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icaroricardo

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  1. Dia 16/11 - PRAGA Dia de se despedir de Budapeste. Nosso Voo para Praga era por volta de umas 10h30, nesse dia acordamos bem cedo, umas 6h00, arrumamos nossas coisas, fizemos o check-out (não tomamos café por lá) e partimos rumo em direção ao Aeroporto Internacional. Pegamos um ônibus num ponto próximo de onde nos hospedamos e descemos pouco depois da estação central de trem por onde chegamos vindo de Viena. De lá ainda tinha que pegar um outro ônibus que levaria a gente até o aeroporto, porém tivemos um contratempo, o ticket que havíamos comprado para andar de transporte público na cidade por 36h não contemplava esse ônibus, e pra piorar o dinheiro havia acabado, por conta disso acabamos perdendo o primeiro ônibus que passou. Nossa sorte é que ali do lado havia uma máquina onde foi possível comprar os ticket com cartão de crédito (ufa)😓. Se não me engano era uns 350 HUF a passagem desse ônibus, o que dá pouco mais de €1,00. Tickets comprados agora era só aguardar o ônibus que nos levaria até o Aeroporto. Essa é a forma mais econômica para se chegar até lá, outras maneiras são Táxi ou Uber. Do centro até lá são uns 20km, o tempo de deslocamento fica por volta dos 40min (de ônibus), de carro deve ser no máximo 1/2 hora. Como não íamos despachar malas entramos direto na sala de embarque, por ali procuramos um local para tomarmos um café da manhã, já que não havíamos tomado ainda. Meus amigos, que café caro, senhor! Decidimos tomar café na rede de cafés Costa Café, vi essa loja em quase todos os países que passamos, é tipo uma Starbucks européia, 2 capuccinos grande mais 2 rosquinhas tipo Donnuts ficaram quase R$ 90,00, coloquei em R$ pra vocês entenderem o quão caro foi esse café, um acinte! De café tomado colocamos nossos aparelhos para carregarem até dar o horário da abertura do embarque. Assim que abriu fomos em direção a ele mas como estava em obras essa parte do embarque fizeram umas gambiarras lá que affff, só sei passamos por um galpão e o embarque foi feito ali mesmo, o avião estava em frente a saída para subirmos nele, doideira. O voo foi bem tranquilo e rápido, menos de 1h de duração. Chegando lá trocamos nosso dinheiro pela moeda deles, coroas tchecas, inicialmente iria trocar apenas €20,00, mas por ser domingo fiquei com receio e decidi trocar €50,00 pra garantir, caso não encontrasse casa de câmbio aberta no dia. Compramos o ticket de transporte público de 72h por €34,25, havia um ônibus que ia direto até o centro de praga (existem 3 opções), pegamos a linha 100 que vai até a estação de metrô Nádraží Veleslavín, de lá seguimos até a estação Staroměstská, a partir daí seguimos a pé até o hotel onde ficaríamos hospedados. andamos um pouco o local de onde eles partiam, pra nossa sorte havia acabado de chegar um, nos acomodamos e partimos em direção ao centro da cidade. Ficamos em uma região bem central, perto de muitos dos pontos turísticos da cidade, apesar da comodidade eu não recomendaria pois é uma região bastante cara eu achei. Chegando no hotel fizemos o check-in, tivemos que deixar um depósito de €100,00 que seriam devolvidos integralmente na hora do check-out, caso não fosse utilizado nenhum serviço ou nem tivesse danificado algum aparelho do quarto (medo) 😧, além disso em Praga também cobram a tal city tax que pagávamos pelas hospedagens na Itália, aqui elas custavam €2,50 por pessoa. O Hotel estava implantando elevadores externos, (a maioria dos imóveis no centro de praga são bem antigos, logo, não possuíam elevadores quando foram erguidos), em razão disso os elevadores desse tipo de construção por lá foram implantados depois. Resumindo, tivemos que subir até o terceiro andar de escadas com as malas, apesar de serem malas de mãos não é algo muito cômodo de se fazer. Apesar disso foi um dos melhores quartos que ficamos nessa viagem, muito confortável, pra quem for a Praga e pensa em se hospedar na região central (ainda que eu ache que os preços não compensem), o Hotel se chama Golden Prague Rooms. Nos acomodamos, deixamos nossas coisas e saímos para explorar a cidade, primeiramente fomos atrás de uma casa de câmbio para trocar o dinheiro, e aqui eu quero fazer um alerta: consegui trocar € por CZK pelo preço correto apenas em uma casa, a maioria das casas de câmbio por lá dizem não cobrar taxas, não acredite, exceto a que troquei no primeiro dia todas cobraram valores praticamente idênticos ao cobrado no Aeroporto, é sempre bom ter em mãos um app. que faça a conversão de moedas para se ter uma ideia do quanto você deveria pagar por ela. Dinheiro trocado hora de comer alguma coisa, estávamos indo em direção ao um shopping que encontramos quando nos deparamos com uma feirinha gastronômica vendendo comidas típicas, não pensamos duas vezes, resolvemos comer por ali mesmo. Nos acabamos com um pedação de carne suínas que acompanhava chucrutes, cogumelos, picles e uma deliciosa linguiça artesanal. Comemos horrores, a comida mais uma bebida ficou em torno de €21,90 por pessoa, meio caro, ok, mas era muita comida e valeu muito a pena porque acabou sendo a nossa única refeição principal do dia pois nos saciou muito. De lá voltamos em direção a cidade velha para explorarmos um pouco a cidade antes da noite cair, compramos uma água pois a comida nos deixou com sede o dia todo, água nessa região da cidade é muito cara, a ponto de incomodar, pra se ter uma ideia 1L de água nessa região não saia por menos de €3,50, um absurdo! Nossa primeira visita foi ao famoso Relógio Astronômico,, aquele onde a cada hora aparecem os 12 apóstolos em uma pequena janela na parte superior do relógio. Decidimos subir na Torre, €7,80, por pessoa, para termos uma visão daquela região da cidade do Alto, que coisa mais linda, além do que o horário favoreceu muito as belas fotos que tiramos dali de cima. Após isso descemos e fomos até a também famosa Charle's Bridge, confesso que fiquei assustado com a quantidade de turistas em Praga, das cidades que visitamos foi a que essa questão mais me incomodou, é quase impossível tirar uma foto nessa ponte sem que alguém saia por tabela, talvez isso explique os altos preços da região. A todo instante víamos pessoas comendo aquele doce típico deles, um cone feito com uma massa parecida com churros (Trdelník), pegamos uma versão dela com sorvete de baunilha, €4,30, uma delícia! Cansados passamos em um mercado pra comprarmos nossa aguinha, mais uma facada, €4,00 1L de água 😩, e fomos embora. Tomamos um belo banho e caímos exaustos na cama. Gastos no dia: Ticket trasporte público 72h: €17,15 City tax: €2,50 Refeição: €21,90 Água: €3,60 Entrada Torre do Relógio: €7,80 Trdelník: €4,30 Água: €4,00 Total: €61,25
  2. Caramba, você descreveu exatamente como uma viagem deveria ser. Fiz uma viagem recente pra Europa e fiz quase como esse rapaz do post, enfiei um monte de cidades e poucos dias pra cada, não foi ruim, vi muito do que queria ver, porém, o pouco tempo em cada lugar não foi capaz de dar aquela sensação de imersão na cultura local. Mas foi uma decisão consciente, viagens para Europa, para nós brasileiros, são muito caras e na primeira ida pra lá não tem como não se empolgar. O que ele pode fazer, que foi o que fiz, é considerar o pouco tempo em cada local como um "tira gosto", um termômetro para um futura visita com mais calma e mais dias pelos lugares que mais gostou de visitar.
