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Renata Raiol

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  1. Oi felipe, muito bacana o seu relato; ele apareceu para mim aqui no mochileiros pois digitei "juliaca" querendo justamente saber como voltar de puno para pto maldonado sem passar por cusco. Como faço para ir de puno a juliaca? Vc lembra o nome da empresa? E de juliaca ate pto maldonado, como eram as condicões da estrada? Qualquer informação a mais será muito bem vinda! Obrigada!
  2. Que relato bacana! estou aguardando os próximos capítulos dessa aventura!
  3. Nossa, que relato excelente! A parte da montaña colorada foi impactante pra mim! Eu ja havia lido outros relatos desse passeio e pelo que li, vi que parecia ser muito dificil e algumas pessoas tb relataram muitos perrengues por causa da altitude. Mas nenhum relato se comparou ao seu. E tudo que vc contou foi de extrema importancia pq as vezes a gente não tem noção exata da complexidade da coisa. Vc falou sobre a real do passeio; imagino que a maioria das agencias nem avisam sobre as dificuldades. Eu por exemplo, depois do seu relato decidi não fazer esse passeio, apesar de ter um preparo físico razoável. Temos que colocar nosso bem estar acima de tudo e fazer um passeio como esse num lugar tão lindo mas passando tão mal as vezes pode não compensar tanto. Que pena que vcs nao foram a Puno! Voltem numa próxima vez e nos contem como foi! Parabéns pelo incrível relato!
  4. Muito bom seu relato! quero fazer um roteiro muito parecido com o seu, então suas informações estão sendo excelentes! por favor, continue!
  5. Oi ana! Estou maravilhada com o seu relato, muito obrigada por compartilhar conosco suas experiências. Vc fala da real de um mochilão, não só as coisas boas mas as ruins também, nos dando uma visão bem realista da viagem...afinal de contas, que disse que uma trip é feita só de glórias... Mas por favor, continue logo seu relato que to mega ansiosa para ler o desfecho dessa mochilada! Um abraço! Renata
  6. Sandro 22, muito obrigada! seguirei seu conselho!
  7. Bom dia galera do mochileiros! Procurei bastante na net a seguinte informação, mas não consegui obter resposta; na certeza de que vcs vão me ajudar, aí vai: a rodoviária de puerto iguazu conta com serviço de guarda-volume? Qual o horario de funcionamento desse serviço? É que meu ônibus pra posadas parte 00:30 e queria chegar mais cedo em puerto, deixar as malas na rodoviária e dar uma voltinha pelo centro da cidade antes de seguir viagem. Obrigada!
  8. Parabéns pelo excelente relato! estava com dificuldades de encontrar algumas informações detalhadas sobre os passeios e as suas dicas são fundamentais para fazer uma boa programação!
  9. Boa tarde galera! Alguem sabe me dizer qual a frequência de ônibus no trecho lages- urubici-lages? Entrei em contato com a nevatur mas eles me responderam que quem opera o trecho é a empresa manfredini; porém nao encontro nada sobre isso na net. Obrigada!
  10. no post acima onde está escrito "adequadas" era na verdade "educadas"
  11. oi Paulo! Muito bom o seu relato! Foi rápido porém bastante informativo! Vou passar uns quatro dias em montevideo agora no início de agosto. Será um retorno: já estive lá em 2012; porém foi no verão. Seu relato me ajudou a escolher alguns locais os quais não tive oportunidade de conhecer na outra vez em que estive por lá. E concordo: montevideo é uma cidade muito bonita, com pessoas adequadas e com muitas coisas boas para se ver. obrigada!!
  12. Voltando ao post! Depois de um grande período de ausência graças ao trabalho, aproveito esse feriado para escrever mais um pouquinho. DIA 06 DE FEVEREIRO- CHEGADA À PARAMARIBO O voo saía de Belém pela parte de tarde. A partida estava prevista para 15:45. Como já falei aqui, conversei com uma conhecida que trabalha na Gol e ela me disse que eu deveria me apresentar para o check-in com três horas de antecedência. Perguntei o porquê de toda essa antecedência e ela não soube explicar, só disse que era assim mesmo. Pegamos um taxi para o aeroporto por volta do meio-dia e fomos direto ao balcão da Gol, onde algumas pessoas já aguardavam para fazer os procedimentos de embarque para Paramaribo. Na fila, começamos a conversar (meu marido e eu) com uma moça que estava acompanhada de um senhor. Ela perguntou se era a primeira vez que estávamos indo para o Suriname; quando respondemos que sim, ela nos informou que também estava indo pela primeira e nos perguntou sobre preço de táxi do aeroporto até a cidade. Quando viu nossas malas, notou que os cadeados não estavam presos de uma forma tão segura e nos orientou sobre a melhor forma de prendê-los . Parecia uma mochileira experiente. Ela estava ansiosa e animada com essa viagem. Guardem bem o relato sobre essa moça. Mais tarde vou falar novamente sobre ela. Na fila, observamos algumas "peculiaridades" dos viajantes do Suriname. Uma moça com pinta de artista veio nos pedir se poderíamos despachar uma parte da bagagem dela pois tinha dado excesso ... Simplesmente ela saiu pela fila perguntando se alguém poderia despachar a mala dela pois ela era dançarina e estava indo para o Suriname fazer uma apresentação de carnaval... Sei que não preciso dizer isso pois estou falando com vocês, viajantes experientes; no entanto, não custa nada repetir... não despachem bagagem de gente desconhecida, principalmente em voos internacionais! Pode ser uma roubada... Também chegou um senhor nos