descemos perto do parlamento. Descobrimos que naquele dia ia ocorrer a MUSEUMSNACHT em Berna. As fachadas dos principais prédios, igrejas e centros culturais da cidade são iluminadas com cores para convidar as pessoas a visitá-los. Há várias apresentações nos diversos lugares e delícias da culinária também ficam disponíveis para serem experimentadas. A Museumsnacht vai das 18:00 a 02:00h do dia 21/03. Assim o parlamento (Bundeshaus) estava fechado para visitação, devido a sua preparação para o evento a noite. Passamos atrás do parlamento de onde se tem uma bela vista parcial da cidade e do Aar. Dizem que este rio é o mais limpo da Europa. Não duvido. Seguimos e fomos em uma das mais famosas fontes. A Kindlifresserbrunnen ou fonte do Ogro que come criancinhas. Ela fica na kornhausplatz. Voltamos um pouco e passamos pela torre do relógio, um dos pontos turísticos mais famosos de Berna. Tem um conjunto de 3 relógios: dois analógicos e um astronômico que indica a hora, o ida, o m6es, as fases da lua e o signo do zodíaco pelo qual está passando o sol. Na mesma rua e mais adiante um pouco tem a Casa de Einstein. Chegamos a passar mas não achamos graça para entrar, já que ainda tinha que pagar 6,00 CHF. Fomos a catedral da cidade, na Munsterplatz. A torre está em reforma e não podia subir. É uma catedral gótica bem charmosa. Estavam arrumando por dentro para o evento da noite. Fomos ao jardins que se tem ao lado da catedral. De lá também se avista o Rio Aar. Ali sentamos um pouco para dar uma descansadinha, enquanto observávamos avista e o movimento de pessoas no jardim. Nos fundos deste jardim tem um elevador para descer até às margens do rio. Mostramos nosso cartão e o acesso foi liberado. Descemos e seguimos bem às margens do rio até perto da ponte NydeegBrücke. Ali pertinho chegamos bem na margem e pode-se ver a limpeza do rio. Nada de lixo nas margens. Do outro lado estava o Parque dos Ursos (Bärenpark) que são o símbolo da cidade de Berna. Ali vivem alguns ursos (2 ou 3) em uma área bem extensa e frequentemente a gente pode vê-los. Ficamos ali um tempinho e depois subimos por uma escadaria de madeira ao lado da ponte. Atravessamos a ponte e subimos em direção ao Rosengarten ou jardim das rosas que fica no alto de uma colina e de onde pode-se ter uma bela vista da cidade e do pôr-do-sol. Ficamos lá até começar a escurecer. Já estava bem frio. Este local fica bem cheio. Depois saímos pela outra entrada e pegamos o ônibus 10 e descemos pertinho da estação central. La dentro fomos comer algo no Tibits, da mesma rede que comemos self-service em Zurique. Da mesma forma tinha um boa variedade de comida. Pagamos 21,80 CHF para 2 pessoas. Quando saímos de lá a cidade já estava totalmente no clima do Museumsnacht. Várias pessoas pelas ruas, os prédios iluminados, cada um com uma cor diferente do outro e vários eventos acontecendo. Tinha até desfile de carros antigos, com o detalhe que você podia andar nestes carros, bastando entrar em uma fila e aguardar sua vez. Por volta de 21:00h voltamos para o hotel para o descanso. Dia 21/03 – Berna e a ida para Interlaken: O dia amanheceu chuvoso. Descemos tomamos nosso café. Saímos para andar por volta de 09:20. Pegamos o tram 9 e descemos na marktgasse. Estava ocorrendo uma feira na cidade e ficamos andando por ali no centro mesmo. Compramos algumas coisinhas por ali. A chuva continuava fraquinha, mas constante, e o frio também. Depois de andarmos por ali, pegamos o tram e voltamos para o hotel. Pegamos nossas malas e voltamos para a estação. Na estação de trem troquei mais 400,00 Euros por 403,00 CHF já incluído os 4,00 CHF de comissão. Compramos um lanche no Coop para comermos no trem (14,60 CHF para os dois). Fomos para a plataforma. Nosso trem era as 12:04h. Este bilhete de trem também comprei antecipadamente na SBB, pagando 14,00 CHF por pessoa. O trem veio certinho no horário e embarcamos, tomamos nosso lugar. Esta viagem tem uma paisagem muito bonita que deve ficar mais bonita ainda se o dia estivesse com sol, pois você vai avistar os montes e o lago que a linha férrea circunda deve ficar bem mais bonito. O Fiscal passou e conferiu o ticket. Desta vez sem sustos. Em Interlaken existem 2 estações: a Ost e a West. Nós descemos na Ost, de onde também parte os trens para o circuito de Jungfrau. Depois descobri que para nós a west era a mais perto do hotel. Mas tudo bem. Estava uma chuvinha leve, bem fraca. Fomos