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1 Neutra
  1. Ola, eu não troquei moeda, levei tudo em Real. Lá é bem aceito e o câmbio bem justo. Não vai ter problema nenhum. Abraços.
  2. Oi Tiago! Que bom que gostou! Peça as dicas quando quiser. Tenho certeza que não vai se arrepender de fazer essa viagem. Abraços.
  3. Ola Pedro! Que bom que gostou! O Roraima realmente é um lugar mágico! Espero que continue na sua lista. Por enquanto estou sem sugestões. rsrs Vou pensar em algo e falo. Boa sorte com a trip. Abraços.
  4. Oi Diego! Eu fui em Abril 2015. Por estar na Amazônia e numa região com clima equatorial é quase impossível fugir das chuvas, mas mesmo assim há meses mais favoráveis para a viagem. De outubro a abril: Período de menos chuva e frio. Vantagem: Evidentemente a de evitar perrengues com a chuva. Desvantagem: Não observar as inúmeras cachoeiras que se formam nos paredões do Monte Roraima De maio a agosto: Período de maior frio e chuva. Abraços.
  5. Ed aconselho mesmo o trekking de 8 dias. Poder ir o Ponto Triplo e ao Fosso realmente vale muito a pena. Boa sorte na sua trip! Abraços.
  6. Olá Edu! Esse valor é meio padrão entres as agências sim. Como eu disse contratar as agencias venezuelanas faz com que o preço despenque assustadoramente. Aqui no Brasil cobram uma verdadeira fortuna. A outra agência é a Backpackers. Abraços.
  7. A Expedição Monte Roraima começou quando me deparei com a foto abaixo. Achei impressionante a existência de um lugar assim no mundo. E comecei a ler tudo a respeito. Vou resumir os pontos mais importantes para se levar em conta: "O Monte Roraima tem 34 km2 de área e fica exatamente na fronteira entre o Brasil, a Venezuela e a Guiana, com um marco de concreto em seu topo registrando a tríplice fronteira. A maior parte da montanha está em território venezuelano (85%), 10% na Guiana e apenas 5% em solo brasileiro. O acesso ao topo foi descoberto em 1884 na parede sudoeste, a partir da Venezuela, e por ser o único caminho por trilha, sem necessidade de técnicas de escalada e nem cordas, passou a ser utilizado por todas as expedições. Fora isso, há os passeios panorâmicos de helicóptero e pelo menos duas vias de escalada (Scorpion Wall e Cutting the Line)." Por estar na Amazônia e numa região com clima equatorial é quase impossível fugir das chuvas, mas mesmo assim há meses mais favoráveis para a viagem. De outubro a abril: Período de menos chuva e frio. Vantagem: Evidentemente a de evitar perrengues com a chuva. Desvantagem: Não observar as inúmeras cachoeiras que se formam nos paredões do Monte Roraima De maio a agosto: Período de maior frio e chuva. • Para iniciar o trekking o caminho é o seguinte ( pelo menos no meu caso, brasileira) : Boa Vista ( Roraima) x Santa Elena de Uairén ( Venezuela) x Paratepuí ( de onde a caminhada começa de verdade); • As agências no Brasil cobram verdadeiras fortunas para realizar o passeio e depois de ler vários relatos, contratei os serviços da Mystic Tours ( agência venezuelana localizada em Santa Elena); • Brasileiros não precisam de passaporte para entrar na Venezuela; • É obrigatório o certificado internacional contra Febre Amarela; • Pode levar REAL pois qualquer estabelecimento em Santa Elena aceita nossa moeda e por uma câmbio bem atraente; • Li em vários relatos que qualquer pessoa pode fazer o trekking, vou ser bem sincera, não é pra qualquer pessoa. Sem o mínimo de condicionamento físico vc vai sofrer e muito; Bom vamos lá... Chegamos em Boa Vista as 14:00 e contratamos o taxista Ciro da cooperativa Pacanaima, pagamos por pessoa o valor de R$ 45,00 para nos levar até Santa Elena ( 250 km), do outro lado da fronteira na Venezuela. Ficamos na Pousada Backpackers, quarto quádruplo, R$ 21,00 a diária, tem um pub embaixo que toca uma musiquinha e servem pizza. Ao lado do nosso hotel tem a Pousada Michele mesmo valor pelo quarto quádruplo. Na mesma rua encontra-se a Mystic Tours (agência que contratei aqui do Brasil) para nos levar ao Roraima. Detalhes da Expedição: • Valor total