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Fernando Mello

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Tudo que Fernando Mello postou

  1. 16/04 – PARIS – VERSAILES – PARIS Acordamos cedo. O dia estava belo como nos anteriores. Tomamos nosso café da manhã. Subimos e nos preparamos para o dia. Iríamos a Versailes (Chateau de Versailles). Como de praxe arrumamos nossa mochila com roupas de frio, pois não sabíamos o que iríamos encontrar. Vale a pena dar uma olhadinha no jornal antes de sair (faz de conta que está entendendo....). Saímos, tomamos o metrô linha 6. Descemos em Bir-Hakeim. Esta estação faz conexão com o RER “C”. como já disse anteriormente, nosso passe de transporte (Paris Visit) não é permitido usar para viagens além da zona 3. Portanto, ao chegarmos na estação Champde Mars-Tour Eiffel do RER fomos comprar o ticket do RER. Não tinha ninguém no guichê. Bom sendo assim fomos encarar as máquinas de venda de bilhetes. Enquanto estávamos tentando entender, o funcionário do guichê apareceu e nos chamou para nos atender. Melhor assim. Compramos os tickets do RER para Versailes (3,05/cada), só para a ida. Da mesma forma que o outro ticket, este também é liberado pela máquina (mesmo sendo apenas de ida). Você deve mantê-lo consigo durante todo o trajeto para verificação do fiscal, caso ocorra. Nesta estação do RER passam 3 trens diferentes do RER C. Preste atenção!! Nós íamos pegar o para Versailes Rive Gauche. Tem na plataforma painéis com o horários dos trens e qual está próximo. Foi fácil. Logo veio o nosso. É um trem diferente do metrô. Confortável, nem de longe parece um trem que vai para o subúrbio de uma cidade. A viagem durou aproximadamente 30 minutos. Chegamos a Versailes já eram 9:30h. A estação de Versailes é a última da linha. Saímos, mas não vimos indicação do Castelo. Segue-se o fluxo então. Na verdade, saia da estação e vire a direita. Siga pela Av. Du Général de Gaulle até a av de Paris. Vire a esquerda e siga reto. Sai na frente do Castelo. É perto, uns 10 minutos a pé. Na frente do Castelo, ficam os carros e ônibus. Havia muitos ônibus e muita gente. Acho que por ser sábado, o movimento era maior. Seguimos e fomos a nossa esquerda. Havia uma fila de pessoas entrando e fomos nela. Parecia um túnel, passamos nos detectores de metal e logo entramos com nosso ParisMuseum. Fomos seguindo o caminho do mapa interno do castelo. Fomos da sala de Hércules até a sala dos espelhos. Porém havia muita gente dentro. Estava um calor insuportável e estava até difícil de ver as atrações. Acho que entra gente demais. Não estávamos nem conseguindo tirar fotos. Resolvemos sair de dentro do castelo e fomos para os jardins. Para ter acesso ao jardim tivemos que pagar 8,00 euros. Perguntei se com nosso cartão ParisMuseum teríamos acesso gratuito. Não !!! então pagamos. Os jardins são simplesmente maravilhosos. Há muitas fontes que em determinados horários funcionam. Há também um sistema de som que fica tocando música clássica. Isto nos faz sentir dentro de um filme. há muitas esculturas espalhadas por todo o jardim. Os jardins são todos certinhos, com topiaria. Há muitas flores em determinados jardins. Para quem quiser, pode alugar um carrinho, veículo elétrico. Para alugá-lo você deve apresentar sua carteira de motorista. Como eu não tinha levado a minha, não alugamos. O preço, se não me engano, era de 30,00 euros por 1 hora. Fomos descendo pelo jardim. Como é muito grande, escolhemos um caminho e seguimos por ele. Descemos até a parte do lago onde tem barcos. A gente saiu dos jardins pelo Portão Little Venice. Esta parte está fora do jardim. Existe muitas pessoas andando a pé, de bicicletas, correndo. Nesta parte também tem restaurantes e lanchonetes. Compramos uns paninis (sanduíches), refrigerante e sentamos a beira do lago para comermos e descansarmos. Depois do merecido “almoço” subimos até a portaria por onde saímos. Lá pedimos informação e descobrimos o trenzinho que te leva até o início dos jardins. Pagamos 1,70 euros por pessoa. Ele contorna as alamedas do parque e te deixa lá em cima. Como tínhamos o ingresso do jardim, não foi preciso pagar. Quem não tem paga para entrar no jardim. Fomos no jardim das tulipas, ao lado do castelo. Acho que foi uma prévia do que encontraríamos na Holanda. Já era mais de 15:00h e saímos do Chateau, em direção a estação do RER. Na saída existem vários vendedores ambulantes, vendendo muitas lembranças. Sem você pedir eles vão abaixando o preço. A gente fica até com dó. Compramos um monte de torre Eiffel (chaveiros) para trazermos. Nós ainda compramos algumas outras lembranças nas lojas no caminho da estação. Chegamos a estação, compramos os passes (3,05 euros por pessoa). O trem já estava na plataforma. Descemos na estação Musèe d'Orsay, pois íamos ao Louvre. Porém antes do Louvre fomos comer algo. Fomos a um restaurante (lanchonete) na Rue du Bac, 18, ali pertinho mesmo. Comemos brownies, torta e tomamos suco. Tudo ficou em 10,50 euros. Saímos de lá e fomos direto ao Louvre. Antes da entrada do Museu nós passamos no Arco do Trinfo do Carrossel, ou simplesmente Arco do Carrossel. Localiza-se na praça junto ao Museu do Louvre. Muito bonito. Detalhe interessante é observar que este arco está em linha reta com o famoso Arco do Triunfo e também com o Grande Arco de la Defense. Também já avistamos a “pirâmide do Louvre”. Tinha bastante gente na praça e muitos ainda iam entrar. Com o cartão ParisMuseum você tem acesso a uma entrada especial para grupos. É na Passagem Richilieu, que fica no lado esquerdo, bem em frente a pirâmide. Rapidamente passamos pelos vigilantes e pelos detectores de metais. De lá tem-se acesso a parte de baixo da pirâmide, onde estão as bilheterias, lanchonetes, banheiros. Pegamos um mapa no guichê. Passamos pelo fiscal da entrada e só mostramos nosso cartão ParisMuseum. Pronto, entramos. No mapa estão as indicações das principais atrações do museu. Logicamente fomos ver a “A Gioconda”, mais conhecida como Monalisa. Chegamos na ala das pinturas. São separadas por países dos pintores. Fomos nos italianos. Tinha muita gente lá dentro, mas é tanta arte que você nem se incomoda. Quando chegamos na sala da Monalisa, já estava bem cheia. E flash para todos os lados. Logicamente tiramos a nossa foto e fizemos um vídeo para registrar a quantidade de gente. Não deixe de observar o quadro “As bodas de Caná” bem a frente da Monalisa. É imenso. Continuamos pela ala das pinturas. Vimos a tela da “Coroação de Napoleão” e outras dezenas. Todas muito belas. Fomos na ala grega e tiramos uma foto da “Victoria de Samotracia”. Uma escultura grega, que segundo consta, é datada de 200 a.c. Está na escadaria de acesso a Ala grega, em lugar de destaque. Depois da ala grega fomos a ala Egípcia, do 1º andar. Lá encontramos a escultura do Ëscriba sentado” que representa um escriba em seu trabalho. Data de 2500 anos a.c. Preste atenção em seus olhos. Segundo informaram tem uns cones de cristal dentro dos olhos do escriba. Chegamos ao final desta ala Egípcia (pois existe outra) e o tempo já havia se esgotado. O museu fecha às 18:30h. Segundo pude ver na saída, nas terças e sextas-feiras ele fecha as 21:00h. É bom confirmar na dúvida. Fomos retornando para a saída devagar, aproveitando o tempo ainda. Saímos pela pirâmide. Quando saímos, a praça estava cheia de gente. Fomos na Rue de Rivoli comer algo. Comemos umas tortas, croissants e tomamos capuccino. Tudo por 9,40 euros (para dois). Saímos de lá e pegmaos o metrô linha 1 na estação Palais Royal, sentido La Defense. Fomos conhecer esta parte nova da cidade de Paris. Descemos na última estação da linha 1. (la Defense). Lá está o “Arche de la Défense”ou o Grande Arco. Um monumento com 110 metros de altura. Arquitetura moderna. É possível chegar ao topo do arco, porém como já eram mais de 20:00h os elevadores já não funcionavam (era o que constava no aviso !!). Andamos por ali e fomos conhecendo os arredores. Ali também tem um centro comercial, cinema (ou teatro). Já escurecendo, descemos para a estação e tomamos o metrô novamente. Já era 21:00h. Descemos em Charles de Goulle-Etoile, trocamos para a linha 6. Descemos perto de nosso hotel. Saímos e fomos ao Monoprix (supermercado perto do hotel). Depois de muito olhar e pouco comprar, voltamos para o hotel. O descanso merecido nos aguardava.
  2. Oi Sandro, Vá acompanhando o relato. Estou um pouco sem tempo, mas ainda esta semana termino Paris. Eu gostei muito do hotel Turisme. Espero que você goste também. Ele é muito bem localizado.
  3. Olá Sandro, Seu roteiro ficou muito bom. Paris realmente merece maior tempo, pois é apaixonante e tem muito a ser visto. O hotel Tourisme está com reformas. Eu fiquei em um quarto da ala nova do hotel, foi excelente, veja as fotos que postei no início do meu relato. Qualquer dúvida pode perguntar que estamos ai para informar. Fernando Mello
  4. 15/04 – PARIS Acordamos cedo. Tomamos nosso café da manhã. Comemos o autêntico "pão francês". O café estava muito bom mesmo. Saímos e fomos no supermercado Monoprix (do outro lada do avenida, perto do hotel). O dia estava belo. Compramos água mineral e também sanduíches, chocolates, para levarmos. Fomos para o metrô. De antemão já preenchemos o ticket Paris visit. Você deve colocar nele o nº do cartão e a data de início e fim da validade. Preenchemos também o ParisMuseum, com a data de início de sua utilização e nossos nomes. A estação é bem em frente do hotel. As estações do metrô de Paris quase não têm escadas rolantes. Pegamos metrô linha 10, descemos em Odeon, pegamos linha 4 e descemos na estação citè (ilha de Citè). Fomos visitar a Saint Chapelle. É uma igreja de estilo Gótico. Tinha uma fila para entrar. Na verdade esta fila era para passar no detector de metais. Depois é que se vai para a Igreja. Com o ParisMuseum não pagamos. Tem dois pavimentos. A igreja é maravilhosa. Na parte de cima vê-se os seus belíssimos vitrais e uma rosácea também maravilhosa. Os vitrais estão por toda a Igreja. Não estava muito cheia. Saímos dali e fomos ao Conciergerie. Porém antes passamos em frente ao Palácio da Justiça. La em cima, em seu alto estava a inscrição da revolução Francesa: Liberte, Egalite, Fraternite. Fica ao lado. Basta sair e andar um pouco. Mais a frente um pouco já esta a entrada para a Conciergerie. Consta que a Conciergerie foi desde Palácio Real até prisão. Nela ficaram presos maria Antonieta e outros condenados pela Revoluçào Francesa. Entramos também sem necessidade de pagar, pois usamos o ParisMuseum. Existe uma tela com apresentação de vídeo sobre a Revolução Francesa. Fomos conhecer o local, principalmente a cela de Maria Antonieta. Saímos dali. Andamos mais um pouco e já estávamos na Catedral de Notre-Dame (ou Nossa Senhora). É também muito bela. Tinha uma fila grande para entrar, porém andava rápido. A praça em frente a catedral estava cheia. Entramos sem problemas. Estava acontecendo uma missa na parte principal da catedral. Tem muito a ser visto lá dentro. Interessante são as máquinas que dispensam “medalhas”. Você coloca 2,00 euros e leva uma medalha (depois encontramos mais em outras igrejas). Ela tem uma rosácea de uns 10 metros . Muito bela também. Saímos, porém não fomos a torre. Para chegar ao topo tinha que subir uns 380 degraus (há aviso). Não encaramos esta. Tiramos mais fotos ao lado da catedral. Atravessamos o Rio Sena e fomos a um Subway, comprar sanduíches para comermos. Já era quase 13:00h. Por dois sanduíches pagamos 7,50 euros. Bem perto dali, em uma praça sentamos à sombra de árvores e fomos comer. Descansamos um pouco e fomos em direção ao Pantheon (de Paris). Seguimos pela Boulervar St. Michel ate'chegarmos a Universidade de Sorbonne. Viramos a esquerda e logo alcançamos o Pantheon. A sua fachada está bem decorada com colunas em estilo corintio. Lá dentro encontram-se os restos mortais de muitos famosos: Voltaire, Victor Hugo, Rousseau entre outros. O prédio é maravilhoso. Utilizamos o ParisMuseum para entrar. O seu interior está decorado com pinturas. No centro, do alto da cúpula existe um “Pendulo de Foucault”. Nele é possível demonstrar a rotação da reta em relação a um referencial. Existe dentro do Pantheon um vídeo onde mostra a construção deste pêndulo, bem como o seu funcionamento. É um local incrível e vale a pena visitar. Saímos dali e fomos em frente, para os Jardins de Luxemburgo. Entramos pelo portão da Rua dos Médicis. Lá dentro tem o Palácio de Luxemburgo. Os jardins são maravilhosos. Como todo parque de Paris, não há calçamento na área de se andar. Há uma areia fina e branca com pedrinhas. Gastamos bastante tempo lá. Sentamos como fazem os parisienses, nas muitas cadeiras esparramadas pelo jardim e ficamos observando as pessoas passarem. É incrível isto !!! os jardins com as flores, também são maravilhosos. Tudo é bonito nesta cidade !!! depois de um descanso, fomos saindo dos “Jardins”. Saímos pelo portão da Rua Guynemer e fomos em direção a Saint Sulpice. A catedral como as demais é imponente e bela. Cheia de detalhes. Entramos e não ficamos muito. Seguimos em direção ao metrô de St. Sulpice. Pegamos o trem (linha 4) e descemos na estação Chatelet. Trocamos para a linha1 e descemos em Tuileries. Estávamos na Rue de Rivoli. Fomos a uma lanchonete bem perto do Louvre (Rue de Rivoli, 176). Lá comemos torta salgada, croissants e tomamos café., 9,40 euros tudo, para os dois. Detalhe, o preço neste caso era o mesmo do balcão, então sentamos. Voltamos na rue de Rivole e entramos nos Jardins de Tuileries. O jardim é mutio belo. Tem umas esculturas ao tempo, cadeiras soltas para se sentar, fontes e muito verde. Lá sentamos e ficamos novamente apreciando o ambiente e as pessoas. Permanecemos lá um tempinho e fomos em direção a Place de la Concorde. Esta praça está no início da avenida Champs Élysées. É uma praça muito grande. Lá esta situado o obelisco de Luxor (Egito). Lá compramos em um carrinho de sanduíches algo para comer. Seguimos em direção a avenida Champs-Élysées. Esta parte inicial da avenida não tem as lojas. Tem muitas árvores. Fomos até a av. W. Churchil onde seguimos e fomos tirar umas fotos na ponte Alexandre III. É um aponte toda decorada com querubins, ninfas e cavalos alados. Voltamos a Champs-Élysées. Como estávamos já cansados, pegamos o metrô (Estação Champs-Élysées Clemenceau-linha 1) e descemos em Charles de Gaulle-Étoile. Saímos da estação e já nos deparamos com o Arco do Triunfo ou Arc de Triomphe. Já fizemos umas fotos. Para atravessar a via e ter acessoao arco use o túnel sob a praça. Não tente atravessar a via por cima. É muito larga e não para de passar carros. O túnel lhe dá acesso direto ao arco. O arco é uma construção feita em comemoração as vitórias de Napoleão. Realmente é algo muito belo.Não pagamos para entrar, usamos o ParisMuseum. Você tem acesso ao topo do arco. Para tanto existe uma escada em espiral de uns 200 degraus. A gente fica até tonto (além de cansado claro) ao subir estas escadas. Bom chegar-se em uma área interna ainda do arco onde você encontra um painel multimídia com informação de outros arcos espalhados pelo mundo. Subimos mais um pouco, uns 40 degraus e chegamos ao topo, na parte superior do arco (depois descobrimos que tem elevadores para portadores de necessidades especiais). Deve ter uns 50 metros de altura. Tem-se uma bela vista de lá. Vê todas as avenidas que chegam a praça. De lá vimos um belo por do sol. Já era mais de 20:30h. Ainda se avista o Grande Arco de La Defense. É realmente muito belo tudo nesta cidade. O tempo colaborou muito. Ainda vimos a torre Eiffel se iluminando e depois piscando quando chegou as 21:00h. Saímos, atravessamos novamente pelo túnel e tiramos mais fotos da Av. Champs-Élysées e do Arco. Pegamos o metrô na mesma estação (porém a linha 6) e descemos em La Motte-Piquet Grenelle, ao lado de nosso hotel. Fomos em uma pizzaria ali mesmo, pertinho do hotel. Comemos pizza (9,60 euros/cada) e tomamos sucos e vinho. De lá voltamos para o hotel. O dia foi exaustivo, porém ótimo.
