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renatamr8

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Tudo que renatamr8 postou

  1. Oi Naaatc, não tenho o telefone do Terral. Na verdade nem precisa fazer reserva, chega lá vc tem bastante opções camufladas na cidade. É tranquilo. Qqer coisa, chega na Agência São Paulo e pergunta onde fica o Terral, eles vão te recomendar outro, mas vá mesmo assim. Ele é muitooo simples, na beira do rio, mas recomendo. Leva repelente e adptador de tomada pra ligar o ventilador, pq dentro do quarto tem pernilongo p caramba rs
  2. Oi, dentro da cidade tem sim mercadinho, pizzarias (ótimas) e outras lojas tb. Tem umas trilhas próximas tipo a Veredas e o Rio das Almas q dá pra banhar e tem um camping lá tb.
  3. Olá!!! Vou relatar aqui algumas dicas sobre Cavalcante pra quem está afim de ir pra lá, ao invés de ficar em Alto Paraíso de Goiás ou São Jorge. Já havia ido a Chapada dos Veadeiros e ficado em Alto Paraíso e São Jorge, mas desta vez queria ir direto pra Cavalcante, onde queria muito conhecer o Vão das Almas e o Dedo do Moleque. Busquei muito em relatos de vários lugares para saber como chegar em Cavalcante indo de busão, pois estava sozinha e não iria alugar um carro como fiz da outra vez. A maioria dos relatos que encontrei todos tinham ido de carro e tal. Mas olhei o mapa, olhei as oportunidades de bus e fui, então seguem algumas dicas que eu espero que possa ajudar quem está indo pra lá só, sem carro e com muita disposição para tudo o que pode acontecer, mas que vale cada imprevisto rs. Fui no feriado da Consciência Negra (novembro) tinha apenas 4 dias pra ficar na Chapada, então bora lá. Novembro não é um mês recomendado para ir devido o início da época das chuvas, mas bora lá, acabei dando sorte nos dias que fiquei ... 1º dia Sai de São Paulo direto do trampo e peguei um voo para Brasília. Achei uma super promoção que foi de R$79,90 a ida e R$39,90 a volta, fora as taxas. Então não importa o diluvio vamos aproveitar os dias de folga e a promoção rs. Meu voo atrasou e cheguei em Brasília 20:45, o último bus para Alto Paraíso de Goiás sai as 21:00. Pedi pro taxista voar e ele em incríveis 10 minutos chegou na Rodoviária Interestadual em frente ao Park shopping (existem duas rodoviárias por lá). Tcharam perdi o bus. Aproveitei e já comprei a passagem para o dia seguinte no primeiro ônibus pela Real Expresso R$ 38,00. Táxi Aeroporto para Rodoviária R$ 39,00. 2º dia Acabei dormindo numa amiga, e as 10:00 sai direto pra Alto Paraíso. Começam as dicas: No bus, sentou do meu lado um cara gente boníssima que mora em São Jorge, e ele me disse do grupo do facebook que chama Conexão Chapada. (https://www.facebook.com/groups/240194479350012/). Nesse grupo vc posta pra onde vc vai e pode descolar uma carona. Super usual. Cheguei em Alto Paraíso as 14:30. Lá encontrei um amigo de uma amiga de uma amiga, essas coisas, e eu paguei a gasosa e ele me deixou em Cavalcante. Dica: Se for de bus a partir de Brasília, compre passagem direto para Teresina de Goiás, de lá são 22 km até Cavalcante, e entre em contato com o Mazinho (bar) - 62 9996-8548. Ele arranja um esquema que poder ser em torno de R$ 15,00. Recomendável ligar antes. Ou ainda assim dar uma olhada sempre no Conexão Chapada pra ver se rola carona. Paguei R$60,00 de gasolina (ou seja, gastei p caraiiii), mas cheguei em Cavalcante as 16:30 mais ou menos. Chegando lá só tinha eu e eu de fora, me indicaram o Thiago Roots. Tem outro guia que faz uns trekkings mas eu esqueci o nome dele. Thiago Roots é gente boníssima e me encaixou com um casal que ele ia guiar. Improvisos: Com o tempo que eu tinha, e nas condições (sem carro) era impossível chegar no Vão das Almas e muito menos chegar perto do Dedo do Moleque. Tive q abortar essa missão. Mas agora já sei como fazer e quando fazer. Enfim, voltando.... Como era época de chuva, recomendaram não acampar, tinha levado tudo, masssss fiquei na pousada R$35,00 com café. Hotel Raio de Luz (na praça da Rodoviária). Dona Iracema e Sr Mário super gente boa tb. Dão altas dicas de locomoção. 3º dia Me juntei ao casal e fomos a Santa Barbara e Capivara. Almoçamos num restaurante Kalunga. Guia: R$50,00/pessoa. (se tivesse mais gente seria menos). Almoço: R$25,00/pessoa. Gasosa pro casal: R$20,00 Cervejas: nem lembro r$r$r$ 4ºdia Não tinha como eu chegar a nada sem carro. O guia descolou uma bike pra mim e fomos pedalar até a Pedra Oca e Rio das Almas. Almoçamos em baixo da ponte do Rio das Almas. R$13,00 PF. Bom, bom, bom. Formou maior temporal e a chuva caiu solta. Acabou a energia, logo acabou a água e logo acabou o sinal de telefone (lá só pega VIVO). O jeito é ficar na calçada conversando na escuridão e vendo só o contorno da serra... 5º dia Quando cheguei lá em Cavalcante, já estava pensando como faria para voltar pra Alto Paraíso pra pegar o bus de volta pra Brasília ou ver o lance do Conexão Chapada. Então descobri o lance de lotações. Lotações são carros que saem todos os dias de Cavalcante para Brasília por R$60,00 às 5:40 da manhã. Valeu, peguei com o Nildo (61) 9962-6311. Dica: Essas lotações são diárias, de Cavalcante para Brasília saem todos os dias as 5:40. De Brasília para Cavalcante saem 7:00. E também na volta das lotações que sairam às 5:40, no qual normalmente é as 12:00 - 13:00 elas estão voltando para Cavalcante. É necessário agendar ao menos um dia antes, mas percebi que rola na hora, você liga pra um que te passa pra outro. Ou seja, onde tem vaga no carro eles te encaixam. Se soubesse desse lance da lotação antes, poderia ter feito esse esquema na ida, iria ter ganho mais tempo pra fazer algum outro rolê por lá. Fiquei em Brasília até meu voo para São Paulo. Mais umas dicas e observações: Se você tem uma mente insana como a minha de não se importar com algumas situações de perrengue, lá vai.... Recomendável mesmo pra fazer um trekking por exemplo até o Dedo do Moleque, onde você tem a experiência de adentrar no território Kalunga, ver os meses da seca (abril a outubro). Este trekking precisa de uns contatos com os Kalungas para disponibilizar as mulas, o barco para atravessar o rio e os contatos da família que você vai passar a noite (no "quintal" deles acampado). O guia de Cavalcante por exemplo faz este trekking e agiliza esses lances todos. Vão das Almas é possível chegar sim sem guia, porém são mais de 100 km de Cavalcante sendo uma longa parte em estrada de terra. Dai se está só e sem carro, torcer para encontrar alguém para se infiltrar ouuuu ir de carro mesmo. Veredas por exemplo, é possível chegar de bike. É uma trilha pesada pra bike, mas se tem um preparo, é possível sim chegar. São 4 km de Cavalacante até a entrada da trilha pra Veredas. Depois se não me engano são cerca de mais 3 km de trilha. Veredas com chuva nem pensar .... Cachoeira do Prata, carro tb. Torcer para se infiltrar. Mais lotações: Cavalcante-Brasília (vice e versa): Ademilton (61)- 9921-0456; Caca (61) 9858-0889; Edmar (61) 9995-3930; Marcos (61) 9836-1855 Goiânia-Cavalcante (vice-versa): Cleiton (Ferrugem) (62) 9936-8191 Cavalcante é muito bom!!! Go go go No mais que eu puder ajudar, só perguntar
  4. Fiz essa viagem em uma semana, indo num sábado e voltando no outro sábado. Corrido mas deu pra aproveitar tudo!!! Comprei minhas passagens por uma promoção da TAM, indo por São Luis-MA e voltando por Fortaleza-CE. 1º dia Peguei meu voo em SP e cheguei em São Luis as 3:15. É possível ir de ônibus de linha para o centro da cidade, por R$2.50, mas não neste horário. Então fui de taxi, paguei R$ 42,00 até o hostel Solar das Pedras. Fiz uma reserva um dia antes, por telefone, para quem não tem carteirinha ficou R$ 35,00, mas quem é fica R$ 30,00. http://www.ajsolardaspedras.com.br/ Cheguei no albergue depois de uns 20 minutos. Bem na frente do albergue tem uma boate GLS, então tinha muita gente, maior putz,tutz,vultz, na porta. Dai vc pede licença e alguém se afasta e vc consegue que o Junior (o cara do hostel) te veja e abra a porta. Ele é super gente boa e ajuda um montão se vc quer economizar. Essa festa nessa boate, são aos fins de semana, então os outros dias da semana é tranquilo p chegar na madrugada. Nesse horário dormi e acordei mais tarde, tomei café da manhã, já incluso no valor. Era domingo, tudo fechado no centro e a galera do hostel não recomenda andar pelo centro sozinho de domingo pq é deserto e tal. Dai no quarto que eu estava, tinha uma menina que estava há uma semana viajando só pelo Maranhão, e ela me deu umas dicas e disse que em uma semana tinha gastado em torno de R$ 1600,00. Pensei, puta que o pariuuu. Eu não tinha reservado essa grana e nem estava afim de gastar isso em uma semana. Dizia ela que o Nordeste é caro e tal e tal. Mas ela me deu várias dicas do que fazer a noite por exemplo em São Luis. Fiquei matutando o que fazer e fui a luta. Para refrescar as idéias fui pra praia. Fui ao terminal de ônibus da Praia Grande, que fica cerca de uns 5 minutos do hostel. Só perguntar onde fica o terminal de ônibus é bem perto. E peguei um ônibus sentido Calhau. Na plataforma C. É o ponto mais cheio que tem. Paguei R$1,05. Tive que esperar 3 ônibus para conseguir entrar. A galera insana p entrar. Mas pra quem vive em São Paulo e pega transporte público sabe como é. Entrei no 4º ônibus e é chão. Depois de quase uma hora cheguei na praia do Calhau. Ela é linda e super tranquila. Logo que desci do ônibus, peguntei p umas meninas se p pegar o ônibus na volta era só parar em qualquer lugar na orla, pq não tinha ponto, e elas disseram que sim e me fizeram um convite. - Você está sozinha? Agente está indo num bar ver um amigo tocar, se quiser ficar com agente um pouco depois vc decide o que quer conhecer. Topei, e fomos num bar na beira da praia. Ficamos lá tomando cerveja R$6,90 e almoçamos uma camaroada R$70,00 para 3 pessoas. Bem gostoso. Acabei ficando com elas até o fim, porque dia de domingo é dia de Reggae no Chama Maré, um bar que fica no fim da praia Litorânea. Só pegar mesmo ônibus, mas voltando R$1,05 e pedir pra descer no Chama Maré. Anda cerca de uns 5 minutos pra chegar no bar. Ele