em reais pelo trekking de 6 dias: R$ 586,00; • O que inclui: Guia, cozinheiro, comida para os 6 dias, barraca, saco de dormir, isolante, transporte para o início e fim do trekking, um almoço no último dia com refrigerante e mapa da La Gran Sabana; • Serviço extra: você pode contratar um dos carregadores para levar sua mochila, cobraram 32.000 bolivares o dia, aproximadamente, R$ 35,00; • Os carregadores montam e desmontam a barraca que é compartilhada, sempre duas pessoas; • O dono da agência é o Roberto Marrero, gostei muito dos serviços prestados! Foram atenciosos e muito simpáticos com todos do meu grupo; • Eles fazem um reunião com todo o grupo um dia antes de iniciarem o trekking, onde tiramos todas as dúvidas e eles nos entregam o saco de dormir e o isolante, que são carregados por nós; 1º Dia: De Santa Elena x Paratepuí x Acampamento Rio Tek Nos reunimos na porta da agência as 09:00 da manhã, assinamos um termo de responsabilidade e partimos em veículo 4x4 para Paratepuí onde se dá início ao Trekking. Chegamos lá, prepararam um lanche. Enquanto comíamos, os carregadores se organizaram com tudo que precisaríamos para os 6 dias que nos aguardavam. Tudo pronto, começamos a caminhar as 12:30, o calor já estava absurdamente perturbador. Rsrs Vou confessar, a minha mochila estava tranquila mas quando coloquei o saco de dormir e o isolante, virou um monstro. Andamos nesse dia cerca de 13km com algumas paradas e rios para repor a água. No fim da tarde chegamos ao Acampamento do Rio Tek, o acampamento com mais recursos. Tem uma vendinha com cerveja e salgadinhos, mesa pra comer e o Rio Tek fica a poucos metros de distância. O banho no Rio Tek foi uma aprovação, água muito frio mas depois, tornou-se deliciosa se não fosse o ataque de Puri-Puris ( mosquitos da savana venezuelana). Voltei com 1 milhão de picadas e coçam, como coçam! Os carregadores rapidamente armaram as barracas enquanto outros preparavam nosso jantar, uma macarronada com carne moída deliciosa e suco. Confesso que fiquei bem cansada nesse dia, a cada descida de morro você já se preparava para subir e o sol era imperdoável. Fomos dormir e descansar para o outro dia que pra mim, foi o mais punk de todos. 2º Dia: De Acampamento Rio Tek x Acampamento Base Nesse dia acordamos bem cedo, 05:30 e começamos a arrumar tudo, fomos tomar café que já estava a mesa. Uma deliciosa panqueca com presunto e ovos, chá e café ( parecia chá) rs; Enquanto tomávamos café, os carregadores já desmontavam nossas barracas. Começamos a caminhada novamente, nesse dia atravessamos o Rio Tek ( bem fácil) pulando algumas pedras. Mais adiante, nos deparamos com o Rio Kekunán, nesse rio já demanda toda logística de tirar a bota, ficar de meia, o carregador te ajuda com a mochila e também na travessia. A correnteza estava bem forte e é um trecho maior para atravessar. Do outro lado do rio, meias secas, bota no pé e a caminhada continua. Nesse dia a minha mochila estava me matando e o sol novamente castigava. Na minha opinião, o segundo dia foi o pior dia, muitas dores nas costas, o tempo todo subindo e subindo, tudo muito íngreme. Fiz diversas paradas e em determinado ponto exausta, paramos todos e começaram a preparar um lanche, de repente, chuva, muita chuva. Comemos debaixo de chuva mesmo, exaustos e seguimos pois ainda nos faltava um hora e quarenta de caminhada, íngreme, debaixo de chuva. Parecia uma eternidade, eu perguntava pros carregadores a todo momento quanto faltava e eles diziam: “15 min” traduzindo: “ 1 hora e mil minutos” rsrs Finalmente, depois de percorrermos 15km, costas, quadril, fio de cabelo, tudo doía, chegamos ao Acampamento Base aos pés do Roraima. E de repente quanto coloquei meus olhos no paredão do Roraima, a emoção tomou conta e toda a dor sumiu em um segundo. A paisagem do Kukenán e do Roraima te acompanham a caminhada toda e a savana venezuelana é lindíssima. Mas chegar tão perto me causou um misto de cansaço, vislumbre, emoção e gratidão por estar contemplando aquele lugar incrivelmente lindo. Os carregadores em sua maioria sempre chegam primeiro e já começam a montar as barracas. O friozinho já começou a ser nossa cia frequente. Descansamos um pouco e fomos até um riozinho tentar tomar um banho mas a água estava geladíssima! Meus amigos tomaram banho e eu também mas de lenço umedecido. Rsrs Não deu! No jantar fizeram arroz com frango desfiado e legumes, sempre com suquinho para acompanhar. A noite sempre caía rápido demais e como estávamos sem comunicação com o mundo, parecia uma eternidade cada minuto. Fomos descansar pois no dia seguinte, o destino seria: o topo do Monte Roraima! 