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Drisz

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Drisz venceu a última vez em Novembro 25 2018

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Reputação

12 Boa

Sobre Drisz

  • Data de Nascimento 18-05-1984

Bio

  • Ocupação
    func.publica( prof)
  1. O problema é logística, o trajeto, tenho amigos que moram em barcelos que foram. Mas o trajeto é punk e tem períodos mais apropriado para chegar lá.
  2. Olá, muito legal seu relato, ainda nao cheguei ao final. mas vou ler cada item, ate pq futuramente é meu proximo destino. Tenho algumas perguntas quanto ao visto, tipo levou quanto tempo pra obter? Quanto vale o dinheiro da India em euro/dolar? Vc acha q mulher sozinha vai encontrar problemas? bom a principio n quero ir so, mas se n encontrar companhia, vou de qualquer jeito rs
  3. Valew gente, espero ajudar em algo Então cada cidade tem uma iguaria típica, e marrakech vc encontra a reunião de tds elas Eu recomendaria comprar em marrakech msm, porque você pode penchichar nos preços Na minha opinião toda cidade vale a pena, dependendo do que você procura em uma viagem Apesar do povo pouco esperto em Fés, a cidade merece uma parada. Geralmente quando viajo vou em busca do povo, conhecer mais a cultura, então esta perto disso é meu grande objetivo. Isso varia muito pelo que você busca
  4. No dia seguinte, peguei um taxi as 6h da manhã, paguei uns 20D para ir a rodoviária, e segui caminho à Casablanca. Lá eu tinha contato do couchsurfing Kouloud, como não queria mais surpresas, resolvir ficar em um hotel mesmo paguei 360D, carooo!!! Mas n vi nada barato que valesse a pena. Da rodoviária ao hotel paguei uns 30D, marquei com a marroquina para nos encontrarmos no hotel msm. Fiquei ate curiosa como seria esse encontro, até porque pelo internet ela mal falava e quando falava era poucas palavras, sem falar que nas fotos sempre estava com lenço na cabeça. Enfim, nos encontramos, foi muito simpática, falava pelos cotovelos rsrs, convidou-me para conhecer a cidade, bairro popular, feira e lá fiz minha tatuagem de henna, mercado, conheci sua família, seus amigos e ainda me convidou para ir aniversario de um dos seus amigos. Ai vocês me perguntam: você visitou o palácio?? Claro que não, preferi mil vezes conhecer a cultura marroquina do que um ponto turístico apesar da historia do local. Aprendi muito, e vi tem muita gente legal, apesar de Casablanca ser a capital, o povo é mais aberto. Amei muito conhecer as casas das pessoas e seus costumes. O aniversario foi em Rabat, no caminho os marroquinos escutavam, adivinhem!!!!???? Mulher melancia velocidade 6!!!, affs nunca tinha ouvido esse troço, nem no Brasil....mas eles adoravam rsrs Lá pelas 22h o povo do aniversario resolveram comer um tal frango que so tinha em uma cidade ali perto, esqueci nome da cidade....so sei que foram quase 1h de estrada, atrás desse frango....fim das contas mudaram de ideia e foram para uma churrascaria. Okokok nada parecido com Brasil, ate porque a carne veio em um prato, cortada em pedaços, pegávamos com a mão e você podia colocar molho de pimenta ou outro molho lá, misturar com pão tradicional, comer azeitonas e tomar chá (eis a churrascaria) Voltamos a Casablanca pelas 3h da manhã, fiquei no hotel, nem sei pq paguei o hotel se mal dormi rsrs, dia seguinte já partiria pra Marrakech. Por isso adoro couchsurfing, mas quando se há essa troca cultural! Em Marrakech, ao pegar taxi para ir a praça Jemma el Fna, taxista me pediu 80 D, discuti com ele que não pagaria, ate pq esse valor ta mais caro do que o ônibus de Casablanca a Marrakech. Pedi pra para o caro, e joguei 50D, disse que era o justo, ele ficou gritando pelos cotovelos, desci no meio da avenida perto do jardim Place de la Jeunesse, perto de onde eu queria chegar, o cara queria é passar a perna. Fui andando ate a praça, não era longe. Dia estava ensolarado, ideal para tão sonhadas fotos e caminhada, depois de dar um pulo em varias cidades ate Fés, Marrakech no momento não oferecia perigo...e também eu já tava grintando, falando palavrões, queria ver o corajoso pra me passar a perna. Mas claro, não sou doida rsrs melhor ficar é quieta. Bom fiz típico em Marrakech, fotos, andando pela medina, penchichando, gastando os últimos dihrans antes de partir. A cidade estava do jeito que eu queria, movimentada, cheia de gente, mas ainda porque teve um jogo do real madri. Finalizando, foi aprendizado e tanto, mas pra quem que ir, caso for mulher sugiro uma companhia. Sozinha não vai ser fácil, e você poderá aproveitar mais a viagem sem andar com receio de um louco aparecer no seu caminho.