  3. rafelmota sugiro duas opções de roteiro: 4 dias em Viena 4 dias em Budapeste 4 dias em Praga 4 dias em Berlim 4 dias em Amsterdã Porém há de se considerar o dia que você vai chegar e o dia que vc irá embora, além dos dias de deslocamento entre uma cidade e outra, no final, vc não conseguirá, de fato, ficar 4 dias em cada cidade, então o ideal seria a segunda sugestão de roteiro: 5 dias em Viena 5 dias em Budapeste 5 dias em Praga 5 dias em Berlim Amsterdã eu deixaria para uma próxima viagem que fosse passar pela França/Bélgica/Holanda, acho um pouco fora de mão Amsterdã nesse roteiro que você pretende fazer.
  4. Dia 15/11- BUDAPESTE Nosso último dia inteiro em Budapeste, acordamos no mesmo horário de sempre, por volta das 8h00, tomamos café e partimos conhecer alguns pontos de interesse que não havíamos conhecido ainda. Esse dia foi bastante proveitoso, primeiramente pegamos o bondinho em direção ao Parlamento, tivemos que pegar 2, um que atravessa a Margaret Bridge (Ponte mais próxima de onde estávamos hospedados) e depois outro em direção ao Parlamento que fica do outro lado do Rio Danúbio, em Peste. Para esse passeio eu pensei muito se faria a visita guiada para conhecer o lugar por dentro, porém, o ideal é fazer a reserva antecipadamente, assim você escolhe a data, o horário e a língua que pretende fazer a visita, como eu não fiz nada disso havia uma pequena chance de conseguir ingressos lá na hora, mas por conta do preço e como era nosso último dia em Budapeste e eu não queria gastar muito, acabei não fazendo, além do que apesar do prédio ser enorme o acesso só é permitido a menos de 1 dezena de aposentos oficiais (achei isso bem desanimador pelo preço que cobram). De qualquer forma a ida para admirá-lo por fora já vale o passeio, além de que tem 2 entradas subterrâneas com informações e artefatos da primeira construção do prédio, (que começo a se deteriorar poucos anos após ser inaugurado por conta da qualidade do material usado), é muito interessante e a entrada é free 👍. Tiramos algumas fotos por lá e depois seguimos em direção ao Monumento em Homenagem aos Judeus Mortos em Budapeste (Shoes on the Danube Bank), que fica ás Margens do Rio Danúbio do lado de Peste (fica aprox. há 1km sentido norte de distância do Parlamento). É um monumento com um significado bastante triste, pois os Judeus era colocados enfileirados ás margens do Rio, acorrentados e obrigados a se jogarem em suas geladas águas, deixando para trás seus calçados, já que isso, na época, era tido como artigo de luxo. O artista que criou essa obra recriou os calçados deixados por essas pessoas O que observei por ali foi uma tremenda falta de respeito por parte de algumas pessoas que, talvez por não saberem o verdadeiro significado daquele monumento, tiravam selfies dando risadas, fazendo pose ao lado dos calçados, enfim, posso estar sendo chato, mas eu entendo que ali era um local para reflexão e não diversão. Seguimos adiante e decidimos encerrar nosso último dia em Budapeste fazendo um passeio de barco pelo Rio Danúbio, pagamos €17,30 por um passeio de 1h45m que dava direito a 2 bebidas (champagne, suco, café ou refrigerante), como o passeio era só ás 16h00 e não eram nem 13h00 fomo para a nossa próxima atração, a Citadella, atravessamos a Chain Bridge de volta a parte Buda e pegamos um Bondinho que nos deixou bem próximo da entrada para a subida até o local. Existem 2 forma de se chegar até lá: a pé, forma utilizada por nós, e de carro. A subida é boa, é o ponto mais alto da cidade, mas é perfeitamente possível fazê-la. Assim, lá em cima não tem muito o que fazer, existe um forte que servia para se vigiar a cidade no séc. XIX mas, não sei por qual razão, ele está fechado, há barraquinhas de comidas, bebidas e souvenirs. Antes de explorar a região fomos ao banheiro (€1,00), ao sairmos vimos uma barraquinha de cervejas artesanais, uma de cereja nos chamou a atenção e decidimos prová-la, (€ 3,00) , apesar de não gostar de cerveja achei essa realmente muito gostosa, talvez por conta do sabor doce da cereja, sei lá. O ponto forte do local é a vista que se tem da cidade, principalmente do lado de Peste, só a vista já vale a visita. Não ficamos muito por lá pois havia outros locais que queríamos ir e o tempo era curto pois ás 16h00 tinha o passeio de barco. Descemos a pé e pegamos um ônibus (na verdade 2) para chegarmos até a famosa praça dos heróis. Descemos em um ponto em frente a estação central de Budapeste (Budapest Keleti), estação pela qual chegamos vindo de Viena e de lá pegamos outro que nos levou até nosso local. A Praça dos Heróis é um local com vários monumentos em homenagem aos principais personagens húngaros a da história que ajudaram a construir Budapeste ao longo dos mais de 1.000 anos da cidade, é um local bastante imponente e aberto, por ali, atravessando uma ponte, fica o Parque da Cidade (Városliget) onde se encontram diversos pontos de interesse como o próprio parque, o Castelo de Vajdahunyad, ouvi dizer que esse Castelo é uma réplica do Castelo do Drácula que fica na Transilvânia, na Romênia, como não conheço esse último então não sei dizer se é ou não, e tem também uma das mais populares termas de banho público de Budapeste, as Termas de Széchenyl, confesso que queria muito visitar uma dessas termas, mas ficou para uma próxima visita que certamente farei a essa cidade maravilhosa. Ficamos andando ali pela região, tirando foto, subimos em uma das Torres do Castelo ao custo de €1,00, não há nada de mais, apenas uma vista parcial da parte alta do Castelo e da região onde ele fica, mas pelo valor, compensou. Descemos e continuamos andando por ali por mais alguns minutos até que decidimos voltar pra não nos atrasarmos para o passeio que estava reservado. Chegamos com 30min. de antecedência, eramos o primeiro da fila da entrada para o pier de onde partiria a embarcação. Com um pequeno atraso de 5min. ela encostou do lado de outra embarcação que estava parada em frente ao pier de onde estávamos. Esperamos o pessoal do horário anterior ao nosso sair totalmente para entrarmos. Nos acomodamos em uma mesa do lado direito da embarcação e ficamos lá curtindo a vista e bebendo as bebidas que estavam inclusas no passeio, primeiro fomos de champagne e por último um cafezinho. Depois saímos para a parte externa da embarcação e ficamos tirando foto e apreciando o visual noturno deslumbrante de Budapeste. Foi uma ótima forma de encerrar o dia nessa cidade. Terminado o passeio estávamos famintos, percebam que até agora não havíamos comido nada depois do café da manhã, como eu e meu companheiro amamos comida oriental decidimos ir a um que ficava próximo a Basílica de Santo Estevão. Aproveitamos que pegamos uns cupons de desconto que eram oferecidos no local onde estávamos hospedados e resolvemos fechar a noite dando uma pequena ostentada gastronômica 😆. Como passaríamos em frente a Basílica de Santo Estevão e ainda não havíamos visitado ela, aproveitamos que estava aberta para conhecê-la internamente, de estilo Neoclássico é, assim como o Parlamento Húngaro, uma das construções mais altas da cidade. É uma bela igreja, cheia de detalhes como manda o estilo das igrejas católicas romanas. De lá finalmente fomos forrar o buchinho e encerrar nosso último dia por essa cidade que entrou par ao meu Hall de cidades visitadas favoritas. O nome do restaurante que fomos se chama Wasabi Extra e lá servem diversos pratos da culinárias asiática (Japonesa, Chinesa, Tailandesa, Coreana e Vietnamita), a conta não ficou barata, optamos pelo sistema de rodízio, (daqueles que as comidas vem em pequenas porções via esteira) e uma jarra de 1,5l de suco, deu €33,15 por pessoa, mas valeu muito a pena pois como não havíamos gastado praticamente nada com comida o dia todo acabou que ficou quase elas por elas se formos ver. De lá seguimos para nossa hospedagem, satisfeitos e bastante cansados pelo dia cheio e proveitoso que tivemos. Gastos no dia: Café da manhã: €11,00 Passeio pelo Rio Danúbio: €17,30 Banheiro: €1,00 Cerveja: €3,00 Visita a Torre do Castelo: €1,00 Jantar: €33,15 Total: €66,45 Obs: Desculpem a quantidade de fotos mas é que esse dia foram muitos lugares então o volume de fotos também foi grande, tentei deixar só as melhores mesmo.