3º Dia: Acampamento Base x Monte Roraima Nesse dia também acordamos cedo e o guia nos entregou enquanto tomávamos café, um lanche ( sanduíche) para a subida. Arrumamos nossas tralhas e com muito entusiasmo, partimos. Esqueci de comentar, não aguentei a minha mochila e minhas costas estavam destruídas, contratei um dos carregadores para levar minha mochila ( 32.000 bolivares ou R$ 35,00 a diária) até o último dia. Além da carga que já tem, eles incluem a sua mochila, não é um carregador particular. Os caras são incrivelmente fortes e resistentes. Agora assim a subida era íngreme de verdade mas empolgante! Caminhamos cerca de uma hora e meia ou mais, nessa altura já tinha perdido a noção de tempo e o meu interesse em procurar contabilizar o tempo nessa experiência. Muitas pedras, muita chuva e cada vez mais próximos do incrível paredão. De repente, ele, o paredão diante dos meus olhos, mostrando o quão insignificante eu era perante aquele gigante místico, o mais antigo do mundo. Comecei desesperadamente a abraçar o paredão e meus amigos riam muito da cena Tive que postar a foto que tiraram! rs. Caminhamos mais e cheguei na parte mais difícil de todo o trajeto: O Passo das Lágrimas ( tem esse nome porque vc sobe o tempo todo sendo batizado por uma cachoeira que despenca do topo), muito escorregadia, extremamente íngreme, meu coração parecia saltar boca a fora, meu joelho tremia mas a emoção tomava conta. Finalmente, pisamos no Monte Roraima, chuva e muita alegria. Nunca vi nada parecido em toda minha vida, a atmosfera, aquelas rochas negras, as plantas carnívoras, o sapinho negro que vi logo que cheguei... Partimos pra uma caminhada de mais uns 30 min até chegarmos no Hotel Sucri ( eles chamam de Hotel os acampamentos no Monte). Ficamos deslumbrados, fascinados e cada um foi explorar ali os arredores do acampamento enquanto já montavam as barracas. Nesse dia depois de descansados, fomos dar uma volta. Pontos: La Cueva e um dos mirantes. Sensacional. 4º Dia: Monte Roraima Nesse dia acordamos cedo também e chovia muito, muita neblina mas ainda sim, não íamos perder um segundo que fosse por causa da chuva. Partimos com destino a Las Ventanas, Vale dos Cristais e Jacuzzis. O vale dos Cristais é impressionante, mas atente-se, não pode ser retirado nenhum cristal de lá, paga-se multa de 1.0000 dólares. Para meu desgosto ou simplesmente truque da natureza, quando chegamos nas Ventanas, estava tudo coberto por neblina não dava para se ter uma noção da imensidão e periculosidade daquele lugar mas ainda sim, contemplei de bom gosto e agradecida. De lá fomos as Jacuzzis, que lugar! Maravilhoso, água gelada sim, mas não pude resistir! O fundo das jacuzzis é repleto de cristais! Ficamos lá por algum tempo e retornamos para o acampamento. O tempo no Roraima é muito instável e no nosso caso, choveu o tempo todo. Eu gostaria muito de ter conhecido o Ponto Trilho ( fronteira dos 3 países – Guiana, Brasil e Venezuela), El Fosso e outros mas o tempo não estava do nosso lado e impossibilitou esses passeios. Faz parte da experiência estar aberto para as mudanças de humor da natureza!  Gostaria de ter ficado mais tempo e contratado o trekking de 8 dias mas só consegui uma semana de férias. Mas tá valendo! 