  5. 14/04 – VENEZA – PARIS levantamos cedinho. O tempo estava um pouco nublado e frio. Não tomamos café no hotel, pois só começaria a ser servido depois da 8:00h. Fizemos nosso check-out. Saímos em direção ao terminal de ônibus. Gastamos uns 15 minutos. O pior foi atravessar a ponte depois da estação ferroviária. Ela é mais alta que as demais e ao contrário das menores, não tem degraus mais baixos nos cantos. Foi um martírio subir e descer. Mas conseguimos e vencemos. Chegamos no terminal, compramos o cartão (3,00 euros/cada). Já havia um ônibus parado. Era o número 5, na plataforma A1.Entramos, validamos o cartão dentro mesmo. Colocamos as malas no espaço para elas. Pontualmente as 07:25h o ônibus partiu. Vinte minutos depois estávamos no aeroporto Marcopolo de Veneza. O aeroporto é muito grande. Fomos ao check-in da cia aérea Esasyjet. Nào havia fila. Apenas poucas pessoas. Como é uma cia lowcost, devemos observar as suas regras. Uma delas e o tamanho das bagagens de mão e o peso das bagagens de porão (20 kg). Tudo ok. Porém perguntei a atendente sobre o número de nossos assentos, ela me disse que não são marcados !! Legal, quem entrar primeiro pega os melhores lugares, se é que existem. Saímos só balcão e fomos tomar então nosso café, pois não tomamos no hotel. Comprei 1 capuccino, 1 chocolate quente (que não vem nada) e 4 croissants. (9,40 euros/tudo). Comemos tranquilhos. Fomos para a sala de embarque. Apesar de ter tirado tudo para passar no detector de metais, mesmo assim a porcaria da máquina apitou comigo. Bom, não tem segunda chance. Vai para a revista novamente. Após uma minuciosa revista, abriram até a bagagem de mão que passou pelo raio-x, passei. A sala de embarque é um show a parte. É confortável, muito grande e com várias opções de lojas e restaurantes. Nem sei. Dá até vergonha se comparada com as de nossos aeroportos (muito apertadas). Ficamos esperando o nosso voo. Fizemos a fila e fomos para o avião. Como nosso embarque foi “remoto”, optamos por entrar pela porta dos fundos do avião. Pegamos nossos lugares. O avião era um Airbus A320 (ou A319). Porém os assentos não reclinam. Nada mesmo. Nào servem lanche gratuíto, vendem. Encaramos dois suco: 250ml. 3,00 euros/cada. E paga-se na hora. Outra coisa diferente: dentro do avião você recebe uma revista com vários produtos que são vendidos ali. (um verdadeiro comércio nas alturas). Vendem até os tickets dos trens de Paris. Juro que senti saudades da Gol !! Os avisos são em Inglês e francês apenas. Bom pelo menos o voo foi legal. Passamos por cima dos Alpes. Nunca imaginei que veria esta cena. Descemos no aeroporto Orly, que fica no sul de Paris.já na saída do avião conhecemos uma casal de brasileiros, por sinal mineiros, e que moram em BH. Estavam em lua-de-mel. Fomos conversando e descobrimos que ficaríamos em hotéis próximos. Eles em Invalidès e nós perto do Campo de Marte. Como havíamos lido a respeito de táxi-van, resolvemos arrumar um. O aeroporto é muito grande. Até chegarmos no local de despacho das bagagens foi uma longa caminhada. Basta ir seguindo as indicações que se chega lá. Tudo certo com as malas. Saímos e logo paramos no balcão de informações. Aqui vou fazer um parênteses para explicar o sistema de transporte sobre trilhos de Paris. Paris tem uma rede que se divide em 14 linhas de metrô (numeradas de 1 a 14 e com cores distintas – algumas ainda se dividem em “a”, “b”) e 5 linhas de trens regionais – chamado de RER (indicados pelas letras de “A” até “E” e com cores distintas também e da mesma forma que o metrô também se bifurcam em determinados locais, indicados por números após as letras), e 4 linhas de TRAM (ou mais conhecido como VLT). Também é dividida por “zonas”. Estas zonas vão de 1 (mais central) até 6 (nos subúrbios de Paris). Existe tarifação diferenciada para estas zonas, no RER. O metrô e o TRAM vão normalmente até a zona 3 e não há diferença de preço. Portanto ande a vontade. No RER é que você deve se localizar. Se você vai descer no aeroporto Charles De Gaulle, você está na zona 5. Se descer em Orly, esta na zona 4. A Eurodisney se não estou enganado também é na zona 5. Aí os preços variam. Nós já havíamos descoberto que o “Chateau de Versailles”está localizado na zona 4. Era o único fora da zona 3. Portanto compramos o “Paris visite” ticket de transporte que lhe permite andar livremente. Escolhemos o ticket de 3 dias de validade e com acesso até a zona 3. Sendo assim para irmos a Versailles teríamos que comprar um ticket avulso, o que fizemos no dia da visita. Pelo Paris Visite pagamos 20,70 euros/por pessoa (o que nos proporcionaria andar livremente nas zonas de 1 a 3 dos transportes). O dia começa a contar no momento da primeira utilização e não no dia da compra. Íanos ativá-lo no dia seguinte, pois já era mais de 12:00h e se ativássemos neste dia perderíamos já meio dia de utilização. A moça do balcão de informações me advertiu que estávamos na zona 4 e que o cartão não poderia ser utilizado ali. Isto eu já sabia de antemão, e agradeci a ela pela advertência. Aproveitamos e compramos também o “Paris Museum Pass”. Ele lhe dá acesso a mais de 60 museus e monumentos de Paris e Região (se você conseguir ver todos, me avise !!!!). por ele pagamos 35,00 euros/cada. Já havíamos feito as contas e vimos que compensava, além do que vai a comodidade de não enfrentar filas nas bilheterias e ter entradas diferenciadas em alguns lugares. Bom andar de metrô em Paris não é difícil, apesar das 14 linhas. Vai umas dicas ai: Eu peguei dois mapas. Um deixava com o mapa da rede de metrô/RER/TRAM, já no ponto de consulta. Assim eu não precisava ficar abrindo e virando mapas. O outro deixava com o mapa das ruas de Paris. Para quem mora em cidade com metrô, já conhece o sistema de indicação para o sentido do trem nas plataforma. Para quem não conhece, lembre-se que a indicação do sentido do trem é sempre dado como referência a última estação da linha. Bom, continuando, fomos para fora do aeroporto para procurarmos nosso táxi van. Eta povo animado. Aí começou a novela. Os taxitas não falavam inglês e nem portunhol. Só francês (pode uma coisa destas!!!). Eu e o meu concunhado fomos mais adiante e localizamos uma van. Porém o motorista não entendia inglês. Por sote o seu colega entendia, um pouco. Explicamos que éramos em 6 ( pois estávamos juntos com o outro casal de BH que conhecemos no avião) e que ficaríamos em dois hotéis próximos. Ele nos deu o preço de 15,00 euros pelas bagagens mais o valor do taxímetro. Não fechei o negócio, pois achei caro. Dispensei eles e voltamos. Porém acho que ele não entendeu. Como estávamos ainda na estaca zero, o nosso recém conhecido amigo foi atrás de outra van, encontrando um que falava inglês e que cobrava 50, 00 euros, mais nada. Fechamos com este. Fomos para o local indicado, e chegando lá encontramos a van do primeiro contato. O seu motorista ficou insistentemente nos chamando (em Francês) e nós fazendo sinal que não íamos. Não é que o cara ficou bravo e foi xingando alto (sei lá o quê, graças a Deus que não entendia). Passamos por ele e fomos esperar o outro. Ainda bem que ele arrumou um freguês rápido e saiu dali. Bom pegamos nossa van e fomos. Para quem está sozinho, tem o Orlybus (ônibus que vai até perto do centro) e o Orlyval (liga o aeroporto a linha do RER). Com certeza ficam mais baratos que táxi para 1 pessoa. Paris é realmente linda. Fomos observando tudo. Deixamos nossos recém conhecidos conterrâneos na porta do hotel deles, em Invalides. Seguimos pela Avenida de La Motte-Picquet, até nosso hotel. Antes de chegarmos ao hotel já passamos pelo Campo de Marte e tivemos a vista da Torre Eiffel. Magnífica!!!! Descemos no hotel, fizemos nosso check-in. Os funcionários falavam Inglês. O nosso quarto como já disse antes era excelente. Saímos e fomos pela La Motte-Picquet até depois do Campo de Marte, entramos na Rua Cler e almoçamos no restaurante Tribeca. La aconteceu algo engraçado também. A atendente, muito educada também, fala inglês. Nos deu o menu. Eu não quis me aventurar em nada diferente, pedi uma lasanha a “la Bolonhesa”. Minha esposa, pediu uma lasanha de legumes. Minha cunhada queria comer carne. Após escolher pediu um prato de carne de porco (porc em Francês), com batatas. Não demorou vieram as refeições. O meu prato e de minha esposa, sem surpresas. Porém o deles... ah meu Deus. O prato estava muito bonito. Quando comeram, veio a decepção. A carne e as batatas eram temperadas com molho doce. Imagine só. Carne com molho doce. Bom nem precisa explicar o retante. Sobrou no prato. Por esta refeição toda, ainda bebemos refrigerante e suco, pagamos 51,00 euros para os quatro ( lasanha era 9,00 euros/cada). Voltamos a caminho do hotel para pegarmos roupas de frio, pois íamos fazer o passeio de barco. No caminho, na av. La Motte-Picquet entramos no Carrefour. Lá compramos água e sanduíches, para comermos mais tarde. Saímos novamente do hotel e fomos em direção ao Campo de Marte – Torre Eiffel. A Torre é muito alta. Nós não compramos ingresso antecipado, portanto entramos na fila dos ingressos. Se você quiser ir até o segundo estágio, paga-se 8,00 euros por pessoa. Se você quiser ir até o topo paga-se 13,40 euros/pessoa. Compramos o ingresso até o topo. Você compra o ingresso e tem que subir. Já é direcionado para a outra fila. Você passa por duas revistas de bolsas. Objetos de vidro, cortantes e animais não não permitidos. A fila estava grande, mas andava com certa velocidade. Primeiro sobe-se até ao 2º estágio. Lá já tiramos bastante fotos. Depois pega-se novamente uma fila para outro elevador e sobe-se até o topo. A vista lá de cima é incrível. Você vê tudo. O Trocadero: A vista do Rio Sena: O Campo de Marte: Também é show. No topo do torre tem dois andares. O 1º é todo fechado com vidro. Já no segundo é aberto e com grades de proteção (faz um frio....). Após uma longa permanência lá em cima descemos para o 2º estágio. De lá pegamos novamente a fila para chegar a base da torre (fila grande). Já era quase 20:00h e fomos ao Rio Sena. Íamos fazer o passeio de barco. O embarque é bem em frente a torre. Basta atravessar a rua e já se vê o local. O barco saía as 20:00h. Compramos o ingresso da cia. “Vedetes de Paris”, custou 12,00 euros por pessoa e o passeio duraria 1 hora, com áudio sobre as pontes do Rio Sena e das principais atrações turísticas vistas do Rio. O áudio do barco era muito bom e bem claro. Falava-se em Inglês, Francês e Espanhol. Fomos na parte superior do barco. A medida que ia anoitecendo o frio ia aumentando e nós cada vez mais agasalhando-se. Meu Deus, que passeio !! Muito bom, mesmo com o frio que fez. O barco vai até bem depois da ilha de la Citè. Na volta, a cidade já estava escurecendo, você vai apreciando as luzes da cidade se ascendendo,das pontes e de longe já se vê a torre iluminada. Quando estávamos chegando a torre já eram 21:00h. Nesta hora ela, que já estava iluminada, começou a piscar, provocando um belo efeito. Descobrimos que ela repete este efeito de hora em hora. Muito bonito. Chegamos ao ponto final. Descemos e fomos ao outro lado do Rio Sena. De lá tivemos uma bela vista do torre iluminada. Aproveitamos e compramos algo para beber e comemos o lanche que tínhamos comprado no Carrefour e ainda comemos umas pipocas para arrematar. Quando voltamos passamos embaixo da Torre e fomos a caminho de nosso hotel. Antes porém ainda vimos novamente o espetáculo das luzes da Torre Eiffel brilhando novamente, já eram 22:00h. Voltamos para nosso hotel. O dia foi excelente, mas cansativo.
  6. oi Jana e Frank, Legal por estarem gostando e obrigado. Estou tentando ser o mais claro e objetivo, sem esquecer dos detalhes. Jana. o valor de 5.845,12 euros gastei para as despesas minhas e de minha esposa (o casal). Já estou escrevendo os relatos de Paris. Semana que vem estou postando. Acompanhem.
