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rafael.fernandes88

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Sobre rafael.fernandes88

  • Data de Nascimento 12-10-1988

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  1. 2 ótimas opções em Tsim Sha Tsui na Nathan Road. Sair na estação Tsim Sha Tsui, saída D1. Pegar a esquerda na saída da estação e depois de uns 200 metros, do seu lado esquerdo, você vai encontrar o MIRADOR MANSIONS e depois de mais uns 200, a famosa CHUNGKING MANSIONS. Não tem segredo. Pegue o elevador até o último andar e vai descendo andar por andar de escava e vendo os preços. Alí é garantido um dos quartos mais baratos de HK. Mais especificamente, Welcome Guesthouse. Estou hospedado em um quarto com minha namorada. Welcome Guesthouse Chungking Mansions, 7 andar. Água gelada e quente a vontade. Geladeira. WIFI de graça. Estamos pagando HKD140 por noite por um quarto com cama de casal, ventilador de teto, ar condicionado e serviço de quarto. Foi o preço mais baixo que achamos. E olha que rodamos todo o Mirador Mansions e ChungKing Mansions.
  2. Bom pessoal... Neste momento estou no meu quarto do Welcome Guesthouse, no 7 andar do Chugking Mansions, em Hong Kong. Vou aqui dar algumas dicas sobre lugares para comprar eletrônicos e roupas em HK, atividade que considero como principal atração! Eletrônicos Pra quem é louco por eletrônicos como eu, opções não faltam. Começando... - Golden Computer Centre - http://www.12hk.com/area/ShamShuiPo/GoldenShoppingArcade.shtml Como chegar: Basta pegar o MTR para SHAM SHUI PO e seguir as placas. Dentro da estação mesmo você vai encontrar os sinais indicando qual saída para chegar no Golden Computer Centre. O lugar é muito completo. Só essa semana fui para lá 2 vezes e ainda não ví todas as lojas. São 2 andares. O primeiro andar é basicamente periféricos de computador e consoles. Existem todas as opções: 3DS, XBOX, PS3, PSP etc... Os preços são muito bons e dá pra chorar muito na hora do desconto. Também encontra-se muitos (MUITOS MESMO!!) acessórios para iPhones/iPod/iPad e o próprio iPad 2 pelo mesmo preço da Fortress, uma rede tipo Wallmert aqui de HK. No subsolo, já é basicamete só computadores. Infinitas opções de notebooks e desktops, periféricos, cabos, hd externos, mouses, teclados etc. É um paraíso para nerds viciados em tecnologia como eu!! O preço realmente é muito bom e bate de acordo com as informações que tem na internet. Muitos sites recomendam o Golden Computer Centre e realmente é o mais completo. - Wanchai Computer Centre - http://www.12hk.com/area/WanChai/WanChaiComputerCenter.shtml Como chegar: Estação MTR WANCHAI e seguir as placas. Muito fácil de encontrar. Nas placas vai estar apontando para WANCHAI COMPUTER CENTRE. Aqui também são 2 andares de celulares, câmeras, notebooks, desktops, periféricos, lojas da apple, acessórios etc. Aqui não são vendidos consoles de vídeo game. Os preços aqui são praticamente os mesmo do Golden Computer Centre. A única diferença é que não TANTAS opções como lá. Mas de qualquer forma, são MUITAS e você consegue perder várias horas ali. O lugar é muito mais organizado do que o Golden Centre e talvez por isso você não consiga "bater" alguns preços. Mas a diferença é mínima. Inclusive meu companheiro de viagens, João, comprou um HTC Sensation hoje mesmo por HKD4100, O que dá em torno de 900 reais. Um preço muito bom comparando com qualquer loja em Tsim Sha Tsui ou Mongkok. Roupas - CityGate Outlets - http://www.citygateoutlets.com.hk/ Como chegar: Sair na estação MTR Tung Chung e você vai dar de cara com o Outlet. Não tem segredo. Não perca seu tempo visitando os grandes shoppings de HK. Eles são extremamente caros. No Citygate você acha Ralph Lauren, Tommy, Espirit, Giordano, Puma, Adidas, Nike, pra citar só algumas. Tem muitas muitas muitas opções mesmo! E os preçoes são realmente de outlet. Hoje mesmo fui lá e achei camisas sociais da Ralph Lauren por HKD290. Isso dá menos de 80 reais. Amanhã devo visitar alguns mercados noturnos por aqui em Tsim Sha Tsui e Mongkok e já coloco mais algumas informações úteis.
  3. Bom pessoal... Nesse exato momento, estou sentado no chão do terminal 3, do aeroporto de Manila, Filipinas. Muito bom por sinal. De todos que passei até hoje, foi o único com internet FREE por tempo ilimitado (em segundo lugar esta Cingapura com 6 horas de internet por passaporte). Nesaa circunstância vale muitos pontos, já que chegamos aqui às 22:00 e nosso vôo vai sair só às 06:30. Nosso primeiro dia já começou agitado com muita gente tentando nos enganar. Nada fora da rotina asiática... Vamos lá.... Dia 1 - Macau -> Clark -> Manila Saímos às 16:35 de Macau pela SeaAir. Na verdade compramos as passagens no site da Tiger Airways, mas pelo jeito é a mesma coisa. Enfim... Chegamos lá pelas 18:00 em Clark e já fomos atrás de Taxi/Jeepney/Shuttle Bus/Ônibus. Os guichês "Tourist Information" e "Manila Shuttle" estavam vazios. Muito conveniente!!! Mas sçao coisas que podemos esperar nestes casos... Fomos pra fora e recebemos a famosa chuva de "Where you go?", "Taxi?", "Jeepney?". Dessa vez tivemos que ir na dos caras, pois tínhamos lido na internet que o melhor era ir de Jeepney de Clark para a estação de ônibus e de lá, pegar um coach para manila. Feito. Entramos no Jeepney e acertamos o preço de 50 pesos cada um. Dessa vez estamos viajando em 3 pessoas. Logo no primeiro minuto de Jeepney já tivémos uma prévia de como vai ser aqui nas Filipinas. Quando entramos, os "últimos" lugares que eram "possíveis" de se sentar confortavelmente foram ocupados por nós. Ok. Conforto é uma palavra que não existe aqui. Logo que entramos, chegaram mais umas 7 pessoas. Nos apertamos MUITO para eles poderem sentar e mesmo assim só uns 2 ou 3 conseguiram. Os outros foram um no colo do outro. Até que foi engraçado, pra não dizer trágico. Chegando no ponto do terminal de ônibus, saltamos e pagamos os 150 pesos para nós 3. Saímos o quanto antes da rua em que paramos, pois realmente dava medo. Andamos uns 10 metros e entramos no terminal. Achamos a Victoria Liner, que era a empresa que nos recomandaram e já entramos. Pagamos 131 pesos cada um. Em 2 horas chegamos em Manila. O trânsito é infernal!! A cidade é até bonita e bem desenvolvida. Tem umas partes MUITO sujas e com muitas pessoas dormindo no chão. Mas no geral a cidade agradou pelo que vimos da janela do ônibus. Chegamos ao destino e saltamos do ônibus. Logo que saltamos 3 locais nos perguntaram: "para onde?" e cometemos o erro de responder. "Airport terminal 3". Pronto. Saíram correndo para chamar taxi. Até aí tudo bem. Mas quando entramos no taxi, nos cobraram 30 pesos. Não aceitamos e saímos do carro. Andamos mais uns 100 metros e nós mesmo chamamos um. 30 pesos = R$1,15. 