5º Dia: Monte Roraima x Acampamento Rio Tek Nesse dia, vc anda tudo que andou em dois dias em um único dia. Prepare-se, os seus joelhos vão gritar! Rs Eu escolhi sair com o primeiro grupo dos mais lentos ( duas meninas), detalhe, cheguei ao passo das Lágrimas sozinha e comecei a descer quando avistei o grupo dos mais rápidos já dando as caras. O que antes eram “lágrimas” agora pareciam as cataratas de Foz do Iguaçu. Muita água, a trilha virou um rio de correntezas fortes. Desci com todo cuidado do mundo e ainda sim tive vários momentos de muita tensão pois tinha pedra rolando, podia cair algo de cima, perigo por todos os lados. Levei uns dois bons escorregões mas nada sério e continuei a descida. O combinado foi, almoçarmos no Acampamento Base e continuarmos até o Rio tek. Algumas horas depois de muita descida, pernas tremendo, cheguei sozinha com uma boa diferença do meu grupo. Sentei no rio e comecei a pensar em toda aquela experiência incrível. E depois decidi ir direto ao Rio tek sem parar pra almoçar. Peguei meu bastão, coloquei minha trilha sonora do filme “A Vida Secreta de Walter Mitty” e parti em meio a neblina pois 15km me aguardavam. No caminho encontrei um dos indígenas e carregadores e quando eu pisquei ele já estava sumindo na trilha por entre os montes. Foi muito bacana ter essa experiência comigo mesma, desci sozinha do Roraima ( me senti Indiana Jones rs), um turbilhão de pensamentos e ali naquela trilha fui pensando “ o que mais sou capaz de fazer e ainda não sei?” Quando cheguei no Rio Kekunán me bateu o desespero pois o nível do Rio tinha subido bastante e de repente, vi o índio com quem conversei no início da trilha e ele estava sentado esperando por mim pois sabia que talvez eu não conseguiria passar sozinha. Achei tão fofo! E assim ele fez, pegou na minha mão e me ajudou! Eternamente grata! Cheguei exaustaaaa ao Acampamento Rio Tek e lá encontrei outros indígenas e guias, me pagaram duas cervejas porque minha mochila ainda estava com o carregador e ficamos tentando nos comunicar. Tirei a minha bota molhada, o casaco molhado e pedi para experimentar a “mochila” feita de palha na qual eles levam todos os itens. Quase 1 hora e meia depois chegaram 2 pessoas do meu grupo e ficamos por ali de papo. Final da noite, jantamos e ficamos admirando os vagalumes e o céu intensamente estrelado e recordando já com saudades, do Monte Roraima. 6º Dia: Acampamento Rio Tek x Paratepuí Começamos a caminhada cedo e diferente dos outros dias, todos muito introspectivos, talvez estivessem exaustos ou talvez, estavam encantados demais pra falar. Chegamos em Paratepuí, joguei o poncho de chuva na grama e me deitei, cansada! Logo os carros chegaram e começamos a nos organizar para o retorno a Santa Elena, mas antes paramos em São Francisco onde foi servido um almoço delicioso com frango assado e refrigerante ( artigo de luxo depois de 6 dias tomando água de Rio e Chá) rs. Compramos umas lembrancinhas por ali e seguimos. Chegamos em Santa Elena e nosso taxista já estava a espera para nos levar a Boa Vista, onde nosso voo sairia no dia seguinte rumo ao Rio de Janeiro. O que falar dessa experiência? Foi indescritível! A gentileza dos indígenas, o sorriso sincero ao te servir todos os dias, o esforço físico, o encontro com o místico, o grupo incrível que conhecemos e as paisagens que levarei pra sempre na memória. Eu voltaria ao Mundo Perdido e tenho certeza que ainda me encantaria como se fosse a primeira vez! Considerações importantes: • Agência Mystic Tours (http://www.mystictours.com.ve/); • Facebook do Roberto Marrero dono da agência: https://www.facebook.com/roberto.marrero.391?fref=ts; • Posada Backpackers: http://lagransabana.travel/es/reserve-ahora/viewproperty/Posada%20Backpacker/64; • Posada Michele: http://www.hosteltrail.com/hostels/posadamichelle; • Contato do taxista Ciro que nos levou de Boa Vista a Santa Elena: +55 95 9136-4950 ele tb usa o Whatsapp; • Facebook do nosso Guia, o Lapa: https://www.facebook.com/jose.padrino.3150; • Gasto total da viagem, incluindo passagens áereas do Rio de Janeiro para Boa Vista: R$ 1.850,00; Quase me esqueci, fomos a uma baladinha em Santa Elena : https://www.facebook.com/tremens.tn?fref=ts ( Boate Tremens) a única da cidade!
