Ir para conteúdo

Fernando Mello

Membros
  • Total de itens

    246
  • Registro em

  • Última visita

Tudo que Fernando Mello postou

  1. Oi Mario Você acredita que eu não havia prestado atenção neste detalhe que você mensionou... Bom agora já foi... Mas o tram é tranquilho. Em Berna, pelo menos nesta linha que vai até o IBIS, todos os Trans são modernos e de piso baixo, fácil acesso. Quanto a lotação....não vi nenhum cheio. :'> É tranquilho. Além do que eles passam em intervalos próximos. Aproveite então e boa viagem!
  2. Oi Leandro, O passaporte é apenas um "pro-forma". Na verdade você recebe também os tickets do trem junto. o Preço cobrado é a partir de Interlaken Ost. Você nãopagará mais nada durante o trajeto se tiver comprado o ticket para ir ao Jungfraujoch (top of Europe). Você pode sim descer em qualquer estação pelo caminho e subir nos trens seguites (assim a gente fez). Talvez poucos turistas sabem disto. Quanto ao ticket do corcovado coloquei o anexo seguinte o ticket que levei. Os meus foram tickets usados. Meu irmão foi ao Rio com a familia e trouxe para mim. Veja que eles foram carimbados no verso com o carimbo de Interlaken Ost. Quanto aos custos te digo. O ticket do corcovado custa 62,00 reais. O desconto é de 101,00 CHF (algo em torno de 300,00 reais). VAleria a pena sim. A questão é que não sei se eles aceitam tickets comprados pela internet., pois acho que quando você compra o ticket do corcovado na internet você deve trocá-lo lá no corcovado por o bilhete normal (não tenho esta certeza). Outra coisa que você pode fazer é calcular os gastos de transportes em 4 dias na Suiça. Aí de repente compensa comprar o Half Fare Card (veja no site da SBB (cia de trens) http://www.sbb.ch. FErnando Ticketes do corcovado.pdf
  3. 22/03 – Interlaken – visita ao Jungfraujoch O dia amanheceu nublado, frio, porém sem chuva. Não tínhamos escolha. O jeito era ir assim mesmo conhecer o Jungfraujoch, Top of Europe. Descemos para o café na hora marcada por nós no quadro que fica no corredor da casa. Fomos recebidos pelo dono da casa, muito simpático e educado. Nos serviu um belíssimo café da manhã. Conhecemos o outro casal, também de meia idade, noruegueses, que estava hospedado lá. Saímos por volta de 09:30h. Fomos rapidinho para a estação interlaken Ost de onde partem os trens para o Jungfrau. No site http://www.jungfrau.ch/ você pode conferir varias informações sobre este passeio e os vários locais por onde você pode esquiar. Dependendo do seu destino final há um preço para o ticket. O mais caro é ir ao Top of Europe. Se você quiser, pode ficar pelo caminho e conhecer os vilarejos que existem lá. Uma dica: Se você apresentar o ticket do Corcovado na hora de comprar o seu bilhete para o trem você vai receber 50% de desconto. O seu ticket do corcovado tem que ter no máximo 1 ano de uso. Não achei esta informação no site, descobri por outro relato que li, enviamos um e-mail para a empresa e eles nos confirmaram. Cheguei no guichê e pedi quatro ingresso para o trem (até o top of Europe) e apresentei os meus 4 tickets do corcovado (tinha levado 6 tickets). O rapaz do guichê, pegou-os e foi logo carimbando os meus tickets do corcovado e disse que eu teria 50% de desconto. Pagamos 101,00CHF por cada bilhete (é muito caro mesmo). Se fosse para pagar inteira então... Me deu 4 passaportes (todos em Português) junto com o bilhete, um quadro com todos os horários dos trens, inclusive nas paradas intermediárias (nas vilas) e pronto. O Próximo trem sairia às 10:05h, via Lauterbrunnem, justamente por onde queríamos começar. Detalhe sobre a viagem: Você embarca no primeiro trem que vai até Lauterbrunnem. Lá você deve seguir viagem em outro trem que passa por Wengen (onde tem uma estação de esqui, com teleférico – você pode descer e continuar a subir no próximo trem se quiser) e continua até Kleine Scheidegg, onde você deve trocar de trem novamente. Este ultimo trem te leva por dentro das montanhas até o topo do Jungfrau, na estação Jungfraujoch. Pegamos nosso trem às 10:05h. O tempo nublado não desanimou os turistas pois tinha bastante gente. O negócio é ir observando as paisagens. O local é muito bonito mesmo: Paramos em Lauterbrunnem, descemos no vilarejo e fomos conhecê-lo. Depois pegamos o trem de 11:07h. Fomos subindo e a paisagem começou a mudar. Os pinheiros começaram a aparecer bem cheios de neve e aos poucos tudo foi ficando coberto de neve. Descemos em Wegen (é opcional descer aqui). Resolvemos conehcer ali também. É uma estação de esqui. Estava bem cheio de pessoas e também estava nevando um pouco. O frio estava suportável. Pegamos o outro trem às 11:51h e fomos até Kleine Scheidegg, onde os termômetros marcam 5 graus. Lá pegamos o trem para o jungfraujoch. Um detalhe importante, em todos os trens passam os ficais verificando seu ticket. A viagem neste ponto ocorre dentro da montanha, no túnel. Há duas paradas para observação, onde você pode observar a paisagem. Quando chegamos ao topo já eram 13:22h. Neste ponto você está a 3.400 metros de altitude e pode sentir um pouco de tontura, é normal. O ideal é andar devagar e evitar esforços, pois pode agravar a tontura. No topo, dentro da montanha, você tem na estação um locker. As atrações no topo são: Um cinema de 360graus do panorama do jungfrau, palácio de gelo com várias esculturas feitas no gelo, o terraço de observação, loja de souvenir, restaurante (caríssimo) loja da Lindt, e a possibilidade de sair e aproveitar a neve, com o snow fun. Como estava ventando muito e também nevando, como uma forte nevasca, não estavam permitindo sair para andar no lado de fora. Andamos todo o complexo e depois sentamos para comer nosso lanche que tínhamos levado. Mesmo assim foi muito bom o passeio. Voltamos às 15:30h. Para Kleine Scheidegg. A descida é relaxante e dá até sono. Você vê várias pessoas dormindo dentro do trem. Pouco antes da chegada a vila, ao sairmos do túnel, o dia nos apresentou maravilhoso, com o céu todo limpo, sem nuvens e o sol brilhando. Parecia que nem tínhamos passado ali. Foi um alvoroço dentro do trem. Todos acordando e tirando fotos do local. Em Kleine Scheidegg descemos e aí sim fomos conhecer ali mesmo. Foi bom para brincarmos na neve. Às 17:03 pegamos o trem agora para o outro lado, sentido Grindelwald. Você passa por lugares realmente muito bonitos. Grindelwald é uma vila não muito pequena. De lá você pode ir a outras estações de esqui. Descemos em Grindelwald e demos uma andadinha na cidade. Às 18:19 pegamos o trem para Interlaken Ost. Chegamos em Interlaken Ost às19:00h. Da estação fomos andando e depois paramos no restaurante Des Alpes, comemos pizza, batata Rosti, sopa, tomamos suco e vinho. Tudo para os 4 ficou em 83,70 CHF. Chegamos em nosso B&B às 20:30h. Depois de um dia que começou meio feio, nublado e terminou muito bonito, somente banho e cama para o outro dia pegar o trem.
  4. Oi Leandro, Obrigado. Eu estava meio sumido. Muita coisa para fazer, visitas nos finais de semana e também viagens, por isto ainda não concluí o relato. Já voltei a escrever e logo postarei mais informações. A respeito da máquina de compar tickets urbanos, ela é simples. Minha dúvida era saber se eu podia usar ou não o ticket "Short distance" que era mais barato. Não podia, pois nesta opção a máquina mostrava todas as paradas que estavam incluídas na "short distance". Então comprei o bilhete normal mesmo, pagando 4,40 CHF. Mas lembre-se que você irá ganhar um cartão (libero) no hotel para andar gratuitamente na cidade durante sua estadia. Com relação a compra de bilhetes regionais, eu não usei máquina. Comprei meus bilhetes antecipadamente, no site da sbb (http://www.sbb.ch) . tem o supersaver ticket que lhe dá desconto de até 50% nos trechos. Para estes tickets você deve comprar com no máximo 14 dias de antecedência da viagem. Sobre o bilhete do Jungfraujoch, comprei na hora, na estação Interlaken Ost. Se você apresentar o ticket do Corcovado (aqui do Rio) você tem 50% de desconto no bilhete para o Top of Europe. Eles não divulgam isto mas é verdade, eu mesmo usei este benefício. O ticket para o topo custa 202,00CHF, pageui 101,00 CHF. Fernando.
  5. Vamos então ao relato da viagem. Antes quero agradecer novamente aos colegas mochileiros.com que escrevem aqui seus relatos. Eles são de grande valia para que possamos fazer nosso roteiro. Dias 17 e 18/03 – Saída de BH e chegada a Zurique: Finalmente chegou o dia da viagem. Tudo pronto, malas arrumadas, tudo checado e verificado, documentos em ordem. Antes fizemos o check in no site da TAP e já reservamos nossos lugares. Deu para ver que o voo estaria cheio, como nas outras vezes. Como disse a passagem ida-e-volta, custou R$ 4.043,66, podendo pagar em até 5 vezes no cartão de crédito. Pegamos um ônibus no terminal em Contagem para o aeroporto de Confins. Pagamos R$30,05 por pessoa. A “viagem”dura aproximadamente 1 hora, com trânsito normal. Chegamos no aeroporto, despachamos nossas malas. Fomos para a sala de embarque, passamos pela PF. O voo saiu dentro do horário previsto, às 23:00h. Voo quase tranquilho a não ser por uma família, Pai, mãe e dois filhos. A menina de uns 3 anos e meio, deu trabalho o tempo todo. Estavam perto da gente, nas poltronas de 4 lugares juntos. Ela estava super agitada. A mãe (uma portuguesa), ainda mais estressada que a filha, não tinha autoridade e o pai (o brasileiro) parecia nem ligar para o que acontecia, como se não fosse com ele. Antes de chegarmos então a Lisboa, aí a coisa esquentou. A menina deu um show, chorou, gritou, esperneou. Coitados destes comissários de bordos. Até tentaram, mas nada fazia a criança calar. Jesus....Finalmente chegamos. Chegamos às 11h, um pouco antes do previsto. Imigração sem problemas, somente questionou sobre o destino final. Saímos do setor de embarque/desembarque. Fomos comer algo. Comemos quiche de espinafre: 2,90 euros. Cheguei a olhar o câmbio (euro/Franco suíço), estava 1,00 euro = 0,98 Francos suíços (CHF), mais 5,00 euros de comissão. Achei caro e não fiz. Embarcamos novamente em nosso voo das 13:25h para Zurique. Voo (este sim) tranquilho, refeição (sanduíches) a bordo. Chegamos a Zurique às 17:10, no terminal 1. Pegamos nossas malas. Felizmente chegaram sem problemas. Fomos em direção a estação de trem, que fica no subsolo do terminal 2. É tudo bem sinalizado. Junto ao guichê onde se compra os bilhetes de trem, tem um guichê para fazer o câmbio. Troquei um pouco, pois não tinha nem para o trem. (câmbio 1 euro = 0,99 CHF, mais 4,00 euros de comissão. Fomos na máquina e compramos o bilhete de trem, 6,60 CHF (por pessoa) com duração de 1 hora. Nesta estação passa vários trens. Nosso destino não era a estação central, mas sim Hardbrücke, uma antes. Nem todos os trens que tem como destino a estação central param em Hardbrücke. Eu já sabia disto e também já tinha pesquisado o horário dos trens que param em Hardbrücke: 17:32, 18:02. Pegamos este de 18:02. Em 10 minutos já estávamos em Hardbrücke. Subimos o elevador e já saímos na rua, em um elevado. Como eu já tinha ido lá com o google, foi só lembrar o caminho. Após uma caminhada de uns 10 minutos já estávamos no Ibis Budget. Ficamos no Ibis Budget Zurich City West. Fizemos o check in. Tudo certo. Este hotel saiu por 262,80 CHF, duas diárias, incluída a taxa local, pagos antecipadamente e com café da manhã incluído. Foi o mais barato que achei na cidade, não muito longe do centro. O padrão do Ibis Budget não varia muito. Quem já se hospedou nele sabe como é. Simples mas bem funcional. vista da janela do hotel: Saímos para comer algo. Fomos no supermercado Coop, perto dali. Compramos sanduíches, sucos, etc. Tudo por 19,90 CHF. Voltamos para o hotel e fizemos um pick nick no quarto mesmo. Depois gente foi banho e cama. Descansar para o início da jornada. Dia 19/03 – Zurique Nada melhor do que uma noite de sono para recompor as energias. Acordamos cedo, tomamos café, muito bom, com muita variedade. Saímos por volta de 9:30h. Logo em frente ao hotel tem uma parada do Tram 4, que vai para o centro de Zurique. Compramos na máquina que fica na parada o ticket para 24h. Assim poderíamos usá-lo até no dia seguinte, inclusive para irmos para estação de trem. Pagamos 17,20 CHF para 2 ticktes. Nestas máquinas você pode usar moedas e cartão. Não aceita notas. Descemos na parada Hbf, que é da estação de trem central de Zurique. Atravessamos a estação,que por sinal é bem grande, e saímos na Bahnhof strasse, rua com lojas caras, conhecida na Europa como a rua mais cara do mundo. E tem coisa cara mesmo. De lá fomos a praça Lindenhof, uma praça com partes da estrutura romana (tem que procurar para achar) e uma fonte em homenagem as mulheres. É uma romântica praça no alto de uma colina. De lá temos uma bela vista da cidade de Zurique e do rio Limmat. Sentamos em pouco para apreciar. Caminhamos mais um pouco e logo avistamos o relógio da Igreja de St. Peter, conhecida como St. Peter Kirche. Este relógio é o maior da Europa, com 8,7m de diâmetro. Entramos na Igreja que possui em seu interior alguns murais medievais, lustres de cristal. Mais adiante tem outra Igreja, Fraumusnter Kirche, uma das principais igrejas da cidade. É uma igreja famosa por sua torre do relógio azul delgada, alta e pontuda. No seu interior exitem belos vitrais. Estava fechada e não podemos entrar. Havia obras em seu entorno e o acesso também estava bem ruim. Chegamos às margens do rio Limmat e você vai compreendendo porque Zurique foi eleita em 2012 a melhor “grande cidade para se viver”no mundo. Ter um rio totalmente limpo, com peixes e ainda cisnes, e não são poucos, nadando livremente, não é