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Bernardo_carcará

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Sobre Bernardo_carcará

  • Data de Nascimento 25-12-1977

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  1. Obrigado, Nanda! Ir sozinhx requer um cuidado extra, tanto no planejamento, com o roteiro e a preparação física, por exemplo, como na viagem em si, mas é uma experiência muito válida! Mas tudo acontece na hora certa, só não podemos nos acomodar! rs Abraços!
  2. Relutei um pouco em escrever este relato, afinal, sabia que seria difícil descrever impressões tão pessoais acerca de tudo que vi e senti nestes dias de solitude pela Chapada Diamantina, mas muito do estímulo que tive para esta empreitada me veio de outros relatos que li, de depoimentos de verdadeiras transformações pessoais advindas de viagens, então, se este relato servir de inspiração para uma pessoa que seja, terá valido a pena cada palavra aqui escrita. Bom, em maio completei meus 30 anos. Não sei se é comum, mas nesta fase os já muitos questionamentos de vida que eu sempre trouxe comigo se aprofundaram, e eu senti uma imensa necessidade de organizar minha cabeça, tomar decisões, procurar respostas na minha alma, no meu íntimo, em um lugar que ainda não tivesse sido de certa forma corrompido pela sociedade que eu tanto questiono, mas que tanto me influencia, e eu sabia que o único jeito de conseguir este contato tão profundo comigo mesmo seria estando sozinho e em um lugar com pouco ou nenhum contato com outras tantas pessoas. O fato de já ter estado outras vezes na Chapada Diamantina e sabendo que eu não teria tanto tempo para organizar uma viagem, me levaram ao interior da Bahia. Baixei um app de localização por GPS no meu celular, baixei também os mapas dos quais eu iria precisar e li bastante sobre os roteiros que eu pretendia fazer, que inicialmente eram a travessia de Lençois para o Vale do Capão passando pela Fumaça por baixo e a travessia completa do Vale do Pati, entrando pelo vale do Capão, descendo por toda a extensão do vale, subindo novamente e saindo também pelo Capão. Fiz as malas escolhendo colocar pouquíssima roupa e dando preferência para as peças mais leves e também para um conjunto de roupas que me protegessem do frio, no caso de algum contratempo na trilha. Fiz também uma farmacinha com analgésicos e material para curativos. Indispensáveis também foram a lanterna, 4 pares de meias secas, além da minha barraca (que logo descobriria deveria ser bem menor), e meu saco de dormir. Dia 22.06 entrei no avião que me levaria de Recife, onde moro atualmente, até Salvador. Cheguei na capital baiana ainda cedo, por volta das 13h e, tendo em vista que meu ônibus para Lençois estava marcado para as 22:45, resolvi visitar o centro histórico de Salvador, que naquele dia dava início aos festejos juninos, com palcos onde a noite iriam ocorrer shows. Peguei um ônibus no aeroporto que por R$ 5,50 me levou até a praça de sé, por um roteiro que incluiu toda a bela orla da cidade e que durou pouco mais de uma hora. Chegando à Praça da Sé, não havia tanta gente assim pelas ruas, já que, pelo que o cobrador do ônibus falou, estava chovendo bastante nos últimos dias e também muita gente já tinha viajado para passar o são joão no interior. Fui direto conhecer o elevador lacerda, aproveitando que não chovia. De lá pude conhecer o mercado modelo e também perambular pelas ruas do centro histórico, subindo e descendo, passando pelo pelourinho e pelas belas igrejas. Todavia, o que mais me chamou a atenção foi o povo do lugar. Salvador é um retrato da desigualdade social que assola este país. A região do centro histórico parece ser bem pobre, o que expõe as pessoas que lá vivem a problemas com álcool e o crack, sendo que as mais afetadas são as de raça negra, um povo cujos antepassados construíram aquilo tudo e que deveriam estar em situação de protagonismo, mas não estão. Os bares, restaurantes e o comércio são dominados por estrangeiros e pessoas de outros estados, nada contra, mas acredito que a população local deveria ter subsídios para também se valer do lucro trazido pelo turismo. Antes de ir para a rodoviária, pude ver o primeiro show da noite, uma orquestra de sanfona que eu, como apaixonado pelas minhas raízes sertanejas, não tive como não me emocionar. Retornei para a praça da sé e peguei um ônibus para a rodoviária, pagando pouco mais de R$ 3. A rodoviária estava LOTADA. Retirei minha