é bem legal, em frente a praia e dá pra ver o pôr do Sol, ao som de reggae, reggae e reggae. Começa umas 17:00, mas bomba mesmo umas 19:00. Mas é legal ver o fim de tarde e o começo da noite por lá. A galera super no estilo e dançam muito. Sem parar. E fumam também sem parar. Cerveja por lá, R$7,50(brhama e antarctica) ou R$5,00 (preferida). Fiquei por lá até umas 20:00. Depois as meninas iam para um forró e eu voltei pro albergue. Pegamos um taxi compartido, pagamos R$3,00 cada um e o taxista me deixou na porta do hostel, pq já estava meio feio de andar só pelas ruas do centro. Cheguei no hostel, reservei a van para Barreirinhas por R$40,00 (o ônibus da rodoviária é R$30,00 e tem três horários de ônibus diariamente). Acabei conhecendo uma ucraniana e uma polaca que vivem na Alemanha e elas também pegariam essa van para Barreirinhas. Elas queriam ir para o Reggae e eu tomei banho e voltei para o Reggae. Pegamos o busão de novo R$ 1,05 e o Chama Maré já não estava tão cheio, mas continuava "cheio" e galera mais loca que o batman. Dançamos, bebemos e encontramos mais umas pessoas que estavam no hostel. Voltamos de taxi, por R$5,00 cada um. 2º dia Às 7:30 a van estava na porta. Tomei café da manhã e saímos para Barreirinhas. Foi eu mais as meninas e mais dois alemães. Estava no Brasil e na van o alemão comendo solto. Dormi a viagem inteira. São 4 horas até Barreirinhas. Chegamos as 11:30. Chegando em Barreirinhas o motorista parou na Agência São Paulo e fechamos dois passeios. Um para os grandes Lençóis no mesmo dia saindo as 14:00 por R$60,00 e um para o dia seguinte, todo o dia, para Caburé R$60,00. Saímos e fomos para a pousada da Deusa, R$30,00. Acabei dividindo o quarto com as alemãs e a Deusa nos deu o quarto com ar condicionado. A Deusa é bem bacana. Saímos e fomos almoçar no restaurante do Gaúcho. O melhor custo benefício do local. Uma massa bem servida por R$13,00. Encontramos os dois alemães que dividiram a van com agente e chegou mais um paulista e um alemão e ficamos todos juntos na mesa. Acabamos descobrindo que os meninos conseguiram uma pousada mais barata. Então decidimos que iríamos mudar pra lá na noite seguinte. Fomos para os grandes Lençóis. Lindo! Lindo! Lindo! De Barreirinhas até lá são 40 minutos em jardineira, no meio de dunas e pequenas grandes poças que se formam no caminho. Ficamos nos Lençóis até o pôr do Sol, mas como as nuvens estavam carregadas, não conseguimos ver o sol, mas aquele jogo de cores no céu é lindo e a imensidão de tudo aqui é lindo também. Voltamos e jantamos no Gaúcho de novo, um lanche era como R$7,00. Mas nos bares mais points da orla do Rio Preguiças tem variedades de restaurantes e preços também. DICA: se quiser comprar artesanato local, na volta dos Grandes Lençóis antes de atravessar o rio pela balça, tem um monte de lojas. Lá o preço é bom e tem variedades legais. E tapioca feita na hora bem gostosa por R$2,00. 3ºdia Acordamos, tomamos café na Deusa, já incluso, e já fechamos com a Deusa, porque mudaríamos para outra pousada. Eu estava super afim de seguir para Parnaíba nesse mesmo dia, no fim do passeio se fosse possível. Dai a dona da Agência disse que o último carro para Paulinho Neves, sairia as 16:00 e que daria tempo tranquilo de chegarmos de Caburé e pegar esse carro. Ok. Deixamos as mochilas na Deusa e fomos pra Caburé. Leve óculos de sol, eu esqueci e tive que andar boa parte do trajeto com o olho fechado, pq o vento é forte. Esse passeio é bem legal, são 40 minutos de barco e o cara vai a milhão. Ele para pra dar umas explicadas na vegetação local. Primeira parada, Vassouras, lá tem logo de início os macacos pra recepção e caminhando os pequenos Lençóis. Boa lagoa pra nadar. Ficamos uns 40 minutos lá. Depois seguimos para Mandacaru, para subir no farol. Essa cidade é bem pequena, e os moradores vivem do artesanato. Bem legais também e muitoooo baratos. O farol tem 270 degraus e tem uma vista linda. Do Rio Preguiça e do mar. Lindo! Saímos de lá e fomos para Caburé, que é bem nessa divisão do rio com o mar. Almoço obrigatório no único restaurante do local. Comemos um Robalo por R$70,00 mas dá pra 4 pessoas de boa. Vem muita comida. Cerveja R$8,00. Ahh enquanto eles preparam a refeição é possível ir ao mar, que é lindo e uma delícia. Calmo e quente. Assim como quem quer pode banhar no Rio Preguiça. Saímos de lá as 14:40 e 15:30 estávamos de volta a Barreirinhas. No fim o cara do carro para Paulinho Neves já tinha ido e não tinha mais ninguém que ia pra lá. Nessa história uma luta pra saber como não perder tempo viajando. E é o seguinte. Há dois caminhos para chegar a Jericoacoara. Um caminho longo e barato e outro curto e caro. Caminho barato: Logo pela manhã pegar um carro até Paulinho Neves R$20 a 30,00. De lá ir para Totóia R$8,00. De Tutóia ir para Paranaíba R$30,00. Dormir em Paranaíba porque não saem ônibus pela noite. Um hotel, pousada é em torno de R$20,00 o mais barato. Dia seguinte, pegar um ônibus até Jijoca de Jericoacoara R$35,00 e de lá uma jardineira até Jericoacoara R$8,00. Chegando umas 15:00. Caminho mais caro: pegar um carro 4x4 desde barreirinhas até Jericoacara R$230,00 se conseguir mais que 3 pessoas. Duranção total: 7 horas de viagem. Com uma parada em Parnaíba para almoço +/- R$10,00. Acabei, eu e as alemãs também, optando pelo caminho mais caro. Eu não tinha muitos dias pra ficar viajando, elas acharam que valia a pena mesmo gastando uns R$100,00 a mais. Fechamos com o Darlan. Só perguntar por ele que é ele quem faz o trajeto quase todo dia de Barreirinhas para Parnaíba ou Jericoacoara. Pegamos nossas mochilas na Deusa e fomos para o hostal Terral. Fica no fim da rua principal de Barreirinhas já quase na beira do rio. Lá o quarto com duas camas, banheiro compartilhado e café da manhã saiu por R$20,00. Lá é bem simples. Só tem uma tomada no quarto então ou vc carrega suas coisas ou vc liga o ventilador e dentro do quarto tem mais pernilongo que do lado de fora. Levar benjamin. A noite, jantamos tapioca e sorvete por kilo. Andamos e bebemos uma brejas por Barreirinhas. Arriscamos uma festa de arrocha que ia ter, mas tinha umas 3 pessoas na festa. melhor ir bber uma breja fora dali. 4ºdia Tomamos café da manhã. Bem simples, mas gostoso. E o Darlan passou no hostal p pegar agente. Acabamos dividindo o carro com mais duas paulistas. Saímos as 7:00 e chegamos em Jericoacoara as 15:30. O caminho até lá é horrível. São três horas direto em estrada de terra/areia. Uma das meninas até vomitou e eu quase também. Depois de Jijoca até Jericoacoara são mais uns 40 minutos com pequenas dunas e afff é foda. Paramos no HI hostel, queriam cobrar a bagatela de R$50,00 por pessoa em quarto compartilhado. Pegamos nossas mochilas, começamos a andar e um senhor o Tiquinho, da pousda do Seu Tiquinho, fica em frente ao ponto rodoviário de Jericoacoara, nos disse: - Quarto aqui, R$30,00. Ok, ficamos. A localização ótima. Com banheiro compartilhado e cozinha com tudo pra cozinhar. Acabamos encontrando o paulista e o alemão que conhecemos em Lençóis e como estávamos todos na mesma pousada, decidimos que cozinharíamos juntos. Então gastávamos em torno de R$7,00 cada um para as refeições noturnas. Pq de dia cada um estava em um lugar. Nesse dia, fomos ver o pôr do sol e ainda aproveitamos o mar e as caipirinhas baratinhas R$5,00. Tentamos ir num forró, mas mal sucedido, tinha que pagar p entrar e estava miado. 5ºdia Tinha fechado com o filho do Sr. Tiquinho para ir para Pedra Furada, Lagoa Azul, Lagoa do Paraíso e Dunas. Ficou por R$50,00. Masss foi super legal, pq matei tudo de uma vez. Mas é possível fazer tudo isso indo por conta. Pegando uma jardineira da vida por uns R$8,00 ou caminhas menos de uma hora até a Pedra Furada. Mas soube disso depois. Mas valeu os R$50,00. Depois, jantamos e mais caipirinhas. Nesta noite tentamos ir num forró num bar numa rua super esquisita, onde fiquei sabendo q assaltam os turistas até. Lá é tudo perto uma coisa da outra, mas esse lugar não da pra ir só, pq é meio perigoso. Mas o lugar é bem bacana. Mas chegamos e tinha umas 2 pessoas dançando. Ahhh voltamos p casa... 6ºdia Fiquei coçando o dia inteiro. Não fiz nada de especial. Fiquei só de bobeira na praia, bebendo as vezes, andando um pouco. A noite, fomos todos rumo a Fortaleza. Existem três horários de ônibus para Fortaleza. 6:30, 14:00 e 22:30. A viagem inteira, dura umas 7 horas. Preferi viajar a noite para não perder um dia de viagem e economizar com estadia. Paguei R$52,00 com seguro no busão+jardineira. Sem seguro R$48,00. A jardineira saiu de Jericoacoara as 23:00 e chagamos em Jijoca já praticamente 0:00. O ônibus já estava lá em Jijoca e chegamos em Fortaleza as 6:20. O ônibus é mega frio. Ar condicionado -20ºC. Levar roupa. 7ºdia Chegando em Fortaleza, meu voo seria pela tarde as 15:00. Aproveitei para me despedir da galera e fui conhecer o centro de Fortaleza. Deixei minha mochila na Rodoviária. Período de 12 horas por R$3,20. Ônibus para o centro R$2,50. De lá, ainda caminhei pra chegar na praia mas era longe pra caramba. Dai compartilhei um taxi até a Praia de Iracema e ficou por R$5,00 para cada um. Cerveja na praia super barata em vista dos outros lugares R$5,90. Peguei um taxi da Rodoviária até o Aeroporto por R$20,00. Mas tem ônibus de linha, mas ele é meio de lua, que custa R$2,70. Não quis arriscar pelo horário. Cheguei em São Paulo depois de 3 horas de voo. Resumindo: Recomendo totalmente essa travessia de São Luis a Fortaleza , pra quem tem mais tempo é curte uns lances de travessia de rio e barco, vale parar em Paranaíba p ver a beleza do lugar. Quem tem mais tempo também, fique uma noite em Fortaleza ou siga pra Natal. Bom eu economizei o que pude, mas não mais por não ter muito tempo pra perder. Mas é possível sim gastar menos assim como é possível gastar rios de dinheiro. Espero que eu possa ajudar alguém. Renata
  5. Renan Carneiro, eu não aluguei, pq tinha roupa p frio. Mas qdo fui, peguei um frio suportável. Um fleece, uma jaqueta corta vento ou essas 3x1, estão de bom tamanho, assim como uma segunda pele em baixo da calça e boas meias, luva e gorro. Fechou!!!