andando para o nosso B&B. Com uns 10 minutos de caminhada alcançamos nosso destino. Arnolds Bed & Breakfast. Fomos recebidos pela Beatrice, dona do estabelecimento junto com seu esposo Armin (que só conhecemos no dia seguinte). Ela nos recebeu super bem, explicou detalhes da hospedagem, mostrou-nos nossos quartos e o quadro onde a gente deveria escrever a que horas tomaríamos café (para se programar). Deu-nos as chaves do quarto e da entrada da casa. Nossa reserva foi feita toda por e-mail. O pagamento não foi antecipado e ela disse que poderíamos pagar no check out. Adoramos o local, pois além de ser bem fácil de achar é bem aconchegante. Eles tem apenas 4 quartos para reservar. O site deles é : http://www.arnolds.ch. Pagamos 220,00 CHF para o casal com café incluso para os 2 dias de hospedagem. Bem mais em conta do que estávamos encontrando nas nossas pesquisas. O quarto é bem aconchegante e o nosso era bem grande. Depois de ajeitar nossas coisas no quarto, saímos e fomos conhecer a cidade. A chuva fraca continuava. Tínhamos levado uma sobrinha, que para falar verdade nos atendeu bem. Desta vez não levamos as capas de chuvas, pois junta as duas pesavam mais de 1 quilo. Em Interlaken, segundo li, o português é a segunda língua mais falada. Por isto logo que andamos um pouquinho achamos uma lusoteca (uma lanchonete com livros). Lá dentro dó se ouvia o português (de Portugal). Inclusive as atendentes falavam em português. Comemos la, torta, tomamos café, chocolate quente para esquentar um pouco, tudo por 11,00 CHF. Saímos e fomos andando pela cidade que tem um charme especial. É muito bonita e aconchegante. O rio Aar também passa pela cidade e mantém a mesma limpeza de Berna. Praticamente na tarde conhecemos a cidade, que não é grande. Fomos no Migros (supermercado) e compramos algumas coisas de comer e beber, para levarmos no dia seguinte. Também compramos algo para comer no hotel. Ficou tudo em 25,10 CHF. A chuva não estava dando trégua. Voltamos para o hotel já anoitecendo por volta de 19:00h. O jeito foi rezar para que o dia seguinte fizesse um dia bonito para irmos ao Jungfrau. Depois continuo...
  6. [t1]5a. Eurotrip - Suiça - Norte da itália (com Cinque Terre) - França (Côte D'Azur)[/t1] Olá pessoal, Vou a seguir fazer o relato de nossa 5ª viagem a Europa. Desta vez, ao contrário das outras viagens, nosso roteiro foi montado já com a passagem comprada. Inicialmente estávamos pesquisando ir a Eslovênia, Croácia e a região a leste do mar Adriático. Tínhamos feito algumas pesquisas e até lido alguns relatos sobre esta região. Também já tínhamos pesquisado sobre a Suíça (alguns roteiros), e até também sobre a Índia e Nepal (estão nos arquivos do computador). Mas confesso que estava difícil ainda de fechar um roteiro, montar com cidades, tudo certinho. Até que no dia 25/12, por acaso entrei no Facebook à tarde e vi um post sobre a promoção da TAP, com passagens a partir de US$600,00 (ida-e-volta) e a promoção terminava naquele dia. Bom aí, foi uma correria nos site. Comecei a ver quais destinos estavam com esta promoção e as datas que poderiam ser compradas as passagens. No final do dia, por volta de 23:00h, conseguimos finalmente fechar uma data, que combinasse com minhas férias, pegasse a promoção e ainda um roteiro que não havíamos feito. Foi uma novela, mas conseguimos. Compramos a passagem assim: Ida BH - Lisboa (conexão) – Zurique. Volta: Milão – Lisboa (Conexão) – BH. Saiu tudo por pouco mais de R$ 4mil (passagem para 2 pessoas), incluída aí as taxas aeroportuárias. Não achei caro, tendo em vista que o dólar, na época, estava a 2,70 (ou um pouco mais). Acabou que a passagem mesmo ficou por US$ 650, cada. Sair de BH para nós é muito melhor, pois como moramos no interior de Minas e temos família em BH, logicamente local onde ficar. Assim torna-se menos cansativo o voo para o continente europeu, pois não precisamos nos deslocar para Rio ou São Paulo no mesmo dia da viagem. Agora, com as passagens na mão e os destinos (iniciais e finais), precisávamos montar o roteiro intermediário. Como já tínhamos feito a leitura sobre a Suíça, precisávamos somente ir selecionando onde ir e o que fazer. Normalmente a Suíça não é o “destino” mais preferido dos brasileiros. Não é o Top dos roteiros (em termos de popularidade), mas digo a vocês que é um país que vale a pena conhecer. As paisagens são belíssimas, os lugares mais belos ainda. As cidades super