passagem no guichê e aguardei o horário da partida do ônibus. O tempo até que passou rápido, e um bom papo com um Francês que estava do meu lado ajudou a distrair. É bom trocar uma ideia, ver como pessoas diferentes enxergam as coisas te ajuda a melhorar a visão de mundo. Despedir-me do camarada da França e parti rumo a Lençois. Ao chegar em Lençois, ainda de madrugada, já preparei minhas coisas para a travessia para o Capão. A esta altura, após muito refletir, decidi fazer a travessia diretamente, abortando a ideia de fazer a trilha da fumaça por baixo. Eu não estava tão seguro, não tinha estudado a trilha o suficiente e não dispunha de fogareiro, além disso, uma estranha sensação me fez recuar. Dessa forma parti rumo ao Vale do Capão. A trilha não é tão fácil, em alguns pontos de mata e nos lajedos eu tive dificuldade de encontrar o caminho correto, mesmo com o gps. Tive que ir e vir algumas vezes para encontrar a trilha, além de ter que encarar um lamaçal horrível, também fruto de um erro meu durante a trilha. No fim da tarde, já chegando em águas claras, descobri que estava proibido o acampamento na região, então voltei um pouco mais na trilha e encontrei um lugar onde um guia levantou acampamento com um casal de turistas, decidi então montar minha barraca por ali tbm, já que era apenas uma noite e eu não precisaria de água, nem de comida, pois já tinha trazido suprimentos para aquela passagem da noite. No dia seguinte desfiz acampamento e segui para o Vale do Capão. Chegando ao Capão a ideia era ficar em uma pousada, pois eu estava bem cansado, mas por ser são joão, estava tudo lotado. Decidi, então, acampar no camping "Sempre viva", ao preço de R$ 20,00/dia. O Camping tem uma boa estrutura, com chuveiro quente e cozinha, além de ser um lugar tranquilo, silencioso e bem perto da vila. Ainda neste primeiro dia no capão fui fazer a trilha da Cacheira da fumaça por cima. Já tinha feito o percurso uma outra vez, sendo assim, dispensei o gps. A trilha é razoavelmente fácil, é bem batida, e por isso não tive dificuldade alguma. Por ainda ser cedo, tinha pouca gente na cachoeira, o que foi perfeito, pois me incomoda um pouco a barulheira. Ali eu percebi que tinha ido ao lugar certo para encontrar o que eu estava buscando. Aquela imensidão de beleza, o ar puro e o clima místico, tomaram conta de mim. Sim, ali estava eu mesmo, sem qualquer máscara, sem qualquer imposição social. A natureza não te exige nada, ela te deixa e te faz livre... Era a paz de espírito q eu tanto almejava! A noite fui com o pessoal do camping curtir um forrozinho na vila, que estava abarrotada de gente, porém, o frio e o cansaço me fizeram voltar cedo pra barraca... Segundo dia no capão e eu decidi ir até as cachoeiras da Angélica e da Purificação. Acordei bem cedo, pois sabia que se deixasse pra ir tarde corria o risco de ter gente demais no lugar. Fui a pé até o bomba, percurso que geralmente se faz de carro ou moto táxi, mas eu tinha tempo e disposição, então fui andando mesmo. A melhor das decisões, pois nessa caminhada vc consegue ver um pouco do estilo de vida dos nativos do capão e também das pessoas que resolveram viver por lá, mas de uma forma mais tranquila, longe da agitação da vila, recém descoberta pelo turismo de massa. A trilha para as duas cachoeiras tbm foi simples de percorrer com a ajuda do gps e, pra minha sorte, quando eu cheguei à purificação estavam lá apenas 5 pessoas! Meu coração se alegrou! Pude curtir tranquilamente a queda e até tirar um bom cochilo, relaxando com o som da água. Na volta encontrei MUITOS grupos se dirigindo até lá. Falo sem medo de errar, não menos de 60 pessoas eu encontrei se dirigindo para as cachoeiras. Retornei novamente andando para o camping, onde tomei banho e fui almoçar. Sobre o almoço, recomendo o "Pico do açaí", uma comida farta, deliciosa e vegetariana (apesar de ter opções para carnistas tbm), ao preço de R$ 20,00, uma pechincha em se tratando de Capão em época de feriado. Fui então comprar a comida que levaria para o Vale do Pati, nesse momento cometi meu maior erro nessa viagem! Comprei comida demais! Minha mochila, eu descobriria no outro dia, ficou demasiadamente pesada, e isso foi péssimo pra mim, pois no primeiro dia de travessia para o pati, de cerca de 23 km, eu sofri demais com o peso da mochila. A noite fui comer uma pizza com o pessoal do camping, fiquei mais um tempinho no forró e logo fui descansar. Dia de entrar no Vale do Pati. Como já