  7. 13/04 – VENEZA Levantamos e o dia estava bonito. A chuva da noite anterior não perdurou. Descemos e fomos tomas nosso café. O café era muito bom. Depois saímos e fomos até o terminal de ônibus que fica depois da estação de trem. No caminho achamos um bazar(de uma igreja). Tinha coisa barata demais. Tudo a 1,00 euro. Não resisti e comprei esta boina que apareço nas fotos. Saímos e fomos para o terminal de ônibus. Os ônibus veem de Veneza-Mestre atravessam a ponte e chegam a Veneza. De lá retornam a Veneza-Mestre. Fomos ver como funcionava e quanto tempo era de ônibus até o aeroporto. Lá mesmo compramos o cartão para andarmos 12h nos vaporetos. O cartão custou 16,00 euros/cada. (O cartão unitário era 3,00 euros). Se não estou enganado Veneza tem 17 linhas (ou rotas) de vaporetos. Como já disse existem as plataformas de embarques (estações) espalhadas pelas ilhas. Você deve observar qual vaporeto para nesta estação. Todas tem indicação do número da rota. Dependendo da rota você vai as ilhas ao redor, como Murano, Lido, San Giorgio. Para entrar nas estações não deixe de validar seu cartão nas máquinas validadoras que normalmente estão fora. Sinples e rápido (já estávamos atéacostumados com isto). Algumas linhas não circulam no grande canal que divide a ilha de Veneza. Hoje com o google mapas ficou fácil a gente conhecer o local antes de viajar. Dê uma olhada nele. Lá mesmo perto do terminal de ônibus embarcamos no vaporeto da linha 1. ele passaria pelo grande canal e iria em direção a Piazza de San Marco. O “barco” é grande com muitos assentos e também com uma área para se ir em pé. Bom, estávamos em um transporte coletivo, então havia gente de todo o tipo e falando as mais diversas línguas, além é claro do italiano. Nós não descemos em San Marco.Passamos por ela que estava bela com o sol do dia. Continuamos e fomos até a ilha de Lido. Fomos andando e conhecendo a ilha. Diferentemente de Veneza, esta ilha tem ruas onde circulam carros e até ônibus (chegam até la por balsas). É um local muito bonito. Fomos andando pela via Gran Viale Santa maria Elisabetta. Muito bonita e arborizada, com algumas lojas, hotéis e restaurantes. Em um restaurante destes entramos, pois já passava das 12:00he fomos comer algo. Experimentamos um delicioso espagueti (7,00 euros/prato), lasanha a bolonhesa (7,00 euros/prato) e tomamos vinho (3,00 euros/taça). Estava uma delícia !! continuamos seguindo pela via até alcançarmos o seu final. Chegamos a praia. Isto mesmo, chegamos a uma praia, com direito a restaurante, pessoas tomando um sol (estava um frio!!!). Estávamos diante do mar Adriático. Tinha um vento gelado e não sei como as pessoas se animavam em ficar ali só de roupa de banho. A praia nem chega aos pés das brasileiras. A areia era escura, muito escura mesmo. Mas pra eles devia ser o paraíso. Bom tiramos fotos e resolvemos voltar. Chegamos na estação do vaporeto. Pegamos o barco e descemos agora na estação Giardini. Fomos conhecer o parque que lá existe. aproveitamos para descansar um pouco. Depois de tirarmos fotos, pegamos novamente o vaporeto nº 1 e agora sim descemos em San Marco. Fomos conhecer a Basília por dentro. Não se paga para entrar. É a mais famosa das igrejas de Veneza. As paredes de seu interior foram decoradas com mosaicos. Há mosaicos também no piso que se mesclam com mármore. Nos mosaicos, segundo consta há ouro, pedras e até bronze. Seu piso apresenta-se um tanto irregular, ondulado. Acho que vem sofrendo deformações pelo tempo e pelo peso das suas colunas de mármore. Existe uma parte da basílica que você paga para ter acesso, mas nós não fomos. Saímos e demos uma nova volta pela Piazza di San Marco. O dia estava bonito, apesar de frio, e dava outro tom a Piazza. Voltamos e pegamos o vaporeto nº 1 novamente, agora para descermos na ponte Rialto. Podíamos ir a pé, mas resolvemos poupar nossas pernas e como tínhamos comprado o cartão de passe, tínhamos que usar e abusar dele. No caminho observamos algo inusitado. Como aqui tudo circula pela água, seja de barco, gôndola, lancha, nós vimos um caixão sendo transportado, com flores e tudo. Estava indo para o cemitério. Descobrimos também que existe uma pequena ilha, perto de Murano, que é exclusiva para o cemitério da cidade. No vaporeto encontramos brasileiras, turistas como nós. Descemos em Rialto. Esta ponte tem mais de 400 anos e é considerada um dos ícones arquitetônicos da cidade de Veneza. Por muito tempo foi a única ligação entre as duas partes da ilha. Atravessamos a ponte e encontramos uma praça. Lá entramos em um café, tomamos café com croissants. Tomamos em pé mesmo, pois sentado observando o movimento era mais caro. Saímos de lá atravessamos a ponte novamente e pegamos de novo o vaporeto. Descemos perto da estação de trem. Voltamos ao bazar da igreja que passamos cedo e compramos uma coisinhas lá. De lá fomos perto de nosso hotel, na ponte Guglie, caminhamos por aí e sentamos para observarmos um pouco e descansarmos. Ali descobrimos que a linha (rota) “A”do vaporeto vai para o aeroporto (13,00 euros/pessoa + 1 bagagem). Você compra o passe nas bancas de jornais. Perto tinha até uma, porém já fechada. Ele passaria ali por volta de 7:20h da manhã. Depois passa de hora em hora. Apesar de ser mais perto do que o terminal de ônibus decidimos que iríamos no dia seguinte de ônibus para o aeroporto. Após esta descoberta pegamos novamente o vaporeto nesta estação Gulgie. Pegamos o nº 42,que ia dar a volta por fora do grande canal. Ele funciona, juntamente com o nº41, como circulares, só que cada um vai em um sentido. Ele saiu pelo final do grande canal, deu a volta por fora, passou pelo porto e foi parando em algumas ilhas. Enquanto isto íamos curtindo o passeio e o pôr do sol. Passamos por San Marco (novamente). Esta linha ia também em Murano, porém na parada “fundamente nove” ele permite que você troque de vaporeto e continue no mesmo trajeto, sem ter que ir a Murano. Como o outro vaporeto já estava saindo, então saímos correndo, seguindo um sujeito que nos explicou isto. Foi até engraçado. Descemos novamente em Gulgie. Fomos comer pizza “al taglio”. O restaurante que comemos ficava logo após o nosso hotel, na via Rio Terá de La Madalena (não anotei o nome). Os pedaços eram bem grandes. Cada pedaço 2,00 euros. A pepsi de 500ml também era 2,00 euros. Depois voltamos para o hotel para arrumar as malas, pois tínhamos que sair cedo para o aeroporto. Próximo destino: Paris.
  8. Vamos lá...mais um dia. 12/04 – FLORENÇA – VENEZA O dia amanheceu mais frio que os anteriores e com uma névoa encobrindo o sol. Descemos, tomamos nosso big café. Deixamos as malas prontas. Saímos para nosso último passeio. Fomos a Basílica de Santa Maria Novella, que está logo em frente a Estação de trem. De lá fomos novamente a feira perto do mercado para comprarmos mais algumas lembranças. Não andamos muito. Voltamos ao hotel, pegamos nossas malas e fizemos o check-out. Pagamos o hotel e saímos em direção a estação (3 minutos a pe'.....). Compramos sanduíches com salada e refrigerante no Mc Donald's (9,50 euros para o casal) dentro da estação para nós comermos no trem. Desta vez nosso trem era o “frechiargento”. Ai vale a mesma dica já dada na partida de Roma. Nosso trem saiu pontualmente ãs 12:30h. Ele passou em Bolonha, Pádova. Parou em Veneza-Mestre, que é no continente) e por último depois da ponte chega-se a Veneza (Santa Lucia). A viagem foi super tranquilha. Fomos sentados todos juntos. Da mesma forma que o trem de Roma, neste o espaço para malas é limitado. Mas mesmo assim ainda acho melhor que avião, pois você vai observando as paisagens por onde passa. O fiscal passou, validou nossos bilhetes. Tudo certo. Fizemos nosso “lanchinho”sem rodeios. Várias pessoas comem dentro do trem. O legal que ele tem ao lado das mesas e junto as janelas lixeiras embutidas. Nas paradas nós íamos olhar se nossas malas continuavam no mesmo lugar, no compartimento de bagagens. Tinha medo que alguém as levasse. Chegamos a estação final. Saímos e logo nos deparamos com o fluxo de pessoas da cidade. Estávamos em Veneza!!! E logo a nossa frente uma cidade que se locomovia por barcos. É interessante como são as coisas. Não há ônibus, há vaporetos (que fazem o papel dos ônibus) que seguem rotas pré-definidas. Tudo certo, com paradas pré-definidas também e estações de embarque e desembarque. Não há carros, há barcos, lanchas e lógico, as gôndolas. Isto tudo estava ali, bem a nossa frente, logo que saímos da estação de trem. Caminhamos uns 10 minutos até nosso hotel. O piso não é irregular. Na ponte tem os degraus, mas no canto estes degraus são menores, foram adaptados (creio eu). Assim não fica muito difícil andar com malas. Nosso hotel era bem depois da primeira ponte. Fizemos o check-in. Subimos para nosso quarto (subimos muito – veja o relato do hotel). Deixamos as malas e descemos para andar (nossa rotina diária). Na recepção comprei um mapa (2,00 euros). O mapa era muito bom (mas por este preço também). Andar em Veneza sem mapa deve ser ruim. Fomos em direção a ponte Rialto. No caminho já íamos tirando fotos e mais fotos. É tudo diferente mesmo. As gôndolas são todas em preto. É padronizado. O passeio era 80,00 euros. Não aventuramos. Era muito caro !! Chegamos a ponte Rialto. Não atravessamos. Ficamos um pouco lá observando o movimento das pessoas, para lá e para cá da ponte. É muita gente que passa ali. De lá fomos em direção a Piazza San Marco. Basta seguir as indicações de placas. Algumas ficam um pouco escondidas, mas sempre tem. Como fomos parando, tirando fotos e observando o local, chegamos a San Marcos por volta das17:30h. A basílica já estava fechada. Fecha as 17:00h. Fomos andando pela praça e vimos a nossa frente, já na baia de San Marco passar um imenso navio de turistas. Nunca havia visto um de tão perto. Depois subimos na torre da basílica. Paga-se 8,00 euros por pessoa. Lá de cima temos uma bela vista da cidade. E dos arredores de Veneza. Enquanto estávamos lá em cima os sinos começaram a badalar. Imagina só a barulhada que foi. O frio já estava aumentando. O tempo estava meio nublado. Descemos e fomos até a parte da praça onde ficam os restaurantes caros. Lá minha esposa e a irmã dela se aventuraram a correr para espantar os pombos. Acho que eles já estão tão acostumados com os turistas que nem se assusntam mais. Fomos procurar algo para comer. Já estava começando a anoitecer. Voltamos pelo mesmo caminho, para não nos perdermos. Algo interessante: neste trajeto da Piazza San Marco até a Ponte Rialto vimos um casal de idosos que pareciam estar perdidos, pois olhavam no mapa, olhavam pra cima, pros lados. Perguntei se queriam ajuda (em Português e em inglês). Eles não responderam. Acho que não entenderam ! Devem estar perdidos lá até agora. Fomos em direção a nosso hotel e quase pertinho dele entramos em um restaurante. Compramos duas pizzas grande (5,50 euros/ cada), sopa (7,50 euros) bem farta e Nhoque (7,50 euros). Estava tudo muito bom. Eles cobram 2,50 euros por pessoa pelo atendimento do garçom (ou seja pagamos 10,00 euros). Apesar de acharmos caro não questionamos pois o garçom que nos atendeu era muito atencioso e paciente. Enquanto comemos começou a chover fraco lá fora. Depois voltamos correndo para nosso hotel, pois já estava gelado na rua. Já era mais de 21:00h.
  9. 11/04 – FLORENÇA Acordamos mais ou menos no mesmo horário de sempre. O dia estava maravilhoso. Tomamos nosso excelente café (bem ao estilo Ibis – apesar de não ser Ibis). Saímos e fomos conhecer o Mercado local, onde são vendidas frutas e verduras -Mercado Centrale. O prédio é antigo, porém deve ter sido reformado recentemente. Está com cara de novo. Fica na Piazza del Mercado Centrale. Minha esposa experimentou a tal de “busqueta”ou pão com tomate (1,50 euro/cada). Compramos umas frutas. Ao lado do mercado tem muitas barracas que vendem muitas coisas, lembranças. Foi Interessante pois encontramos algumas barracas cujos os proprietários são brasileiros. Aproveitamos para comprarmos também lembranças. Os preços estavam muito bons e tem muita coisa diferente, mas tem muita coisa repetida também. Esta “feira”se estende pela via dell'Arenito até a Basílica de San Lourenço. Esta basílica paga-se 3,50 euros para entrar. Nós não entramos. Seguimos pela via del Pucci, via Bufalini e Via s.Egídeo até chegarmos a Piazza deÇiompi. Lá tinha um “mercado das pulgas”. Tínhamos a informação que lá havia coisas interessantes para serem compradas. Deixei todos lá e fui ao correio local, que fica lá perto. No correio, fiz a postagem de mais alguns cartões postais, que também só chegaram a seu destinho bem depois que voltei pro Brasil. Voltei ao encontro de todos e descobri que o “mercado das pulgas”tinha poucos expositores. Não compramos nada. Uma dica. Em Florença, casa você queira andar de ônibus, você deve comprar o bilhete nas tabacarias. Tem máquinas que vendem. Eles valem por 1 hora após o 1º uso. Seguimos e passamos pela Basílica de Santa Croce. 5,00 euros ou 8,00 euros por pessoa. Depende do que você vai ver lá. Nesta Basílica estão os restos mortais de Michelangelo, Maquiavel e Galileu. Seguimos para a Piazza della Signoria. Tiramos mais fotos das outras esculturas que tem-se do lado de fora. Atravessamos novamente a ponte Vechhio. Fomos em direção ao Palazzo Pitti. Era residência oficial dos Medicis. Lá dentro tem uma lanchonete. Compramos sanduíches lá e refrigerantes. E entramos nos jardins do palácio. O jardim é conhecido como 'Giardino de Boboli”. Sentamos em umas escadas e fomos comer. Não pagamos a entrada pois estávamos na semana de arte da Itália. Pegamos o mapa dos jardins e fomos aprecia'lo. O jardim é muito grande. Tem que ter mapa mesmo, senão a gente se perde lá. Fomos em direção a parte mais alta do jardim. Após andarmos um pouco, achamos umas sombras, embaixo de árvores, onde havia várias pessoas deitadas, descansando. Ai não deu pra resistir. Como estávamos cheios com os “sandes”, deitamos para descansar e tiramos uma soneca também. O delícia de sono!!! Embaixo de umas árvores, no jardim de Boboli, em Florença. Após o sono merecido, voltamos a explorar as belezas os jardim. É realmente muito bonito. Bem no alto tem o prédio do “Casino del Cavaliere”onde atualmente funciona o museu da porcelana. Fomos andando mais e mais até chegarmos nos lagos. Depois de muito andar saímos do jardim pela porta Romana, na Piazzale di Porta Romana, já era aproximadamente umas 17:00. lá pegamos uma táxi para a Piazzale Michelangelo (8,70 euros a corrida). O caminho que o taxi faz é muito bonito. Chegamos a Piazzale Micheangelo. É muito bonita, tem uma praça maravilhosa Tem também uma estátua do Davi (réplica) em bronze. De lá temos uma magnífica e bela vista da cidade de Florença. Você vê toda a cidade de lá, o Rio Arno, e as igrejas. Comemos algo, entre as várias opções que se tem lá. Depois descemos para a parte de baixo da praça, após as escadas ficamos esperando o pôr do sol. Havia apresentação de músicos na escada e em um restaurante, havia uma pessoas com um órgão eletrônico, tocando várias músicas de estilos românticos (para agradar aos usuários do restaurante). Ficamos ali, esperando o por do sol, que foi belíssimo. Depois do espetáculo do sol, descemos até a margem do Rio Arno (a pé mesmo), tiramos umas fotos a sua margem e seguimos. Atravessamos para o outro lado na ponte Alle Gracie e pegamos um táxi. Fomos até a fortaleza da Basso. Porém estava fechado também. Nem descemos do táxi, seguimos até a estação de trem. O táxi ficou em 10,00 euros. Na estação comemos no Mc Donald's (1ª vez nesta viagem). Nossos sanduíches com refri e salada ficaram em 9,80 euros(para os dois). Já era mais de 21:00h. Voltamos para o hotel.