organizadas e limpas. Ao contrário que se diz, há o que fazer lá sim. Não é um país com muitas atrações turísticas, mas você terá o que visitar e conhecer. Tínhamos consciência que a Suíça era um país caro, inclusive a moeda deles, assim como o dólar se valorizou bastante em relação ao Euro. Mas digo que os preços lá não são muito diferentes de Paris ou Roma. É claro que se você for comparar com Portugal você assusta, mas no geral a gente sobrevive. O importante é procurar, pois você sempre vai encontrar algo com preço mais em conta. Resolvemos ir em uma estação de esqui (não para esquiar pois nem sei, mas sim para conhecer), escolhemos Interlaken, pela logística. Também queríamos ir aos lagos, logo resolvemos ir a Lucerna e Lugano e por último passaríamos na capital, Berna. Não fomos na “Suíça Francesa”, pois aí sim ficaria mais fora de mão nosso roteiro. Todo os nossos deslocamentos foram de trem. Abaixo darei dicas sobre como comprar as passagens mais baratas na Suíça. Quanto a Itália, tínhamos um problema em questão. Nosso roteiro da Suíça, terminava em Lugano, pertinho de Milão, mas ainda teríamos muito tempo para viajar. Então resolvemos assim. Passaríamos por Milão, apenas na estação de trem para seguir viagem, deixando a estadia em Milão para o final do roteiro. As cidades italianas, após pesquisa de roteiros e atrações turísticas, vimos que poderíamos ficar apenas dois dias em cada. Escolhemos Verona, Bolonha. Da outra vez que fomos a Itália, havíamos visitado Florença. A cidade estava novamente no nosso caminho, mas apenas para trocarmos de trem e seguirmos adiante. Íamos fazer um “pit stop” em Pisa (já tínhamos pesquisado se na estação tinha locker). Ainda na Itália, chegaríamos a La Spezia, ponto de partida para conhecer “Cinque terre”, um grupo de 5 pequenas cidades, no litoral, muito bem faladas e simpáticas e por último (na Itália) chegarmos a Gênova. Ainda queria ir no leste da França, na Côte D'Azur, vistar Nice, Cannes e principalmente Mônaco. Mas esta logística foi toda resolvida com viagens de trens (Graças a Deus). Milão, como já disse, ficou por último. Cidade grande e industrial de onde partimos de volta para o Brasil. Pegamos trens regionais, com preços bons e chegamos até a viajar na 1ª classe do Frecciarossa (trenitália), numa promoção que conseguimos. Como todas as cidades não são cidades muito grandes, ou seja, dificilmente ficaríamos mais do que 2 dias em cada cidade. Finalmente conseguimos terminar de montar nosso roteiro, que não foi fácil. Ficou assim: 17/03 - Saída de BH (23:00h) 18/03 – Chegada a Zurique por volta de 17:00h 19/03 – Zurique 20/03 – Ida para Berna 21/03 – Ida para Interlaken 22/03 – Interlaken - visita ao Jungfrau Top of Europe 23/03 – Ida para Lucerna 24/03 – Ida para Lugano 25/03 – Lugano 26/03 – Ida para Verona (via Milão) 27/03 – Verona 28/03 – Ida para Bolonha 29/03 – Bolonha 30/03 – Ida para La Spezia com “Pit Stop” em Pisa 31/03 – La Spezia – Day trip a “Cinque Terre” 01/04 – Ida para Gênova 02/04 – Gênova 03/04 – Ida para Nice 04/04 – Nice – Day trip a Cannes 05/04 – Nice – Day trip a Mônaco (Monte Carlo) 06/04 – Ida para Milão 07/04 – Milão 08/04 – Saída de Milão – voo para Lisboa 11:10h Bom, programação de dias feita, começamos a busca por locais onde ficar e claro, os deslocamentos entre as cidades. Hotéis: Como é de praxe, pesquisamos hotéis via sites do booking.com e do tripadvisor.com. Demos preferência aos hotéis tentando conciliar preço com boa localização, pois não dá pra ficar arrastando mala. Na suíça ficamos praticamente só em hotéis da rede Ibis (Budget), pois estavam bem mais baratos do que os demais hotéis e sua localização era boa. Ainda ficamos em um B&B em Interlaken, dica que pegamos em um blog de um casal que viaja também pelo mundo. Adoramos ficar em B&B, boa experiência. Nos demais destinos fomos escolhendo mesmo através de pesquisas nos sites já citados. Falarei dos hotéis em cada cidade que for relatando, com fotos de cada um. Transporte: Ao mesmo tempo que íamos pesquisando os hotéis também já ia comprando e pesquisando as passagens de trens. Só viajamos de trem entre as cidades. Na Trenitália, quanto mais cedo comprar, maiores são as chances de encontrar passagens com preços mais baixos e promocionais. Alguns trechos quando você pesquisa, há os trens regionais, que são trens mais baratos, onde você não tem o lugar marcado. Neste caso você pode comprar o bilhete lá na