  5. A chegada foi tranquila, e na frente da rodoviária, peguei taxi, mostrei o endereço e e levou, me senti bem a vontade na chegada. Paguei 11D pela viagem e fiquei em um hotel chamado....., adorei a recepção, mas ainda porque o dono do hotel soube que eu era do Brasil e me deu outro quarto com preço mais caro, mas paguei o preço que fiz reserva no booking ( Hotel Casa Khaldi). Paguei 250D, mas precisava de um quarto com banheiro, wifi e tranquilidade, então bom investimento. Acordei cedo e resolvi andar pela cidade e tomar café da manha, depois entrei um hotel pelo caminho so para pedir uma informação sobre os pontos turísticos da cidade, e conversa vai e vem, ele me deu um mapa e propôs um guia, senhor simples que trabalhava no hotel como porteiro. O preço ficaria meu critério no fim de viagem. Gostei da ideia e concordei. E lá, fomos eu e tal guia provisório conhecer o centro da cidade, adorei ele, so falava se caso eu perguntasse alguma coisa rsrs Cidade calma, encantadora com a cor azul por todo canto, não fiz nenhum percurso radical, pois tem uma montanha de brilhar os olhos, como não tinha muito tempo fiquei somente mesmo pela cidade. O centro é tão pequeno que o passeio durou menos de 2 hr, como achei o senhor que me acompanhou bem simpático, dei a ele 100D. Ele merecia. Pela tarde, comprei minha passagem de bus para Casablanca por 80D, e as 7h da manhã do dia seguinte, então em Chefchaouen fiquei 2 noites, mas valeu apena. Depois dei uma volta sozinha pelo centro, já que aparentemente me parecia bem tranquila, no meio do caminho pelo becos, veio em minha direção 3 rapazes e puxaram conversa, continuei andando e eles me acompanhando, oferecendo droga. Tal relatos que li sobre isso é verídico mesmo. Enfim, continue andando rápido ate encontrar um povo, eles antes de partirem me mandaram F.... (desgraçados) rsrs Então, como viajava sozinha, sempre voltava ao hostel antes de escurecer. Na claridade já tem os momentos de surpresa, imagine a noite.....nem quero saber! Saia somente para ir a uma lanchonete que ficava na frente do hotel para comer alguma coisa.