  5. Dia 14/12 - BUDAPESTE Nosso primeiro dia inteiro em Budapeste, acordamos cedo, tomamos café da manhã lá mesmo onde estávamos hospedado, era mais caro que Viena, tinha uma boa variedade de comida mas ainda preferia o de Viena, €11,00 era o custo por pessoa, apesar de carinho café em sistema de Buffet acaba compensando pois você sai bem alimentado para aproveitar o dia na cidade e só vai sentir fome lá pra depois das 15h00 o que acaba fazendo com que economizemos no gasto com alimentação. Nesse dia decidimos procurarmos uma lavanderia antes de sairmos pra conhecer a cidade pois já estávamos com uma boa quantidade de roupas sujas. Fomos em um por indicação da hospedagem, ficava do outro lado do Rio, na cidade de Peste, pegamos um bonde para chegar até lá. Após lavarmos nossas roupas voltamos para a embarcação para deixarmos elas e assim, finalmente, poder sair pra explorar Budapeste. Inicialmente nosso primeiro destino era a Citadella, onde fica o ponto mais alto da cidade e que possui uma fortaleza que serviu serviu como ponto de vigilância da cidade, porém, ao passarmos pela Chain Bridge eu quis descer pra tirar foto, a ideia era visitar a famosa ponte que liga as cidades de Buda a Peste e depois pegar novamente o bonde e seguir para o destino que havíamos definido, mas dai acabamos sendo levado pela curiosidade de explorar a região onde ficava o Castelo de Buda que fica no alto da cidade cujo acesso se fazia por lá mesmo, através de funicular. Pagamos €6,60 pra poder subir e descer de funicular, (no final acabamos só subindo mesmo), o ticket só pra subir é mais barato. Essa é uma região onde há muitas atrações pra visitar, gastamos uma boa parte do dia conhecendo a região, entramos em um Museu de Armas que havia por lá tbm, €5,00, é um Museu relativamente pequeno mas com um acervo bastante interessante, não julgo ser uma visita obrigatória, acabamos visitando ele por acaso mesmo mas achei que valeu a pena. Ás vezes sair um pouco do roteiro planejado é uma boa ideia pois acabamos nos surpreendendo com coisas que nem tínhamos cogitado visitar, o que deixa a viagem com um gosto mais especial. De lá seguimos andando até a Igreja de Matias, dessa vez conseguimos pegar ela aberta, pagamos €6,00 pelo ingresso, por pessoa, para fazermos a visita. Trata-se de uma construção que passou por diversas modificações ao longos dos séc., originalmente construída no séc. XIII, foi convertida em mesquita no séc. XVI durante as invasões turcas e com a expulsão deles vindo a se tornar, novamente, uma igreja católica de arquitetura neogótica. É uma das principais igrejas da capital. De lá fomos apreciar, mais uma vez, o entardecer da cidade no Bastião dos Pescadores, sério, não me cansaria nunca de ver essa vista, sem dúvida alguma esse é um ponto da cidade obrigatório a quem passar por ela. De lá seguimos para o ponto onde subimos de funicular e exploramos o outro lado da região que não havíamos visitado ainda: Castelo de Buda, Jardim Hunyadi, Pátio dos Leões, Savoyai Terrace, etc. todas atrações próximas. Ver a cidade se ascender daqui é muito bonito, é um ótimo local para terminar o passeio, passamos o dia todo nessa região de Budapeste e achei que valeu muito, há muito o que ver por aqui. Decidimos descer a pé, apesar de termos comprado o ticket de subida e descida pelo funicular estávamos um pouco distantes então acabamos deixando pra lá. Atravessamos a Chain Bridge e fomos procurar algum lugar para comer do outro lado, em Peste. Acabamos indo parar em uma feirinha com comida típicas e nos acabamos de comer lá, ganhamos até uma caneca de recordação onde veio o vinho quente que compramos pra tomar. A região estava muito bonita, toda enfeitada com as decorações natalinas, um clima muito agradável, apesar do frio rsrsrsrs. Ficamos um tempo ainda por lá até que, exaustos, decidimos voltar para a nossa hospedagem e assim encerrarmos um dia bastante proveitoso. Gastos no dia: Café da manhã: €11,00 Lavanderia: €9,30 Funicular: €6,60 Museu Militar: €5,00 Entrada Igreja de Matias: €6,00 Refeição: €16,50 Total: €54,40
  6. Dia 13/12 - VIENA/BUDAPESTE Chegado o dia de partir para Budapeste, acordamos cedo, tomamos café pela última vez no hotel que estávamos hospedados e pegamos um ônibus em direção a linha de metrô que nos levaria até a estação de onde partiria o nosso trem para Budapeste, aliás, trem esse que partiria ás 11h15. Aqui começou nosso primeiro grande perrengue na viagem. Nós havíamos comprado a passagem de trem Viena/Budapeste com antecedência pelo site da empresa húngara de trens Mav-Star, pagamos €26,00 pelas 2 passagens. No comprovante da compra foi gerado um número que deveríamos digitar nas máquinas da empresa para imprimirmos os tickets, ok! Ao chegarmos na estação indicada fomos atrás de uma dessas máquinas da empresa para fazermos a impressão deles, porém, não achamos nenhuma, blz, então vamos procurar um guichê da empresa, certo?! Não havia nenhum guichê deles por lá, a saída foi buscar informação na única empresa que havia por ali, a OBB, estatal de trens austríaca, (empresa a qual utilizamos pra vir de Veneza a Viena), mas também não adiantou, disseram que a empresa era húngara e que eles não sabiam dar nenhuma informação a respeito. Após isso já comecei a ficar nervoso pois já estava próximo do horário do trem, a estação de onde ele deveria partir estava correta mas não havia absolutamente nenhuma informação dessa empresa húngara por lá. Faltando uns 30min. apareceu no painel de partidas de trens a informação de um com o mesmo horário e destino do que eu havia comprado, porém a empresa que operava era a OBB, pensei comigo: "só pode ser esse!". Quando foi dando o horário subimos na plataforma indicada e quando ele chegou perguntamos para uma funcionária da OBB que nos disse que, segundo as informações contantes no comprovante de compra, era aquele trem mesmo, sem pensar muito subimos, meu companheiro estava relutante mas não tinha como não ser aquele! Procuramos nossas poltronas, estavam vazias, e sentamos. Após um tempo a mesma funcionária que abordamos na plataforma passou fazendo a conferência das passagens, como ela já sabia do nosso caso pulou a gente e foi para a poltrona seguinte. De Viena a Budapeste são 3h de viagem, assim que o trem entrou em território húngaro outro fiscal, agora da bendita empresa que não achamos nada na estação em Viena, começou a passar de poltrona em poltrona pra conferir as passagens. Assim que ele chegou na gente pediu pra ver as passagens mas daí expliquei todo o ocorrido de que não havia máquina pra fazer impressão do bilhete e que também não havia nenhum posto de atendimento da empresa lá, mas tudo em vão, ele simplesmente ignorou tudo o que eu disse e apenas apontou o dedo para as letrinhas miúdas do comprovante das passagens que havia mostrado pra ele que dizia que caso entrássemos no trem sem as passagens impressas deveríamos comprar outra, na hora, com o fiscal! Resultado: tivemos que pagar €47,00 pelas 2 passagens (novamente). Tivemos que pagar pois lá quando é assim não tem conversa! Mas eu estava decidido a ir cobrar explicações quando chegasse em Budapeste, procuraria a administração da empresa na estação pra poder, ao menos, entender essa lógica irracional de não serem capazes de emitirem uma passagem eletrônica. Depois também entrei no site pra dar uma olhada e vi que essa empresa só aceita que se retire os tickets dentro do território húngaro, um absurdo sem lógica nenhuma! A dica que dou pra quem for de Viena pra Budapeste de trem é: vá pela empresa OBB, inclusive teria me saído mais barato