  8. Olá! Então , eu acho necessário sim, até pq é uma segurança a mais. Entenda que a distância entre os 3 ( Barreirinhas x Atins e Santo Amaro) é bem consideravel mas acho que vai ser bacana. A Pousada do Rio parece ser bacana tirando o fato de estar do outro lado do rio. Qq coisa estamos aqui. Abraços
  9. Olá Miria, Segue: * Aluguel de veículo 4x4 po 11 dias: R$ 2000,00; * Pousada Vila Serrano: Diária de R$ 200,00 - Total : R$ 800,00 *Pousada Monte Azul : R$ 150,00 - Total : R$ 750,00 * Guias ( Sossego, Fumacinha e Encantada): R$ 350,00 * Comida: em torno de R$ 500,00 *Combustível (Diesel) : R$ 500,00 *Entradas em algumas propriedades onde se localizavam as cachoeiras: R$ 80,00 Custo total, valor aproximado: R$ 5000,00 OBS: As minhas escolhas foram com um conforto, a escolha do veículo, das pousadas e restaurantes mas é possível diminuir bastante o custo, quase que pela metade. Bjs Larissa
  10. Olá Heloa, o custo da viagem ficou mais ou menos assim: * Aluguel de veículo 4x4 po 11 dias: R$ 2000,00; * Pousada Vila Serrano: Diária de R$ 200,00 - Total : R$ 800,00 *Pousada Monte Azul : R$ 150,00 - Total : R$ 750,00 * Guias ( Sossego, Fumacinha e Encantada): R$ 350,00 * Comida: em torno de R$ 500,00 *Combustível (Diesel) : R$ 500,00 *Entradas em algumas propriedades onde se localizavam as cachoeiras: R$ 80,00 Custo total, valor aproximado: R$ 5000,00 OBS: As minhas escolhas foram com um conforto, a escolha do veículo, das pousadas e restaurantes mas é possível diminuir bastante o custo, quase que pela metade. Bjs Larissa
  11. Que bom que gostou Kona! Qualquer dúvida é só perguntar! Boa viagem!
  12. Era um sonho antigo conhecer a Chapada Diamantina e para realização desse sonho me programei da seguinte forma: • Rio de Janeiro x Salvador; • Salvador x Lençóis : 420Km mas que foram percorridos em 7 horas devido as obras na rodovia; • Veículo 4x4 , diesel, porque em alguns lugares como vou citar com mais detalhes lá embaixo, só se chega com esse tipo de veículo; • Hospedagem em Lençóis: Pousada Vila Serrano; Chegamos em Salvador numa sexta-feira e percorremos 420 km em direção a Lençóis em 7 horas ( devido as obras na rodovia), ou seja, separem um dia somente para o deslocamento . Tb existem voos com escala na cidade de Salvador também chegam em Lençóis mas não são todos os dias da semana. Nos perdemos um pouco para sair de Salvador pois o GPS estava confuso mas com muito custo conseguimos. Chegamos já ao anoitecer na cidade de Lençóis e fomos direto para a pousada reservada Vila Serrano, pousada maravilhosa, o atendimento e instalação incríveis. 1º dia: Poço do Diabo x Pratinha e Morro do Pai Inácio Nesse dia acordamos cedo e fomos fazer esse primeiros passeios que não são necessários guia. Compramos um mapa na própria Pousada por R$ 20,00 que nos ajudou a viagem inteira. A programação era deixar o Morro do Pai Inácio por último para pegar o por do sol. Fomos até o Poço do Diabo, trilha leve, tem uma estrutura para estacionar o carro, restaurante, e foi bem tranquilo. Tem tirolesa para os mais aventureiros e é realmente muito gostoso o passeio e o mergulho. De lá fomos para a Gruta da Pratinha, anda-se um pouco ainda na rodovia e depois pegamos uma estrada de terra. Ao chegar na gruta pagamos a entrada de R$ 20,00. Lá é como se fosse um clube. Tem restaurante, várias atividades ... Fomos fazer o mergulho pela gruta, que é de tirar o fôlego. Água turquesa, visibilidade incrível! Fiquei apaixonada por esse lugar. Almoçamos por lá mesmo ( almoço bem em conta por sinal, pagamos cada um R$ 23,00 pelo prato com bebida) e seguimos