para qualquer cidade. A cidade de Zurique tem muitas fontes. Todas são de água potável. Você pode encher sua garrafa e beber a vontade. Voltamos um pouco e fomos a rua Augustinergasse, rua com as casas mais antigas da cidade, com suas sacadas, bandeiras e janelas coloridas. Por esta rua você ainda passa na Munzplatz. Voltamos novamente para a beira do rio na Weinplatz. Na ponte que faz a ligação há alguns pequenos restaurantes. Em um deste, que estava com um pequena fila, paramos para comer. Compramos 1 pizza e 1 kebap. Pagamos 22,00 CHF nos dois. Ali mesmo sentamos e comemos, enquanto observávamos as pessoas sentadas às margens do rio, aproveitando o belo dia de sol e também comendo. Depois acabou que fomos até este local e ainda ficamos um pouco sentado lá, apreciando o rio e a cidade também. Andamos pela rua às margens do rio, a Limmatquai, e quando encontramos um banco (Raiffeisen) entramos e trocamos mais euros. Descobri que era banco pois tinha uma máquina na porta. Troquei 200,00 euros por 202,60 CHF, já debitado a comissão de 4,00 CHF. Passamos no Cabaret Voltaire, que hoje funciona mais como um centro para exposições e até apresentações. Tem uma livraria e um café-bar no andar superior. Antes funcionava como um clube artístico. Visita rápida no local. Seguimos e fomos a catedral Grossmunster, a igreja com 2 torres. Dedicada a São Félix e Regula, padroeiro da cidade. É possível subir em uma das torres, mas tem o horário certo. Além do que são mais de 180 degraus. De lá seguimos para a ópera house, Operhaus, a ópera de Zurique. A praça em frente estava cheia de pessoas aproveitando o sol. Aproveitamos também, compramos sorvetes no Migros 6,60 CHF, os 4 sortes. Aproveito para falar do Migros e do Coop. São supermercados que possuem em alguns deles até restaurantes, a preços bem mais baratos do que outros lugares. Mas não são todas as lojas que tem. Estas redes estão presentes na Suíça. Ali pertinho, pegamos o tram 4 e fomos em direção ao Zurichhorn, um grande parque que tem como margem o lago de Zurique. Em seu interior está o Chinagarten (jardim Chinês) que infelizmente estava fechado. Fomos andando pelo parque e aproveitando o local a beira lago. Aos poucos, fomos retornando a pé pelas margens, voltando em direção a cidade. Podemos observar como o local fica cheio de pessoas andando, passeando de bicicletas, voltando para casa, etc. E no lago não podia faltar os cisnes e patos. Muitos mesmo. Quando chegamos na praça da ópera já estava caindo a noite. Fomos comer no Migros. Porém encontramos uma brasileira que morava lá que nos indicou ir a outra local, bem em frente, Tibits restaurante, que tinha refeição como self-service com balança, tal qual estamos acostumados aqui no Brasil. E o preço era bom. Realmente tinha uma variedade boa e estava bem cheio. Paguei 8,10 CHF no meu prato. Minha esposa foi “de graça”. Vou explicar: eu pesei o meu, paguei e sentei. Ela demorou mais um pouco e quando foi pesar a atendente do caixa pegou o seu prato e foi para dentro (para cozinha provavelmente) levando o prato. Voltou logo explicando o que tinha acontecido em inglês. Ela não entendeu nada. Disse que entendia português. Então veio uma outra funcionária que falava português e explicou que no prato dela tinha “caído algo”, por isto foi levado para dentro e que era para ela fazer um nova prato. Assim ela o fez, mas na hora de pagar a atendente, a mesma do início, disse que era de graça Depois disto tudo e com a barriga cheia e co direito a prato “free”, pegamos o tram 4 e descemos na estação HBF para conhecer o local melhor. Pegamos o tram 4 novamente e fomos para o nosso hotel. Chegamos quase 21:00h. Aí é banho e cama. Dia 20/03 – Ida para Berna, capital da Suíça Acordamos, acabamos de arrumar as malas. Descemos para o nosso café. Saímos do hotel por vola de 09:10h. Pegamos o tram 4, ainda usando nosso ticket diário, que venceria às 09:40h. Descemos na Estação central (HBF). Nosso trem para Berna era 10:06. Esta passagem compramos antecipadamente no site da SBB, pelo valor de 25,00 CHF por pessoa. Enquanto aguardava troquei mais 300 Euros por 304,75 CHF já debitado 4,00 CHF de comissão. A estação como disse antes é bem grande, mas foi fácil localizar. As plataformas são subdivididas por letras. Veja, nos painéis da própria plataforma a configuração de seu trem e onde param os vagões de 1ª e 2ª classe para já ficar no lugar certo. É tudo indicado nos painéis. O trem partiu na hora marcada (normal) e estava vazio. Viagem tranquilha. O fiscal passou mostrei os bilhetes e nosso passaportes. Eles olhou, olhou, leu o código com a maquininha dele, começou a mexer numa impressora pequena na sua cintura. Ih, pensei comigo “tem algo de errado, já vem multa”. Ele disse num inglês bem compreensível que o primeiro bilhete estava certo, mas havia algo no segundo bilhete. Gelei e perguntei o que era. Ele respondeu que no bilhete indicava que era meu aniversário e que eu acabava de ganhar um voucher de 5,00 CHF, da SBB, para consumir no restaurante do trem, me desejou feliz aniversário devolvendo os documentos, bilhetes e meu voucher. Uh, antes assim! Valeu viajar no dia do aniversário. Chegamos no horário marcado, 11:25h. A estação é menor do que a de Zurique, mas não menos movimentada. Muita gente circulando nela. Para uma cidade de quase 140 mil habitantes achei muito movimentada. Além do que é cheia de lojas e restaurantes. O Centro histórico da cidade foi eleito patrimônio cultural da humanidade pela Unesco Saímos e logo já estávamos na parada do tram. Íamos pegar o tram 9. Na máquina existem os bilhetes para as paradas mais próximas, os “short distance” que eram mais baratos. Nossa parada não indicava neste bilhete. Ainda pedimos ajuda a um policial que estava ali. Ele mesmo procurou e disse que tínhamos que comprar o outro bilhete mesmo. Bom pagamos 8,80 CHF por 2 bilhetes com validade de 1 hora (muito caro, mas comprar errado e correr o risco de ser multado é pior). Atravessamos a rua e pegamos o tram 9. Descemos na porta do Ibis. No mesmo prédio funcionam o Novotel, Ibis e Ibis Budget. Nós ficamos no Ibis Budget Bern Expo. Fiz a reserva antecipadamente porém com o pagamento no local, pois não havia mais reservas com desconto para pagamento antecipado no site. Paguei 125,40 CHF por 1 diária incluída aí o café da manhã. Os quartos seguem o mesmo padrão dos Budget. Fizemos o check in, paguei e tudo certo. Ainda ganhamos 2 cartões “Libero” para andarmos gratuitamente até a data do check out nos transportes públicos da cidade de Berna, melhor assim. Era só preencher e andar com ele no bolso. Assim o fizemos. Saímos do hotel, pagamos o tram 9 novamente, sentido centro, e fomos almoçar. Descemos no meio da caminho, onde tinha um Coop restaurante. Comemos Pasta com salada e lasanha com salada. Pagamos 23,90 CHF para os dois. Depois passamos no supermercado e compramos água e chocolate (sobremesa). Berna também tem várias fontes de água potável, mas como estávamos sem garrafinhas, tínhamos que comprar pelo menos 1 água. Pegamos o tram 9 novamente e descemos perto do parlamento. Descobrimos que naquele dia ia ocorrer a MUSEUMSNACHT em Berna. As fachadas dos principais prédios, igrejas e centros culturais da cidade são iluminadas com cores para convidar as pessoas a visitá-los. Há várias apresentações nos diversos lugares e delícias da culinária também ficam disponíveis para serem experimentadas. A Museumsnacht vai das 18:00 a 02:00h do dia 21/03. Assim o parlamento (Bundeshaus) estava fechado para visitação, devido a sua preparação para o evento a noite. Passamos atrás do parlamento de onde se tem uma bela vista parcial da cidade e do Aar. Dizem que este rio é o mais limpo da Europa. Não duvido. Seguimos e fomos em uma das mais famosas fontes. A Kindlifresserbrunnen ou fonte do Ogro que come criancinhas. Ela fica na kornhausplatz. Voltamos um pouco e passamos pela torre do relógio, um dos pontos turísticos mais famosos de Berna. Tem um conjunto de 3 relógios: dois analógicos e um astronômico que indica a hora, o ida, o m6es, as fases da lua e o signo do zodíaco pelo qual está passando o sol. Na mesma rua e mais adiante um pouco tem a Casa de Einstein. Chegamos a passar mas não achamos graça para entrar, já que ainda tinha que pagar 6,00 CHF. Fomos a catedral da cidade, na Munsterplatz. A torre está em reforma e não podia subir. É uma catedral gótica bem charmosa. Estavam arrumando por dentro para o evento da noite. Fomos ao jardins que se tem ao lado da catedral. De lá também se avista o Rio Aar. Ali sentamos um pouco para dar uma descansadinha, enquanto observávamos avista e o movimento de pessoas no jardim. Nos fundos deste jardim tem um elevador para descer até às margens do rio. Mostramos nosso cartão e o acesso foi liberado. Descemos e seguimos bem às margens do rio até perto da ponte NydeegBrücke. Ali pertinho chegamos bem na margem e pode-se ver a limpeza do rio. Nada de lixo nas margens. Do outro lado estava o Parque dos Ursos (Bärenpark) que são o símbolo da cidade de Berna. Ali vivem alguns ursos (2 ou 3) em uma área bem extensa e frequentemente a gente pode vê-los. Ficamos ali um tempinho e depois subimos por uma escadaria de madeira ao lado da ponte. Atravessamos a ponte e subimos em direção ao Rosengarten ou jardim das rosas que fica no alto de uma colina e de onde pode-se ter uma bela vista da cidade e do pôr-do-sol. Ficamos lá até começar a escurecer. Já estava bem frio. Este local fica bem cheio. Depois saímos pela outra entrada e pegamos o ônibus 10 e descemos pertinho da estação central. La dentro fomos comer algo no Tibits, da mesma rede que comemos self-service em Zurique. Da mesma forma tinha um boa variedade de comida. Pagamos 21,80 CHF para 2 pessoas. Quando saímos de lá a cidade já estava totalmente no clima do Museumsnacht. Várias pessoas pelas ruas, os prédios iluminados, cada um com uma cor diferente do outro e vários eventos acontecendo. Tinha até desfile de carros antigos, com o detalhe que você podia andar nestes carros, bastando entrar em uma fila e aguardar sua vez. Por volta de 21:00h voltamos para o hotel para o descanso. Dia 21/03 – Berna e a ida para Interlaken: O dia amanheceu chuvoso. Descemos tomamos nosso café. Saímos para andar por volta de 09:20. Pegamos o tram 9 e descemos na marktgasse. Estava ocorrendo uma feira na cidade e ficamos andando por ali no centro mesmo. Compramos algumas coisinhas por ali. A chuva continuava fraquinha, mas constante, e o frio também. Depois de andarmos por ali, pegamos o tram e voltamos para o hotel. Pegamos nossas malas e voltamos para a estação. Na estação de trem troquei mais 400,00 Euros por 403,00 CHF já incluído os 4,00 CHF de comissão. Compramos um lanche no Coop para comermos no trem (14,60 CHF para os dois). Fomos para a plataforma. Nosso trem era as 12:04h. Este bilhete de trem também comprei antecipadamente na SBB, pagando 14,00 CHF por pessoa. O trem veio certinho no horário e embarcamos, tomamos nosso lugar. Esta viagem tem uma paisagem muito bonita que deve ficar mais bonita ainda se o dia estivesse com sol, pois você vai avistar os montes e o lago que a linha férrea circunda deve ficar bem mais bonito. O Fiscal passou e conferiu o ticket. Desta vez sem sustos. Em Interlaken existem 2 estações: a Ost e a West. Nós descemos na Ost, de onde também parte os trens para o circuito de Jungfrau. Depois descobri que para nós a west era a mais perto do hotel. Mas tudo bem. Estava uma chuvinha leve, bem fraca. Fomos andando para o nosso B&B. Com uns 10 minutos de caminhada alcançamos nosso destino. Arnolds Bed & Breakfast. Fomos recebidos pela Beatrice, dona do estabelecimento junto com seu esposo Armin (que só conhecemos no dia seguinte). Ela nos recebeu super bem, explicou detalhes da hospedagem, mostrou-nos nossos quartos e o quadro onde a gente deveria escrever a que horas tomaríamos café (para se programar). Deu-nos as chaves do quarto e da entrada da casa. Nossa reserva foi feita toda por e-mail. O pagamento não foi antecipado e ela disse que poderíamos pagar no check out. Adoramos o local, pois além de ser bem fácil de achar é bem aconchegante. Eles tem apenas 4 quartos para reservar. O site deles é : http://www.arnolds.ch. Pagamos 220,00 CHF para o casal com café incluso para os 2 dias de hospedagem. Bem mais em conta do que estávamos encontrando nas nossas pesquisas. O quarto é bem aconchegante e o nosso era bem grande. Depois de ajeitar nossas coisas no quarto, saímos e fomos conhecer a cidade. A chuva fraca continuava. Tínhamos levado uma sobrinha, que para falar verdade nos atendeu bem. Desta vez não levamos as capas de chuvas, pois junta as duas pesavam mais de 1 quilo. Em Interlaken, segundo li, o português é a segunda língua mais falada. Por isto logo que andamos um pouquinho achamos uma lusoteca (uma lanchonete com livros). Lá dentro dó se ouvia o português (de Portugal). Inclusive as atendentes falavam em português. Comemos la, torta, tomamos café, chocolate quente para esquentar um pouco, tudo por 11,00 CHF. Saímos e fomos andando pela cidade que tem um charme especial. É muito bonita e aconchegante. O rio Aar também passa pela cidade e mantém a mesma limpeza de Berna. Praticamente na tarde conhecemos a cidade, que não é grande. Fomos no Migros (supermercado) e compramos algumas coisas de comer e beber, para levarmos no dia seguinte. Também compramos algo para comer no hotel. Ficou tudo em 25,10 CHF. A chuva não estava dando trégua. Voltamos para o hotel já anoitecendo por volta de 19:00h. O jeito foi rezar para que o dia seguinte fizesse um dia bonito para irmos ao Jungfrau. Depois continuo...