1 real não é nada, mas nós temos condições de chamar um taxi e dizer para onde queremos, afinal muita gente fala inglês nas Filipinas. Entramos no taxi e pedimos para ligar o taximetro. Tudo certo. Por pouco tempo... Depois de uns 5 minutos, ele nos pediu 500 pesos para nos levar até o aeroporto. Falamos que não e que era para ele continuar com o taxímetro ligado. Ele ficou resmungando em inglês misturado com filipino e fingimos que não entendemos nada. Quando chegamos em frente ao aeroporto o valor estava em 302,5 pesos e ele nos queria nos cobrar 50 pesos a mais. Disse ele que foi uma "special trip" (hahahaha) pois era para o aeroporto. Demos 302 pesos, saímos do carro e ele ficou lá resmungando seu "Filinglish". Nossa chegada no aeroporto de Clark Aqui vão algumas informações importantes, visto que muita gente chega em Clark e precisa ir até manila: Transporte: Existe um shuttle bus direto do DMIA (Clark) para o de Manila. Mas "por um grande acaso" hoje estava desativado. Na verdade acho que não deve mais funcionar, mas lemos na internet que o valor é lá pelos 200 pesos. De taxi deve dar em torno de 200 pesos até a rodoviária. Deve dar em torno de 20 minutos do aeroporto de Clark. Se estiver em mais de 1 pessoa até que vale a pena. Acabamos indo de Jeepney e pagamos 50 pesos cada um, o que dá em torno de R$1,92. O Jeepney do aeroporto pára em vários lugares, portanto você tem que avisar o motorista que você quer ir até o terminal de ônibus. Lá você procura pela VICTORIA LINER. Foi essa linha que pegamos. Todo mundo fala inglês e você pode perguntar para o motorista se o ônibus vai pra manila e aonde ele pára. Provavelmente você vai para o terminal 3, de onde saem vôos locais. Dica. O TERMINAL 3 É BEEEEM LONGE DOS OUTROS TERMINAIS. Anote o endereço e o nome do terminal em Filipino para não se perder, caso você não tenha tanto tempo quanto nós. No total, entre clark e manila (uns 75km), levamos umas 3 horas no máximo e gastamos 271 pesos cada um. Gastos: Jeepney de clark para rodoviária: 50 pesos. Ônibus coach para Manila: 131 pesos (sim, 131). Taxi da estação de ônibus em Manila para o terminal 3: 302 pesos. Todos já devem saber, mas repito. NÂO aceitem que os taxistas não liguem os taxímetros. Se você for com preço fixo, sempre vai ser muito mais caro. Ele iria nos cobrar 500 pesos e com o taxìmetro pagamos 302. Dia 2 - Cebu No segundo dia não acordamos, pois foi impossível dormir no aeroporto, com exceção do João: Enfim... Fizemos nosso checkin, tomamos um café da mahã e viemos para Cebu. Na chegada, pegamos um taxi para a Cebu Guesthouse. Fica bem no centro. Deve ter dado uns 20 minutos no máximo. Essa Guesthouse é a mais barata do HostelBookers e achamos muito boa. Ficamos algumas horas sem internet mas já voltou a funcionar. Tirando isso, não temos do que reclamar. Chegamos no nosso quarto por volta das 08:30 da manhã e dormimos até umas 15:30. Acordamos e fomos dar uma volta a pé para ver como é a região, já que o hostel aqui não aluga scooters. Pelo que tínhamos lido na internet sobre Cebu, estávamos esperando uma SUPER cidade. Com muitos prédios, shoppings etc. Quando saímos a pé exatamente no centro da cidade, o que vimos foi bem aquém do esperado. Mas mesmo assim não nos assustamos tanto, pois já tínhamos ido a Bali. A sujeira e feiúra de muitas partes das 2 cidades são bem parecidas, com exceção do trânsito, que em Bali é infinamente mais doido. Até aí tudo bem... A diferença daqui pra Bali, é que lá, em todos os momentos nos sentíamos seguros. Aqui não é bem assim. Existem pouquíssimos turistas por aqui, logo o povo nota a nossa presença. Muitos olham com cara feia. Não conseguimos bolar uma teoria para isso ainda... Mas não foi só esse o motivo por não nos sentirmos seguros... Mas sim esse: 80% das entradas de casas têm cercas assim em cima de portões muito altos. Também é muito difícil encontrarmos mercados aonde conseguíssemos entrar. Geralmente são vendinhas, aonde você é atendido pela janela, toda cheia de grades. Todos os comércios são muito protegidos. E não termina por aí... Uns 100 metros daqui, tem uma loja de armas. Sim, metralhadoras, revólveres etc. Com direito à cartaz com promoção e tudo... Se ontem estávamos em dúvida sobre ir para outras ilhas próximas ou não, hoje nunca tivemos tanta certeza. Saímos para jantar em um restaurante exatamente em frente ao hostel. Foi só atravessar a rua. LightHouse é o nome. Pra quem está interessado, ambos ficam na Mango Avenue. Qualquer taxista vai saber aonde fica a Cebu Guesthouse na Mango Avenue. Eu pedi um Pad-Pad com arroz ao alho. MUITO bom!! E logo depois já voltamos aqui para o hostel. E para quem ainda não sabe como são os Jeepneys, segue um deles. Ainda não vi 2 Jeepneys que fossem iguais. Todos são muito diferentes e enfeitados. É bem engraçado!
  4. Obrigado pelos comentários. Desculpem pelos erros de grafia. Estou primeiro escrevendo tudo para não esquecer nenhum detalhe e assim que terminar edito os erros. Também vou ter que trocar todas as fotos, pois postei elas com 100% do tamanho. Está demorando muito pra carregar, quando não trava o browser. Abraços a todos.