  6. 1º dia Sai de São Paulo dia 25 de dezembro chegando em Salvador por volta das 16:00. Comprei minha passagem por milhas, com 5 meses de antecedência. Chegando em Salvador, peguei um ônibus para a Estação Mussurunga (R$ 1,40). De lá, faz integração, e peguei um ônibus com destino a Lapa (ou pode pegar o Barra 1) e pedir para alguém te avisar quando chegar na Rodoviária ou Estação Iguatemi. Tem um shopping do outro lado da avenida da Rodoviária. O ônibus entra dentro do ponto da Rodoviária, mas me disseram que um dos ônibus param no corredor de ônibus que fica fora da Rodoviária. Mas é fácil de descer em qqer um dos casos. Acabei optando por pegar dois ônibus porque fiquei duas horas esperando o ônibus que sai do aeroporto e vai direto para a Rodoviária, mas este ônibus estava la, o motorista dentro do ônibus e dizia que não sabia que horas ia sair de lá. Nisso um monte de ônibus já tinha passado pelo ponto indo para Mussurunga. Ai que a galera me disse, pra nunca esperar por esse diretão até a Rodoviária porque eles saem a hora que eles querem. Já havia comprado minha passagem para Lençóis pelo site da Real Expresso (http://http://www.realexpresso.com.br/). Peguei o ônibus das 23:00. Quando é fim de ano, pelo que soube, eles colocam ônibus extra, então tinha outros horários muito próximos de ônibus, tipo intervalo de 10 minutos entre esse ônibus das 23:00. Mas acho que fora de alta temporada só há um ônibus mesmo. Como cheguei "cedo" acabei comendo na Rodoviária. Lá tem bastante opções, até as mais conhecidas como McDonalds e Subway. Uma dica mega importante para quem não é acostumada com ar condicionado, levar cobertor ou algo para se cobrir ou ir bem agasalhado, pq os caras colocam o ar condicionado no negativo. F#[email protected] Ainda bem que a pessoa q sentou do meu lado compartilhou seu cobertor e consegui chegar viva a Lençóis. 2º dia Cheguei em Lençóis as 5:15 da manhã. Assim que desce do ônibus vem um milhão de gente perguntando se vc tem reserva, se isso, se aquilo e tal. Eu estava afim de um passeio meio q na independência e tb tinha uma pré-reserva num hostel então estava lá esperando minha mochila, quando uma garota estava atras de mim meio perdida tb e eu perguntei: Vc está sozinha? Ela disse sim, então falei vamos andar pela cidade. Dai um cara tb pegou sua mochila olhou para nós e eu perguntei: Está sozinho? ele disse: Sim. Pronto nos juntamos e ficamos juntos até o último dia! Andamos pela cidade, e eu era a única que tinha barraca exatamente para 3 pessoas. Então resolvemos que passaria no hostel que eu tinha reservado e cancelaríamos a reserva e procuraríamos um lugar para ficar ou acampar. Resumindo bem a história de reserva, se vc tem uma barraca e não se importa em acampar todos os dias, leve sua barraca. No fim não acampamos, mas porque falei da barraca???? Não há tanta necessidade assim (ao meu ver) de fazer uma pré reserva, principalmente quando se está sozinho e não se sabe o que vai acontecer. Como foi meu caso. Encontrei os dois na Rodoviária e tivemos uma sintonia bacana que acabamos ficando juntos porque queríamos a mesma coisa, fazer um tour o mais independente possível. Se não achássemos nada tinha a barraca de casa. Tanto que no fim, alugamos um quarto numa casa, com cozinha compartilhada, por 25 reais a diária e o camping queria nos cobrar 20 reais. na casa conseguíamos cozinhar e tudo o mais. Quem nos indicou a casa foi o Zé (eu sei que esse nome é comum, mas vou nomear as pessoas para ficar mais fácil explicar) ele é guia de lá (todo morador tem um lado guia) e ele nos indicou a Rose que tem uma porrada de casa e sai alugando para as pessoas que não tem onde ficar. Mas dai fica aquela dica, saiba conversar e consegue um preço bom. Teve um casal que passou duas noites na mesma casa que nós e pegou o dobro cada um. Bom resolvido o lance casa, fomos no centro de informações e decidimos que iríamos conhecer tudo que estivesse ao nosso alcance por Lençóis. A outra era francesa e ela tinha aquele guia Lonely Planet do Brasil, que tinha dicas da Chapada mega úteis, tanto que usamos ele para fazer esse e outros passeios. Fomos então para Serrano, é um dos passeios mais próximos de Lençóis. Há dois caminhos para chegar a Serrano, fomos pelo caminho que fica atras da Rodoviária. Quando se chega, já sente o cheiro de sabão de roupa e se vê as inúmeras lavadeiras lavando suas roupas, com aquela criançada e aquele colorido das roupas. Tirando o charme de alguma das lavadeiras. O lugar é fantástico, simbora subindo pelas pedras. Andando mais um pouco chegamos no Salão de Areias Coloridas. Lindo!!! Saindo de lá, tem acesso a Cachoeirinha (+/- 15 minutos), seguindo a trilha ainda tem a Cachoeira da Primavera, 7 metros, (+/-) 20 minutos com uma lagoa natural. Muita gente até já para por ai, masss seguindo adiante (+/-) 30 minutos tem a Cachoeira do Paraíso. Dai, vc tem a opção de voltar por onde veio ou de seguir pela trilha sempre acima pela esquerda e ir sentido Mirante. No meio desse caminho encontramos um alemão muito louco correndo e ele tb estava sozinho, combinamos de nos encontrar a noite em Lençóis. Até o Mirante, leva em torno de 20 a 30 minutos. É bem legal, é possível ver Lençóis e uns pedaços das Chapadas das montanhas. Lindo, Lindo, Lindo. Na volta se atentar na saída pela esquerda do mirante, logo saindo do mirante tem uma trilha por baixo da pedra a esquerda. Em menos de 20 minutos chega-se a Cachoerinha novamente. Dai descendo pega-se a esquerda depois de um encanamento gigantesco (nem sei se aquilo é um encanamento) tem uma passagem para sair do Serrano que cai no centro de Lençóis (este é o outro caminho que comentei), quando quase está saindo desse caminho tem uma parada quase obrigatória, de um senhor que vende Filtro dos Sonhos o Sr. Elói. Figurasssssa. Mas quem vende e faz os filtros na verdade é o filho dele e sua nora, que tem uma lojinha em Lençóis dentro de casa. Eles tb ensinam a fazer os filtros e são bem diferentes dos outros que vendem por lá. Vale a visita. Chegamos em Lençóis fizemos umas compras para cozinhar para o jantar e fazer comida pra levar na trilha do dia seguinte. A noite fomos andar por Lençóis e paramos num bar para beber um pouco e curtir a noite. Encontramos o alemão e já combinamos de no dia seguinte fazermos algo, porque já era 12ª vez dele na Chapada e ele conhecia quase tudo. Então ok, nos vemos depois. Fora que ele falava mais português que eu, enfim .... 3º dia Tínhamos combinado que iríamos para Ribeirão do Meio com o alemão. Fomos até uma lanchonete, na Rua das Pedras, a lanchonete da Renata, não lembro o nome, mas perguntar por Renata e vão falar. Foi o café da manhã mais em conta que encontramos e delicioso, principalmente o cuscus com ovo e queijo por 4 reais. Dai estávamos lá conversando e esperando o alemão, que encontramos uma menina sozinha que perguntou o que iríamos fazer, agente só falou: Vem com agente. Pronto, fechamos em 5. Os 5 sozinhos não sozinhos. Para chegar ao Ribeirão do Meio é bem tranquilo. Leva em torno de 1 hora ou mais dependendo da sua disposição de ficar parando pra n coisas. Masssé perto, trilha bem tranquila. O alemão já sabia como chegar, mas é só perguntar como chegar no Ribeirão do Meio que o pessoal vai indicando, ali, segue ai, mais um pouco e tal. Adorei o Ribeirão do Meio. Dá pra nadar, dá pra escorregar no tobogã natural e dá pra curtir bem o visual. Ficamos quase que o dia inteiro lá. Fomos tanto no Ribeirão do Alto como no do Meio. Levamos o nosso rango da janta e ele nos alimentou muito bem. Macarrão que rendeu a fome da trilha!!!! Saímos de lá e paramos num bar no meio do caminho, aqueles bares com sinuca e cerveja muito mais barata que no centro de Lençóis. De lá, fomos para um outro bar no centro de Leçóis, cheio de neons e ninguém entrava porque só tocava arrocha e essas paradas, entramos e pedimos umas cervejas e enfim, dançamos como se não houvesse o amanhã, aos passos da francesa, enfim, voltamos pra casa e nessa noite comemos mais macarrão que sobroudonte! Ainda assim demos um rolê na night de Lençóis. 4º dia Combinado a ida para o Pai Inácio e fazer a trilha de volta de 25 km. Pois bem foi isso que fizemos. No dia anterior compramos nossas passagens na Rodoviária para Seabra (R$ 3,50). Pegamos o ônibus as 7 horas da manhã e em menos de uma hora descemos no meio da estrada na base do Pai Inácio. Na verdade, o motorista para no Posto de Gasolina Pai Inácio. Esperamos o posto abrir, tomamos café da manhã lá (não é caro) e começamos a ir sentido cume do Pai Inácio. Leva em torno de 1 hora e meia ou até menos pra chegar, anda em torno de 2 km pela estrada de asfalto até chegar no começo da estrada de terra. Dai no fim dessa estrada tem a trilha até o cume do Pai Inácio. Não é cobrado nada para entrar, mas eles pedem uma ajuda para colaborar com a manutenção da via e tal. Acho legal a proposta se realmente for destinada a isso. Masss enfim, dá quem quer. O Morro do Pai Inácio foi uma das coisas que mais me impressionou na Chapada. Ele é lindo e único. De repente ele aparece do nada. Eu me apaixonei por ele. Ficamos lá um bom tempo, mas o tempo não estava muito a nosso favor. Estava fechado e vinha aquelas garoas de vez em quando, que não conseguíamos lá de cima ter aquela vista surpreendente, nem dos outros morros. E quando estávamos em baixo tb não conseguia ver o cume. Mas valeu muito ver e sentir tudo aquilo. Descemos até o Posto de Gasolina, compramos água e iniciamos nossa volta a Lençóis pela trilha de volta do Capão. O alemão nunca tinha feito essa trilha, ou seja, arriscamos e tivemos sorte como vou falar, mas não se pode ter tanta confiança assim nos sentidos trilheiros de cada um. Cada um tinha analisado o mapa antes de começarmos. Então, nós sempre seguíamos e acreditávamos em cada rumo que um traçava. Acho que nem adianta eu explicar como fizemos, mas só quero relatar que, depois de andarmos em torno de 2 horas, cerca de 12 km. Nos perdemos feio. Pegamos todas nossas rotas que tínhamos feito e estávamos decididos a voltar, porque o tempo estava ficando cada vez pior. Dai, ouvimos uns franceses se aproximando e a francesa entendeu e seguimos eles. Nisso eles estavam voltando do Capão e o guia nos indicou como voltar. Resumindo, a independência pode virar uma grande burrada. Nós nunca queríamos ser os fodas de fazer tudo sozinhos, tanto que só fazíamos o que era de alcance. Essa trilha foi, eu diria, uma tentativa de grande chance de nos perdermos na mata. Massss enfim, um guia nós sabemos é sempre a melhor pedida, mas cada um se responsabilize por aquilo que faz. Enfim, enfim, depois de quase 5 horas chegamos a Lençóis. Podressss. Mas foi lindo. Mesmo com o pé d'água que caiu no lombo. A noite fomos no Café Ba-cana (superrr recomendo), tomamos uma cerveja e comemos a deliciosa porção de bolinho de queijo e coxinha. Combinamos de jantar juntos porque a francesa iria embora na manhã seguinte. Jantamos num restaurante bem legal, que esqueci o nome, pagamos em torno de 25 reais cada um. Mas era bem no centro mesmo. 5º dia Restou eu e o paraibano e acordamos ainda podres da caminhada do dia anterior que decidimos andar por Lençóis, ir lavar nossas roupas no Serrano e de quebra conhecemos a Dona Antônia e sua cachorrinha Serena. Passamos um bom tempo na casa dela, que forneceu o varal para estender a roupa e ficamos conversando e conversando. Depois resolvemos ir no Ribeirão de Baixo com o alemão, pois esse era o último dia dele. Bem fácil chegar no Ribeirão de Baixo, leva em torno de uns 40 minutos andando na maciota. Lá é bem mais calma que todos os outros Ribeirões. Nesse sim, dá pra nadar bem mesmo. As quedas d´água não são tantas como nos outros. Na volta, café Ba-cana e mais tarde jantar de despedida do alemão e um barzinho. 6º dia Combinamos com a menina de Natal que iríamos para Cachoeira do Sossego o nome não condiz com a trilha, que é de médio acesso. Muita, mas muita pedra mesmo. Vimos o mapa, pegamos informações e fomos. São cerca de 2 horas e meia. É a mesma trilha do Ribeirão do Alto, mas em vez de parar continua a trilha até chegar na Cachoeira do Sossego. Vale muito, muito, muito a pena. A queda d'água é muito boa. E tem os guias q ficam dando o show da graça pulando de alturas diversas fazendo salto e mais saltos. Enfim, ficamos um bom tempo lá. Na volta decidimos parar um pouco antes do Ribeirão do Meio, numa pequena via de acesso a umas pequenas quedas d'água e ficamos lá até quase o início do sol baixar. Voltamos e paramos no Ba-cana pra só finalizar aquele lindo dia rsrs Jantamos e fomos assistir a bateria da escola de Lençóis. 7 º dia Véspera de Ano Novo, hoje seria meu último dia para fazer alguma coisa, porque no dia seguinte iria embora no ônibus da tarde. Então decidimos ir para Morro do Pai Inácio novamente já que o céu estava limpo. Compramos passagem e fomos, pensamos que se caso não conseguíssemos voltar no mesmo ônibus que nos levou pegaríamos um taxi (sai por volta de 50 reais). Chegamos no mesmo Posto e lá estava o Morro do Pai Inácio todinho a vista. O céu azul, azul!!!! Subimos no mesmo esquema da primeira vez e uauuuu que visão. Vi o morro dos Três Irmãos lindo, lindo. O morro do Camelo, lindo, lindo e a vontade de voltar pra lá pra seguir pro Capão e fazer o Pati. Depois de tudo voltamos e conseguimos uma carona até a base do Morro do pai Inácio. Andamos até o Posto e ficamos lá tentando uma carona e também esperando o ônibus no qual o motorista tinha avisado mais ou menos a hora que ele passaria. Depois de mais de uma hora de atraso o ônibus apareceu, ninguém quis nos dar uma carona, mas pagamos os mesmo R$3,50 da ida. Chegamos em Lençóis, cedo até eram 16 horas mais ou menos. Encontramos nossa amiga de Natal e fomos novamente para Ribeirão do Meio. Ficamos lá até o fim da tarde. Voltamos e fomos curtir o Reveillon de Lençóis. Foi bem bonito e bem proveitoso naquelas primeiras água do ano!!! 8º dia Acordei já meio tarde, fui me despedir da Dona Antônia e de Serena. Me despedi dos meus novos amigos que continuariam para seguir pro Capão . Mas fui embora feliz da vida, com um amor imenso por Lençóis e pelo que pude ver da Chapada. Peguei o ônibus da 13:30. Na Rodoviária acabei fazendo amizade com uma também paulista e combinamos de ir juntas para o aeroporto. O ônibus chegou em Salvador por volta das 19:30 e lá saímos da Rodoviária, atravessamos a passarela, até a pista do meio, onde tem um ponto de ônibus gigantesco, que passa o ônibus para o Aeroporto. Não esperamos muito. Logo veio o ônibus. Ele dá uma vira volta danada, mas chegamos por volta de uns 40 minutos depois. Peguei meu voo e vortei pra Sá Paolo. Enfim, de resumo dessa viagem: encontrei pessoas extremamente boas e que compartilhavam da mesma sintonia que a minha, não tive nenhum problema em relação a perrengue, tirando a perdida na trilha, infelizmente não explorei o mais que a Chapada pode me mostrar, massss na maioria das vezes não planejo nada e deixo ver o que vai acontecer e foi isso que pude ter e sei lá valeu muito. Volto com certeza pra Chapada pra explorar o mais que tem!!! Quanto a gastos foram poucos, na verdade foram gastos com alimentação. Espero que ajude alguém!!! Renata
  7. eog1978, em 4 dias vc não vai conseguir aproveitar muuuuita coisa com tranquilidade, masss se pretende pegar um voo de Santa Cruz para La Paz, só ai vc já gastará um dia para chegar em La Paz e um dia para voltar a São Paulo. Você terá 2 dias p aproveitar La Paz. Mas se quer fazer isso, eu sugeria você ir ao Chacaltaya e Valle de la Luna e no fim do passeio curtir o fim de tarde pelas ruas de La Paz e no próximo dia faria o Downhill até Coroico. É o dia inteiro. Chegando no fim da tarde. Agora se tem intenção de por exemplo conhecer o Lago Titicaca, sugiro os dois dias que terá em La Paz para ir a Copacabana (4 horas de ônibus) dormir na Isla del Sol e voltar no dia seguinte chegando em La Paz a noite. Acho q é isso!!! Boa viagem!