do que ter comprado as passagens dentro do trem (se não me engano estava €18,00 p/ pessoa). Assim que chegamos fui na administração pra ver se havia algo que podia ser feito pra minimizar o prejuízo que tivemos, tudo em vão também, a atendente leu o que estava escrito em letras miúdas no documento e ficou repetindo incessantemente "no money refound, no money refound" 🙄, sai bufando de lá, o melhor a se fazer era deixar pra lá e esquecer, afinal, Budapeste era uma das cidades que eu mais estava ansioso pra conhecer e eu não queria que aquele episódio estragasse isso. Passado o estress fomos trocar € por HUF (Floríns), moeda corrente no território húngaro, era pra ter trocado uns €250,00 para os três dias que ficaríamos lá mas acabei trocando apenas €200,00 pois descontei o valor que pagamos nas passagens no trem, se fosse preciso trocaríamos mais depois. Logo após trocarmos o dinheiro passamos no atendimento ao turista e compramos um ticket que permitia usar todos os transportes públicos da cidade durante 36h, o custo foi de €13,75 por pessoa. Pegamos o metrô na Déak Ferenc Tér e de lá fomos até a estação Batthyány tér, de lá ainda tivemos que pegar um bondinho pra que ficássemos o mais próximo possível de onde ficaríamos hospedados. Estava uma chuvinha chata no dia em que chegamos, descemos no ponto e fomos caminhando mais alguns metros até chegarmos. Essa foi a hospedagem mais diferente que ficamos nessa viagem, pois se tratava de um Boat Hotel as margens do Rio Danúbio, ainda que o nosso quarto não tivesse vista para o lado oposto do rio, permitindo contemplar o magnífico parlamento húngaro, valeu a experiência. Havia acesso aos decks da embaração então, sempre que quisesse podíamos ir até lá e ficar contemplando a vista. O nome da embarcação, pra quem se interessou, é Grand Jules Boat, há vários do tipo espalhados ao longo do Rio Danúbio, inclusive até mais luxuosos, o nosso era simples se for comparar a outros que vimos por lá durante nossa estadia. Fizemos o check-in e subimos para deixarmos nossas coisas no quarto e sairmos pra procurarmos um local para comermos. Andamos um pouquinho até encontrarmos um shopping, acabamos comendo, novamente, no KFC, €7,35 pra cada, satisfeitos decidimos visitar alguma atração na cidade e optamos pelo Bastião dos Pescadores, fomos de ônibus até lá. Que lugar maravilhoso, ele fica no ponto alto da cidade de Buda, em Budapeste, lá também está localizada a linda Igreja de São Matias, mas como já era noite estava fechada. Essa foi a minha primeira visita a Europa, de todas as cidades que passei nenhuma me fascinou tanto como Budapeste, e a vista da cidade a noite desse ponto é simplesmente fantástica! Já nem lembrava mais do transtorno que havia passado logo que cheguei na cidade. Ficamos lá admirando a vista, tirando fotos até que decidimos tomar um café em um Starbucks que havia por ali, peguei um Frapuccino e um pedaço de Bolo, €5,10. Ficamos um tempinho conversando e resolvemos ir embora, afinal amanhã seria o nosso primeiro dia inteiro na cidade, ou seja, dia de bater muita perna 😆. Descemos a pé daquele ponto da cidade até a avenida onde ficava a nossa hospedagem, por ali pegamos um bondinho que nos deixou próximo de onde estávamos. Assim que chegamos tomamos um bom banho e ficamos deitamos relaxando um pouco antes de dormirmos. Gastos no dia Passagem de trem (Viena/Budapeste) €23,50 Tickets Transporte Público: €13,75 Refeição: €7,35 Starbucks: €5,10 Total:€49,70
  7. Dia 12/12 - VIENA Nosso último dia completo em Viena, acordamos por volta das 8h00, tomamos café no hotel mesmo, já que pelo valor e pelo que era oferecido compensava e saímos para mais um dia de exploração. Dessa vez fomos direto ao Palácio Hofburg onde fica a famosa Coleção de Pratarias Real da Imperatriz Isabel da Baviera, carinhosamente conhecida como Sissi, chegando lá optamos pelo Sissi Ticket, € 34,00, (sim meus amigos, uma facada), que dá acesso a 3 atrações em Viena: Palácio Hofburg (Coleção de Pratarias Real), Museu de Móveis Imperiais e Palácio Schonbrunn. Infelizmente não tivemos tempo suficiente para ver todas as atrações (isso me doeu na alma, ainda mais por conta do valor que paguei pelo ingresso), mas paciência, acabamos visitando apenas o Palácio Hofburg e o Museu de Mobiliários Real pois antes de sairmos pra, de fato, visitar a cidade tivemos que resolver umas questões o que nos tomou um tempo considerável. Começamos nossa visita pelo Palácio Hofburg visitando a coleção de pratarias, o bom do Sissi Ticket é que ele dá direito a audio-guia, porém não há opção em português, mas da pra compreender tranquilamente ouvindo o áudio em Espanhol. Achei interessante mas eu imaginava o Palácio decorado com a mobília original, os aposentos reais como eles eram naquela época, não imaginava que uma construção tão magnífica daquela abrigasse apenas um museu de pratarias, enfim. O dia estava chuvoso, perfeito pra visitar museus e como isso era o que não faltava em Viena passamos o dia neles. Assim que terminamos a visita fomos em direção ao Museu de Móveis Imperiais, chegamos lá de bondinho pois era o melhor trajeto pra evitar ao máximo a chuva, no trajeto até lá compramos umas bobagens pra comer só pra dar uma tapeada no estômago, deixamos pra fazer uma refeição decente a noite. Esse Museu pode passar despercebido pela maioria das pessoas pois seu prédio não chama tanta atenção e ele parece ser pequeno mas não se engane, foi uma das atrações que mais passamos tempo pois boa parte do a história do acervo desse Museu gira em torno da vida de Sissi, o que já o torna bastante interessante. Acabei me surpreendendo positivamente com esse Museu, não esperava muito dele. Saindo do Museu de Mobiliários começamos a nossa corrida até o Palácio de Schonbrunn que ficava um pouco mais afastado das duas primeiras atrações, mas, infelizmente, toda a nossa correria foi em vão pois os horários para visitação do Palácio havia se esgotado, o máximo que conseguimos foi usar o banheiro do local 😂. Retomando o post anterior, foi aqui que bateu o arrependimento por não ter pagado a entrada pra visitar o interior do Palácio Belvedere, pois, no final, acabei visitando apenas o Hofburg mesmo. Frustrados saímos de lá em direção a região central onde gastamos nossos últimos momentos do dia e antes de retornarmos para o nosso hotel fizemos a tão prometida refeição decente em um restaurante asiático que ficava próximo de onde estávamos hospedados. Após isso passamos, como de costume, em um supermercado pra comprar água e voltarmos para o hotel pois no dia seguinte de manhã seguiríamos para Budapeste. Gastos no dia: Café da manhã: €8,50 Sissi Ticket: €34,00 Lanche: €3,65 Refeição: €14,75 Água: €1,30 Total: €62,20 Obs: Infelizmente vou ficar devendo fotos de dentro do Palácio Hofburg e do Museu de Moveis Reais pois a bateria do meu celular havia acabado. 😕