  5. Pessoal, amanhã a tarde vou para Filipinas passar 10 dias em Cebu. Quem estiver acompanhando meu roteiro na Tailândia, volto a atualizar depois do dia 12 de Junho. Abraço.
  6. Bom pessoal, esse vai ser o meu primeiro relato no mochileiros.com. Espero que gostem e considerem as dicas que vou dar sobre a Tailândia, pais este que foi onde mais encontrei scammers. Informações básicas: - Visto Não é necessário para brasileiros. Tem um site confiável que é atualizado constantemente que é o http://visahq.com/. Lá você coloca o seu destino, sua nacionalidade e aonde está morando atualmente. Muito bom e completo. Mas admito que não confio em NENHUMA informação na internet. Confirmei a informação com pessoas que foram para lá semanas antes de mim. Lenços/Papéis/Banheiros Isso não vale só para a Tailândia, mas para 90% dos países do sudeste asiático (parte que moro e conheço). Seja em restaurantes ou nos banheiro, TENHA SEMPRE SEU PAPEL OU LENÇO GUARDADO EM LOCAL ESTRATÉGICO. Antes de viajar para a asia pense nessa frase como um mantra e não descubra a importância disso tarde demais! Em muitos albergues baratos (dos 7 albergues que fiquei, só 1 tinha privada) você vai encontrar banheiros que são só um buraco no chão, sem papel higiênico e sem descarga. As opções são muitas, mas não foge dessas 3 características que falei agora. O negócio funciona assim, você senta (quando tem a sorte de achar um banheiro com privada) ou fica de cócoras, faz suas necessidades e no final tem uma torneira ou um chuveirinho para se lavar. Como se secar? Não sei, tente soprar. Não tem papel! Outro ponto é que geralmente você tem 3 em 1. O pessoal na asia gosta muito disso. Em muitos hotéis ou albergues baratos vai ser assim, banheiro 1 por 1, privada (ou um buraco no chão), chuveiro logo em cima e nenhuma pia para escovar os dentes ou lavar as mãos. Segue um exemplo que encontrei na Tailândia: Aqui o exemplo não está "tão ruim", afinal era uma privada (e não um buraco) 3x1 e até que estava com um nível aceitável de limpeza. Scammers Se você só for para cidades turísticas, esqueça muitos problemas com idioma. Muita gente na rua fala inglês e vai conseguir te dar informações. Mas é aí que mora o problema. Acreditem quando digo para não confiarem em ninguém na Tailândia. Se a pessoa que você pedir informação for um(a) local e ele(a) manjar muito de inglês, suspeite. Em todas as situações em que vímos que era golpe (scam), a pessoa era muito simpática, oferecia para preparar um tour de graça pedindo um pedaço de papel para anotar os lugares e oferecia para chamar um tuk-tuk para você. Você pode até pensar: "Nossa que cara gente boa. Está nos ajudando e ainda ganhamos um roteiro de graça, pagando 10THB para um dia inteiro de tuk-tuk". PODE IR PARANDO POR AÍ. Isso não existe. Não na Tailândia. Eles não precisam cobrar nada na hora, pois mais tarde vão ganhar comissão das lojas em que os tuk-tuks irão levar vocês. Quando chegar a hora certa, vou contar a história que vivemos em Bangkok. Dá um filme! No próximo post vou comerçar a contar o dia a dia. Se eu lembrar de mais alguma informação importante pré viagem, edito aqui. Estou lembrando tudo de cabeça, pois não anotei nada durante a viagem. Mas tirei MUITAS fotos e, olhando-as, lembro de todos os detalhes. Espero que gostem. Dia 1 - Cingapura Como toda viagem de avião, pelo menos o primeiro dia é perdido. Isso que saí de Macau, na China, e não do Brasil. Eu e minha namorada chegamos por volta das 11:30 da manhã no Changi, aeroporto de Cingapura. Como já tínhamos feito uma viagem pra lá, sabíamos o que ainda não tínhamos visto e fomos para lá de metrô. Cingapura é ótima, tem um "ar" muito bom e de muita segurança. Para nós que gostamos de cidades grandes, foi um dos melhores destinos até agora. E a boa notícia é que quase todas as viagens baratas pelas Asia, saem do Changi. Baratas MESMO! Pra quem for viajar pela Ásia, considerem ir até Cingapura e de lá irem para seu destino, aposto que vai ser mais barato. Escolhemos passar a tarde na Orchard Road, pois é um shopping a cada 2 metros e naquele dia estava infernalmente quente. Pra quem já foi pra Cingapura, sabe do que estou falando quando se trata de lugares públicos com AC. É MUITO GELADO! Inclusive no metrô. Depois de rodar pelos shoppings, paramos em um Starbucks pra tomar um chocolate quente (sim, quente! Como eu disse antes, os lugares são tão gelados que dá vontade de tomar algo quente!) e usar a internet para escolher nosso hostel em Phuket. Nos bons tempos (leia-se:quando o IOF era só 2%), sempre escolhíamos tudo pela internet (hostelbookers ou hostelworld) e já reservávamos todas as noites que iríamos ficar. Reservamos só uma noite no Phuket Backpacker Hostel para garantir um lugar para dormir e no dia seguinte decidiríamos se ficaríamos e tal... Feita a reserva, fomos para Clark Quay. Já eram umas 19:00 e decidimos tomar uma gelada por lá. O carlor estava infernal e estávamos carregando as mochilas com 10 kilos o dia inteiro. No caminho, encontramos um Iraniano que pediu uma ajuda para comprar o ticket do metrô, e que acabou nos acompanhando até os bares da Clark Quay, pois o hotel dele era em frente. Muito gente boa nos mostrou como chegava até lá, pois as estações em Cingapura têm muitas saídas e mesmo os mais experientes podem se confundir. Demos uma rodada pelos bares, achamos tudo MUITO caro, e acabamos comprando 2 Tiger 500ml em um 7 Eleven por ali. Sentamos na beira do rio e ficamos uns 40 minutos admirando a vista dos bares. Animal! Legal também é ficar vendo e ouvindo as pessoas berrando em um tipo de um Bungee Jump inverso. É uma cadeira que é arremessada pra cima. Encontramos até Schincariol em uma churrascaria brasileira. Mas claro, muito caro! Lá pelas 22:00, saímos em direção ao ponto de ônibus para ir a Kuala Lumpur. Tínhamos comprado as passagens pela internet no cartão, e pagamos por volta de R$44 cada um. Foi um pouco caro, mas não