falei, a mochila ficou pesada demais, já que além da comida eu ainda estava carregando uma desnecessária barraca para 4 pessoas, sendo que eu sou apenas 1, fora isolante e saco de dormir. Foi um erro pelo qual eu pagaria um preço. A trilha em si, do capão até a igrejinha, já dentro do vale do pati, foi fácil apesar da chuva e da lama que me acompanharam por mais da metade do percurso. Não me perdi hora nenhuma, o gps foi sempre certeiro. Levei cerca de 6:30h para percorrer os 23km. Ao chegar na igrejinha, capotei! Minhas pernas tremiam e eu começava a ter febre e uma imensa dor nas costas, devido ao peso da mochila. Decidi não acampar e paguei R$ 35,00 para dormir em uma cama na igrejinha. Tomei um banho e caí na cama. Acordei por volta das 17h, a tempo de ver um por do sol que me fez recobrar minhas forças. O céu estava de um alaranjado lindo. Sim, cada passo com aquela montanha nas costas havia valido a pena. Cozinhei meu jantar, o cardápio foi macarrão com sardinha e suco de laranjas q eu peguei ali mesmo. Nas casas de apoio no pati é possível comprar o café da manhã e o jantar, além da dormida, ao preço de R$ 110,00 o pacote completo, mas eu queria me virar, queria cozinhar, que provar pra mim mesmo que eu conseguiria fazer o que eu quisesse, e sozinho. No segundo dia acordei por volta das 7h, numa manhã bem gelada, Tomei banho, preparei meu café a base de frutas, mel e granola, e em seguida fui para o cachoeirão por cima. Também nenhuma dificuldade com a trilha ou com o gps. Quando cheguei lá, não havia mais ninguém, parece q só eu havia decidido encarar a trilha no frio. Chegando lá não dava para ver nada, tava tudo encoberto por nuvens. Sentei a beira do cachoeirão e decidi esperar. De repente o tempo começou a abrir e aquela imensidão de beleza veio se mostrar pra mim. Foi tão especialmente lindo! Depois da caminhada difícil um lindo dia, uma bela recompensa! Era Deus falando comigo! Me senti tão bem, tão agradecido por ter conseguido chegar até ali, por ter tomado essa decisão! Aquela viagem estava mesmo sendo um divisor de águas na minha vida! Retornei para a igrejinha, fiz o jantar e fiquei o restante da noite na fogueira, ouvindo as histórias do pessoal e trocando um pouco de ideia com os outros visitantes! No dia seguinte peguei a mochila e fui para a Prefeitura, outra casa de apoio dentro do vale do pati. Novamente nenhuma dificuldade com a trilha e a mochila já pesava menos, tendo em vista que eu decidi consumir boa parte da comida, pra não ter q carregar mais, e ir comprando mantimentos nas casas de apoio mesmo, apesar do preço mais salgado. Deixei minha mochila na prefeitura e segui para a cacheira do calixto, apesar do tempo frio. A trilha apesar da muita lama, é fácil, já que não tem bifurcações. Cheguei à cachoeira e acabei nem entrando na água, pois estava frio demais e não tinha sol, sendo assim, eu iria ficar encharcado e com frio. Dei uma cochilada enquanto o sol ia e vinha com constância. Umas duas horas depois resolvi voltar para a prefeitura. Na volta levei uma queda feia, caí em cima de um amontoado de pedras. Minhas costelas bateram em uma pedra pontuda. Fiquei sem ar, não conseguia me levantar, e como a queda foi dentro de um pequeno córrego, estava também todo molhado. Sentei por alguns minutos para recuperar o ar. Meu pulmão parece que não conseguia expandir direito e eu não havia levado qualquer analgésico, outro erro grave, tendo em vista q eu estava sozinho e deveria estar preoarado para coisas assim! Consegui levantar e terminar a trilha com certa dificuldade, já que a chuva ganhara força e o lamaçal exigia ainda mais esforço, mas cheguei bem à prefeitura, me mediquei, tomei um banho, fiz um risoto rapidinho e fui descansar. No dia seguinte a costela e o ombro doíam demais. Pra minha sorte tinha levado Tylex, um analgésico mega potente. Coloquei a mochila nas costas e segui para a casa do Sr. Eduardo. A parte baixa do pati é um pouco mais complicada que a parte de cima, já que tem mais trechos de mata, todavia, com o gps foi fácil chegar ao meu destino. Lá deixei a mochila, descansei um pouco a beira do rio e segui para fazer a trilha do cachoeirão por baixo. A mata estava bem fechada e as pedras escorregadias. Não tive dificuldades para me localizar, mas a trilha é difícil. Quando cheguei ao primeiro poço dei um mergulho e tentei seguir para o segundo poço, o do coração, mas não consegui encontrá-lo. O celular descarregou e eu tive q ir sem