  6. ok Juliana , vou finalizar rs Chegando no salão da casa, dei de cara com cara que me alugou e convidou para conhecer sua esposa e filho, ambos estavam em um quarto ao lado do salão, depois desse encontro, fiquei mais tranquila. Fui com esse rapaz ate a rodoviária, a fim de verificar a passagem para Chefchaouen, comprei para as 16h a 70D. E aceitei a proposta desse cara em pagar um guia, porque andar sozinha não seria seguro, então concordei, ele me levou um café em frente da medina para usar o wifi e tomar café da manha, lá me apresentou o tal guia. Paguei 300D, caro, mas me senti mais a vontade em conhecer a cidade ao lado dele. Percorremos em torno de 3h e meia pela medina, você nem sente o tempo passar, porque tantos becos, tanta gente, enfim é um labirinto cheio de vida. Pedi para conhecer uma escola de ensino infantil, o guia prometeu, mas enfim não vingou, e disse que eu não poderia entrar. Conheci curtume, onde fabricam o couro, mercados, lojas, hábitos da medina. Apenas houve dos incidentes no trajeto, um fui tirar uma foto dos gatinhos olhando o frango,o cara q trabalhava nesse ponto gritou comigo, dizendo que não queria fotos, e outro foi comerciante que ficou irritado porque eu queria ver o óleo de argam e as sementes, mas não comprei nada. Então ele ficou discutindo com o guia. Nem dei bola, deixei os dois se entenderem. Final do passeio me reencontrei com cara que me alugou o quarto, apresentou um lugar barato para almoçar, e esbanjei comi e muito bem. Paguei 40D, com dinheiro a sobremesa e suco. Parti para Chefchaouen e como de costume cheguei de noite, a viagem demorou umas 4h.
  7. E também foi o dia mais frio na minha vida, nem na Europa sofri tanto com o frio como sofri no deserto. Dormi mal, meu cabelo parecia que estava molhado e amanheci com uma dor nas pernas. Ao amanhecer nos reunimos para ver o nascer do sol e assim partirmos, nossa parece que essa viagem passou voando rsrs vou senti saudades desse momento. Voltamos ao vilarejo, tomamos nosso café, e ali mesmo fui me despedindo do povo, pois eu iria pegar outro caminho. Tinha falado com guia, que queria pegar um ônibus para Fés. E o momento chegou! Aquela viagem programada com guia e agencia acabou, chegou o momento aventureiro que tanto gosto, caixinha surpresa, pois nunca sabemos o que vai acontecer no caminho. O guia parou em uma rodoviária, para mim parecia um barracão, a primeira vista foi impacto, mulheres cobertas, vestidas de preto, homens me olhando, melhor todos me observando. Paguei 120 D até Fés, agora não lembro onde parei para pegar o busão rsrs. Fiquei dentro do ônibus, não me sentia a vontade em ficar muito evidente. Não vi um turista, um mochileiro, o coração bateu forte. Resumindo: A viagem foi tensa, com um homem falando em árabe sabe deus o que, colocou lenço do meu lado e apontou pra mim , uma mulher gritando comigo tipo mostrando onde eu deveria sentar. A viagem foi meio louca, com ônibus em movimento as pessoas corriam pra entrar, ou auxiliar do motorista corria e jogava a bagagem do povo com ônibus em movimento, sem contar nos penhasco o troço dirigia mais de 80km. Pensei se eu não morrer aqui, não morro mais. Tente duas vezes sair do ônibus para comer, e povo não queria falar comigo. Tive que me contentar com saquinho de castanhas durante uma viagem de 12 horas, acima do previsto, também teve tantas paradas, e as paradas eram 15mim ou ate mais. E so me dei conta que tinha esquecido de reservar um hostel depois de 9 hr de viagem, pensei meu deus como vou procurar um lugar se vou chegar altas horas na cidade!!!??? Então me lembrei do Samir, escrevi uma mensagem pedindo ajuda, e ele disse que eu era egoísta, mas mesmo assim ia me ajudar, ah ele me deixou com baita raiva, recusei na hora. Então resolvi pedi ajuda do meu amigo de Paris via mensagem, internet faz muita falta nessas horas, ele me passou endereço de uma, pronto relaxei. Chegando em Fés lá pelas 23:00, tentei pegar um