para a Gruta Azul que fica bem em frente, o valor que se paga na entrada na Pratinha , tb te dá o direito a conhecer a Gruta Azul. Não achei nada demais, já vi grutas mais bonitas, mas como já estávamos por lá, aproveitamos. De lá, fomos para o Morro do Pai Inácio, paga-se uma taxa de R$ 5,00 e não sobe mais ninguém depois das 17:00. A subida é um pouquinho puxada mas nada impossível. A medida que vai subindo, o visual vai se revelando, incrivelmente desenhado nas tardes da Chapada Diamantina. Chegando lá em cima, não tem como não ficar fascinado por tamanha beleza. Um dos visuais mais lindos que já vi na vida! O por do sol é um espetáculo que fica guardado pra sempre na memória. Chegamos em Lençóis já ao anoitecer e fomos dar um voltinha no centrinho e achar um lugar para comer, são várias opções. De lá fomos pra pousada porque o dia seguinte ia ser PUNK! 2º dia: Cachoeira do Sossego Li vários relatos sobre a trilha para a Cachoeira do Sossego e estava cheia de medo de não conseguir. Rs Esse passeio não precisa ir de carro, pois a trilha já começa dentro da cidade. Levamos lanche e água que compramos no supermercado no centrinho de Lençóis É um passeio impossível de fazer sem a presença do guia, são aproximadamente 3 horas de trilha, pulando pedra e passando por mata fechada. Contratamos o guia Asony indicado pela própria pousada. O calor estava terrível e andamos, andamos... fizemos algumas paradas para beber água e descansar e durante o percurso o Sony ia nos mostrando algumas plantas típicas e para que serviam. Vou ser bem sincera, demanda um esforço bem grande e quem não tiver o mínimo de preparo físico, creio que não conseguirá completar a trilha. Chegamos na cachoeira e é lindíssima! Valeu cada passo, o cansaço, tudo... Ficamos lá por uma hora mais ou menos e começamos a trilha de volta. Na volta passamos no Ribeirão do Meio e meu amigo fez um esquibunda nas pedras até o poço. Não tive coragem, mas foi irado!!! Chegamos em Lençóis por volta das 16:00, exaustos e mortos de fome. E como dica que eu peguei aqui no Mochileiros, fomos ao Beco’s Bar , da Dona Ivandira. Comida deliciosa, barata e a dona Ivandira é um amor! De lá, pousada, banho, vinho e descanso. 3º Gruta da Torrinha e Cachoeira do Mosquito Nesse dia também seguindo nosso valioso mapa, seguimos para a Gruta da Torrinha, formação geológica única no mundo. Pagamos R$ 55,00 para conhecer a gruta e tb a sala dos cristais, achei bem interessante.Esse passeio é guiado obrigatoriamente. Ficamos lá por volta de uma hora. É incrível a história da gruta e de como se deu o seu descobrimento. Somente uma parte da Gruta era conhecida, até que uma francesa descansando em determinado ponto da gruta sentiu uma corrente de ar vinda por entres as pedras e resolveu ver o que era. Dessa forma se descobriu um imenso espaço inexplorado e desconhecido pelo homem. De lá seguimos para a Cachoeira do Mosquito que tem esse nome devido aos minúsculos diamantes que eram encontrados lá. Pra nossa decepção, estava praticamente seca. Éramos os únicos lá, foi decepcionante, mas ainda sim demos um mergulho num poço que encontramos e retornamos a Lençóis. Como estávamos com o dia praticamente livre, decidimos explorar mais um pouco a cidade e encontramos um restaurante maravilhoso chamado: Cozinha Aberta Etnia Slow Food. A comida estava maravilhosa: arroz vermelho, com purê de banana, carne de sol e salada, pedimos vinho! O atendimento, a decoração, tudo muito bem planejado. Foi o melhor restaurante pra mim. De lá fomos pra nossa pousada curtir o espaço e tomar mais vinho! Rs Pq no outro