  6. [t1]5a. Eurotrip - Suiça - Norte da itália (com Cinque Terre) - França (Côte D'Azur)[/t1] Olá pessoal, Vou a seguir fazer o relato de nossa 5ª viagem a Europa. Desta vez, ao contrário das outras viagens, nosso roteiro foi montado já com a passagem comprada. Inicialmente estávamos pesquisando ir a Eslovênia, Croácia e a região a leste do mar Adriático. Tínhamos feito algumas pesquisas e até lido alguns relatos sobre esta região. Também já tínhamos pesquisado sobre a Suíça (alguns roteiros), e até também sobre a Índia e Nepal (estão nos arquivos do computador). Mas confesso que estava difícil ainda de fechar um roteiro, montar com cidades, tudo certinho. Até que no dia 25/12, por acaso entrei no Facebook à tarde e vi um post sobre a promoção da TAP, com passagens a partir de US$600,00 (ida-e-volta) e a promoção terminava naquele dia. Bom aí, foi uma correria nos site. Comecei a ver quais destinos estavam com esta promoção e as datas que poderiam ser compradas as passagens. No final do dia, por volta de 23:00h, conseguimos finalmente fechar uma data, que combinasse com minhas férias, pegasse a promoção e ainda um roteiro que não havíamos feito. Foi uma novela, mas conseguimos. Compramos a passagem assim: Ida BH - Lisboa (conexão) – Zurique. Volta: Milão – Lisboa (Conexão) – BH. Saiu tudo por pouco mais de R$ 4mil (passagem para 2 pessoas), incluída aí as taxas aeroportuárias. Não achei caro, tendo em vista que o dólar, na época, estava a 2,70 (ou um pouco mais). Acabou que a passagem mesmo ficou por US$ 650, cada. Sair de BH para nós é muito melhor, pois como moramos no interior de Minas e temos família em BH, logicamente local onde ficar. Assim torna-se menos cansativo o voo para o continente europeu, pois não precisamos nos deslocar para Rio ou São Paulo no mesmo dia da viagem. Agora, com as passagens na mão e os destinos (iniciais e finais), precisávamos montar o roteiro intermediário. Como já tínhamos feito a leitura sobre a Suíça, precisávamos somente ir selecionando onde ir e o que fazer. Normalmente a Suíça não é o “destino” mais preferido dos brasileiros. Não é o Top dos roteiros (em termos de popularidade), mas digo a vocês que é um país que vale a pena conhecer. As paisagens são belíssimas, os lugares mais belos ainda. As cidades super organizadas e limpas. Ao contrário que se diz, há o que fazer lá sim. Não é um país com muitas atrações turísticas, mas você terá o que visitar e conhecer. Tínhamos consciência que a Suíça era um país caro, inclusive a moeda deles, assim como o dólar se valorizou bastante em relação ao Euro. Mas digo que os preços lá não são muito diferentes de Paris ou Roma. É claro que se você for comparar com Portugal você assusta, mas no geral a gente sobrevive. O importante é procurar, pois você sempre vai encontrar algo com preço mais em conta. Resolvemos ir em uma estação de esqui (não para esquiar pois nem sei, mas sim para conhecer), escolhemos Interlaken, pela logística. Também queríamos ir aos lagos, logo resolvemos ir a Lucerna e Lugano e por último passaríamos na capital, Berna. Não fomos na “Suíça Francesa”, pois aí sim ficaria mais fora de mão nosso roteiro. Todo os nossos deslocamentos foram de trem. Abaixo darei dicas sobre como comprar as passagens mais baratas na Suíça. Quanto a Itália, tínhamos um problema em questão. Nosso roteiro da Suíça, terminava em Lugano, pertinho de Milão, mas ainda teríamos muito tempo para viajar. Então resolvemos assim. Passaríamos por Milão, apenas na estação de trem para seguir viagem, deixando a estadia em Milão para o final do roteiro. As cidades italianas, após pesquisa de roteiros e atrações turísticas, vimos que poderíamos ficar apenas dois dias em cada. Escolhemos Verona, Bolonha. Da outra vez que fomos a Itália, havíamos visitado Florença. A cidade estava novamente no nosso caminho, mas apenas para trocarmos de trem e seguirmos adiante. Íamos fazer um “pit stop” em Pisa (já tínhamos pesquisado se na estação tinha locker). Ainda na Itália, chegaríamos a La Spezia, ponto de partida para conhecer “Cinque terre”, um grupo de 5 pequenas cidades, no litoral, muito bem faladas e simpáticas e por último (na Itália) chegarmos a Gênova. Ainda queria ir no leste da França, na Côte D'Azur, vistar Nice, Cannes e principalmente Mônaco. Mas esta logística foi toda resolvida com viagens de trens (Graças a Deus). Milão, como já disse, ficou por último. Cidade grande e industrial de onde partimos de volta para o Brasil. Pegamos trens regionais, com preços bons e chegamos até a viajar na 1ª classe do Frecciarossa (trenitália), numa promoção que conseguimos. Como todas as cidades não são cidades muito grandes, ou seja, dificilmente ficaríamos mais do que 2 dias em cada cidade. Finalmente conseguimos terminar de montar nosso roteiro, que não foi fácil. Ficou assim: 17/03 - Saída de BH (23:00h) 18/03 – Chegada a Zurique por volta de 17:00h 19/03 – Zurique 20/03 – Ida para Berna 21/03 – Ida para Interlaken 22/03 – Interlaken - visita ao Jungfrau Top of Europe 23/03 – Ida para Lucerna 24/03 – Ida para Lugano 25/03 – Lugano 26/03 – Ida para Verona (via Milão) 27/03 – Verona 28/03 – Ida para Bolonha 29/03 – Bolonha 30/03 – Ida para La Spezia com “Pit Stop” em Pisa 31/03 – La Spezia – Day trip a “Cinque Terre” 01/04 – Ida para Gênova 02/04 – Gênova 03/04 – Ida para Nice 04/04 – Nice – Day trip a Cannes 05/04 – Nice – Day trip a Mônaco (Monte Carlo) 06/04 – Ida para Milão 07/04 – Milão 08/04 – Saída de Milão – voo para Lisboa 11:10h Bom, programação de dias feita, começamos a busca por locais onde ficar e claro, os deslocamentos entre as cidades. Hotéis: Como é de praxe, pesquisamos hotéis via sites do booking.com e do tripadvisor.com. Demos preferência aos hotéis tentando conciliar preço com boa localização, pois não dá pra ficar arrastando mala. Na suíça ficamos praticamente só em hotéis da rede Ibis (Budget), pois estavam bem mais baratos do que os demais hotéis e sua localização era boa. Ainda ficamos em um B&B em Interlaken, dica que pegamos em um blog de um casal que viaja também pelo mundo. Adoramos ficar em B&B, boa experiência. Nos demais destinos fomos escolhendo mesmo através de pesquisas nos sites já citados. Falarei dos hotéis em cada cidade que for relatando, com fotos de cada um. Transporte: Ao mesmo tempo que íamos pesquisando os hotéis também já ia comprando e pesquisando as passagens de trens. Só viajamos de trem entre as cidades. Na Trenitália, quanto mais cedo comprar, maiores são as chances de encontrar passagens com preços mais baixos e promocionais. Alguns trechos quando você pesquisa, há os trens regionais, que são trens mais baratos, onde você não tem o lugar marcado. Neste caso você pode comprar o bilhete lá na hora mesmo, nas máquinas da Trenitália. Fizemos assim no Trecho Verona-Bolonha, Pisa-La Spezia (até porque a gente não sabia quanto tempo ia ficar em Pisa no nosso Pit-Stop). Nos demais trechos compramos antecipados, recebendo por e-mail o e-tickets, com exceção do trecho Lugano-Milão, que depois vou relatar o que ocorreu. Nos trens da Suíça, existe o ticket Supersavers Tickets, que são tickets vendidos com desconto de até 50%. Eles estão disponíveis a partir do 14º dia de antecedência da data de sua viagem. Para comprá-los você deve entrar no link do supersavers, pois eles não aparecem (pelo menos comigo não apareciam) se você entrar na busca por tickets normalmente. Conseguimos comprar todos os trechos com estes descontos de 50%. Recebemos por e-mail os e-tickets. Há também o SwissPass, um ticket que você compra para ser usado dentro de um período de tempo e o Half fare travelcard. Eu li sobre estes dois,fiz as contas e para mim não ia compensar. Tem que fazer as contas. Na França comprei também o trecho Nice-Ventimiglia pela internet, mas digo a vocês que não há necessidade de se antecipar. Não há desconto nem vantagem. Pode comprar lá mesmo, nas máquinas da SNCF, o preço é o mesmo. Sites: http://www.sbb.ch/en/home.html http://www.sncf.com/ http://www.trenitalia.com/ Há ainda o trem Thello, que agora tem feito o trecho Nice-Milão direto, sem baldeação em Ventimiglia. Na data que viajamos ele só tinha o horário na parte da tarde, por isto não usamos. Mas parece que agora já tem outros horários. O site é: https://www.thello.com/index.html Câmbio: Na Suíça a moeda é o Franco Suíço, que teve uma valorização grande frente ao Euro no último ano. Praticamente estava 1 por 1. Tive que trocar um pouco de Euros no Aeroporto de Zurique, mas as taxas estavam até que dentro do normal, não muito diferentes das casas de câmbio na cidade. No fim, quando fomos para a Itália, acabei trocando os Francos Suíços por Euros em Verona. Aí sim eu fui assaltado (a mão armada ainda). Paguei muito caro pela comissão. Sugestão: Troque seus Francos por Euros dentro da própria Suíça. Com certeza será mais vantajoso. Idioma: Na Suíça fala-se 4 línguas: Alemão, Francês, Italiano, Romanche. Dependendo da região uma destas línguas prevalece. Mas você vai encontrar também tudo em Inglês e claro as pessoas se comunicam com os turistas em Inglês. Não se preocupe. Na Itália e França prevalecem a língua local e claro o Inglês é falado com os turistas. O italiano é bem mais fácil de se entender do que o francês. E olha que eu estudo francês há 2 anos. Mediamentos: Nossa bolsinha de mediamentos só vai aumentando.... Levamos remédios para tudo: enjoo, dores musculares, dor de cabeça, para febre, gripe, antiácidos, digestivos, antialérgicos e alguns homeopáticos que tomamos também. Foi tudo dentro da mala despachada no check in. Felizmente só poucos foram usados. Seguro Viagem: Não fiz, assim como antes. Usamos o seguro do cartão Visa Platinum, assim como nos anos anteriores. Este seguro você ganha na compra da passagem aérea na função crédito do cartão. Nunca precisei e espero nunca precisar. Acho importante levar um seguro sim, nunca se sabe. Gastos: Bom este ano tivemos um aumento no dólar considerável. O Euro praticamente ficou o mesmo do ano passado (na mesma época que viajamos). Mas como tudo vem em dólar (reservas de trens e hotéis) os gastos ficaram maiores do que no ano anterior, porém menores do que o previsto. Gastei R$ 17.774,34 para o casal. Algo em torno de 5.289,72 Euros. Olha, pra mim, viajar é investimento. Volto mais rico destas viagens. Companhia: Assim como nas outras viagens que fiz a Europa, fomos eu, minha esposa, a irmã dela e o marido. Esse grupo tá inseparável. Muito bom. Depois continuo.
  7. Olá, Obrigado! Em Pamukkale, se você não for visitar as ruina de Afrodisias não compensa 2 dias. Em 1 dia você pode visitar as ruinas de Hierápolis e as piscinas naturais e ainda dá tempo de nadar na piscina de Cleópatra. Em Selçuk: as ruinas de Éfeso e as do templo de Artemis (só tem 1 coluna em pé) você pode fazer numa manhã, a não ser que você faça uma visita muito detalhista. Não visitei a vila de Sirince. portanto acho que 2 dias é mais que suficiente. Em Istambul tem muita coisa a visitar (mesquitas, Palácios e ainda o lado asiático da cidade). Aproveite estes dias que sobrarem lá. O passeio no Bósforo deve ser feito também. Se precisar pode perguntar mais. Fernando.