tínhamos idéia dos preços. Feito o pagamento, recebemos um e-mail com o endereço do ponto de ônibus. Tivemos MUITA sorte, pois quase perdemos. O endereço estava confuso e ninguém na rua conhecia a companhia que iria nos levar para Kuala Lumpur. No fim, depois de correr uns 10 minutos e ficar MOLHADOS de suor, achamos a agência e acabamos por esperar uns 20 minutos para o onibus sair. O ônibus saiu com exatamente 5 pessoas. Eu, minha namorada, um casal gringo e um chinês. Foi a melhor viagem de ônibus que fiz em toda a minha vida. Silêncio (sem chineses berrando) e muito espaço. O engraçado é que no site da companhia, em lugar algum dizia o tempo de viagem ou a hora de chegada. Mas tínhamos visto em outros sites que a viagem iria durar cerca de 12 horas. O onibus saiu exatamente à meia noite, portanto estávamos esperando chegar em Kuala Lumpur por volta do meio dia. Não foi bem assim... Dia 2 - Kuala Lumpur e Phuket Kuala Lumpur Totalmente escuro, por volta das 4:55 da manhã, o ônibus pára e o motorista nos avisa: "Last stop. Kuala Lumpur." Pensamos: "Hã?". Saltamos para a calçada ao lado de uma estação de metrô (que só começaria a funcionar às 06:00) e de uns 15 taxis. Fomos à um 7 Eleven do outro lado da rua, saquei 100 Ringit (R$55) e fomos a procura de um Taxi. Antes e ir à Kuala Lumpur, lemos na internet, inclusive aqui no mochileiros.com, que não tinha muita coisa para se fazer e que a cidade era feia. Então decidimos só chegar por volta do meio dia de onibus, bater umas fotos nas Petronas Twin Towers e logo às 16:00 ir para o aeroporto pegar nosso vôo para Phuket. Como acabamos chegando às 5:00 e ainda estava escuro, escolhermos um taxi correndo e fomos sem o taxímetro ligado para as torrer. Erro nosso. Com certeza pagamos muito mais caro do que se tivésssemos ido com o taxímetro ligado. Foi em torno de 20 ringit. Teria valido a pena, se as luzes das torres estivessem acesar. O taxista nos deixou em frente as torres e achamos que ele estivesse nos enganando ou que não tivesse entendido o destino, pois não conseguimos ver as torres. Procuramos mais uma vez e aí vimos. Foi muito brochante. Tinha lido que as torres eram muito mais bonitas a noite, com as luzes acessas. Mas faz parte... Partimos para a estação de metrô logo abaixo do prédio, que se chama KLCC. Esperamos uns 15 minutos até a estação abrir e pegamos o metrô para a Batu Caves. Esse passeio foi ótimo, pois chegamos lá em torno de 06:30 e não tinha nenhum turista. Subimos os 272 degraus (muito calor apesar de ser 06:30 da manhã) e chegamos nas cavernas. Confesso que não tem nada de especial e as pessoas que escreveram aqui no mochileiros que Kuala Lumpur e bem sem graça, estavam certas. E nós também acertamos em só passar algumas horas lá. Batemos algumas fotos e logo voltamos para a estação de metrô em direção ao KLCC novamente, para finalmente bater fotos nas Petronas. Essa foto não foi batida por mim. Feitas as fotos, fomos para o aeroporto com um onibus que saía da estação de metro KLCC. Dica: o aeroporto é MUITO grande e MUITO movimentado. Lá pode ser considerado a base da AirAsia e MUITOS vôos saem de lá. Portanto levem a sério quando dizem para chegar pelo menos 2 horas antes do vôo. Quase perdemos o nosso para Phuket. Mas deu tudo certo. Sempre nos atrasamos para dar mais emoção à viagem Metrô em Kuala Lumpur Visão geral de Kuala Lumpur: Se você realmente faz questão de bater fotos com as torres, tudo bem. Mas sinceramente, não tem nada para fazer, é caro (1 real = 1,8 ringit). Mas no fim das contas, não ficou tão ruim para nós, pois Kuala Lumpur, fica no "meio" do caminho entre Tailândia e Cingapura. Então realmente seria um erro não passar por lá. Phuket Chegando no aeroporto de Phuket já percebemos outro clima. A cidade é muito limpa e desenvolvida, até certo ponto. Muito mais agradável do que Kuala Lumpur. Tem até uns outlets da Nike, Adidas etc. No aeroporto, recebemos aquela chuva e perguntas básicas em qualquer lugar da Asia: "Where you going?", "Tuk tuk?", "Taxi?" e por aí vai. Já aprendemos que fazer cara de quem não sabe falar inglês é a melhor saída. Caso eles insistam, é só começar a xingar eles em português que eles saem rapidinho. Tínhamos lido no hostelbookers a explicação de como chegar no hostel e anotamos. Foi bem útil. Depois de negar todos os taxis, vans, tuk tuks, sentamos no ponto e esperamos o ônibus público chegar. Nisso veio um motorista de taxi e nos disse que o ônibus já tinha saído. Quase caímos e fomos com eles, mas no último segundo lembramos que o povo daqui é FODA e gostam de enganar turista que traz dinheiro para o país deles. Enfim, continuamos indo para o ponto e 5 minutos depois o onibus apareceu. No onibus encontramos uma britânica que estava indo para o mesmo hostel e falamos o nome do albergue em Thai para o motorista. Acho que na quinta vez ele entendeu e nos deixou uns 500 metros de lá. Achamos de primeira e a surpresa foi muito boa. Muito bonito, limpo e organizado. Esse foi o melhor hostel da viagem, mas também o mais caro. Dali pra frente, cada vez era pior, mas também mais barato, então não ficamos tão tristes assim. Fizemos o checkin, tomamos um banho (2 dias sem, já que passamos o dia em cingapura, pegamos onibus noturno para Kuala e lá também voamos no mesmo dia para Phuket). QUE BANHO! Foi lindo! Quase chorei! Depois fomos para o restaurante anexo, que é do mesmo dono no Hostel e aí começou a festa de economia. Fomos para a Tailândia pensando em comprar comida no mercado e cozinhar no Hostel. Não vale a pena! É tão barato nos restaurantes que é até engraçado. Comemos uma entrada, um prato cada um, 4 cervejas e sobremesa. Ficou R$10 pra cada um. Isso que estávamos famintos e para comemorar nossa chegada na Tailândia, pegamos os pratos que estávamos afim, sem olhar preço. Ventiladores no Phuket Backpack Hostel Depois do jantar, voltamos para o hostel e reservamos uma scooter para o próximo dia. Pagamos 200THB por 