gps. Subi (muito) e desci pedra, perambulei um bocado, mas nem sinal do poço, então, visto que as pedras estavam bem escorregadias, eu decidi voltar, pois uma queda ali poderia acabar com minha viagem ou até me colocar em perigo. Voltei então para a casa do Sr. Eduardo já com tempo aberto. Eu estava leve e muito orgulhoso de mim, pois tinha descido todo o pati, e, mesmo com um certo receio por estar sozinho, não exitei e seguir. Bateu até um certo arrependimento por ter abortado a ideia da fumaça por baixo, já que eu teria conseguido sim concluir a travessia inteira, como havia planejado antes! A essa altura sabia que seria capaz de chegar onde eu quisesse. Comprei legumes na casa do sr. Eduardo ao preço de R$ 1,00 cada e fiz uma sopa para a janta, logo após, depois de um papo com um simpático pessoal de Brasília, fui dormir. Nesta manhã me dei ao luxo de acordar às 9h. Fiz um rápido café e iniciei a trilha volta para a igrejinha. A única dificuldade era a dor na costela. Chegando à igrejinha deixei a mochila e fui até a cachoeira dos funis. O acesso não é tão fácil, já que a lama e o desce e sobe pelas encostas dos morros dificultam um pouco nossa vida. Nesse dia, apesar do frio, me arrisquei a um bom banho (devia ter feito isto no Calixto tbm). Era meu último dia no Pati, mas eu estava feliz demais com aqueles dias. Estar sozinho me fez ver o quanto é bom poder estar consigo mesmo, se ouvir, pensar, repensar, tomar decisões, enfim... às vezes temos medo da solidão, não sei porque! Um outro homem, mais sagaz e corajoso, iria sair daquele vale, e eu sou de uma gratidão eterna à Chapada Diamantina por isso... Na manhã da sexta fiz a trilha de volta para o vale do capão, saindo da igrejinha. Agora sem o peso da comida e com uma enorme leveza na alma... Usei a noite da sexta para descansar. No sábado consegui uma carona com um mineiro que havia encontrado no Pati, que me levou até Palmeiras, com direito a uma parada no Riachinho. Também no carro conheci o Esdras, um mexicano que está há 6 anos viajando de bike. Um cara com jeito simples, uma história incrível e que, mesmo falando pouco, disse tudo que eu precisava ouvir naquele fim de viagem... Foi aí que percebi que estar sozinho é muito bom, mas que preciso sim aprender com outras pessoas e suas histórias de vida, e mais, que sou responsável por ajudar a construir um mundo melhor para [email protected], onde valia a pena viver, onde [email protected] possamos ser felizes. Um mundo com mais igualdade, amor e justiça social. Peguei um ônibus para Lençois, de onde, no dia seguinte, peguei um outro ônibus para Salvador e de lá um avião de volta para Recife. Bom, esse é o meu relato. Se você chegou até este final, espero ter te inspirado um mínimo que seja. Espero que vc saia da zona conforto, enfrente o medo e SIGA EM FRENTE... Então, saudações mochileiras! Espalhe amor, seja luz! "Hasta a la victoria siempre!" (Comandante Che)
  3. TRIP ANTIEGEMÔNICA À CHAPADA DIAMANTINA - 2014 Sempre que vou fazer um mochilão eu corro aqui no Mochileiros.com para pegar informações e sempre sou ajudado pelos bons camaradas daqui, então resolvi criar disposição para fazer o meu relato sobre a Chapada Diamantina, espero que ajude os próximos viajantes... Bem, nossa viagem começa com a formação do grupo, fomos em 12, ressaltando que ninguém se conhecia, todos nós nos conhecemos através do mochileiros.com, formamos um grupo no WhattsApp, e só fomos nos ver no dia de começar a trip já no aeroporto de Salvador... Estávamos divididos da seguinte forma: Carro 1, que foi alugado em salvador: Edvane (BA), Eliza (SP), Rodrigo(RJ), Erika (DF) e Letícia(PR). Carro 2, que é meu: Breno(PE), Cris(SP), Aline(RJ), Tacio(SP) e Bárbara(RJ) O Fábio(BA) foi em sua moto e o Marcelo(PE) foi de bus para a chapada e lá fez alguns roteiros conosco e outros com agência. Logicamente todos ganharam singelos apelidos conforme os dias passavam e a intimidade aumentava. Todo o roteiro foi idealizado pela Edvane, que depois desta viagem já abriu uma agência e agora leva pessoas para a Europa no melhor estilo "aquela novela que tinha a morena"... Brincadeira, mas a Edvane foi a grande responsável por ter dado tudo tão certo!!!!!!!!! DIA 1 Bem, iniciando o relato propriamente dito, nossa viagem começou em 01/08/2014, o encontro da turma ocorreu no aeroporto de Salvador na madrugada do dia 1 para o dia 2, já que todos estavam vindo de seus respectivos estados. De cara já mostrei pra galera que