  10. Oi gente, Bom, para se comer barato vai outra dica: Não espere você ficar morto de fome para começar a procurar algo para comer. Você acaba entrando no primeiro local e comendo, sem pesquisar muito, devido a fome. Compre frutas nas feiras livres, ou então leve as que você não comeu no café da manhã dos hotéis (se tiverem, é claro). . Nos hotéis IBIS, nós sempres levávamos as maçãs pro quarto e depois carregávamos elas conosco, na mochila, para comer mais tarde. Compre água nos supermercados e também os sanduiches que vendem neles. Há também opções de salgados, biscoitos e outras coisas que dispistam bem e não custam caro, desde que comprados nos supermercados. Bom a minha planilha de gastos já foi deletada. Restou apenas o "rascunho" dos gastos. Vou tentar explicar: Passagens aéreas, de trens e os ingressos comprados antes:........ 2.241,90 euros. Hoteis: .......................................................................1.909,30 euros Euros + VTM (Visa Travel Money):........................................ 3.500.00 euros. ________________ se somarmos os 3 dão: ....................................................7.651,20 euros; Porém parte dos gastos com hotéis citados acima paguei com o VTM,então devo diminuir: .........................................1.146,04 euros (pagos nos hoteis com VTM); Sobraram:...................................................................... 660,04 euros, que també devo diminuir: _______________ Entào chego no número final de........................................... 5.845,12 euros. convertendo em Real, num câmbio de 2.41 (médio que paguei, incluindo IOF)= 14.086,73 reais. Espero ter ficado claro ãã2::'> Se nào ficou podem perguntar... Até o final de demana vou postar o restante de Florença e Veneza. Estou muito apertado com alguns exercícios e só tenho a noite para fazê-los. Porém vou entrando aqui e fazendo a manutenção dos relatos. OK .
  11. 09/04 – ROMA Acordamos cedo. Tomamos nosso tradicional café da manhã. Descemos e tomamos caminho para a estação Termini. O dia estava belo como os demais. Por sinal nós tivemos sorte em toda nossa viagem. Dias com sol. Em roma em especial fez muito calor nos dias que fizemos as visitas. Ainda bem!! Chegamos a Termini. Antes de continuar farei um pequeno relato sobre a estação Termini. É a principal estação de Roma. Nela chegam e partem os trens para o interior do país. Na parte de cima estão os binários (as plataformas) que se não me engano chegam a 16. é tudo bem indicado. Tem também muitas lojas e restaurantes. Eu esqueci de relatar, mas no dia 07/04 fizemos um lanche a noite lá, antes de voltarmos para o hotel. Na parte inferior tem também lojas. Aí também você tem acesso ao metrô de Roma. As duas linhas (A e B) se cruzam nesta estação. Na parte de fora da Termini existe o terminal de ônibus. Lá param várias linhas e ainda ao lado e parada do Tram (ou VLT). Na parte de fora da estação, principalmente perto dos ônibus não é muito bem iluminado a noite, portanto fique esperto se passar lá. Não vi nada acontecer, mas não podemos dar bobeira. Bom pegamos o ônibus 64. Aí vai outra dica, que serve para todos os lugares que fomos. Não existem cobradores nos ônibus e não é possível pagar a passagem com o motorista. Portanto se você não tem o RomaPass, veja antes onde comprar os passes de viagem avulsos. Com relação ao RomaPass volto a repetir, não deixe de validar seu cartão nas máquinas dentro do ônibus. Estávamos indo para a Piazza Campo di Fiori. Lá tem uma feira de comidas e flores. No caminho aconteceu algo inusitado. Uma autêntica briga de italianos dentro do ônibus. Foi lá na frente e pelo que deu para entender era tudo por causa da ocupação dos lugares para idosos. O ônibus andava e a briga seguia lá na frente. Meio que de supetão a motorista (era mulher mesmo) parou o ônibus e entrou na briga. Saiu de seu lugar e como uma autoridade colocou para fora um dos senhores que protagonizava o bate-boca. Seguimos e descemos na via Corso Vittorio Emanuele. Logo chegamos ao Campo di Fiori. Tinha uma autêntica feira de rua. Barracas de comidas e também de flores e algumas roupas. Lá encontramos alguns brasileiros que trabalhavam nas barracas. Gostei mesmo da barraca de tomates secos ou pomodori secchi. Se pudesse trazia muitos para cá. Adoro tomates secos e os preços estavam ótimos. Compramos algumas coisas para trazer e comer (frutas). De lá fomos a via dei Pelegrino. Tínhamos lido um relato a respeito de um “arco”que dava a um charmoso quintal coletivo. Confesso que não achamos. Atravessamos para o outro lado e fomos a Piazza Navona. Nesta praça tem um obelisco com uma fontana, a Fontana dei 4 fiumi (Fonte dos 4 rios): ela representa os 4 principais continentes do mundo cortados pelos seus principais rios. A figura que representa o Nilo está com a cabeça encoberta, pois ainda nào se conhecia a sua nascente. A praça ainda tem duas outras fontes, a Fontana di Nettuno e Fontana del Moro. Lá também tem várias exposições de artistas populares (ao ar livre) e músicos tocando seus instrumentos. Entramos na Chiesa de Sant'Agnese in Agore. Porém estava acontecendo uma missa e não ficamos muito tempo. Mas como as demais igrejas é muito bonita. Nesta praça tem umas gellaterias (onde vende-se os Gellatos ou sorvetes). Experimentamos na “Ai Tre Tartufi” (3,10 euros por 4 bolas) ao lado da Igreja. Sentamos na praça para descansar e saborear o Gellato. Lá encontramos a Embaixada Brasileira em Roma. Como era sábado o prédio estava fechado. Mas a nossa bandeira estava lá, bela como sempre ! Depois seguimos nosso caminho. Fomos em direção ao Pantheon (Panteão) de Roma. A praça do Pantheon estava como as demais: repleta de gente (além dos indianos vendedores ambulantes). Tem um obelisco com fonte. Aproveito aqui e faço um outro parêntese: em Roma há muitas fontes (fontanas) e também “bicas d'água” (não sei se seria este o nome correto) esparramadas pela cidade. Nos disseram que as águas destas “bicas” são potáveis. Nós bebemos!!! Por fora o prédio já é deslumbrante. Para que gosta de arquitetura então deve ser o máximo. O prédio tem 8 colunas na frente e mais 16 colunas antes de sua entrada. Lá dentro então é algo incrível. Consta que o Pantheon é o único edifício da época Pagã (Império Greo-Romano) que está inteiro. Era dedicado aos deuses do Panteão e depois passou a ser templo Cristão e virou igreja: Santa Maria de todos-os-Santos. A cúpula é enorme e segundo o relato a medida do diâmetro do círculo é a mesma da altura do chão até o óculo.(do óculo entra-se a luz do sol). É perfeito, forma uma esfera. Ainda bem que esta maravilha da arquitetura foi preservada. Depois de muitas fotos, saímos à praça novamente. Havia uns tocadores de acordeom e para nossa satisfação começou a tocar “Garota de Ipanema”. Fomos procurar algo para comer e achamos pizza ao quilo novamente. Nem pensamos duas vezes. Comemos Pizza sentados quietinhos no nosso cantinho mesmo, pois o local já estava cheio. Fomos em direção as ruínas do Templo de Adriano na Piazza di Pietra. Na verdade sobraram algumas colunas do foi o templo de Adriano. Foi construído um edifício junto a esta colunas e hoje funciona a Bolsa de valores. De lá fomos a Piazza Colonna, onde tem um enorme obelisco. Em seguida fomos a Piazza Montecitorio, para vermos o Palazzo Chigi. Lá funciona o conselho de ministro. Havia uma movimentação de policiais no local. O primeiro ministro Berlusconi estava lá, com certeza. Como estávamos perto, resolvemos ir a Fontana di trevi novamente, para descansarmos. Lá tomamos outro Gellato. O lugar realmente não esfazia. Estava cheio de gente !!! Ficamos lá um pouco. Voltamos para a via C.Battisti. Lá vimos um museu de cera. Não entramos, mas tiramos fotos de algumas personalidades que estavam nas vitrines. Pegamos o ônibus 40, sentido praça de San Pietro. Descemos logo após o Rio Tibre. Estávamos indo ao Castel Sant'Angelo (Castelo de Santo Ângelo). Logo que descemos do ônibus assistimos a um fato inédito para nós: estávamos para atravessar a avenida. Era um cruzamento e havia um policial controlando os carros, porém os semáforos estavam funcionando (tanto o de carros quanto o indicativo para pedestres). Sem esperar um pedestre atravessou com o sinal de pedestres no vermelho, em meio aos carros. Imediatamente o policial começou a apitar até que o pedestre que já estava do outro lado da via olhasse. Assim que ele olhou o policial foi até ele gesticulando e falando alto, provavelmente chamando sua atenção. Não ficou só nisto. O policial fez com que o pedestre retornasse para o outro lado da calçada permanecendo ao seu lado até que o sinal para pedestre ficasse verde. Aí ele (o policial) fez sinal para que o pedestre atravessasse. Incrível, como ele fez valer sua autoridade naquele momento. A partir daí, começamos a atravessar somente nas faixas e a respeitar os sinais, para não passarmos por este mico. Chegamos ao Castelo. Como estávamos na semana de arte na Itália, a entrada para o Castelo foi gratuita. O preço normal é 8,00 euros por pessoa. A visita é interessante. A esculturas e pinturas por todos os lados. Chegamos a seu terraço. De lá tem-se uma magnífica vista do rio Tibre, dos prédios da cidade e até mesmo do domo superior da Basílica de São Pedro. O sol estava começando a se pôr. Saímos do Castelo e logo estávamos na ponte Sant'Angelo. Tiramos fotos. Fomos em direção a via corso Vittorio Emanuelle. Lá pegamos o ônibus 64 em direção a Termini. Não consegui validar nossos cartões em nenhuma das 2 màquinas dentro do ônibus, só aparecia a luz vermelha. Uma pessoa, passageiro como nós que parecia ser um Rabino pelas suas vestimentas, perguntou-me em inglês se o cartão estava válido, quanto tempo ele valia e até testou o cartão na máquina também. Depois disse: “Don't Worry !!”. Bom fomos sem validar então. Qualquer coisa ele era testemunha que tentei validar. Mas observei que outras pessoas também tentaram validar, mas sem sucesso. Acho que ninguém “pagou”nesta viagem. O trânsito em Roma é realmente muito parecido com o nosso. Me senti aqui. Apesar disto, não demorou muito e chegamos a Termini. Já era noite e fomos comer algo. Comemos lá mesmo. Croissants(1,00 euro/cada), capuccino (1,60 euro/xícara). Depois voltamos para entender sobre o nosso bilhete. Ainda estávamos em dúvida sobre a necessidade de se imprimir outra via. Conversando devagar com o atendente do balcão de informação da Trenitália (ele só falava em italiano, não sabia Inglês), conseguimos entender. O bilhete que você imprime depois de fazer a compra pela internet já é o bilhete válido para o trem. Não é necessário substituí-lo. Porém conserve-o com você durante a viagem. Saímos de lá e fomos para o hotel. Era nossa última noite em Roma e pra varia estávamos cansados de andar. 10/04 – ROMA-FLORENÇA Não acordamos muito cedo. Tomamos nosso café. Depois de arrumarmos as malas saímos para um último passeio. O tempo ficou nublado esfriou bem. Fomos a pé até a Basílica di Santa Maria Maggiore. Ela fica depois da estação Termini. A parte central da Igreja (a nave) tem o teto todo decorado em ouro. Ela é muito bonita. Estava acontecendo uma missa na capela lateral. Ficamos lá um pouco, mas logo voltamos para o hotel para fazermos o check-out. Pagamos a diferença (pois na reserva demos uma entrada). A taxa de 2,00 euros/dia por pessoa tem que ser paga em dinheiro. Fomos para a estação Termini. Bom, nosso trem partia às 11:15h. Íamos viajar no frecciarossa (flecha Rosa). Um detalhe: quando você vai comprar o bilhete no site da Trenitália, aparece outros trens. São trens comuns e não trens-rápidos. Os preços são mais baratos, porém demoram mais. Compramos uns sanduiches para comermos no trem. Os trens são pontuais. No painel na estação você descobre em qual plataforma (binário) sairá o trem. A melhor forma de conferir seu trem é pelo número da viagem, que vem impresso no bilhete. No nosso caso o trem ia para Milão porém passaria em Florença. Normalmente 30 minutos antes o trem para na plataforma. No bilhete vem escrito o número do vagão (carriage) e os assentos. Achamos o nosso vagão e embarcamos. Colocamos nossas malas maiores no pequeno espaço na parte final do trem. Não cabem muitas malas. Como as nossas estavam trancadas com cadeado, deixamos elas lá. As mochilas colocamos no compartimento em cima dos bancos. O trem é confortável. Os bancos que viajamos tinham cadeiras duplas de frente (invertidas) umas das outras e uma mesa no meio, (como uma mesa com 4 lugares). Para uma segunda classe até que estava bom. Pontualmente o trem sai da estação. Os avisos são dados em Italiano. Neste avisos são falado as cidades (e estações) de parada do trem. Passado uns 15 minutos ou mais de viagem passou o fiscal. Pediu nossos bilhetes. Conferiu com o palm-top. Tudo certo. A viagem é muito boa. Quando o trem desenvolve uma velocidade alta, você nem percebe. Em um determinado trecho ele fica paralelo a uma autoestrada, aí você pode perceber comparando com os veículos que estão indo no mesmo sentido como você está andando rápido. Os carros vão ficando para trás. O melhor de tudo é a segurança da viagem. Tomara que realmente tenhamos este tipo de transporte aqui no Brasil. Chegamos em Florença por volta de 13:00h. Pegamos nossas malas e descemos. Nosso hotel era ao lado da estação. Andamos uns 5 minutos e já chegamos. Fizemos nosso check-in, subimos para deixarmos nossas malas. Logo descemos pegamos um mapa da cidade na recepção do hotel e saímos para nossas visitas. Como era domingo, tínhamos que ver os museus hoje, pois na segunda a maioria dos museus fecham e na terça já iríamos embora. Fomos primeiro almoçar. Como já tínhamos anotado um local que pegamos em dicas no site dos Mochileiros fomos para lá. O restaurante chama-se Pirata II que fica na via Ginori quase na esquina com a via Degli Alfani. Restaurante modesto porém a comida é muito boa. Você escolhe a massa, a carne e os vegetais e o atendente vai fazendo seu prato. Eles capricham no prato. Por pessoa pagamos 7,50 euros. Preço justo pois o prato dá para alimentar um boi. Saímos em direção a Galleria dell'Accademia (que é pertinho do restaurante). Dica importante. Esta galeria vende o ingresso antecipado pela internet, porém não estava disponível por ser a semana de cultura na Itália e a entrada seria franca. Conclusão: enfrentamos uma fila gigante, no sol que não estava para brincadeira. Mas sabíamos que valeria a pena. A fila andava um pouco devagar. Acho que ficamos uns 50 minutos na fila. Lá dentro não se pode tirar fotos. Entramos e fomos apreciando as obras arte. Logo na entrada nos deparamos com a escultura o “Rapto da Sabina”, uma escultura de uns 4 metros de altura. Consta que foi esculpida em um único bloco de mármore. É de arrepiar!! A Galleria é um importante museu de Florença dedicado a preservação do rico conjunto de obras de artes. Cada uma mais bonita que a outra. Porém a atração principal da galeria é mesmo a escultura do Davi, de Michelangelo. “Davi” está estrategicamente colocado no final de um corredor, sob um domo com uma iluminação natural. É chocante. Deve ter uns 4 metros de altura, que realçam mais ainda pois está sob uma base. Não podia tirar fotos, mas é claro que a gente tira. É uma obra prima. Você percebe os detalhes, veias, músculos. É perfeito !!! Havia várias pessoas desenhando. Com certeza fazem belas artes. Continuamos a apreciar as demais coleções que são distribuídas em espaços. Saímos e fomos em direção a Catredrale de Santa Maria del Fiori. A Catedral é imensa e tem no duomo sua maior atração pois o mesmo pode ser visto de longe pela altura do mesmo. É muito bonita por dentro, com belas colunas e vitrais. Tem uma torre que pode ser subida. Nós não subimos pois havia uma fila grande e ficamos com medo de nào conseguirmos chegar a tempo na Galeria Uffizi. Saímos dali e fomos em direção a Piazza della Signoria, onde está localizado o Palazzo Vecchio. Hoje funciona lá a sede do município (como nossa prefeitura) e também um museu. Na sua entrada tem uma escultura de Hércules e Caco e ao lado esquerdo uma réplica do Davi, de Michelangelo. O original do Davi ficava ali, porém foi transferido a mais de um século para a Galleria dell'Academia. Entramos apenas no primeiro piso e logo saímos. Fomos para a Galleria degli Uffizi, que fica ao lado. Lá está um dos mais famosos museus do mundo. Chegamos e já nos deparamos com a fila, pois também a entrada era franca. Pelo menos a fila era na sombra. Desta vez a fila andou rápido. Ficamos menos de 30 minutos esperando. A galeria degli Ufizzi é dividida em salas (ambientes). O nome destas salas reporta ao artista mais importante exposto na referida sala. Chegamos na sala onde consta o quadro “Nascimento da Vênus” de Botticelli. É muito bonito. Acho que uma pessoas que entende de arte deve “surtar” neste local. É muita beleza!!! Ficamos encantados com tudo que vemos, entre pinturas e esculturas. Ao final do corredor tem-se um vista do Rio Arno e da ponte Vecchio. De lá já avistávamos o sol quase se pondo. Saímos da Galleria por volta das 19:00h. Fomos em direção ao rio e a ponte Vecchio. Bom aí começamos a observar que nas grades das margens do rio e nas grades da ponte existem milhares de cadeados presos, trancados. Todos estão gravados com nomes. Dizem que os casais gravam os nomes nos cadeados e os prendem nas pontes e depois atiram as chaves no Rio Arno como forma de perpetuarem seu amor. Isto observamos não só em Florença, mas em todos os outros lugares. Bom, eu não conhecia a ponte Vecchio. Ela tem lojas, na verdade joalherias ( e caras!!!). No vão central não há. Neste local estava acontecendo uma apresentação de um artista (deste de rua mesmo). Ficamos lá, até para vermos o pôr do sol. Lá ainda encontramos um casal de brasileiros (de Porto Alegre). Quando anoiteceu fomos em direção ao nosso hotel. Antes porém paramos em um restaurante próximo ao hotel para comermos. Este vou ter que relatar com detalhes pois foi muito engraçado: o cardápio estava em Italiano. O garçom não sabia inglês. Depois de muito olharmos o cardápio, minha esposa pediu uma sopa de legumes (6,00 euros) (queria algo leve mesmo). Eu não me aventurei, pedi uma pizza (6,00 euros). Pedi também uma coca-cola (4,00 euros). Minha cunhada pediu um sopa chamada de Ribolita e o marido dela um prato chamado de Calamari. Após olhar o nosso dicionário-tradutor minha cunhada descobriu que o tal de calamari era lula. Sem pensar gritou “é lula” você pediu lula... Bom esperamos os pratos. A minha pizza era enorme. A sopa da minha esposa estava até boa. Da minha cunhada, coitada, a tal de Ribolita era uma sopa que tinha até feijão branco, mas sem nenhum caldo, parecia uma pasta. E o marido dela teve que encarar a 'lula'. De longe eu não aguentava o cheiro da lula frita. Isto tudo nos fez rir muito e os garçons olhavam para nós sem entenderem o que acontecia. Foi muito divertido. Saímos dali, compramos água e voltamos para o nosso hotel. Já era quase 22:00h. O dia foi cansativo, porém ótimo, como os outros anteriores.