24horas. Fomos para o quarto e ficamos na internet até dormir. Dia 3 Acordamos por volta das 8 e fomos ao 7 Eleven colado ao hostel tomar café da manhã. Vale uma observação aos 7 Elevens da Tailândia. São muito bons! Já fui em 7 11 na China e Indonésia e não chegam aos pés. Tem muitas opções de sanduíches naturais, frutas fatiadas (olhem bem quando forem comprar manga. Geralmente bem salgada!!) e outras opções para se comer no café da manhã. MUITO barato e bom! Vale a pena. Depois do café da manhã, pegamos nossa scooter e fomos rodar as praias de Phuket. Na noite anterior tínhamos traçado nosso roteiro no google maps e vimos que Phuket é muito pequena. Perguntamos para o pessoal do hostel quais praias valeriam a pena e pé na estrada. Primeiro seguimos para o sul de Phuket, para chegar a praia de Rawai. As estradas são boas e, como é baixa temporada, sem tráfego algum. Muito bom para andar de moto. Depois da praia de Rawai (fico devendo as fotos...) seguimos debaixo de chuva para as praias de Patong e Karong. Patong é a mais famosa de Phuket. Pode ser considerada a Kuta de Bali. Região bem desenvolvida, cheia de restaurantes em volta, agências de tours, alugueis de motos, carros etc. Encontra-se de tudo. Fomos para lá com a intensão de entramos no mar, mas o tempo estava bem feio (começo das monções) e preferimos rodar mais de moto. Patong Beach A cor do mar é um azul muito claro, mas sem sol parece comum. Depois seguimos para a Karong Beach. Praia bem mais calma. Karong Beach O tempo não ajudou muito, então logo desistimos das praias. Da praia de Karong reparamos um Big Buddha no topo de um morro. Não pensamos duas vezes... Levamos uns 30 minutos até lá. Entrada free e a vista até que é privilegiada, tirando o mal tempo... Phuket não tem muitas atrações mesmo. É mais para descançar nas praias calmas. Lá também tem muita prostituição. Em todos os lugares tem, mas lá era MUITA. A cada 5 minutos aparecia um "Tiozão" europeu com uma menininha Tailandesa. Assim que começou a escurecer voltamos para o hostel, tomamos um banho e jantamos no mesmo restaurante do dia anterior. Muito barato e várias opções no cardápio. Na volta sentamos e decidimos se ficariamos mais 1 dia ou iríamos para Koh Phi Phi. Decidimos ficar mais essa noite e no outro dia de manhã pegarmos o ferry para Ko Phi Phi. Estávamos com medo de pegar tempo feio novamente, mas tivemos sorte. Compramos o ticket de ferry no próprio hostel. O valor foi 400THB com pickup incluído. Dia 4 Acordamos cedo para tomar nosso café no 7 11 e arrumamos nossas malas. A van chegou no horário e nos deixou no pier. Colaram um adesivo em nossa camisa, pra saberem se temos ou tour ou se estamos simplismente pegando o ferry para ir a Koh Phi Phi. No caminho de Phi Phi, o ferry passa por Phi Phi Leh e para por uns 10 minutos, aonde tem a Maya Bay, aonde foi filmado "A Praia". Dentro do ferry um cara veio nos oferecer quartos e achamos que iriam ser muito caros, tratando-se de hotel. Mas olhando o catálogo achamos bons preços e pegamos um quarto por 600THB. Por ser uma ilha minúscula e sem muitas opções, foi barato. Mas depois achamos uns bungalôs bem legais por 500THB. Mas aí já era... Chegamos no pier, saltamos, e o cara que nos ofereceu hotel nos guiou até nosso quarto. Fizemos o checkin e ficamos espantados com o quarto. Era péssimo! Mas faz parte... pelo preço já esperávamos o que poderíamos encontrar. Segue foto do banheiro 2 em 1 (esse tinha pia e privada): Ferry para Phi Phi Momento em que ferry para em Phi Phi Leh Pier em Phi Phi Largamos as nossas mochilas e fomos para a praia. Batemos umas fotos e fomos almoçar. Pegamos um buffet livre com macarronada, peixe com legumes, frango, arroz e água a vontade. Pagamos 200THB cada um. Eu estava morrendo de fome e comi MUITO. Pra mim foi bem barato. Restaurante no pier Recomendo. Se você pegar um tour para Phi Phi saindo de Krabi ou Phuket, provavelmente você vai almoçar nele. Depois pegamos um caiaque para irmos até a Monkey Beach, onde só é possível chegar de barco. No caiaque, acho que pagamos caro, mas não tinha outra opção. Ou era um tour de 1600THB ou o caiaque a 200THB na primeira hora e depois 100THB cada hora a mais. Depois de uns quase 40 minutos remando, chegamos lá. Monkey Beach No final, quando já estávamos no caiaque, um macaco solitário resolveu aparecer. Mas já vímos tantos macacos aqui na China que não fizemos questão, nem de voltar nem de bater foto . Na volta para a praia onde alugamos o caiaque, uma surpresa. A maré estava extremamente baixa. Mas muito mesmo. Eram mais ou menos umas 17:30. A faixa de areia aumentou de uns 20 metros para uns 300 eu acho. Foi bruto puxar o caiaque! Entregamos o caiaque e fomos pro banho. Depois fomos dar uma volta pela ilha e um fato curioso. Estava DESERTA. Durante o dia estava lotada e a noite deserta. Concluímos que na baixa temporada o pessoal não passa a noite em Phi Phi. Só pegam tour half ou full day e voltam para Krabi ou Phuket. Queríamos jantar em algum lugar, mas não tivemos animação nenhuma. Todos os restaurantes desertos, sem nenhuma música nem nada. Como tínhamos comido muito no buffet livre, não estávamos com tanta fome então deu pra aguentar até no outro dia. Capotamos... Dia 5 Acordamos cedo para rodar a ilha e achar um preço bom de tour para Phi Phi Leh, a ilha em que foi filmado "A Praia". No caminho passamos pelas várias barracas e ficamos negociando chapéus, já que tivemos sorte e o tempo estava ótimo, íamos pegar muito sol. Acabei comprando o meu por 200THB (caro) e a Gi (minha namorada) por 180THB (menos caro ). Chegamos numa área mais distante da ilha e encontramos um tour half-day pela Phi Phi Leh, Monkey Beach (diferente da que fomos de caiaque) e outros lugares que não recordo o nome. Mas eram para fazer snorkeling. Ao todo foram 2 paradas para snorkeling, a primeira para mim foi péssima. Perdi 80% regulando o óculos e os outros 20% procurando algum peixe!! Mas na segunda