  8. Oi Luiz. Então. O tempo vai depender do que você vai fazer em cada cidade. Na opção 1: vc teria tempo pra ir andando de Selçuk ate Efeso, passando pela ruina do templo de Artemis, visitaria Efeso com calma e ainda se quisesse poderia ir na casa de Maria. No outro dia em pamukkale daria tempo de subir nas termas e visitar as ruinas de Hierapolis tambem rapidamente (acho que não daria tempo de dar uma nadadinha na piscina de Cleopatra). Eu ficaria com esta opção.
  9. Não comprei associado. comprei associado o trem de Barcelona com o teleférico. Na hora lá fiz o passeio em apenas 1 funicular (Sao 2). Paguei na hora.
  10. Oi Adriano e Marcos. Comprei passagem na promoção da Tap para Zurique. Vou no final de março. pretendo ficar uns 11 dias na Suiça. depois vou para o Norte da Italia e se der chego até Nice. Voces tem uma sugestão de locais cidades na Suiça onde devo ir. Vi que em Genebra não há nada de legal. obrigado
  11. VAleu, Acho que dá, mas fica meio corrido. Pamukkale pode ser 1 dia apenas. Na Capadocia vocÊ pode reduzir também, mas dá para fazer. Não deixe de fazer o passeio de Balão. Quanto a Istambul,, bem, pode reduzir, mas fica corrido mesmo. Dá para ver os principais postais em bem menos tempo. No final, otimizando um pouco dá para fazer em 10 dias muito corridos.. Aproveite bem Istambul. É o máximo. Amei. Ainda volto lá. Fernando
  12. Oi André. Obrigado. Pra mim fazer estes relatos é um prazer. Gosto de escrever e principalmente sobre coisas boas. Não acho que seja perigoso viajar de carro. As estradas por onde passamos de ônibus eram na maioria duplicadas e bem conservadas. Realmente faz falta principalmente na Kapadóccia. Por isto acabamos contratando o guia com carro. Mas foi opção nossa, já que você pode fazer passeios contratados lá mesmo em Göreme. Em Göreme tem algumas agências. Há outras na região (nas cidades vizinhas), mas não me lembro mais os nomes. Com certeza você encontrará lá mesmo em Göreme. Nós mesmos havíamos reservados previamente com uma pela internet (sem pagar nada) e acabamos fechando com outra lá mesmo, que estava mais barato e nos atendeu bem. Lembro a você que a diferença de preço entre as agências resulta em mais gente no seu balão ( no nosso tinha 24 turistas) e também o tempo de voo e altura que eles sobrem. No TopKapi ficamos uma manhã inteira e não visitamos todos os ambientes (você escolhe o tour completo ou não). Reserve uma manhã ou uma tarde. Não fui nas muralhas. Mas um dia ainda volto a Istmbul, com certeza. Amei a Turquia. Qualquer coisa pode perguntar. Fernando
  13. oi Mike Beleza então. Boa viagem. Se tiver alguma dúvida pode perguntar. Fernando,
  14. [t3]DIA 13/04 - BERLIM[/t3] Acordamos no horário normal. Descemos, tomamos nosso café. O hotel estava bem cheio. Domingo é dia de irmos a feira. Logo saimos e fomos ao Flohmarkt am Mauerpark, uma espécie de mercado das pulgas em Berlim. SAímos e fomos ao S-Bahn. Tomamos o metrô e descemos na estação Nordbahnhof. Lá pegamos o TRAM e descemos na parada errada. Mas para nossa surpresa descemos em frente ao Gedenkstätte Berliner Mauer – (Memorial do Muro de Berlim). O Memorial do Muro de Berlim é um memorial para lembrar a divisão de Berlim e as pessoas que foram mortas ou morreram ao tentar fugir para o lado ocidental. Neste local você poderá conhecer melhor a história do muro, sua construção, seu desenvolvimento, os fatos tristes e trágicos que estão associados com ele. O memorial se localiza na Bernauer Straße, rua que tem uma história única e trágica, que marca muitos acontecimentos deste capítulo triste da história de Berlim. A rua Bernauer Straße marcava os limites entre os bairros Wedding e Mitte e com a divisão de Berlim em quatro setores após a guerra, a rua acabou ficando em dois setores: enquanto a rua em si pertencia ao setor francês (bairro Wedding), os prédios no lado sul da rua pertenciam ao setor soviético (bairro Mitte). A rua foi palco de fugas desesperadas e dramáticas. Ali encontra-se também a Capela da Reconciliação (Kapelle der Versohnung, em alemão). A Capela da Reconciliação, uma capela oval com fachada coberta com vigas de madeira. Neste mesmo local havia uma igreja protestante, com mesmo nome, e por estar exatamente onde era a “faixa da morte” foi demolida em 1985 pelo governo da Alemanha Oriental. Com a queda do muro e a criação do memorial, foi erguida a capela atual no mesmo local. De lá andamos pela Bernauer StraBe até chegarmos ao MauerPark, onde estava ocorrendo a feira do Mercado das Pulgas. Lá encontra-se de tudo.BAsta um berlinense fazer uma limpeza em casa e os visitantes do mercado têm a sua disposição uma variedade de mercadorias que vão desde discos de vinil, roupas, utensílios domésticos a móveis usados. Há também livros antigos. Há ainda o biergarten, com cervejas e comidas tipicas alemãs. Aproveitamos e comemos sanhuiches e bebemos sucos lá mesmo, enquanto andávamos pelo movimentadíssimo "mercado a céu aberto" na Mauer park. Não faltam são artistas se apresentando no local. De lá, fomos voltando para a estação do Metrô. (S-Bahn). Já eram mais de 13:30h. Descemos pertinho do hotel e fomos em um restaurante Italiano ali mesmo. Comemos, ravioli, Spaguetti, sopa da tomate e bebemos vinho e suco. Tudo ficou em 46,05 euros para nós 4. Comda Boa. De lá pegamos o metrô novamente e agora descemos logo na PostdamerPlatz. Lá pegamos o ônibus 200 e descemos em frente a catedral. Era por volta de 14:40 e fomos entrar na catedral. A Berliner Dom, a maior e mais importante igreja protestante de Berlim, foi construída entre 1894 e 1905. Como nosso Berlim Card, tivemos desconto no ingresso da catedral e pagamos 4,00 euros por pessoa. A mulher do guiche de venda de bilhete não queria nos dar desconto, pois não estava aceitando a validação do bilhete. Depois de muito insistir ela aceitou. O seu interior é muito bonito. Em seu interior existe um sarcófago (no piso inferior). Há uma capela onde são reallizados batismos e casamentos. Depois fomos subir a cúpula. Confesso que demorei bastante. primeiro você alcança um museu de depois continua subindo. Depois de subir e parar várias vezes consegui chegar a parte externa do Domo. Para quem já tinha ido a torre de TV, a vista não impressiona mais, porém achei que valeu a pena chegar ali em cima. Nikolaikirche Galeria de Arte Nacional. Vista da praça em frente a Catedral. Depois de visto tudo, fomos descendo e saimos da catedral. Nosso destino agora era a East Side Gallery. Pegamos o ônibus 100, descemos pouco antes do Portão de Brandenburgo. Pegamos o metrô U-6 na Franzosische StraBe e descemos 3 estaçõs à frente na HalleschesTor 9integrado a linha U-1). lá pegamos o U-1 e descemos na estação final WarschauerStraBe. A East Side Gallery é uma galeria de arte ao ar livre situada em uma seção de aproximadamente 1.300 metros, no lado leste do antigo muro de Berlim, que foi preservado da demolição. Está às margens do Rio Spree. As imagens foram feitas em 1990, quando mais de 100 artistas do mundo inteiro realizaram ali suas obras coloridas e cheias de significados. É considerada a maior galeria a céu aberto do mundo. Muitas obras ali foram danificadas por vândalos ou sofreram um desgaste natural ao longo dos anos. A maior parte das obras foi restaurada pelos seus artistas ou receberam nova pintura. O artista Russo Dmitri Vrubel fez o famoso mural "Meu Deus, ajuda-me a sobreviver a este amor fatal" que retrata o beijo dos líderes comunistas Leonid Brezhnev e Erich HOnecher. Este grafite é inspirado na fotografia tirada por Regis Bossu quando Brezhnev, Secretário Geral do PC Soviético visitava a Alemanha Oriental para celebrar o aniversário da Nação Comunista, em Berlim Oriental em 1979. É o grafite mais marcante e mais conhecido no Muro de Berlim. A tarde estava bonita e fomos voltando as margens do Rio Spree. Ali pertinho tem um Hostel que fica em um barco atracado. Para quem quiser vai ai umas fotos do local: Depois pegamos o metrô U1 e depois o U6. Descemos na mesma estação e pegamos o ônibus 100. Fomos para o Tiegarten e descemos na praça onde está o Obelisco da Vitória ou coluna da Vitória (Siegessäule, em Alemão). Foi concluído em 1873 para comemorar as vitórias militares da Prússia sobre a Áustria, Dinamarca e França entre 1864 e 1871. Uma escadaria de 285 degraus leva ao topo da coluna (impossível subir mais escadas neste dia), onde há uma plataforma de observação. De lá pegamos o ônibus 100 novamente. Descemos perto do portão de Branderburgo. Pegamos o S-Bahn e descemos no nosso hotel. Já era mais de 20:20h. fomos arrumar as malinhas apra deixar tudo pronto para o dia seguinte. [t3]DIA 14/05 - BERLIM - VOLTA PARA O BRASIL[/t3] Acordamos no mesmo horário. O dia estava bem nublado e frio. Tomamos nosso café e saímos. Fomos na Alexander Platz comprar algumas coisinhas, já que as malas ainda cabiam umas roupinha. Compramos o ticket do metrô para pequeno grupo (até 5 pessoas) e pagamos 16,20 euros. Com este ticket poderíamos ainda pegar o ônbus para o aeroporto TEGEL, para nós 4. Fomos na C&A. Compramos umas blusas de frio que estavam em promoção (bem mais barato que aqui no Brasil) e algumas camisas. De lá voltamos para o nosso hotel. O tempo fechou e começou a chover e o frio pegou. EStava dificil andar na rua. Chegamos no hotel e fizemos nosso check out, antes das 12:00h Quando a chuva deu uma trégua, fomos para o metrô. Descemos em BrandenburgTor, a saída já é bem no local onde a gente pega o ônibus para o aeroporto de TEGEL. O ônibus e do tipo comum, porém articulado. Há espaço para malas. O ônibus nos deixa bem no terminal. O aeroporto TEGEL não é muito grande como outros aeroportos europeus. Comemos ali mesmo no aeroporto. Pagamos 45,80 euros para o 4. Depois ficamos por ali mesmo. Nosso voo era às 16:45h. Porém atrasou mais de 1 hora. Na verdade fomos embargar quase às 18:00h. ainda bem que tinha deixado um espaço considerado para o voo de Frankfurt para o Rio. Chegamos em Frankfurt depois das 19:00h, o tempo estava melhor do que em Berlim. Fomos para o nosso terminal e acabamos tomando o shuttle interno do aeroporto. É um serviço interno que integra os terminais. O interessante é que é um veículo driverless. Comemos novamente no aeroporto, uns coisant e chocolate. Pagamos 7,00 euros para o casal. De lá fomos para o nosso portão. Pssamos pela imigação e agora vai... Nada.É bom retornar para casa sim. Localizado o portão e o avião que íamos voltar para o Brasil. Um 747-4. Depois que o 747-8 começou a operar no voo Frankfurt/São Paulo, o 747-4 desta rota foi remanejado para a rota Frankfurt/Rio. O voo de regresso ao Brasil foi tranquilho. Serviram como na ida, uns snacks e bebidas de entrada.Depois veio o jantar. Antes da chegada ao Rio serviram o café da manhã. Vimos na companhia de um casal de portugueses muito simpáticos que moravam na Alemanha e estavam vindo ao Rio de Janeiro pela primeira vez, conhecer a cidade e o Brasil. Agora foi a nossa vez de darmos umas dicas de segurança (principalmente) a eles. Depois de chegarmos ao Rio (às 06:00h do dia 15/04) tomamos um taxi até o Terminal Novo Rio e de lá pegamos um ônibus para Juiz de Fora (MG). ë bom retornar e encontrar nossas belas montanhas (mesmo que cobertas pelas neblinas). Bom, chego ao final deste relato. Agradeço a todos que nos ajudaram a fazer esta viagem, com dicas e ajudas (lá no exterior também), mesmo que elas nunca leiam este relato. Tudo saiu conforme planejado. Neunhum contratempo, nada de errado. Tudo certinho. Graças a Deus. Espero poder contar mais estórias e relatos em breve. Qualquer dúvida podem perguntar. É um prazer ajudar. Fernando Mello.