tava no meu o que os esperava, já que eu não sou lá um bom motorista e meu senso de direção é tão bom quanto, resultado, primeiros 40 minutos de viagem e nós já estávamos perdidos, mas enfim...rs DIA 2 Chegamos a Lençois por volta das 11h da manhã e fomos direto para a pousada onde iríamos nos hospedar, a POUSADA DA HELIA, que fica próximo à rodoviária de Lençois, a pousada é muito boa, bem charmosa, agradável, com chuveiro quente e ar condicionado (só que não conseguimos ligar o ar), pagamos R$ 40,00 a diária, com café da manhã incluso! Almoçamos em um restaurante self service no centro de lençois, só que não lembro o nome do lugar, embora eu não goste muito de self service eu gostei do lugar, boa comida, preço e atendimento bacanas! Ainda no primeiro dia resolvemos ir para o Ribeirão do meio, já que é uma caminhada relativamente curta e estávamos todos muito cansados já que estávamos viajando desde o dia anterior! Eu já havia ido ao ribeirão e levei a galera, mas é uma caminhada super fácil, qualquer pessoa sabe mostrar o caminho! Chegando ao Ribeirão experimentamos o famoso escorregador natural, a Cris foi a que mais gostou da descida, e o Tacio foi o que mais gostou da descida da Cris!! rsrsrs Concorda Erika?! Deu pra relaxar bastante e a turma não teve dificuldade para se integrar! Fábio, para forçar a amizad, aproveitou que na descida para o Ribeirão tem 2 palhicinhas que vendem algumas comidinhas e já pagou um caldo de cana para todos! rs A noite saímos para jantar no centro de lençois, há diversas opções d restaurantes, bares e pizzarias, para todos os gostos e preços! Lençois tem uma estrutura bem bacana, com mercadinhos, farmácias, banco do Brasil, enfim... DIA 3 No dia seguinte fomos para o Vale do capão, na cidade de Palmeiras, lá fizemos a cachoeira da Fumaça, é uma trilha não muito difícil, dá pra fazer sem guia mesmo e não exige tanto preparo físico! Nem vou ficar falando o quanto os lugares são fantásticos, pois acabaria sendo muito repetitivo, quem quiser imagens dá uma olhada no facebook da galera da trip! Na descida da cachoeira da fumaça comemos muitos dos famosos pasteis de jaca da chapada, pagamos R$ 3,50 por cada pastel e R$ 8,00 por cada jarra de suco! A Eliza teve que vender um rim para pagar os 8 pasteis que comeu, fora o suco! Todos comidos (favor não pejorativar este texto) , fomos então para Conceição do Gatos, que fica a cerca de 15 minutos de carro do início da rilha da Fumacinha. Lá chegando encomendamos nosso almoço na casa do Sr. Zezão e fomos para o banho na pequena cachoeira que fica na propriedade do mesmo Sr. zezão, enquanto nosso almoço ficava pronto! A cachoeira é bem relaxante, e o acesso se dá por uma trilha de 3 a 5 minutos, mas o destaque mesmo foi o almoço. Comemos e bebemos à vontade de uma comida deliciosa, pagamos R$ 22,00 cada, com direito a um licorzinho de limão para desgustação, e melhor que a comida foi o forró que rolou depois, seu Zezão se garantiu no pandeiro, e nós cantamos e dançamos, destaque para este que vos escreve, que como bom sertanejo adora dançar um forró e destaque MÁXIMO (em letras garrafais) pa Cris e seu passo quebra coluna!!!! rsrs Pronto, depois desse momento já éramos todos melhores amigos de infância, o que não foi difícil já que a turma era esplêndida, demos muita sorte... Depois o pessoal do meu carro e o Fábio fomos até a vilinha de Caetá-açu, no Vale do Capão... Comemos, passeamos pela vilinha e compramos algumas lembracinhas... Voltamos para a pousada e lá a maioria decidiu ir descansar, já que o dia já tinha sido bastante intenso, porém, eu, a Aline, o Fábio e o Tacio resolvemos sair para beber(são 3 pinguços, eu porém, fui só por conta da amizade! rs) Bebemos em 2 barzinhos, onde também comemos e terminamos a noite no café bacana, tomando umas ervas e programando o dia seguinte. O papo já fluia fácil... Ah, neste dia conhecemos o Marcelo, que já estava na pousada da Helia! DIA 4 Neste dia resolvemos dividir o grupo, o pessoal do carro 1 resolveu ir para Andarái para fazer um conhecer alguns lugares por lá e tbm já preparar nossa partida para o Vale do pati, que seria no dia seguinte! O pessoal do meu carro, junto com o motoqueiro fantasma, também chamado de Fábio, e o Marcelo fomos para a cachoeira do sossego, ainda em Lençois! Não é uma trilha fácil, nem do ponto de vista de localização nem do ponto de vista físico, porém eu já havia feito outras vezes e como o pessoal estava disposto fizemos sem