parada foi muito bom!! Vários peixes e muitos corais. Valeu a pena!! Pagamos 250THB pelo tour de longtail que foi das 10:00 as 15:30. Nessa mesma agência compramos nossos tickets de ferry de Phi Phi para Krabi. Phi Phi ficava muito vazia a noite e não estamos tão velhos assim pra aguentar essa calma toda. Seguem algumas fotos do Tour. Nosso Longtail Phi Phi Island - 1 snorkeling Famosa Maya Bay Pra quem for para Koh Phi Phi, vão para Maya Bay em Phi Phi Leg. Vale a pena e é barato! Nosso tour chegou ao fim e voltamos com o longtail para Phi Phi Island. Pegamos as nossas mochilas com o cara do tour, pois já tínhamos feito o checkout do "hotel" antes de saírmos. De lá fomos para o pier e pegamos o ferry para Krabi lá pelas 17:00. Chegamos umas 18:30, sem hostel nem transporte para a cidade. Logo que saltamos do ferry recebemos aquela chuva de "Where you going?", "Tuk tuk ?", "Taxi?", mas ignoramos e queríamos ir andando até achar algum ponto com internet. A gi começou a passar um mal do estômago e tivemos que ficar um tempo no barzinho do pier mesmo. Enquanto ela tomava uma coca, fui para o balcão do pier escolher um hostel. Peguei o mais barato, mas era melhor que o de Phi Phi. foi 400THB com pickup. Paguei alí mesmo e não deu nem 10 minutos já tinha uma van nos esperando. Chegamos em outros 10 minutos no hostel. Fizemos o checkin e fomos tomar um merecido banho. O banheiro é o da foto que coloquei lá em cima, como exemplo dos banheiros. Esse é do modelo 3 em 1. dá pra usar tranquilamente se você deixar as frescuras de lado. Nesse hostel que ficamos, "ganhamos" um rolo de papel higiênico de brinde. Depois do banho descemos para a recepção para usar a internet nos notebooks. Dentro do quarto estava muito quente e lá embaixo era aberto e pegava uma brisa. O pessoal do hostel nos ofereceu tours, mas era caríssimos. O mais barato, era halfday e estava 1600THB. Mas eram umas coisas sem graça, tipo elephant trekking, rafting etc. Sério, andar de elefante não nos desperta interesse e rafting consigo fazer tranquilamente na região em que moro no Brasil. Pedimos o orçamento de ATV (quadriciclo) e kayaking pelo rio de krabi, mas ficou mais caro ainda. 1900THB por 30 minutos (!!!) de ATV e 1 hora de caiaque. 1900THB dá em torno de R$111. MUITO CARO! Lógico que não fizemos. Reservamos uma scooter para o dia seguinte por 250THB. Nesse dia comemos uns sanduíches naturais do 7 11 e fomos dormir. Chegada no pier de Krabi Capotamos de novo... Algumas fotos desse dia recepção do hostel Nosso quarto e bagunça dia 6 No dia anterior tínhamos visto no mochileiros.com que tínha um templo legal em krabi. O nome era Tiger Temple e pegamos o endereço pelo google maps. Chegamos lá de primeira em +- uns 25 minutos. Relativamente perto do hostel. No caminho paramos em um templo novo de Krabi que tínhamos também visto no mochileiros.com. Muito bonito e BRANCO. branco demais! Demos um giro por ele e vimos alguns monges saindo. pedimos para tirar foto com 2 deles, mas apareceram mais alguns e se juntaram. Muito legal! Entrada free, mas dinheiro foi a única coisa que não deixamos lá. O resto, ficou. Nosso suor e energia ficou todo lá. Tivemos que subir 1237 degraus atéo templo. Nesse dia estava MUITO MUITO MUITO quente. Não tínhamos levado água pois na scooter era complicado e decidimos que íamos tomar lá em cima. Quase nos arrependemos. Suamos MUITO na subida. Mas muito mesmo. Durante a subida e sentia meu corpo berrando: "Seu burro! Eu preciso de água! Não tá vendo que já perdi uns 400l?". Mas mesmo assim continuamos. A recompensa estava logo no topo, de frente pra escada. Um bebedor, com água gelada e de graça. Quase dei um abraço nele e ficamos sentado em frente a ele por uns 20 minutos. Começo do sofrimento No caminho ainda encontramos muitos macacos. Espere encontrar macaco em quase qualquer lugar na Tailândia. Lá no topo a vista é F**! Muito bonita mesmo. Dá pra ver vários cliffs. Lembra muito a paisagem de Guilin, na China (ainda não fui mas já ví várias fotos de amigos que foram). Ficamos uns 40 minutos admirando e já pensando no próximo destino. Descemos os 1237 degraus em uns 5 minutos e voltamos para no hostel. Demos mais uma pesquisada na internet e decidimos procurar pela Emerald Pool. Pegamos os caminhos no google maps e estrada de novo. Dessa vez era longe. Levamos mais de 1 hora até lá e acabamos indo para o lugar errado. Já tinhamos andado tanto que decidimos ficar por alí mesmo. Era um hot spring water. Pagamos 90THB cada um de entrada + 5THB para estacionar a moto. Na verdade não foi uma das melhores idéia irmos para cachoeira de água quente em um lugar como a Tailândia. O dia estava MUITO quente e mais ainda a água. Só aguentei uns 15 minutos e comecei a passar mal. Tava muito quente! Quando começou a escurecer voltamos para o hostel. Tomamos um banho e fomos para o night market. Todas as sextas e sábados fecham uma rua, enchem de barraquinhas de comida e toca uma bandinha ao vivo. Muito bom! Comemos MUITO e pagamos MUTO pouco!! Em média 15THB por "prato". Geralmente eram petisco locais. Tudo muito bom mesmo! Vale a pena visitar o night market em Krabi. Bandinha Comidas depois da feirinha voltamos para o hostel e adivinhem... capotamos de novo!! Dia 7 Depois de muito tempo, voltando a atualizar!! No sétimo dia acordamos cedo e sem nenhum plano. Como o nosso hostel estava com os tour muito caros, resolvemos pegar a scooter e ir para Ao Nang tentar achar algum tour mais barato. Levamos uns 20 minutos pra chegar lá. Rodamos a principal avenida e entramos em algumas agências. Depois que vimos que todas eram o mesmo preço, escolhemos o tour mais interessante e barato. Era um passeio de long tail para 4 ilhas: 4 Island Tour. Pagamos em torno de 400bath cada um. Já tínhamos visto em vários lugares sobre esse tour, inclusive quando estávamos em Phuket e Koh Phi Phi. Mas lá o preço era muito mais alto, pois era longe e só dava para ir com speed