  8. Dia 11/11- VIENA Dia de sair e explorar Viena. Acordamos lá paras 8h00, nos arrumamos e optamos tomar café no hotel mesmo, se não me engano custava €8,60 (não incluso na diária) e era sistema Buffet com opções bastante interessantes, achei que compensou pois a intenção era comer bem para fazer apenas mais uma refeição intermediária a tarde e uma pequena refeição a noite. Esse foi o melhor café da manhã que tomamos em toda a viagem, pois era tudo bem gotoso. De buchinho cheio já estávamos preparado para mais uma bateção de pernas básica. Havia metrô próximo da região que havíamos ido pra jantar na noite anterior (estação Zieglerglasse), fomos até lá a pé pois ficava apenas há alguns quarteirões de onde estávamos hospedados e compramos um ticket de 48h que dava direito a usar todos os transportes públicos de Viena (€14,10), achei que compensou pois é mais prático pagar apenas 1 única vez por um bilhete que te permitirá se deslocar por toda cidade sem preocupação por 2 dias. Pegamos o metrô e descemos na estação Stephansplatz, bem no centro de Viena. Nossa primeira visita foi a Catedral de Santo Estevão, linda, arquitetura gótica clássica com detalhes impressionantes. Gastamos alguns minutos lá dentro admirando e tirando algumas fotos depois saímos e andamos meio sem rumo pelo centro da cidade até chegarmos na região onde fica a Ópera de Viena, o Museu Albertina e os Jardins de Buggarten. Primeiro entramos no jardim que fica anexo ao Museu Albertina, existem algumas esculturas sendo a mais famosa a de Mozart, apesar da bela paisagem, principalmente por conta das cores do outono, o local deve ficar mais bonito na primavera com os jardins repleto de flores com cores vibrantes, alias, na época que fui havia muita obra por Viena, prédios sendo restaurados e locais de interesse fechados, se um dia voltar a Viena pretendo fazer isso no final da primavera pra poder aproveitar mais os locais abertos. Após alguns cliques decidimos visitar o Museu Albertina (€17,90), sim atrações em Viena são caras, principalmente as entradas de Museus e o pior é que você quer visitar todos, Viena possui uma infinidade deles, para todos os gostos e, ao menos se vc não passar uma temporada por lá, vc não irá conseguir visitar todos, é impossível, portanto escolha aqueles que você mais possui interesse em visitar e aproveite. Esse Museu conta com um acervo de peso com obras de Picasso, Monet, Rembrandt, Cézzane, entre outros. Há também uma coleção de mobílias imperiais com enormes salas suntuosamente decoradas. Antes de adentrá-lo é preciso guardar bolsa/Mochilas/sacolas de tamanho considerável, com moedas de €1,00 ou €2,00 é possível utilizar os armários disponíveis no andar inferior ao do Museu e sendo possível recuperá-las quando for pegar suas coisas de volta. Ficamos por lá em torno de 2h +/-, de lá fomos a um parque próximo de onde estávamos, o Stadtpark, não é um parque grande, porém muito bonito. Há um monumento de Strauss por lá, nossa intenção, na verdade, era achar um sanitário, mas eles ficavam do lado de fora do parque, próximo a entrada, não pagamos para usá-lo. De lá seguimos para o Palácio de Belvedere, acabamos visitando os jardins que, apesar de enorme não empolgou por ser outono e não haver flores, queria muito ter visitado o interior do Palácio, mas, como disse, atrações em Viena são caras e a entrada para esse Palácio era mais €17,00, o que extrapolaria nosso orçamento médio diário, (no dia eu me conformei mas depois me arrependi, no próximo post explico o porquê), ficamos um tempo caminhando pelos jardins, tirando fotos até que a fome bateu e decidimos procurar algum lugar para comermos. De volta ao centro optamos comer rum tradicional hot-dog vienense, não sei se era a fome mas estava muito bom, o lanche, acompanhado de fritas mais um refrigerante custou €9,50 e alimentou muito bem, já era por volta de 18h e depois dessa refeição não sentimos mais fome. Como já era noite a cidade ficou com um visual bastante convidativo por conta das luzes de Natal, perdemos um bom tempo andando pela região e tirando fotos de locais que nos nos chamavam a atenção até que esgotados voltamos para onde estávamos hospedados, mas antes, como de costume, passamos em um mercado para comprarmos água. Sim, nesse tipo de viagem acabo não aproveitando muito a vida noturna da cidade já que estou completamente esgotado por conta das andanças durante o dia, mas como o intuito da viagem é mais conhecer os ponto de interesse, principalmente históricos e culturais então, no final, não acabo achando isso ruim. Gastos no dia: Café da manhã: €8,60 Ticket Transporte 48h: €14,10 Água:€4,30 (ao longo do dia) Museu Albertina: €17,90 Banheiro: €1,50 Refeição: €9,50 Total: €55,90
  9. Dia 10/12 - VENEZA/VIENA Já havíamos arrumado nossas coisas na noite anterior mas mesmo assim acordamos cedo pra poder fazer as coisas com calma. Antes de levantarmos já pudemos ouvir as sirenes avisando a população de que a água estava subindo, nos aprontamos, fizemos o check-out e antes mesmo de deixarmos o hotel calçamos nossas galochas pra podermos sair dali. Na verdade usamos ela até quase chegarmos a estação Santa Lúcia pois havia vários pontos de alagamentos durante o trajeto. Chegando lá retiramos as galochas pra podermos guardar e entrar na estação, nosso tem partia só ás 10h00, então ainda dava tempo de tomar um café com calma, dessa vez tomamos lá dentro da estação mesmo, compramos uma tostada e um cappuccino cada, além depois de comprar uma água pra tomarmos durante a viagem. Seria uma viagem longa, até um pouco mais do que foi entre Roma e Veneza, aguardamos alguns minutos até que aparecesse no painel o número da plataforma de onde partiria nosso trem. Sobre a viagem Antes de optarmos ir via trem lemos muito a respeito, principalmente sobre a prestação de serviço da empresa estatal austríaca OBB, li muitos comentários ruins sobre, principalmente de brasileiros mas, por sorte, não tive qualquer problema, muito pelo contrário! Pagamos €15,00 cada por uma passagem de primeira classe (poltronas individuais, muito espaço, um luxo só), só não estava incluso refeição mas como compramos umas coisas pra comermos durante a viagem no dia anterior em Veneza então foi tranquilo. Confesso que fiquei desconfiado de que havia algo errado até o fiscal passar pra conferir as passagens, sei lá, por um momento achei que havia pagado apenas pela reserva das passagens pois achei muito em conta o valor pela comodidade que foi oferecida, de longe a viagem de trem mais agradável da minha vida! O trem corta todo o território austríaco, passando por paisagens uma mais linda do que a outra. Muita gente diz que vale mais a pena fazer viagem de trem noturno pra vc economizar uma pernoite e chegar descansado no seu destino, eu diria que depende! Da forma que viemos de Roma pra Veneza eu não recomendo não pq não dormimos nem descansamos nada, enquanto a viagem que fiz durante o dia de Veneza a Viena além de mega tranquila foi muito confortável e extremamente relaxante. Ficar de boa sentado e apreciando as belas paisagens europeias pode ser um boa pedida! Mas ai vai de cada um, né?! Chegamos em Viena por volta das 18h00, já estava bem escuro e bem mais frio que em Veneza, procuramos um posto de informações pra podermos nos informar sobre o transporte público, como o ponto onde passava o ônibus que deveríamos pegar para chegarmos até o nosso hotel ficava a quase 1km de onde estávamos optamos por irmos de Uber, já que a distância mão era tão grande. O motorista deixou a gente em frente ao hotel, até que a localização era boa, ficava há uns 2km do centro de Viena, fizemos o check-in, subimos com as nossas coisas e depois saímos pra conhecermos a região e comermos alguma coisa. Depois de dias comendo massa estávamos com vontade de comer carne, optamos por algo barato e prático, baldão de frango frito do KFC. 😄 Já passava das 20h00, andamos um pouco mais pela região, passamos em uma loja da Lindt pra comprarmos uns chocolates e em um mercado pra comprarmos água depois voltamos ao hotel pra descansarmos pra poder explorar a cidade no dia seguinte. Gastos no dia: Café da Manhã: €5,50 Uber: €6,30 KFC: €5,75 Chocolates Lindt: €3,90 Água: €2,00 Total: €23,45 Obs: Nesse dia quase não tirei fotos pois passei ele quase todo dentro trem.