perguntando se aquela fila em que estávamos era a fila para comprar a passagem... . Respondemos que não e ele saiu procurando a loja (detahe: o voo parecia lotado e não tinha outro da Gol este dia). O senhor parecia ser uma pessoa simples, e pelos comentários dele com outras pessoas da fila percebi que se tratava de um garimpeiro, mais um dos muitos que saem do Brasil, principalmente do Pará, Maranhão e Amapá para explorar e ganhar dinheiro nos garimpos do nosso vizinho. Malas despachadas, fizemos um almoço canalha no BOB´s (poucas opções de restaurantes no aeroporto de Belém além da comida ser cara e de qualidade questionável) e nos mandamos para a sala de embarque internacional. Passamos rapidamente pelos procedimentos de checagem de passaporte realizado pela PF e ficamos aguardando no portão de embarque indicado. Os passageiros do nosso voo começaram a chegar. Conversamos com uma senhora de Santarém que estava indo com dois netos adolescentes e o marido, um senhorzinho muito simpático! Disse que a filha (mãe do casal de adolescentes) morava há muitos anos em Paramaribo pois se casou com um javanês do Suriname e tinha uma lanchonete de comidas típicas do Pará. Ficamos aguardando pela chegada na sala de embarque da moça que nos abordou na fila junto com seu acompanhante (aquela!). Nada. O tempo foi passando e os últimos passageiros foram chegando. Até o garimpeiro conseguiu comprar a passagem. E nada da moça (esqueci o nome dela ). Eu já estava preocupada pensando no que poderia ter ocorrido. Entramos no avião e nada deles. Não embarcaram. Não foram. Não sei o que houve! penso que deve ter ocorrido algum problema com o passaporte. Nunca vou saber. Partimos com 45 minutos de atraso. Voo tranquilo. Na chegada em Paramaribo, nos deparamos com o gigante da KLM (foto), que faz voos diários entre o Suriname e a Holanda. Aeroporto de Paramaribo, Johan Adolf Pengel, é muito pequeno e com uma infraestrutura bem, digamos, humilde. Não tem pontes para desembarque; desembarcamos por uma escada direto na pista e caminhamos ate a entrada do aeroporto
  13. Olá galera que roda esse mundo com a mochila nas costas! Venho aqui escrever um breve relato com algumas informações atualizadas sobre o Suriname, mais especificamente sobre Paramaribo, capital do pequeno País. Curiosidade, o que nos move: Eu moro em Belém e desde criança tinha curiosidade sobre o Suriname, pois tínhamos uns vizinhos que possuíam parentes por lá, e que de vez em quando vinham visitá-los. Nessa época eu tinha uns 7 anos de idade e um grande Mapa-Mundi no meu quarto. Vasculhei todo o continente asiático procurando pelo Suriname (com esse nome só podia ser na Ásia). Não encontrei. Procurei na África. Nada. Desisti de procurar. Até que, muito tempo depois, eu estava olhando a América do Sul, bem acima do Pará e, para minha grande surpresa, lá estava o Suriname (abreviado no mapa SRN, pois o nome do país era muito grande para caber no espaço tão pequeno que representava o país... .... E foi daí que veio o desejo... Vamos aos preparativos da viagem: -Como chegar lá: Pode-se chegar ao Suriname por terra (via Macapá-Oiapoque- St Laurent du Maroni- Albina); pode-se chegar pela Guiana via Ferry Boat; Pode-se chegar por Amsterdã pelo voo do imenso avião da KLM (acho que é diário); Pode-se chegar dos Estados Unidos e do Caribe com a Surinam Airways, e, finalmente, pode-se pegar o avião da GOL Linhas Aéreas em Belém e chegar ao Suriname em 1h30minutos (foi exatamente o que eu fiz ); este trecho também é operado pela Surinam Airways. A Gol está operando esse trecho desde agosto de 2015 com preços bem atraentes; a passagem foi comprada com dois meses de antecedência e custou R$ 79,90 + taxas= 350,00 ida e volta - Brasileiros precisam de passaporte de preferência com prazo de validade superior a seis meses tendo com referência o período da viagem (uma conhecida que trabalha na Gol aqui me disse que a imigração lá estava implicando com pessoas cujo passaporte faltasse menos de seis meses para expirar a validade; segundo ela, nesses casos, eles exigiam ver a passagem de retorno ao Brasil para poder liberar a entrada). Brasileiros não precisam de visto para permanecer no país por até 90 dias; - Certificado Internacional de Vacinação contra Febre Amarela: Regiões endêmicas exigem esse documento. Sinceramente, ninguém me pediu isso na entrada do Suriname, mas é melhor não vacilar... Olhem esse link da anvisa para tirar as dúvidas: http://portal.anvisa.gov.br/wps/portal/anvisa/anvisa/home/portosaeroportosfronteiras/!ut/p/c4/04_SB8K8xLLM9MSSzPy8xBz9CP0os3hnd0cPE3MfAwMDMydnA093Uz8z00B_A3dzY_2CbEdFAHHjY6k!/?1dmy&urile=wcm%3Apath%3A/anvisa+portal/anvisa/inicio/portos+aeroportos+e+fronteiras/publicacao+portos+aeroportos+e+fronteiras/certificado+internacional+de+vacinacao Câmbio: Se vocês forem viajar para lá nos finais de semana e feriados locais, muito cuidado!!! Aparentemente eles não trocam reais por dólares surinameses nas casas de câmbio locais, apenas nos bancos surinameses, que funcionam em horário comercial (não abrem aos fins de semana). O ideal é levar dólar americano ou euro para trocar. E troquem só o necessário, pois se sobrarem dólares surinameses(SRD) e vocês quiserem reconverter para Dólares Americanos ou Euros para trocar por reais no Brasil eles simplesmente NÃO trocam... aí você se vê obrigado a gastar todos os SRD's... Logo logo volto com o resto do relato...
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