maiores problemas, pensei muito em virar guia e deixar essa onda de concurso público depois dessa experiência, mas a realidade que sou péssimo em se tratando de localização no espaço bateu a minha porta e eu logo desisti!! =( A cachoeira do sossego é um expetáculo (como td na chapada) e demos sorte de ter pouca gente no dia em que fomos, conseguimos dormir, curtir a queda d'água, nadar no poço, curtir o visual e papear! No retorno ao centro de Lençois caiu a ficha que estávamos na rua, pois a diária na pousada da helia já tinha encerrado, resolvemos então já aprontarmos nossas coisas para o dia seguinte em que partiríamos para o vale do pati, então compramos o que faltava e fizemos as malas ali no meio da rua mesmo, afinal, isso é mochilão, lidar com imprevistos, não ter vergonha de nada, ir fazendo com as coisas dêem certo, isso faz a viagem ser legal, esses pequenos momentos são muito importantes! Partimos então para Andarái, lá deixamos o carro na pousada e pegamos dois táxis para que nos deixassem em Mucugê, onde o restante da turma já estava! Ficamos em uma pousada bem confortável, creio que o nome era casa das pedras, R$ 33,00 a diária, mas com um péssimo café da manhã, ruim mesmo!!! Chegando a Mucugê já exaustos, tivemos a prova que realmente a intimidade já estava enorme, o tempo deu uma fechada e rolou a primeira briga coletiva, os motivos só quem tava lá vai saber, as repercussões, choros e palavrões também vão ficar restritos ao grupo! Mas foi um momento importante pra nós tbm!! Depois disso resolvemos Eu, o Rodrigo, a Aline e o Fábio ir a um lugar pra esquecer o desentendimento anterior, escolhemos então o cemitério, sim, somos estranhos!! rsrs É o cartão postal de Mucugê, o cemitério bizantino, que fica há poucos minutos do centro, mas como já passava da meia noite fomos de carro mesmo! O cemitério tem uma iluminação bacana e é um lugar bem bonito, eu então na minha sagacidade pulei o muro (não sou vândalo, mas não tinha como não entrar) e fui ver por dentro, realmente um lugar bem legal! DIA 5 Foi o dia da nossa saída para o Vale do Pati! Contratamos a trilha com um guia chamado Leo Serrão, que cobrou uma diária de R$ 50,00 por pessoa. Contratamos um carro que levou nós 12 até o povoado de Guiné, onde começaria nossa trilha, pagamos R$ 14,00 por pessoa do carro! Iniciamos a travessia do Vale do Pati! Eu não vou descrever muito o pati pra não correr risco de me perder em delongas desnecessárias, já que sou APAIXONADAÇO pelo Pati, esta já era minha 4ª vez lá! No primeiro dia passamos rapidamente pela igrejinha, onde tomamos umas cervejas (sempre elas, as cervejas), passamos também pela cachoeira dos funis e por outras cachoeiras menores no caminho! Ficamos na casa de André, um dos filhos de Dona Raquel. As diárias nas casas dos nativos custam R$90,00 com direito a café da manhã e jantar, que eram servidos na casa de dona raquel. A comida era deliciosa, e um banquete, todos comiam à vontade e a comida, repito, era deliciosa, lógico que o cansaço e a fome davam um tempero especial!! À noite rolou um violão e uma fogueira na casa de André!! Aquele lugar, com aquele céu estrelado, boa música e aquelas pessoas já tão especiais compuseram o cenário perfeito, mágico! E aqui entra em cena uma das personagens principais desta trip A CATUABA!! O povo descobriu catuaba e foi paixão forte e à primeira vista! Bebemos MUITA, MUITA, MUita catuaba nestes dias de Pati, surgiram então cantores, bailarinos, tocadores de cabaça, japonesas com olhos abertos, puxadores de quadrilha, enfim, a catuaba tem lugar de destaque! Dormimos em colchões bem confortáveis e o banheiro é precário mas bem limpo! A água é hiper fria e a noite e pela manhã cedinho faz um friozão, mas tudo suportável, nada que tire a alegria de estar ali, pelo contrário, essas coisas ajudam a dar um tom roots à trip! DIA 6 Neste dia tentamos ir ao cachoeirão por cima! Levamos chuva o caminho inteiro, um frio amuado e quando chegamos lá não dava pra ver nada, tava tudo nublado! Não foi uma trilha digamos agradável, por conta da chuva e do frio, mas nada também que baixasse a bola da galera! De volta à casa de André preparamos café, batida de maracujá e, é lógico, catuaba, muita catuba... Ficamos papeando perto do fogão de lenha, depois jantamos e curtimos um show exclusivo da banda "Os filhos de Raqué", que animou nossa noite e colocou todo mundo pra dançar forró, foi muito legal, mais uma noite inesquecível! DIa 7 Neste dia o