hora mesmo, nas máquinas da Trenitália. Fizemos assim no Trecho Verona-Bolonha, Pisa-La Spezia (até porque a gente não sabia quanto tempo ia ficar em Pisa no nosso Pit-Stop). Nos demais trechos compramos antecipados, recebendo por e-mail o e-tickets, com exceção do trecho Lugano-Milão, que depois vou relatar o que ocorreu. Nos trens da Suíça, existe o ticket Supersavers Tickets, que são tickets vendidos com desconto de até 50%. Eles estão disponíveis a partir do 14º dia de antecedência da data de sua viagem. Para comprá-los você deve entrar no link do supersavers, pois eles não aparecem (pelo menos comigo não apareciam) se você entrar na busca por tickets normalmente. Conseguimos comprar todos os trechos com estes descontos de 50%. Recebemos por e-mail os e-tickets. Há também o SwissPass, um ticket que você compra para ser usado dentro de um período de tempo e o Half fare travelcard. Eu li sobre estes dois,fiz as contas e para mim não ia compensar. Tem que fazer as contas. Na França comprei também o trecho Nice-Ventimiglia pela internet, mas digo a vocês que não há necessidade de se antecipar. Não há desconto nem vantagem. Pode comprar lá mesmo, nas máquinas da SNCF, o preço é o mesmo. Sites: http://www.sbb.ch/en/home.html http://www.sncf.com/ http://www.trenitalia.com/ Há ainda o trem Thello, que agora tem feito o trecho Nice-Milão direto, sem baldeação em Ventimiglia. Na data que viajamos ele só tinha o horário na parte da tarde, por isto não usamos. Mas parece que agora já tem outros horários. O site é: https://www.thello.com/index.html Câmbio: Na Suíça a moeda é o Franco Suíço, que teve uma valorização grande frente ao Euro no último ano. Praticamente estava 1 por 1. Tive que trocar um pouco de Euros no Aeroporto de Zurique, mas as taxas estavam até que dentro do normal, não muito diferentes das casas de câmbio na cidade. No fim, quando fomos para a Itália, acabei trocando os Francos Suíços por Euros em Verona. Aí sim eu fui assaltado (a mão armada ainda). Paguei muito caro pela comissão. Sugestão: Troque seus Francos por Euros dentro da própria Suíça. Com certeza será mais vantajoso. Idioma: Na Suíça fala-se 4 línguas: Alemão, Francês, Italiano, Romanche. Dependendo da região uma destas línguas prevalece. Mas você vai encontrar também tudo em Inglês e claro as pessoas se comunicam com os turistas em Inglês. Não se preocupe. Na Itália e França prevalecem a língua local e claro o Inglês é falado com os turistas. O italiano é bem mais fácil de se entender do que o francês. E olha que eu estudo francês há 2 anos. Mediamentos: Nossa bolsinha de mediamentos só vai aumentando.... Levamos remédios para tudo: enjoo, dores musculares, dor de cabeça, para febre, gripe, antiácidos, digestivos, antialérgicos e alguns homeopáticos que tomamos também. Foi tudo dentro da mala despachada no check in. Felizmente só poucos foram usados. Seguro Viagem: Não fiz, assim como antes. Usamos o seguro do cartão Visa Platinum, assim como nos anos anteriores. Este seguro você ganha na compra da passagem aérea na função crédito do cartão. Nunca precisei e espero nunca precisar. Acho importante levar um seguro sim, nunca se sabe. Gastos: Bom este ano tivemos um aumento no dólar considerável. O Euro praticamente ficou o mesmo do ano passado (na mesma época que viajamos). Mas como tudo vem em dólar (reservas de trens e hotéis) os gastos ficaram maiores do que no ano anterior, porém menores do que o previsto. Gastei R$ 17.774,34 para o casal. Algo em torno de 5.289,72 Euros. Olha, pra mim, viajar é investimento. Volto mais rico destas viagens. Companhia: Assim como nas outras viagens que fiz a Europa, fomos eu, minha esposa, a irmã dela e o marido. Esse grupo tá inseparável. Muito bom. Depois continuo.
  7. Olá, Obrigado! Em Pamukkale, se você não for visitar as ruina de Afrodisias não compensa 2 dias. Em 1 dia você pode visitar as ruinas de Hierápolis e as piscinas naturais e ainda dá tempo de nadar na piscina de Cleópatra. Em Selçuk: as ruinas de Éfeso e as do templo de Artemis (só tem 1 coluna em pé) você pode fazer numa manhã, a não ser que você faça uma visita muito detalhista. Não visitei a vila de Sirince. portanto acho que 2 dias é mais que suficiente. Em Istambul tem muita coisa a visitar (mesquitas, Palácios e ainda o lado asiático da cidade). Aproveite estes dias que sobrarem lá. O passeio no Bósforo deve ser feito também. Se precisar pode perguntar mais. Fernando.