  12. Oi Marcos, Estou relatando mais uma parte da viagem no editor de textos. De vez em quando venho aqui. Este valor que gastei foi para o casal. Graças a Deus minha esposa é muito econômica . brincadeira !!! mas é isto aí mesmo, o valor foi para nós dois.
  13. Oi Karla, Legal você está gostando dos relatos. Aos poucos irei postando. Eu gastei antes de viajar R$15.583,00. Digo antes, porque já estava tudo certo e neste valor já estava contabilizado os 2 mil euros que levei em dinheiro e os 1.500 euros que levei no VTM (cartão). Ok? Porém sobraram pouco mais de 600 euros(algo em tonro deR$ 1.300,00 reais). Com certeza já entraram no meu caixa para a próxima aventura, no ano que vem, se Deus quiser
  14. Continuando....... 08/04 – ROMA Acordamos cedo. Tomamos o café da manhã e saímos. Fomos para o Vaticano. Andamos até a estação Termini, pegamos o metrô sentido Batistini e descemos na estação Octaviano. O trem estava bem cheio. Chegamos em frente a entrada do museu do Vaticano e a fila estava enorme. Como compramos o ingresso antecipado pela internet, passamos direto por esta fila. Eles colocam umas grades para conduzir e disciplinar as pessoas. Se você tem ingresso já comprado passe direto. Logo chegamos ao raio “x”. Ai que descobrimos que esta fila enorme era por conta da vistoria para entrar. Passamos e fomos para a bilheteria para trocar o ingresso da internet pelo ingresso definitivo. Tem um guichê próprio para isto e estava vazio também. O museu é uma beleza. Você não sabe se olha para o chão, paredes, tetos ou para as obras de arte. Tudo é bonito e muito bem organizado. São diversas coleções de arte e antiguidades colecionadas ao longo dos séculos pelos Papas. É muita arte concentrada em um só lugar. Andamos bastante lá dentro. Depois de muito andar chegamos a Capela Sistina. Não se pode tirar fotos nem filmar dentro dela. É claro que fizemos uma filmagem clandestina. O teto é magnífico. A pintura da “Criação de Adão” de Michelangelo é a parte mais famosa. Mas tudo nela é bonito. Mesmo assim foi muito legal estar lá. Saímos de lá e fomos a caminho do restaurante. Já estávamos com uma fome e comemos pizzas e tomamos refrigerante (9,60 euros). Bom terminamos nossa visita e saímos do museu. Fomos a Piazza di San Pietro. Tinha uma fila enorme para se passar nos detectores de metal e assim acessar a Basílica de São Pedro. O sol estava quente e tivemos que encarar (melhor do que chuva !!). Entramos na Basílica. É enorme. Creio ser a maior igreja que já entrei. Sua cúpula pode ser vista de longe em Roma. Dentro tem obras de artes de Michelangelo, Raphael e outros artisitas. É muito bela. Vimos a famosa “Pietá”de Michelangelo, logo a direita de quem entra, protegida por um vidro. Bom, pelo menos ai dentro se pode tirar fotos. Saímos e fomos a lateral da basílica, queríamos subir na cúpula. Pagamos 7,00 euros por pessoa para subirmos de elevador até o teto da Basílica e aproximadamente 320 degraus até alcançar o topo da cúpula. Pode-se fazer tudo a pé, aí paga-se 5,00 euros por pessoa. Pagamos os 7,00 euros. Quando se chega na parte interna da cúpula, você não acredita. Lá de baixo a gente vê as imagens adornando a cúpula e pensa-se que é pintura. Ledo engano. São mosaicos, pequenos, muito pequeno mesmo, que montados vão formando a arte interna da cúpula. É impressionante !! Após a maratona da subida chegamos a parte de fora e ao topo da cúpula. Dica: de você não gosta de lugares apertados não vá. As escadas no interior da cúpula são apertadas e dão uma sensação ruim, apesar de terem umas janelinhas no caminho. Lá de cima a vista de Roma é magnífica. Se vê tudo. É maravilhoso! Depois descemos novamente até o teto e de elevador até o solo. Saímos da Basílica sentamos um pouco na Piazza di San Pietro e fomos admirar a beleza de tudo ali. Havia um ônibus adaptado para o correio local. Fui até lá e enviei uns postais para o Brasil. Detalhe: Chegaram aqui bem depois de mim, e olha que só cheguei aqui dia 21/04. Saímos e fomos em direção a estação Octaviano. Paramos na Piazza Resorgimento e tomamos um lanche. 1 croissant e 1 capuccino (2,40 euros). Detalhe: se você sentar nas mesas para pedir e comer, paga-se quase o dobro ( ou até mesmo o dobro). Nós já havíamos descoberto isto, portanto tomamos em pé e no balcão mesmo e sem cerimônias. Não tenha vergonha de perguntar os preços pois faz a diferença. Pegamos o metrô, descemos na estação Termini para trocar de linha pois resolvemos ir ver o Coliseu a noite. Descemos na estação Colosseo, o dia já estava terminando e os raios do sol deixaram-no (o Coliseu) mais bonito ainda. Ficamos lá até às 20:30h. Comemos por lá mesmo. Pegamos o metrô de volta. Descemos na estação Castro Pretório e fomos para nosso hotel.
  15. Oi Marcos, Não tive nenhum problema com a mochila nas costas. É claro que quando entrava nos ônibus, metrôs e mesmo nos museus que estavam cheios, tomava o cuidado de colocá-lo na frente. Não coloquei cadeado não. O cadeado eu coloquei nas malas que deixava no hotel. Na mochila levava sempre agasalho, luvas, algo para ir comendo. O dinheiro (parte do que levei) (notas e moedas) e os cartões colocava na "doleira" junto com os passaportes que iam sempre comigo, dentro da calça. Minha esposa também tinha uma "doleira", porém somente utilizava ela nos dias de viajarmos. Ai ela levava o dinheiro da reserva junto com ela, para não ir na mala e nem tudo comigo. O problema que tem lá são os batedores de carteira, como já relatei, principalmente em lugares cheios. Nem retirei minha carteira da mala, pode crer!!
  16. 06/04 – PORTO – ROMA Acordamos cedo, tomamos nosso último café em Porto, fizemos o check out e saímos para o aeroporto. Programamos de ir de metrô. A estação Bolhão é pertinho do hotel. Como já tinhamos visto no dia anterior como funcionava a compra do cartão “andante” fomos encarar esta outra máquina: Pegamos o cartão com a carga de uma viagem e fomos validá-lo na máquina. Como já disse não há roletas ou catracas. Não deixe de validar. Descemos até a plataforma. Nesta estação passam 4 ou 5 linhas que utilizam o mesmo trilho. Na verdade mais adiante é que o metrô vai bifurcando. Nosso trem foi anunciado no painel da estação (muito organizado !!!). O trem parou, entramos e fomos. A estação de desembarque é dentro do aeroporto. Basta subir escadas rolantes e já estávamos no saguão de entrada. Despachamos as bagagens e fomos para a sala de embarque. Passamos pelos famosos “rx”. Eles realmente têm muito rigor nesta hora. Se apitar, você vai para a vistoria. O aeroporto de Porto é grande, confortável e a sala de embarque é muito boa. Diferente das nossas aqui, sempre cheias e apertadas. Embarcamos. Apesar de comprarmos as passagens no site da TAP, voamos pela sua subsidiária Portugália. Era um Fokker-100. Voo tranquilho, sem turbulências. Desembarcamos no aeroporto de Roma (Fiumicino). Bom, agora começou nosso contato com outro idioma. Na saída para pegarmos as bagagens nós podemos observar que nos painéis de informação sobre os voos que chegam constam o número da esteira onde as bagagens deverão “aparecer”. Foi fácil, apenas demorou um pouco para chegarem. Saímos e logo fomos ao balcão de informaçòes turísticas. Íamos comprar o RomaPass, cartão que dá direito ao transporte público (metrô, ônibus e Tram) por 3 dias e entrada gratuita nas 2 primeiras atrações turísticas visitadas. Vem com mapa. Legal. Pagamos 25,00 euros por pessoa. Saímos daí e já fomos abordados por pessoas oferecendo transporte em vans. Achamos um que nos levaria até nosso hotel, perto da estação Termini por 15,00 euros por pessoa. O trem Leonardo Express (que sia do aeroporto Fiumicino) era 14,00 euros por pessoa até a estação Termini. Bom neste caso aceitamos. Conosco foram ainda 1 casal de espanhóis que estavam visitando Roma pela primeira vez. Fomos conversando e observando a cidade. O aeroporto é realmente longe. Nosso motorista nos deixou na porta do hotel. Descemos e fomos fazer nosso check in. Já era próximo das 15:00 h. Ainda bem que tinha elevador. Pequeno, só para duas pessoas, mas tinha. Deixamos as malas e logo saímos. Na via montebello achamos um restaurante. Logo entramos. Pedimos nhoque (9,00 euros cada prato). Colocaram os famosos pães na mesa. Tomamos vinho, sucos. Bom o pão estava duro e mesmo assim tiveram a coragem de cobrar 5,80 pelos pães (caro!!). Saímos e passamos em frente a estação Termini e chegamos a Piazza della Repúbblica. Bom Roma tem um trânsito um pouco caótico. Sào muitos carros. Na praça encontramos a igreja de Santa Maria Degli Angeli. Por fora nem se parece com uma igreja. Mas por dentro... muito bonita, tem colunas imensas de mármore onde não se vê a emenda. É uma igreja muito grande e cheia de detalhes. Tem também um enorme órgão de tubos. Incrível!! tiramos muitas fotos. Saímos e tiramos fotos em direção as Terma di Diocleziano, atrás da igreja. Só olhamos por fora. De lá já pegamos a via XX de settembre e passamos em mais 2 Igrejas que estavam perto: Santa Maria Della Victo, Chiesa di San Bernardo.esta última tem uma cúpula redonda com 8 estátuas nela. Seguimos em frente até chegarmos nas quatro Fontanas. É um cruzamento da vias em que em cada um dos cantos tem uma fonte (fontana) que representam as 4 estações do ano. No entanto o mármore das fontes está preto pela poluição (comum na cidade)., e nem todas as fontanas saem mais água. Descemos a via em direção a Fontana dei Tritone (piazza Barberini). De lá fomos em direção a Chiesa (Igreja) Trinitá dei Monti, que fica na Piazza de mesmo nome. A Igreja é também muito bela. Esta praça na primavera fica muito florida, porém não estava ainda. Fica muitas pessoas neste local e junto os vendedores ambulantes. De lá vimos um lindo pôr do sol sob Roma. Um detalhe que começamos a observar a partir dali. Existem muitos ambulantes em Roma. A maioria nos faz lembrar os Indianos. Oferecem muitas coisas. Após o sol se pôr, fomos em direção a Piazza Del Popolo. É uma praça enorme que a noite é bem iluminada e tem umas fontes muito belas. Por sinal, você vai encontrar fontes em Roma a vontade. Nesta Piazza você vai ver as Igrejas Gêmeas: Santa Maria Montesanto e Santa Maria dei Miracoli. Há também um obelisco trazido do Egito e fonte com 4 leões. Voltamos pela via del Babuino até a Piazza di Spagna, onde tem mais uma fonte, a fontana dela Barcacia. Fomos caminhando e observando a cidade até chegarmos no hotel. Antes porém compramos água em um mercado perto do hotel. Já estávamos cansados e já eram mais de 22:00 h. 07/04 – ROMA Acordamos cedo, tomamos nosso café, pegamos nossa mochila e fomos nós cumprirmos nosso roteiro. Íamos começar a usar nosso RomaPass. Você deve preencher o cartão com seu nome e data de ativação. Ele nos daria acesso a dois locais gratuitos. Deixamos para usá-lo no Coliseu e foro romano (contam como uma atração) e no capitólio (que era mais caro). Saímos do hotel e fomos ao metrô Castro Pretório. Pegamos o metrô. Estava cheio devido ao horário. Descemos na estação Colosseo. Logo na saída você se depara com o monumento. Ah é fantástico, você fica meio que abobalhado de ver este monumento. Tinha muita gente. Entramos com nosso cartão RomaPass, pegamos um mapa que já mostra também o foro romano, palatino e coliseu. Lá dentro do Coliseu você fica imaginando como eram as lutas, tudo o que ocorria naquele lugar. Ficamos um bom tempo lá. Depois saimos passamos pelo Arco di Constantino e entramos no Palatino. É uma da sete colinas de Roma. De um lado está o Foro Romano e de outro o circo máximo. Ali estão as ruínas de palácios romanos, templos de deuses e deusas. É muito bonito. O fórum romano era o principal centro comercial da roma imperial. Acho que ficamos ali umas 2 horas ou mais. Saímos pela saída junto ao cárcere Marmentino, próximo ao Campidóglio (Capitólio). Já na saída encontramos um carro-lanchonete. Comemos panini (sanduiche) 4,00 euros cada, Pizza 3,50 euros cada e refrigerante (3,50 euros). Já estávamos com muita fome, pois andamos demais. Voltamos a andar e passamos pelo Complesso del Vittoriano, uma construção muito bonita, onde funciona um museu. Não entramos. Ao lado estava o Campidóglio (Capitólio). Entramos no Capitólio com o RomaPass. Tem muita coisa bonita a ser vista. Não dá para se observar tudo. Na entrada coloca-se as mochilas em guarda-volumes. Nesta mesma sala tem mapas do museu (pegue o seu). Após uma vista de aproximadamente 1 hora e meia, saímos e logo na praça descansamos um pouco. Tem uma bela fonte e a praça esta cheia. Fomos depois em direção a Fontana di Trevi. No caminho encontamos uma lanchonete que vendia pizza no quilo. O quilo variava de 10,00 euros a 15,00 euros. Pesamos, pedimos um refrigerante e saímos para comer na rua mesmo. Estava muito boa esta pizza. Quando chegamos a Fontana di Trevi devia ser quase 18:30 horas e ainda estava dia. O local realmente fica lotado, tem muita gente. Logo achamos uma vaguinha para encostar e sentar. É interessante ver as pessoas jogando moedinhas na fonte. Lá não podia faltar os “indianos”. Estão em toda parte. Permanecemos lá até as 20:00 e ainda assistimos uma noiva (chinesa) junto com seu noivo, isto mesmo noiva de vestido e tudo, tirando fotos lá. Foi legal. Subimos a pé até a Piazza Barberini, porém antes achamos uma lojinhas de presentes e compramos lembranças. Na Barberini pegamos o metrô até Termini, com o RomaPass, claro. A estação Termini está em obras e havia acessos fechados, mas basta seguir as indicações que se acha tudo, inclusive a “uscita”, saída em italiano. Aproveitamos para conhecer a Termini e saber como funciona o sistema de bilhetes dos trens, se era necessário trocar o nosso impresso pela internet e também como era o sistema de bagagens dos trens. Descobrimos que nos trens você mesmo deve embarcar com a bagagem e que há espaços para as mesmas nas entradas dos vagões, além é claro do espaço acima das poltronas. Voltamos para o hotel pois o dia foi puxado.