Marcelo e Edvane tiveram que voltar para Andaraí! O restante da turma foi então para o morro do castelo. Desta vez demos sorte, o dia estava lindo, e conseguimos aproveitar toda a trilha e todo o visual do castelo, inclusive a caverna que existe no meio da trilha! repito, não vou ficar falando o quanto o lugar é lindo, eu só posso dizer uma coisa VÁ, VC NÃO VAI SE ARREPENDER, a vista é impressionantemente linda, fora a energia do lugar! Voltamos para a casa de André, pegamos as mochilas e fomos para a casa de Jailson, na prefeitura! Lá chegando jantamos e começou então a jogatina, uno e dominó esquentaram a noite, com direito até a desafio internacional de UNO, com o desfio Brasil x Espanha, onde fui derrotado na final por uma espanhola chamada Carmen!!!!! Por sinal, temos que falar destes 3 espanhois que conhecemos na prefeitura, uma galera muito gente boa ligada a movimentos sociais, que nos fizeram companhia até altas horas da madrugada! DIA 8 Choro e lágrimas, era o dia de deixar o Vale do Pati, um lugar INCRÍVEL, que eu tenho certeza transformou um pouco a todos nós com sua energia, paisagens incríveis e com o contato entre nós que ele proporcionou! Saímos por Andaraí, pegando a ladeira do império, enorme por sinal, e a região insuportavelmente quente do ramalho, que dá acesso a Andaraí, se preparem, Andaraí aparece e somo 52714574754 vezes, parece que nunca chega! rs Chegamos mortos a andaraí e fomos fazer a coisa lógica a se fazer nesse momento, beber né?! rs Seguimos depois para a pousada onde descansamos um pouco e depois saímos para comer no centro, coisa rápida... Na volta eu, Eliza, Tacio e Rodrigo ainda encaramos mais umas disputadíssimas partidas d uno, afinal era nossa última noite ao lado dessa menina incrível, mas com olho junto e viciada em jogos de azar que é a eliza, ela iria viajar para o sul da BA no dia seguinte! DIA 9 Fizemos as malas e seguimos para o Poço azul, em Nova redenção! O lugar é bem turístico, isso me desagrada um pouco, prefiro lugares mais roots, mas é inegavelmente lindo! Fizemos flutuação, que custou R$ 15,00! O lugar é impactante de tão transparente e azul que é a água! Partimos então para conhecer Igatu, e lá nos encantamos tanto pela cidade que resolvemos fugir do roteiro e dormir por lá mesmo! Passeamos durante toda a tarde e toda a noite por Igatu, um lugar cheio de coisas para ver e muito charmoso, que eu lhes garanto, tem que estar no roteiro de vcs. DIA 10 Em Igatu o dono de um restaurante nos indicou 3 cachoeiras que valia mt a pena conhecer em Igatu, 3 quedas, Cristais e cacheira da Fenda. Diante disto resolvemos nos dividir novamente, então a Vane, Erika e Leticia seguiram para Ibicoara para conhecerema cachoeira do Licuri, enquanto isso Eu, Rodrigo, Aline, Barbara, Tacio, Cris (meu carro já tinha virado uma van), e também o Fábio, fomos conhecer as 3 cachoeiras. Contratamos um guia por R$ 20,00 por pessoa, o nome dele é Martin, gente finíssima, morador de Igatu, que foi muito paciente conosco e muito agradável! O passeio valeu muito a pena, as cachoeiras são muito lindas e com poços ótimos para se nadar! Da trilha fomos direto para Ibicoara. Conseguimos uma pousada na entrada da cidade por R$ 30,00 por pessoa, a pousada é boa, só não foi mt bom o café da manhã, mas deu pra saciar legal! A esta altura eu, que havia saído de Araripina-PE, batia a marca dos 3000 km rodados! DIA 11 Contratamos 2 guias, o Marcone e o Wilians, pra nos guiarem nos passeios que faríamos em Ibicoara. O primeiro deles foi a Cachoeira do Buracão!! Fizemos um trecho de carro, atravessando rio e tudo, meu golzinho 1.0 nunca me deu tanto orgulho!!! A cachoeira é FANTÁSTICA! Uma queda d'água absurda, um visual que Deus se inspirou bem pra fazer! Os guias nos levaram para ver a cachoeira por baixo e por cima! Chegamos a ibicoara já a noite, novamente exaustos, mas extasiados com tanta coisa boa! Ibicoara é meio ruim de lugar pra comer, esolvemos então ir a um restaurante mais afastado do centro, creio que é kabana de alguma coisa, confesso que esqueci o nome! A comida tava muito boa, pagamos cerca d R$ 30,00 por pessoa, eu comi um estrogonofe de carne! O lado ruim foi que demorou UMA ETERNIDADE para sair a comida!!! DIA 12 O dia começou com a despedida de um dos caras mais legais e de um grande amigo que essa trip me trouxe, Fábio... Uma amizade pra se levar pra sempre, com certeza! Saímos para a trilha da Cachoeira da Fumacinha! Fomos acompanhados pelos guias! Uma