  15. [t3]DIA 12/04 - BERLIM[/t3] Acordamos cedo, tomamos nosso café e saímos. Hoje era o dia de nós visitarmos o Parlamento Alemão (Reichstag). Pegamos o metrô e descemos na estação Brandenburg Tor. De lá seguimos a pé por uns 5 minutos apenas. O dia estava frio e muito nublado, com ameaça de chuva. O Parlamento mistura arquitetura antiga com a modernidade de sua cúpula de vidro. A visita é gartuita :'> :'> e acontece na cúpula e no terraço do prédio. As visitas são agendadas previamente através do site: http://www.bundestag.de/htdocs_e/visits/kuppel/kupp/245686 é necessário informar a data desejada para a visita e também os dados das pessoas (visitantes) Fizemos a nossa reserva com antecedência e recebemos a confirmação por e-mail juntamente com o anexo onde consta os dados da visita, hora, numero de visitantes e outros dados sobre a visita. Bom, chegamos lá, mostramos os documentos, passamos pelo detector de metais e pelo Raio X. Entramos e logo fomos levados de elevador ao terraço. Lá recebemos um audio guide. Como tinha em português, pegamos ele. O roteiro é uma caminhada em espiral (por uma rampa) dentro da cúpula de vidro, curtindo a vista da cidade. a medida que você vai avançando na subida da rampa o audio guide vai lhe dando informações automáticas sobre os lugares que você vai avistando (é interessante - ele deve ter um sensor de localização que ativa o audio guide). Apesar do dia nublado a vista estava boa (claro que estaria melhor com sol). Portão de Brandenburgo: você vai ouvindo uma explicação sobre diversos pontos avistados da cidade de Berlim além de narrar fatos históricos e curiosidades sobre a cidade e é claro sobre o prórpio prédio do Parlamento e o próprio Parlamento Alemão. Depois de chegarmos ao topo vamos descendo numa rampa de forma que não encontamos com quem está subindo. Ainda neste ponto da visita a gente recebe informações no audio guide. Incrivelmente quando já saimos ao terraço do prédio para fotografar o sol estava saindo e as nuvens se dissipando. Ficamos ali no terraço um pouco e depois entramos, entregamos o audio guide e descemos para sairmos do prédio. É uma visita muito interessante e vale a pena. O dia já estava aberto, com o sol aparecendo. Pegamos o ônibus 100 em frente ao Parlamento e descemos no final, na AlexanderPlatz. AlexanderPlatz, uma grande praça que abriga atualmente uma feirinha ao ar livre, um mercado, estações de metrô (U-Bahn e S-bahn) e trem, o hotel Park inn lojas de departamentos como a Galeria Kaufhof (nada barato, mas pode-se entrar lá. Tem de tudo e às vezes pode-se achar algo com preço bom) e outras lojas e restaurantes. Fomos no relógio do planeta ou relógio mundial, onde ele informa a hora nas principais cidades do mundo. Estava acontecendo uma apresentação de hap no local. Perto está a torre de TV. fomos até lá. Havia uma fila um pouco grande para comprar o bilhete. Ganhamos 25% de desconto com o Berlim CArd. Pagamos 9,70 euros por pessoa. O seu bilhete é numerado e você deve observar num painel a hora certa (provavel) que você poderá acessar a torre. Bom como estava faltando mais de 1 hora para nosso acesso fomos na subway ao lado e compramos sanduiche para comer. Comemos ali mesmo na praça em frente a torre. Ficamos ali observando as pessoas e o movimento na praça. A torre de tv, a Berliner Fernsehturm, é uma torre de radiodifusão. A torre foi construída entre 1965 e 1969 pela República Democrática Alemã, que a usou como símbolo da Berlim governada pela República Democrática Alemã. A torre é facilmente visível de todo o centro e de alguns bairros de Berlim e continua a ser um símbolo da cidade. Existe uma plataforma para visitantes e um restaurante giratório no centro da esfera. Chegando perto de nossa hora fomos para dentro do prédio e sentamos até sermos chamados. O elevador sobe rapidinho. Lá em cima havia muita gente mas nada de superlotação. A vista é fantástica. Dá pra ver longe e o dia estava perfeito, nem parece que tinha amanhecido com chuviscos e nublado. Rio Spree: Ficamos lá em cima um bom tempo. Descemos e fomos em direção a fonte de Netuno. Antes porém entramos em MarienKirche ou Igreja de Santa Maria. Não se sabe ao certo a data da construção do templo e presume-se que ela foi erguida no início do século XIII. Era originalmente um templo da Igreja Católica, foi porém convertida ao Protestantismo durante a Reforma Protestante. A Marienkirche é uma das igrejas mais antigas de Berlim. Dentre os materiais utilizados na construção predomina o tijolo dando-lhe a tonalidade vermelha. Saímos e chegamos a fonte de Netuno: Fomos depois em uma visita rápida ao prédio da Prefeitura: (Rathaus). Estava de difícl acesso pois estão construindo uma estação de metrô logo em frente. Seguimos e fomos ver as ruinas da Igreja Franciscana (em alemão: Ruine der Franziskaner-Klosterkirche): Depois seguimos e fomos a Vila Nicolai:(Nikolaiviertel) Parece uma vilamedieval, mas na verdade foi construida nos anos 80 em comemoração aos 750 anos Berlim. O destaque da vila é a Igreja de São Nicolau (NikolaiKirche), do ano de 1230. Considerada a construção mais antiga da cidade. Suas torres Gêmeas no estilo gótico tardio são o destaque. De lá fomos às margens do rio Spree, perto da catedral, para fazermos o passeio de barco pelo rio. Mais uma vez tivemos desconto com Berlim card. https://lh3.googleusercontent.com/-NKw2exg97TY/U5NbFC1XUfI/AAAAAAAACrs/xXI36xxXy0k/w433-h577-no/DSC06980.JPG O passeio leva 1 hora. Chegamos na hora, às 16:30h. O passeio é muito agradável, você vai observando a cidade e sa consrtuções ao lado do Rio. Os parques ao longo do Rio estavam lotados de pessoas aproveitando o final da tarde com sol. A estação Ferroviária Huptbahnhof: O Passeio é muito agradável e recomendo a todos. Chegamos e de lá fomos novamente na Catedral de Berlim tentar entrar para visitar: Da mesma forma que no dia anterior também ia acontecer uma apresentação de música e não conseguimos entrar. Bom sendo assim, pegamos o ônibus 200 e fomos descer lá na Postdamer Platz. Fomos no Sony Center: Ficamos lá um tempo e mais tarde voltamos para o nosso hotel a pé.
  16. [t3]DIA 11/04 - BERLIM[/t3] Descemos para o café às 08:30h. Café bom do hotel Ibis Budget. SAímos por volta de 09:20h, passamos em um mercado ali perto a caminho do check point Charles novamente. Entramos no museu para vermos e acabamos por deixar para visitar em outra hora. Na verdade, depois que visitamos o "Topografia do Terror" no dia anterior achamos melhor que já tínhamos visto muita coisa. Seguimos em direção a Gendarmenmarkt, uma praça bonita com duas Igrejas identicas, uma em fente a outra, a Catedral Francesa (Franzosischer Dom) e a Catedral Alemã (Deutscher Dom) e ao centro da praça está a Sala de Concertos (Konzerthaus). entramos na Igreja francesa, onde estava ocorrendo uma exposição. Subimos na torre para apenas ver a exposição rapidamente (tem um elevador). Descemos e fomos entrar na Sala de Concertos, que estava fechda, só abriria às 11:00h. Continuamos seguindo em direção a Bebel Platz. Esta praça é famosa pela queima pública de livros em maio de 1933, promovida pelos membros da liga de Estudantes da Alemanha nazista e sob comando de A. Hitler. Diz que foram queimados mais de 20 mil livros. A praça estava com o prédio em frente em reformas. Bem ao lado fica a Igreja de St. Hedwigs . Estava aberta e nós entramos, porém não era permitido fotografar em seu interrior, apesar de ter apenas nós lá dentro e 1 funcionária, não abusamos da norma. Seguimos de lá e alcançamos a Unter Den Linden, a avenida que começa em frente ao portão de Brandenburgo. Fomos ao Neue Wache, um prédio muito bonito. Em seu interior tem uma unica escultura "Mãe com seu filho morto". Acima dela, no teto do prédio tem uma abertura. Esta escultura simboliza o sofrimento das pessoas na segunda guerra, pois ali (na abertura do teto), passa o frio, o vento, o clima adverso. O prédio foi construído bem antes da segunda guerra e adaptado para receber esta escultura. Bemao lado do predio está o museu de históra Alemã. Fomos somente no hall de entrada. Logo chegamos as margens do rio. Nosso objetivo era alcançar a Ilha dos Museus e visitá-los com nosso Berlim Welcome Card. A região está com obras (expansão do Pergamon Museum). A Ilha dos Museus (em alemão: Museumsinsel) é uma ilha no rio Spree, localizada no centro de Berlim, no distrito de Mitte. A ilha dos Museus é considerada como patrimônio Cultural mundial pela Unesco. Lá exsitem 5 museus que podem ser visitados com o Berlim Welcome Card. Fomos primeiro no Bode Museum: Seu nome é uma homenagem ao primeiro curador, Wilhelm von Bode, em 1956. Abriga uma coleção de esculturas, arte bizantina, moedas e medalhas. Abriga também uma das maiores coleções de numismática do mundo, de moedas que remetem ao começo da Casa da Moeda, na Anatólia do século VII AC até moedas atuais. Fomos na bilheteria e a moça validou nosso ticket do Berlim CArd, colocando nele a hora exata que estávamos validando e a data (isto à mão mesmo). Depois nos deu um ticket que seria usado juntamente com o cartão Berlim Card para acessar os outros Museus da Ilha. Explicou também que as exposições temporárias não estavam cobertas na visita com o Berlim CArd. Ok, tudo certo e entendido fomos entrar. Os museus de uma forma geral já são uma arte, pelas suas arquiteturas. Andamos bastante lá dentro e depois saímos e fomos almoçar. Seguimos perto da linha do Tram e almoçamos em uma pizzaria bem embaixo da linha do Trem e metrô(perto da estação FriedrichstraBe). O local é muito agradável e tem vários restaurantes. Comemos pizza, macarrão e bebemos vinho e suco. Pagamos 41,10 euros para os 4. Voltamos a "ilha dos Museus"e fomos entrar no Pergamonmuseum. Para entrar neste museu, como havia um número considerado de pessoas, ficamos esperando a nossa vez de entrar. Eles controlam o número de pessoas que estão dentro do museu, logicamente para não encher demais. Nós esperamos uns 15 minutos para entrar. O Museu tem este nome em homenagem ao Alter de Pergamon, um grande templo grego, datado de 180 a.c., que é uma das principais atarções deste museu. Nós entramos no museu com o nosso Berlim Card. O funcionário olhou nosso ticket e nós passamos. A atração já quase na entrada. A porta de Ishtar foi um dos portais da cidade mesopotâmica da Babilônia. Foi construída por volta de 575 a.C. por ordem do rei Nabucodonosor II no lado norte da cidade. Dedicado à deusa babilônica Ishtar, o portal foi construído em fileiras de azulejos azuis brilhantes mesclados com faixas de baixo-relevo ilustrando dragões e auroques (um tipo de bovino extinto). Depois alcança-se o Portão do Mercado de Mileto, sua construção data de 100 depois de Cristo. Consta que esta construção no museu tem 70% de peças originais. Chegamos ao Altar de Pérgamon. O Altar de Pérgamo é uma magnífica estrutura dedicada a Zeus, originalmente construída no século II a.C. na cidade grega de Pérgamo (atual Bergama, na Turquia). A construção, que sofrera muito com o tempo e estava destruída, foi escavada, no final do século XIX, em seu sítio original, e suas partes enviadas para a Alemanha por uma expedição arqueológica. é uma construção gigantesca e assim como as outras ocupa uma sala sozinha somente para ela dentro do museu. Ainda andamos dentro do meuseu e observamos as outra belezas que ele tem a oferecer> Depois do Museu de Përgamon, fomos ao Neues Museum, ao lado. Da mesma forma entramos com o nosso Berlim Card, sem problemas. Não havia filas de espera. Suas exposiçòes compreendem peças do antigo Egito, pré-história recente. As instalçòes são espetaculares e o nível da curadoria é impressionante. Sua principal atração éo busto de Nefertiti, de 1340 a.c.. Entramos lá mesmo para vê-la. Infelizmente não é permitido fotografas na sala onde fica o busto da Rainha Egípcia Nefertiti. Passeamos lá dentro observando as demais obras de arte. Depois saimos. Passamos em frente a Galeria Nacional de Arte (que poderia ser visitado também com o berlim Card), mas não entramos. Também passamos pelo Altes Museum e da mess\ma forma não entramos. Escolhemos entrar mesmo só nestes 3 museus anteriores. Fomos em direção a Catedral de Berlim. Não estavam deixando entrar mais para visitas, pois iria acontecer um concerto em seu interior às 18:00h e já eram 17:30h. Pegamos o ônibus 100 (utilizamos nosso ticket do Berlim Card) em frente a Catedral. ele faz um roteiro muito interessante pela cidade de Leste a oeste. Começa na Alexanderplatz e vai até o Zoo da cidade, passa pela Catedral, ilha dos Museus, portão de Brandenburgo, o parlmamento alemão, dentro do Tiegarten até o zoo. Os ônibus são de 2 andares, porém o segundo e todo fechado. É uma linha urbana da cidade, porém fica cheia de turistas. o ideal e sentar-se na parte de cima e de preferência na frente para ir observando a cidade e sua atrações. Descemos na parada final junto ao Zoo e também junto a estação do metrô (u-Bahn) U9 Zoologischer GArten. Pegamos o metrô U9 sentido Rathaus Steglitz e descemos na estação Walther Scheiber Platz. Ela tem uma saida para dentro de um Shopping onde se localiza a loja da Primark de Berlim (vão abrir outra perto da AlexanderPlatz). fomos lá fazer umas compras de roupas, já que o preços são bons e a qualidade também é boa. Compramos algumas coisas lá. Depois fomos comeer dentro do Shopping, na Pizza Hut. Pagamos 32,50 euros para nós 4. Depois pegamos o metrô U9 até a estação final da linha Rathaus Steglitz, onde ela se integra a linha S1 (s-bahn). Pegamos o S1 e descemos pertinho de nosso hotel. Detalhe interessante que nesta linha S1 passou a fiscalização dentro do trem e olhou nosso bilhete se estava certo e validado. tudo ok. chegamos no hotel mais de 22:00h.