  8. Oi Renan, desculpa a demora, espero q ainda sirva... Copacabana dá pra fazer tranquilo em 1 dia, agora vc pode optar por dormir em Copacabana e logo de manhã seguir p Isla del Sol e voltar a tarde (16 hs) e depois de Copacabana ou dormir por lá novamente ou seguir p La Paz ou Puno, ouuuuuuuu, vc pode chegar em Copacabana, já ir pra Isla del Sol, dormir por lá e voltar no dia seguinte para Copacabana. Qqer um desses valerá total a pena, o lago Titicaca independente de onde estiver é lindo, mas a Isla tem seu poder! rs Boa viagem!
  9. Oi Juliana, Então eu gostei do Allayu, peguei quarto duplo e estava incluso café da manhã (simples, mas bom e suficiente). Qto a ducha, era quente sim e boa. Em 2011, fui a SPA e fiquei no La Ruca que é exatamente do lado do Allayu, mas na época o preço estava bom, mas ano passado o La Ruca estava muito mais caro que o Allayu. Mas ambos forma bons e duchas boas tb rs. Boa viagem!!!
  10. Finalmente indo viajar e por que não novamente nossos vizinhos? Parti dessa vez para o Ecuador com um grande objetivo inicial, de la Peru e depois Chile apenas para voltar ao Brasil. Realizei essa viagem no período de 11/05 a 31/05/2013. Paguei em três trechos de voos pela LAN, R$ 1529, 25 (São Paulo - Guayaquil / Quito - Cusco / Arica - São Paulo). Comprado com 3 meses de antecedência. Fiz a viagem só. Levei parte do dinheiro em dólares e a outra parte em reais. Na época o câmbio em SP para o dólar foi de: R$ 2,11, e no Ecuador R$ 2,26. Em Lima o câmbio para soles foi de: R$1,17, em Cusco R$ 1,17, em Arequipa R$ 1,18. Em Arica o câmbio para pesos chilenos foi de: 233,00 CLP = R$ 1,00 11/05/2013 - Chegando no Ecuador Sai de São Paulo às 9:05, fiz uma conexão um tanto que longa em Lima e cheguei em Guayaquil as 21:10 (horário local). Já no avião, fiquei conversando com uma senhora que havia visitado a filha no Peru, e ela simpaticamente ou não, ofereceu o filho dela que ia busca-la para me levar até o hostel que eu nem tinha reservado. Nessa viagem, como vou descrever, eu não reservei nenhum hostel, apenas peguei referências de alguns relatos ou de recomendações do hostelworld e do booking. Então quando estávamos conversando ela ia me falando qual era a melhor região para eu ficar em relação a segurança. Minha intenção era chegar em Guayaquil e do aeroporto já ir direto para a rodoviária pegar o busão para Baños de Ambato. Mas essa senhora me disse, que era muito perigoso e bla bla bla, que acabei dormindo essa noite em um albergue que por sinal foi muito bom. Guayaquil, pelo nada que conheci, é quente, muito quente. Tipo quente!!! Nossa torrei essa noite, bafo quente ao sair do aeroporto, fora que ao sair do portão de desembarque, me senti uma celebridade ou algo do tipo, a galera que espera por alguém, parente ou sei la o que for, fica tudo na expectativa, com flores, faixas. Vai famílias completas, cheio de crianças e tal. Não sei se isso ocorreu pq no dia seguinte era o dias das mães, mas foi engraçado. Enfim, no fim, essa senhora encontrou sua família e eu acabei pegando um taxi, pois eles moravam muito perto da costa do Ecuador, ou seja, um puta role fora de mão que não havia necessidade de eu me infiltrar com eles. Fiquei no hostel Nucapacha, Calle Balsamos Sur, 308, Urdesa Central. Paguei 5 dólares pelo taxi, 11 dólares pelo hostel e 1,20 dólares para uma ligação para o Brasil. Nesse hostel, com uma boa infra-estrutura, tinha piscina, um café da manhã muito bom (torrada com ovos mexidos, suco de laranja, chá ou café e geléia de morango). Fiquei num quarto compartido para 10 pessoas. Mas só havia uma alemã (Conie) e um australiano. Acabei fazendo amizade com a Conie e combinamos de ir juntas a Baños de Ambato. Fato curioso: Essa alemã, estava viajado já há 3 meses a América do Sul e na sua viagem pela Bolívia no trecho La Paz - Uyuni, o ônibus dela capotou e ela teve ferimentos graves, a cabeça dela simplesmente abriu (inclusive me mostrou as fotos do acidente, sem exageros, mas o negócio foi sanguinário) e ela agora tem uma puta cicatriz da testa e outros ferimentos nos braços e pernas. Não houve mortos nesse acidente. Mas o seguro viagem dela, arcou com todas as despesas e mesmo sua mãe que estava na Alemanha, implorando para ela voltar ela preferiu se recompor e continuar sua viagem para chegar a Galápagos. Bom tudo isso, apenas para dizer, faça o seguro viagem eu fiz no aeroporto de Guarulhos, mas fazendo em casas de câmbio em SP (por exemplo) é mais barato e tem a mesma cobertura. Enfim, numa merda, possa ser que ajude. Eu fiz esse mesmo tour que ela fez, em 2012 e nada aconteceu com o busão que eu peguei. Mas é um dos problemas nas estradas bolivianas .... 12/05/2013 - Feliz dia das mães Acordamos cedo, tomamos o café e fomos de taxi, 5 dólares, até a rodoviária. Pegamos o ônibus a Baños por 9 dólares e gastamos 9 horas para chegar. Foi ai que percebemos que o melhor mesmo é fazer essa viagem a noite, além de economizar uma noite de hostel, ainda da pra dormir, não perde o dia viajando e é mil vezes melhor. As estradas no Ecuador são ótimas, inclusive são consideradas as melhores estradas dos países andinos (segundo eles e uma reportagem que li tb) e realmente são boas. E não tem todo o perigo, é um pinga pinga danado, mas é suave. Chegamos em Baños de Ambato por volta das 16:00. A Conie já tinha referência de um hostel, fomos pra lá. Muito, muito bom. Só a gringaiada. Ficamos no Great Hostels, fica um pouco fora dos principais hostels, mas nada muito longe. Tranquilo. Baños é linda. Bem turística mesmo. Tem muita coisa pra fazer lá. Para conhecer bem Baños é necessário mais que uma semana. O vulcão ativo que encobre a cidade é a atração principal. É lindo, e a noite dependendo do dia há erupções então vale a pena gastar um tempo lá. Fora, as cochoeiras, canyoning e outras atrações que não me lembro. Mas como eu tinha um objetivo, não fiz nada disso. Nesse mesmo dia que cheguei em Baños, havia feito contato com um guia local de Baños, daqui de São Paulo e combinamos de nos encontrar. Nos encontramos e no dia seguinte iriamos ascender o Chimborazo. O Ñato é guia de alta montanha e o Chimborazo era meu maior objetivo. Neste dia, eu e Conie fizemos um miojo e dividimos o quarto com um argentino e um europeu (ñ lembro da onde). 13/05/2013 - Ao Chimborazo Combinei de encontrar o Ñato as 7 da manhã na rodoviário de Baños e la estávamos. Chegamos no alojamento da montanha por volta das 13 horas, onde dormiríamos e começamos o processo de aclimatação. Eu levei boa parte dos equipamentos daqui do Brasil, roupas, lanternas, saco de dormir, bastão, ganchos ... Mas o Ñato era super profissional, tinha tudo. No fim meuuu mesmo só usei as roupas, lanterna e saco de dormir e ainda assim tive que pegar as botas de escalada com ele. Nesse dia, durante o dia, o tempo estava feio, não conseguíamos ver o cume da montanha. O frio era absurdo. Naquele horário estava em torno de -3 graus. Fomos andar e ai o mal da altitude que nunca tinha tido tão forte começa a matar. Estávamos a 5000 metros e a cabeça latejando, latejando ... O Nãto, parecia que estava a nível do mar, cantando, dançando, pulando e correndo e eu tentando manter minha cabeça em ordem. Falta de ar nem foi tanta, mas a cabeça parecia que ia explodir. Próximo a esse primeiro alojamento, há uma dezena de tumbas de grupos de pessoas de diversas partes do mundo que perderam a vida na montanha, algumas na tentativa de subir, outras em avalanches, outras por se perderem e enfim, um clima tenso. Não havia nenhuma tumba de brasileiros, não queria ser a primeira. Havia feito um vulcão na Bolívia, mas nada foi comparado ao Chimborazo, por grau de dificuldade. Só para informação, o Chimborazo foi um vulcão, agora considerada a montanha mais alta do Ecuador e a segunda mais alta da América do Sul, com 6380 metros de altitude. Dizem os ecuatorianos que ela na verdade é a mais alta, até que o Aconcágua, desde que seja medida de seu centro ambas niveladas na mesma base. Enfim, enfim ela é assustadoramente gigante. No fim deste dia, jantamos, coca mastigada, coca em chá, coca de todo jeito e remédio p soroche. O frio que pegamos a noite foi de -15ºC. Foi f#o#d#a . Na verdade eu não dormi. Neste mesmo alojamento, havia um grupo de guias locais que tentaria subir a montanha por outra rota. Para iniciar essa montanha, o ideal é partir do alojamento no máximo até a 0:00 e realizar a ascensão em 7 horas. Eu não estava conseguindo me adaptar ao frio nem a dor de cabeça que sentia, então resolvi partir naquela noite mesmo. Então as 23:00 levantamos, nos arrumamos e saímos junto com o grupo de guias para a ascender o cume. Saímos do alojamento as 0:00. 14/05/2013 - doce cume perdido Chimborazo Começamos o dia, com uma madrugada estrelada, muitas estrelas e algumas nuvens no céu. Subimos até o segundo alojamento e levamos cerca de 30 minutos para percorrer 200 metros. O outro grupo de guias disparou na frente e não os vimos mais por enquanto. Eu e Ñato prosseguimos por outra rota e então o meu ritmo estava muito lento. Andamos, a passos lentos e eu estava começando a ficar muito mal. As 3 horas da manhã, estávamos a 5800 metros, ou seja, 2 horas e meia para percorrer 600 metros. Meu ritmo estava tão lento que Ñato disse que nem se eu tivesse 24 horas, eu não chegaria ao cume naqueles passos. Foi então que exatamente nessa hora as nuvens foram embora e eu vi o cume. Meuuu eu estava ainda muito longe dele e dai que começaríamos a escalar. Não tinha forças. Então o aconselhável pelo Ñato foi voltar, pois não poderíamos chegar lá depois do nascer do Sol. Deitamos na montanha, e eu quase chorando de decepção comigo, várias coisas passando em minha mente, começou a nevar e de repente ouvimos o apito dos guias que saíram na nossa frente, apitando e gritando desde um ponto bem alto da montanha, "voltem, voltem, avalanche", por mais que seja a dimensão da montanha o silêncio e sua não aceitação a nós faz com que escutemos tudo ... Ñato me puxou pela corda (estávamos presos um ao outro) e saímos correndo, do jeito mais rápido devagar possível, só consegui ver neve e muita nuvem se formando e corremos até os guias nos encontrarem e seguirmos para o alojamento todos juntos. Chegamos no alojamento quase próximo das 5 da manhã e então os guias concluíram, a montanha não nos quer. Hoje ela não quer ninguém. Dito e feito. Esperamos amanhecer de fato e deixamos a montanha por volta das 8 da manhã. Me despedi de Ñato. Mas sei que um dia volto a encontra-lo para fazer essa linda montanha. Comprei passagem em Riobamba (onde o Ñato me deixou) para Quito, paguei 3,85 dólares. E em 4 horas estava em Quito. O ônibus me deixou na parte Sul de Quito. Fiquei em um hostel na parte norte, onde tem uma vida noturna agitada e a grande parte de turistas e hostels, hotéis, hostals etc. Peguei um busão por 0,25 dólares da parte Sul da Plaza Mariscal. De lá peguei um taxi, 2 dólares, até o hostel Backpacker's inn, 2 noites, 16 dólares. Boa localização, excelente atendimento. Peguei um quarto para 5. Na primeira noite dividi o quarto com um francês e na segunda noite com um casal de australianos. Andei um pouco pela região para me localizar e fazer uma programação mental do que conhecer do dia seguinte. Acabei conhecendo no hostel um argentino e fomos juntos com um grupo de suíços para um pub. Lá ficamos até o pub fechar. Cervejinha ecuatoriana, 3 dólares. 