  10. Dia 09/12 A viagem de trem de Roma até Veneza foi pior do que eu imaginava. Fomos pela Trenitalia em uma viagem noturna em trem normal (2ª classe) com duração de 7h50m. Os pontos negativos são o fato de ser uma viagem longa onde a luz do vagão fica o tempo todo acesa (eu tenho grandes problemas com luzes para dormir), há um rodízio de pessoas muito grande pois o trem faz diversas paradas e a cada troca de pessoas você acaba acordando, outro ponto bem chato é que como as luzes ficam o tempo todo acesa, e por estar escuro lá fora, a única coisa que conseguimos ver através do vidro é o reflexo da cabine interna do trem. Numa próxima vez que eu fizer uma viagem longa de trem irei priorizar assentos do tipo leito ou fazer a viagem durante o dia pois entre uma viagem mais tranquila e uma noite mal dormida dentro de um trem, prefiro a primeira opção! Saímos de Roma por volta das 22h00 e chegamos em Veneza, na estação Santa Lúcia umas 5h50. Além de estar frio e ser bem cedo nosso hotel só abria ás 8h00, check-in só ás 14h, foi tenso! Enrolamos até umas 7h lá dentro da estação, depois saímos para procurar um lugar pra tomar café e ficarmos em um lugar mais aquecido até dar o horário do nosso hotel abrir. Pouco antes das 8h00 pagamos a conta e saímos a procura da nossa hospedagem, não foi fácil encontrar, nos perdemos várias vezes até encontrarmos, ele ficava em uma viela paralela a uma calçada que da de frente para o canal. Tocamos a campainha e um senhor saiu para nos atender. Fizemos o check-in, pagamos a taxa municipal (parece que essa taxa é cobrada em todo o território italiano), guardamos nossas malas e saímos para explorar Veneza. A partir dai começou a nossa primeira aventura... Cheias Acho que muitos já sabem que essa época em Veneza, além de chover muito, ocorrem as famosas cheias que alagam toda a cidade em diversos pontos. Pra quem visita a cidade pode até encarar o fato com algo pitoresco, mas para os moradores de lá isso é um grande transtorno. Assim que saímos da viela onde ficava o nosso hotel demos de cara com a calçada que margeia o canal todo transbordado, não tinha como passar sem atolar o pé na água, começamos o dia já com os pés e o calçado todo molhado. A medida que as horas vão avançando a maré vai subindo, diversos pontos já estavam bem alagados o que nos forçou a ir atrás de uma espécie de galocha que se coloca no pé, sobre os calçados, para não nos molharmos. Na verdade havia diversos imigrantes vendendo ela mas como eu estava achando caro €10,00 o par, resolvi andar um pouco mais pra ver se achava por um preço mais camarada, encontramos em uma loja por €8,00, compramos nessa loja o nosso. Apesar de já estarmos com os pés molhados o sol ajudou a seca-los ao longo do dia. Após atravessarmos diversos pontos de alagamento chegamos na Piazza San Marcos, completamente tomada pela água, tiramos umas fotos e resolvemos ficar sentados numas cadeiras que tinham lá no meio da praça alagada e que deviam ser dos restaurantes que existem por lá, por um tempo. Após isso decidimos entrar na fila para a entrada da Basilica de San Marcos, porém, antes, era necessário deixar as mochilas em um guarda-volumes em outro local mais pra trás, lá fomos nós atrás desse lugar para deixar as nossas coisas. Bolsas guardadas agora tínhamos que entrar na fila novamente, aliás, essa filava era formada em uma plataforma acima da água das cheias, mas como estávamos com as galochas podíamos ir pela água mesmo pois as pessoas estavam andando a passos de tartaruga sobre a plataforma, pulamos na água e chegamos lá com certa rapidez. A entrada na Basilica é gratuita, só se paga para visitar os museus que existem por lá, cada um custa entre €5,00 e €10,00, optamos por ir em uma que permitia que subíssemos até o andar de cima e que também dava acesso a parte externa, achei que valeu a pena pois a vista da Piazza San Marcos lá na parte superior é magnífica. Ficamos um bom tempo apreciando a vista e vendo o movimento, além de tirarmos algumas fotos. Após a visita a Basilica decidimos subir no Campanário de San Marcos mas antes saímos em busca de um banheiro, que aliás deu uma baita canseira na gente pois tivemos dificuldades para encontrá-lo, paga-se €1,50 para poder utilizar os sanitários públicos em Veneza, ah, apesar dos banheiros serem pagos, assim como Roma, em Veneza há diversas fontes de água potável onde você pode encher sua garrafinha de água por um total de €0,00 👍! Bexiga vazia bora voltar a explorar Veneza, afinal, seria nosso único dia lá. De volta a Piazza fomos direto para a fila da subida até o Campanário, pagamos €8,00 cada um, um elevador te leva até o alto e de lá se pode ter uma vista arrasadora em 360º de toda a cidade de Veneza, vale muito a pena a subida até lá, o seu feed do seu instagram irá te agradecer muito pelas belas fotos que você poderá tirar de lá! Ficamos um tempo admirando e tirando fotos daquela vista maravilhosa, descemos e decidimos procurar um local para almoçarmos. Como estávamos muito cansados por conta da incomoda e longa viagem que fizemos decidimos, após o almoço, irmos ao hotel para descansarmos um pouco, de fato a gente precisava pois o corpo estava pedindo. Comemos no Burguer King que ficava +/- na metade do caminho até o nosso hotel, não usamos Vaporetto nem qualquer outro meio de transporte em Veneza para nos locomovermos por lá, o bom disso é que a todo momento dávamos de cara com lindas paisagens. Após ás 12h a água já está quase que praticamente recuada, tanto que onde estávamos hospedados já não estava mais alagado. De volta ao hotel tomamos um banho bem relaxante e nos permitimos descansar um pouco. Lá pelas 18h00 acordamos, nos trocamos e mais uma vez saímos para explorar Veneza, mas agora durante a noite, fomos até a Ponte Rialto (ponte mais famosa de Veneza), já havíamos passado por lá de dia antes, voltamos a Piazza San Marcos e passamos por diversos outros pontos de interesse pela cidade. Aproveitamos para comprar uns souvenirs e comermos em algum lugar, optamos por uma fatia generosa de pizza que era vendida por um casal de imigrantes, gostei bastante, porém a massa era estilo americano, massa grossa, não era uma típica pizza italiana rsrsrsrs, tudo bem. Em nosso caminho de volta ao hotel passamos em uma lojinha que nos encheu os olhos com tantos tipos de chocolates diferentes, deixamos alguns bons euros lá e tbm compramos um Gelatto, afinal, era nosso último dia na Itália, terra mãe dos melhores Gelattos do planeta, porém, o que comemos em Roma era muito melhor, mas tudo bem, passamos também em um mercado pra comprarmos umas coisas pra comermos durante a viagem do dia seguinte, já que ela seria longa, agora sim, bora voltar que não havia mais grana nem tempo, de manhã cedo pegaríamos o trem em direção a Viena, nosso próximo destino. Gastos no dia: Café: €9,00 Botas impermeáveis: €8,00 Entrada Museu Basílica de S. Marcos: 5,00 Banheiro: €1,50 Visita ao Campanário de S. Marcos: €8,00 Burguer King: €10,20 Souvenirs: €10,00 Refeição: €4,50 Chocolates: €4,10 Gelatto: €2,00 Compras: €10,30 Total: €72,60