  17. [t3]DIA 10/04 - IDA PARA BERLIM[/t3] Acordamos bem cedinho. Arrumamos tudo e descemos para o café que abria às 7:00h. Tomamos nosso café e logo descemos com as malas. Fizemos nosso check out. Tudo certinho. :'> Conforme combinado, nosso transfer para nos levar a estação ferroviária chegou na hora marcada, às 07:30h. Como já disse antes pagamos 390 CZK (algo em torno de 14 Euros) para este transfer, para nós 4. Foi uma Van que nos buscou, assim como no dia da chegada. O dia estava nublado e frio. Aproveitamos o passeio e ainda deu para tirar foto do prédio da "casa Dançante" (em checo Tančící dům) que é um prédio de escritórios no centro de Praga: Chegamos a estação Ferroviária. Pagamos conforme combinado e entramos. Como já disse o prédio tem um hall de entrada muito bonito, porém você tem que descer as escadas para acessar as plataformas. Embaixo do hall há muitas lojas e fast-food. Neste local você deve ter atenção redobrada com as pessoas uniformizadas que vem te abordar e perguntar (em Inglês) se você precisa de ajuda. Veio um até nós, e eu prontamente respondi que não precisa, que esstava tudo certo. Não há necessidade de ninguém te ajudar, pois no painel aparecem todas informações do seu trem, basta esperar. O cara que nos abordou acabou abordando um chinês que estava sozinho. Vimos que ele foi levando o chinês para a plaforma. Coincidentemente o chinês iria pegar o mesmo trem que nós. Já na plataforma o cara indicou para ele o local certo onde deveria embarcar e foi logo pedindo dinheiro. Ele insistia com o chinês que queria mais dinheiro, até mesmo em euros (uma verdadeira estorção) Portanto, se você tiver alguma dúvida, vá ao guiche, mas te digo que tudo que a gente precisa tem informado nos painéis. Nós compramos nossos bilhetes com antecedência, no site da CD a cia Theca de trens. Estavam mais baratos do que no site da DB ( a cia Alemã). https://www.cd.cz/eshop/default.aspx Nós pagamos 903 CZK (818 CZK + 85 CZK - pela reserva do assento) por pessoa (uns 33 euros). O trem estava marcado para às 08:29h com chegada a Berlim às 13:15h. Na plataforma tem o diagrama dos trens com as indicações do número de seu vagão. O nosso vagaão era o 259. Quando o trem parou na plataforma foi dificil saber qual era realmente o vagão 259, pois a indicação não estava em nehum local visível. Bom sendo assim entramos em um vagão qualquer e logo percebemos a numeração no vidro interno, na porta do outro lado. Descemos e fomos para o nosso vagão então. Os trens tem cabines de 6 pessoas e são bastante confortáveis, porém o espaço para malas não é suficiente. Como tínhamos marcado os lugares fomos para eles. Na nossa cabine já tinham 3 pessoas (alguém estava sobrando nela). Depois de muito explicar um homem levantou e saiu, provavelmente era ele que estava no lugar errado. A viagem é muito bonita neste trecho. Você vai margeando o Rio Elba. A paisagem é belíssima e vale a pena a viagem. Aproveitamos e acabamos almoçando no vagão restaurante mesmo. Foi a primeira vez que almoçamos em um vagão restaurante. A comida não é barata, pagamos 24,00 euros para o casal, mas é algo que nunca fizemos e então adoramos almoçar e observar ao mesmo tempo a paisagem da Alemanha. Chegamos em Berlim na hora marcada, às 13:15h. Berlim tem 2 estações (nesta linha). Desemos na central, Hauptbahnhof. A estação é enorme, acho que tem uns 4 andares(entre pisos subterrâneos, no nível da rua e elevados) Mas tudo é fácil de localizar. Subimos e chegamos no hall principal. Eu e minha cunhada fomos comprar os bilhetes do metrô e também o Berlim Card. Achamos a máquina e compramos o bilhete do metrô - pequeno grupo - de até 5 pessoas, que tem validade até às 03:00h do dia seguinte da validação, com passe ilimitado em todos meios de transportes da área A e B (pois não íamos a área C). por este Bilhete pagamos 16,20 Euros. Veja no site da VBB (cia que administra o Transporte de Berlim todas as tarifas e tickets): http://www.vbb.de/en/article/ticket-fares/ticket-fares/5649.html Depois fomos a uma loja de venda de bilhetes e compramos o Berlim Welcome Card. Nós compramos o Berlim Welcome CArd Museumsinsel 72h Berlim (AB), que custou 38,50 euros por pessoa. Além das viagens ilimitadas nos transportes públicos nas zona A e B de Berlim, incluindo aí o Aeroporto de Tegel você tem também reduções de até 50% em mais de 200 atrações e também direito a entrar livremente nos museus da "Ilha" (isto mesmo, Berlim também tem Ilha), que são 5 museus (exposições especiais não estão cobertas). Berlin Welcome Card. Bom, depois de comprado os passes, nós fomos para o metrô. Não íamos ativar ainda o Berlim CArd, pois íamos ativa-lo apenas no dia seguinte, por isto compramos o ticket de pequeno grupo. Nesta estação de Berlim passam Linhas do S-Bahn e uma do U-Bahn. Ambas são serviços de metrô. Já tinha nossa rota definida. Pegamos o S-Banh descemos em FriedrichstraBe e lá pegamos o outro S-Bahn descendo em AnhalterBahnhof, chegamos rapidinho em nosso hotel Ibis bugdeg Berlim City PostdamerPlatz. Fizemos o check in, e depois de nos ajeitarmos no quarto e ainda descansamos um pouquinho. Saimos por volta de 15:30h. Saímos e fomos para o Check point Charles, que era um posto Militar na divisa entre Berlim Ocidental e Berlim Oriental. Rápida explicaçào. Após o final da 2a. Guerra Mundial, Berlim foi dividida em quatro setores a oeste tinha os setores: Francês, Inglês e Americano; a oeste o Setor soviético. Quando da construção do muro de Berlim em 1961, os setores a oeste ficaram na Berlim Ocidental e o setor soviético ficou na Berlim Oriental. No Checkpoint Charlie, de um lado ficava o setor americano e do outro o setor soviético. Parte dele permanece intacta e ainda ficam lá uns caras vestidos de soldados para se tirar foto. (Eles cobram). Esta região é muito interessante da cidade e onde é possivel notar bem a diferença que existia entre os dois lados do muro. Foto antiga do local: Ali perto está o ChepointCharlie Museum que conta toda a história do muro de Berlim, incluindo as centenas de maneiras diferentes que as pessoas inventavam para tentar cruzar o muro. O local onde existia o muro de Berlim foi todo demarcado no chão (em toda a cidade), indicando que ali passava o muro.: Marca no chão por onde passava o muro de Berlim: De lá fomos ao museu "Topografia do Terror". Lá perto bem em frente a este museu tem uma parte enorme do muro ainda. Naquele lugar existiam o quartel-general da GEstapo, o comando central e serviço de segurança da SS e, após 1939, o Escritório do Comando de Segurança do Reich. O que você imagina de mais terrível do holocausto foi planejado ali, naquele local. De um lado, está o Muro de Berlim (um pequeno pedaço) e as ruinas das celas da prisão da Gestapo. De outro, está o prédio do memorial da Topograia do Terror. Nele possui uma exposição de altíssimo nível. São milhares de fotos, cartazes, textos, pequenas filmagens, tudo que se sabe sobre o holocausto e as persiguições nazistas. A entrada no museu e gratuita e ainda tem lum locker. Uma foto "de foto"expostas no local: Saímos de lá depois de visitarmos o museu e fomos tomar um lanche ali perto. DEpois seguimos andando e chegamos na PotsdamerPlatz. Este local foi totalmente revitalizado após a queda o muro de Berlim. Tem prédios novíssimos e é um local muito bonito. É o símbolo da Berlim Moderna, nela localiza-se o Sony center (fomos noutro dia). De lá seguimos e passamos pelo memorial das vitimas do holocausto. Parece um cemitério, com mais de 2 mil blocos de concreto. Continuamos seguindo e alcançamos o portão de Brandenburgo (Brandenburger Tor). O Portão de Brandenburgo é o principal símbolo de Berlim. Foi palco de importantes acontecimentos ao longo da história Alemã. Durante a guerra fria esteve rodeado pelo muro de Berlim e foi um símbolo de separação da cidade (ficou do lado oriental) e ao mesmo tempo da reunificação da cidade, com a queda do muro em 1989. em frente ao portão hoje estão localizadas embaixadas (EUA, França, Britânica). Seguimos mais um pouco a frente e chegamos no prédio do Parlamento Alemão (nossa visita seria em outro dia). Fomos lá para tirar foto a noite. O Local é muito bonito e bem vigiado. Fomos em uma loja ali pertinho e ainda compramos umas coisinhas. Voltamos para o portão de Brandenburgo e de lá pegamos o S-Banh para o nosso hotel. Chegamos ao hotel as 20:50h. Dia corrido. :'> Adorei Berlim, cidade apaixonante.
  18. [t3]DIA 09/04 - PRAGA[/t3] Acordamos, descemos para o nosso café da manhã, que assim como no dia anterior estava cheio de Italianos. Saímos do hotel por volta de 09:00h. Como não tínhamos bilhete para o TRAM fomos até a estação do funicular, que fica perto do hotel, e compramos os tickets unitários, com validade de 30min, por 24 CZK cada bilhete. Íamos para o Castelo de Praga. Existe a opção de ir a pé, até não é longe, mas preferimos ir de TRAM mesmo. O dia estava nublado e muito frio . O vento é pior, aumenta a sensação de frio. Pertinho do hotel pegamos o TRAM 22. Este TRAM passa sempre cheio, apesar de não demorar quase nada. Valide o ticket dentro do TRAM nas máquinas e tome cuidado, pois como ele está cheio é comum os pickpocket agirem nele (nós fomos alertados por quem já havia visitado a cidade). Descemos na parada Kralavasky Letohradeck, que a anterior a parada que dá acesso a entrada principal. Nesta parada voc6e acessa diretamente o Palácio real de Verão e passa pelos Jardins Reais. Caso desça na outra e queira ver os jardins terá que voltar. Como queríamos passar pelo jardim optamos por descer ali mesmo. Os jardins são muito bonitos e estavam muito bem cuidados. Vale a pena passar por ali. Há ainda nos jardins uma estufa de plantas enorme. Chegamos ao CAstelo de Praga, na pátio interno. O Castelo de Praga é uma das construções mais importantes da cidade. Foi fundado no século IX e atualmente serve como a residência presidencial, antigamente habitado pelos reis da Boêmia. Em seu interior encontra-se Catedral de S. Vito, Torre da Pólvora, Palácio Real do Castelo de Praga, Torre Dalibor, Convento de São Jorge, Palácio Lobkowicz e a Viela Dourada. Tem dois grandes portões (muito bem vigiados) como entrada e saída (um acessado pelo TRAM e outro acessado por quem vem do centro a pé, pela rua Nerudova). Fomos comprar os bilhetes de entrda. Compramos o bilhete que dá acesso a 7 atrações (as principais a meu ver). Custou 350 CZK por pessoa. logo fomos a nossa primeira atração. Catedral de São Vito: A Catedral de S. Vito é a casa so tesouro da Boêmia e abriga jóias da Coroa, que rramente ficam em exposição. Seu interior é espaçoso e rico em detalhes. A visitação paga (pois você pode entrar em uma pequena área livre) permite conhecer diversos obejtos preciosos, que Vão de pinturas medievais, vitrais modernos, criptas com túmulos reais além do túmulo de prata de São João Nepomuceno. Túmulo de prata de São João Nepomuceno: Sáimos da Catedral e fomos procurar a outra atração. A torre de Pólvora. A Torre da Pólvora era uma 13 torres defensivas que faziam parte das muralhas que rodeavam a cidade velha, mas é a única que se encontra de pé nos dias de hoje. Depois passou a função de armazenagem de pólvora, daí o nome que tem até hoje. No seu interior funciona uma museu com objetos do exército. Seguimos e fomos a Basílica de São Jorge. É a mais antiga construção religiosa da região do castelo, fundada no século X; Destaca-se em seu interior a capela de Santa Ludmila, a primeira martir cristã Tcheca. Depois vamos na Viela Dourada. Uma rua, fechada, com acesso somente com o ticket que retrata como eram as casas antigas dentro da fortaleza (onde hoje é o castelo de Praga). Tem algumas casas com móveis, armaduras e muitos equipamentos como facas e lanças. Um pouco abaixo tem o Museu dos brinquedos, que não está incluído no ticket. Por isto não entramos. Chegamos a um local onde havia salas de torturas (msmorras mesmos). É impressionante os equipamentos utilizados . chegamos a um ponto do castelo de onde se vê a cidade. Temos uma belas vista da cidade. Fomos ao Palácio Rosenberg, porém não podemos tirar fotos de seu interior. Fomos ao Antigo Palácio Real, que também não permitiu fotos em seu interior, somente com pagamento de taxas extras Depois das visitas seguimos até o pátio principal. Saímos pela outra entrada, que dá acesso a rua Nerudova. A Rua Nerudova (Nerudová Uvoz) tem edificios em estilo barroco. nela funciona várias lojas e restaurantes. Antes do sistema de numeração, as casas eram indicadaspor símbolos. e nesta rua podemos ver estes símbolos que esão indicados na fachada nas casas. Chegamos a praça da Igreja de São Nicolau. Antes de entrarmos na igreja, fomos almoçar. comemos Goulash, panqueca de espinafre e batatas. bebemos vinho e suco. Pagamos 575 CZK para o casal. Após o nosso almoço (quase café pois já era tarde) fomos a Ig. de São Nicolau. Paga-se 50 CZK para entrar, por pessoa. A igreja foi construída no século XVIII. Tem grandiosas paredes, uma alta cúpula e a torre do sino. Tem no seu interior diversas pinturas e estátuas, além de um órgão com 2500 tubos, que segundo consta, foi tocado por Mozart. Pode'se subir na torre da Igreja (coom 215 degraus - tô fora). https://lh4.googleusercontent.com/-Bgm_hxAgICg/U4nhEmViI7I/AAAAAAAACdo/7qchopT75Uo/w769-h577-no/DSC06610.JPG Depois da visita a Igreja descemos mais um pouco e chegamos novamente a ponte Charles. Passeamos nos arredores da ponte, entre ruelas e pequenas lojas. Compramos algumas coisinhas. Atravessamos a ponte Charles e do outro lado seguimos margeando o rio. Fomos voltando devagar para o hotel. Atravessamos o rio novamente e ainda passamos em um pequeno mercado para comprar algumas coisinhas para comer e água. No outro dia íamos sair cedinho para viajar para Berlim. Chegamos no hotel já era noite.