dia, seria nível hard! 4º Cachoeira da Fumaça Nesse dia também acordamos cedo e seguimos para o Vale do Capão. Uma hora de estrada mais ou menos e chegamos na associação dos guias, onde vc assina um livro com a sua hora de subida e depois assina na volta. Não é preciso pagar nada mas quem quiser contribuir também é bem vindo. Não é obrigatório o uso de guia e como eu já havia lido que a trilha é bem demarcada, não vimos problema em fazer por nossa conta. O primeiro trecho foi o mais difícil, 1km e meio de subida íngreme por pedras, minhas panturrilhas e coxas ardiam e o sol escaldante batendo impiedosamente. Pareciam eternos aqueles kms. Foi muito difícil mesmo! Mas depois dessa subida caminha-se por trilha plana por aproximadamente 1:30 até chegar no mirante da Fumaça. A vista é espetacularrrr! Tem esse nome de fumaça porque a queda é tão alta que a água não consegue chegar até o final e o vento rebate em forma de Fumaça. Lindíssimo! Amei esse lugar! Ficamos admirando o visual por algumas horas e depois tomamos um banho no riacho e reiniciamos a trilha de volta. De volta a Lençóis já ao anoitecer, jantamos no Trattoria e fomos descansar já que no outro dia seguiríamos rumo ao sul da chapada! 5º Poço Azul x Igatu x Mucugê • Lençóis x Mucugê : 2:30 de viagem aproximadamente; • Hospedagem: Pousada Monte Azul; • Acho que teria feito diferente e ficado em Ibicoara mas... já foi. • Mucugê x Ibicoara: 1:30, aproximadamente 150 km. Seguimos para o Poço Azul que estava no caminho para Mucugê, pegamos uma boa estrada de terra e ao chegar, mais uma surpresa da Chapada, o Poço Azul é incrivelmente lindo! Azul, Azul mesmo, vc não sabe está flutuando ou mergulhando! Pagamos uma taxa de R$ 15,00. Ficamos por algumas horas e seguimos para Igatu ( Cidade de Pedra). Não achei nada demais, mas como já estávamos lá não vi porque não conhecer. Almoçamos por lá e seguimos para Mucugê, chegando no fim da tarde. Ficamos na Pousada Monte Azul, quem nos atendeu foi o Regis, um amor de pessoa!  A noite jantamos no Point na Chapada, muito bom por sinal! 6º Cachoeira do Buracão Essa era das cachoeiras mais esperadas por mim. As fotos eram lindíssimas e eu mal podia esperar para vê-la com meus próprios olhos. Fomos cedo em direção a Ibicoara encontrar o guia Uillians na agência Bicho do Mato. Recomendo muito esse guia, o cara é um excelente fotógrafo, tem uma história de vida maneiríssima e super paciente e atencioso. Saindo de Ibicoara pegamos um estrada de terra por uns 30min e depois começamos a trilha a pé. Paga-se uma taxa de R$ 15,00 para entrar na propriedade onde ela está localizada. A trilha dura em média, 1 hora de caminha leva, nada de subidas ou pedras, bem tranquilo mesmo. Depois chegamos a um poço, onde nadamos com coletes por um cânion maravilhoso! E finalmente colocamos nossos olhos na belíssima cachoeira do Buracão. É de tirar o folêgooooo! A mais linda vista até agora. Ficamos lá por horas, admirando aquela queda incrível. Depois fizemos a trilha para ver a cachoeira por cima, mais surreal ainda! Essa não pode faltar no roteiro pela chapada. Na volta, tem o mirante do Morro Redondo, as fotos lá ficam incríveis! De volta a Ibicoara, recebemos a indicação para comer no Espaço Gourmet da Ana Dantas. Maravilhoso! Comida incrível!Vale a pena. De volta a Mucugê, fomos logo descansar porque no dia seguinte era a cachoeira mais esperada por mim. 7º Cachoeira da Fumacinha Li muito sobre essa cachoeira, vi inúmeras fotos e estava muito animada em conhece-la finalmente depois do nosso longo namoro! O grau de dificuldade é elevado e não é para qualquer