  8. Oi Luiz. Então. O tempo vai depender do que você vai fazer em cada cidade. Na opção 1: vc teria tempo pra ir andando de Selçuk ate Efeso, passando pela ruina do templo de Artemis, visitaria Efeso com calma e ainda se quisesse poderia ir na casa de Maria. No outro dia em pamukkale daria tempo de subir nas termas e visitar as ruinas de Hierapolis tambem rapidamente (acho que não daria tempo de dar uma nadadinha na piscina de Cleopatra). Eu ficaria com esta opção.
  9. Não comprei associado. comprei associado o trem de Barcelona com o teleférico. Na hora lá fiz o passeio em apenas 1 funicular (Sao 2). Paguei na hora.
  10. Oi Adriano e Marcos. Comprei passagem na promoção da Tap para Zurique. Vou no final de março. pretendo ficar uns 11 dias na Suiça. depois vou para o Norte da Italia e se der chego até Nice. Voces tem uma sugestão de locais cidades na Suiça onde devo ir. Vi que em Genebra não há nada de legal. obrigado
  11. VAleu, Acho que dá, mas fica meio corrido. Pamukkale pode ser 1 dia apenas. Na Capadocia vocÊ pode reduzir também, mas dá para fazer. Não deixe de fazer o passeio de Balão. Quanto a Istambul,, bem, pode reduzir, mas fica corrido mesmo. Dá para ver os principais postais em bem menos tempo. No final, otimizando um pouco dá para fazer em 10 dias muito corridos.. Aproveite bem Istambul. É o máximo. Amei. Ainda volto lá. Fernando
  12. Oi André. Obrigado. Pra mim fazer estes relatos é um prazer. Gosto de escrever e principalmente sobre coisas boas. Não acho que seja perigoso viajar de carro. As estradas por onde passamos de ônibus eram na maioria duplicadas e bem conservadas. Realmente faz falta principalmente na Kapadóccia. Por isto acabamos contratando o guia com carro. Mas foi opção nossa, já que você pode fazer passeios contratados lá mesmo em Göreme. Em Göreme tem algumas agências. Há outras na região (nas cidades vizinhas), mas não me lembro mais os nomes. Com certeza você encontrará lá mesmo em Göreme. Nós mesmos havíamos reservados previamente com uma pela internet (sem pagar nada) e acabamos fechando com outra lá mesmo, que estava mais barato e nos atendeu bem. Lembro a você que a diferença de preço entre as agências resulta em mais gente no seu balão ( no nosso tinha 24 turistas) e também o tempo de voo e altura que eles sobrem. No TopKapi ficamos uma manhã inteira e não visitamos todos os ambientes (você escolhe o tour completo ou não). Reserve uma manhã ou uma tarde. Não fui nas muralhas. Mas um dia ainda volto a Istmbul, com certeza. Amei a Turquia. Qualquer coisa pode perguntar. Fernando
  13. oi Mike Beleza então. Boa viagem. Se tiver alguma dúvida pode perguntar. Fernando,
  14. [t3]DIA 13/04 - BERLIM[/t3] Acordamos no horário normal. Descemos, tomamos nosso café. O hotel estava bem cheio. Domingo é dia de irmos a feira. Logo saimos e fomos ao Flohmarkt am Mauerpark, uma espécie de mercado das pulgas em Berlim. SAímos e fomos ao S-Bahn. Tomamos o metrô e descemos na estação Nordbahnhof. Lá pegamos o TRAM e descemos na parada errada. Mas para nossa surpresa descemos em frente ao Gedenkstätte Berliner Mauer – (Memorial do Muro de Berlim). O Memorial do Muro de Berlim é um memorial para lembrar a divisão de Berlim e as pessoas que foram mortas ou morreram ao tentar fugir para o lado ocidental. Neste local você poderá conhecer melhor a história do muro, sua construção, seu desenvolvimento, os fatos tristes e trágicos que estão associados com ele. O memorial se localiza na Bernauer Straße, rua que tem uma história única e trágica, que marca muitos acontecimentos deste capítulo triste da história de Berlim. A rua Bernauer Straße marcava os limites entre os bairros Wedding e Mitte e com a divisão de Berlim em quatro setores após a guerra, a rua acabou ficando em dois setores: enquanto a rua em si pertencia ao setor francês (bairro Wedding), os prédios no lado sul da rua pertenciam ao setor soviético (bairro Mitte). A rua foi palco de fugas desesperadas e dramáticas. Ali encontra-se também a Capela da Reconciliação (Kapelle der Versohnung, em alemão). A Capela da Reconciliação, uma capela oval com fachada coberta com vigas de madeira. Neste mesmo local havia uma igreja protestante, com mesmo nome, e por estar exatamente onde era a “faixa da morte” foi demolida em 1985 pelo governo da Alemanha Oriental. Com a queda do muro e a criação do memorial, foi erguida a capela atual no mesmo local. De lá andamos pela Bernauer StraBe até chegarmos