taxi, mostrando onde eu deveria ficar, mas muito recusaram... e eu não entendia o porquê. Contudo, do nada apareceu um taxista, esse foi um anjo, pediu para ver o endereço e me explicou que era perto, ficava na Medina, iria me levar e não iria cobrar nada. Achei estranho, com tanta educação, difícil acreditar. Aceitei a ajuda, e descobrir que a Medina era poucos metros da rodoviária, por que aqueles troços não me explicaram antes isso, ao invés de recusar me ajudar?? Grrrr Disse ao taxista muito obrigada, mas se ele fosse comigo dentro da Medina, iria compensá-lo com 100D, ok muito dinheiro, mas com uma ajuda altas horas e pessoa muito educada, não podia dispensar, entrar na Medina de noite sozinha, era muito suicídio. Apesar das altas horas, estava movimentada, na entrada avistei alguns gringos, mais no geral so era marroquino e claro homens. Chegando no endereço, estava fechado, batemos inúmeras vezes e nada. Do nada apareceu cara perguntando se queríamos hospedagem e ele disse que conhecia lugar bom. Eu não queria ir, mas o cara do meu lado falou para confiar =/. Lá fui eu, entra beco, sai beco, monte de homem tentando me chamar atenção, não sei como, eu cair e bati a cabeça rsrs, por um milagre não tive um arranhão, o taxista me ajudou a levantar. Enfim, chegamos na tal residência, ele mostrou o quarto, banheiro...bom não tinha onde ficar, já tava tarde, fiquei. Paguei 250D, e esqueci de perguntar o fundamental ( wifi), não tinha =/. Taxista foi embora, dei gratificação, bem merecida. Fui conhecer o restante da casa, e perguntei se tinha outros hospedes, o tal dono disse que sim, que recebia outros estrangeiros, ao chegar no salão, so vi homens e marroquinos. Um deles se apresentou primo do tal que me alugou e dono da casa, senti calafrios, não sou médium, mas aquele cara me fazia medo. Enquanto o outro que me apresentou o quarto tentava dar uns retoques no quarto como trocar a lâmpada. Fiquei no salao, e la esse tal primo começou a fazer perguntas sobre de onde vim? O que queria fazer na cidade? Quanto tempo? E fui logo cortando, tipo: vou ficar so essa noite e vou partir pra chefchaouen, não tenho dinheiro, viajo pedindo abrigo e por sorte tinha alguns trocados para pagar esse quarto.E tava com fome e precisava jantar. Então, ele se propôs me levar pra comer no restaurante ali perto, aceitei, ate porque tava com fome mesmo, e já não tinha pra onde correr, porque já tava na casa, e não conhecia a Medina rsrs...so pensava: tivesse que morrer, eu ia morrer lutando ( besteiras) rsrs Pelo caminho, ele foi dizendo que trabalha com turismo e se eu tivesse interessada, ele poderia me levar de carro ate Chefchouen, mas ia custar 100 euros. No restaurante, tentei da um chega pra lá, dizendo que não teria como aceitar, porque era muito caro. E outra, estava pensando em ir de ônibus. Mas ai ele veio com papo dizendo que ônibus sai so 1 vez por dia e de manha cedo, se fosse pra chefchaouen, eu não ia conhecer Fés, ou teria que passar 2 noites na cidade. Cortei a conversa, dizendo que precisava comer e que não ia falar disso agora. Então ele disse: Você não vai me dar meu dinheiro agora ? ( quarto da casa) Fiquei sem ação, mas pensei rápido, então disse: Darei quando eu terminar de jantar e voltar pra a casa!!!!!! Ele se despediu e disse que voltaria meia hora para me pegar. Voltou, senti um mal esta de novo, com tanta coisa ruim, não tinha como não se sentir mal. Na casa, dei o dinheiro, e fui para o quarto....com tanto medo daquele povo, e não tinha chave na porta , peguei um espelho e coloquei atrás da porta, parece ser meio ingênuo que um espelho pudesse me proteger, mais sei la....passa cada doidera na hora. Acho que nem dormi, do jeito que estava vestida, cai na cama, acho que cochilei, mas enfim na manha seguinte, la pelas 5h, tomei banho, peguei minha mochila para cair fora. Contudo, o céu so ficava claro depois das 8h =( mas mesmo assim, tava decidida a partir e sair em rumo a rodoviária.