boat. Bom... fechamos o 4 Island tour com o agente e também compramos 2 passagens de ônibus de Krabi para Bangkok. Pagamos 600bath cada uma. Um pouco alto mas já estávamos cansados de procurar melhores preçoc e ficar negociando. Depois de todo o trâmite, saímos da agência e não tínhamos nada pra fazer, pois o tour seria no próximo dia. Pensamos uns 5 minutos e decidimos pegar estrada e ir até Phang Nga. Aonde fica a famosa ilha do James Bond. O grande detalhe é que estávamos em 2 pessoas, em um scooter e a distância só de ida era em torno de 110km!!! Mas mesmo assim encaramos. Para nosso azar, logo no começo da viagem, pegamos uma chuva MUITO MUITO forte e tivemos que parar por uns 20 minutos ou mais. Enquanto isso, aproveitei para abastecer, colocamos as capas de chuva que vieram junto com a moto e quando a chuva diminuiu, continuamos nossa viagem. Depois de quase 2 horas (sim, colocamos a scooter pra andar a uns 80km/h pelo menos!!!) e uns 3 tanques, chegamos em Phang Nga. Cidade muito pequena e bem calma. Quando nos disseram que era baixa temporada, eles realmente afirmaram isso! Paramos em alguns lugares turísticos como o Buda deitado dentro de uma caverna e alguns templos e fomos procurar a ilha do James Bond. Depois de pegar alguns informações em um hostel, seguimos as direções indicadas e chegamos no pier de onde saem os barcos para a ilha. COMPLETAMENTE DESERTO! Com exceção dos thais querendo vender os passeios, claro. Um deles nos abordou e pediu 1500 pelo barco, já que iríamos só eu e minha namorada. Dissemos que não, ameaçamos ir embora (realmente íamos) e ele baixou o preço para 900. Falamos por 500 iríamos fechar, mas ele não fez. Fomos embora. Não achamos que valeria a pena. Caso alguém que esteja lendo tenha ido, por favor comente como foi haha Seguem fotos de alguns lugares que paramos no caminho e em Phang Nga. Templo Thai Caverna do Buda Deitado Buda Deitado Na volta da viagem, paramos em um restaurante para comemorar nosso aniversário de namoro. Quase nada cansados!! Depois de um jantar MUITO bom, voltamos para o quarto, tomamos um banho e capotamos, como sempre. Dia 8 Acordamos cedo, arrumamos nossas malas e esperamos o carro do Tour vir nos pegar. Umas 8:30da manhã o carro chegou e fomos com ele até Ao Nang, de onde sairia o Long Tail para as 4 ilhas. Quando chegamos no píer, o que achámos barato, acabou ficando caro, pois entraram umas 20 pessoas no Long Tail. Mas enfim, faz parte. Dessas 20 pessoas, 2 eram um casal de russos e o resto thais. e começa o tour... Como viram, a cor do mar é tão clara quanto em Koh Phi Phi. Vale considerar que Krabi é uma cidade mais barata do que Phuket e oferece mais opções de tours, como quadriciclo, rafting, cachoeiras de água quente (ou não), tours para Koh Phi Phi, 4 ilhas e muito mais... (polishop style). Pra quem vai pra Tailândia e gostaria de economizar cada centavo, vale mais a pena ficar em Krabi. Os albergues também são mais baratos. Depois do Tour, nos levaram de volta para a agência aonde compramos o mesmo, pegamos nossas malas e fomos para o terminal rodoviário. O lugar parecia tudo, menos um terminal. Mas enfim... Esperamos uns 30 minutos até que o ônibus finalmente chegou. Era bem velho e tinha 2 andares, mas o primeiro andar era todo para o motorista e sua família!!!! Não havia nenhum thai no ônibus. Era praticamente todo mundo europeu. Tentamos identificar de onde, mas era um idiota que nunca escutamos. Dinamarquês, holandês ou suéco. Algo assim... A viagem foi até que confortável... Tínhamos saído de Krabi por volta das 18:30 e chegamos em Bangkok lá pelas 6 da manhã. Por sorte o ponto em que o ônibus parou era do lado (do lado MESMO) da Kao San Road. Rua onde só tem bares e albergues. Andamos uns 15 minutos, passamos em uns 3 albergues e escolhemos um mais barato. Quarto privato. Bom até... Dormimos até meio dia. Dia 9 Esse foi o dia mais importante da viagem, senão de todas as viagens que já fiz aqui pela Ásia, pois rendeu umas das histórias mais loucas que tenho pra contar. Mas vou contando tudo na ordem, com calma. Acordamos por volta do meio dia e procuramos algum lugar perto do hostel pra poder almoçar. Achamos um restaurante pequeno mas muito arrumado bem perto, aonde acabamos indo todos os dias. Wifi liberada, comida Thai MUITO BOA e barata. O nosso hostel era o Barn Thai Guesthouse: Ficamos um tempo na internet, mandando e-mails pra família, descarregando o cartão de memória da câmera etc. Estava MUITO MUITO MUITO quente. Infernal! Pagamos e fomos deixar nossas coisa no restaurante. Do hostel, decidimos ir para o Grand Palace, que ficava uns 10 minutos a pé de lá. Pegamos a Khao San Road e seguidos para a avenida principal (não me recordo o nome). Vimos um mapa pendurado em um poste e paramos para ver aonde estávamos. Agora é que começa a ficar interessante.... Um homem que estava enconstado no muro vem conversar conosco e com um ingles muito bom, pergunta se precisamos de ajuda. Ele nos mostra aonde estamos no mapa e pergunta quais pontos turísticos já tínhamos visitado. Perguntou se já tínhamos ido no Big Budha e outros lugares. Falamos que havíamos acabado de chegar na cidade e não vimos nada. Ele prontamente pediu uma caneta e um papel e disse que faria um roteiro das coisas que seriam mais interessantes vermos naquele dia. Falamos que queríamos ver o Grand Palace, mas ele disse que estava fechado, pois mais tarde haveria uma cerimonia aonde o Rei trocaria de roupa. Simbolizando a mudança de estação. Acreditamos na história e aceitamos o roteiro dele. Pensamos: "Nos demos bem. O cara é Thai, sabe os lugares interessantes e estamos ganhando um tour montado de graça". Conversamos mais um pouco com ele e ele nos contou que era professor e morava em Bangkok há uns 5 ou 6 anos. Depois de nos explicar os lugares que ele colocou no roteiro, nos disse para adivinharmos quanto custaria para ir de taxi até esses lugares. Chutamos uns 300 bath e ele nos disse que