15/05/2013 - Já que a montanha não vem a la brasileña la brasileña vai a montanha. No dia anterior peguei o mapa de Quito e montei minha programação, o dia então estava reservado para conhecer o teleférico e a Mitad del Mundo (linha do Ecuador). Então, acordei cedo e fui. Para chegar ao teleférico peguei um ônibus na Calle Colón com letreiro para San Carlo, 0,25 dólares. Depois desci, numa avenida (que não me lembro o nome) que já é bem próxima do teleférico. De lá peguei um busão até o telerférico (são dois pontos), 0,25 dólares. Deste ponto, atravessa a avenida e sobe até o ponto do bus do teleférico, esse bus é gratuito. Ao chegar na bilheteria, paga-se 8,50 dólares com direito a ida e volta ao teleférico. Lá é simplesmente lindo. Consegue-se ver Quito por inteiro, e se o céu estiver limpo pode-se mirar os vulcões Cotopaxi e Chimborazo ao longe. Quando fui, haviam muitas nuvens, mas as vezes elas davam uma trégua e era possível ver os cumes dos vulcões, coisa linda d+. Neste ponto, estamos na província de Pichincha, no qual é o nome do vulcão que envolve a cidade de Quito. É possível ascende-lo portanto, já que houve uma frustração Chimborazo, aproveitei para fazê-lo. Levei em torno de 2 horas para subir e descer. É uma caminhada e tanto, e no fim pega-se muita névoa e frio tb. A caminho encontrei um sueco, muito louco, e caminhamos boa parte juntos, mas depois agente acabou se perdendo e não sei se ele ainda continua lá. Mas enfim, é lindo. Eu gostei bastante!!! Desci de lá, por volta das 13:30 e peguei o busão para Mitad del Mundo. No letreiro do bus indica Mitad del Mundo, 0,40 dólares. O busão é lotado do começo ao fim e o motorista freia com tudo, acho q a mãe dele estava dentro do bus (brincadeira, a parte), o cara era um sem noção. Mas chegamos vivos e abarrotados (mas p quem pega transporte público em SP, isso é comum). Assim que cheguei, caiu um toró ... chuva pra quem te quero. Nossa, depois da chuva abrem-se os caminhos. Paga-se o ticket para entrada no valor de 3,00 dólares e é possível visitar alguns museus. Porém há planetários e outros museus interessantes que são todos pagos tb. Mas além de pagar é necessário ter um número mínimo de pessoas, como não havia, infelizmente não pude visitar o Planetário, que era o que mais queria ver. Mas achei tudo muito interessante. E descobri que a linha do Ecuador que se encontra no monumento não é a verdadeira, a verdadeira está a 300 metros dessa falsa linha. Mas vale tirar as fotos com um pé em cada lado dessa linha falsa. Eu fiquei feliz por estar ali e poder estar na metade do mundo. Na volta peguei o bus com letreiro para Ofélia (é um mini terminal de ônibus), 0,40 dólares. De lá, faz integração e peguei o bus para Calle Colón. Após tudo isso, cheguei no hostel, descansei um pouco e fui p um bar que nem me lembro o nome nas rotas dos bares. É um bar do lado do outro e quanto mais perto do fds mais lotado ficam as ruas em qqer hora do dia e da noite. Ali fiquei. 16/05/2013 - Centro de Quito Neste dia, dei-me o luxo de levantar um pouco mais tarde e fui conhecer o centro de Quito e seus arredores. Muito lindo. Muita igreja, muito museu, conventos, teatro, as famosas plazas de armas da vida e as outras plazas, lojas para compras, bolos gigantescos, salsipapas (salsicha com batata frita) pra dar e vender e muitas sorveterias. Ahhh e muita gente sentada nas praças sem fazer absolutamente nada, apenas observando as pessoas o tempo, sei la eu. Bom, passei por pontos turísticos importantes, alguns gratuitos outros pagos (todos em torno de 1 a 3 dólares). Aluguei uma bike, são aqueles esquemas de aluga a bike num ponto e devolve em outro. Bem legal, pq tem ciclofaixa então vale a pena andar de bike. Mas também fiz o trajeto a pé do hostel até o centro. Andei cerca de 7 quilômetros até chegar no hostel, mas valeu cada passo e eu também não me importo de andar, até porque nesse meio termo encontrei umas lojas de artesanato bem legais. Ainda assim, andando e andando, cheguei antes do fim da tarde no hostel e como a feira de Otavalo não era recomendável de quinta-feira, eu não consegui ir, mas a moça do hostel me indicou uma feira estivo Otavalo no fim da avenida que cruzava a rua do hostel que eu estava. Andei cerca de 10 minutos até chegar e pirei. Os artesanatos lindos. Cheio de cores. Andinos, lindos e baratos. Depois voltei para o hostel e então, minha intenção seria partir a noite para ir ao Aeroporto já que no dia seguinte as 7:00 da manhã tinha que estar no aeroporto. Mas a moça do hostel disse que não era aconselhável eu ir passar a madrugada lá, pq além de cansativo era perigoso e bla bla bla. Que ela me fez um preço camarada para um quarto privativo, pois tive que sair do meu compartido pq já estava reservado totalmente para essa noite e as próximas que eu resolvi ficar mais uma noite. Ela me fez o preço de 6 dólares pelo quarto, pois além do mais nem passaria uma noite completa, sairia de lá as 4 da manhã. Bom, terminei o dia no mesmo pub do primeiro dia e lá encontrei um Sul africano que trabalhava em Quito mas morava na austrália, ele era bizarro e me deu dicas tanto da África do Sul como da Austrália, pois bem, quem sabe nas próximas rotas ... Enfim, bebi as cervejinhas ecuatorianas e uma brhama tb. 17/05/2013 - Tchau Ecuador, oi Peru. Levantei as 3:45 e as 4:00 o filho da dona do hostel (era o transfer) me levou até o novo aeroporto de Quito, que fica longe pra caramba, dizem que durante o dia o trânsito é caótico mas de madrugada foi sussa, levamos em torno de 30 minutos para chegar e paguei 35 dólares. Pode parecer caro, mas fechando um táxi normal eles cobram de 40 a 50 dólares. As 7:00 horas parti rumo a Cusco. Foi ai que consegui ver todos dos cumes da minha vida desde Chimborazo a Cotopaxi. Mais ainda meu coração apertou quando vi o Chimborazo. Ali tão perto e tão longe. Mas eu voltarei. Houve conexão em Lima, mas as 15:30 estava em Cusco. Como já havia pegado informações, não peguei o táxi de dentro do aeroporto. Sai do estacionamento e peguei um táxi por 6 soles. O taxista era meio assanhado, mas ok, melhor fingir que não entende. Tinha o endereço de alguns hostels, bati no primeiro Pariwana, ficava por 31 soles, duas noites, quarto compartido para 8 pessoas. Ahh fiz o câmbio tanto no aeroporto de Lima como quando cheguei em Cusco. Assim que cheguei no quarto, havia um alemão e ele havia acabado de chegar do tour de Machu Picchu e então ele iria curtir a cidade por mais uns dias e então ja combinamos de a noite sair p encontrar a galera do tour que ele tinha feito (que tinha um casal de brasileiros, pois até então eu não tinha encontrado nenhum brasileiro) e irmos para um bar. Depois, sai e fui fechar o tour pra Machu Picchu e vi que o negócio não é tão assustador como o que eu lia, em relação a vagas para os tours, se tem ingresso para Machu Picchu e bla bla bla. É tranquilo o única trilha que tem que ser feita com 3 meses de antecedência é a trilha Inca que chamam de Original, que deve ser feita pelo site de turismo do Peru / Cusco, mas que pelo que falam é puramente comercial. Eu não sei, não vi essa trilha. Enfim, existem várias opção de tour para conhecer Machu Picchu, tours de 1, 2, 3, 4, 5 e 7 dias. Acabei fechando o tour de 5 dias, denominado Salkantay (é uma das montanhas mais altas da região e um dos caminhos incas para a chegada a Machu Picchu), neste tour estava incluso, comida para os 4 primeiros dias - todas as refeições, barraca, saco de dormir, ingresso a Machu Picchu, diária na 4ª noite no hostal de Águas Calientes, o boleto do trem de volta de Águas Calientes para Ollataytambo e então o boleto da van de Ollataytambo para Cusco. Tudo ficou 585 soles. Fechei tudo e fui almoçar em Cusco. Achei um restaurante vegetariano lindo, com um menu farto e gostoso e tudo por apenas 6 soles. Comi lá todos os dias que estive em Cusco. Depois, do almoço, fui andar por Cusco e já no começo da noite voltei para o hostel. Tomei meu banho quente e muito bom, encontrei meu companheiro de quarto alemão e mais um britânico que chegou tb do tour de Machu Picchu e fomos encontrar a outra galera. Nisso encontrei o brasileiro e aeee falei português!!! Fomos num restaurante e então, na dúvida do que fazer a noite (Cusco é o ponto das baladas), vi num muro um flyer dizendo: Mano Chaooooo, para tudo Mano Chao hj aqui, demorou vamos.... 18/05/2013 - Como me gusta la noche ..... mas nós já sabíamos que era mentira, mas fomos mesmo assim. O bar fica numas bibocas, só indo de galera mesmo, é bem dentro dos bairros, subindo um bocado de vielas, mas chegamos e de repente o lugar para mim tornou-se o melhor lugar de Cusco. Era um bar pequeno, mas lotado, meio escuro, mas que as pessoas eram insanas e bebiam insanamente. Quando foi umas 2 da manhã eis que Mano Chao entra no mini palco. Era um índio peruano muito louco que cantava desde Mano Chao a Chico César (Mama África, e me chamou pra ir pro palco, pq eu era a única brasileira do bar). Depois de tudo isso, o alemão que estava no mesmo quarto que eu começou a passar mal e tivemos que voltar e outra eu tinha mesmo que voltar afinal eu partiria naquela madrugada as 5 da manhã para meu início da trilha com destino a Machu Picchu. Chegamos no hostel e capotei até o soar do alarme. Argghhh. As 5 foi juntando toda a galera que iria para o tour e formamos então um grupo de 18 pessoas. Tinha todas as nacionalidades, só eu de brasileira, e o restante, maioria Europeu, por isso o guia adotou o inglês como idioma principal. Tudo, as explicações, as brincadeiras foram todas em inglês. Mas na dúvida ele falava espanhol ou quéchua pra quem se atrevia. Tomamos café e inciamos a caminhada, seriam 72 quilômetros andando até chegar em Machu Picchu. Neste dia, choveu pra burro e o frio tava de matar. Paramos para almoçar e continuamos andando e andando. Paramos a noite e no luxo, yes lixo. Sem banho, sem banheiro. Nesta hora a natureza é sua aliada para seus momentos de necessidades. Ache sua moita e seja feliz. 19/05/2013 - Caminhando e andando e seguindo a canção O grupo como disse haviam 18 pessoas e haviam 9 barracas, ou seja, 2 pessoas por barraca, então ache um par e divida a barraca. Nesta noite passamos um puta frio, mas pelo menos a chuva parou. Tomamos café da manhã e partimos para mais caminhada. Este era considerado um dos piores dias, pois haviam muitas subidas, muito frio e altitude. Foi foda, mas nada impossível. Paramos para almoçar e depois paramos. Chegamos a Salkantay! Que montanha linda! Dormimos muito próximos a sua base. Frio p caraleo. Mas foi lindo. Banheiro dessa vez, só o vaso sanitário. Chuveiro? Luxo distante de nós. 20/05/2013 - Caminhando e cantando e continuando Partimos em frente, porém a partir de hoje o dia começaria a esquentar e bastou andar em torno de 1 hora que a quantidade de roupas foram sendo tiradas. O calor pegou e andamos muito nesse dia também. Dessa vez, acampamos mais cedo, pois hoje era dia de banho. Era dia de Água termais, eu confesso que não sou muito fã de águas termais, então eu dispensei e fiquei no acampamento junto com um casal do grupo que eu tava e com um grupo de motoqueiros viajantes. Legal, que troquei bastante informações com eles e aproveitei para pagar 10 soles para tomar um banho com fio de água quente (essa era a vazão do chuveiro, só as gotinhas), mas deu p disfarçar a carniça. O pessoal chegou no começo da noite. Jantamos e hoje como guia disse era dia de balada. Montaram um fogueira e cachaça pra quem queira. Tinha pinga peruana, cerveja, coquetéis, minha nossa uma variedade de destilados. O espaço da "balada" era sensacional, a música nas alturas, mas os caras (peruanos) piravam no sertanejos do Brasil, puta merda, a música na minha opinião deixou a desejar, mas depois começou a variar, mas a galera não estava tão empolgada. Fiquei pensando, se isso fosse aqui no Brasil, ia ter gente até queimada na fogueira, masssss, bebemos e dormimos. 