  17. Oi Sheiter, Nós ficamos 3 dias em Lisboa, já que um dia fomos no bate-e-volta a Sintra. eu particularmente adorei a cidade. Me sentia em casa. Acho que os 4 dias você vai aproveitar. Adiantando o relato, no último dia nosso da viagem, voltamos a Lisboa. ä noite fomos a uma apresentação de Fado. Com relação a cidade do Porto, acredito também que 3 dias serão suficientes. De Lisboa a óbidos fomos pela A8. Gastamos mais ou menos 1 hora e 15 minutos, porque fomos devagar. De Coimbra a Porto já gastamos quase 2 horas, porque não achamos a via correta, que é a A1. Vai uma dica: veja certinho o local que você vai ficar em Porto. Faça um mapa, pois é fácil se perder nas entradas da cidade. Os carros lá são a diesel e gasolina. Eu aluguei um a gasolina, pois não tinha do modelo a diesel. Acho que o movido a diesel gasta menos. compare antes de alugar.
  18. Oi Sheiter, obrigado também pelos comentários. O Objetivo é este mesmo, passar dicas úteis. Nós realmente ficamos menos de 24 horas em Coimbra. Como estávamos de carro, programamos de dormir lá, já que em Öbidos tem poucas opções e são caros. Não saberia te dizer se há outras atrações em Coimbra além da Universidade, mas a cidade é muito bela e aconchegante e o preço de hotel é realmente barato !!! Se for o caso, passe lá. Porto é uma cidade grande (assim como Lisboa). Tem muito o que fazer e conhecer por lá. Nós mesmos não conhecemos tudo. 3 dias lá valem a pena. Até o final de semana vou postar pelo menos até Roma. Já estou escrevendo !!
  19. Oi SSSAzevedo, obrigado pelo comentário. Com relação aos medicamentos, nós levamos os medicamentos na bagagem despachada (de porão). Na bagagem de mão (mochila) foram apenas as minhas 2 pastas, citadas acima e o notebook, além da jaqueta, claro.
  20. [t1]VIAGEM A EUROPA – PORTUGAL (LISBOA-SINTRA-OBIDOS-FÁTIMA-COIMBRA-PORTO) – ITÁLIA (ROMA-FLORENÇA-VENEZA) – FRANÇA (PARIS)- HOLANDA (AMSTERDAM);[/t1] Começamos a planejar esta viagem em dezembro de 2010. Queríamos fazer algo diferente nas férias. Comecei a olhar alguns intercâmbios, pacotes turísticos em agências. Depois minha esposa descobriu o site dos mochileiros. Lemos vários relatos e resolvemos que iríamos por conta própria. Aproveito para agradecer a Lilizinha, pois seu relato foi muito importante para o nosso planejamento e também decisão de viajarmos por conta própria. Pacotes turísticos são mais cômodos, porém muito cansativos e pouco nos oferecem e ainda saem bem mais caro. ORGANIZE-SE: Tudo relacionado a viagem fui colocando em duas pastas. Numa reuni as passagens aéreas, bilhetes de trens, reservas dos hotéis, ingressos que compramos antecipadamente. Na outra colocamos os roteiros impressos que íamos fazer. Criei também em meu e-mail, uma pasta onde arquivava tudo aquilo que já era relacionado a viagem, mesmo que já impresso, tal como bilhetes, passagens, confirmação de reservas e bilhetes aéreos. Assim fica fácil localizar as informações, se necessário. SITES: http://www.urbanrail.net/index.html (linhas de metrô no mundo) http://www.thalys.com/fr/en/?time=1304551392 (trem rápido Paris-Bruxelas-Amsterdam) http://www.ibishotel.com/pt/home/index.shtml (Hoteis Ibis) http://www.raileurope.com.br/spip.php?page=rubrique&id_rubrique=18 (Trens europeus); http://www.trenitalia.com (Trens Italianos); http://parisbytrain.com (Transporte público em Paris e arredores); http://www.interpartner.com.br (site para obter o certificado do seguro europeu – “schengen”) http://sna.saude.gov.br/cdam (obter certificado do Ministério da Saúde) http://www.tripadvisor.com.br (reservas de hotéis e dicas com avaliação dos mesmos) http://www.easyjet.com (Cia aérea Low-cost que voa na Europa) http://www.askmelisboa.com (site sobre o LisboaCard); http://www.visitlisboa.com (site sobre o LisboaCard); http://www.hotelstellaroma.it (hotel em Roma) http://www.hoteldellenazioniflorence.com (hotel em Florença) http://www.hotelalleguglie.com/it ( hotel e Veneza) http://www.hotel-paris-tourism.com (hotel e Paris) http://www.seatguru.com (configuração dos aviões) BAGAGENS: Não leve mais do que 1 mala e 1 mochila por pessoa. É o suficiente. Lembre-se que você terá que arrastá-la. Se puder deixe espaço nesta mala para trazer algo, você vai querer ! Leve mala com rodinhas e de preferência boas rodinhas para que elas não se quebrem pelo caminho. A mochila é importante pois sempre que saíamos ela ia conosco. Nela levamos lanches (frutas e sanduiches), além da roupa de frio (luvas, gorros, etc) pois ao anoitecer o frio chegava. Compramos cadeados para nossas malas. Isto mesmo, cadeado. Sempre que saíamos do hotel trancávamos as malas com o cadeado. Achamos seguro pois tinha notebook dentro e também Euros. SEGURO VIAGEM: Compramos nossa passagem aérea com o cartão VISA, na função crédito. Alguns cartões VISA (não são todos), lhe oferecem de graça o Seguro de 30 mil Euros, desde que a compra da passagem aérea seja feita na função CRÉDITO. Depois de feita a compra você pode obter o certificado “schengen” no site já informado em “sites”. Veja com o seu Banco ou diretamente com o atendimento de seu cartão de crédito VISA, se o cartão que você possui lhe oferece este seguro. Volto a repetir, é um seguro médico de emergência, no valor de 30 mil Euros oferecido por alguns cartões VISA; Para que se entre na Europa pode ser exigido (pela imigração) o seguro no valor de 30 mil euros. Várias seguradoras fazem este tipo de seguro viagem. Nós fizemos a precificação com uma e ficava em torno de R$200,00 por pessoas. Como adquirimos a passagem com o VISA e ganhamos este seguro, economizamos nesta despesa. Apesar de termos levado o certificado do seguro não nos foi exigido a sua apresentação na hora da Imigração. CDMA – Certificado de Direito a Assistência Médica Documento obtido junto ao Ministério da Saúde, que lhe garante o atendimento médico nos países que firmaram acordo bilateral com o Brasil. Nós pegamos 2 certificados: um para Portugal e outro para Itália. Como estamos em MG, ligamos para BH onde obtivemos informações. Tel (31-)32482814. Os funcionários são muito prestativos e fizemos tudo por e-mail e telefone. Depois pegamos o certificado em BH (pois embarcaríamos lá). Segundo informação dos funcionários eles enviam pelo correio este certificado. Este certificado é mais uma garantia de atendimento médico, caso necessitássemos. MEDICAMENTOS: Nós levamos alguns medicamentos conosco, pois sabíamos que em alguns países não vendem sem a receita médica. Levamos Dorflex, Paracetamol, alguns para gripe ou resfriados, sal de fruta, remédio para enjoo. PERMISSÃO PARA DIRIGIR: Como íamos alugar carro em Portugal, tirei minha Permissão internacional para dirigir. PID. No site do detram (no meu caso foi o MG), preenchi a guia para recolhimento da taxa (aproximadamente R$106,00). Paguei a taxa e a PID chegou em menos de 1 semana. Ela funciona para quase todos os países europeus. Foi fácil e rápido. DINHEIRO E GASTOS Levamos Euros em espécie 2.000 Euros e também adquirimos o cartão VISA TRAVEL MONEY (VTM), coloquei 1.500 Euros. O VTM é um Cartão pré-pago que substitui o cartão de crédito. A vantagem que você não precisa ficar carregando muito dinheiro. Em quase todos os lugares aceitaram este cartão. Gastamos R$15.583,00, para nós dois, já está incluído aí todos os gastos, incluído a compra dos euros. Pasmem, ainda sobraram pouco mais de 600,00 euros, entre dinheiro em espécie e no cartão VTM. SEGURANÇA Para evitar transtornos com pequenos furtos, minha esposa fez para nós usarmos uma bolsinha que se coloca na barriga, dentro da calça (conhecida como doleira). Acha-se para comprar também.Nela colocava o dinheiro e nossos passaportes. Existe uma preocupação com os pick-pocket (batedor de carteira no Brasil). Nos lugares com muita gente, tais como museus, ônibus, metrôs, etc, eles costumam agir e levar seu dinheiro. Portanto não ande com bolsas e mochilas a tiracolo. Segundo nos foi informado não há registro de assaltos, onde o bandido anuncia o fato, normalmente armado com revólver, faca, canivete. Porém o tipo de crime mais comum é o de “batedor de carteira”. Fique atento !! HOTÉIS Pesquisamos os hotéis antes de reservar, claro. No site tripadvisor (ver em Sites) você encontra informação hotéis, como preço e avaliação por quem já se hospedou. Através deste site escolhemos 4 dos 9 hotéis que ficamos. Outros 4 foram hotéis da rede Ibis (cujo padrão é o mesmo em todos os lugares) e o último não escolhemos pois foi pago pela TAP (companhia aérea). Os hoteis IBIS em Portugal são muito baratos. Vale a pena ficar neles. Você tem a certeza do serviço prestado. Assim optamos por eles. Na Itália o Ibis Roma é muito distante, fica mais perto do aeroporto. Ficamos em um hotel perto da estação Termini. O mesmo foi em Florença. Ficamos em um hotel ao lado da estação de Santa Maria Novella (trem). Já em Veneza ficamos em um hotel a uns 10 minutos a pé da estação de trem. Em Paris, há muitos hotéis IBIS, mas com preços salgados. Ficamos em um hotel perto da Torre Eiffel (campo de Marte) e perto da estação de metrô. Só voltamos a ficar em um hotel IBIS em Amsterdam. Além de ficar ao lado da estação de trem, nem pensamos duas vezes, pois era mais fácil, apesar do preço ser muito salgado. Vale a pena ficar próximo dos centros (ou das atrações turísticas principais) e também das estações de metrô ou de trem dependendo da cidade, para que não fique carregando muita mala. Fizemos todas as reservas diretamente nos sites dos hotéis, apesar de pesquisarmos sobre os mesmos no site do tripadvisor. Os 4 hotéis Ibis pagamos já antecipadamente. Nos hotéis de Roma e Paris, foi cobrado antecipadamente apenas parte do valor. Nos hotéis em Florença e Veneza pagamos somente no check-out. Uma semana antes de viajarmos enviamos e-mails para estes hotéis e ratificamos nossas reservas, apesar de termos recebido quando fizemos a reserva a nossa confirmação. Vou fazer o relato sobre a minha impressão em relação aos hotéis: LISBOA – Hotel IBIS Liberdade: Hotel com padrão IBIS, quartos bons, com janelas duplas. Banheiro bom. Tem serviço de internet gratuito no hall do hotel, nos quartos é paga. Café da manhã muito bom, com variedades de pães, frutas e iogurte. Preço ótimo: 67,00 euros/dia. Sua localização também é boa. Perto do centro (a pé uns 10 minutos) e perto de estações de metrô (que ficam na Av. Liberdade). COIMBRA – Hotel IBIS Coimbra. Da mesma forma mantém o padrão IBIS. Não tinha janelas duplas porém o barulho da avenida não atrapalhava. É perto da Universidade (10 minutos a pé), em frente ao rio. Café da manhã muito bom. Preço ótimo 47,00 euros/dia. Foi o mais barato dos hotéis que ficamos. A internet também é free na recepção (wireless). PORTO - Hotel IBIS Porto (Rua da Alegria): Muito bom. O recepção do hotel fica no 3º andar no prédio. Da mesma forma que os demais mantém o padrão IBIS. Café da manhã muito bom, com variedades. Internet free (wireless) na recepção. Preço muito bom também: 57,00 euros/dia. É perto do centro e da estação do metrô Bolhão (5 minutos a pé). ROMA – Hotel Stella: Perto da estação Termini (10 minutos a pé). Em Roma é dificil achar hotéis baratos com 100% de satisfação. Este hotel é bom, apesar de ser um dos mais caros que ficamos. 111,50 euros/dia Fica em um prédio de 5 andares. Nem todo o prédio é do hotel. Também funciona escritórios lá (acho que é comum isto). Tem uma vantagem em relação aos demais que olhamos, tinha elevador. Ainda bem pois ficamos no 5º andar. Os quartos são bons, com espaço, porém o box do banheiro é muito pequeno (70x70). Uma pessoa gorda não cabe. O café da manhã é simples. Não tem frutas nem iogurte. Sobre a internet, tinham apenas 1 computador na recepção (muito antigo por sinal). Difícil !! Mas mesmo assim deu pra usar uma vez. Tem uma pequena escada até a recepção. FLORENÇA– Hotel Della Nazzione: Ao lado da estação SMN (Santa Maria Novella). Ótima localização, 5 minutos a pé da estação. Hotel bom, com excelente café da manhã. Preço bom: 88,40 euros/dia. Quarto espaçoso, com internet wireless (free) no quarto. O box do banheiro também é pequeno (70x70). Mesmo assim valeu pela localização. Da mesma forma tem uma pequena escada na recepção. VENEZA – Hotel Alle Guglie: Hotel bem localizado (na ilha de Veneza), perto da estação de Trem (10 minutos a pé). É em um prédio antigo (como a maioria), porém por dentro está todo reformado. O quarto não é muito espaçoso, porém aconchegante. Tinha internet wireless (free) no quarto. O banheiro é de tamanho normal, porém o box da mesma forma que os demais era pequeno (70x70). Volto a repetir que alguém gordinho passa aperto (literalmente). O café da manhã também é bom, tem variedades. Preços razoáveis: 100,00 euros/dia. Um problema: escadas para se chegar nos quartos. Como ficamos no último andar, tivemos que subir mais de 60 degraus, ainda bem que o recepcionista ajudou com malas. Em Veneza (ilha) os hotéis também são caros. Em Veneza Mestre (continente) os hotéis são mais baratos, porém você tem que fazer a travessia ilha-continente de ônibus, trem. Acho que fica cansantivo. PARIS – Hotel Tourisme: Hotel bem localizado, ao lada do estação La Motte Piquet-Grenelle do metrô de Paris. É perto do Campo de Marte. A pé até a torre Eiffel gasta-se uns 15 minutos. Preço bom: 113,40 euros/dia (é média pois há diferença para final de semana). O hotel está em reforma. Ficamos em um quarto já reformado. Quarto amplo, com móveis todos novos, banheiro espaçoso. O box não era apertado. Quarto com internet wireless (free). Café da manhã bom, com variedades. Achamos bom porque estava ao lado do metrô. AMSTERDAM – Hotel IBIS Centro: Ao lado da estação de trem de Amsterdam (5 minutos a pé). Padrão IBIS. Café da manhã muito bom, internet na recepção wireless (free). O preço foi o mais caro dos hotéis que ficamos: 135,45 euros/dia. Porém escolhemos este