  19. oi, Desculpe a demora na resposta, mas esta semana não foi possível acessar o site. Os países europeus (em sua maioria) pertencem ao Tratado de Schengem. "O Acordo de Schengen é uma convenção entre países europeus sobre uma política de abertura das fronteiras e livre circulação de pessoas entre os países signatários". No primeiro país que você chegar você terá que passar na imigração e lhe será dado o visto. Noutros países você pode entrar sem necessidade de outro visto, A Inglaterra não faz parte deste acordo, logo para sair de qualquer país e entrar na Inglaterra você passará novamente pela Imigração. Consulte no site abaixo a lista dos países que têm livre acesso. http://pt.wikipedia.org/wiki/Acordo_de_Schengen Fernando.
  20. [t3]DIA 08/04 - PRAGA[/t3] O dia amanheceu nublado. Descemos para o café, muito bom, diria excelente . O hotel Roma Praga por ter este nome atrai bastante Italianos. Na hora do café da manhã achei que estava na Itália. Só tinha italianos no café, a maioria pessoas adultas e mais idosos. Cheio. Gostamos muito deste hotel. Saímos por volta das 09:30h. Começou uma pequena chuva fina e logicamente esfriou um pouco mais , mas um frio suportável. Fomos em direção a Charles Bridge, uns 5 minutos a pé de nosso hotel. No caminho a gente passa por umas esculturas diferentes, dentro do Kampa Garden. Uns bebes enormes, em bronze. E também uma fileira de pinguins amarelos. kkkk. Este jardim é bem ao lado da Charles Bridge, do lado da cidade que fica o castelo de Praga. Chegamos a Charles Brigde rapidinho. Neste local você pode acessar a ponte por umas escadas, já saindo depois da sua entrada principal (torre). A Charles Bridge é a ponte mais velha de Praga, e atravessa o rio Moldava. É a segunda ponte mais antiga existente na República Tcheca. :'> Nela somente há circulação de pessoas. Nas suas extremidades estão duas torres, onde é possível subir (eu vi em uma) até o topo e ter uma visão proveligiada da torre. Nela há também 30 esculturas barrocas (dizem que são réplicas das originais que estão no museu da cidade), inclusive a de São João Nepomuceno, que foi jogado no rio desta ponte, Vimos também algumas pessoas ajoelhadas pedindo esmolas. Émuito bonita e cabe também uma visita a noite para ver esta ponte iluminada. Estátua de São João Nepomuceno. Andamos bem devagar na ponte observando todos os detalhes e também a vista do Rio e da cidade: De lá fomos a Old Town Square: É nela que os milhares de turistas passam. Estava muito movimentada, cheia de gente mesmoNo entorno da praça tinha muitos restaurantes (preços variados. Nela se encontra também o famoso relógio Astronômico (Orloj). O Orloj é um relógio astronômico medieval. Este relógio foi montado na parede sul da Prefeitura Municipal da Cidade. Ele não marca apenas as horas mas mostra também a posição do sol, da lua e das estrelas, enquanto sua torre mostra os signos do zodíaco e as estações do ano. De hora em hora (não é telesena ) uma procissão de bonecos (tem apóstolos no meio deles) de madeira saem do relógio (aparcem nas janelas). Ainda faltava uns 20 minutos para o meio dia. Então fomos andar ali perto mesmo. Fomos na Igreja de ST. Nicholas. Ela é bonite e tem um candelabro maravilhoso: Quando saimos da Igreja voltamos para ver o espetáculo do Relogio (nós e uma multidão de pessoas) Dua uns minutos (bem menos que a apresentação em Munique) Voltamos a praça que estava lotada de gente e com várias barracas vendendo muitas coisa, alem do que estava bastanteenfeitada: Gostamos mesmo desse tal TRDELNIK. Uma espécie de pão (massa de rosca) assado de forma enrolada em um tubo. Fomos a Irgeja Týn (que estava fechada naquele momento). Então fomos almoçar. Achamos o restaurante Mama Lucy. Lácomemos pato, salada, sopa e bebemos agua, suco e vinho. Pagamos 550CZK (para o casal); De lá fomos ao Monastério Agnos (convento Santa Agnes). No caminho ainda é possível encontrar esculturas: Entramos na parte aberta ao público geral. O convento é um complexo arquitetônico que engloba uma Igreja, uma capela, um oratório e um mausoléu. No museu a gente não entrou. Saimos de lá e fomosem direção a Sinagoga Espanhola. Pagamos 140 CZK para entrar (para duas pessoas). Não é permitido fotos em seu interior. É muito bonita e vale a pena entrar. Passamos pela Rua Parizská, que so tem lojas de grife. Antes paramos em um café e tomamos um capuccino. Chegamos novamente a Praça Velha e agora fomos de novo na Igreja Tyn (que agora estava aberta). A sua entrada é dificil de localizar. Você tem que entrar em um corredor ao lado do restaurante. Sua entrada está no final: Não é perimitdo fotografar em seu interior. a igreja é bonita e vale a visita. SEguimos agora para a Wenceslas Square, local onde aconteceu algumas manifestações da " primavera de Praga". é um local com várias lojas e um comércio forte. ao final da Praça está o Museu Nacional da cidade, que estava fechado para reformas. entamos ali para descansar e avabamos comendo uma pizzas compradas em um pequeno restaurante ali perto mesmo. Depois fomos voltando para a beira do rio. Queríamos pegar a ponte a noite. o cair da noite deu para fazer belas fotos da ponte Charles e da cidade:
  21. [t3]DIA 07/04 - IDA PARA PRAGA[/t3] Acordamos, acabamos de arrumar tudo e descemos para o café. O Guilherme que tinha se juntado a nós na chegada a Munique, já havia partido para a Inglaterra onde estuda. E nós quatro seguimos nosso caminho, agora indo para Praga. Saímos do Hotel por volta de 09:00h. A Rodoviária de Munique (Munchen ZOB) ficava a uns 15 minutos a pé do nosso hotel. Quando pesquisamos a respeito do ônibus entre Munique-Praga, tinha lido que se pegava o ônibus em uma rua perto da estação de trem HBF. Porém, agora eles construiram esta estação rodoviária. Na verdade dos lugares onde já fui, esta estação rodoviária é a que mais se aproxima das rodoviárias aqui do Brasil. Bom, eu comprei a passagem de ônibus pela internet antecipadamente no site da DB: http://www.bahn.de/i/view/overseas/en/index.shtml Paguei 58,00 euros para 2 pessoas. Uma coisa que esqueci de relatar. Quando você compra no site da DB, você informa o cartão de crédito, claro. Não se esquece de levar o mesmo cartão utilizado, principalmente no caso de viagens de trens. O fiscal que passa pelos trens além de lhe pedir o bilhete, pede também o cartão usado na compra. Esta informação vem escrita no bilhete que você recebe por e-mail. Bom, voltando ao nosso ônibus, nosso bilhete era para 10:00h. Chegamos lá por volta de 09:30h, antecipadamente para não termos supresa. Achamos o local corretamente para o embarque: Nosso ônibus chegou e logo começou o embarque. Era um double-deck. na parte de cima fica a classe econômica e na de baixo a primeira classe que tem um espaço melhor. O ônibus encheu com uma turma de estudantes (adolescentes) e os professores (ou monitores). Mas ao contrário do que imaginei eles ficaram quietinhos a viagem inteira. O ônibus partiu na hora exata e a vaigem foi até tranquilha. Belas paisagens. o ônibus não para em nenhum local para nós descermos. Sào 2 motoristas que se revesam na metade do caminho. Tem banheiro e lá dentro o motorista reserva fica responsável por vender água, bebidas e snacks. :'> Chegamos em Praga às 14:30. O ponto final do ônibus é em frente a estação ferroviária principal da cidade de Praga, bem na rua mesmo. Fico pensando se estivesse chovendo forte, como faria o motorista. Tudo bem, não estava chovendo. Descemos e fomos esperar o serviço de shuttle que tínhamos contratado. Como estávamos preocupados com os táxis em Praga achamos melhor contratar o serviço de Shuttle da empresa Prague Airport Transfers: http://www.prague-airport-transfers.co.uk Fiz a reserva da nossa chegada, dia 07/04 e de nossas saída (10/04) antecipadamente. É muito simples no site e a gente não paga nada antecipado. Cada trecho foi reservado por 390CZK (Coroas), ou aproximadamente 14,00 euros para nós quatro. (Compensa muito). Enquanto esperava,fui lá dentro na estação conhecê-la. Na verdade fui ver se o nosso motorista não estava no restaurante Bob's (lá na estação). Quando você chega de trem eles combinam como meeting point o Bob's da estação. Quando voltei para fora ele já estava lá me aguardando: Tranquilho. Conforme combinado ficamos no hotel. Paguei os 390 CZK e ele confirmou nossa saída, nos entregando um voucher com a data da saída e a hora que eles iriam nos pegar no hotel. :'> Fizemos nosso check in. Subimos. Por volta de 16:00h saimos para almoçar. Fomos em um restaurante simpático bem pertinho do hotel. Pagamos 782 CZK na comida e bebidas. Comemos frango grelhado, salada, macarrão ao molho e arroz. Tomamos suco e vinho. De lá fomos em direção ao funicular que dá acesso ao Petrin Hill. Antes passamos e vimos a escultura feita em homenagem as vitimas do comunismo; Chegamos a estação do Funicular: Havia 3 máquinas para comprar os tickets. Nós já tinhamos dinheiro, mas a máquina só aceitava moedas ( de 1 a 50 CZK). Foi difícil conseguir juntar as moedinhas e para complicar só duas das máquinas ainda tinha troco suficiente. Depois de uns 10 minutos conseguimos comprar os tickets. Você pode comprar o ticket para 30 minutos, 90 minutos e para 24 horas. A máquina tem informação em Inglês (Felizmente). Compramos o ticket para 30 minutos apenas. Subimos no funicular. Na subida você vai passando em meio a belíssimas árvores: Chegamos ao Petrin Hill. É uma grande e agradável área verde. Há inúmeras atrações, inclusive a torre Petrin que possui um formato similar a torre Eiffel de Paris (guardada as proporções). A torre de observação (com 60 metros de altura). Você pode subir ao topo dela. Sào 300 degraus ou então você pode pagar o elevador para subir. Nós subimos de elevador. Voc6e paga 120 CZK (ingresso da Torre) + 60 CZK se quiser subir de elevador (foi o nosso caso). logo pagamos 180 CZK por pessoa para subir na torre. O elevador é apertadíssimo e quem tiver medo de lugares apertados sofre. Mas a subida é rapidnho. A vista lá de cima é maravilhosa. O castelo de Praga: A Chares Brigde: O local não tem muito espaço, mas a gente vai revesando para tirar fotos. Descemos e fomos no labirintos dos Espelhos. (180 CZK para 2 pessoas) Depois saímos de lá e ficamos andando no parque. Observando as pessoas e os lugares. Há também um observatório que estava fechado. Abre das 21:00 às 23:00h. Fomos para a estação voltar. Agora nós já tinhamos moedas para comprar nas máquinas os bilhetes de volta. foi mais fácil. Quando descemos para a cidade a noite já estava caindo. Passamos no hotel para pegar roupa de frio. Depois fomos jantar. Voltamos no mesmo restaurante ali pertinho. Tomamos sopa, depois café e água. Pagamos 135 CZK para 2 pessoas. Voltamos para o hotel por volta de 20:45h.