21/05/2013 - Ressaca Depois dessa noite destilando venenos discretamente e de uma madrugada ouvindo chamados do Hugo em cada porta de barraca, tomamos café da manhã e haviam duas opções, quem queria fazer tiroleza e quem seguiria até o começo da trilha de Machu Picchu. Para fazer a tiroleza, acrescentaria 100 dólares. Não podia gastar essa grana, pois tinha outros planos, então optei por ir direto ao caminho de Machu Picchu. Fomos de van até o começo da linha do trem e andamos cerca de 3 horas para chegar em Águas Calientes. Tudo nesta trilha foi muito bonito de se ver, mas confesso que nessas 3 horas, minha emoção foi maior. É possível ver Huayna Picchu de trás e ver o caminho inca que corta o meio da montanha. É simplesmente lindo! Fui conversando com o guia e ele foi me contanto a história mais a fundo dos incas e ai vc compreende melhor e pode imaginar como foi tudo aquilo. É insano o poder intelectual dos caras numa época tão remota. Enfim, lindo. Uma limpeza de cargas e renovação energética. Adorei. Chegamos em Águas Calientes, por volta das 3 da tarde, fomos para o hostal e lá sim tinha um chuveiro descente. Fui andar pela cidade, que é bem bonita. Pequena, mas linda, por ficar bem na encosta da montanha Machu Picchu. Lindo! Existe um mercado gigantesco de artesanato por lá. Pelo pouco que vi de preços em comparação com Cusco, por exemplo, não muda muito. Na minha opinião tanto faz onde comprar. Jantamos e então o guia nos deu todas as direções do que fazer no dia seguinte, pois o próximo dia seria totalmente dedicado a Machu Picchu de fato. Passaríamos o dia inteiro na cidade. Então ele já aproveitou para nos dar os boletos do trem e da van para voltarmos no fim do dia para Cusco. 22/05/2013 - Machu Picchu Acordamos as 4 da manha e as 5 deveríamos estar nos portões de entrada para Machu Picchu, pois leva-se 1 hora para subir e os portões lá em cima abrem exatamente as 6 horas da manhã. Havia a opção de ir de van, 10 dólares, mas preferimos ir a pé. Não sei se foi o entusiasmo, se foi a diferença de temperatura (frio para o calor), se foi o acumulo de cansaço, que quando terminei de subir as escadarias, minha pressão baixou bruscamente, comecei a sentir cala frios e uma dor absurda na coluna. Uma senhora sueca me deu um remédio para dor e eu consegui melhorar. Não sei até hoje o que de fato possa ter acontecido. Mas foi bem ruim. Neste meio tempo também aconteceu um fato curiosa, que pode servir como dica, para quem quiser. No grupo que eu estava, haviam quatro amigos dinamarqueses, os caras causavam. Eles eram engraçados, mas eles causavam. Tanto que foram expulsos de Machu Picchu e acabou dando um BO para o guia. Eles assim que chegaram la, tiraram foto pelados (na verdade abaixaram as calças e cueca e tiraram foto), Machu Picchu é coberto por guardas e então viram eles e na hora pediram passaporte e expulsaram os caras de la. O guia ficou puto, mas paciência. Levar 4 dias, andando igual um fdp pra morrer na praia é foda. Massss fica uma dica: não tire foto sem roupa. O combinado então foi que ficamos 2 horas com o guia em Machu Picchu, onde ele nos explicou alguns pontos em relação algumas construções. Explicou sobre a relação dos elementos da natureza para a construção da cidade. Após essas duas horas, demos um agrado ao guia e ele nos deixou livres por lá. Então tínhamos até as 17:00 para desfrutar da cidade e então cada um se responsabilizava sobre o horário para pegar o trem. Não vimos mais o guia. Curti a cidade até o fim do dia. Gostei muito. Sem palavras p dizer como foi bom ver tudo aquilo. Ficar lá, olhando p qualquer lugar era muito bom. Adorei. Como pra descer todo santo ajuda, desci sem problemas, encontrei uns caras que estavam em um outro grupo junto com o nosso e fomos jantar em Águas Calientes, a partir dai todo gasto era por nossa conta. Depois, já fomos para a estação de trem, pois partiríamos as 21:00. Saímos sem atraso e por volta das 23:00 chegamos em Ollataytambo. Lá houve uma pequena confusão em relação as vans, pois é tanta gente, tanta van que vira uma zona mas no fim td da certo. Chegamos em Cusco quase 1:00 da manhã. Cada um vai p o seu hostel. Como eu já havia reservado o Pariwana na primeira noite que cheguei a Cusco e já havia pago tb. Fiquei no mesmo quarto. Cheguei, tomei banho e capotei. 23/05/2013 - Cusco Depois da capotada vem o alívio. Tomei um outro banho bom e fui tomar um café da manhã bom igual no Pariwana. Gostei bastante desse hostel. Encontrei uma galera que estava em um dos grupos do tour do Machu Picchu e aproveitamos p marcar algo p a noite. Decidi ficar mais uma noite por lá. Depois, fui no balcão de informações ao turista e peguei o mapa da cidade. Fui conhecer o Cristo Blanco. Peguei o busão até Zurumilla, 0,70 soles. Depois um bus até Cristo Blanco, 0,70 soles. Lá é bem bonito. Consegue-se ter uma vista da cidade de Cusco. Porém para adentrar as outras construções paga-se 70 soles. Sem chances, para mim e tb não estava interessada p adentrar. Voltei para o centro, pegando um busão do ponto do Cristo Blanco até Plaza de Armas por 0,70 soles. Aproveitei para comprar o bus para Arequipa para a noite seguinte, 60 soles, pela Oltursa. Fui almoçar no mesmo restaurante vegetariano do primeiro dia. A noite encontrei o pessoal e fomos tomar o verdadeiro Pisco Souer, uma delícia. Depois fui conhecer uma balada de salsa. Queria muito ter voltado para o bar da primeira noite, mas a galera não queria ir e até comecei indo sozinha p lá, mas encontrei um policial que me viu sozinha com cara de turista e me aconselhou a voltar. Voltei e fui no tal bar de salsa e depois num bar numa outra biboca que era mais rockn roll rsrs. 24/05/2013 - Imprevistos acontecem Neste dia, acordei tarde de novo. Tomei o café da manhã. E fui conhecer mais Cusco e aproveitar p comprar umas coisas que haviam me pedido daqui do Brasil. Eu como disse no início, levei tudo em dinheiro (parte em dólar parte em reais), mas levei meu cartão de saque também por precaução. Foi então que, resolvi sacar uma grana, para poder comprar umas coisas que tinha visto e tal. Porque se gastasse o que tinha em dinheiro poderia ficar sem nada em espécie e minha preocupação era o Chile, por ser caro. Então coloquei meu cartão em uma máquina e quen quen quen, meu cartão foi engolido, saiu apenas um papel "Seu cartão foi recolhido por segurança". Entrei em desespero. Liguei para o banco do Peru e eles me disseram que deveria ligar para o banco do Brasil. Liguei no banco do Brasil e eles bloquearam meu cartão e me disseram para procurar uma agência do banco do Brasil mais próxima, então perguntei: querido atendente tem Banco do Brasil aqui no Peru e ele muito prestativo disse: Não, ahh ééé não tem senhora. PUTA QUE PARIU, estava com meu din din contado p não abusar nos gastos. Então desisti de todo o meu planejamento de gastos para presentes e me sentei no banco da praça, então um peruano muito louco chegou do nada e ele estava com duas brasileiras que havia acabado de conhecer e fomos todos juntos conhecer o lado B de Cusco, sensacional. Um artesanato diferente, uma galera muito gente boa!!! Voltei para o hostel, tomei um bom banho e peguei um taxi, 4 soles, até a rodoviária. Paga-se a tarifa obrigatória de embarque: 1,30 soles. E sai as 20:00 com destino a Arequipa. O serviço de bordo do bus, foi excelente, uma janta com arroz, frango, salada sobremesa e refrigerante. O único problema dessa viagem foi a altura do filme que passava durante a viagem, de doer os ouvidos. Não precisava ser tão alto. Enfim, nem tudo são flores. 25/05/2013 - Arequipa Cheguei em Arequipa logo pela manhã, por volta das 4:30. Tinha anotado alguns endereços e bati no primeiro hostel mais barato. Fui parar no El Albergue Español. Foi um achado maravilhoso. 15 soles/noite, quarto privado, banheiro compartilhado. Não haviam quartos compartilhados. Nossa, nesse dia dormi igual uma pedra. E então percebi que havia pego uma puta gripe. Acordei por volta das 11:00 da manhã. Ao sair, o dia estava lindo. Céu azul e quando virei para olhar o lado esquerdo da sacada do hostel la estava El Misti, lindo e imponente. Coberto com seu cume nevado. Lindo, lindo. De cara, adorei Arequipa e ai me bateu o arrependimento de não ter chegado antes. Fui andar pela cidade e procurar um tour para conhecer o Canion del Colca. Fechei o tour de 2 dias por 110 soles (incluso, entrada, refeição, transporte e alojamento). Como estava em contenções de gastos, fui no mercado central de Arequipa e comprei coisas para cozinhar. Fiz amizade com o dono do albergue que era um senhor ao meu ver muito bom e ficávamos horas conversando e ele me contando sobre Arequipa, Peru, a cultura que ainda permanece e a que se perdeu. Adorei. Aproveitei para encontrar uma amiga da Conie (a alemã do primeiro dia do Ecuador), indicada pela própria Conie para irmos assistir um jogo de futebol. Ela morava na cidade e então fomos assistir o jogo junto com uns gringos. Voltei p o albergue, pois vi que a gripe tinha me pegado de vez e então precisava descansar meu corpo p aguentar fazer o Canion del Colca. 26/05/2013 - Canion del Colca Partimos as 3:30. A van passou no albergue exatamente nesse horário. Gastamos cerca de 2 horas e meia. O grupo formado eram de 12 pessoas, a maioria franceses, mas dessa vez havia um carioca no meio. Ufaaa, Brasil sil sil. A galera foi sensacional. Adorei todos eles. Galera muito boa e prestativa. Quando chegamos na primeira parada, fomos ver o voo do Condor. Não entendi o que tinha de tão fenomenal. A quantidade de gente para vê-los é enorme. Foi então que vi eles voarem e realmente é lindo. Paralizante. Adorei. De lá, pegamos a segunda parada, andar muito, muito e muito. Dai o bicho pegou. Passei muito mal. Estava tão gripada, que meu corpo não respondia mais por mim. Minha pressão baixou, me deu piriri no meio do caminho, vomitei, meu nariz parou de funcionar (estava tão entupido), minhas costas travaram .... mas a solidariedade foi maior. Tanto o brasileiro, como os franceses, me ajudaram e fizeram um revezamento com minha mochila, pois eu mal conseguia andar. Por um momento até achei que ficaria ali até melhorar um dia rsrs (dramática). Consegui chegar até a primeira parada para almoçarmos, mas só consegui deitar numa cama e uma das cholas peruanas preparou um chá com ervas até do Paraguay, tinha tanta erva pra tanta coisa que nem sei o q eu tava tomando, mas eu tomei p ver se eu melhorava. E não é que me deu um upgrade esse chá. Mas ainda assim, estava zuada. Andamos por mas umas 4 horas e chegamos no alojamento. Também parti direto para o quarto e apaguei. Tomei banho mais tarde, conversei com a galera que era extremamente divertida e apaguei até o quanto deu. 27/05/2013 - Canion del Colca Levantamos as 4 horas e as 5 horas partimos para subir toda a trilha. Foi difícil, pois não tinha melhorado ainda, mas subi. Depois pegamos a van e fomos ver as formações dos canions. Que coisa linda. Por este momento todo o mal que eu sentia ficou fora de mim. Voltamos para almoçar e depois do almoço fomos vistar o mirante dos vulcões. LIndo, Lindo, Lindo!!!! São mais de 5 vulcões ao redor daquela imensidão plana. Lindo!!!! Voltamos, nos despedimos e voltei para o El Albergue Español. Apenas tomei banho, comprei uns remédios e dormi como uma pedra. 