  8. Paramos para o almoço e preço varia de 100 D a 120 D com sobremesa fora o suco, partimos pela tarde rumo ao deserto, pelo caminho já possível ver a mudança das paisagens, eis que o deserto se torna evidente. A ansiedade aumenta e as expectativas também, povo animado. Paramos em um vilarejo perto de restaurante, o guia sugeriu que deixássemos as mochilas mais pesadas e levássemos somente o necessário para 1 noite no deserto. Ao fundo os camelos estavam a nossa espera. Bateu uma curiosidade sobre a subida no bicho, pois cada um que ia subindo dava um grito de desespero rsrs, claro que assusta, mas foi tranquilo, desconfortável, enfim tudo novo. Contudo, você nem vai se dar conta disso no momento que esta emcima do camelo, por causa da belíssima paisagem ao seu redor, as dunas, espetáculo da natureza. Não lembro quantos minutos andamos emcima do bicho ate chegar ao acampamento, foi tão rápido, seguindo o ditado: tudo que é bom dura pouco rsrs Ao chegar no acampamento no meio das dunas, tivemos tempo para subir e dar uma olhada no por do sol e sem contar das estrelas. Impossivel transmitir a emoção e a sastifação de subir as dunas e contemplar a paisagem. Enfim, descemos na hora marcada para jantar que estava a nossa espera, affs comemos mais uma vez frango rsrs, nada contra comida, mas me lembrei dos tempos de polle na bolivia. Após jantar nos reunimos em uma roda para escutar as musicas típicas do povo, mas so deu Brasil, como eramos a maioria, o povo so queria saber das nossas musicas rsrs, enfim silenciamos os gringos e so deu Brasil! Altas horas povo cansado, fogueira finalizando, resolvemos nos juntar e conversar sobre nossas vidas , refletir, e comtemplar as estrelas, ou melhor a via láctea rsrs, cada risco no ceu, a gente dizia: ohhh eu vi!! Fiz um pedido!! Meio bobo, mas muito legal!
  9. Primeiramente quero agradecer o site e aqueles que indiretamente me ajudaram a montar meu roteiro. Então vamos lá, vou tentar escrever os detalhes essenciais nos quais me fizeram vir aqui inúmeras vezes. Bom, Marrocos era sonho exótico de uns longos anos, sou apaixonada por dança, musica árabe, e também já estava na hora de dar um primeiro passo na África, enfim este país foi o escolhido. Minhas ideias loucas com a europa, partem do principio em sempre fazer conexão em Paris, assim alguns dias livres, conheço outros países com calma, sem me limitar somente as capitais. Tentarei finalizar meu relato, pq as vezes esqueço, devido o tempo e acho que ja deixei algum relato por ai inacabado rsrs Trajeto realizado: 14/12/2014 Paris- Marrakech Marrakech – tour 2 noite e 1 dia ( rumo ao deserto) 15/12 – cidade de Quarzazate 16/12 – chegando em Merzouga, rumo as dunas 17/12 – volta a Marrakech, mas pulei da vam rumo ( pulo em Meknes) a Fés 17/12 e 18/12 – Fés 18/12 – Chefchaoeun 19/12 – Chefchaoeun 20/12 – Casablanca/ Rabat 21/12- Casablanca 22/12 – Marrakech Comprei uma passagem no vôo easyjet saindo direto do aeroporto Paris- Charles de Gaule à Marrakech Vôo custou : 80 € Contudo paguei assento,seguro e malas, melhor coisa que fiz foi escolher o assento, graça a deussss!!!! Tudo saiu por 165,08 €, caro mais enfim um investimento, depois vi preços melhores. Nada de arrependimento rs O que levei? Uma mochila de 25 litros contendo: 2 calças, 2 blusas, 1 fleece, 1 casaco, 1 echarpe, 1 toalha, 1 havaina, roupas intimas, perfume, escova de dente e creme dental. ( fim) Documentos , câmera, fone de ouvid, shapoom e sabonete. Dinheiro: 400 euros, seguindo meus objetivos, economizaria 200 euros, mas como esbanjei nos presentes, sobrou 80 euros. 1 euro = 10. 