ao MauerPark, onde estava ocorrendo a feira do Mercado das Pulgas. Lá encontra-se de tudo.BAsta um berlinense fazer uma limpeza em casa e os visitantes do mercado têm a sua disposição uma variedade de mercadorias que vão desde discos de vinil, roupas, utensílios domésticos a móveis usados. Há também livros antigos. Há ainda o biergarten, com cervejas e comidas tipicas alemãs. Aproveitamos e comemos sanhuiches e bebemos sucos lá mesmo, enquanto andávamos pelo movimentadíssimo "mercado a céu aberto" na Mauer park. Não faltam são artistas se apresentando no local. De lá, fomos voltando para a estação do Metrô. (S-Bahn). Já eram mais de 13:30h. Descemos pertinho do hotel e fomos em um restaurante Italiano ali mesmo. Comemos, ravioli, Spaguetti, sopa da tomate e bebemos vinho e suco. Tudo ficou em 46,05 euros para nós 4. Comda Boa. De lá pegamos o metrô novamente e agora descemos logo na PostdamerPlatz. Lá pegamos o ônibus 200 e descemos em frente a catedral. Era por volta de 14:40 e fomos entrar na catedral. A Berliner Dom, a maior e mais importante igreja protestante de Berlim, foi construída entre 1894 e 1905. Como nosso Berlim Card, tivemos desconto no ingresso da catedral e pagamos 4,00 euros por pessoa. A mulher do guiche de venda de bilhete não queria nos dar desconto, pois não estava aceitando a validação do bilhete. Depois de muito insistir ela aceitou. O seu interior é muito bonito. Em seu interior existe um sarcófago (no piso inferior). Há uma capela onde são reallizados batismos e casamentos. Depois fomos subir a cúpula. Confesso que demorei bastante. primeiro você alcança um museu de depois continua subindo. Depois de subir e parar várias vezes consegui chegar a parte externa do Domo. Para quem já tinha ido a torre de TV, a vista não impressiona mais, porém achei que valeu a pena chegar ali em cima. Nikolaikirche Galeria de Arte Nacional. Vista da praça em frente a Catedral. Depois de visto tudo, fomos descendo e saimos da catedral. Nosso destino agora era a East Side Gallery. Pegamos o ônibus 100, descemos pouco antes do Portão de Brandenburgo. Pegamos o metrô U-6 na Franzosische StraBe e descemos 3 estaçõs à frente na HalleschesTor 9integrado a linha U-1). lá pegamos o U-1 e descemos na estação final WarschauerStraBe. A East Side Gallery é uma galeria de arte ao ar livre situada em uma seção de aproximadamente 1.300 metros, no lado leste do antigo muro de Berlim, que foi preservado da demolição. Está às margens do Rio Spree. As imagens foram feitas em 1990, quando mais de 100 artistas do mundo inteiro realizaram ali suas obras coloridas e cheias de significados. É considerada a maior galeria a céu aberto do mundo. Muitas obras ali foram danificadas por vândalos ou sofreram um desgaste natural ao longo dos anos. A maior parte das obras foi restaurada pelos seus artistas ou receberam nova pintura. O artista Russo Dmitri Vrubel fez o famoso mural "Meu Deus, ajuda-me a sobreviver a este amor fatal" que retrata o beijo dos líderes comunistas Leonid Brezhnev e Erich HOnecher. Este grafite é inspirado na fotografia tirada por Regis Bossu quando Brezhnev, Secretário Geral do PC Soviético visitava a Alemanha Oriental para celebrar o aniversário da Nação Comunista, em Berlim Oriental em 1979. É o grafite mais marcante e mais conhecido no Muro de Berlim. A tarde estava bonita e fomos voltando as margens do Rio Spree. Ali pertinho tem um Hostel que fica em um barco atracado. Para quem quiser vai ai umas fotos do local: Depois pegamos o metrô U1 e depois o U6. Descemos na mesma estação e pegamos o ônibus 100. Fomos para o Tiegarten e descemos na praça onde está o Obelisco da Vitória ou coluna da Vitória (Siegessäule, em Alemão). Foi concluído em 1873 para comemorar as vitórias militares da Prússia sobre a Áustria, Dinamarca e França entre 1864 e 1871. Uma escadaria de 285 degraus leva ao topo da coluna (impossível subir mais escadas neste dia), onde há uma plataforma de observação. De lá pegamos o ônibus 100 novamente. Descemos perto do portão de Branderburgo. Pegamos o S-Bahn e descemos no nosso hotel. Já era mais de 20:20h. fomos arrumar as malinhas apra deixar tudo pronto para o dia seguinte. [t3]DIA 14/05 - BERLIM - VOLTA PARA O BRASIL[/t3] Acordamos no mesmo horário. O dia estava bem nublado e frio. Tomamos nosso café e saímos. Fomos na Alexander Platz comprar algumas coisinhas, já que as malas ainda cabiam umas roupinha. Compramos o ticket do metrô para pequeno