28/05/2013 - Arequipa Acordei não muito cedo, preparei meu café da manhã, peguei o mapa da cidade e fui conhecer Arequipa. Andei o dia inteiro, comprei umas ervas p fazer um chá no hostel. Andei pelos bairros de lá, fui no mirante da cidade, nas igrejas, museus e claro plaza de armas. Na Plaza de Armas de Arequipa algo me chamou a atenção, a quantidade de pombos que tem lá, muito maior do que no Ecuador e maior do que em qqer outro lugar que tenha visto pombos e o curioso para mim é saber que isso é a diversão da galera no fim de tarde. Alimentar pombos, andar no meio dos pombos e ver como a galera curte quando os pombos voam no meio deles. Tem fotógrafos no meio da praça para quem quer uma foto com os pombos. Aproveitei para tirar as minhas fotos. Depois, comprei minha passagem para a Tacna, para aquela noite para conseguir atravessar para o Chile. Paguei, 35 soles. Então, voltei p o hostel, tomei banho e fiquei conversando mais com o dono até me despedir e ir para a Rodoviária. As 22:30 sairia o bus rumo a Tacna. E pontualmente, saímos no horário. Apaguei no bus. 29/05/2013 - Arica Cheguei em Tacna, as 4:00 da manhã. Troquei o resto do dinheiro que tinha em soles por Pesos chilenos e mais um pouco que tinha em reais. E dividi o taxi com uma galera peruana que também estava atravessando a fronteira. Paguei 3.000 pesos chilenos para atravessar a fronteira. Sem problemas na fronteira. Chegamos em Arica por vota das 6 da manhã. Também não havia reservado nada, tinha o endereço de alguns lugares. Então peguei um taxi compartido, 300 pesos, e tentei no primeiro lugar Arica Surf House. Havia vagas no quarto compartido com 12 camas, por 10.000 pesos chilenos com café da manhã incluso. Fechei. Meu esse foi o melhor hostel que eu fiquei nesse viagem. Muito bom. O quarto era gigantesco, a cama muito confortável, o ambiente muito bom. Enfim, tudo muito bom. Como a maioria da galera que se hospeda, são surfistas, e a galera dorme cedo pra acordar cedo p surfar, não rola nada de festas, é bem tranquilo. Mas a galera foi super gente boa. O café da manhã também era muito bom. Nesse dia, ainda estava mal pela gripe, então dormi que só acordei as 2:00 da tarde. Conheci a galera, peguei o mapa da cidade e fui fazer câmbio e comprar algo p cozinhar. Lá tem um mercado aberto muito parecido com o de Arequipa, então fiz a festa e gastei com almoço e janta para dois dias cozinhando, em torno de 3.000 pesos chilenos. Aproveitei para ir a praia e ver o famoso pôr do Sol do morro de Arica. Emocionante. O Sol, o Pacífico e eu estava ali vendo tudo. Arica me surpreendeu. Gostei d+ de lá. Voltei p o hostel, fiz um chá e capotei. 30/05/2013 - Arica Levantei cedo, tracei uma rota e fui conhecer as prais de Arica de Norte a Sul. Nâo são aquelas praias próprias p banho, mas p quem surfa é bom. Muitos por lá. Caminhei muito e pude admirar os grafites Chilenos. Muito legal. Fiquei na praia um bom tempo e me recompondo. Comprei uns remédios e vi uma apresentação de dança. Fiquei no hostel e reservei o transefer para o dia seguinte partir para o aeroporto de Arica. 31/05/2013 - O fim Acordei cedo, tomei café da manhã. E as 10:00 horas o transfer, 4.000 pesos chilenos, chegou e me levou ao aeroporto. Houve uma conexão longa em Santiago e cheguei em São Paulo a noite, próximo da 1:00 da manhã do dia 01/06/2013. Resumindo minha viagem, foi tudo sensacional, tirando o fim quando peguei a gripe e o mal estar. Houve a tristeza por não concluir o Chimborazo, mas hoje vejo que não tinha condições físicas para fazê-lo e não consegui respeitar psicologicamente o tempo que a montanha precisa para me aceitar. Mas eu amei essa viagem. Foi mais uma experiência maravilhosa na minha vida. Vou apenas dividir um pensamento que senti quando estava nas buscas por passagens para fazer os trechos, percebei por exemplo que partir de São Paulo para Ecuador e de lá seguir para o Peru ou Chile é bem mais barato que fazer o contrário (ir de São Paulo para o Peru ou Chile e de lá seguir para o Ecuador). Também percebi que em relação a LAN, ao comprar voos com destino a cidades do Chile, tanto destinos à, como de uma das cidades chilenas para São Paulo é mais barato que partir de outro país (Peru, Bolívia, Ecuador, Argentina), tanto que foi por isso que tracei minha rota final saindo de Arica. Economizei cerca de 200 reais na passagem fazendo essa rota e no fim foi bom por conhecer mais uma cidade chilena que não conhecia. E percebi que quanto mais viajo pelo Chile, mais e mais me apaixono por ele. Bom, espero que ajude alguém e que não tenha ficado tão cansativo. É q as vezes me empolgo nas lembranças. Qqer coisa que possa ajudar, é só perguntar. Renata
  11. Nossa (MariaEmilia, M.Hoffman e angel_docinho), desculpe não responder na época q enviaram as msgs, nem sei se ainda é de valia o que vou responder, mas irei responder, se ajudar ainda .... MariaElimia, para o tour de Uyuni, paguei 700 BOL, porque era o tour de 5 dias (devido a ascensão ao Licancabur). Recomendo muito a ColqueTour (tem agências tanto em La Paz como em San Pedro de Atacama). O motorista/guia foi o Doro. Um senhor boliviano, que só fala bolivianês rsrs. Quanto aos hotéis, cada dia ficávamos em alojamentos já inclusos no pacote da Colque, mas todos os outros alojamentos são próximos, então acaba que várias outras agências dividem o mesmo alojamento que a Colque. Mas no alojamento cada agência fica com um quarto. M.Hoffman, não tive nenhum problema com altitude. Apenas aquele cansaço ao subir escadas, mas nada de mais. angel_docinho, incluindo o Licancabur, paguei 700 BOL + 70 dólares (só em dólar mesmo) para o guia. O guia que fiz, é local do alojamento da Laguna Blanca e se chama Ruben. Mas ele me disse, q os guias de montanha (Licancabur e Sairecabur) são revezados por períodos do ano. Mas ele é excelente!!! Novamente, desculpe a demora ... Aos demais (Breno Barboza Moelas e barbaraleitão) obrigada e que tenham feito ou façam uma boa viagem! Desfrutem! Renata
  12. Oi Leandro Moda, td bem? Pô legal que vc tb conseguiu fazer. Fiz a ascensão com o Ruben, pois o Macário já encerrou suas atividades há cerca de 2 anos (não sei se soube). Mas de qqer forma, foi incrível. Deu p fazer todo o seu roteiro? Foi a San Antonio de los Cobres??? Conseguiu mais alguma montanha??? Poste seu relato!!! Bom....realizado então. Um abraço, Renata
  13. Oi Marcos! Valeu ... com certeza aquela cerveja pós Licancabur + susto + tangerina clandestina, foi sensacional. Legal, conhecer vcs por lá. Rumo a mais. Abç, Renata
  14. Oi tainazinha, estive lá agora em outubro (3 semanas atrás). Pelo visto da foto, no Chacaltaya, não peguei nada de gelo. Só a Huayna Potosi mesmo que estava com seus picos encobertos. Em comparação com as suas fotos é inacreditável que sejam os mesmos lugares. Fantástico. Essa foi toda a neve que peguei no Chacaltaya pelo caminho ( tinha até o projeto de um mini boneco de neve ) Enfim, nossos olhos viram que tudo (independente da neve) é lindo! Um abraço, Renata
  15. Valeu joaovitor_f. Na verdade é um pouco mais do mesmo, só um pouco, mas que valeu cada pouco e mesmo (rsrs). Abç Renata
  16. Valeu Aletucs! Li seu relato tb, e parabéns tanto pela viagem como pelo pedido. Eu quero muito voltar a Bolívia. Gostei muito de tudo.
  17. DIA 1 De SP para La Paz levei 18 horas para chegar (conexão em Lima - longa), mas cheguei. Tudo certo, troquei alguns reais no aeroporto (1R$ - 2,90 BOL) e peguei um taxi (60 BOL) até o centro de La Paz, me hospedei no Loki (Calle Loayza, 420). Deixei minha mochila e fui andar, era cedo (+/- 15:00) e fui na famosa Calle Sagarnaga e Llampu (Bruxas). São as principais ruas para artesanato, hotéis e hostel (als), agências, algumas casas de câmbio e restaurantes. Fiz novamente um câmbio, muito melhor: 1R$ - 3,15 BOL / 1USD - 6,94 BOL Fechei para o dia seguinte o Downhill em Coroico, então as 7:00 da manhã eu deveria estar na porta da agência (Madness) para irmos. Paguei 450 BOL. Caro para os padrões bolivianos mas vale muito. Nesse pacote estava incluso a bicicleta mais simples deles, pq se eu quisesse uma outra com mais isso e aquilo era 100 BOL a mais. Peguei a mais barata. Voltei para o Loki e encontrei umas peruanas no quarto e descemos para o bar, e no bar encontra-se todo o hostel, e no bar bebemos, e no bar ficamos até fechar, e do bar fomos para uma balada .... La Paz DIA 2 .... eeee claro acordei atrasada e perdi o horário para o Downhill. Cheguei na agência uma hora depois e tive que pagar uma multa para não perder todo o dinheiro já pago. Multa: 100 BOL. Fiquei decepcionada comigo mesma por ter perdido a hora. De ressaca, voltei p o hostel quando a caminho encontrei uma galera que estava no bar do hostel indo dar uma volta no Valle de La Luna, nos juntamos e fomos todos. Pegamos o ônibus circular (Linha 47 - Destino Mallasa), pagamos 2,50 BOL. Já era umas 10:00 da manhã, o trânsito estava caótico, então levamos cerca de 1 hora para chegar. Pagamos 15 BOL para entrar no Valle de la Luna. Muito bonito. Gostei bastante (mas pra mim o Valle de la Luna do deserto do Atacama ainda é o mais sensacional de todos). Mas vale a visita!!! Pegamos o busão de volta e pagamos 1,50 BOL (não entendi pq a volta foi mais barata, mas enfim). Almocei num restaurante no centro, algo típico boliviano (com frango, batata e cebola - claro) e paguei 21 BOL com uma água inclusa. Não lembro o nome do local. Mas em relação a refeições, pagava nessa faixa ou menos e também não tenho o que reclamar. Encontrei muitas opções de restaurante por lá e não tive problemas em relação as comidas. Mas todas vinham batata, pimenta, cebola e muito frango. Voltei p o hostel e fui com as peruanas num barzinho para finalizar aquele dia... Valle de la Luna - Mallasa - La Paz DIA 3 Acordei no horário. Cheguei na agência, peguei meus equipamentos e encontrei um brasileiro. Nossa precisava falar português.... O passeio durou todo o dia. Depois da "estrada da morte", almoçamos num hotel q tem em Coroico e de quebra ainda demos um mergulho na piscina do hotel. Tava um calor absurdo. Bebemos umas cervejas tb com o pessoal e voltamos p La Paz. A volta é cansativa. Mas resumidamente o passeio é bem bonito e tranquilo, nada assustador. Voltamos p agência e ganhamos o cd com as fotos e uma camiseta com a rota traçada (bem bonita). Voltei p o Loki e fui em outro barzinho .... Iniciando no asfalto. A caminho da estrada da morte. Aqui cada um em sua bicileta. No início da estrada. Linda. DIA 4 Acordei cedo e fui para Copacabana. Acabei combinando com o brasileiro do Downhill que tb ia pra la e pegamos o mesmo ônibus. Saimos de La Paz as 10:00 (pegamos um transito legal para chegarmos até o cemitério de onde saem os ônibus). Taxi até o cemitério: 15 BOL Ônibus para Copacabana: 20 BOL Até a balsa leva em torno 3 horas, pagamos 1,50 BOL para atravessar a balsa. Chegamos em Copacabana após 1 hora. De primeira impressão, gostei bastante de