80 D dirhams Saindo de Paris, atendimento excelente da empresa, super educados, diferente dos seus clientes, teve atropelos, empurra empurra de malas, isso se estendeu ate a chegada ao aeroporto de Marrakech. Estava muito ansiosa, mas cansada devido a viagem anterior, sentei na janela, assim virei e durmi. Ao meu lado sentaram dois árabes ( marroquinos) creio. Enfim, devido ao cansaço dormi, e acordei com pulo, cara do lado estava com mão em cima da minha coxa, ele so tirou a mão e baixou a toca cobrindo o seu rosto. Fiquei sem ação, não disse uma palavra, mas também evitei, para não dar margem para uma conversa longa e talvez com bastante baixaria rsrs Pensei, meu deus porque não chega logo, parece tão perto no mapa rsrs, rezei ave maria, pai nosso, e dormi de novo. E acordei ao barulho da aeromoça passando com carrinho de vendas, e bonitão virado pra mim com pernas cruzadas lendo uma revista (folheando, eu sei lá), ele tinha levantado o braço da cadeira. Quando me virei, ele deixou a revista cair em cima de mim, ahhhhh pra que???!!! Não disse uma palavra so fiz gestos, tipo não toca em mim porra, baixei o braço da cadeira, sendo reforçado pela aeromoça. Ele pediu desculpas em francês, mas não falei nenhuma palavra. Segui as recomendações de uns amigos, tipo se falo alguma coisa que eles entendam, não vão me deixar em paz tão cedo, vai insistir e insistir. Chegando ao aeroporto, coração a mil, e com olhar de matar pro cara ao lado. Enfim, Marrakech, teve empurra empurra, povo não respeita a fila, um policia gritando: passaporte em mãos!!, quando tirei o passaporte do casaco,o policial viu e disse: Brésil, Brésil!! Rsrs enfim povo pegando papel para preencher, e eu procurando uma alma gringa pra emprestar uma caneta. Imigração é desastrosa, eles carimbam na ultima pagina do seu passaporte affs!!!! Participo bom tempo do couchsurfing, tentei fazer contatos, apesar de ler alguns relatos que muitos desses encontros foram desastrosos e se sentiram pressionados a fazerem algum tour, ou seja, maioria do povo marroquino que participa do couchsurfing esta envolvido com turismo. Mas tentei, fiz um contato com um rapaz chamado Samir, aparentemente legal, levei ate um presentinho que no fim da historia voltou comigo, em breve saberão o porquê! E fiz também contato com uma menina muitoo legal, show de bola chamada Kouloud, ela me fez conhecer tudo o que eu não tive oportunidade em ver antes de chegar em Casablanca. Voltando ao aeroporto de Marrakech, encontrei o Samir cara fechado, claro né, disse o horário do voo errado, ele tava me esperando a mais de 3 horas vixiiii Nada cordial, foi logo reclamando do atraso, e eu pedindo mil desculpas, saindo do aeroporto troquei 200 euros = 2.160,00 D Fomos ao ponto de ônibus, discutimos sobre o preço, sobre eu não ficar na sua casa, sobre eu não ter decidio fazer o tour do deserto... stress, stress Paguei 30 D no bus que vai direto a praça Place Jemaa El fna Reservei 2 noites no hostel Riad Dia em quarto com 12 camas, paguei 21 euros, recomendo, apesar do transito de hospedes, a recepção é agradável, a senhora que administra é atenciosa, fz de tudo para você se sentir a vontade. Aprovado!! E mais fica próximo a praça. O samir me acompanhou ate o hostel, lá cortei ele diversas vezes sobre o tour do dia seguinte, enfim nos despedimos, caso eu mudasse de ideia, enviaria uma mensagem a ele. Cheguei em Marrakech por volta das 10:30, então sai para encarar tal praça e melhor o mercado da cidade. Vi muitos turistas, então achei que não haveria problemas em andar sozinha, errado, tive e muitos, a cada passo era parada por alguém, como tava sozinha ( evidentemente), era visível, então aproveitavam, começavam com perguntas: Espanhola?? Mexicana?? Bonjour! Buenos Dias!!, e assim vinham repertorio completo de palavras isoladas, depois pediam em casamento, alguns tentavam me puxa, foi um