hotel pela sua localização. Na verdade nem olhamos outros hotéis em Amsterdam. Tivemos receio de embarcar numa roubada. LISBOA (hotel pago pela TAP): No último dia, ficamos no hotel Roma, em Lisboa. Por conta da alteração no voo de volta para BH. Hotel muito bom. Fica na Av. de Roma. Café da manhã excelente. Mas acho que os preços deste hotel são acima dos preços do IBIS (170 euros/dia). Portanto recomendo o IBIS. ROUPAS E CALÇADOS. Fomos na primavera e mesmo assim usamos roupas de frio. Durante o dia o sol estava quente, porém ao anoitecer esfriava. Mesmo de dia em determinadas cidades, à sombra ficava frio. Portanto leve roupas de frio. Levamos também capa de chuva (apesar de não utilizarmos pois só choveu mesmo no último dia em Portugal. Não se importe em repetir as roupas. É melhor repetir os casacos, calças do que carregar malas pesadas. Lembre-se disto. Quanto aos calçados, eu levei um par de tênis e fui com um sapatênis. Minha esposa levou tênis (mas não usou), uma botinha confortável e “papete” que mais usou. Ela achou mais confortável do que tênis. TOMADAS ELÉTRICAS: Se você tem tomadas com pino chato (comum em carregadores de máquinas e celulares), compre um adaptador. As tomas por lá são todas com pinos redondos, e apenas 2. Apenas em um hotel foi que vi tomada para pino chato. As tomas de 3 pinos (comum em computaodores) também não servem lá. Eu levei um adaptador com saída para 3 pinos, porém nem usei. Comprei um adaptador lá mesmo, nas lojas de chineses (0,99 de Euros). COMUNICAÇÃO NO EXTERIOR: Acho que a grande maioria tem o receio de não entender e de não se fazer entender em um país estrangeiro. Acho que saber o básico do Inglês ajuda um pouco, mas não vejo como pré-requisito. Na Itália você até encontra quem entenda o português ou até mesmo o “portunhol”. Na França é que tivemos mais dificuldades, pois nem todos querem falar em Inglês e tínhamos que ir nos entendendo com a comunicação via gestos. Mas foi legal, pois não deixamos de fazer nada por isto. Por último leve consigo sempre papel e caneta. Beinque de imagem e ação. Se puder leve um mini-dicionário de cada língua. Pode precisar para entender algo. ROTEIRO DA VIAGEM: Partida 30/03 – BH 31/03 - Lisboa 01/04 - Lisboa 02/04 - Sintra - Lisboa 03/04 – Lisboa – Óbidos – Coimbra 04/04 – Coimbra – Porto 05/04 - Porto 06/04 – Porto – Roma 07/04 - Roma 08/04 - Roma 09/04 - Roma 10/04 – Roma-Florença 11/04 - Florença 12/04 – Florença – Veneza 13/04 - Veneza 14/04 - Veneza – Paris 15/04 - Paris 16/04 - Paris 17/04 - Paris 18/04 – Paris – Amsterdam 19/04 - Amsterdam (Keukenrof) 20/04 – Amsterdam-Lisboa 21/04 – Lisboa-BH* *Nosso roteiro original terminava dia 20/04, quando pegaríamos o voo em Amsterdam, faríamos uma escala em Lisboa (aproximadamente de 1 hora) e pegaríamos o outro voo para BH. Porém, a TAP alterou o horário do voo para BH, adiantando o mesmo. Assim nosso voo para BH foi remarcado para o dia 21/04. Ganhamos mais um dia Lisboa, e o melhor, com as despesas pagas pela TAP. Esta mudança foi feita dois dias antes de sairmos do Brasil. Recebi uma ligação da TAP, nos informando da alteração. Depois da nossa confirmação recebemos e-mails com os novos horários de volta bem como a confirmação da reserva do hotel em Lisboa, no dia 20/04. Tudo com antecedência e sem estresse. Assim já sabíamos com antecedência que ficaríamos mais um dia na Europa. PROGRAMAÇÃO DA VIAGEM: Nós viajamos em 4 pessoas. Foi eu, minha esposa, a irmã dela e o marido da irmã. Decidimos qual seria nosso roteiro. Portugal-Itália-França e Holanda. A partir daí decidimos a data de ida e de volta e quantos dias íamos ficar em cada lugar (cidade). Nós compramos primeiro a passagem de avião Ida e volta, R$ 4.061,98, para mim e minha esposa. Como íamos sair por BH, resolvemos que seria melhor voar pela TAP que tem voo direto entre BH-Lisboa. Até achamos voo mais barato pela IBÉRIA, mas tínhamos que fazer tantas escalas que desistimos. Achamos também melhor entrar na Europa por Portugal pois assim faríamos a Imigração em Lisboa, o que já sabíamos seria mais fácil. Outra vantagem que vimos (e esta foi só depois de estarmos já no final da viagem), os preços em Portugal são mais baratos do que no restante dos lugares que passamos. Assim a gente não se assusta tanto com as compras em Euro. Muitas companhias aéreas oferem a disponibilidade de comprar passagem com IDA e VOLTA por cidades diferentes. Foi o que fizemos. Compramos a volta de Amsterdam-BH. É claro que o voo ia passar em Lisboa, mas acreditem o preço da passagem desta forma ficou mais barato do que Lisboa-BH. Tivemos sorte também e no mesmo dia que compramos a passagem de ida e volta, já compramos a passagem de Porto-Roma (também pela TAP). Estava em promoção e saiu muito barata, 97,36 euros para o casal (a la GOL/WEBJET no Brasil). Nós compramos as passagens em 18/01, ou seja com mais do que 2 meses de antecedência. A partir daí fomos escolhendo os hotéis e também compramos as demais passagens de trem e avião. Deixamos para alugar o carro lá mesmo em Portugal. Assim podíamos ver in-loco o veículo,pois tinhamos dúvida em relação ao tamanho dos bagageiros. Depois compramos as passagens de trem. O trem Thalis, que liga Paris-Bruxelas-Amsterdam tem preços mais baratos quanto mais cedo se comprar a passagem. Compramos com mais de 2 meses, e conseguimos por 35,00 Euros (por pessoa) até Amsterdam. Já no trem da Trenitália, não percebi esta diferença, porém compramos também com antecedência. De Roma a Florença, pagamos 44,00 euros por pessoa pelapassagem de trem. De Florença a Veneza pagamos 42,00 euros pela passagem por pessoa. De Veneza a Paris existe um trem noturno italiano. Vimos muitos relatos de pessoas que preferem viajar nele, pois assim economizam uma diária de hotel. O trem sai de Veneza por volta de 19:30 h. A viagem dura em torno de 14 horas. Nós desistimos de fazer esta viagem quando vimos na internet o tamanho das camas. Achamos pequenas. Além do mais os “cholches” (quartos??) são de 4 ou 6 pessoas. Demos sorte e compramos passagem aérea pela companhia Easyjet (low-cost). Estava em promoção. Ficou em 106,48 euros para o casal. É claro que por ser uma cia low-cost tem regras a serem seguidas. A principal é que as bagagens não podem exceder a 20 quilos por pessoa. Como compramos ainda no Brasil, já fomos preparados. Acredito que saiu bem mais barato pagar o voo e a diária do hotel em Veneza do que viajar a noite neste trem. Compramos também ingresso antecipado para o Museu do Vaticano. Pela internet paga-se 4,00 euros a mais do que se comprasse na hora. Vale a pena, pois a fila que se passa a frente por se ter este ingresso é enorme. O outro ingresso que compramos foi do parque da Holanda, o Keukenhof, 21,00 euros por pessoa. DIA DA VIAGEM – 30/03 – BELO HORIZONTE Fizemos o check-in pela internet, de manhã no site da TAP. Assim escolhemos os lugares juntos. Nosso voo estava marcado para as 22:45 h. Saímos cedo pois o aeroporto de Confins fica bem longe. Ao passar no raio-x lembre-se: Nada de objetos cortantes (cortadores de unhas, tesourinhas, canivetes, líquidos nas bolsas). Tudo isto fica retido. Vimos um recipiente cheio destes objetos. É incrível como ainda tem gente que carrega isto nas bolsas e bolsos e acha que passará nos detectores de metais. Passamos pelo raio-x e depois no guichê da PF. Tranquilho! Vale lembrar que é bom chegar cedo. Embarcamos. O voo foi perfeito, sem turbulências. Serviram o jantar. Normalmente se tem duas opções de pratos para o jantar. No entanto, aqueles que ficam mais ao fundo da classe econômica acabam por ter que ficar com o prato que literalmente “sobra”. Foi o nosso caso. o avião tinha duas classes, executiva e econôminca. Veja a configuração do avião no endereço disponível em "sites". Neste voo a refeição podia ser peixe ou frango. Como estávamos bem perto do final (já na fila 32) tivemos que comer peixe, pois o frango já havia acabado. Na verdade eu queria era mesmo o peixe, mas para quem não gosta, ficaria sem. Após o sono (cochilo) amanheceu e umas 3 horas antes de chegarmos a Lisboa serviram o lanche. Muito bom também. Nosso voo chegou na hora marcada. Ao meio dia estávamos desembarcando em Lisboa. Vai uma dica. Antes de pousarmos os monitores de vídeos do avião já avisavam o número da esteira que seria entregue as bagagens. Preste atenção! 31/03 – LISBOA: Fomos para a fila da Imigração. Apesar de grande, andava com agilidade. Quando chegamos ao guichê apresentei nossos passaportes (meu de minha esposa). O agente perguntou quantos dias íamos ficar na Europa. Respondi e pronto, carimbou nossos passaportes. Para minha cunhada o outro agente ainda quis saber o nome do hotel que eles ficariam em Lisboa. Mais nada e já estávamos liberados. Fomos pegar nossas bagagens. Tudo certo. Saímos pela saída “nada a declarar”. Fomos direto ao balcão de informações turísticas. Compramos o Lisboa-Card para 48 horas. Pagamos 28,50 Euros por pessoa. Este cartão direito ao transporte no metrô, ônibus (autocarro), electro, elevadores da carris. Ainda permite também em linhas de trem (comboio) para Sintra, Cascais e entrada em 27 museus, monumentos e outros locais. Mais dicas sobre ele veja em “Sites”. Deixamos para ativar o cartão no dia 01/04. O cartão vem com um guia sobre lisboa, mapa da cidade com linhas de metrô. Saímos e fomos para a fila do taxi. Estava grande mas logo conseguimos o nosso. Do aeroporto ao nosso hotel (IBIS Lisboa – Liberdade) pagamos 10,00 euros (barato para o padrão europeu). Fizemos o check-in, deixamos as bagagens no quarto e fomos para a rua. Fomos almoçar. Logo perto do hotel achamos o restaurante "Bela Ipanema". Fica na av. Liberdade 169. Comemos bem e pagamos 33,50 euros para 4 pessoas. Já estava incluido os sucos, e os pães e patês que eles servem como entrada. É comum isto. Se você não quiser pode pedir para retirar (com educação claro). Demos uma volta perto de onde estávamos e voltamos para o hotel. Minha cunhada tinha um contato já em Lisboa. O rapaz ia nos apanhar no hotel para fazermos um “tour”por Lisboa. Logo após chegarmos ao hotel ele apareceu. Fomos nós 4 com ele para conhecer a cidade de carro. Fomos na Catedral da Sé. Muito bonita. Vale a pena. Já na rua em que se encontra a Catedral você se depara com bondes (eléctricos). Depois subimos e fomos ao mirante de Santa Luzia, perto da igreja com o mesmo nome. De lá se tem uma vista linda do Rio Tejo. Fomos até a porta do castelo Sào Jorge (é perto), porém não entramos, pois deixamos para visitá-lo no dia seguinte. Depois fomos ao largo da Graça de onde se vê um outro lado da cidade também. Depois de muitas fotos, descemos até o bairro de Alfama, famoso pelos bares e restaurantes que apresentam o Fado à noite. Andamos pelo bairro, conhecemos suas ruelas. Vale a pena, pois é um bairro encantador. Já estava no final de dia e fomos para o distrito de Almada, que fica do outro lado do Tejo (ao sul do Tejo). Atravessamos a bela ponte 25 de abril. Interessante nesta ponte é que a mesma tem duas pistas. Na parte inferior passam os comboios (trens). Na parte superior são os carros, em dois sentidos. Almada é um "concelho"(é assim mesmo que se escreve lá). Fomos ver o pôr do sol em uma praia do outro lado de Almada, chama-se Costa da Caparica. Porém chegamos lá o sol já tinha se posto, mas deu pra apreciar o finalzinho. Estava um vento frio na praia. Lá mesmo fomos a um restaurante “O Barbas”. Lá ainda encontramos outro amigo (de internet) da minha cunhada. Pedimos refeições para 6 pessoas. Bacalhau assado, sangria branca, um prato de bacalhau com camarão (parecido com muqueca), pães, queijos frescos. Ao todo pagamos 87,50 Euros para 6 pessoas. Saímos de lá e fomos conhecer o Miradouro e elevador panorâmico de Almada. De lá se tem uma bela vista de Lisboa. Como era noite a vista ficou mais bonita ainda, com as luzes refletindo no Tejo. Já passava das 22:00 horas e voltamos para o hotel. Agradecemos o passeio com nosso anfitrião e fomos descansar. 01/04 – LISBOA Tomamos o nosso café no hotel. Saímos e fomos a pé até a praça da figueira, no centro de Lisboa (15 minutos a pé). Lá pegamos o eléctrico nº 15, para o Mosteiros do Jerônimos (patrimônio cultural da humanidade). Na verdade fomos de Tram (VLT), mas a linha 15 tem também os eléctricos (bondes). Foi o nosso primeiro contato com o transporte público. Já percebemos que não há cobradores como no Brasil. Passamos nosso cartão Lisboa-Card na máquina validadora que fica dentro do Tram. Isto deve ser feito em todo transporte, seja Tram, eléctrico, ônibus. Se você não validar e o fiscal lhe pegar, a multa é violenta. Descemos na parada do Mosteiro dos Jerônimos. Construção do século XVI, possui uma Igreja, museu além do mosteiro. Fomos em tudo, pois a entrada com o Lisboa-Card foi gratuita. De lá saímos e apreciamos as belas praças em frente ao mosteiro. Depois fomos a pé até o Padrão dos Descobrimentos, monumento que evoca todos os grandes navegadores e responsáveis pelos descobrimentos portugueses. De lá fomos a Torre de Belém (uns 600m a frente). Entrada gratuita com o Lisboa-Card. Umas belas fotos se tira deste local. Saímos de lá e achamos umas lanchonetes. Comemos os famosos “sandes” acompanhado de batatas e refrigerantes, 6,00 euros por pessoa. Passamos no famoso local onde são fabricados os autênticos pasteis de Belém. Fica bem perto do Mosteiro dos Jerônimos. Pagamos 0,80 euros por cada “pastel”. Não podíamos deixar de experimentar estes. 