grupo (até 5 pessoas) e pagamos 16,20 euros. Com este ticket poderíamos ainda pegar o ônbus para o aeroporto TEGEL, para nós 4. Fomos na C&A. Compramos umas blusas de frio que estavam em promoção (bem mais barato que aqui no Brasil) e algumas camisas. De lá voltamos para o nosso hotel. O tempo fechou e começou a chover e o frio pegou. EStava dificil andar na rua. Chegamos no hotel e fizemos nosso check out, antes das 12:00h Quando a chuva deu uma trégua, fomos para o metrô. Descemos em BrandenburgTor, a saída já é bem no local onde a gente pega o ônibus para o aeroporto de TEGEL. O ônibus e do tipo comum, porém articulado. Há espaço para malas. O ônibus nos deixa bem no terminal. O aeroporto TEGEL não é muito grande como outros aeroportos europeus. Comemos ali mesmo no aeroporto. Pagamos 45,80 euros para o 4. Depois ficamos por ali mesmo. Nosso voo era às 16:45h. Porém atrasou mais de 1 hora. Na verdade fomos embargar quase às 18:00h. ainda bem que tinha deixado um espaço considerado para o voo de Frankfurt para o Rio. Chegamos em Frankfurt depois das 19:00h, o tempo estava melhor do que em Berlim. Fomos para o nosso terminal e acabamos tomando o shuttle interno do aeroporto. É um serviço interno que integra os terminais. O interessante é que é um veículo driverless. Comemos novamente no aeroporto, uns coisant e chocolate. Pagamos 7,00 euros para o casal. De lá fomos para o nosso portão. Pssamos pela imigação e agora vai... Nada.É bom retornar para casa sim. Localizado o portão e o avião que íamos voltar para o Brasil. Um 747-4. Depois que o 747-8 começou a operar no voo Frankfurt/São Paulo, o 747-4 desta rota foi remanejado para a rota Frankfurt/Rio. O voo de regresso ao Brasil foi tranquilho. Serviram como na ida, uns snacks e bebidas de entrada.Depois veio o jantar. Antes da chegada ao Rio serviram o café da manhã. Vimos na companhia de um casal de portugueses muito simpáticos que moravam na Alemanha e estavam vindo ao Rio de Janeiro pela primeira vez, conhecer a cidade e o Brasil. Agora foi a nossa vez de darmos umas dicas de segurança (principalmente) a eles. Depois de chegarmos ao Rio (às 06:00h do dia 15/04) tomamos um taxi até o Terminal Novo Rio e de lá pegamos um ônibus para Juiz de Fora (MG). ë bom retornar e encontrar nossas belas montanhas (mesmo que cobertas pelas neblinas). Bom, chego ao final deste relato. Agradeço a todos que nos ajudaram a fazer esta viagem, com dicas e ajudas (lá no exterior também), mesmo que elas nunca leiam este relato. Tudo saiu conforme planejado. Neunhum contratempo, nada de errado. Tudo certinho. Graças a Deus. Espero poder contar mais estórias e relatos em breve. Qualquer dúvida podem perguntar. É um prazer ajudar. Fernando Mello.
  15. [t3]DIA 12/04 - BERLIM[/t3] Acordamos cedo, tomamos nosso café e saímos. Hoje era o dia de nós visitarmos o Parlamento Alemão (Reichstag). Pegamos o metrô e descemos na estação Brandenburg Tor. De lá seguimos a pé por uns 5 minutos apenas. O dia estava frio e muito nublado, com ameaça de chuva. O Parlamento mistura arquitetura antiga com a modernidade de sua cúpula de vidro. A visita é gartuita :'> :'> e acontece na cúpula e no terraço do prédio. As visitas são agendadas previamente através do site: http://www.bundestag.de/htdocs_e/visits/kuppel/kupp/245686 é necessário informar a data desejada para a visita e também os dados das pessoas (visitantes) Fizemos a nossa reserva com antecedência e recebemos a confirmação por e-mail juntamente com o anexo onde consta os dados da visita, hora, numero de visitantes e outros dados sobre a visita. Bom, chegamos lá, mostramos os documentos, passamos pelo detector de metais e pelo Raio X. Entramos e logo fomos levados de elevador ao terraço. Lá recebemos um audio guide. Como tinha em português, pegamos ele. O roteiro é uma caminhada em espiral (por uma rampa) dentro da cúpula de vidro, curtindo a vista da cidade. a medida que você vai avançando na subida da rampa o audio guide vai lhe dando informações automáticas sobre os lugares que você vai avistando (é interessante - ele deve ter um sensor de localização que ativa o audio guide). Apesar do dia nublado a vista estava boa (claro que estaria melhor com sol). Portão de Brandenburgo: você vai ouvindo uma explicação sobre diversos pontos avistados da cidade de Berlim além de narrar fatos históricos e curiosidades sobre a cidade e é claro sobre o prórpio prédio do Parlamento e o próprio Parlamento