  22. [t3]DIA 06/04 - DAY TRIP A FUSSEN[/t3] Acordamos atrasados, oh sono bom O relógio não despertou. rapidinho descemos e tomamos nosso café (nossos companheiros de aventura já estavam nos esperando. Íamos pegar o trem para Fussen às 08:40h. Andamos rápido e como a HBF era pertinho logo chegamos. Compramos o Bayern ticket na máquina na prórpia estação, pagamos 39,00 Euros no Bayer Ticket para 5 pessoas. Como já expliquei com ele você pode viajar em um pequeno grupo de até 5 pessoas. Serve também para o transporte local e vale da hora em que você compra (desde que seja depois das 9:00h até às 3:00h do dia seguinte. Detalhe: Tem que o nome de todos, para uma eventual conferência. Para Fussen tem trens que fazem uma conexão, dependendo do horário. Esse que pegamos era direto. Embarcamos e o trem partiu como de costume, na hora exata. Aí é só aproveitar a viagem. O fiscal passou e validou nosso ticket, já que indicamos quem eram as 5 pessoas do nosso pequeno grupo. Chegamos a Fussen por volta de 10:30h. Na estação de Fussen tem um locker para aqueles que quiserem deixar mochilas: Saindo da estação virando a direita já tem ônibus a espera dos passageiros do trem que te levarão ao local de acesso aos Castelos de Fussen. Detalhe importante. Com o bayern ticket você já garante a passagem do ônibus( que é 2,10 por pessoa/trecho), não precisa pagar mais nada. :'> Só não garante o lugar, já que se não correr irá em pé mesmo. O ônibus te deixa em um ponto de apoio bem aos pés dos castelos, (uma pequena vila - Hohenschwangau), onde tem banheiro e lojas. O tempo estava bem encoberto e não avistávamos o castelo devido a neblina. Seguimos entramos num retaurante e tomamos um café. Depois seguimos para a subida. Logo em seguida encontra-se o ticket office. Mapa com a informação dos 2 castelos: Neuschwanstein e hohenschwangau https://lh3.googleusercontent.com/-B1XFBDcYydM/U06CWU5tOSI/AAAAAAAAgN8/lklfLY1j_EM/w769-h577-no/IMG_20140406_111833574.jpg Detalhe: É o unico local onde se vendem os tickets para visitar os 2 castelos. portanto se você vai entrar neles, ou em um deles, já compre o ticket, principalmente em si tratando do Castelo de Neuschwanstein, que fica no alto da Serra. Na entrada do castelo não vendem tickets e se você chegar lá e quiser entrar, terá que voltar tudo para comprar o ticket. Quando você compra o ticket ele já vem indicado a hora de sua visita no castelo. Portanto faça as contas direitinho do tempo para não se atrasar. As visitas ao interior do castelo de Neuschwanstein são guiadas em Alemão ou Inglês, mas você pode pegar um audio guide em português. Para chegar ao Castelo de Neuschwanstein (que está no alto do Morro) você pode subir de Charrete, a pé (apesar da belíssima paisagem e do ar puríssimo, tô fora ) ou de ônibus (2,60 por pessoa, ida-e-volta). Acredito que a pé você deve gastar uns 30 minutos andando normalmente. Bom nossa opção unanime foi o ônibus. Ele vai cheio, mas rapidinho chega lá em cima. A gente pára bem pertinho da Marienbrücke, ou ponte de Maria, de onde se tem uma belíssima vista do Castelo (talvez a mais famosa vista dele). A vista da ponte é realmente fabulosa. Lá embaixo passa um riacho de água limpas. De lá continuamos seguindo até alcançarmos o castelo. A neblina já havia dissipado e já víamos a vila e o Castelo de hohenschwangau lá embaixo. Continuamos agora em direção ao Castelo. Há muita gente neste caminho. Chegamos a entrada do Castelo. E como disse você tem a indicação correta do hora que você vai entrar, de acordo com o seu ticket. Basta acompanhar no painel que fica bem na entrada do castelo. Até este ponto (patio externo do castelo) todos podem ir gratuitamente,. Deste ponto se avista a ponte de Maria Marienbrüke: O CAstelo de Neuschwanstein é na verdade um castelo inacabado. Ele é enorme por fora, mas por dentro tem muitas salas indisponíveis a visitação, pois nunca ficaram prontas, mas as que ficaram porntas dizem são bonitas e bem ornamentadas. Nós não entramos, queríamos mesmo é fazer a visita ao local e aproveitar a belíssima paisagem. Ficamos ali naquele espaço um bom tempo aproveitando a paisagem. Depois voltamos a parada do ônibus e fomos almoçar num restaurante do Hotel Müller. Para nós 5 pagamos 62,20 euros (Comida e Bebida). A comida é boa e o restaurante não é muito caro não. Vale a Pena. Depois do almoço fomos andar por ali mesmo. vimos o CAstelo de hohenschwanga: Seguimos em direção ao lago para fazermos uma fotos do local; De lá voltamos para a parada do ônibus que nos levaria de volta a Est. Ferroviária. Pegamos o trem para Munique às 16:06. Volta tranquilha e o trem não encheu. Chegamos a Munique as 18:00 h. Compramos algumas coisinhas de comer ali mesmo, no terminal. aproveitei para trocar minhas garafas de plástico novamente e já usar os tickets. Fomos descobri onde era a estação Rodoviária, que ficava ali pertinho, para que a gente não errasse o caminho noutro dia. Depois voltamos para o hotel. No dia seguinte nosso caminho era Praga.
  23. Obrigado. Então. Eu também fiquei pouco mais do que 2 dias e meio em Viena, já que fiz um Day-trip em Blatislava. Eu acho que deu para fazer tudo que eu quiz. Você já percebeu que a gente anda muito (pior do que cachorro sem dono) . Agora eu particularmente gostei mais de Viena do que de Praga (ainda não relatei Praga, mas chego lá). Viena para mim é um Show, superou em muito meu gosto por Paris (que já achava ótima). Mas Praga também dá um Show. O fato é que cada uma tem suas pecularidades e fica até difícl de comparar. Abraços. Fernando.
  24. Valeu, É bom compartilhar. A gente se dedica escrevendo a nossa vivência (o que ajuda a manter as lembranças também). Espero que assim posso ajudar, pois retiro praticamente tudo das minhas viagens neste site. é minha contribuição pela ajuda que retiro aqui. Qualquer dúvida pode perguntar. Abraços.
  25. [t3]DIA 05/04 - MUNIQUE[/t3] O dia amanheceu nublado e aparentemente com jeito de chuva. Descemos, tomamos o café da manhã(muito bom, no padrão Ibis). Saímos do hotel por volta de 09:30h. Fomos até em direção a Est. Ferroviária. Em frente a estação tem uma parada do Tram. Compramos na máquina o ticket diário para 5 pessoas. Não anotei o valor e não guardei o ticket. Com este ticket podíamos andar em qualquer meio de transporte na cidade, durante o dia todo. Pegamos o Tram 17 ali mesmo em frente a estação e fomos em direção ao Castelo de Nymphenburg (Schloss Numphenburg). Dentro do tram a gente aproveita para conferir o roteiro e os mapas: Tem uma parada logo em frente (uns 5 minutos até a entrada ) ao castelo, logo depois do canal. Descemos e fomos caminhando margeando o canal, o qual provavelmente era limpíssimo, devido aos peixes e marrecos que lá estavam. por sinal, rio poluído e sujo a gente não vê. Com certeza eles tratam bem as águas e canais pela Europa. https://lh4.googleusercontent.com/-9kDh_cBfTWc/U3vX1F2OPQI/AAAAAAAACEs/j_M1E1teT5U/w769-h577-no/DSC05897.JPG Chegamos a entrada do castelo. O castelo de Numphenburg esta aberto diariamente a partir das 09:00h. Foi residência de verão dos antigos reis da Baviera. A entrada do castelo é paga mas é possivel visitar seu lago e jardins gratuitamente. No lago tem até cisnes. Estava com um ventinho bem frio ali. resolvemos não entrar e fomos em direção aos jardins nos fundos do palácio que sao enormes e por onde ainda passa o canal, assim como na frente do Castelo. O local é usado por muita gente para passear e fazer caminhadas, já que aberto. Paramos em um restaurante nos jardins do castelo e comemos umas tortas doces. continuamos a nossa andança até o final dos jardins. Saímos dos jardins do palácio pelos fundos, do outro lado por onde entramos. Estávamos procurando a estação do "S-Bahn", mas ela estava ainda um pouco longe e acabamos chegando a um Bairro onde muitas casas estavam decoradas os seus jardins à espera da comemoração da Pascoa. cheio de ovinhos coloridos nos jardins e pendurado nas árvores. chegamos a uma avenida. La pegamos um ônibus em uma parada. (primeiro ônibus que pegamos nesta nossa viagem) e entramos pela porta do meio. Aí que descobrimos que estávamos errados, pois o motorista ficou resmungando lá na frente. Tinha que entrar pela frente e mostrar o ticket para ele. Na saída o Guilherme foi até a frente e mostrou o ticket. Descemos na parada junto ao ponto final do Tram 17. Pegamos o Tram e seguimos novamente para o centro da cidade. Descemos perto da Karlsplatz. Embaixo da praça tem um mini shopping com lojas e muitos lugares para se comer, isto tudo embaixo da praça, no sub-solo. lá também tem a estação do S-Banh. Estávamos procurando o restaurante "My Indico". Um restaurante muito interessante com uma comida barata e boa: Tinha até arroz, sem tempero, mas era arroz: O prato do dia era 5,80 euros ou 6,10 euros dependendo da sua escolha. A salda era pesada a parte 1,40 euros/100 gramas. Seguimos de lá para a KaufingerstraBe, o calçadão: entramos na Igreja St. Michael, que fica bem ali. https://lh5.googleusercontent.com/-FI5Ma-LecPQ/U3vY33aMRqI/AAAAAAAACGA/mC2C4XhBZzM/w769-h577-no/DSC05948.JPG Continuamos no calçadão e ainda encontramos a nossa bandeira numa loja: Seguimos em direção a MaxJoseph Platz. Nesta praça localiza-se o Staatsoper (Ópera de Munique). Ao Lado está a Royal Residence ou simplesmente Residenz. O "Residenz" foi a residência oficial dos duques dos reis da Baviera. É o maior palácio urbano na Alemanha, servindo, atualmente, como um museu considerado um dos mais belos da Europa. Também abriga uma sala de concertos, a Casa do Tesouro Real e o Teatro Cuvilliés. Olha os preços ai para se entrar: Seguimos depois de uma parada para o descanso e chegamos logo na OdeonPlatz onde está a Theatinerkirche ou igreja dos Teatinos e São Caetano, é uma igreja dedicada a Caetano de Thiene, Na praça estava acontecendo uma manifestação "para salvar a Venezuela". Seguimos e entramos no Hofgarten, um jardim super charmoso, nos fundos do Residenz. No centro do jardim tem uma cosntrução que lembra as cúpulas das igrejas. Ali dentro estava um jovém se apresentando com seu violoncelo. Paramos um pouco para admirar. Deu vontade de ficar ali ouvindo aquelas belas músicas que ele estava tocando. https://lh6.googleusercontent.com/-5V7eDnE_T0w/U3vaP8Lth2I/AAAAAAAACHo/i0SK7BbXfA0/w769-h577-no/DSC05970.JPG https://lh4.googleusercontent.com/-iQdFYrKsbZo/U3vaeX7xHAI/AAAAAAAACH4/wZFJa8aXCr8/w769-h577-no/DSC05981.JPG Seguimos mais um pouco e chegamos no englischer Garten. É um parque bem no meio da cidade com muito verde. É local de caminhada das pessoas, andar de bicicleta, corridas etc. Lugar especial para sentar e descansar. Tem um riacho que corta o parque com água limpinha. É o parque que tem surfistas também, apesar de nós não vermos. O parque abriga algumas construções interessantes como o Monopteros, um templo em estilo neoclássico, fantástico. etem também a torre chinesa. É linda e está no "biergarten" existente no parque. Há bandinhas típicas de músicas alemãs que tocam nela. Nós sentamos ali. comemos e bebemos um pouco. Depois de passar um tempo bom ali (finalzinho de tarde bem animadinha), saímos pelo outro lado do parque e pegamos o ônibus 154 que deu a volta passando atrás do parque (ao norte) e saiu na LeopoldstraBe. Descemos perto do Siegestor.(POrtão da Vitória) antes da segunda guerra o portão era dedicadoà glória do exército da Bavária.Após ser severamente danificado na segunda guerra o Siegestor nunca mais foi reconstuído totalmente, tornando-se um monumento para se lembrar que toda a guerra é cruel. Isto pode ser confirmado com uma inscrição em sua parte de trás (ainda destruída) que diz: "Sieg Geweit, Vom krieg Zerstört, zum Frieden mahnend" (Dedicado a vitória, destruído pela guerra, símbolo da paz). Pegamos o U6 ali mesmo na stação Universität e descemos na Fröttmaning (onde encontra-se o Allieanz Arena). A estação é bem moderna e ampla. fomos a pé até a arena, uns 5 minutos de caminhada. Não tem erro. Já era umas 19:40h. O estádio se ilumina às 20:00h. Esperamos para ver, é claro. Tem visita guiada, porém e'bem mais cedo. Nós só ficamos ali fora mesmo. Voltamos para o metrô e descemos MarienPlatz. Seguimos a pé até a HBF (estação de trem) para trocar as garrafas de água por tickets. Vou explicar. toda garrafa plástica na Alemanha de água que tem este símbolo abaixo, na hora da compra você paga 0,25 centavos a mais no preço do produto. (Se está marcando 1,50 euros você vai pagar 1,75 euros) Este acréscimo no preço (não estou bem certo) é referente ao serviço de reciclagem da garrafa. porém você pode ressarcir este valor, desde que deposite a garrafa plástica em uma das máquinas de recolhimento (que já tritura a garrafa). Eu já tinha localizado uma na estação Haufbahnhoff (Hbf). como esta ai: então fiz a entrega das garrafinhas. Não me lembro quanto juntei, mas acabei trocando e recebi o ticket com o valor de crédito que eu tinha. Com este ticket você pode comprar outras garrafas e ter este desconto, até mesmo outros pordutos. Só precisa descobrir ao certo qual estabelecimento vai aceitar este ticket. Da li voltamos para nosso hotel pois já eram quase 21:00 horas.
×
×
  • Criar Novo...