1 xícara de café (bica) custou 0,70 euros. O local é bastante interessante, você vai entrando e parece que o restaurante não tem fim. Quase que se perde lá dentro. Ainda bem que tem placas indicando o caminho da saída. Pegamos o eléctrico de volta, porém descemos perto da ponte 25 de abril para conhecermos o museu da Carris. Pagamos 1,75 euros por pessoas (desconto de 30% com o Lisboa-Card). Legal ! Fizemos até um passeio de eléctrico com toda decoração antiga pelo museu. De lá fomos de eléctrico até a praça da Figueira. Lá mesmo pegamos o eléctrico 12 para irmos ao Castelo de São Jorge. Este castelo está na colina mais alta de Lisboa. Tivemos desconto de 30% com o Lisboa-Card. Vale a pena ir. É uma construção antiga, mas imponente ainda. Depois da visita voltamos no mesmo eléctricos para a praça da Figueira. Já estava anoitecendo e fomos para nossa janta. Voltamos ao mesmo restaurante onde almoçamos no dia anterior, Bela Ipanema na Av. Liberdade, perto da estação do metrô Avenida. Lá comemos omelete (4,90 euros cada), bolinhos de bacalhau (1,20 euro cada) e tomamos sopa (1,30 euro cada). O vinho foi 3,10 euros. Voltamos para o hotel para descansarmos. Detalhe: nesta época estava escurecendo em Portugal por volta de 20:20 horas. 02/04 – SINTRA-LISBOA Acordamos cedo, tomamos nosso café reforçado e saímos para estação de comboios (trens) Rossio que fica bem no centro, no final da Av. Liberdade. Lá pegamos o comboio para Sintra. Com o cartão Lisboa-Card passamos sem problemas pela catraca da estação. Eles tem quadros de horários afixados e os trens são rigorosos no cumprimento do horário. O trem saiu às 10:01 e chegamos em Sintra às 10:36. Nada de correria, afinal é férias. Descemos e fomos andando pela cidade em direção a subida para o Palácio Pena. O tempo estava fechado, diferente de Lisboa. Tiramos umas fotos na cidade. Depois tomamos o ônibus para o Palácio Pena. O bilheto custa 4,80 euros por pessoa (ida e volta). Este ônibus paga-se diretamente com o motorista. Não aceita Lisboa-Card. Descemos na portaria do Palácio. O ingresso custa 12,00 euros, porém tivemos desconto como Lisboa-Card e pagamos 9,00 euros por pessoa. Detalhe: leve consigo o guia Lisboa-Card pois eles destacam o ticket para desconto que vem junto ao guia. Dentro da propriedade ainda se paga mais 2,00 euros para ir de trenzinho até a porta do Palácio (a subida é muito ingreme). Nós pagamos, já que a volta também está incluso. Dentro do Palácio é incrível. Todo decorado com móveis da época. É um museu. Muito interessante. O tempo virou de vez, veio uma névoa que encobriu parte das torres deixando a paisagem muito bela. Porém o frio veio junto e como estávamos com poucas roupas, sentimos frio. Lá dentro fizemos um lanche numa lanchonete. Quando saímos já era quase 14:00 h. Descemos de trenzinho pois estava chovendo fraco. Pegamos o ônibus para a cidade e não fomos no Castelo dos Mouros. Fomos direto para a estação e lá encontramos uma loja da Pizza Hut. Comemos pizzas, 9,75 euros para o casal com o refrigerante. Pegamos o comboio para Lisboa. Diferente da estação em Lisboa, esta em Sintra não tem catracas. Porém não deixe de validar seu cartão nas máquinas que ficam na plataforma da estação. Descemos na estação Rossio em Lisboa. Ela tem acesso direto a estação do metrô Restauradores. Andamos apenas i estação de metrô, mas como estávamos cansados e não íamos pagar por isto preferimos. Voltamos para o hotel, tomamos banho e descansamos um pouco. Saímos e pegamos o metrô na estação Avenida. Fomos até a estação parque, conhecer o parque Henrique VII. Muito bonito. De lá tem-se uma belas vista da cidade. Andamos até a Av. Antônio Augusto de Aguiar, onde tomamos um café e comemos algo. Continuamos pela avenida até a estação São Sebastião (linha vermelha do metrô). Tomamos o metrô e descemos na última estação, Gare do Oriente. Estávamos no Parque das Nações. Este distrito foi todo reformado 1998. É a parte mais nova de Lisboa. Muito moderno, com Shopping, Centro de eventos. De lá se vê a ponte Vasco da Gama, uma ponte enorme, que deve ter uns 13 km. Vale a pena ir até lá. Saímos de lá já noite. Porém antes demos umas voltinhas no shopping. Pegamos o metrô, trocamos de linha da estação São Sebastião e descemos na estação Avenida. Voltamos ao restaurante Bela Ipanema para comermos. Voltamos para o hotel, já era mais de 22:00 h. 03/04 – ÓBIDOS – ALCOBAÇA – FÁTIMA – COIMBRA Acordamos cedo, arrumamos as malas, tomamos café. Descemos com as malas fizemos nosso check-out. Deixei as malas na recepção do hotel e fomos na loja da Hertz para alugar um veículo. Alugamos um Ford Foccus SW (não tem no Brasil). Por dois dias de aluguel pagamos 270,00 euros, pois o carro era grande, e íamos devolver em outra cidade. Eu ia dirigir. Paramos no hotel, colocamos nossas malas e fomos em direção a autoestrada A8. Não foi dificil achar a saída para a autoestrada. Lisboa é bem sinalizada. Na estrada não há indicação para Óbidos. Como é uma cidade turística achamos estranho. 1º pedágio (Portagem em Portugal): nos deparamos com uma máquina que emite um bilhete. Você deve pegar o bilhete e guardá-lo. Você vai pagar quando sair da estrada, ou antes, se encontrar uma nova praça de pedágio. Aí passamos nosso primeiro apuro, pois retirei o bilhete e comecei a procurar onde ia pagar. Como não avistei nada, arranquei o carro e sai. Para minha surpresa começou a fazer um sinal sonoro. Foi aquela gritaria dentro do carro: corre gente deve ser a polícia. Que nada. Era o sinal do próprio carro me avisando que eu estava sem o cinto de segurança. Pode? A autoestrada é coisa de 1º mundo. Depois de muito andar passamos por uma praça de pedágio, onde tinha guichê com pessoas para receber. Você deve entregar o bilhete que tirou lá atrás. Neste pedágio pagamos 4,55 euros. Andamos mais um pouco e chegamos a Óbidos. A cidade está quase toda dentro das muralhas (enormes por sinal). Lembra Tiradentes (aqui em MG). Muito linda. Estava acontecendo um festival de chocolates na cidade (era o último dia). Coisa de doido. Estava muito cheia com gente para todos os lados. Andamos por lá tiramos muitas fotos. Ficamos lá umas 2 horas. Saímos em direção a Alcobaça. É perto de Óbidos. Para sairmos de Alcobaça pagamos mais 2,00 euros de pedágio. Em Alcobaça comemos bacalhau com natas no Esplanada do Arthur, numa praça Central da cidade. A refeição dava para duas pessoas, era o prato do dia 6,50 euros para 2 pessoas. Além desta refeição comemos de entrada bolinhos de bacalhau e bebemos refrigerantes, sucos e cerveja. O total da conta para 4 pessoas ficou em 21,85 euros. Depois do almoço saímos e fomos visitar a Abadia de Alcobaça. É a maior Igreja de Portugal. Acho que a população de alcobaça inteira não enche aquela igreja. Junto está o mosteiro. Como fomos no domingo não se paga para entrar. Mas com o Lisboa-Card era gratuito também. O local é muito frio, pois é tudo de pedra. Não sei como os abades conseguiam viver naquele lugar gelado. De lá fomos para Fátima. No caminho avistamos o Mosteiro de Batalha, bem no trevo da cidade (Batalha). Não paramos, pois ainda tínhamos muito que andar. Chegamos em Fátima e fomos direto ao santuário. A área em frente ao santuário é imensa. Chegamos lá bem as 18:00 h. Os sinos tocaram. Foi legal. Não estava tão cheio. Do lado de fora existe uma capela, no local onde houve as aparições. Mais a frente está o Santuário. Fomos lá dentro e estava começando uma missa. Andamos um pouco por lá, compramos algumas lembranças e saímos em direção a Coimbra. Já era mais de 19:00 h. Chegamos em Coimbra e fomos direto ao Hotel Ibis. Achamos meio que no rumo o hotel. Fica na avenida bem em frente ao Rio Mondego. Fizemos o check-in, Subimos, tomamos um bom banho e saímos para comer algo. Em frente ao hotel tem um parque entre a avenida eu rio (parque Dr. Manoel Braga). Logo a frente entramos em um restaurante (restaurante Itália). Comemos pizza margueritta, salmão alla griglia, tomamos sopa (creme minestrone) e para beber vinho branco Suco (sumo) e pasmem guaraná antártica . Para nós quatro ficou em 37,35 euros. Demos uma volta por lá mesmo e fomos dormir. O dia foi cansativo. 04/04 – COIMBRA – PORTO Acordamos cedo, tomamos nosso café. Saímos e fomos conhecer a universidade de Coimbra (criada no século XI). Fomos a pé, pois bastava ir subindo a ladeira por trás do hotel. Passamos pelo comércio também. Conhecemos algumas faculdades e também a biblioteca. A vista do alto da cidade é muito bonita. Descemos e paramos em uma loja de chineses. Foi a festa. Produtos baratos. Minha esposa comprou uma jaqueta forrada e com capuz por 17,00 euros (aqui no Brasil sairia por no mínimo 150,00 reais. Voltamos para o hotel pois já estava quase na hora de sairmos. Pegamos as malas e fizemos o check-out e saímos com o carro em direção a cidade do Porto. Não foi difícil achar a A1. Na verdade entramos na antiga A1. Paramos para abastecer e o “frentista”muito gentil nos explicou como acessar a verdadeira A1. É uma maravilha esta autoestrada! Passamos pelo pedágio (Paragem) e pegamos nosso bilhete. Já chegando em Porto avistamos a praça de pedágio onde deveríamos pagar pelo tanto que andamos. Aí veio mais uma. Havia muitas cabines para acessar. Escolhi uma e fui. Para minha surpresa não tinha atendente para receber o dinheiro e sim uma máquina. Imediatamente, para não encarar a máquina, tentei dar ré e ir para a cabine ao lado onde tinha um atendente. Infelizmente um carro parou logo atrás de mim. Devia ser outro turista tentando seguir alguém pois havia muitas cabines vazias. Conclusão: tive que enfrentar a máquina para pagar. Mas até que não foi difícil. Você insere o bilhete (de forma correta – eu coloquei 2 vezes errado), ela faz a leitura e logo diz em português quanto euros vocês deve pagar. Coloca a nota no local indicado e logo em seguida sai seu recibo e caem as moedas de troco. Logicamente a cancela se abre e você está livre. Em porto você chega por uma via que circula a cidade. Sendo assim tem muitos carros. A via é bem sinalizada, porém ficamos perdidos. Quando paramos para obter informação já estávamos saindo da cidade (do outro lado). Retornamos andamos mais por esta via e depois paramos novamente em um posto de gasolina onde um sr. muito gentil me explicou umas 4 vezes como achar a rua da alegria. Já estávamos perto e não foi difícil achar. Parei o carro no estacionamento ao lado do Ibis e subimos. Fizemos o check-in e logo saímos para almoçar. Bem em frente ao Ibis encontramos o restaurante Murça no Porto. Pagamos 5,00 euros por pessoa pela sopa com pão de entrada, prato principal (bacalhau, sardinha) acompanhado com arroz, fritas e salada, uma jarra de vinho tinto e o café. Uma pechincha !! Saímos e voltamos ao hotel (em frente) e compramos o cartão para andarmos no ônibus de turismo da cidade (cartão CitySigntseeing). Custou 19,00 euros e funciona no sistema hop on hop off (você pode descer e subir em qualquer das paradas do ônibus), válido por 48 horas. O intervalo entre um ônibus e outro é de 30 minutos. Também com este cartão teríamos direito ao passeio de barco pelo Rio D'ouro. Saímos do hotel e fomos em direção a praça D. João I, onde pegamos este ônibus. Ao embarcar você recebe um fone de ouvido que pode ser conectado para se ouvir a explicação dos pontos turísticos (áudio guide). O passeio dura em média 1 h e 30 min. O ônibus é de dois andares e vale a pena ir no segundo. Tivemos uma bela visão da cidade do Porto, da praia e do Rio d'Ouro. Descemos no antigo cais (perto da ponte D. Luis I, de onde ficamos observando o pôr do sol. Andamos pela região, conhecendo a cidade. Lanchamos em uma lanchonete onde por coincidência um das atendentes era brasileira, e de Minas Gerais. Imagina só o auê que foi. Em frente a esta ponte tem um “funiculare”, espécie de bondinho que faz a conexão da cidade baixa com a cidade alta. Paga-se 1,50 euros para subir. Não pensamos duas vezes. Lá em cima resolvemos voltar para o hotel. Já estava anoitecendo e estávamos cansados. 05/04 – PORTO Acordamos não tão cedo. Tomamos o café e fomos entregar o carro na locadora de veículos. Para nossa sorte tinha uma loja pertinho do hotel. Depois fomos conhecer o mercado do Bolhão.Interessante este lugar para aeum gosta de mercados de frutas e verduras. Depois passamos no café Majestic para conhecer o famoso local. Saimos de lá e fomos pegar o ônibus turístico novamente. Desta fez descemos na praia da cidade. Tiramos belas fotos. Depois pegamos o ônibus novamente e descemos na parada onde se faz o passeio de barco. O preço do passeio já estava incluído no cartão. Avulso custa 10,00 euros. O passeio pelo Rio d'Ouro é lido. O barco é grande e vai uma pessoas falando sobre as pontes que cortam o rio. Algumas construções também são citadas. Dura aproximadamente 1 hora. Saímos e fomos procurar algo para comer, já passava da 1 hora. Entramos em um restaurante pequeno, porém muito aconchegante. Subimos ao segundo piso, e comemos a refeição. Para cada um saía a 6,00 euros. Boa comida e barata. Neste restaurante tinha também um grupo de 6 francesas. Estavam num auê só. Saímos e fomos visitar o prédio do palácio da Bolsa. Funciona hoje um Museu. Interessante. Eu e minha esposa resolvemos voltar para o hotel, pois ela não se sentia bem. Minha cunhada foi passear no ônibus turístico, só que no outro trajeto. Também estava incluído. Mais tarde saímos do hotel e fomos a estação do metrô ver como funcionava o sistema, já que no outro dia íamos pegá-lo para irmos para o aeroporto. Um funcionário do metrô nos explicou simulando na máquina como se comprava o cartão “andante”., já que só tinha máquina para vender, nada de guichê como se vê por aqui. Outro detalhe interessante: não existe catracas/roletas neste metrô. Há apenas as máquinas validadoras do passe e a passagem é livre. Observei que as pessoas validavam o cartão. É claro que se o fiscal pegar alguém sem validar é multa na certa, e alta. Aqui no Brasil este sistema ia a falência!!! De lá passamos em um supermercado que fica atrás do hotel e compramos algo para comer e beber. Ficou em 4,77 euros. Barato !! voltamos para o hotel pois já era noite. Antes de dormir. DEPOIS CONTINUO O RELATO
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