inferno!!! Já no mercado, me infiltrei em grupo de gringos, andei com eles, fui a 2 museus rsrs 60 D Museu Depois tentei mais uma vez anda pelo mercado, fiquei pouco assustada, mal humorada, sem noção do que fazer, a praça tava sem graça, cobras magras, não vi agitação. Fiquei deprimida. Voltei ao hostel, tomei um banho e cai na cama para pensar no 1 dia, então decidi partir pro tour ao deserto, e fechei la msm no hostel por 80 euros ( 2 noite e 1 dia), esse passeio inclui estadia, café da manhã e jantar, almoço ficava por nossa conta, ou seja, era sempre no restaurante escolhido por eles, então o preço girava em torno de 100 D e 120 D, parece barato ao converter....mas para os padrões do Marrocos é bem caro. Não estou chorando na miséria, mas pago o que é justo rsrs Enfim cedo de manhã, tudo arrumado, café bem caprichado por 15 D Partimos para tão sonhado tour, nosso guia era bastante animado, mas ainda por saber que havia 4 brasileiros, fiz amizade com outros, gente maravilhosa e espero reencontra-los por esse mundão. Bom o passeio fomos rumo ao Alto Atlas, creio rsrs, incrível como a paisagem muda repentinamente, de neve ao céu azul, magnífico Ourzazate, passeio bem gringo, bem turístico, acompanhado de um guia, contando e mostrando tudo sobre a cidade. Após o passeio fomos almoçar, paguei 100 D, entendi somente no segundo dia que frutas da estação é sempre a mexerica rsrs, então não pedi mais, ate porque deveriam dar de graça, ao invés de ser paga, tudo quanto é canto da cidade tem essa fruta. Passamos a noite em hotel em meio as rochas, no dia seguinte fomos a um vilarejo conhecer pouco da cultura local, uma forma também de vender alguns produtos, depois fomos a Garganta de Dades, lindo, impressionante as paisagens.
  10. Olá, vc fez excursão pelo hostel onde ficou?
  11. ah otimo, muito obrigada pelas dicas, serão de grande ajuda. vou ficar em hotel, prefiro nao ariscar, quanto ao tour ao deserto com certeza irei fazer. Att
  12. 3 dia 19/06/2014 – Subida Acordamos cedo, tomamos um café da manhã reforçado, e minha preocupação era direcionada ao peso da minha mochila, não uma, mas 2 mochilas . Esse percurso tem é subida com muitas pedras. A cada subida, dava uma parada para recuperar o ritmo da respiração, com ajuda do espanhol amarrei minha mochila pequena na cargueira, foi baita peso nas costas, que a cada passo me puxava pra trás. Teve certas partes que encravei as unhas nos musgos e pedras para não cair pra trás, ai veio baita arrependimento por ter trazido muita coisa inútil. Se eu achava que pular umas pedras tava sendo difícil por causa do peso das mochilas e minha estatura. O pior estava por vir, o caminho da cachoeira das lágrimas, me pergunto por que será este nome??!!. Este trajeto é húmido e escorregadio. Mas a tensão é amenizada pelo visual espetacular, acho que pelas fotos não conseguem passar a sensação magica desse lugar. É de hipnotizar. Antes de subir o Paso das Lágrimas, sentei-me em uma pedra para observar o lugar e lá em cima vi um dos australianos com dificuldade em subir, que precisou da ajuda do seu guia. E ele não carregava nada além de uma pequena mochila, ai bateu o desespero, como é que vou subir com esse baita peso. Muita concentração mental e força e voilá, fui devagar, bem devagar, meu medo era o peso virar. Não vou mentir que sentir um enorme medo, então ao espiar para baixo me fez o rezar pai nosso srsrs e mais assustador que olhar pra baixo e escutar o som das pedras caindo. Depois de sofrida subida e me fizeram fazer baitas promessas do tipo (programar com antecedência a mochila p não levar porcaria). Chegando lá em cima, cada esforço é recompensado. Só festa. Partimos rumo ao acampamento Sucre. Merecido descanso e um jantar caprichado.