  11. DIA 08/12 - ROMA Nesse último dia em Roma fui obrigado a fazer outra reserva em outro local para poder passar o dia, ter onde deixar nossas coisas e poder tomar um banho antes de partirmos para o próximo destino. Obviamente fiz isso antecipadamente, antes da viagem. "Ah mas pq vcs não alugaram um dia a mais na hospedagem que vcs já estavam?", simples, acabamos decidindo ficar 1 dia a mais em Roma, originalmente partiríamos para Veneza no dia 09/11, porém teríamos que sair de Roma cedo e pegar o trem de alta velocidade, isso significaria um custo alto para nós, já que as passagens desse trem são bem caras, ainda que seja de 2ª classe, então optamos pegar um trem normal noturno, obrigando agente a sair tarde da noite de Roma pra chegar em Veneza de manhã bem cedo. "Tá mas vc ainda não explicou o pq de não ter pago 1 diária a mais na hospedagem que vcs já estavam", verdade, então, essa decisão de irmos de trem noturno tomamos após já ter feito as reservas nessa residência, até tentamos acrescentar 1 dia a mais, havia disponibilidade, porém o preço subiu absurdamente, eu ia pagar por 1 diária mais da metade do valor que havia pago para os 3 dias que já havia reservado, sem condições! Então reservei 1 diária em um hotel próximo a estação Termini, de onde partiria o nosso trem para Veneza. em chegamos a pernoitar mesmo, fomos pra lá assim que fizemos o check-out na hospedagem que estávamos, inclusive fomos a pé pois era próximo. Chegando lá fizemos o check-in, pagamos a taxa municipal de €3,00, subimos par ao nosso quarto e deixamos nossas coisas lá para aproveitarmos nosso último dia em Roma. Para a nossa "sorte" estava chovendo nesse dia, mais do que nos outros, isso acabou atrapalhando bastante nossas intenções para esse dia, saímos na chuva mesmo, afinal, se estivesse trabalhando teria que ir trabalhar de qualquer jeito, né?! Decidimos visitar alguns pontos de interesse que não havíamos visitado e revisitar outros (inclusive gastronômicos hehehehehe), faltou muita coisa pra ver em Roma (Monumento a Vittório Emanuele, primeiro rei da Itália), a Pirâmide de Céstio, Galleria Borghese, diversas igrejas que não foi possível visitar e que possuem diversas obras de interesse, etc), ao menos possuo motivos de sobra para retornar pra lá! Após o dia de andança retornamos ao hotel para nos arrumarmos para partir pra Roma. Antes de embarcarmos no trem comemos um lanche no Mc Donalds dentro da estação Termini e ficamos aguardando o horário do embarque. Gastos no dia: Taxa Municipal: €3,00 Gasto com transporte (metrô): €3,00 Refeição: €4,00 Pompi Tiramisu: €4,00 Souvenir: €12,50 Capuccino: €4,75 Mc Donalds: €9,00 Total: €40,25
  12. Dia 07/12 - ROMA Dia de conhecer o Vaticano, acordamos lá pelas 8h00, tomamos café e partimos para a estação pegar o metrô e descer na estação mais próxima da cidade do Vaticano, que no caso é a estação Lepanto, porém, não sei por que cargas d'água o Google Maps indicou que a gente descesse na estação Flamínio, que ficava a 1 estação da Lepanto, infelizmente só fui descobrir que o Google Maps fez confusão depois que já havia descido. Resolvemos ir andando mesmo até o Vaticano. Chegando lá já havia uma fila grandinha para entrar na Basílica de S. Pedro, pedi para o meu companheiro pra que ficasse na fila enquanto eu ia encher a garrafinha de água e me informar se aquela era mesmo a fila correta. Geralmente as pessoas visitam o Museu do Vaticano e a Capela Sistina na sequência e só depois visitam a Basílica de S. Pedro, fizemos o inverso, já estávamos na fila mesmo. A entrada a Basílica é gratuita, só é necessário passar por uma inspeção policial com detector de metais para adentrar o local. A fila ia andando bem até chegar a vez do casal que estava na nossa frente e que achou uma boa ideia ir visitar o Vaticano com malas e levar uma garrafa de vidro vazia (provavelmente pra pegar água benta), deu um rolo só e acabou que tivemos que esperar a polícia resolver o caso deles para que a fila voltasse a andar. 😒 Depois de uns 20min. aguardando o casal problema conseguimos entrar. A Basílica é enorme e há muito o que ver lá dentro, diversas obras de arte: afrescos, esculturas (La Pietá) de Michelangelo, pinturas (A Transfiguração de Jesus Cristo) de Rafael Snazio, além das criptas onde são sepultados os Papas, enfim, imperdível pra qualquer um que curte história e artes. Compramos uns Souvenirs para as Tias religiosas e depois fomos nos informar sobre a subida até a cúpula da Basílica (tenho um papel de parede no meu PC com a vista do Vaticano e de parte de Roma de lá de cima e que eu sempre achei deslumbrante), sempre dizia pra mim mesmo que o dia que fosse a Roma não deixaria de subir até lá para ver com meus próprios olhos aquela vista pessoalmente, além de tirar muitas fotos, claro. Existem 2 formas de subir até lá: por €7,00 vc pode subir os mais de 500 degraus de escadas até o topo ou por €10,00 vc sobe de elevador até um ponto da Basílica e de lá continua o percurso de escada, (uns 320 degraus, se não me engano). Escolhemos a segunda opção. Olha, não é fácil, ainda que o elevador pule umas etapas pra quem não está em forma nem acostumado a subir escadas a pé, se prepare, é uma bela subida e em alguns trechos é bastante apertado o espaço para andar, quem possui claustrofobia ou labirintite terá dificuldades em faze-lo. Depois de parar algumas vezes para recuperar o folego conseguimos alcançar o topo e PQP, como vale a pena aquela vista, é linda demais! Tiramos algumas fotos (ok, muitas fotos) e ficamos um tempo admirando aquela vista fantástica da Cidade do Vaticano lá do alto. Passado um tempo, descemos e fomos procurar um lugar para almoçarmos para então visitarmos o Museu do Vaticano. Optamos comer no Pastaciutta que funciona no mesmo esquema que o Pastifício Guerra, porém esse há uma variedade maior de massas e molhos (umas 6 acho) além de ser um pouco mais caro, €6,00, porém tão bom quanto também. Peguei uma massa lá que não lembro o nome (não é comum por aqui) com um molho de trufas, uma delícia, meu companheiro pegou uma outra lá que também não lembro o nome mas com molho Pesto, tudo muito bom. Após a refeição fomos atrás de uma sobremesa (que é de Lei), e optamos tomar um gelatto com tudo que tínhamos direito hahahaha, pegamos um grande para dividirmos, acho que de uns €6,00 (4 bolas e uma farta porção de chantilly). Fomos caminhando até a entrada do Museu enquanto nos deliciávamos com o gelatto, chegando lá terminamos de comer pra podermos entrar pois lá também possui um forte esquema de segurança, assim como na Basílica de S. Pedro.Se não me engano a entrada do Museu custou €17,00, compramos e antes de entrarmos sentamos um pouco para descansarmos. Lá dentro é enorme também, muita coisa pra ver, tanto que comecei vendo as coisas com calma e quando fui ver as horas já estava quase fechando, dai tive que acelerar o passo. A Capela Sistina é a cereja do Bolo do Museu, eu imaginava ela de forma