um. Contratei o guia Paulinho e marquei de encontra-lo as 05:00 da manhã em Ibicoara. De lá fazemos quase o mesmo caminho de quando fomos pra Buracão e num determinado ponto, seguimos para outra estrada. A trilha começa por mata fechada, depois atravessamos um rio pulando pedras. E novamente mata fechada, e mais pedras e escaladas. São aproximadamente 5 horas de trilha com algumas paradas. A cachoeira da Fumacinha é uma das quedas d’água mais escondidas da Chapada. Quando vc começa a avistar a abertura onde se encontra a cachoeira, a impressão é que vc está em Jurassic Park e que a qualquer momento vai sair um T-REX la de dentro, assustador mesmo. Depois do cansaço extremo, sol e mais sol, chegamos finalmente e coloquei meus olhos nela! A emoção, o cansaço, tudo misturado me causava uma sensação que eu não consigo descrever aqui. Sensacional! Foi com certeza a cachoeira mais linda que eu já vi na minha vida! Ficamos lá admirando, curtindo as águas escuras e geladas da Chapada e não dá pra ficar por muito tempo já que 5 horas de trilha de volta te aguardam. Rsrs Levei alguns milhares de tombos pulando pedras, voltei com uma coleção de hematomas mas tudo valeu muito a pena. Faria tudo de novo. Chegamos em Mucugê já ao anoitecer, exaustos! E no outro dia, outra no mesmo nível da Fumacinha, a Encantada! 8º Cachoeira da Encantada Também uma cachoeira que não é pra qualquer um, já deu pra ver que escolhemos trilhas mais intensas. Rs Pra essa cachoeira saímos de Mucugê e fomos até o Assetamento do Baixão, mais ou menos 1 hora de Mucugê. De lá encontramos o Guia Orlando que iria nos guiar até a Cachoeira da Encantada. A estrada é um verdadeiro rali, não dá pra chegar com carro convencional. Confesso, achei a trilha pior do que a da Fumacinha. Muitas subidas, descidas que eu fiz praticamente usando os quatro apoios ou eu ia rolar ladeira abaixo, várias partes da trilha entramos no rio com pedras escorregadias e água até os joelhos, escaladas, e pulando pedra e mais pedra. Vários tombos, hematomas, arranhões...rs Uma trilha de aproximadamente 3 horas. Mas ao chegar lá, o visual é tb de tirar o fôlego. Chegamos no fim do dia em Mucugê e fomos resolvemos jantar na própria pousada. 9º Volta pra Salvador No outro dia cedo, arrumamos as malas e as mil lembranças e seguimos rumo a Salvador. Dormimos uma noite lá pra recompor as energias e retornamos ao Rio no dia seguinte. Considerações Importantes: • Pousada Vila Serrano: http://vilaserrano.com.br/chapada_diamantina/ • Pousada Monte Azul: http://www.pousadamonteazul.com.br/ • Guia Uillians ( Cachoeira do Buracão): https://www.facebook.com/uiliansmarques?fref=ts • Guia Paulinho ( Cachoeira da Fumacinha): https://www.facebook.com/pauloaugustomontanhista?fref=ts • Guia Orlando ( Cachoeira da Encantada): https://www.facebook.com/guiaorlandobernadino.bernadino?fref=ts • Preço aproximado cobrado pelos guias: R$ 100 a R$ 150,00 ; • Foram 2.450 KMs rodados em 10 dias; • Para conhecer o sul da Chapada teria me hospedado em Ibicoara;
  13. Oi Fabricio! infelizmente a viagem não aconteceu na época desse post, mas agora vai com certeza. Dessa vez tenho 10 dias pela chapada. Queria tirar algumas dúvidas com vc: * Quanto gastou em média de combustível? Algumos um 4x4 a Diesel em Salvador; *Quais passeios são obrigatório o uso do Guia além desses ( Buracão, Fumacinha por baixo e Mosquito?); *Qual a média dos preços dos restaurantes em Lençóis e Mucugê? Obrigada!
  14. Lane, muito bom seu relato! Qual o contato da pessoa com quem fechou o rapel? bjos
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