Copacabana. Fomos atrás dos tours para Isla del Sol, mas todos os barcos compartidos já tinham partido, ou seja, teriamos que esperar até o outro dia. Decididos então a ficar em Copacabana, fomos procurar um hostel, até que conversando com um boliviano q fretava os barcos, ele disse: 50 BOL privativo para a Isla, pensamos, 40 BOL então. Ok. Fechamos o barco e fomos para a Isla. Leva em torno de 1:30 para chegar. Chegamos. Eeee prepara as canelas, pq até o hostel e uma subida e tanto. Achamos um hostel por 30 BOL. Deixamos a mochila e fomos ver o pôr do sol. Bem, bem bonito. Percebi que o valores dos hostels são todos nessa faixa, mas p quem é bom no choro consegue um desconto, mas ainda assim, bem em conta esse valor. No fim do dia nos restou jantar e tb pagamos em torno de 20 BOL. Cerveja na Isla mesmo preço de La Paz, 18 BOL. Saindo de Copacabana Chegando a Isla del Sol Subindo (Isla del Sol) Pôr do sol (Isla del Sol) DIA 5 Passeio de Sul a Norte da Ilha. Pagamos "caro" para os padrões bolivianos para chegar até o norte da ilha. 80 BOL/pessoa. O trajeto dura em torno de 30 minutos. Ou seja 1:30 hr de barco 40 BOL - 30 minutos - 80 BOL. Mas pagamos e fomos fazer a a trilha de 3 horas até retornarmos onde estavámos (SUL). Bem legal, casantivo, mas vale a pena. Terminamos por volta da 13:00 horas, pegamos nossas mochilas e descemos para retornar a Copacaba. Porém os barcos iniciariam as partidas as 16:00. Pagamos 20 BOL para o barco. Almoçamos por ali e ficamos vendo os gringos tomarem sol. Depois da travessia de barco, me despedi e peguei um ônibus de volta a La Paz. Paguei 20 BOL. Cheguei em La Paz já eram 22:00, procurei um hostel na Sagárnaga mesmo e apaguei. Hostal Sagárnaga 70 BOL (quarto privado, banheiro compartido). Norte da Isla del Sol Na trilha, iniciando. Titicaca marvilhoso. DIA 6 Voltei para o Loki e fui andar na cidade, pois nesse dia ia encontrar uma amiga que chegava do Brasil. Tudo deu errado, minha amiga foi deportada (perdeu o RG, no Chile) e eu me reprogramei, pois agora tudo seria realmente sozinha. Pois mesmo eu a encontrando, não seria mais em território boliviano. Fechei para o dia seguinte o Chacaltaya (60 BOL) e já fechei pela Colque Tour o tour de Uyuni + ascensão ao Licancanbur (meu maior objetivo). Tentei eliminar os tours totais de Uyuni de 3 dias, mas como o Licancabur é o último destino para quem segue da Bolívia para o Chile, tive que fazer tudo (5 dias de tour). Paguei caro, mas estava disposta pelo vulcão. Pelas informações que obtive antes de ir, sabia que ñ seria barato mesmo. Foram 200 USD sem o pagamento do guia a parte 70 USD. Terminei esse dia no Loki e la encontrei um pessoal e fomos comer num restaurante mexicano e depois bar Loki até fechar. Concurso de dança, bem bonito. DIA 7 Acordei, sem atrasos, e fui para o tour no Chacaltaya. Foi bem legal. Estou apaixonada pela montanha Huayna Potosi. Quero fazê-la (rs). Tudo muito bonito por la. Como eu já tinha ido no Valle de la Luna, desci no centro e a van seguiu caminho, pois esse tour é incluso Chacaltaya + Valle de la Luna. Comprei minha passagem para Uyuni 130 BOL. Andei mais pelo centro e fui pegar minha mochila para ir para o Terminal de ônibus. Bem perto do fim, Chacaltaya Huayna Potosi ... te quiero. Em relação a La Paz: Gostei muito da cidade, parece um "favelão", as casas ñ são rebocadas então aquela visão "tijolistica", torna, na minha opnião, La Paz mais interessante. Tudo muito barato. Locomover-se em La Paz é muito barato (não só em La Paz). Em relação ao hostel (Loki): Gostei muito. Fiquei em quarto compartilhado com 7 pessoas mas havia banheiro no quarto. Paguei 156 BOL no total. Não encontrei nenhum brasileiro, o domínio são os gringos mesmo. Encontrei poucos de nossos vizinhos hospedados. Tem um bar interno e todos os dias rola som, festas temáticas e as pessoas bebem insanamente. O bar fechava por volta das 2 da manhã (teve um dia que foi mais cedo), mas em relação a barulho, não tenho o q reclamar. Enfim, recomendo total o Loki. Em relação ao hostal Copacabana (Calle Sagarnaga): Gostei. Bem tranquilo. DIA 8 Passei a noite no busão. Foram 12 horas de La Paz até Uyuni. Cheguei e já vem uma galera perguntando se a pessoa tem tour fechado, se quer tomar café da manhã. Aquele auê. Acabei indo tomar café da manhã, com mais uma galera. Tava um puta frio. Depois, fui levar minha mochila na Colque tour, mas ainda tinha 2 horas para ficar em Uyuni esperando o tour começar. As 11:30 iniciamos o tour. Foi praticamente particular. Dividi o carro com um casal de suiços. Então foi o guia/motorista, eu e o casal. Conhecemos nesse dia o cemitério de trens e o Salar. Paramos num alojamento de sal, bem bonito. Jantamos e apagamos. Cemitério de trens Isla Incahuasi DIA 9 As 7:00 saimos e seguimos por Lagunas, Arbol de Piedra e mais Lagunas até a linda Laguna Colorada. Onde ficamos no alojamento por la. Laguna Colorada DIA 10 Acordamos cedo 5:00 porque era dia de Geyser. Vimos os Geysers e finalmente chegamos as 8:00 na Laguna Verde e Blanca. Vi meu querido Licancabur e pensei: Puta merda são 8:00 da manhã e vou ter que esperar até o outro dia para escalar. Vou tentar falar com o guia para subirmos hoje. Uma confusão de deixa os suiços na fronteira, volta com os suiços pq a brasileira vai ficar na Bolívia. Manda a brasileira para o Chile e amanhã ela volta pra Bolívia. Que no fim deu tudo certo. Deixamos os suiços na fronteira com o Chile e voltei para o alojamento da Laguna Blanca, onde o guia estava para ascendermos. Conversei com o guia e ele disse: Vc acha que está preparada para fazer agora (já eram 9:40 +/-). Eu disse: sim, por minha conta e risco. Iniciamos a ascensão as 10:30. O começo é foda, mas fica pior conforme segue os passos e conforme a altitude aumenta. Paramos a 5.500 metros para descansarmos. Após 5 horas, consegui chegar no cume do vulcão, 5.967 metros. Não tenho até hoje palavras para descrever o sentimento que tive. Foi uma das coisas mais lindas que vi na minha vida. Creio q a mais fantástica. Como ja eram quase 15:30 e o sol já estava nos preparativos p ida. Fizemos os rituais a pachamama. Fizemos nossos agradecimentos e iniciamos a descida. Foram 2 horas para baixar. Desci muito feliz e enfim, estava feliz. Chegamos no alojamento e fui muito bem recebida pelos moradores. Respitar a montanha, receba um belo presente. Dormi, muito feliz. Geysersss Laguna Verde e Licancabur Visão desde o Licancabur a cerca de 5500 metros. No cume do vulcão. Perfeito. Sairecabur a esquerda e Juriques a direita. DIA 11 Acordei cedo e fui para fronteira, pois iria a San Pedro, tentar encontrar minha amiga, quando descobri que ela coseguiu chegar em San Pedro um dia depois da confusão do aeroporto com o RG dela e ela estava fazendo o tour de Uyuni e chegaria logo mais. Nos encontramos na fronteira. Fonteira: 15 BOL. Fomos juntas para San Pedro e nos hospedamos no holstel Allayu (Calle Tocoano). Deixamos nossas mochilas, fomos almoçar e passamos o resto do dia bebendo uma cerveja, pois depois de toda a confusão e todas as realizações, precisavamos comemorar. Hostel: 8000 pesos chilenos/pessoa - quarto twin/banheiro compartido. Almoço: 3500 pesos chilenos. Cerveja: 1000 1 1500 pesos chilenos. DIA 12 Acordei cedo, comprei minha passagem para Iquique para o fim do dia (10.500 pesos chilenos). Como ano passado nós já tinhamos feito todos os passeios do Atacama, repetimos a dose da pedalada e alugamos uma bike (4000 pesos chilenos) e fomos para o Valle de la Luna (lindo como sempre). Terminamos com uma cervejinha no pub (q esqueci o nome), peguei minha mochila, me despedi e segui para Iquique. Na metada do Valle de la Luna (Atacama) Só para mira-lo de longe e tão perto DIA 13 Teve uma parada em Calama para pegar outro busão e cheguei em Iquique as 4 da manhã. Tinha pego uns nomes de hostels e bati no primeiro Backpacker's Hostel Iquique. Peguei um quarto compartido e banheiro compartido por 6500 pesos/noite. Como cheguei de madrugada, paguei meia diária. Taxi do terminal de ônibus até o hostel 3000 pesos. Acordei logo depois, tomei café da manhã, encontrei uns brasileiros no hostel. Sai e fui caminhar pela orla da praia e fui no centro e na Zofri. Eu muito lesada para o mundo das compras, nem sabia da existência da Zofri. E vi que o negócio é insano. Barato, principamente perfume, eltrônicos e chocolates. Mas eu queria mesmo era ver o pacífico, então f#o#d#a-s#e as compras um pouco. (rs) A água tava uma pedra de gelo. Mas achei bem legal a cidade e tudo ao seu redor. Voltei para o hostel e lá a galera super de boa. Gostei muito do hostel. Ambiente super agradável. Rolava uns churras a noite. Bem legal. Cavancha - Pacífico - Gelado - Bonito DIA 14 Continuei caminhando por Iquique. Fui a praia. E continuei caminhando. Fui num tal de Agro, é como se fosse a feirinha da madrugada de SP, só que boa parte das roupas são usadas. A galera por lá se amarra nos usados. Então era possível comprar 3 calças jeans por 1000 pesos, por exemplo. Pra quem gosta, prato cheio. Andei um pouco por la e continuei andando na cidade. A noite hostel! Os barzinhos e baladinhas de Iquique pegam mais aos fds. Como era uma quinta-feira ñ peguei muita animação noturna. Também confesso que ñ procurei muito. rs Teatro Municial de Iquique DIA 15 Sai bem cedo do hostel porque peguei meu voo em Iquique com conexão em Santiago e voltei para São Paulo. Aeroporto de Iquique e um tchau a tudo. Infelizmente mas feliz!!! Resumo da minha viagem: Sensacional. Bolívia é um país lindo. E o Chile, sou apaixonada. Mas confesso que a Bolívia agora es mi tierra tambem. Bom qqer coisa que eu possa ajudar, estou a disposição. Renata
  18. Oi mauricio de sousa, valeu por ter gostado. Então, gastei em torno de R$1800,00 incluindo umas lembranças q trouxe e outros gastos q poderia ter poupado... Abç
  19. Oi PÉRI, em SPA durante o dia era agradável (25-27ºC) a noite é beeemm fria nem sei te falar a temperatura, mas é frio. Também é bem seco, recomendo q leve Rinossoro (meu nariz sangrou um pouco, nos primeiros dias). Bom acho q é isso. Qqr coisa... Abç
  20. Oi PÉRI, então eu gastei em torno de uns R$ 1500,00 para todos os meus dias no Chile (7 dias), nesse valor estão inclusos gastos com hospedagem e compras (aquelas lembranças, sem necessidade rs). Qdo fui 1000,00 CLP equivalia a +/- R$ 3,92 ... não sei qto esta agora ... No geral não achei tão absurdo os preços assim, convertendo algumas coisas são um pouco mais caras que no Brasil mas outras estão equivalentes. Por exemplo, nos passeios que fechei ficou todos em torno de R$ 380,00 (incluindo em alguns, café da manhã e/ou almoço), então resumindo não achei um valor abusivo. Tendo como base os preços que passei por la, eu acho que R$ 1700,00 esta bom para os 10 dias sem sufoco e aproveitando para os gastos extras. Uma dica, não deixe de ir na balada atacameña rsrs Abç Renata
  21. PÉRI, eu não fiz esse passeio então não sei te dizer ao certo. La conheci umas pessoas que estavam voltando do Salar de Uyuni e elas fecharam o passeio de 3 dias. Saia de manhã e voltava no terceiro dia a tarde. Mas não faço ideia do valor certo. Sei q me falaram que não é barato. Mas q valeu a pena! E eles foram de 4x4 pela agência q fecharam o Salar. Abç
  22. Wesleu R Oliveira, obrigada! Esse lugar é algo q sempre vale ser relembrado. Muito bom!!! Abç
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