parte do roteiro se faz de carro, que ficam estacionados na entrada da trilha, é seguro, tem um rapaz que tem uma casa em frente e olha o carro! É uma trilha de média a difícil, são 9km, mas ninguém imaginava a grandeza do que nos esperava! A Cachoeira é fantástica, me rendeu uma das fotos mais lindas da minha vida (vide meu FB), créditos para meu amigo Tacio, um cara com uma sensibilidade ímpar para fotografar! O poço da fumacinha é hiper gelado, tem que tá muito disposto para encarar, mas pra quem já tinha até pulado muro de cemitério" Eu não queria deixar passar nada, nada mesmo, então resolvi pular e ir até embaixo da queda!! Digo sem medo, aquilo é uma experiência com Deus incrível! Aquela imagem, seu corpo adormece, se vc se deixar levar pela energia do lugar, vc vai longe... Acampamos na trilha! Foi uma das noites mais incríveis da viagem, não só pra mim, mas pra todos... Fizemos uma fogueira, cozinhamos nosso jantar, jantamos todos juntos e depois ficamos ao redor da fogueira! O banheiro (buracos no chão) geraram polêmica, menos para o Rodrigão que tava adorando o clima roots!!! Algumas pessoas foram dormir, mas eu resolvi esperar a lua sair por trás das montanhas e chegar até uma pequena cachoeira que havia ali perto! Foi um dos momentos mais lindos da minha vida, só que isto não é assunto pra este relato, essas experiências pessoais são indescritíveis, só o que posso dizer é que devemos buscá-las a todo custo!!!! DIA 13 Ficamos curtindo a cachoeira que havia perto do nosso acampamento e depois fizemos a trilha de volta! Aline quase não chega viva, depois de 4 quedas e um início de afogamento!! rsrs A melancolia já tomava conta, afinal era nossa última noite juntos! DIA 14 Pegamos a estrada de volta para Salvador! Lógico não dava pra ser tranquilo né? Pegamos a estrada errada, Filas inerminaveis de carros nas estradas interditadas, atalhos que davam e outros que não davam certo. Mas deu tudo certo, chegamos bem ao aeroporto de Salvador. Bem, esse é meu relato! Lógico que texto nenhum vai expressar a grandeza do que foi estar nesses lugares, mas dá pra tirar uma ideia que posa ajudá-los! Qualquer dúvida pode entrar em contato comigo pelo meu face que ajudarei no que puder! Pode programar sua ida á Diamantina, vc não vai se arrepender, é uma experiência única, para e em todos os sentidos!!! Meus companheiros de viagem MUITO OBRIGADO, Erika, Eliza, Cris, Rodrigo, Fábio, Marcelo, Edvane, Barbara, Tacio, Leticia e Aline, vc foram fantásticos, cada momento com vcs foi único! Vlw por dividirem comigo um pouco de suas vidas!!
  4. Estive agora no litoral sul da BA e fiquei doido pelo lugar! Praias lindas, cidades bem aconchegantes, enfim... Quanto à vida noturna, nada de muito badalado, mas dá pra incluir Salvador no roteiro e consequentemente uma noite à la "Se beber não case"! Acho q vale muito à pena, eu ainda peguei um festival de música quando estive por lá, pena q passei poucos dias! essa minha sugestão, espero ter ajudado!
  5. Vlw aih Pedro. Suas dicas a respeito de Canindé do São francisco ajudaram muito no planejamento da nossa viagem, o lugar é realmente lindo, uma viagem q vale muito à pena. Mas tenho umas dicas também, pra quem estiver planejando fazer a viagem aos câniores do São Francisco: 1. Como o Pedro, também fiquei hospedado em canindé do São Francisco, a hospedagem lá é bem mais barata que em Piranhas, mas quem puder gastar uma graninha a mais, aconselho ficar hospedado em Piranhas mesmo, a noite em Caninndé do São Francisco mal tem um lugar para se comer, tivemos que ficar no hotel nas noites que ficamos lá, já em Piranhas tem lugares bem legais, aliás a cidade inteira é muito charmosa, à noite dá pra sair e tomar uma cervejinha, dando uma voltinha pela cidade, afinal é bem pequena e dá pra ver tudo sem necessidade alguma de carro; 2. O passeio à trilha de Angicos custa bem menos se você resolver ir em um dos barquinhos que sai de Piranhas. Assim como o Pedro, também fui de catamarã, que sai da margem do lado de Canindé e custa R$ 50, mas pelo que me informei, saindo de um dos barcos da margem de Piranhas, esse preço pode ser reduzido á metade; 3. Se puderem Dêem um pulo até Paulo Afonso, a cerca de 80 km de Canindé, tem paisagens maravilhosas lá também... Bem, é só isso que queria acrescentar, a descrição e as dicas do Pedro já são bem completas... Como já disse é uma viagem q vale mt a pena... abraços.
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