sairia no máximo 50!! Pensamos: "Hoje é nosso dia de sorte". E no mesmo minuto em que ele nos contava que os tuc tucs eram bem barato, pára um bem do nosso lado e pergunta se precisamos ir para algum lugar! Nosso amigo muito prestativo mostrou os lugares para o motorista e ele concordou em nos levar para TODOS os 5 lugares por 50 bath. Isso é praticamente trabalhar de graça. Definiticamente não pagaria nem a gasolina. Logo fiquei desconfiado. Na verdade fiquei desconfiado quando o tuc tuc parou do nosso lado no mesmo momento em que o Thai estava nos falando do preço. Mas mesmo assim entramos... Tuc Tuc O primeiro passeio foi uma volta de 30 minutos de barco pelo canal de Bangkok. Pagamos 800 bath cada um. Foi extremamente caro pelos padrões da Tailândia. Mas eu havia lido aqui mesmo no mochileiros que Bangkok era uma cidade muito cara, então fomos. O passeio até que foi interessante, o barco passar por todo o canal e dá pra ver umas casa de pescadores. Muito tradicionais memso. Bem legal. Seguem algumas fotos... No final do passeio voltamos para o píer e o motorista do Tuc Tuc estava lá, fielmente nos esperando para o próximo destino. Seguimos... Fomos para o famoso Buda Gigante que todo mundo nos falava... Não perdemos muito tempo e logo fomos para o próximo destino... Chegamos aonde o motorista dizia ser o templo mais antigo de Bangkok. Tiramos nossos tenis e entramos... Lá dentro havia um homem que nos cumprimentou e começou a conversar conosco. Muito simpático. Disse que tivemos sorte de pegar o templo aberto, dizendo que aquele seria o único dia do ANO em que ele estaria aberto. Ficamos felizes!! O homem nos disse que era de Phuket, que iria casar em breve e que tinha ido para Bangkok só para mandar fazer um terno sob medida e nos entregou o cartão do alfaiate no qual ele o fez. Ficamos mais alguns minutos no templo, nos despedímos, desejamos boa sorte em seu casamento e seguimos viagem... Esse é o templo: Próximo destino: Uma loja de jóias. Na verdade não íamos comprar nada de jóias, mas o Thai que nos abordou na rua disse que eram preços muito bons. Acabamos aceitando ir pra lá. Ficamos mais de 1 hora dentro da loja e a Gi quase comprou um colar. Mas por sorte (mais pra frente vocês vão entender) acabou decidindo que não. Saímos da loja, entramos no Tuc Tuc e falamos que estávamos cansado e que queríamos voltar para a Khao San Road. Nisso o motorista nos disse que não nos levaria naquele momento e que antes teríamos que ir em uma loja de tecidos antes. Falamos que não e ele insistiu. Contou uma história de que cada loja que ele para com turistas, ele ganha um vale gasolina. Ele insistiu para que fôssemos até a loja de tecido, ficássemos pelo menos 15 minutos e poderíamos ir embora pois ele ganharia o vale gasolina dele. Fiquei PUTO, mas fomos. Era isso ou pegar um taxi caríssimo. Chegamos na loja já pensando quando íamos embora. A Gi pediu pra ver tecidos pra vestidos e eu fiquei negando os pedidos do vendedor para eu comprar 1 terno. Para nosso azar, a Gi gostou dos tecidos e achou o preço bom. O vendedor no deu cerveja e todo mundo ficou feliz. No fim eu estava escolhendo 4 camisas... Eu na verdade ainda não estava muito crente da qualidade do tecido e o vendedor deve ter percebido no meu olhar de desconfiado. Nisso ele pediu licença e voltou com um livro na mão e me fez a seguinte pergunta: "Você acreditaria em mim se eu te dissesse que nosso corte é melhor do que o da Ralph Lauren?" Sim, ele me perguntou isso. Eu fiz força para não rir da cara dele e falei que não acreditaria. Então ele abriu o livro "Ten Best of Everything" na seção de vinhos. Esse livro foi escrito por um repórter da National Geografic e reúne as 10 melhorer coisas de vários setores. Bom, continuando. Ele me perguntou qual eu achava que seria o melhor vinho entre os 10. Eu disse que provavelmente um francês ou português. Talvez africano. E então ele me mostrou. Nos primeiros 5 colocados, estavam alguns americanos. Sim. Vinho americano. Os franceses estavam lá entre os 5 últimos. Depois dos vinho, ele vai para a seção dos 10 melhores alfaiates. Quem está em primeiro? A loja em que eu estava pisando meus pés, James Fashion! Ok. Não fiquei mais com dúvidas e terminei de escolher os tecidos. Depois de umas 2 horas fomos embora e o motorista nos deixou em frente ao hostel. Pagamos os combinados 50 bath. Fomos jantar felizes em um restaurante legalzinho da Khao San Road. Chegando no hostel, resolvi pesquisar sobre James Fashion e ver se o livro era verdadeiro. Antes não tivesse procurado... Existem VÁRIOS sites que apontam a loja como SCAM! Um deles é o http://www.bangkokscams.com. Sugestivo né?! Eu deveria ter procurado por isso antes. Mas enfim... errando é que se aprende. Ficamos meio tristes mas ainda acreditávamos que poderia vir um produto bom e no dia seguite iríamos provar 1 peça para ver se a medidada havia ficado correta. Dia 10 Acordamos quase meio dia e decidimos finalmente ir para o Grand Palace. Pedimos as direções para as meninas do restaurante e seguimos... Chegamos aos arredores do palácio e ficamos meio perdidos para achar a entrada. Vendo que estávamos perdidos, um homem no aborda e pergunta se já tínhamos ido no Buda Gigante, passeio de barco pelo canal e no primeiro templo de Bangkok. Fala que tínhamos ido em todos e ele simplismente falou: "A entrada do palácio é para lá". Foi nesse momento que eu tive certeza que tínhamos caído no esquema. O cara fez as mesmas perguntas. Os mesmos lugares... Seguimos a orientação dele e fomos para a outra rua e chegamos na entrada do Grand Palace. Pedimos informação a um guarda em frente a um portão e ele, acreditem se quiser, nos fez as MESMAS perguntas. "O Palácio está fechado hoje. Já foram no Big Buda? Primeiro templo de Bangkok? Passeio pelo canal?". Viramos as costas e seguimos para o próximo portão. Lá sim era realmente a entrada do palácio.
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