completamente diferente, achava que era uma construção independente do Museu, mas como o próprio nome diz, é uma capela, uma sala relativamente pequena com paredes e teto totalmente pintados a mão por Rafael Sanzio, quando se vê a riqueza e a quantidade de detalhes da Obra você compreende os conceito de "Obra-Prima" e "genialidade". É simplesmente fantástico. É terminantemente proibido tirar fotos, ainda que sem flash, porém a quantidade de pessoas sem noção que vi tirando foto, (inclusive com flash), não era pequena, principalmente chineses que não respeitam nada e nem ninguém! Depois de contemplar essa maravilha fomos embora passando pela famosa escada em espiral do Museu que rende ótimas fotos, inclusive. Como o dia havia sido bastante corrido e cansativo voltamos pra casa para tomarmos um bom banho e descansarmos, sai apenas mais tarde pra comprar umas besteiras para comermos. Gastos no dia: Gasto com transporte (metrô): €3,00 Subida a Cúpula da Basílica de S. Pedro: €10,00 Souvenirs: €9,00 Refeição (almoço): €6,00 Gelatto: €6,00 Ingresso Museu do Vaticano: €17,00 Refeição (janta): €4,25 Total: €55,25
  13. Dia 06/11- ROMA Acordamos umas 8h00, tomamos café, o dia estava bom, ao menos não choveu e até saiu um solzinho meio tímido. A intenção era visitar o Coliseu, saímos de casa em direção a ele mas acabamos errando o caminho indo parar em frente a Arcibasilica di San Giovanni in Laterano, não sou católico tão pouco religioso, porém admiro muito a arquitetura e as obras que encontramos dentro e fora desse tipo de construção o que me faz perder um tempinho admirando elas e essa em particular possui uma linda arquitetura. Perdemos um tempinho lá dentro admirando, depois saímos e fomos direto par ao Coliseu. Todo mundo sempre fala das enormes filas para visitar o Coliseu, que é melhor comprar o Roma Pass pra evitar as filas e tal, mas nessa viagem eu não comprei nenhum ingresso ou card pass antecipado, primeiro porque meus gastos com as passagens e hospedagens me impediram fazer isso e segundo que não são tão baratos esses passes, é preciso ver com calma as atrações as quais eles dão direito a visitar, por quantos dias, etc. Fiquei 4 dias inteiros em Roma e eu já tinha definido o que faria em cada um deles, logo, não achei que pra mim seria interessante comprá-lo. Chegando lá não pegamos fila para comprar ingressos tão pouco para entrar, foi super tranquilo. O ingresso normal para 1 adulto custa €16,00, ele te da direito a visitar o Coliseu, o Palatino e o Fórum Romano, inclusive no dia seguinte. Íamos tentar visitar os 3 no mesmo dia pq no dia seguinte visitaríamos o Vaticano e no nosso último dia queríamos o dia livre para podermos andar livremente pelas ruas de Roma. Depois de rodar por dentro do Coliseu e tirar poucas fotos decidimos visitar o Palatino, mas não sem antes cair no golpe dos imigrantes que ficam em frente ao Coliseu, né?! Foi tão ridículo que fiquei com ódio de mim mesmo, deveria ter chamado a polícia, mas acabei deixando pra lá. Resumindo, um imigrante africano nos abordou todo simpático perguntando de onde eramos, dai respondemos que eramos brasileiros e tal, dai ele abriu aquele sorrisão e começou a falar de Neymar, Samba, futebol... 🙄, e veio colocando uma pulseira artesanal no nosso pulso, até ai legal, me surpreendi com a simpatia do rapaz, dai nos viramos pra seguirmos nosso caminho ele viu que não iamos dar nada pra ele, dai ele veio atrás da gente mostrando fotos da família, esposa, filhos, etc e perguntou se não podíamos ajudá-lo, dai eu peguei umas moedas que tinha no bolso (acho que eram uns €2,50) e dei pra ele, mas ai ele achou pouco, ficou resmungando, dai eu disse q daria €5,00, porém eu só tinha €10,00, então ele deveria me voltar €5,00, obviamente além de não me devolver os €5,00 ficou com os €2,50 que eu havia oferecido no início. Deu uma de louco e sai de perto da gente. Eu fiquei muito puto, sério, pede dinheiro mas não faz os outros de idiota agindo de má fé! Sei que não são todos que fazem isso mas são justamente esses que queimam a imagem deles lá, e eu presenciei esse tipo de golpe a todo instante nessa viagem, principalmente em Roma! Tanto que depois desse episódio qualquer pessoa que eu percebesse que fosse imigrante que se aproximava da gente eu já virava a cara e respondia um sonoro NO! Enfim, nesse dia conseguimos visitar o Palatino e o Fórum Romano, saímos tarde de lá, já eram umas 16h00 e nem almoçado a gente tinha ainda, resolvemos pegar o Metrô e ir até a Piazza Spagna pois lá tinha um lugar que havíamos lido relatos onde se comia uma ótima massa por um preço ótimo no sistema de pegar e levar, se chama Pastifício Guerra, todos os dias eles oferecem dois tipos diferentes de massa e molhos em porções bem servidas por €4,00, realmente é uma delícia e se achar que não foi suficiente só comprar outra porção, de qualquer forma irá gastar menos de €10,00 pra comer uma deliciosa massa fresca italiana, mas eu preferi pegar um Tiramisu de sobremesa na mesma rua do Pastifício Guerra, o local se chama Pompi e apesar de venderem outros tipos de sobremesas o carro chefe deles é o Tiramisu mesmo que vem numa embalagem linda! São uns 6 sabores diferentes: (Tradicional de café, Pistache, Frutas do Bosque, Morango e Castanhas com Avelã), obviamente peguei o tradicional dessa vez e meu companheiro o do pistache, uma delícia, o melhor que comi nessa viagem (devo ter comido em 3 lugares diferentes), esse foi incomparavelmente o melhor! Amo Tiramisu, é a minha sobremesa favorita e foi um deleite poder provar esse manjar em seu país de origem. De buchinho cheio sentamos em frente ao monumento Fontana Della Barcaccia, em frente as escadarias mais famosas de Roma, e ficamos lá apenas observando o movimento (essa região é bem cheia), é onde ficam concentradas as lojas das maiores grifes do mundo. Ficamos um bom tempo por ali, tiramos umas fotos, subimos as escadarias, fomos até a igreja que fica no alto dela e depois seguimos em direção a fonte mais famosa da Europa, a disputada Fontana di Trevi, mas antes passamos pelo Pantheon que ficava no caminho até a Fontana, ali entramos e ficamos um tempo também admirando a beleza e as obras expostas, a entrada era livre. Depois seguimos para a Fontana e, como não poderia ser diferente, estava mega lotada, impossível tirar uma foto sem que alguém apareça na sua foto, dizem que isso é possível durante a madrugada ou de manhã bem cedo, sorte pra quem fica hospedado próximo a região! Estávamos exaustos pois poucos são os que visitam o Coliseu/Palatino/Fórum Romano no mesmo dia, paramos num lugar pra comprar algo pra comer e pegamos um Arancini (era bem grandinho até), seguimos pra casa para tomarmos um banho e descansarmos, afinal, amanhã visitaríamos o Vaticano e, novamente, andaríamos pouco! Gastos no dia: Entrada Coliseu: €16,00 Golpe: €12,50 Gastos com transporte (metrô): €3,00 Souvenir: €2,00 Refeição: €4,00 Tiramisu: €4,00 Arancini: €2,00 Total: €43,50
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