Alemão. Depois de chegarmos ao topo vamos descendo numa rampa de forma que não encontamos com quem está subindo. Ainda neste ponto da visita a gente recebe informações no audio guide. Incrivelmente quando já saimos ao terraço do prédio para fotografar o sol estava saindo e as nuvens se dissipando. Ficamos ali no terraço um pouco e depois entramos, entregamos o audio guide e descemos para sairmos do prédio. É uma visita muito interessante e vale a pena. O dia já estava aberto, com o sol aparecendo. Pegamos o ônibus 100 em frente ao Parlamento e descemos no final, na AlexanderPlatz. AlexanderPlatz, uma grande praça que abriga atualmente uma feirinha ao ar livre, um mercado, estações de metrô (U-Bahn e S-bahn) e trem, o hotel Park inn lojas de departamentos como a Galeria Kaufhof (nada barato, mas pode-se entrar lá. Tem de tudo e às vezes pode-se achar algo com preço bom) e outras lojas e restaurantes. Fomos no relógio do planeta ou relógio mundial, onde ele informa a hora nas principais cidades do mundo. Estava acontecendo uma apresentação de hap no local. Perto está a torre de TV. fomos até lá. Havia uma fila um pouco grande para comprar o bilhete. Ganhamos 25% de desconto com o Berlim CArd. Pagamos 9,70 euros por pessoa. O seu bilhete é numerado e você deve observar num painel a hora certa (provavel) que você poderá acessar a torre. Bom como estava faltando mais de 1 hora para nosso acesso fomos na subway ao lado e compramos sanduiche para comer. Comemos ali mesmo na praça em frente a torre. Ficamos ali observando as pessoas e o movimento na praça. A torre de tv, a Berliner Fernsehturm, é uma torre de radiodifusão. A torre foi construída entre 1965 e 1969 pela República Democrática Alemã, que a usou como símbolo da Berlim governada pela República Democrática Alemã. A torre é facilmente visível de todo o centro e de alguns bairros de Berlim e continua a ser um símbolo da cidade. Existe uma plataforma para visitantes e um restaurante giratório no centro da esfera. Chegando perto de nossa hora fomos para dentro do prédio e sentamos até sermos chamados. O elevador sobe rapidinho. Lá em cima havia muita gente mas nada de superlotação. A vista é fantástica. Dá pra ver longe e o dia estava perfeito, nem parece que tinha amanhecido com chuviscos e nublado. Rio Spree: Ficamos lá em cima um bom tempo. Descemos e fomos em direção a fonte de Netuno. Antes porém entramos em MarienKirche ou Igreja de Santa Maria. Não se sabe ao certo a data da construção do templo e presume-se que ela foi erguida no início do século XIII. Era originalmente um templo da Igreja Católica, foi porém convertida ao Protestantismo durante a Reforma Protestante. A Marienkirche é uma das igrejas mais antigas de Berlim. Dentre os materiais utilizados na construção predomina o tijolo dando-lhe a tonalidade vermelha. Saímos e chegamos a fonte de Netuno: Fomos depois em uma visita rápida ao prédio da Prefeitura: (Rathaus). Estava de difícl acesso pois estão construindo uma estação de metrô logo em frente. Seguimos e fomos ver as ruinas da Igreja Franciscana (em alemão: Ruine der Franziskaner-Klosterkirche): Depois seguimos e fomos a Vila Nicolai:(Nikolaiviertel) Parece uma vilamedieval, mas na verdade foi construida nos anos 80 em comemoração aos 750 anos Berlim. O destaque da vila é a Igreja de São Nicolau (NikolaiKirche), do ano de 1230. Considerada a construção mais antiga da cidade. Suas torres Gêmeas no estilo gótico tardio são o destaque. De lá fomos às margens do rio Spree, perto da catedral, para fazermos o passeio de barco pelo rio. Mais uma vez tivemos desconto com Berlim card. https://lh3.googleusercontent.com/-NKw2exg97TY/U5NbFC1XUfI/AAAAAAAACrs/xXI36xxXy0k/w433-h577-no/DSC06980.JPG O passeio leva 1 hora. Chegamos na hora, às 16:30h. O passeio é muito agradável, você vai observando a cidade e sa consrtuções ao lado do Rio. Os parques ao longo do Rio estavam lotados de pessoas aproveitando o final da tarde com sol. A estação Ferroviária Huptbahnhof: O Passeio é muito agradável e recomendo a todos. Chegamos e de lá fomos novamente na Catedral de Berlim tentar entrar para visitar: Da mesma forma que no dia anterior também ia acontecer uma apresentação de música e não conseguimos entrar. Bom sendo assim, pegamos o ônibus 200 e fomos descer lá na Postdamer Platz. Fomos no Sony Center: Ficamos lá um tempo e mais tarde voltamos para o nosso hotel a pé.
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