  13. Dia 18/06- Rio Tek ao acampamento Kukenam. Praticamente quebrada devido uma noite mal dormida, dei um pulo ate o rio. Na volta, um dos venezuelanos extremamente irritado, pediu uma tampa de panela para acordar os coreanos, melhor acordou o povo todo rsrs. O café da mão teve pão caseiro feito na hora, geleia de goiaba e café. Esse foi um dos caminhos mais difícil para mim, com algumas subidas, que me fizeram ouvir um batuque, mas não era de escola de samba, e sim do meu coração. Cheguei ao rio que teríamos que atravessar, e esperei o grupo para atravessar. O guia já tinha recomendado para atravessar o rio com meias, esqueci desse detalhe, e levei meu primeiro tombo. ( dica siga as instruções do seu guia) rsrs E para piorar situação, tenho asma, controlar a respiração tava dificil. Caminhamos sob um forte sol, temperatura variou muito entre um sol escaldante e uma garoa.Alguns do grupo estavam ficando pra trás, com a permissão do guia segui em frente, tenho dificuldade em parar inúmeras vezes, ate pq se eu para, vou ter dificuldade em pegar o impulso de novo. Mas admito que fui baita desobediente, não aconselho seguir sozinha sem o grupo. Com baita sede demorou um pouco para chegar ate um ponto de água, peguei agua em uns corregos da trilha, não usei pastilha alguma e não tive problemas quanta a agua, que por sinal gelada. Longe do pessoal mais de 2 km, sem agua, comecei a sentir um enorme cansaço e com muita sede, lembrei da minha familia e amigos. Fiquei pensando que tenho que aprender a beber agua, sempre esqueço isso rsrs ao inves de tomar pequenos goles, tomei minha agua que nem uma desperada. Com os lábios secos e com baita fome, também esqueci de levar algo comigo tipo ( chocolate ou pão), comecei a cantar para tentar distrair a fome e a sede. Fiz uma parada ao longo do percurso para dar uma olhada pra tras e ver se o meu grupo estava proximo, com ajuda da lente da minha câmera, estavam longe. O grupo que se aproximava em alta velocidade era dos coreanos, apesar de terem saido 1h depois do nosso grupo, estavam na frente deles, fiquei admirada pela resistência. Pensei em espera-los para pedir agua, mas pensei que talvez seria pior. Tava muitoo casanda e esperar mais um pouco dificultaria pegar o caminho de novo. Com o incentivo dos portadores que aparentemente não sentem cansaço algum, caminham como se estivessem correndo, disseram me que o 2 acampamento estava próximo. Então finalmente consegui chegar, a primeira coisa que pedir foi agua e pão rsrs, depois fui direto para uma pequena queda d’agua tomar um banho. Essa agua tava tão gelada, mais tão gelada que sair sem sentir meu corpo rsrs. Precisa tomar banho e como não tinha ninguem, aproveitei. Depois desse teste de resistência, descansei maior parte da tarde. E aproveitando o baita visual da minha barraca. Foi servido o almoço bem caprichado. Pela noite recebemos instruções para 3 dia, o dia punk da subida. E nosso guia o Gabriel contou outras historias sobre o Monte Roraima.
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